quinta-feira, janeiro 27, 2022

Saab Naval

Giuseppe Garibaldi (CVH-551)

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

giuseppe-garibaldi-cvh-551.jpg

O navio-aeródromo italiano Giuseppe Garibaldi (CVH-551) é um exemplo de como um navio relativamente pequeno, de apenas 13.800t, pode ter um poder de fogo respeitável. O navio transporta caças-bombardeiros AV-8B Harrier II e helicópteros Augusta SH-3D ou AgustaWestland EH101, para missões ASW e ASuW.

O Giuseppe Garibaldi possui também um sonar de casco, lançadores de torpedos anti-submarino, mísseis superfície-superfície Otomat, canhões antimíssil de 40mm e mísseis antiaéreos Aspide, ou seja, se for preciso, pode operar sem escoltas.

giuseppe-garibaldi-cvh-5512.jpg

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König

Quase um “kusntsov” (esqueci como se escreve) em miniatura.

Ozawa

Se os dentes e garras são afiadas, não importa tanto o tamanho, alías, quanto mais ágil mais perigoso. Numa autoreflexão, havendo honestidade de propósitos, não seria factível mesmo para o nosso orçamento, não tão distante do da Itália, termos 2 Naes desta envergadura e componente aéreo ? Custo a crer que não.

konner

Uma marinha se sairá muito melhor; não me referindo de forma específica ao navio-aeródromo italiano Giuseppe Garibaldi (CVH-551), se puder adquirir um pequeno navio-aeródromo, (com deslocamento oscilando entre 10.000 e 40.000t),ao invés de aumentar o número de fragatas. Se levarmos em conta a capacidade antiaérea, até uma fragata moderna terá problemas com sua auto-defesa e com a proteção de outros navios contra ataques de aviões a baixa altura e/ou mísseis anti-navio. Dentre os navios de superfície, os pequenos navios-aeródromos parecem constituir-se em um bom investimento. Sem desmerecer é claro o emprego de submarinos, já que o equilíbrio tático entre submarinos… Read more »

marcelo

“Do mar para a terra”, não é esta a doutrina atual? Um Nae não deveria ser apenas um aérodromo flutuante? porque atuar como uma escolta? Este conceito não foi deixado após a II WW? Um Nae em torno de 40.000 ton de deslocamento seria o mínimo para atender a doutrina supracitada de maneira eficaz.

König

Reduzir ainda mais as escoltas que ja são poucas?
Alguns numeros da Marinha Italiana o mar deles é muito menor que o nosso…
2 Porta aviões
4 Destroyers
12 Fragatas
8 Corvetas
6 Submarinos

E tem mais 2 U-212 que podem ser encomendados e quase 10 FREMM…

Ozawa

A tecnologia das modernas aeronaves de pouso vertical, com aumento de capacidade bélica e performance, conduz cada vez mais as marinhas aos aeródromos STOVL, sabidamemte bem menos onerosos na sua concepção e construção. Não entendo como a MB não se convença desse caminho, com a disponibilidade de aeronaves de pouso vertical disponíveis em marinhas do porte de um Reino Unido, Espanha, Itália… E o Brasil, com seu portentoso orçamento, insiste em um projeto CTOL como fosse a poderosa U.S. Navy, para, ao fim, docá-lo permanentemente, seja pela indisponibilidade de seu grupo aéreo, ou pela própria incapacidade de seu Nae CTOL…… Read more »

moyses

bem.. não dá pra deixar “solto” um navio tão valioso como esse daí. não acredito em navios-podem-tudo… mas vi comet´rios bem fundamentados de pessoas que organizam esse blog, que giravam em torno de: 1. quem tem um, não tem nenhum… ou seja, mesmo com o opalão à todo o vapor, com um grupo aéreo modernizado pela embraer, temos um problema que é a formação de um grupo de escolta… ele é O ALVO. 2. um navio desse porte deve passar por períodos de manutenção… e aí, a marinha fica sem cobertura aérea para ações me seu próprio litoral? ou vc… Read more »

Ozawa

P.S. Imaginem 3 Naes STOVL de aproxidamente 20.000 ton. um baseado no Rio outro em Natal e o terceiro em manutenção…

konner

O emprego dos pequenos navios-aeródromos está sendo visto sob uma outra ótica, até mesmo por aqueles que se opunham violentamente no passado, devido à distensão leste-oeste e à Nova Ordem Mundial.

konner

Pequenos navios-aeródromos operando aeronaves V/STOL, poderiam executar as mesmas missões tão bem quanto os grandes que operam aeronaves CTOL.

konner

É fato o aumento num futuro não muito distante de submarinos no atlântico.

