Pará, o último destróier da MB

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    ct-para-d27-1

    Na última enquete de 2008 do BlogNaval, perguntamos: Se o recém desativado Contratorpedeiro Pará (D27) fosse transformado em museu, qual seria a melhor localização para o navio?

    A cidade de Santos recebeu 22% do total de 1.863 votos; o Rio de Janeiro ficou com 21% e Belém do Pará, 19%.

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    Roberto
    Visitante
    Roberto

    blz, ele se aposentou com méritos… mas quem vai ocupar seu lugar ???? ficaremos sem um contratorpedeiro ???? agora com 3 esquadras a serem projetadas, teremos 3 contratorpedeiros ??? ou nenhum ??

    Noel
    Visitante
    Noel

    Uma pena a MB desativar este belo veterano, gosto pessoal, e sem substituto(s) em curto ou médio prazo.

    KURITA
    Visitante
    KURITA

    Era o navio mais bonito da MB acho que poderim ter feito uma modernização

    Vassily Zaitsev
    Visitante
    Vassily Zaitsev

    Kurita,

    Não acho que compensasse. O D-27 Pará é muito antigo, seus sensores são completamente defasados. Teria que trocar tudo, o que já deixaria o fator custo/benefício inviavel. Pense bem: os motores e engrenagens propulsoras trabalharam por quantos anos sem parar? estão completamente desgastados.

    abraços Sr. do Yamato.

    Wladimir
    Visitante
    Wladimir

    E agora, como fica a MB? Tudo bem que o Pará era mais um “fantoche”, mas… A MB tem algum plano para adquirir um ‘destróier’? Se não me engano, para se ter uma esquadra tem que ter um destróier (correto?)

    Dalton
    Visitante
    Dalton

    Wladimir! Vc está em parte, correto. Hoje em dia, ao contrario por exemplo da epoca da segunda guerra mundial, a diferenciaçao entre destroyer e fragata esta muito mais complicada. Veja o Pará, que nos classificamos como destroyer, ou contra-torpedeiro, a marinha americana classificava como fragata. A marinha espanhola classifica seus grandes navios do tipo Alvaro de Bazan, como fragatas mas com mais de 5000 toneladas eles seriam classificados como contra-torpedeiros em muitas marinhas. os mais novos destroyers americanos da classe Burke, com mais de 9000 toneladas poderiam ser classificados como cruzadores. Mas eles resolveram manter a tradiçao. Nossa propria marinha… Read more »

    Nelson Lima
    Visitante
    Nelson Lima

    Pela pequena diferença na votação, melhor seria ir para Belém!

    JACUBÃO
    Visitante

    Já foi bem tarde, seus sensores ainda eram a válvulas.

    marujo
    Visitante
    marujo

    A corveta Barroso não é a substituta do o D-27 Pará? Se não for, participo da preocupação dos amigos do blog quanto ao substituto imediato da belonave recém-desatuvada. Sempre defendi uma solução intermediária até que nossos novos escoltas de 6 mil toneladas saiam do estaleiro.

    Walderson
    Visitante
    Walderson

    Amigo Galante,

    desculpe a ignorância, mas sou da turma do aviãozinho, como dizem alguns. Hehehehe.
    A minha dúvida é como é feita a classificação dos navios de uma esquadra? Em que se baseia para classificar em destroyer, fragata, cruzador, corveta etc.

    Desde já agradeço.

    Dunga
    Visitante
    Dunga

    Existem sucatas, barcos velhos e barcos remediados…

    KURITA
    Visitante
    KURITA

    Amigos por onde anda a Barroso , não ia pra testes de mar , deram uma voltinha na baia de guanabara e ficou nisso?

    KURITA
    Visitante
    KURITA

    Amigos essas novas escoltas de 6000 t vão sair só em 2090

    Alexandre Galante
    Visitante

    Walderson, no site do Poder Naval Online tem um ótimo artigo do Poggio sobre o assunto:

    http://www.naval.com.br/opiniao/reclassificacao/reclassificacao.htm

    ramillies
    Visitante
    ramillies

    O Poggio está a tentar definir uma classificação baseada basicamente no deslocamento. No blog “Information Dissemination” argumenta-se que o deslocamento é um pobre indicador sobre a capacidade de combate dum navio de guerra. Propõe-se adaptar o sistema de classificação da época da vela, na qual as belonaves eram categorizadas de acordo com o número e tipo de canhões embarcados. Só que agora, em vez de canhões, contam-se mísseis.

    http://informationdissemination.blogspot.com/2008/02/modern-rating-system-for-surface.html

    Walderson
    Visitante
    Walderson

    Amigo, Galante,

    obrigado pela indicação. Um abraço.

    BRAZIL  (DT)
    Visitante
    BRAZIL (DT)

    Estou envidando esforcos junto ao Governo do Estado do Para, tentando sensibilizar as autoridades locais – Naval e Estadual –
    no sentido de trazer o ex CT PARA como navio-museu, fixado em Belem no cais da SOTAVE, um porto vazio de propriedade da Uniao, que comporta o calado do D 27. Se vou ter sorte, nao sei. Mas estou fazendo a minha parte.

    JACUBÃO
    Visitante

    Seria uma bela homenagem a esse valente navio. Quanto ao calado, é só tirar aquele imenso “saco” que ele arrasta na proa, hehehehehehe.