segunda-feira, março 1, 2021

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NaPa 500 em construção no Ceará

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Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

napa-500-em-construcao-inace.jpg

Foto do Estaleiro INACE (Indústria Naval do Ceará S.A.) mostrando as duas primeiras unidades da nova classe de Navios-Patrulha em construção para a Marinha do Brasil. A foto faz parte de uma matéria especial publicada pelo jornal O POVO, do Ceará, sobre a situação atual da MB. Segundo o jornal, a entrega da primeira unidade será em outubro de 2009.

Foto: Evilázio Bezerra   Fonte: O Povo, via Defesanet

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Mauricio R.

É a nova política de defesa do Brasil em ação, adquira qq porcaria francesa independente de capacidade da industria nacional em fornecer algo minimamente semelhante.
Ou será que a capacitação tecnológica obtida pelos AMRJ e INACE c/ o programa classe “Grajaú” não seria suficiente p/ gerar um design nacional capaz de atender a esta necessidade da MB???

marcelo r

a Marinha do Brasil, hoje precisa de (16 unidades) de embarcações de patrulha oceânica com 1500tons, equipadas com hel., motor diesel nacional (com veloc de 24 nos), com raio de ação minimo de 3500 milhas, canhão de 76mm(AA e anti-superfície), misseis anti navio e algum sistema leve anti aéreo, em princípio uma corveta (fragata leve) tipo da Barroso (V34) atualizada estaria bom. Mas lembrando que devemos ter independência em todos os sistemas de bordo (nacionalização naval) e principalmente empenho do governo em começar logo tudo isto.

Jorge

Alguém sabe qual a capacidade máxima de armamento que esse Navio-Patrulha pode ter?

Canhão de 40mm e e 20mm para tempo de paz já é sofrível!

RoLoUcO

outubro de 2009, eu acho muito tempo para um navio daquele tamanho!

Baschera

Deveriamos parabenizar o jornal pelas matérias sérias. Também acho que deveriamos apoiar os deputados e senadores da Com.Defesa Nacional, para que se sintam encorajados à enfrentar a corja governamental, que só sabe falar, contingenciar e cortar verbas para pagar juros às 788 mais ricas famílias deste país, donas de 55% da dívida pública nacional. Para estes, sempre há os bilhões de juros disponíveis. Arrecada-se 14,6% a mais do que o mesmo período do ano passado e gasta-se com juros e mais salários e cargos administrativos inúteis. É grande a revolta.
Sds.

Baschera

Caro Jorge,
O que estas porcarias de NAPA 500T tem de armamento é isto aí só.
Salvo algum estilingue que por ventura venha a estar no bolso de algum marinheiro para uso quando faltar munição.
Mas para combater galeões repletos de piratas, contrabandistas e traficantes dizem que dá pro gasto.
Sds.

Antonio

Eu já acho que a MB está dando um passo enorme em direção ao progresso.

Vocês se lembram do fiasco que foi a construção da “Nau dos 500 Anos” ? Aquela réplica da embarcação do Cabral que não ficou pronta a tempo e que só deu problema ? Pois é: se esses calhambeques de 500T chegarem a navegar decentemente algum dia vai ser um enorme avanço para a Engenharia Naval do Brasil, quero dizer, de Sucupira !!!

KURITA

Poxa ainda ta desse jeito , que estaleiro mole

marujo

Olha, Kurita, ele e nordestino.

McNamara

Olha o esforço para se fazer dois patrulhas meia-boca! E o pesssoal falando em FREMM, transferência de tecnologia, mísseis Standard, até em AEGIS… Sessão comédia. Não há dinheiro nem para a munição dos L-70.

gaitero

Qual é o esforço, não existe esforço existe necessidade. É preciso, deve ser feito, são projetos francêses sim, mas se fosse brasileiro só iria mudar o tempo que seria bem maior, eles são bons patrulha, não são corvetas são patrulha 2 metralhadoras 7,62 já estaria bom, eles não vão entrar em guerra eles vão fiscalizar. Notem o armamento dos novos navios patrulha chilenos, 2 .50 Claro que não ha dinheiro, mas terá de haver, o ministério da defesa já entendeu que não pode ficar assim, e ao invés de reclamar vocês tem de aprender a aceitar e a cobrar, ajudar… Read more »

