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A evolução da Marinha Chinesa – 2009 a 2019

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O principais combatentes de superfície da Marinha Chinesa em 2009

O gráfico acima mostra os principais navios de combate de superfície da Marinha do Exército de Libertação Popular da China (PLA Navy) em 2009 e o gráfico abaixo os navios de guerra chineses em 2019.

Em 2009 eram 30 navios de superfície, em 2019 serão 127 navios, isso sem contar os submarinos e navios auxiliares.

Em 2017 a China lançou ao mar de 175 mil toneladas de navios de guerra e, em 2018, ultrapassou o ritmo de produção naval militar dos EUA.

Em 2009 a PLA Navy não tinha porta-aviões, em 2019 contará com duas unidades, uma delas totalmente construída na China.

Além de aumentar seu poder naval para garantir a supremacia no Mar Meridional da China, a PLA Navy também está expandindo suas operações até o Oriente Médio, onde já conta com uma base naval em Djibouti.

Em 2014 foi noticiado que a China pretende instalar 18 bases navais no exterior, em diferentes regiões, além da Namíbia: Paquistão, Sri Lanka e Mynanmar no Oceano Índico norte; Djibouti, Iêmen, Omã, Quênia, Tanzânia e Moçambique, no oeste do Oceano Índico; e Seychelles e Madagascar no centro do Oceano Índico Sul.

Segundo relatos da mídia chinesa, “essas três linhas estratégicas irão aumentar ainda mais a eficácia da China a assumir a responsabilidade por manter a segurança das rotas marítimas internacionais, mantendo assim a estabilidade regional e mundial”.

Outras bases navais pretendidas pela China: Porto Chongjin (Coreia do Norte), Porto Moresby (Papua Nova Guiné), Porto Sihanoukville (Camboja), Porto Koh Lanta (Tailândia) Porto Sittwe (Myanmar), Porto Dhaka (Bangladesh), Porto Gwadar (Paquistão), Porto Hambantota (Sri Lanka), Maldivas, Seychelles, Porto Djibouti (Djibouti), Porto Lagos (Nigéria), Porto Mombasa (Quénia), Porto Dar es Salaam (Tanzânia) e Porto de Luanda (Angola).

A Marinha Chinesa em 2019
O principais combatentes de superfície da Marinha Chinesa em 2019
Bases Navais planejadas pela China
Bases Navais no exterior planejadas pela China

63 COMMENTS

  1. China espalhando seu poderio naval até o Atlântico Sul? Creio que nossos almirantes não vejam com bons olhos essa situação porém pouco podem fazer sem apoio e recursos de Brasilia. E a Namíbia? Caiu de vez no colo do Dragão?

      • O Brasil perdeu desde que se juntou ao BRICS ao invés de trabalhar para ser líder do Mercosul e expandir para a África e até a Oceania. _______________, o plano deles sempre foi fazer o Brasil submisso a China e Rússia, seria interessante fazer um do Brasil para ver a regressão.

        COMENTÁRIO EDITADO. NÃO ROTULE OS DEMAIS PARA NÃO SER ROTULADO E COLABORE PARA EVITAR SÉRIES DE COMENTÁRIOS COM ATAQUES PESSOAIS QUE NÃO CONTRIBUEM EM NADA PARA A DISCUSSÃO. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

        http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

        • É que que o Brasil tem pra oferecer a Africa que a China não possa oferecer 20 vezes mais, Brasil não perdeu nada nunca nem sequer disputou.

        • _____________________

          A união de países sob o manto dos BRICS foi favorável às exportações brasileiras (vide quanto exportávamos em 2000 e quantos exportamos atualmente); além de ter servido como uma espécie de aliança para países em desenvolvimento e com grande potencial futuro.

          A China no BRICS é tipo aquele velho ditado: “Se não pode vencê-los, junte-se à eles.”

          ____________

          lembrem-se que nem mesmo os EUAS conseguem competir com a China.

          COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O RESPEITO E COLABORE PARA EVITAR COMENTÁRIOS SEGUIDOS APENAS DE ATAQUES PESSOAIS. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

          http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

          • Pois é Fritz Pilsen enquanto nós continuarmos a colocar a culpa nos outros vamos estar sempre perdendo, mas quando vermos que na verdade a culpa é nossa e que não dependemos de ninguém pra ser ser uma superpotência, que podemos usar os outros países como exemplo a ser seguido em determinadas áreas e de erros a serem evitados para podermos desenvolver mais rápido ai sim poderemos ver algo do tipo por aqui, navios sendo entregues novos rapidamente, mais de uma esquadra, bloqueio das fronteiras para drogas e armas, e principalmente a segurança interna que tanto precisamos.

      • Pois é Galante.

        Perda mais que natural.

        Não conheço na História nenhum país candidato a potência, mesmo que regional, sem dinheiro para bancar seus projetos e ambições.

        Deu no que deu.

  2. Interessante a matéria …poderia também fazer um comparativo dos últimos 10 anos da marinha dos EUA e da Rússia, assim teríamos uma noção de crescimento das três maiores marinhas do mundo..

  3. A questão da China é interessante pois estamos presenciando o surgimento de uma nova superpotência, provavelmente iremos ter um mundo dividido em 3 países polarizando o poder militar EUA, China e Russia, e teremos 2 blocos militares a OTAN de um lado e a Russia e China de outro, sendo que o pendulo da influencia militar esta se movendo lentamente para o oriente.

    Mas algumas questões ainda estão pendentes:

    1ª A China vai continuar a ter um arsenal nuclear mediano semelhante a da França ou Inglaterra ou vai construir um grande arsenal nuclear igual ao da Russia e EUA ?

    2ª Como é que vai ficar a cooperação militar entre China e Russia no âmbito de possíveis desenvolvimentos de projetos conjuntos, já que no momento a China esta entrando numa nova fase onde esta conseguindo desenvolver projetos próprios importantes como o caça J 20, os Destróier tipo 55 e porta aviões, nas 2 décadas passadas a China só importava da Russia e não tinha muito a oferecer, agora a situação esta se invertendo onde a China pode oferecer uma parceria com a Russia no desenvolvimento conjunto, e até exportar navios pesados para a Russia, a relação comercial militar entre ambos foi estremecida devido a fabricação não licenciada do J 11/16
    agora no momento não existe um projeto sequer em conjunto, se esta situação mudar com um aprofundamento da aliança militar com projetos conjuntos a defasagem em relação ao ocidente vai cair mais rapidamente.

    3ª Quanto tempo vai demorar para a Russia e China se equiparar a OTAN em poder militar, pois devemos levar em conta que o gasto destes 2 países é mascarado com a compra de material militar em moedas locais, sendo que este gasto quando analisado em PPC é bem maior que o divulgado oficialmente em dólar.

    4ª Como vai ficar a situação econômica da China e da Russia no futuro; com a China conseguindo manter um crescimento econômico sustentável, e a Russia conseguindo burlar as sanções do ocidente devido a Crimeia, outro ponto interessante é analisarmos como o ocidente trata a China que esta invadindo o mar do sul e como o ocidente tratou a Russia com a anexação da Crimeia, ai podemos observar que a influencia econômica pode ser uma especie de carta branca para possíveis operações militares.

    5ª Veremos o surgimento de novas potencias militares medianas (semelhante a Inglaterra e França) e possivelmente com arsenais nucleares, como o Japão, a Coreia e a Alemanha.

    Ficamos no aguardo.

    • 1) Eu tenho minhas dúvidas se a China continua com um arsenal nuclear médio. Sabemos que a China demora para divulgar a foto de um caça, de um Destroyer. Imagina um assunto muito mais estratégico e delicado como arsenal nuclear.
      Só saberei o Real arsenal nuclear da China, o dia que eu for convidado pelo Presidente Xi Jingpin para ser o ministro da Defesa da China.

