quarta-feira, julho 28, 2021

Saab Naval

Encontro discutirá futuro da Classe Perry

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.naval.com.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

perry_australlia

As fragatas da classe Oliver Hazard Perry (ou FFG-7) já rondam a casa dos trinta anos de serviço, mas há quem diga que elas continuarão em atividade por um bom tempo ainda. Atualmente existem 63 unidades da classe espalhadas por nove marinhas ao longo do globo. Destas, 30 pertencem à USN, que já chegou a operar 51 navios dessa classe.

Dentre os usuários existem aqueles que adquiriram navios novos e aqueles que adquiriram navios de segunda-mão. Alguns operadores modernizaram e atualizaram suas unidades. Outros no entanto reduziram sua capacidade de combate. As modernizações realizadas pela Marinha da Austrália atraíram a atenção de países como Taiwan, mas o processo todo não foi bem sucedido. A Turquia segue caminho seu programa de modernização e o Egito também pretende modernizar suas Perry.

Com tantos operadores diferentes buscando alternativas para manter suas FFG-7 por mais tempo, um encontro foi organizado para reunir os usuários interessados. O evento acontecerá em Mayport (Flórida) no próximo mês de maio. O local não foi escolhido À toa. Ali estão baseadas 12 das 30 Perry da USN.

NOTA DO BLOG: Seria interessante aproveitar o exemplo dado acima para organizar um encontro entre os usuários de fragatas Tipo 22. Atualmente existem quatro usuários espalhados pelo mundo. Discutir opções de modernizações, técnicas para reparo de cascos, troca de experiências e fornecedores de peças e serviços seria bastante útil para todos.

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Echo

Aos amigos que falaram que o Sistema Seawolf (chamado realmente de GWS-25(E)) não presta: 1. Primeiro: ele não é contra aeronaves; 2. Segundo: ELE É UM SISTEMA ANTI-MÍSSIL; 3. Terceiro: ele é SECUNDARIAMENTE empregado contra aeronaves; 4. Quarto: ele é também SECUNDARIAMENTE empregado contra navios de superfície (essencialmente Navios- patrulha rápidos); 5. As FCG (Fragatas Classe Greenhalgh) são navios essencialmente AS (anti-submarino); 6. Seu maior armamento: OS DOIS HELICÓPTEROS SUPER-LYNX. Então, por favor, não comentem o que não sabem. Está até parecendo quando acontece um desastre ou algo errado: sempre aparecem os “especialistas” que desandam a falar e conjecturar o… Read more »

GHz_Brasil

É isso aí. O importante é não perder o foco no que se almeja.

O Peru não é nosso vizinho.

Essa modernização da Lupo venezuelanas, que eu me lembre, foi feita nos EUA lá pelo final dos anos 90 (pré-Chávez), e foram só duas fragatas.

Sobressalentes americanos + Hugo Chávez = Sei não…

GHz_Brasil

Complementando:
“O Peru não é nosso vizinho”… de litoral.

marujo

E enquanto não vem nossas escoltas de 6 mil t, se que é que virão, a MB vai ficar com uma ordem de batalha aquém de seus vizinhos, como está hoje? A Marinha da Venezuela receberá quatro fragatas leves 0 Km de construção espanhola, além de ter modernizado algumas de suas Lupos para um padrão superior ao de nossas Niteróis. O Peru vai receber duas Maestrales…

Tiago Jeronimo

O que seria melhor para o Braisl quarto fragratas zero bala ou 8 OHP modernizadas, eu digo 8 porque acho que com o dinheiro de 4 novas dê pra comprar 8 OHP, vai ver tou falando besteira :S

marujo

O Chile, segundo o site Enfoque Estratégico, saíu na frente na modernização de sua única T-22. Pelo que me recordo, os chilenos vão substituir o Sea Wolf pelo Barak (retirado de seus antigos County)e adotar um sistema tático de concepção nacional, já presente em outras unidades de sua Armada. Envolve a substituição de outros equipamentos de que não me lembro mais. Essa é um discussão que poderia fazer sentido por aqui, não fosse o interesse já declarado da MB de apenas manter as capacidades originais dos navios sem nada ( ou muito pouco) de novo acrescentar. A alegação é de… Read more »

