sábado, abril 17, 2021

Saab Naval

Polônia prolonga a vida útil de fragatas classe OHP

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

ORP General Tadeusz Kosciuszko

A Polônia está ampliando a vida útil de suas duas fragatas classe Oliver Hazard Perry – ORP General Kazimierz Pulaski e ORP General Tadeusz Kosciuszko – até 2024, o Comando Geral das Forças Armadas confirmou ao Jane’s em 13 de março.

Embora o trabalho permita a extensão da vida útil de muitos subsistemas, o uso de alguns deles, como o sistema de armas Phalanx de 20 mm, será restrito.

Durante os reparos de doca padrão conduzidos sob os procedimentos das Vendas Militares Estrangeiras (FMS), a ORP General Kazimierz Pulaski recebeu um sistema Link 16 e seu sistema de comando foi atualizado para permitir a detecção e rastreamento automático de alvos aéreos e de superfície.

A ORP General Kazimierz Pulaski era a USS Clark (FFG 11) e a ORP General Tadeusz Kosciuszko era a USS Wadsworth (FFG 9) na US Navy. As fragatas foram transferidas para a Polônia em 2000 e em 2002 respectivamente.

ORP General Kazimierz Pulaski

- Advertisement -

23 COMMENTS

Subscribe
Notify of
guest
23 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Otto Lima

Quais seriam os melhores substitutos para as OHP polonesas, considerando que a principal ameaça na região é a Frota Russa do Báltico?

Washington Menezes

Arleigh Burke

SeaPredator

Arleigh Burke praticamente outra classe, quase o dobro da tonelagem e de maior comprimento e boca, com 323 tripulantes contra 214 se não me engano.

Dalton

Quase o dobro não…na verdade mais que o dobro…especialmente os F IIA que
totalmente carregados deslocam mais de 9000 toneladas !

SeaPredator

tem total razão.

PauloR

Navio para encarar a Rússia e preço que esteja dentro do orçamento da defesa polonesa só a FREEM.

Otto Lima

É o que penso tbm

Bardini

Pq a Polônia precisa de um navio de 6.000t para lutar no Báltico?
.
Os caras estavam comprando MEKO A100… Mas óhh $$$$. Faltou…

Otto Lima

Foi justamente pela falta de grana que o único Meko A100 adquirido pela Poonia foi rebaixado de corveta a OPV.

Otto Lima

Polônia

_RR_

PauloR,

Ali no Báltico, não existe a necessidade de vasos tão pesados.

Uma fragata de até 4000 ton. full é mais que suficiente… Um tipo como a MEKO A-200 argelina dá e sobra…

Quanto a grana, duvido que os polacos tenham muito sobrando. E é certo que o exército e a força aérea daquele país tem prioridade. Afinal de contas, são os polacos que estão a meio caminho entre a Rússia e o coração da Europa…

Luiz Floriano Alves

Sozinha, a frota da Polonia nada pode contra os Russos. A OTAN, sim, pode alguma coisa, escorada pela US Navy. O poder de fogo da Russia é avassalador e as fronteiras da Polônia são muito vulneráveis ao URSO de Putin. Em caso de conflito, acho que se repetiria o que ocorreu durante a Segunda Guerra: os navios aliados buscarão refugio na GB para formar uma frota de resistencia.

Rafael_PP

Dessa vez não haveria uma invasão anterior do Oeste e uma divisão de forças. Eu apostaria em uma reedição de 1920, após uma sucessão dos ‘milagres’ típicos da cultura polaca.

Nilson

E aquela história de os poloneses comprarem as duas fragatas australianas, houve andamento??

Mauricio R.

Os navios poloneses são “short hull”, por isso operam SH-2.

Nilson

Obrigado pela informação, Maurício. Eu nunca ia descobrir qual é o helicóptero.
Na wikipédia:
“O SH-2 Seasprite foi retirado de serviço da Marinha dos EUA em maio de 2001[9] e na Marinha Australiana em 2008. Encontra-se atualmente em serviço na Marinha da Nova Zelândia, Marinha da Polônia e Marinha do Egito. Em breve também estará operando pela Marinha do Peru,[10] recebendo a primeira das cinco unidades no primeiro trimestre de 2015.[11]
Marinha da Polônia (4 unidades)[12]”

Marcelo Andrade

Essas OHP são horríveis! navios mal armados! E ainda tem gente que os queria na MB, vai de retro!!!

Dalton

Uma “OHP” não perde para uma “Grenhalgh”…ainda mais se receber mísseis anti navios
como a paquistanesa recebeu e ainda são capazes de operar com 2 helicópteros do
porte de um “Seahawk” enquanto a “Grenhalgh” embarca apenas o” lynx” embora
também duas unidades.
.
O que pessoas como eu queriam eram umas duas unidades para exatamente substituir as duas “Grenhalgh” remanescentes, uma medida “tampão” por uns 12 anos ou pouco mais e por um preço razoável para o “apertado” orçamento da marinha enquanto os novos navios não chegam.

SeaPredator

O problema é que entre querer e ter tem um baita abismo, infelizmente, eu queria uns 20 NA na MB, uns 60 subs nucleares e alguns encouraçados gigantes e stelths, sem esquecer um país de primeiro mundo.

Ps: a realidade é cruel 🙁

SeaPredator

Correção: um Brasil de primeiro mundo.

José Lemos filho

Que péssima localização geográfica é esta da Polônia, corredor russo!! São os primeiros a testar a a ira da vodka gelada.

Marcelo Andrade

Tenho um amigo polonês que mora na Irlanda.

Ele conta que a história da Polônia é marcada por invasões dos dois lados, exatamente pela posição geográfica, mas, que mesmo assim, eles mantiveram sua cultura e língua. É um povo que admiro pela sua resiliência, principalmente pelo que sofreram no última guerra!

Francisco Rodrigues

Acho as fragatas Meko A-200 ASW são as mais indicadas para a Polónia.

- Publicidade -

Reportagens especiais

TOPEX 1-87: USS Nimitz e cruzador nuclear USS California no Brasil, em 1987

Em 1987 eu era tripulante da fragata Niterói - F40 e quando estava em operação no mar, fazia parte...
- Publicidade -
- Advertisement -