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Penguin para a MB

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Foi noticiado no dia 22/12 que a Kongsberg Defence & Aerospace, da Noruega, fechou contrato com a Marinha do Brasil para o fornecimento de mísseis antinavio Penguin Mk.2 Mod.7 e equipamentos associados, no valor aproximado de 15,7 milhões de euros.
Os mísseis serão utilizados nos novos helicópteros Seahawk SH-70B da MB, adquiridos aos EUA via FMS.
O míssil Penguin é do tipo “dispare-e-esqueça”, dotado de guiagem inercial e por infravermelho. Por ter guiagem passiva, ele não alerta os sistemas de ESM (MAGE) de seus alvos. Tem cerca de 3m de comprimento, 28,5cm de largura, 71cm de envergadura, pesa 385kg, tem cabeça explosiva de 120kg, velocidade de Mach 1.2 e alcance de 35km.

FONTE: Kongsberg Defence & Aerospace/COLABOROU: Leandro Furlan

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RL
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RL

Boa aquisição.

Da um alento para a capacidade anti-navio da MB.

Excelente.

JACUBÃO
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ACHO INTERESSANTE O FATO DE SER DISPARE-E-ESQUEÇA, POIS EXPÕE MENOS A AERONAVE LANÇADORA, MAS ACHO O ALCANCE MUITO CURTO E PERIGOSO PARA SE APROXIMAR DE UM NAVIO QUE ESTEJA EQUIPADO COM SISTEMA DE DEFESA DE ÁREA.

ABRAÇOS

Ronaldo souza gonçalves
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Ronaldo souza gonçalves

Acho interressante a aquisição deste missel pois tendo a Marinha vários tipos de misseis seria de dificil defesa para um invasor. Quanto ao alcance uns 35 km , acho que por se tratar de um missel lançado de helicptero acho alcance valido. só espero que a quantidade seja razoavel pois tem que ter o estoque de guerra.

Corsario-DF
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Corsario-DF

Vou repostar o que escrevi pela manhã em outra matéria, pois o Baschera já havia adiantado a notícia e colocou até o trecho do DOU. Segue na integra: Corsario-DF em 23 Dez, 2008 às 9:31 Baschera sobre seu post: “OITO (08) mísseis ar-superfície AGM-119B PENGUIM MK-2 Mod. 7 , mais containeres, etc, para uso nos SeaHawk S-70B , por EUR$ 15.732.494,00.” Vou fazer um comentário mais propício ao Blog Poder Terrestre, mas me desculpe, MO, Galante, Poggio… Não resisti a comparação: Pessoal eu li na última edição da Tecnologia $ Defesa, que o Brasil pagou em 2006 o equivalente a… Read more »

Corsario-DF
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Corsario-DF

Aí eu venho e pergunto, é válido esse pequeno lote de mísseis por esse preço?

Alexandre Galante
Visitante

Corsario, para treinar serve. Mas a compra de pequenos lotes é padrão na MB.

Bosco
Visitante
Bosco

É um excelente míssil e são pouquíssimos os navios que possuem um sistema de defesa aérea com alcance maior que 15 km. Também o alcance de 35 km o coloca no limite do horizonte radar do navio. O helicóptero se eleva tempo suficiente para determinar as coordenadas do alvo, desce a uma altitude segura, espera chegar no alcance de disparo na linha do horizonte, dispara o míssil e volta a segurança além do horizonte. O Exocet lançado por helicópteros tem a vantagem teórica de ser um legítimo OTH mantendo o helicóptero além do horizonte no momento do disparo, se expondo… Read more »

Vassily Zaitsev
Visitante
Vassily Zaitsev

Corsário, Entendo seu ponto de vista. Mas eu acho válido essa compra, mesmo considerando bem caro quase 2 milhões de dóllares por míssil. O Alcance é superior ao Sea Skua, sendo 10 km à mais de alcance; é supersônico, enquanto o Sea Skua é sub-sônico; por fim, é do tipo “dispare e esqueça”, diferente do Sea Skua, semi-ativo. Quanto à quantidade, são dois para cada Sea Hawk, o que dá um número mínimo de possibilidades, principalmente no quesito treinamento, pois se disparar-mos apenas um, já ficamos com a dotação mínima incompleta. Pelo fato de ser apenas 4 aeronaves, calculo que… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Oito por 15 milhões de Euros????????????????