Wévellyn

NOTA DO BLOG: Seria interessante aproveitar o exemplo dado acima para organizar um encontro entre os usuários de fragatas Tipo 22. Atualmente existem quatro usuários espalhados pelo mundo. Discutir opções de modernizações, técnicas para reparo de cascos, troca de experiências e fornecedores de peças e serviços seria bastante útil para todos. Obs: a usn naum está realizando o encontro para discutir modernização e sim para encontrar compradores. Type 22: Creio que seja verdadeiro lixo flutuantes, sua defesa aéria consiste em Sistema de lançamento GWS-25 12 x MBDA Seawolf GWS 25 Mod.0 (Defesa de ponto), que hoje em dia naum tem… Read more »

Almeida

Re: Wévellyn em 03 Mar, 2009 às 16:21

Ainda bem que não é você quem decide o futuro da MB. Quer defender a Pátria comece por aprender a língua natal direito.

Wévellyn

obs, nõs so Brasileiro nato,=)

Wévellyn

estou errado a respeito das tipe 22?, ou elas tem super sistemas avançados de defesa, secretos, que so Royal NAvy e MB sabe? xD

Almeida

Wévellyn, tá explicado então.

As Type 22 ainda são boas plataformas no cenário latino-americano. A grande maioria, senão todos, nossos hermanos ainda fazem ataques aéreos contra forças navais utilizando caças em baixa altitude e bombas burras. Elas possuem sonar e lançadores de torpedos e podem operar até dois helicópteros do porte do Super Lynx e Sea Hawk, o que as tornam ainda muito eficientes contra ameaças submarinas. Enfim, ainda servem para o Brasil e desativá-las agora seria acabar com a esquadra de uma vez. Vamos esperar elas FREMM ou KDX-II.

Mauricio R.

Submarinos não são a resposta, uma esquadra cujas capacidades são balanceadas, isto sim é o que há!

E os argentinos tem pessimas recordações das nossas Type 22 Batch 1.

marujo

Almeida, que tal equiparmos nossas T-22 com VLS Sea Wolf (24 células)no lugar do lançador conteirável de vante,Exocet MM-40, canhões Trinity 40/70 no lugar dos atuais e um Vulcan Phalanx no lugar do segundo lançador de mísseis AA? Outra opção, não sei se mais barata, era colocar um lançador de RAM como sistema AA único sobre o hangar. É necessário reconhecer que esses navios são mal armados de nascimento.

Marcelo Ostra

Olha acho interessante esta ideia da Perry

Desde de a 2 GM ( e classe do periodo como Fletcher, Gearing and Sumner), não houve uma classe de navios capitais tão utilizada por tantas nações

Sem contar que o episodio Stark e Sammy B provaram a resistencia dos navios

Creio que posderia ser interessante participarmos como observadores afinaçl informação se bem não fizer, mal com certeza não faz

OBS: Sim, gosto e gosto muito das Perry´s

MO

JACUBÃO

Se dependessem de mim, as PERRY virava gilete e parafuso.

Mauricio R.

Marujo,

Talvez essa reforma que vc detalhou, pudesse ser feita em algumas FFG-7, qndo estas substituissem as nossas Type 22.

Marcelo Ostra

Pq Jacubão ?

Sei lá, elas encaixaram muito bem nas Marinhas que as utilizaram, sem nenhum problema operacional, e lembrar que a baixa da USN é por outros motivos,(custo / pessoal / e afins)

Uma unica Perry “terceirizada” deu baixa, ua Australica, mas foi por que foi utilizada a exaustão

Abs
MO

Vassili Zaitsev

Olha, minha opnião é de que se vamos realmente modernizar a MB, devemos adquirir meios novos, para que possam operar por até 30 anos. Mesmo que a MB compre 4 ou 6 FFG-7 (o que não acredito), será apenas uma medida paliativa, pois esses navios devem ter uns 10 ou 12 anos de vida restante. No final da próxima década, estaríamos de volta ao lugar de hoje.