Na hipótese de um grupo de aviação embarcada ter sua atividade principal voltada para a guerra A/S, torna-se claro que quanto maior o número de pequenos NAe maior será a vantagem.

Partindo-se do princípio de que os submarinos hostis são posicionados de maneira dispersa.

Só para ilustrar.

Ozawa

Num planejamento estratégico de 10 anos, com recursos dos royalties, 2 grupos de batalha nucleados em STOVL de 20.000 ton, cada um com 5 FREMM, 2 SUBMARINOS AIP, baseados no RJ e Natal, capazes de se apoiarem mutuamente, flanqueando qualquer enganjamento contra algum deles… Acordo, e minha realidade, mesmo num espaço de 10 anos, é Nae São Paulo, A4, lanchas de patrulha, descomissionamento de fragatas type 21/22 por falta de recursos, navio pesqueiro convertido a navio-polar, etc…, etc…, etc… Se esse tal projeto a ser divulgado em 7 de setembro, acerca da MB, não vislumbrar algum cenário como inicialmente posto,… Read more »

Meirelles

Agora imaginem 3 Naes desses aqui operando uns 12 STOVL F-35B e 4 helis S-70B Seahawk cada um…

Ozawa

Com um grupo aéreo similar ao Giuseppe ou ao Príncipe de Asturias com as asas fixas amparadas num AV-8B Harrier II Plus, com bons mísseis BVR, e um bom ar-superfície para enganjamento de alvos navais, já seria um progresso. Insisto, creio ser isso perfeitamente factível. O custo de um Nae dessa envergadura, sem um sistema de catapultas, sem a necessidade de um extenso convés para recolhimento de aeronaves convencionais, francamente, com participação da indútria nacional num prazo de 10 anos, seria possível sim, alinharmos 3 belos Naes STOVL no atlântico sul com a nossa bandeira. Isso é projeto de país… Read more »

Ozawa

A propósito, sem querer despertar altercações com o aparente bairrismo, sugiro seus nomes, Nae São Paulo – A12 (em homenagem ao então finado ex-Foch…); Rio de Janeiro – A13 e Minas Gerais – A14…

konner

A14… Espirito Santo !?!? rsrsrs

PerSan

Alquem ai tem o e-mail do Jobim para convidá-lo a participar (ao menos ler)do blog?

LM

Acredito que para a MB, seria melhor possuir pelo menos dois navios semelhantes ao LHD Juan Carlos construidos pela Navantia Ferrol. a Austrália assinou a alguns anos um importante contrato com esse estaleiro para produção sob licensa em seu país de 2 LHD de ~30.000t semelhantes ao navio espanhol (Camberra Class). Esses navios são capazes de operar com aeronaves F-35 STOVL, helis Seahawk e tiger,transportam cerca de 800 fuzileiros, além de tanques e outros veículos blindados. Para desembarque utilizam 4 LCM em seu deck alagável. Além desses navios, a marinha australiana encomendou 3 escoltas AEGIS semelhantes as F100 espanholas, mas… Read more »

konner

Num prazo de 10 anos: (!?)

AV-8B Harrier II Plus — não é viável [idade]

F-35 STOVL ———— não é viável [finaceiramente]

CAON

ouvi dizer que na época do descomissionamento do Minas a MB estudou desenvolver um Nae de pequeno porte por US$600 milhões, por acaso essa informação procede.E se procede não seria viável um projeto semelhante mas atualizado(VTOL, defesas aéreas, F-35, Seahawks)?

Ozawa

Os AV-8B Harrier ainda operam na Itália e Espanha, justamente esta marinha realiza um programa de upgrade de suas células definido-lhes “Plus”. Acredito que ainda voarão por uns 20 anos à medida que serão substituídos por projetos em andamento. Não sei se suas marinhas adotarão futuramente o F35C. Ao que parece somente a Royal Navy o empregará como vetor eminentemente naval. Bem, assim, acredito que mesmo em 10 anos, com boa manutenção e um projeto de revitalização adequado durante sua vida útil, e, principalmente, com bons mísseis, estes sim, imprescindivelmente no estado da arte, os AV8 alinhados nos conveses do… Read more »

konner

O Yak-141 Freestyle, foi um avião formidável. Embora tenha a distinção de ser o primeiro jato SVTOL supersónico, devido a falta de recursos o projeto foi engavetado. Tive a oportunidade de ler em algum lugar, não me recordo bem, que na época do Yelstin, buscou-se parceria até na América Latina para dar continuidade ao projeto. Imagino que não só a Marinha mas a FAB poderia tirar grande proveito deste meio utilizando-o em áreas remotas com pouca estrutura para pouso e decolagem. Será que não seria admissível cogitar a posibilidade de uma parceria com o intento de levar adiante este projeto… Read more »