Bosco
Visitante
Bosco

Quando é que vamos parar de “treinar” e “criar doutrina” ? Como se treina com um negócio que custa 2 milhões de Euros? Não tem maquete não? Míssil inativo? E sistema de realidade virtual? Ou se faz um cálculo de quantos são necessários baseado nos cenários possíveis e previstos ou se está jogando dinheiro fora. E se precisarmos de uns 40 de acordo com nossos “estrategistas”? E se apenas 4 bastarem? Cadê o profissionalismo? “Precisamos de 40 mas vamos comprar só 8 que é o que dá e rezar pra não precisarmos de nenhum”. De qualquer forma parece uma coisa… Read more »

Raphael
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Raphael

Por que nao o Mk3, ou o NSM?

Baschera
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Baschera

Corsário-DF,
Agradeço a lembrança. Desta vez eu “furei” o Galante..rs…
Sds.

Bosco
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Bosco

O Mk-3 é uma versão lançada por caças, salvo engano.
E o NSM é um dos mais avançados do mundo e não vai dar pra quem quer. Não sei nem se já é operacional.

camarada
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camarada

Apesar de um número pequeno desses mísseis ,mas já é alguma coisa.A versão inicial do modelo MK.1 entrou em serviço na década de 70,e,a do MK.2 em 78.A US NAVY desenvolveu uma versão MK.2 Mod7,lançada de helicópteros ,adotada pelas Marinhas da Autrália,Espanha,Grécia e Turquia.Medindo 3,02m de comprimento,1,42m de envergadura,com peso de 340Kg,seu alcance é de 30Km.É encontrado tb em navios noruegueses,gregos e suecos.Apesar de representarem uma significativa ameaça aos modernos e caríssimos navios de guerra atuais,os mísseis táticos antinavio estão sujeitos tb á ameaças.Canhões CIWS(CLOSE IN WEAPON SYSTEM),que operam sem interferência humana,como os sistemas Goalkeeper ou Vulcan Phalanx,mísseis de defesa… Read more »

Mahan
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Mahan

Devem ser bons para destruir missileiras.Boa aquisição. Um segundo lote ficaria ainda melhor.

Leandro Furlan
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Leandro Furlan

Corsário,

O preço dos Leopards é quase simbólico, assim como fora o preço do Foch, atual A-12 São Paulo.

Se a MB pretende adiquirir mais Seahawks (e há essa intenção), é bom que estejam armados pois o helicóptero em si leva ótimos sensores, muito melhores do que os oferecidos no Super Puma naval.

Me agradaria a compra de Mais Super Lynx, ou a modernização de toda a frota. São ótimos helicópteros e o novo modelo levará ainda mais armamentos.

Leo
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Leo

Corsário,

O preço está muito salgado. Você tem razão. O custo está duas vezes mais caro que mísseis de categoria superio tais como o Exocet e Harpoon. Não faz muito sentido…

AJS
Visitante
AJS

O preço é somente dos mísseis, ou estão computados outros custos?
A nota menciona “equipamentos associados”.

Bosco
Visitante
Bosco

Falando em mísseis antinavios, já ouvi tudo sobre um suposto míssil que o Brasil estaria desenvolvendo. Já tem até nome: Barracuda. Já disseram que tem características semelhantes ao Exocet MM40 block 3. Ninguém sabe quem é a empresa responsável. Ninguém sabe, ninguém viu. Se estivermos desenvolvendo um míssil antinavio duvido que tenha motor turbojato e radar ativo, já que desconheço que tenhamos tal tecnologia à disposição, ou seja, está fora qualquer semelhança com o citado Exocet. O mais provável seguindo a lógica, caso o fato se confirme, é que terá um motor tipo foguete sólido e um seeker por IR… Read more »

Alfredo_Araujo
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Alfredo_Araujo

Me lembro q em 2003, os jornais deram grande enfase no custo unitario de um missil Tomahawk… na epoca era 1 milhao de dolares.. ai eles citando o grande numero de “milhoes” disparados contra o Iraque…

Na epoca eu pensei.. “Nossa, como é caro!! Nos nunca teremos uma arma dessas!!”
E agora temos!!!! Um missil q custa 2 milhoes de dolares!!