Sou muito mais o KDX-II.

abraços.

marujo

Maurício R, não faz sentido substituir um navio em operação na MB por outro de sua idade e da mesma geração tecnológica. Pacotes de modernização só fazem sentido em plataformas que já temos ou mais novas que as nossas atuais.

GHz_Brasil

Nada de modernizar as nossas T22. É guardar a grana (e as instalações do AMRJ) para os escoltas de 6.000 ton. O casco da ex-F47 está atracado na Base Naval do RJ, já depenado, aguardando destino final. A T22B2 do Chile (Alte. Williams) vai receber canhão OTO Melara Compact 76mm na proa (no lugar dos antigos lançadores de Exocet), VLS Barak dos lados da chaminé, sistema de combate chileno, radar de busca combinada Type 992 (ex-classe County) modernizado no Chile, Harpoon Block II a meia-nau, e sistema de auxílio ao recolhimento de helicóptero Super Puma. Será dotada de facilidades de… Read more »

Rodrigo Rauta

Concordo com o Vassily. Se é pra moderniozar, que venham navios novos. Gosto das Perry, que apesar de feias, saõ navios otimos é que deram certo. Mas são da mesma geração das Type22. Uma forma util de modernizarmos nossa frota seria a adoção de umas 10 escoltas de 5000t , complementadas por umas 15 barroso (com um armamento melhorado).Estariamos inclusive reativando nossa industria naval.

Abraços!!

Marcelo Ostra

Sim Vassili, Rodrigo, isto é verdade, (menos o gosto do Rodrigo = achar uma Perry feia) mas o texto não diz em momento algum intenção nossa de adquirir uma Perry

O que deveriamos (como ideia, claro) seria participar como observadores, analizar debates e propostas de modernização para desenvolvimento de raciocinio ou complementação do mesmo, pois como falei informação se bem não fizer, mal com certeza não fará

abs
MO

JACUBÃO

As PERRY da USNAVY, estão perdendo o lançador da proa e estão ficando apenas com canhões e torpedos, e voçes ainda acham vantagem adquirir esses navios sem o principal armamento. Vocês estão se esquecendo que apesar de vivermos num país muito rico, temos uma marinha de terceiro mundo. É rico mesmo esta p… de país. O nosso Câncer, é os nossos políticos e como o Câncer ainda não tem cura, e sim tratamento – e no caso do Brasil eu duvido que tenha tratamento – esses tumores brasileiros iriam realmente investir na “modernização” dessas “Perry” na MB??????????? Acho que quem… Read more »

JACUBÃO

Outra coisa.
As Perry não são feias.
São horríveis.

Marcelo Ostra

Jacubão, como falei não creio que Perrys sejam solução para MB, entendi seu ponto de vista, agora apenas para entender o seu mau gosto naval (hehehehhe), que navios seriam esteticamente belos pra vc ?

MO

Vinícius D. Cavalcante

Será que a capacidade dos Sea-Wolf está tão degradada assim? Nos anos 80 a propaganda desse míssil foi ter sido capaz de abater um obus de 4.5″ disparado de um canhão! Há coisa de uns dois anos eu lia no Defense News que os indianos, num exercício com o Barak do antigo Hermes não lograram abate um único alvo, dos vários que simularam ataque contra o navio aeródromo. Embora não tenha canhão médio e nem mísseis anti-submarino, as Tipo 22 da MB são melhores do que “novas” Fragatas de Patrulha de segunda mão…. Quem dera é se puséssemos compras as… Read more »

