Corvetas classe ‘Niels Juel’

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Esses três navios desta classe estão em serviço na Marinha Real da Dinamarca, desde o início da década de 80. Foram construídos no estaleiro Aalborg e foram lançados ao mar a partir de 1978. No período de 1998-2000, eles receberam um “mid-life update”, nos sistemas eletrônicos e de armas.

Os navios se chamam HDMS Niels Juel (F354) (apelidado NIJU), Olfert Fischer (F355) (OLFI) e Peter Tordenskiold (F356) (PETO). Todos os três nomes são uma homenagem a almirantes dinamarqueses.

Um detalhe interessante é que uma classe holandesa, parecida com essa, foi oferecida à Marinha do Brasil, na década de 80 (um longo artigo foi publicado na revista Defesa Latina, da época, defendendo a compra do navio pela MB). Se a oferta tivesse sido aceita, hoje estaríamos com navios semelhantes no Brasil, no lugar das “Inhaúma”.

Essas corvetas têm desempenhado um papel ativo num amplo espectro de tarefas, incluindo a escolta e proteção de outros navios. Também têm atuado nas funções da guarda costeira em águas nacionais dinamarquesas, bem como na coleta de informações.
É rotina também para esses navios participarem de operações internacionais. Em várias ocasiões, eles tomaram parte de operações da NATO, ONU, OSCE e forças de coalizão. No ano passado, a Olfert Fischer (F355) integrou uma força-tarefa da OTAN que circundou a África.
As “Niels Juel” têm comprimento de 84m, boca de 10,3m, calado de 4,3m, deslocam 1.450t e podem navegar a 30 nós. Sua propulsão é composta de uma turbina a gás GE LM2500 e dois motores diesel. A tripulação é de 93 homens.

O armamento é composto de um canhão de 76mm, 8 mísseis Harpoon antinavio, e mísseis antiaéreos Evolved Seasparrow VLS (em casulos Mk.41 instalados depois do upgrade). O sensor principal do navio é o radar tridimensional TRS-3D, que aparece no alto do mastro principal.

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Precisamos, para já, de 4 (bons) navios usados

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