      2) A cooperação militar entre China e Rússia seguirá, em minha opinião dois caminhos:
      Em parte ficará menor, já que a indústria bélica da China está cada vez mais moderna e a China não precisa adquirir tanto equipamento russo, como antes.
      Por outro lado a cooperação pode tomar outro rumo, um rumo de construções e desenvolvimentos Conjuntos.
      Mas como os dois países possuem um orçamento militar Enorme e Demanda igualmente grande, eles não precisam tanto de parcerias. Podem continuar fazendo sozinhos, possuem dinheiro para isso e também especificações muitas vezes diferentes, que dificultam esse tipo de cooperação.

      3) Olha, eu diria que Equiparar, eles já conseguiram.
      Mesmo que a Otan possua vantagens em determinadas áreas, já podemos afirmar que China e Rússia juntas já se equipararam à Otan.
      Agora, quando irão superar, eu chuto que dentro de 15 anos.

      5) A Índia vai demorar mais. Mas provavelmente no longo prazo, será uma grande potência, bem acima de Inglaterra ou França.
      O Brasil, com as medidas corretas, também poderia facilmente se posicionar como potência média em pouquíssimos anos.
      Eu tenho a fórmula para isso, basta me elegerem Presidente da República. 🙂

    • Luís,
      1) Possivelmente eles tem mais ogivas do que declaram, mas, mais do que as quantidades enormes do século passado, a grande carta na manga hoje é a capacidade, prontidão e precisão dos seus vetores ICBM/SLBM. Considerando que a China já tem ICBMs e continua investindo fortemente em seu programa espacial (ela, além de Russia e EUA são os únicos países que levaram homens ao espaço por seus próprios meios) é bem provável que esses ICBM não sejam muito inferiores as suas contrapartes Russas e Americanas.

      2) A Russia tem muito know how, mas pouco dinheiro hoje, e a China não tinha know how mas ganhou muito. Eu sinto que a cooperação Russia China possa continuar, mas os chineses são cada vez menos dependentes dos russos e as negociações tendam a ser cada vez mais com a China dando as cartas. Eventualmente o que a China ainda não sabe fazer, ela tem vários meios, até os menos ortodoxos, para apreender, inclusive com engenharia reversa, contratação de técnicos ocidentais/russos a peso de ouro, espionagem e etc…

      3) Considerando conflitos regionais, eu ainda acho que USA + Otan + aliados, é muito maior que Rússia + China. Russia e China são países com alta capacidade defensiva, e poder de ataque devastador em sua área de influência.

      Guerra com Nukes, para mim = Armageddon. Então vamos considerar apenas cenários de guerra convencional.
      – Rússia: continua sendo o terror da Europa. Seja por número de homens, blindados, experiência militar, força aérea numerosa e muitos caças de primeira linha. Uma guerra convencional na Europa (Rússia vs Otan) não seria fácil pra nenhum lado, mas quem fica literalmente no mato sem cachorro, no caso de uma expansão russa, seriam os países ainda não membros da Otan como a Ucrânia.
      Mas em comparação aos EUA falta a Russia capacidade expedicionária a nível global, seja por uma Marinha sem porta aviões, pela baixa tonelagem (em linhas gerais) dos navios de superfície russos e considerando a Força Aérea / Paraquedistas, a pouca quantidade de aviões tanque russos.
      – China: é surpreendente o crescimento militar chinês das últimas décadas, principalmente da última. Mas ainda sim, a China é uma potência regional. Ela provavelmente se tornará / se ainda não se tornou maior que os EUA/Aliados (Japão, Coréia do Sul, Austrália) no Sul da Ásia e aqui o primeiro alvo é Taiwan. Chegará o dia que a China provavelmente baterá o pé e vai pegar a si (ou tomar de volta) Taiwan e talvez a China esteja tão forte localmente que os EUA não julguem seguro/benéfico intervir militarmente e provavelmente se encontre um meio termo honroso a ambas as partes.
      Todavia, considerando apenas, EUA x China, falta a China aliados/bases em todo o globo como os EUA e capacidade expedicionária.