Agora sim fiquei orgulhoso com as nossas FAs!!! =/

Bosco
Visitante
Bosco

Alfredo,
pior! Dois milhões de Euros.
Eu acho que no preço desses Penguins aí ta incluindo uns 2 ou 3 alvos também. Mais precisamente: Fragatas. Rs.rs.rs….

Raimundo
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Raimundo

Corsário, vc deve levar em consideração a postura que tem sido adotada pela Marinha do Brasil (MB) suas últimas aquisições de armamentos. Além disso, eu não entendo bem o custo de determinados armamentos, mas sinceramente, 15 milhões de Euros por apenas 8 mísseis (!), tem que ser muito ingênuo para acreditar nisso, entendeu ? Acho que na verdade está sendo adquirida uma grande quantidade dos mesmos.´E também não se deve olvidar que a MB adquiriu inicialmente 5 veículos Piranha IIIC para o CFN. O veículo foi testado e aprovado pela tropa. E agora foram feitas novas encomendas pela MB que… Read more »

Douglas
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Douglas

Saiu a noticia que a FAB equipará os P 3 BR com Harpoons…. esse missíl tem o mesmo desempenho, doutrina de emprego e envelope de voo do Penguim???” A conferir. Se alguém aqui tem noticia, responda por favor.
Abraço

Raimundo
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Raimundo

Ah, e tem mais:

O Governo brasileiro assinou hoje contratos no valor de dezenas de bilhões de reais só com o governo francês !!!! Você deve estar comentando o Blog sob efeito de fortes substâncias psicotrópicas, só pode ser isso!!!!!!!!!!

Corsário, quando você fizer 80 anos, pela sua mentalidade, é capaz do mundo já ter se acabado !!!!!!!!!!!!!!!

Raimundo
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Raimundo

Sabe de uma coisa, Corsário-DF, esqueça, “delete” o que eu escrevi acima: uma desnecessária e boba discussão sobre um fato já consumado e irremediável. O que realmente importa é que parece que doravante as Forças Armadas brasileiras passarão a ocupar um merecido lugar de destaque entre as prioridades do Estado Brasileiro. E como você mesmo escreveu com bastante serenidade:

>>> TUDO TEM UM COMEÇO !!! <<<

Cinquini
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Cinquini

Um amigo me mandou o link do vídeo abaixo e achei muito oportuno repassar aos colegas aqui do Blog Naval!!!

http://br.youtube.com/watch?v=fvNRHrKyaX4

Mais uma vez Feliz Natal!!!!

Barão
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Barão

Não seria mais interessante o RBS-15 sueco? se não me engano o RBS-15 tem um alcance dee 60km e custa menos.

Corsario-DF
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Corsario-DF

Não estou em momento algum questionando o míssil em si, mas o preço pago por um pequeno lote, é aí que mora o problema. Sei que os Leopard 1A5 têm um preço simbólico, então não seria interessante trazer mais destes para substituir/estocar os Leopard 1 nossos mais antigos, e aí sim programar um programa de revitalização/upgrade dos mesmos… ´Também não sou contra o Sea-Hawk, mas o preço em que foi adquirido “apenas” 4 unidades também foi muito salgado, quase US$ 60 mi por aeronave, e como a própria matéria diz, sem armamentos, pois estamos comprando fora!!! É isso que me… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Douglas, o Harpoon tem 4 x o alcance do Penguin (130 km) devido a usar um turbojato como propulsor, sendo um legítimo OTH (além do horizonte) e um sistema de orientação por radar ativo (atire e esqueça). Sua versão lançada de aviões pesa cerca de 550 kg com uma ogiva de 230 kg mais ou menos. Suas versões iniciais são otimizadas para “mar aberto” e não possui capacidade de atacar alvos em terra. Ele continua sendo aprimorado e novas versões incluem GPS e data-link, o que o capacita a ter boa performance no litoral e a atacar alvos em terra… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Corsário,
concordo com você.
Esse míssil não pode custar mais que 500.000 dólares a unidade nem aqui e nem na china.
Nossos MAR custaram cada um 850 mil euros e é um projeto novo que tem que cobrir o custo de desenvolvimento. Esses Penguin custaram 2 milhões cada, existem similares às pencas no mercado internacional e já foram fabricados milhares desde a década de 70.
E quando os SH-60 foram comprados, no custo já estava incluído a incorporação da capacidade de lançamento do Penguin que é adotado pelos SH-60 da US Navy.

