domingo, junho 26, 2022

Saab Naval

INACE apresenta o conceito do OPV 1800

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

opv1800

Visitando hoje o stand do estaleiro INACE – Indústria Naval do Ceará na LAAD 09, ficamos felizes em ver a maquete  conceito do OPV 1800, para a Marinha do Brasil.

O INACE, de olho na futura concorrência para a MB do Navio de Patrulha Oceânico (NaPaOc) de 1.800t, está fazendo estudos para uma solução nacional que aproveita várias tecnologias disponíveis em embarcações civis, como a propulsão diesel-elétrica com azipods. Com esse tipo de propulsão, os geradores de energia podem ser posicionados em diferentes compartimentos, aumentando a capacidade de sobrevivência do navio em caso de avarias.
O engenheiro naval Marcio Igreja disse que os pods azimutais proporcionarão uma grande capacidade de manobra ao redor das plataformas de petróleo.

O OPV 1800 está sendo pensado inicialmente com armamento leve, com um canhão de 57mm, mas com capacidade para receber armamento de respeito em caso de necessidade. Para mostrar aos visitantes que reclamariam da maquete do OPV aparentemente desarmada, o engenheiro Igreja mandou fazer lançadores de mísseis RAM e mísseis antinavio. O navio também poderá receber helicópteros a bordo e operar UAVs.

opv1800a

opv1800b

opv1800c

NOTA DO BLOG: A classe dos NaPa 500 vai se chamar “Macaé”.

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Esdras

Fico muito feliz com esta notícia, mas será o projeto mesmo nacional?

Farragut

Um setor já se deu bem com o reaparelhamento da Marinha: o nautimodelismo.

Wilson Johann

Este Navio Patrulha dá de 10 na fragata oferecida pelo americanos. Gostei do modelo, principalmente pelo fato de poder receber novos ou mais potentes armamentos. É um navio patrulha que já está mais para corveta, e pelo visto no detalhe da terceira foto, no convés de popa ele possui lançadores verticais, o que o tornaria, no quesito de defesa aérea, superior a Barroso.
Só não gosto muito desse canhão de 57mm. Prefiro o “super rápid” de 76mm. Tem muito mais poder de fogo.

Saudações!!

Direto do Fundo do Mar

Os detalhes como lançadores de Harpoon e RAM são pecinhas que podem ser removidas e fazem parte de um Brain Storm do Inace.

O mais legal e real que está inserido nesta maquete.

Os estabilizadores são reais e testados nos iates que o Inace constrói.

Reparem que não são como os outros: Aletas e sim tubos com hélices internas gerando jatos.

Segundo eles funciona e muito bem nos iates.

Quem sabe? Mas o desenho é muito diferente do que a MB está trabalhando.

Enfim, vamos aguardar!

Almeida

Seansacional o projeto! A INACE está de parabéns! Acho que o ideal seria montá-los com o básico (canhão de 57mm na proa, 40mm no teto do hangar na popa e sensores completos) e deixar espaço para, em caso de necessidade, instalar o que falta (mísseis anti-navio e anti-aéreos). Assim teríamos uma boa classe de patrulhas baratas que poderiam, em caso de conflito ou baixa inesperada de outros meios, se tornar corvetas. PS: o canhão Bofors de 57mm tem maior “poder de fogo” que os Oto 76mm pois colocam mais explosivos no alvo em menos tempo, além de ter resposta mais… Read more »

Cantarelli

Canhao é coisa do passado queria ver os navios da MB operando misseis de longo alcançe ai sim ficaria bom d + !

Bronco

Bonitão o bicho aí, hein? Agora é torcer pra sair do papel, mas realmente o desenho do NPAOC da Marina é bastante diferente desse que está aí. Tem um perfil mais furtivo e é, na minha opinião, sub armado.

Esse daí, se vier com todos os penduricalhos, tem tudo pra ser um grande navio.

Thiago

Ah… fico feliz que a industria nacional esteja se distraindo com alguma coisa, mas…. que “barquinho” feio em…. não há o por que a MB comprar projetos sem a tecnologia stealth. Seu design já está dominado até por alunos de quinta série e a industria nacional ainda me aparece com esses projetinhos….
Não é falta de patriotismo, é só falta de inteligência achar esse projeto interessante..

Adler Medrado

Falta de patriotismo é criticar gratuitamente qualquer coisa que a indústria nacional e as forças armadas brasileiras fazem.

lucas lasota

Creio que seria bom o desenvolvimento de patrulhas com desenho stealh. Entretanto, a capacidade ofensiva dessa patrulha esta muito bom.