LM

Caro Ozawa, a versão F-35C é a versão CV (Carrier Variant) otimizada para navios aeródromos convencionais, e somente foi encomendada pelos EUA e Canadá. A versão STOVL é o F-35B, a versão F-35A é a CTOL (Conventional Take-Off and landing). A Itália já encomendou a versão A e B. A Austrália só encomendou, por enquanto, a versão A, para uso da RAAF. Contudo, não encomendou ainda a versão B, para seus novos LHD. Já a Espanha, ainda não encomendou nenhuma aeronave. Segue abaixo a Carta de Encomendas do F-35 A,B,C do Lighthing II, segundo a Lockheed Martin: USAF – 1763… Read more »

LM

Acho que seria viável sim manter 2 LHD como a Austrália irá fazer. Esses navios são muito flexiveis e estão dentro da capacidade de filosofia “Golf Bag” (bolsa de golfe), como dizem os ingleses, ou seja, para cada “jogada” usa-se um tipo de “taco” adequado. Se a missão for transporte anfíbio, embarca-se mais helicópteros de assalto e poucas aeronaves STOVL. Se a missão for projeção de poder, embarca-se mais aeronaves STOVL e alguns helis ASW, ASuW e AEW. Se a missão for o controle de área, embarca-se mais helis ASW, ASuW e AEW e algumas aeronaves STOVL. Na minha modesta… Read more »

Igor

Nossa!!! Depois vem o Brasil com 2 bilhões de dólares querendo comprar 24/36 caças com tranferência de tecnologia.

marcelo

deixa para batizar como RIO DE JANEIRO o submarino nuclear, tal qual no passado, classe GUPPY não?

Ozawa

Obrigado pelas informações LM. Veja, a “Marina” irá, então, adquirir 22 F-35B, e salvo engano, li em matéria que eles têm projeto de um novo Nae, por tradição STOVL, ou LHD. Aliás, essa tese de LHD’s também me parece uma boa opção. Será que só a MB não vê isso ? Sim, pois se a opção convencional estivesse dando certo, considerando nosso orçamento, não estariam aqui inúmeras opções paralelas. Quem derá nossas “brigas” fossem apenas nos nomes de batismo… rsrsrs

konner

Mas será realmete, a aquisição de um pequeno NAe, um bom investimento? Se a outra alternativa for a compra de fragatas, estas são muito convenientes no sentido que não têm preços proibitivos e fornecem uma quantidade de serviços substanciais aos estaleiros locais. Em tempo de paz aparentam ser realmente navios de guerra tradicionais. Só que a utilidade de fragatas em tempo de guerra, pode ser, lamentavelmente, posta em dúvida. A não ser que elas carreguem helicópteros, não possuirão praticamente nenhuma defesa contra submarinos, e se forem dotadas com um ou dois helicópteros certamente se tornarão muito caras. Pequenas corvetas e… Read more »

jose carlos

CONCORDO PLENAMENTE COM O LM, TANTO SE FALA EM SUBSTITUIÇÃO DO SÃO PAULO, PQ NÃO SUBSTITUI-LO POR 2 OU 3 LHD POIS ALEM DE SEREM MAIS UTEIS TERIAM MAIS SERVENTIA OS MESMOS PODERIA FICAR UM NO NORDESTE, OUTRO NO RIO DE JANEIRO E OUTRO NO SUL DO PAIS E SERIAM MUITO MAIS FACIL DE MOBILIZALOS EM CASO DE NESCESSIDADE E ALEM DAS TROPAS E EQUIPAMENTOS ANFIBIOS EMBARCADOS PODERIAMOS TER ALGUNS VETORES DE ASAS FIXA SE NÃO VIER O F35B, SEA HARRIER OU QUEM SABE UM PAK-FA NAVAL SEM ESQUECER OS ASAS ROTATIVAS, O PESSOAL CRITICA MUITO O HUGO CHAVES MAIS… Read more »