      Mesmo a soma Russia + China, não se sobrepõem a EUA + Otan + Aliados contumazes como Japão, Coréia do Sul, Israel…

      4) A Russia é forte militarmente, tem um grande arsenal nuclear, uma liderança forte e um povo resiliente a guerra/combates/crises. Figurativamente é um cara bombado, com um porrete na mão e que não nega uma briga (e até provoca algumas). Considerando a economia, é menor que Alemanha, Japão, Reino Unido… até mesmo do Brasil… A Russia sempre falará grosso, sempre será um problema pra Europa, mas tem que tomar cuidado com sua economia. São extremamente dependentes do valor do petróleo, e a corrupção continua sendo um dos seus maiores problemas.

      China: Eu ainda acho que a China vai crescer. Não acredito numa “bolha” chinesa, mas o crescimento chinês deve diminuir o seu ritmo, seja por barreiras alfândegarias de muitos países, seja por questões ambientais internas que chegam em níveis críticos em muitos locais. Além disso, seja pela construção de meios mais caros (como aviões stealth e NAes) o ritmo de construções militares chinês deve diminuir em quantidade (mas melhorar em meios mais capazes). Ainda sim, a China é extremamente dependente da importação de gêneros e matérias primas, e também dependente das suas exportações. Eles tentarão criar um “quintal” na África, mas isso levará muito tempo ainda.

      5) Eu vejo vários países reforçando seus investimentos em Defesa, mas mais num aspecto defensivo, como o Japão e Coréia do Sul em função de China e Coréia do Norte. Ou ainda na Europa, em função de terrorismo e menor benevolência americana com a OTAN. Tirando os já citados EUA, Russia e China, os países militarmente memoráveis, mesmo regionais, continuam os mesmos: Índia (em função do Paquistão e China), Israel (por causa de todos os seus vizinhos). Sinceramente não vejo surgir nenhum novo jogador de peso. Quem talvez poderia ter se beneficiado de sua “herança” como membro da URSS, e não o fez de forma suficiente, ao meu ver foi a Ucrânia.

      • “Eu acho que a China tem mais armas nucleares do que anuncia”.
        Pessoal,
        Os EUA e a Rússia têm suas milhares de armas por conta da doutrina MAD da época do ronca. Uma dissuasão nuclear efetiva independe do país ter capacidade de destruir o planeta Terra 100 mil vezes.
        A quantidade de 200 a 300 ogivas capazes de serem efetivamente utilizada nos mais diferentes cenários por si só é um dissuasor tão efetivo como as mais de 7000 ogivas russas e americanas (das quais apenas 1/4 estão operacionais).
        A tendência é que a Rússia e os EUA reduzam o seu arsenal nuclear e não que a China expanda o seu.
        E pelo amor de Deus, isso da China ter mais armas do que diz que têm é um absurdo e já foi discutido na Trilogia zilhões de vezes. Armas nucleares são feitas para não serem utilizadas e têm papel na “dissuasão”. Se elas forem “secretas” elas não irão cumprir seu papel e teriam serventia só no caso da China já ter sido devastada, como arma de vingança. Isso simplesmente não tem lógica.
        E se formos partir dessa premissa, então podemos dizer o mesmo de qualquer outro país nuclear do mundo, incluindo aí a França e o RU que podem muito bem ter mais armas nucleares que as anunciadas, afinal, eles podem não ser a fantástica China (que inventou o papiro, a pólvora, o macarrão e o pastel chinês e cresce a 50% ao ano rssss) mas estão longe de serem inocentes e já estão no jogo de desinformação e sobrevivência há muito tempo.
        E apesar do Brexit, parem de pensar numa Europa com um monte de paizinhos. Lá agora, com NATO ou sem NATO, é um país único com um monte de estados membros.
        E sim, o Japão e a Coréia do Sul terão armas nucleares em no máximo 10 anos. O Japão se quisesse teria em 2 anos. E já contará com meios de entrega efetivos na forma do F-35. Sem falar que eles já têm um ICBM pronto e acabado na forma do foguete orbital Epsilon, inteiramente propulsado por combustível sólido.

