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HMAS Melbourne e seus A-4 Skyhawks

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INDICAÇÃO DE: Ramillies

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Melk
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Melk

Vejam que coisa, a Australia hoje, não tem nenhum Porta Aviões, isso só vem provar que não é facil manter um “bichão´´ desses, prova do que eu estou falando é que o Charles-de-Gaulle o Porta Aviões Frances, acaba de voltar as docas para novos reparos depois de dois meses de provas de mar, e de ter antes já passado dezoito meses numa campanha de modernização e reparação, os Franceses estão penando para botar o “bichão´´ em plena atividade, agora imaginem a nossa MB com os “parcos´´ recursos de que dispõe…tão tirando leite de pedra para colocar o “SÃ-PAULÃO´´ em atividade…

Marcelo Ostra
Visitante
Marcelo Ostra

Bem Melk, vale citar que os australopitecos vivem nmorando os Invencible´s

Mas o seu raciocinio esta correto

MO

Flamenguista
Visitante
Flamenguista

A questão é: Se o Brasil abandonasse a aviação embarcada de asa fixa, estaria abdicando da projeção de força?
O fato é que a nossa marinha parece estar convicta de que manter um NAe é quase uma prioridade. Todos sabemos que a marinha lutou muito para poder operar aeronaves de asa fixa. Seria tão somente o orgulho da Arma que estaria em jogo? Estariam de olho no FX-2? Lembrando que a tal “modernização” dos AF-1 é para que, antes de tudo, eles tenham capacidade de voar, coisa que a maioria deles hoje, não consegue fazer.

João Gonçalves
Visitante
João Gonçalves

No Mundo globalizado de hoje não faz mais sentido pensar que se pode ter uma força naval obsoleta para um hipotético cenário de baixa tecnologia. Para o Brasil, essa vontade de ter uma aviação embarcada, dados os custos envolvidos, só pode fazer sentido se ela for realmente eficaz e credível. Tudo o resto é gastar dinheiro mal gasto, desperdiçar recursos e pôr em risco uma esquadra, que em caso de conflito terá elevada probabilidade de insucesso. Basta reflectir no seguinte: uma pequena força de lanchas lança-mísseis de última geração pode facilmente pôr no fundo o “S. Paulo”, seu grupo aéreo… Read more »

Vassili Zaitsev
Visitante
Vassili Zaitsev

Flamenguista, Sim. Se a MB desistisse de continuar à operar NAE, com certeza que diminindo a nossa capacidade de projeção de força. Embora o São Paulo esteja inoperante, essa situação não vai durar para sempre. Eu creio, que até o fim desse ano, ele volte à navegar. Com os 12-14 Skyhawks modernizados + os Sea Hawk + os S-2T, novamente teremos um razoável poder aeronaval. É lógico que eu queria a MB equipada com novas escoltas, F-18 ou Rafale equipando o VF-1, IKL-214 na FORSUB, mas fazer o quê???? temos que nos virar com o que temos mesmo. Tentar tirar… Read more »