König

Jose carlos a ideia é boa mas com o numero de escoltas que temos seriam alvos faceis.
Saudações

konner

Falando sobre navios de superfície, A força poderia ser substituída por 8 modernas fragatas de pequeno porte, com características de furtividade em seu desenho, além de um armamento principal baseado em mísseis. Classe Meko A200 SAN Fragata de Singapura da classe Formidable, que é derivada da fragata Lafayete francesa. Quero enfatizar, aqui, que a marinha do Brasil precisa de navios armados com mísseis anti-aéreos de defesa de área. Por isso os navios que enumerei, são equipados com mísseis standard SM-2 ou Áster 15/ 30. As pequenas embarcações de patrulha como navios de patrulha oceanica, que fossem rápidas, armadas com um… Read more »

LM

O novo navio aeródromo italiano, o “Cavour”, que já realizou seus testes de mar e será definitivamente incorporado a marinha italiana no início de 2009, na verdade é um LHD. Ele possui um deslocamento carregado de 27.100t, tem 244m de comprimento, e velocidade de 29 nós, e possui alcance de 7.000 mn. Pode transportar aeronaves AV-8B, F-35B, NH-90 ou EH-101. Além disso, transporta um grupamento de fuzileiros para as funções de assalto anfíbio. É um navio muito bem armado com 32 misseis de lançamento vertical Aster 15, 2 canhões de 76mm Oto Melara, alem de 3 “metralhadoras” de 25mm. Segundo… Read more »

König

Caso saia do papel sera exelente.
Mas o numero não ajuda muito

Jorge

Em 1981, estava eu em minha fase esotérica, quando numa banca de revista, li um anuário astrológico da revista Planeta para o ano de 1982. Surpreso, havia a previsão de envolvimento do Brasil em um conflito ou atividade militar no Atlântico Sul. O texto correto não me lembro mais. Em 1982 estourou a Guerra das Falklands/Malvinas! Não esqueço esse fato até hoje. Foi concidência demais para o meu gosto. Portanto, amigos do Forum Naval, por segurança (não creio em bruxas, mas que elas existem, existem!), tratem de consultar um astrólogo de confiança e rezem para não haver previsão de conflitos… Read more »

Callia

Senhores concordo plenamente com um numero emn tres navios v/stol , e tem mais vejam o poder de fogo alojado no pequeno nae japones , como o crescente numero de submarinos e suas tecnologias isso torna-se necessario.não existe mais espaço principalmente com o surgimento da guerra acimetrica para grandes navios …temos que levar em conta nossa realidade.a revista maritima , o ultimo numero trouxe um trabalho bem legal sobre a conversão de um navio cargueiro em navio de apoio de conves corrido , o que seria uma interessante opção de baixo custo , na pior das hipoteses um navio do… Read more »

Callia

outro ponto da questão da guerra assimetrica

vcs lembrand dos submarinos anões iraquianos , e daquele mini submarino em construção pelo cartel de medelin com tecnologia russa?Com o andar da situação crio que possamos voltar a ter o cenário dos submarinos anões.

König

Callia não seria Iraniano o submarino “anão”?
saudações

Felski

Caros colegas, não sonhem tão alto, pois não haverá mudança alguma. No andar da carruagem estaremos sem marinha nos proximos dez anos, pois o pessoal lá de Brasilia não está nem ai. Pensam apenas em si próprios, ao invés da nação, nete belo pais, que futuramente sofrerá mais preções internacionais por nossas riquezas.

tikuna

Acho q o amigo Felski não precisa ser tão radical,eu como brasileiro creio q dias melhores virão sim p/ as nossas FFAA ,mas de uma coisa ele tem razão, Brasília não está nem aí p/ as FFAA. ABRAÇOS A TODOS……

PAULO

O Brasil não pretende “projetar força”, ao menos por enquanto. Então não creio que a adoção de Naes, pequenos ou grandes, seja de grande valia neste exato momento. O custo de um Nae pequeno devidamente armado no estado da arte, e das escoltas necessáris a seu funcionamento em mar aberto, supera em muito o custo de aquisição e amnutenção de um grupo completo de defesa. Senão vejamos: Precisamos de patrulhas oceanicas DE VERDADE, assim, pela milésima vez, aponto como escolha ideal a classe Visby, que, bem armada e com comprovada capacidade furtiva, pode infiltrar-se e causar estragos em quaisquer forças… Read more »