        • No caso da China ter mais armas nucleares, o que ocorre é que no momento não é ainda a hora certa para anunciar, primeiro eles irão construir um arsenal convencional maior, e investir secretamente em SSBN, porque vc acha que eles investiram em galpões cobertos para construir submarinos ?

          No momento eles não ganham muito divulgando isto, podendo acelerar a posse de armas nucleares pelo Japão ou Coreia do Sul .

          No atual momento a China só tem a perder divulgando a construção de um grande arsenal nuclear, podemos citar a Coreia do Norte também como um fator, posso supor que eles primeiro querem garantir uma hegemonia econômica também .

          Agora uma coisa te digo, para a China conseguir ser a potencia dominante como almeja até 2050 eles vão pelo menos dispor de umas 2.000 ogivas nucleares estratégicas como a Russia e EUA dispõe, isto vc pode ter certeza que provavelmente vai acontecer entre 2030 e 2040, no momento eles devem ter umas 300 a 400 ogivas ativas, mas segundo algumas informações não confirmadas oficialmente, eles devem já ter mais de 1.000 ogivas.

          Mas que eles vão ir atras de mais ogivas eles vão não tenha duvida sobre isto, é muita ingenuidade pensar contrario a isto, principalmente levando em conta as ações no mar do sul etc

          Eles são bem mais malandros do vc pensa.

          Abraçoss

  4. Eu que não quero encrenca com eles, prefiro parceria com eles na área militar…eles são nossos principais parceiros comerciais e a tendencia lógica e nos aproximarmos mais ainda.

  5. É bom que sejam incorporados 16 Sbr e 4 sub nucs mesmo….pelo menos para negar a faixa litorânea.
    Já a frota de superfície, baseada no Oceano, Bahia e 4 Tamandaré….que desgosto!!

  6. Se o Brasil não abrir os olhos, Vê o que acontece em suas áreas de influência e mesmo no seu litoral muito extenso, se os militares e os políticos de Brasilia não acordarem para os fatos que acontecem no mundo hoje, com toda a certeza poderemos perder até a influência em nosso litoral. As grandes potências do mundo movem suas peças neste tabuleiro de xadrez cada vez mais rápido, procurando adquirir influência politica e militar sobre países que poderiam estar do nosso lado, mas preferimos pensar em outras cosas ( carnaval, copa do mundo, roubalheira generalizada dos políticos, etc), e que o nosso país é impenetrável do ponto de vista militar. Assim poderemos perder mercados, ficarmos extremamente dependentes das grandes potências ( EUA e China) e voltarmos a ser uma pequena potência que um dia quis ser grande.
    Sugiro aos nossos militares de comando , lá em Brasília, moverem dos seus assentos e exigir desses políticos que olhem para esse lado, pois se não o fizerem, ficaremos à mercê dessas potências cada vez mais. Daqui a pouco a China coloca sua bandeira no litoral da Argentina,do Uruguai, do Suriname ou da Venezuela, por exemplo, e nós vamos apernas assistir… caso não mudemos nosso modo de pensar e agir na Geopolítica do Mundo.

  7. 10 anos e toda esta evolução?
    Se a China manter o crescimento econômico pelos próximos 10 anos em níveis equiparáveis aos 10 anteriores, o caras dobram este “slide” aí …..

    Surpreendente.

    Mas em temros de espaço? Como está a China hoje com seus sistemas e meios aeroespaciais para prover cobertura a todos estes vasos?
    Satélites, estações e bases de transmissão de dados, etc…

    Lançar isso tudo a um buraco negro sem cobertura própria ou sob a dependência de meios terceirizado é morte na certa.