Bosco
Visitante
Bosco

Os mísseis antinavios disponíveis para helicópteros no ocidente são os Penguin, o Sea Skua, o Exocet (o maior deles), o Marte, o AS15TT, o Hellfire II (N) e provavelmente o NSM que já deve estar operacional.

LeoPaiva
Visitante
LeoPaiva

Bosco,

Só ilustrando um pouco mais,o bom e velho Maverick naval pode ser lançado dos helis Seasprite também.

Abraços.

Henrique Sousa
Visitante
Henrique Sousa

Poxa pessoal, vamos dar um passo além do que dividir o valor de um contrato pelo número estimado de unidades para dar o custo unitário.

Muito difícil sabermos tudo que engloba um contrato deste tipo, então este “custo unitário” fica tremendamente contaminado.

A escolha do Penguin parece passar claramente pelo seu porte e sua integração ao Sea-Hawk. E especulando um pouco não descarto a MB fazer esta aquisição procurando conhecer mais deste tipo de armamento visando uma solução local.

Agora com o mísseis de alcance maior, tanto embarcados como aerotransportados, seguirá a MB com a família do Exocet, ou procura alternativas???

Bosco
Visitante
Bosco

Leo,
eu acho que a versão do Maverick lançada pelo Seasprite é a versão guiada por TV (A ou B) e não a F, guiada por IIR e anti-navio.
Creio que eles o utilizem contra alvos em terra e não navios, embora talvez eles a usem para tal também.
Só ilustrando também, o AAM Sparrow (radar semi-ativo) já foi lançado pelos Seasprite na função antinavio nas décadas de 70 e 80.
E já vi fotos de um SeaHawk da USNavy com um SLAM do lado direito.
Um abraço meu caro.

Bosco
Visitante
Bosco

Henrique,
se a MB não quer que se façam especulações deveriam emitir notas mais detalhadas ou omiti-las de vez, não especificando valores nem quantidade de unidades adquiridas e alegando questão de “segurança nacional”.
Agora, emitir nota dizendo que compraram 8 mísseis e pagaram 16 milhões de Euros até eu que sou ruim de conta acho que 2 milhões por um “Javelin bombado” é muito.
Ainda mais que é “plug and play” já que os SH-70 “devem” estar aptos a operá-los.

Ulisses
Visitante
Ulisses

Senhores,eu acho que a MB está comprando poucos Peinguins por que é quebra-galho,sim por que lembram do MAN-1(Míssil Anti-Navio)que a MB,Avibras e Mectron estão desenvolvendo?Talvez isto explique porque só 12 mísseis,para que mais se vamos ter um “feito em casa e no estado da arte”?(como é bom dizer isso)

Sds e feliz 2009.

LeoPaiva
Visitante
LeoPaiva

Em seu comentário outro dia você achou que era a versão F do Maverick.

Não posso confirmar que a versão usada nos Seasprite seja a F, mas acho difícil que seja a A/B guiada por TV, li em um site que a produção desses foi encerrada em 78, não sei se tem vida útil tão longa assim.

Também achei estranho na reportagem do Blog naval eles utilizarem esse míssil, que foi projetado originariamente para alvos em terra, contra alvos no mar, mas, se o blog mostrou até a foto do disparo, quem sou eu para discordar.

http://www.naval.com.br/blog/?p=1093

Sds.