J.Filho

Gostaria de parabenizar aos idealizadores deste forum, Estamos todos centrados em tentar amenizar os graves problemas que afetam nossa FA, e sabemos que é só cobrando, é só mostrando a realidade do Brasil e do Mundo, procurando soluções apontando alternativas e fazendo com que cresca na conciência do nosso povo a idéia de que não adianta só reclamar e reclamar, mas sim de cobrar e apontar soluções, que teremos uma nação mais forte e soberana. Parabens. Estou acompanhando de perto o andamento do Plano Nacional de Estratégia de Defesa, e tenho a conciência de que se nosso povo participasse mais… Read more »

JSilva

“O Batimento de quilha da primeira unidade foi realizado em 24 de novembro de 2006”

Po legal, e que teve a quilha batida em “17 de julho de 2007”?, o segundo casco? Eu vi por ai que era o primeiro.

gaitero

Os dois estão sendo contruidos praticamnete em conjunto, talvez a primeira data foi a data de intenção de compra e a segunda a do batimento de quilha

Bosco

Jorge, um canhão de 40 mm e duas “metralhadoras” de 20 mm é a configuração ideal para este tipo de navio. Seria bom que o canhão fosse o Mk3 como na classe Niteroi. No máximo ele poderia ter uma configuração modular de armas e sensores que permitisse sua reconfiguração em tempo hábil de navio patrulha para um navio de ataque, um caça minas, minagem ou um navio ASW. Hoje está na moda a tecnologia “plugue e use” estando a mesma disponível em muitos sistemas táticos, desde que os “acréscimos” tenham sido previstos na fase de projeto em relação ao deslocamento,… Read more »

Bosco

Navios “patrulhas” armados para a guerra, com mísseis, ou seja, FACs (navios de ataque rápidos) são bons para litorais congestionados tipo no Mediterrâneo, Oriente Médio, e outros mares mundo afora. Nestas regiões do globo sempre há um certo estado de desconfiança entre os múltiplos vizinhos apinhados por motivos históricos e a autonomia não é importante porque se bobear você entra no país alheio e já toma chumbo. Para o Brasil com nossa “Amazônia Azul” para patrulharmos ou temos que ter centenas destes barquinhos ou temos que ter menos mas no mínimo com o tamanho de corvetas. Já um legítimo navio… Read more »

Bosco

O “problema” destes navios é a pequena velocidade que como alguém aqui do blog não cansa de lembrar (não me lembro quem) não conseguiria perseguir um iate de traficantes a 35 nós.
Mas aí o jeito é chamar um P-29 para dar uma mãozinha com suas ponto 50.

Nunão

Zé, a informação do batimento de quilha em 24 de novembro de 2006 está no site do estaleiro (INACE), com link na matéria. Agora, se a informação do próprio produto deles está errada…

Nunão

Bosco, os 21 nós ou um pouco mais eu acho que são suficientes para 99% das situações que um NaPa desses vai enfrentar. Não lembro mais onde, mas alguém disse que para situações como a descrita (iate a 35 nós), ou seja, 0s 1% restantes, bastaria que o fujão estivesse a distância de tiro, que chega a 10 km no caso do Mk3, para receber um de advertência. Se for esperto, não vai se meter a besta de esperar o tiro pra valer. Muito importante é que pra ajudar nisso esses NaPas tenham um UAV, como bem lembrou o Galante… Read more »

marcelo r

alguem sabe os nomes desta classe de NaPa? eu sugiro que se chame ao primeiro de “Javari” em homenagem a classe de caça submarinos da SGM e tambem aos cts construidos na inglaterra que acabaram ficando com os inlgeses, e que se estenda aos outros os nomes com “J” de preferência os mesmos da epoca. Isto é tradição naval.

JSilva

Nunão,

No NGB já abri a história das crianças, mas como elas ainda não tem certidão no irei colocar no ar, por enquanto.

Legenda de uma das fotos que tenho lá

Aspecto da Cerimônia de Batimento de quilha do casco do primeira NPa do Tipo Vigilante, em 17 de julho de 2007, presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto. (foto: CCSM)

JSilva

Velocidade?

Ninguem ao menos olhos esse post:

http://www.naval.com.br/blog/?p=737#comments

Agora é só fazer as contas e ver como fica depois de uma hora, duas horas, tres horas…….

Agora os “Go Fast” não fazem parte de um cenario brasileiro.