  8. Aquela hora em que o Brasil deveria ter uns 20 submarinos convencionais e uns 4 nucleares com capacidade VLS, além de aeronaves em terra armadas com um brahmos da vida para ataque, e caças bem armados com grande raio de ação para garantir a supremacia aérea. É óbvio que o foco deve ser na diplomacia, como os Suecos e os Suíços fizeram nas guerras mundiais e passaram por elas incólumes, o lucro é maior, mas, só para garantir caso o caldo entorne para o nosso lado…

    • Para quê VLS se o Brasil não pode ter armas nucleares? basta os tubos de torpedos, mísseis antinavio e de cruzeiro podem ser lançados por eles.

      • Ultimamente esses tratados internacionais só tem servido para os grandes limparem o traseiro com eles. Quem sabe o Brasil possa no futuro ter pelo menos um MRBM, nuclear ou não.

        • Defensor,
          Não foi por conta de tratados que renunciamos a ter armas nucleares, foi por conta da nossa Constituição. Como não é “cláusula pétrea” pode ser revogado por emenda.
          Já quanto a tratados, somos um país soberano, podemos nos retirar de qualquer um que desejarmos.
          Não culpe os outros pelas nossas decisões.

  9. Praticamente 100 Navios de Escolta em 10 anos.

    Não precisa de análises profundas para imaginarmos como a China estará no futuro próximo.

    Daqui a 10 anos, em 2028…
    …Dobrem esse infográfico. 🙂 ou 🙁

  10. Se olharmos a questão da Síria, Criméia, Coreia do Norte, mar do Sul da China, Donbass, etc, foram China e Rússia que decidiram e venceram no Campo geopolítico, são dois gigantes em uma aliança estratégica difícil de se romper, tanto Rússia quanto China amargaram duras lições no passado quando confiaram em países ocidentais, esse é o principal motivo para a aliança entre esses dois países, ontem Índia e Paquistão anunciaram sua entrada oficial como membros permanentes da OCS, China e Rússia ja praticamente lideram a Asia e África, os chineses ja tem grande influência no Sul e Leste da Europa, os russos no Oriente Médio, e um a um os alidos dos EUA na Ásia pulam para o lado China/Rússia, como Paquistão, Turquia, Filipinas, etc

  11. Srs
    Como a própria trilogia vem noticiando, a China segue firme em seu objetivo de se tornar uma potência global e, se não houver uma reversão nas políticas do Ocidente, a potência hegemônica mundial.
    E, para aqueles que imaginam que poderemos ficar de fora vendo e torcendo a briga dos cachorros grandes, isto não será possível, pois a China entende que suas fontes provedoras de matérias primas e alimentos serão (já são, em alguns casos) a África e a América do Sul, inclusive um país fã de futebol e carnaval.
    Ou acontece o milagre de nosso país levar seu futuro a sério e se preparar para os tempos bicudos que estão para vir, ou teremos que nos conformar em se tornar uma colônia chinesa, talvez um protetorado.
    Sds

  12. A maioria não é base chinesa mas a permissão para navios chineses atracarem em portos desses paises, fica dica.
    Base naval estrangeira legítima é a aquele que abriga uma força permanente, exemplo a Base que abriga o Uss Ronald Reagan.

  13. Off:
    E a história do roubo de dados de defesa dos submarinos americana pelos chineses que tá rolando, vai ter matéria, ou é boato, fake news? Disseram que hackearam mais de meio terabytes de dados sobre, detecção, misseis etc.

  14. Se os EUA tem que se preocupar com o crescimento da China, os Russos tem que se preocupar em dobro, pois se existe todo um oceano entre as ambições chinesas e os EUA, a Rússia fica logo ali ao lado e se os romanos já diziam “Summa sedes non capit duos” (O Trono do poder não comporta dois), o continente asiático também não comporta duas potências e duvido muito que a Rússia queira passar a ser apenas um estado vassalo.