Douglas

è Paulo, em linhas gerais tenho a mesma posição. Por enquanto, o que vejo é que a MB está mais pra guarda costeira do que para marinha de guerra com real capacidade defensiva. Esses patrulhas adquiridos têm capacidade de guarda costeira. Como vetores de guerra, são completamente inadequados, diversamente das classes de patrulha européias que o pessoal do blog apresentou. Nossos 50 patrulhas são lanchões equipados com canhao de 40 mm, aptos a reprimir pesca ilegal, trafico, manifestações do greenpeace, etc. E só. São barcos de guarda costeira. Não são barcos de guerra. Nesse aspecto até os famosos PT Boats… Read more »

Douglas

Vamos ver o que nos aguarda em 07.09. Em 30.06, será anunciada a montagem dos EC 725 cougar aqui. Novos, operacionais, mas equipamento de 2ª linha que nem os franceses adotaram em larga escala. Ou seja, estão nos empurrando e o Jobim tá engolindo.

konner

O EC 725 é um helicóptero biturbina médio da classe de 11 toneladas, com performance garantida pela já experiente família Super-Puma/Cougar, que conta com mais de 550 unidades fabricadas e um total de horas de vôo acima de 2.300.000. O EC 725 possui excelente reserva de potência, sendo um helicóptero rápido com grande alcance de capacidades. Tem grande volume para carga e acomodações permitindo diversificado lay-out de transporte de tropas para até 29 combatentes, além dos 2 pilotos. Desenvolvido pela Eurocopter com avançadas tecnologias, inclui projeto modular dos conjuntos mecânicos, o uso intensivo de materiais compostos, agrega o estado-da-arte em… Read more »

PAULO

Enquanto o Jobim pensa patrulha=lanchão 2ª guerra a finlandia pensa patrulha = Hamina Class

Sem chance….

PAULO

Mostrem esse video pro Jobim para ele saber o que é patrulha naval com poder de dissuação:

A solução para nossos meios navais definitivamente não está somente na França.

Fred

O EC 725 é uma excelente aeronave! não é segunda linha não! é verdade, apenas, que vem de um projeto antigo, o Exército possui 8 na versão AS 532 e consegue um custo total de hora de vôo na ordem de $5 000 dólares. O Merlin por exemplo, chega a custar 9 000 euros / hora voada para a Força aéerea Portuguesa! Mesmo comparando a carga paga o Cougar ainda é mais econômico, e na versão EC 725 o custo da carga paga deve ser um pouco menor! Não sei de onde se pode imaginar que seja uma aeronave ruim… Read more »

Douglas

Senhores, a própria frança preteriu o EC 725 em favor do Agusta EH 90…. a marinha deles tem pouquissimas unidades do cougar 725. Quando digo 2ª linha, não digo que não seja capaz de desempenhar suas funções projetadas, mas esse helo está em um padrão geral de performance inferior aos demais projetos europeus (merlin , EH 90 etc). É isso. como é baseado em um modelo de quase 50 anos, tem limitações. agora se estamos comprando porque é mais barato operá-lo, ok, pois ele desempenhará seu papel, mas não é o estado da arte hoje em helicópteros. Um forte abraço… Read more »

Azevedo

“Amadores discutem estratégia, diletantes discutem tática, e os profissionais discutem logística.” (ATRIBUÍDO a Napoleão)

moyses

uma coisa: sei que todos os projetos tem um tempo para a sua maturação. mas é só procurar no google… em diversos países, o eh101 e o merlin estão apresentando problemas constantes na sua manutenção. então, será que vale um investimento em um helo que ainda está para apresentar as suas qualidades/ que acredito, sem ironia, que devem ser fora de série!!!!!!!!!!! e temos a “família puma / cougar”. vivemos no brasil. mesmo com um governo realmente interessado nos assuntos de defesa, seria um absurdo gastar uma grana maior em um helo que não fosse o puma/cougar. não tenho dados… Read more »

Douglas

Mauro, as escolhas são de equipamentos franceses de 2ª linha, tanto os lanchões quanto os Cougar. Mas como a carestia aqui é grande, o pessoal solta fogos. Se fosse transferencia de segunda linha americana iria logo aparecer algum dizendo que os americanos tão empurrando as linhas de produção antigas pra nós, que nõs somos cachorrinhos dos americanos, etc. Mas como é frances ai é palavrão dizer o que eu coloquei acima. Esse é o fato. Existem dezenos de equipamentos disponíveis no mercado pra parceria, mas parece que no caso do Brasil, viramos mercado cativo deles. Bom, vamos aguardar 07.09, talvez… Read more »

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