Douglas

Prezado Nunão, navios de pesca sofisticados e iates do tráfico também tem radares de longo alcance, verão e serão vistos. Digo isso pois dê uma busca sobre o problema americano com drogas. Eles usam lanchas rápidas para interceptar e helos aos montes para perseguir e atirar. Agora o tráfico anda fabricando uns subs charutos esquisitos…. Bom, nós não temos dinheiro nem meios em numero adequado. esses barcos têm que ser mais rápidos. alias, ninguem sabe o tamanho do nosso problema, pois praticamente não há vigilancia costeira no Brasil. Os meios são poucos e obsoletos.

JSilva

O problema com droga aqui é via terrestre, os nossos portos e aeroportos são apenas a porta de saída da droga nossa e dos nossos vizinhos. É problema para RFB e para PF. Por via marítima é a saída, principalmente para Europa. Depois que embarcou no navio…um abraço. A patrulha costeira nossa tem três vertentes, pesca no norte e no sul, busca e salvamento (faltam rebocadores de alto-mar) e combate a poluição em alto mar, através da vigilância do trafego mercante e de b/p. No Caribe as distancias são menores e os cucarachos vão se esgueirando de ilha em ilha… Read more »

Nunão

Pois é, Zé… No site da Inace consta a data de batimento de quilha de 24/11/06, com o dito batimento sendo feito pelo Almirante-de-Esquadra Carlos Augusto Vasconcelos Saraiva Ribeiro, Diretor-Geral do Material da Marinha. Mas fiquei com a pulga atrás da orelha, criei coragem e fucei nos meus próprios arquivos. Advinha o que achei? A cerimônia de 17 de julho de 2007… Para não prestar nenhum deserviço aos leitores do blog, tirei a informação de uma vez por todas do artigo. Quanto à velocidade do NaPa, não me queiram mal: também preferiria mais, uma máxima próximo à dos Gururu. Apenas… Read more »

JSilva

O uso de UAV, vigilancia maritima com MPA e satelites, coordenados pelo COMCONTRAM e um numero bom de NPa´s bem distribuidos pela costa e o maior tempo pré posicionados no mar já da conta do recado em termos de patrulha. Fica só faltando aquilo que posso chamar de SAR pessado, como reboque, CBINC em outros navios no mar…

[…] Estratégico de Defesa, a construção de submarinos convencionais, do submarino nuclear e de navios-patrulha, entre outros assuntos. O Poder Naval Online também já entrevistou o Almirante-de-Esquadra Moura […]

Felipe

Garanto aos amigos que ficarão surpresos com as novidades que incluíremos sobre a INACE e sobre estes NaPa500 na próxima edição do baseMilitar Web Magazine… 😉

[]s FS

Nunão

Aguardamos ansiosamente, Felipe, como de costume!

Saudações!

[…] do México e do Chile para equipar seus navios-patrulha oceânicos. Os dois primeiros NaPa 500, atualmente sendo construídos no estaleiro INACE (Indústria Naval do Ceará S.A), em Fortaleza, deverão ser entregues neste ano. Outros quatro da […]

[…] do BLOG: O estaleiro INACE está construindo dois NAPA 500 para a Marinha do Brasil e está concorrendo numa licitação para a construção de mais 2 […]

carlao

É tudo mentira, a INACE nao entregou porcaria nenhuma de navio em outubro de 2009, tudo foi maquiado pra poder incorporar a armada, depois da mentira os patrulhas macaé e macau continuam na mesma, ou seja, na INACE, pelados. O que houve foi um tremendo roubo de dinheiro que seria da construção dos mesmos, onde, até o filho do dono da INACE, junto com outros cinco almirantes foram presos pela PF/CE, mas como no brasil tudo acaba em PIZZA, com a a MB e a INACE nao foi diferente. O macaé continua na mesma e o pior, sem previsão de… Read more »

Marco

Senhores; NAPAOC é navio de aguas azuis, pra min tem que ter Heliponto, quem sabe ate hangar, mas operar Helis de Jet Ranger a Super Linx (e UAV é claro). Acima de tudo tem que ser rápido (quem sabe 25 nós), sem turbina é claro. Ter um canhão médio de 57 ou 75 mm com mira Optrônica (17 Km de alcance max). Servir de base para o sistema FIlo Guided da Avibras (missel de “baixo Custo” de emprego geral: Helis, Embarcações e alvos terrrestres no litoral) com 50Km de alcance, quem sabe com um lançador sextuplo ou octuplo e dois… Read more »

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