  15. Interessante essas novas bases chinesas propostas em países como Myanmar, Camboja é Tailândia que eu pensei que seria contra esse aumento de influencia chinesa, deve de ser uma baita dor de cabeça para as Filipinas, Vietnã, Taiwan e Malásia sem contar o quase recém-nascido novo player sul-asiático que e a Indonésia o Índico promete ficar agitado nas próximas décadas é no futuro 3 grandes leões (China, Índia, Indonésia)vão disputar território no sul é leste asiático.

  16. E assim a China vai garantindo o “policiamento” das vias marítimas, das rotas de insumos para sua indústria e comida para o seu bilhão e meio de bocas para alimentar.
    Eles já estão do outro lado do Atlântico, e sendo o Brasil um dos maiores fornecedores da China, até um leigo como eu vê que logo logo seus navios já estarão na porta da nossa ZEE.

  17. Quando os chineses começarem a construir seus SSBNs “096”e consequentemente um número maior de SLBMs, já que os atuais ainda em construção “094” são muito inferiores aos “Ohios”, NAes de propulsão nuclear com catapultas sejam a vapor ou eletromagnéticas, múltiplas Alas Aéreas e contar com vários LHDs/LHAs e respectivas Alas Aéreas …no momento há um em construção similar em tamanho ao “Wasp” para operar apenas helicópteros ao menos inicialmente, aí sim se poderá apreciar de fato todo esse crescimento e se ele poderá continuar tão vertiginoso.
    .
    É apenas meu contraponto…que plataformas mais complexas e caras terão um impacto no número em construção, caso contrário, como alguns acreditam, a marinha chinesa nunca irá parar de crescer e será maior que a US Navy foi em 1990…numericamente já é, mas, tem a
    questão da tonelagem também.

  18. O ritmo de construção de novos navios é impressionante e a força naval chinesa igualmente o é, mas há um porém nesse equilíbrio de forças, que responde pelo singelo nome de “EFETRINTAECINCO”.
    O F-35 há décadas foi pensado para ser a arma absoluta e vital do arsenal convencional americano e por isso os EUA se empenhou tanto a ponto de comprometer um monte de outros programas.
    O F-35 é a arma que fará diferença para se contrapor a todas as outras ameaças que futuros inimigos possam lançar, como navios de superfície, mísseis Iskander, sistemas de defesa antiaérea S-qualquer número, etc.

    • Pensem num cenário futuro em que os EUA e a OTAN estejam inseridos e o F-35 estará lá e tendo papel vital.
      Fazendo uma analogia com o Xadrez, o F-35 é a rainha.

      • Para isso a China está desenvolvendo seus 5 geração. O F:35 vai ser muito efetivo contra outros países, mas não contra a Rússia e China que está desenvolvendo aviões similares.

  19. A China à muito tempo vem avançando pelo mundo e não teve ninguém no mundo que pudesse fazer algo. Quando os EUA acordaram para fazer algo já era tarde! Sua expansão militar pelo mundo só se reverterá com um forte avanço dos EUA nos países ao qual a China já esta. E outra, a China preferiu expandir sua marinha para garantir negócios que garantam o futuro do sistema político do país. Eles aprenderam com os erros da ex-URSS.

  20. Seria interessante arredar nossas ilhas inúteis por um bom dinheiro para a China. Com certeza interessaria a eles um contrato de 50 anos para fazerem uma Base Naval e Aérea no meio do Oceano Atlantico.

    • Veja qualquer país que tenha feito algum acordo de troca de tecnologia com a China está satisfeito?
      Desrespeito a patentes, engenharia reversa, cópias descaradas do seus produtos!
      Insatisfeito? Discuta nos tribunais chineses!

      Você tem certeza que quer os Chineses como parceiros estratégicos?! Ainda dessa forma?

