domingo, janeiro 23, 2022

Saab Naval

Mais sobre as “Hayabusa”, da JMSDF

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

hayabusa-pg1.jpg

Publicamos um artigo há algum tempo sobre os navios-patrulha rápidos classe “Hayabusa”,  da Força Marítima de Auto-Defesa do Japão. Agora seguem mais fotos desse NaPa “high-tech” de 200 toneladas, para apreciação de mais detalhes.
São 6 navios ao todo, incorporados de 2001 a 2004: Hayabusa PG-824, Wakataka PG-825, Ootaka PG-826, Kumataka PG-827, Umitaka PG-828 e Shirataka PG-829. Todos foram construídos pela Mitsubishi/Shimonoseki.

hayabusa-pg2.jpg

hayabusa-pg3.jpg

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Farragut

“Isso é que é mulher! Não é aquilo que eu tenho lá em casa.”

Leo Carcará

Certamente, são navios formidáveis. Mas não sei aonde se encaixariam na atual doutrina da Marinha.

Marko Ramius

Que doutrina?

KURITA

MB um dia vc terá um rssssssss

KURITA

Meu Deus estamos ainda na idade do bronze

Paulo

Estamos no tempo dos trirrenes….

Vassily Zaitsev

Pena que tenha uma autonomia muito pequena. Caso contrário, seriam excelentes substitutos para a classe Grajaú.

O canhão orgânico desses navios ( 57mm) é, por cima de tudo, multifuncional: opera contra alvos marítimos, terrestres, aéreos( incluindo mísseis sea-skimming)

Marko Ramius

O canhão é de 76mm…
Mas a autonomia não é problema, pra que servem os navios-tanques?
Um detalhe interessante nesses navios é a velocidade de 44 nós máxima, que faz com que sejam imunes a mísseis antinavio, que só conseguem engajar com eficácia alvos navegando no máximo a 30 nós.

McNamara

Prezado Marko, o canhão é realmente um OttoBreda 76mm Super Rapid, mas essa conversa dos 30 nós, esqueça. A velocidade de 44 nós não garante em nada a invulnerabilidade a mísseis antinavio, se você estiver a bordo e avistar o sea-skimmer ou qualquer outro do tipo Hellfire, Sea Skua, Penguim, e mesmo os Maverick, abrace um colete e dê o aviso de homem ao mar.

Wilson Johann

Gostei do desenho desses barcos. Se coubesse em um cantinho um sistema de mísseis anti-aéros, quase rivalizariam com a nossa Inhaúma. Mesmo assim, com canão de 76 mm, mísseis anti-navio, metralhadoras .50 e navegando em combate a 44 nós (81,5 kmh), é muita coisa para um navio de somente 200 ton. Isso é que é patrulha armada…

Sds!!

Marko Ramius

McNamara, o limite de 30 mós é dito pelo fabricante do Exocet. Dificilmente um míssil consegue um impacto direto com um navio nessa velocidade. No máximo explode por proximidade.
Quanto aos mísseis menores, realmente, pode ser que acertem, se o navio não acertá-los primeiro com seu 76mm.

KURITA

Poxa amigo vassily vc ainda acha que poderia substitiuir aquilo que chamo de COISA DE PATRULHA GRAJAU RSSSS, pelo amor de Deus vc tá comparando fusca com um lamborghini.

McNamara

Prezado Marko Ramius. Você crê que uma informação estratégica como essas estaria disponível ao público? Você realmente acredita nisso? E se o “approach” do míssil for pela proa? Ou pelas bochechas de bombordo ou boreste? É caixão na certa! Abrace o colete e pule na água enquanto há tempo, pois o MM-40 não perdoa.

Elden

Na primeira foto parece com as nossas corvetas, só que em escala menor!!!rissss.

Wilson Johann

No quesito “armamento”, são realmente corvetas em miniatura.

Até mais!!!

Marcelo Ostra

Mas na fnçao de Patrulha,hoje em dia, senão portar um grupo de abordagem nao ajuda muito naum

Agora missil antiaereo e anti navio em um litoral do nosso tipo, dependender de unidades deste tipo com este armamento vou acomapnhar o Mac Namara, é bom ter um bom seguro residencial anti bobmbas e pre disposição a falar outras linguas ….

MO

Christian Villada

Lindos buques. Pero no es lo que necesita Brasil. No se puede patrullar en mar abierto en un buque de 200 toneladas. Y no tiene sentido equipar un buque de patrulla con semejante suite de armamento y sensores que multiplican su costo varias veces. Lo que necesita Brasil es un buque como el PZM chileno y patrulleros costeros como los que ya esta construyendo.
Saludos

CorsarioDF

Excelente patrulha, o “único” incoveniente e a autonomia, mesmo com reabastecimento não temos recursos suficientes para manter os Na Apoio no mar direto para abastece-los. Realmente ele não serve para um mar aberto, mas como patrulheiro costeiro. Realmente falta lugar para um grupo de abordagem a outras embarcações, pois na sua função é essencial, mas em armamento ele está muito bem equipado.Sds.

Bosco

Christian Villada, graças a Deus alguém de bom senso. Mudando de assunto. Eu também desconheço esta estória que mísseis anti-navios não atingem alvos a mais de 30 nós. É claro que se você tem um alvo imóvel ou em baixa velocidade o míssil atacante agradece, mas daí a dizer que em alta velocidade eles não conseguem atingir os alvos eu acho descabido. Com atualização por data-link, ou com os mísseis ligando seus radares a 10 MN ou com as cabeças de busca infravermelha sendo eficientes a 5 kms pelo menos, e estando o míssil a uma velocidade de no mínimo… Read more »

Bosco

E se falarmos dos mísseis anti-navios não sea-skimming então, aí é que o bicho pega. Os Maverick F e as versões do Hellfire (AGM-114N) não são sea skimming, ou voam direto contra o alvo ou sobem para mergulhar em seguida. Além de terem uma alta velocidade subsônica (0,95 mach). Algumas fontes lhes dão velocidades supersônicas (1,2)
São ideais contra lanchas pequenas e rápidas.

Bosco

Agora, se juntarmos uma alta velocidade (acima de 45 nós), pequenas dimensões (como as de uma lancha), um perfil furtivo (RCS reduzido, inibição das emissões de IR, etc), manobras agressivas em zig zag, interferência eletrônica e o lançamento de despistadores (chaffs e flares), e o míssil atacante for do tipo “sea skimming”, muito provavelmente ele não obterá êxito, devido a esta conjunção de fatores, e não por qualquer um destes isoladamente.

McNamara

Pois é Bosco, mas na hora do “all hands”, no calor do combate, em que tudo é inseguro e as decisões tem que ser tomadas com grande agilidade é que a coisa pega. Uma falha qualquer, material, humana ou ambas, põe um navio e muitas vidas a perder. A junção de todos os fatores que você citou é correta, muito desejável, porém improvável em um ataque real. O navio sob ataque está em sérios apuros. Fora isso, acho essa classe interessante, se atuando como verdadeiros interceptadores, próximos a alvos de grande valor, porém os vejo muito vulneráveis, justamente contra ataques… Read more »

[…] Type 143 Gepard (Alemanha), Victory (Singapura), Hamina (Finlândia), Super Vita (Grécia), Hayabusa (Japão), Houbei (China) e Visby (Suécia), PKX (Coreia do Sul), Kilic (Turquia) e Helsinki […]

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