Parthenon

Sinceramente, as OHPs são bonitas sim, e marcaram sua epoca, como um amigo acima falou, foi um dos unicos vetores congregadores desde o final da 2ª WAR. Agora, concordo com os amigos acima, que venham as KDX-II e futuramente as KDX-III, estas são lindas, claro, percebe-se que são navios LEGOS, monte e desmonte façilmente, e sobra espaço pra tudo, é um conceito de navio para algumas decadas de modernizaçoes. Bom, se assim fizer necessário, e a MB necessitar de um meio para quebrar o “GALHO” (literalmente), que compremos umas 3 ou 4 T-23 e todo o Block III das T-22,… Read more »

Vassili Zaitsev

Parthenon,

Concordo que as 3 Tipe 22 da MB precisam de um canão de proa de 114mm. TB gostei de sua idéia de adquirirmos mais belonaves desse modelo.

Agora, quanto ao envio de uma unidade ao Golfo de Aden, creio que uma das Niterói cumpririam bem a missão.

abraços.

marujo

No que diz respeito às T-22, o Brasil perdeu duas oportunidades de ouro. A primeira, foi não ter feito um upgrade antes da incorporação das unidades Batch 1 à esquadra. A segunda, foi não ter adquirido unidades adicionais do Batch 2, quando foram colocadas à venda por preços bastante camarada.

Almeida

Acho meio tarde para modernizar as Type 22 Batch I brasileiras. Uma solucao mais pratica, rapida e ate mesmo barata seria pegar as 3 Batch III restantes na RN ou 3 Type 23 e substitui-las. Seria facil de incorpora-las em servico dada a experiencia com as Batch I e seus sistemas, e seria um grande incremento nas nossas capacidades. Porem, nem a RN quer se desfazer das suas Batch III no momento. Eles sabem o valor militar que estas belonaves possuem e so vao dar baixa nelas quando conseguirem mais encomendas pros Type 45.

marujo

Almeida, apesar de ter postado uma proposta de modernização de nossas T-22 para provocar o debate, concordo com você que a melhor solução pode ser a compra de oportunidade de outros navios. Dada a indisponibiilidade dos ingleses, que tal as T-122 alemãs. São navios com capacidade multifunção, que incluem dois sistemas AA, além de um moderno radar 3D. Meu temor é que sejam navios surrados demais, com vida operativa residual muito curta.

Almeida

Marujo, na impossibilidade de conseguir as Types 22 Batch III ou Types 23 junto a RN, eu prefiro fazer a modernizacao que voce sugeriu! So nao acredito que seja possivel instalar o VLS Sea Wolf nelas porque isso exige espaco nos decks inferiores, eh uma mudanca muito radical. Mas arrancar os 4x lancadores de MM-40 da proa e por 8x MM-40 block 2 ou 8x Harpoons (bem menores) a meia-nau, dando espaco para um canhao de 4,5pol na proa, seria uma boa. No lugar dos dois lancadores de Sea Wolf poderiamos por dois CIWS como o Phalanx que voce sugeriu,… Read more »

marujo

Almeida, colocar um canhão de 4,5 polegadas na proa das T-22 no lugar dos lançadores de Exocet é uma impossibilidade estrutural e não sei se há espaço a meia – nau para 8 mísseis antinavio. Mas veja essa proposta de configuração barata: Exocet MM-40 B2 na proa, canhão Bofors de 57 mm no lugar do lançador de vante do Sea Wolf, canhões Trinity 40/70 nas laterais e um lançador de RAM ou Sea RAN sobre o hangar. Não sei quanto os sensores estão ultrapassados, por isso não opino. Quanto a Dodsworth F-47, desstivada precocemente, bem que gostaria de vê-la novamente… Read more »

marujo

Talvez seja possível, sim, colocar VLS Sea Wolf em nossas T-22. O Chile vai colocar Barak AA de lançamento vertical e um canhão Oto de 76mm em sua única Batch 2. Quem mais se atreve opinar?

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