  21. Nos últimos quatorze anos, vimos o plano passar de uma força de defesa costeira em grande parte antiquada, usando principalmente embarcações de tecnologia dos anos 50, para uma poderosa e moderna marinha, usando embarcações de superfície que comparam em função e tecnologia às dos EUA.
    30 DGG’s operacionais com mais 28 agendados e em construção, totalizando 58 DDG’s para até 2025.
    Já lançaram mais de 30 fragatas Type 054 E Type 054A.
    Sua ordem de batalha da força fragata moderna agora consiste em:
    Tipo 054 Modern multi-missão FFG – 2 construção e operação
    Tipo 054A melhorado com VLS e sensores e armas muito mais fortes – 30 construídos e operacionais, Tipo 054C agora projetados e construídos.
    Tipo 056 navio de combate Litoral Chinês – 40 construído e operação

    Isso significa que agora eles têm 72 fragatas modernas para missão mútua de águas azuis e litorâneas. Eles estão construindo mais 12-16 FFGs e mais de 30 navios de combate costeiro e terão um total de 128 navios e fragatas até 2025.

    No início dos anos 2000, os chineses começaram a substituir seus antigos barcos de mísseis por um novo e muito rápido navio catamarã chamado de barco de mísseis Type 022. Durante um período de cinco a seis anos, eles construíram 75 dessas embarcações e as mantiveram. Eles deslocam menos de 1.000 toneladas, mas cada um possui oito mísseis anti-superfície de longo alcance, muito capazes e um sistema CIWS de 30 mm. Eles seriam usados em qualquer ataque a Taiwan, defesas costeiras ou, notadamente no Mar do Sul da China, para defender as ilhas chinesas e seu continente.

    Entre seus destróieres e suas maiores fragatas de água azul, os chineses terão uma força de mais de 100 FFGs e DDGs (não incluindo até 80 das menores embarcações Type 056 e 75 mísseis) até 2025.
    Isso será mais do que a Marinha dos EUA atribui ao Pacífico por um número significativo, e aproximando-se do número total de EUA, Japão, Austrália e Coréia combinados. É este sentimento dos autores, tendo observado o seu desenvolvimento, e combinando isso com os esforços de recuperação sem precedentes que fizeram no Mar da China Meridional para construir bases de ilhas de apoio mútuo, que os chineses pretendem desafiar os EUA e seus aliados. no Pacífico em termos de potência de guerra de superfície até 2025, e em termos de projeto de potência total incluindo operadoras em meados da década de 2030.

    De 2003 até 2017 foram lançados na China 168 navios na totalidade, enquanto que nos EUA no mesmo período 79, tecnicamente a China lançou o dobro de números de vasos dos EUA, isso é muito preocupante para a US Navy, e bastante chocante na minha visão, os caras não estão brincando, é um ritmo de produção para se preparar para um eventual conflito ou apenas querer ser a potência hegemônica como o líder chinês informou ao mundo.

    • Os chineses, inclusive por razões econômicas, vão manter o ritmo de construção. Se diminuirem o ritmo, prejudica o crescimento econômico do país, o que é inadmissível para o regime, que depende do crescimento econômico para sua manutenção. Agora que incluíram fortemente o item “navios de guerra” em sua matriz econômica, não podem mais tirar.

      • Mas chegará um momento em que, mantida a produção de belonaves, pouco terão o que fazer com elas… haverá excedentes.

        • Mudarão o tipo de navio em construção, colocarão os excedentes na reserva ou venderão “balatinho”.
          Eles entraram em redução do crescimento econômico, só cresceram 6,5% no trimestre comparado com o do ano anterior, quando era previsto 7%. Um dos motivos anunciados pela mídia foi porque o governo central começou a segurar alguns investimentos duvidosos das províncias, com financiamento estatal. O negócio lá é construir, mesmo que seja para não usar. Os navios não parecem ser duvidosos – se parar a produção, diminui em um aspecto o vigor industrial, e eles morrem de medo disso.

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