Wolfpack
Visitante
Wolfpack

Este míssil não têm capacidade para afundar um navio maior que 40 pés. Pode ser usado pela Guarda-Costeira e nada mais. Sua capacidade de aquisição do alvo limitado pelo alcance de 35km, mas se presta a defesa de áreas limitadas ao redor do navio base. Claro se utilizado com outros sistemas de apoio e outros misseis pode gerar danos ao adversário.

Bosco
Visitante
Bosco

Peço desculpas à todos, que após ler com atenção o texto do post, o mesmo não especifica a quantidade de mísseis.
Minha surpresa com o valor é baseado em um dos comentários que especifica serem “apenas” 8 unidades.
Ou seja, nada é oficial.

Bosco
Visitante
Bosco

Leo,
é mesmo!
Deve ser a versão “F” já que o post é claro em afirmar que foi utilizado contra “alvos no mar”. Não me lembrava mais do post.
Na realidade quem dispara (ou disparou) as versões A e B são os AH-1 do USMC.
Um abraço.

Bosco
Visitante
Bosco

Leo,
se os Seasprites neozelandeses disparam o Maverick F o mesmo deve ser incluída na nossa listinha.

Bosco
Visitante
Bosco

Estranho! Em uma busca rápida nenhum site especifica qual é a versão do Maverick usada pelos SH-2. Há de se concluir que seja mesmo a versão “F” antinavio.

Henrique Sousa
Visitante
Henrique Sousa

Então Bosco, a MB fica meio que entre a cruz e a espada: de um lado uma satisfação para onde vão seus recursos, de outra a parte operacional onde nenhuma força fica alardeando qual a quantidade de determinado meio em seus paióis.

Tb não achei onde dizem a quantidade. (não estou duvidando nem chamando de mentiroso quem escreveu isto, só não encontrei….)

Henrique Sousa
Visitante
Henrique Sousa

Uma dúvida minha: este míssil teria a capacidade para ser um “mission killer”? Não necessariamente afundar o navio, mas inviabilizar o cumprimento de sua missão.

Nelson Lima
Visitante
Nelson Lima

Se nao compram eles reclamam, se compram tambem reclamam.Que gente mais chata,meu Deus! O lugar de voces e entrar todo o dia numa fila de banco

Bosco
Visitante
Bosco

Henrique, como esse míssil não tem um seeker com formação de imagem (FPA) ele tenta atingir o centro geométrico (centróide) da fonte de calor e não um determinado ponto específicado pelo operador via data-link ou pelo algorítimo interno do ATA (aquisição automática do alvo) que pode definir um ponto de impacto baseado no seu programa. Ou seja, com o Penguin ninguém sabe aonde ele vai atingir. Para um mission killer se efetivar deve-se atingir os sensores, os armamentos, o centro de operações de combate ou as máquinas. Como os sensores e armamentos são redundantes seria preciso um impacto direto no… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Há também um efeito multiplicador quando esses mísseis atingem depósitos de munição, tanques de combustível e os lançadores de mísseis dos navios.

LeoPaiva
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LeoPaiva

Bosco em 24 Dez, 2008 às 10:03 e 10:18

Demorou mas achei : “The AGM-65F has also a slightly different seeker software for optimum performance against surface ships.”

http://www.designation-systems.net/dusrm/m-65.html

Abração.

Henrique Sousa
Visitante
Henrique Sousa

Valeu Bosco, eu já estava aqui divagando sobre um banco de dados com assinatura térmica de vários navios, uma imagem formada por infravermelho, e pimba: COC ou Diretores de Tiro pro beleleu….

Bosco
Visitante
Bosco

Esse negócio que as forças armadas não podem revelar o que possuem por motivos estratégicos não cola. Primeiro, precisam revelar o que possuem, caso contrário não terão poder de dissuasão com seus prováveis inimigos. Segundo, se mentirem, só quem é enganado somos nós, já que para quem interessa na prática que são as forças armadas de outras nações é fácil descobrir. Sempre tem um funcionário da empresa tal, do setor de finanças e exportação que fala demais e conta pro amigo, que conta pro primo, que fala pra namorada, que põe chifre nele com um 007 de plantão, e na… Read more »