domingo, março 7, 2021

Saab Naval

CV Júlio de Noronha em operação

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

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FOTOS: CV Júlio de Noronha

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Mauricio R.

Ah, nesse “mar-de-almirante” é fácil, quero ver lá no Atlanticão c/ aquelas onda de dar medo… Desculpe MB, se eu sou recorrente em “pegar na quilha” da classe “Inhaúma”. Mas vcs deram motivo, fAzer o que???? Mas isto tem explicação, foi aquela coceira de pensar que sabiam projetar navio de guerra no Brasil, tendo construído apenas 2 Vosper Mk-10 aqui. Esse fato se repete ainda hoje, c/ o Inace, que pensa que sabe de projetar e construir navio-patrulha somente pq construiu 2 cascos da classe “Grajaú”. Imagina aquele estaleiro alemão que construiu 6??? Bem mas é isto, na minha humilde… Read more »

Flávio

Mauricio R, pelo seu comentário creio que conheça do assunto, pelo menos mais do que eu rsrs.
Em sua opinião os problemas da classe Inhaúma foram resolvidos com a Barroso?
sds.

Mauricio R.

Flavio,

É justamente a informação que eu estou procurando.
E ainda não obtive.

Galante

Pessoal, é importante ressaltar que as qualidades marinheiras das “Inhaúma” nunca as impediram de cumprir uma missão e umas delas foi até a Europa participar de operações com a OTAN, em 1997, onde se destacou.
Estes navios foram a primeira tentativa da MB de construir navios modernos, depois da experiência com as “Niterói” e o NE Brasil.
Só erra quem faz, e a MB aprendeu muito com as corvetas.

Jacubão

Isso mesmo Galante.
É com os erros que se chega a perfeição.
Eu consigo desenhar um desin de navios, tanques e aviões, mas toda a parte técnica de engenharia eu não faço, pois não sou engenheiro e nem formado em desin, mas papai do céu me concedeu esse talento do desin. Estou eté pensando em fazer uma faculdade de engenharia naval para (quem sabe) levar os meus projetos adiante.
Um abração a todos.

CorsarioDF

Também concordo com o Galante e o Jacubão, o discurso é muito bonito, mas a prática da construção naval é muito complexa e ninguém nos dá de lambuja. Então é fazendo, errando, fazendo de novo, refazendo que iremos ter nossa tecnologia no desenvolvimento de meios modernos para nossa querida MB.

Sds.

Flávio

OK pessoal, concordo. Espero que a Barroso tenha resolvido os problemas e que junto com as Inhaúma tenha sido de grande valia como aprendizado.
Jacubão, pelo que já vi de desenho seu aqui no blog, pode fazer a faculdade que você tem jeito pra coisa.
Te desejo sucesso!
sds

Noel

Todos tem razão, porém se o governo não liberar recursos para a continuidade de projetos, novos ou uma Barroso aperfeiçoada; todo o know how adquirido a duras penas, pela MB, e com muito dos nossos impostos, vai ser levado pela maré. Isso infelizmente é o que esta acontecendo, vide situação do Arsenal, e em poucos anos essa perda tavez seja irreversível, e a MB, se um dia voltar a ter orçamento compatível com suas necessidades, vai ter que “rereinventar” a roda. Não sou marujo, mas novas “Barroso”, ou nem que fosse só mais uma, já quebrava um galho, creio que… Read more »

Rober

Talves a Barroso não tenha resolvido todos os problemas encontrados na Inhaúma pois sómente quando entrar em operação junto à esquadra é que isto poderá ser avaliado a fundo. Mas que já é uma bela evolução, técnicamente e visualmente falando, não tenho dúvidas.

Higgins

Retirem o canhão inglês da proa e substitua por
um Bolfors Trinity 57mm…

Aposto que haverá melhoria na qualidade marinheira da
corveta, com menor embarque de água.
Simples assim.
😉

Marcelo Ostra

Higgins

Acho de mesmo jeito não resolveria o problemma do CG do navio

MO

Nunão

Pois é, Ostra, também concordo que não é simples assim não… Mais simples é comparar o perfil das Inhaúma com o da Barroso, perceber as mudanças que ocorreram de uma classe para outra(CG mais baixo com redução de altura e área vélica de mastros, diminuição do peso de armamentos localizados em conveses mais altos, caso da substituição de dois reparos de 40mm por um, embora este esteja um convés acima), e a partir disso ver tudo o que precisaria / seria viável fazer (embora com custos consideráveis). Mesmo assim, a mudança na seção de proa, uma das mais significativas, não… Read more »

Marcos T.

Discordo do fato de que para se chegar a perfeição é necessário errar.
Investimento em P&D (pesquisa e desenvolvimento) evitam uma série de problemas e gastos desnecessários, infelizmente no Brasil isso não é uma prática. Por isso o atraso tecnológico não só em defesa, más em quase todas as aréas.

marujo

Não se pode se fazer milagres com um projeto problemático como o das Inhaúmas/Barroso. Vamos torcer para que o modernização programada vá além da recuperação das capacidades originais, com a instalação de sensores mais modernos e um sistema AA decente. Agora, ao invés de contruirmos novas Barrosos, deveríamos nos associar com Singapura numa plataforma tipo as Formidables ou com os coreanos na FXX-II.

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