Excelente!

lucas lasota

Interessante a patrulhazinha ali do lado com um heliporto para vants

Cronista

Estou decepcionado com os alguns comentários aqui no Blog a respeito das boas notícias para nossas FAs. Há tempos que digo que as coisas estão mudando, ainda muito lentamente, eu sei, mas mudando. Até os jornais já discutem alguns assuntos! O INACE fez seu papel, ofereceu um projeto à Esquadra. Parabéns! O navio é bom? Não sei… Um comceito deve ser evoluído, apurado, melhorado. Pessoalmente, acho que um NPO não precisa de mísseis anti-navio, mas gosto do RAM para defesa de ponto. O canhão *padrão* poderia sim ser o Super Rapid, mas pouco conheço de canhões… Pessoalmente, prefiro patrulhas menores… Read more »

Fábio Max

A Marinha precisa cincentrar-se em montar uma força com navios de vários tamanhos. Os NaPa de 500 toneladas são o começo disto, com uma força com uns 25/30 deles tem-se uma base de patrulha marítima nacional importante. Os NaPaOc de 1800 toneladas (algo como 10 ou 15) são complementares à estrutura básica e, por fim, as escoltas oceânicas (corvetas, fragatas… umas 10) fecham a cadeia. Seria uma força capaz de patrulhar e operar nas mais diversas situações. Pode não ser a ideal, mas seria uma marinha capacitada para patrulhar os oceanos brasileiros e, em número, distribuída nacionalmente. É preciso construir… Read more »

Mauro Lima

Patrulha é Patrulha… não Navio de Guerra propriamente dito! Acredito que o canhão de 57mm é perfeito, com reparos automáticos estabilizados nos flancos do navio, para auxiliar nas abordagens, se possível também com lançador de granadas, como parece ser o caso! O uso de mísseis é questionável, mas vá lá, um SeaRam com 21 células é mais que suficiente! Se puder ser usado para duplo emprego ar/superfície, como aquele projeto do Iris T… aí então seria perfeito! Senti muita falta de um ou dois botes rígidos de lançamento rápido, para abordagens ou resgate, ou ainda um Protetor da Rafael, lançado… Read more »

Mauro Lima

Aquele casco da Grumman, redimensionado para cerca de 2200 toneladas, me parece que seria como uma luva para este projeto, como o que eu descrevi acima!

Soluções stealth seriam também bem vindas (no casco grumman o passadiço é absurdamente quadrado), por exemplo. O estudo das soluções adotadas pelas corvetas Visby poderiam ajudar muito neste caso!

Mas é claro que esta é a minha visão de como este vaso poderia ter o seu projeto melhorado!

Ricardo

“…Canhao é coisa do passado queria ver os navios da MB operando misseis de longo alcançe ai sim ficaria bom d + !…”

Foi com esta teoria que os EUA se f*** no Vietnam…

Como se da tiro de advertência a uma embarcação que esta sendo perseguida na ZOE com míssil? Esta eu queria ver 🙂

Mauro Lima

Na verdade canhão é coisa do futuro… com munições autopropulsadas e autoguiadas (ERGM)… em várias situações tem alcance maior que míssies… e acumulam mais poder de destruição na relação custo/benefício…

Com o custo de um único míssil se colocaria dezenas, centenas de projéteis no mesmo alvo!

marujo

Bem, acredito que o projeto do Inace possa ser refinado para torná-lo mais furtivo. Considero um avanço, o barco poder incorporar armamentos adicionais como mísseis antinavio e antiaéreo. Os navios de uma marinha pequena precisam ser polivalentes, para fazer frente aos diversos tipos de ameaças. Ele me parece superior ao desenho em 3D que a MB divulgou como sendo do futuro patrulheiro oceânico.

Dalton

Ricardo,

os americanos a principio nao equiparam seus F4 com canhoes, foi um erro, mas as demais aeronaves americanas que combateram no Vietnã tinham canhoes sim incluindo os A4, A7, F8.

Os ingleses arrependeram-se de nao colocar um canhao de 4,5 polegadas nos type 22 batch 1 que nós compramos e que continuam sem um armamento de tubo decente, mas voltaram atras e equiparam as batch 3 com canhoes 4,5 pol.

abraços

Ivan

Mauro,
Gostei da sua afirmação “canhão é coisa do futuro”.
Acredito mesmo que os canhões são eternos, sempre evoluindo e se adaptando.
Quanto a opção pelo 57mm ou 76mm, vai depender de custo de aquisição e liberação de códigos fonte para integrar o sistema de armas do navio.
De qualquer forma com qualquer um dos dois estará bem armado.
Só não venham querer abroveitar os velhos Bofors 40mm. São boas armas, mas um Navio de Patrulha Oceânica precisa de algo mais robusto.

Bosco

Como dizia minha finada bisavó, tela de computador, simulador de vôo, maquete de navio e coração de mãe aceita qualquer coisa.
Ticonderogas, tremei-vos!!!rsrsrs…

Agora falando sério eu acho o Dr. Igreja exagerou na dose.
Tudo bem acrescentar 1 lançador RAM e 2 lançadores quádruplos de mísseis, mas eu acho muito 2 lançadores RAM e além de tudo de um 12 lançadores verticais no convôo que não tenho a mínima idéia do que seja.
Quanto aos propulsores azimutais, e ao canhão de 57mm, parabéns!

Bosco

Sobre canhões, no futuro próximo veremos canhões eletromagnéticos que colocarão projéteis a 500 km de distância.
Também haverá projéteis propulsados por Scramjet que atingirão 1000 km.
Quanto aos de pequeno calibre, entre 20 e 76 mm, esses sim são eternos.

Ivan

Sugestão intempestiva para os futuros NPO. A MB tem algumas torres MK8 de 114mm instaladas nas 05 (cinco) corvetas (na verdade pequenas fragatas). A proa desta belonaves aparentemente ficaram muito pesadas, então por que não retirar os canhões ingleses, substituí-los por torres Compacto de 76mm italianas e aproveitar as robustas peças nos futuros NPOs? As corvetas ficariam mais equilibradas e com um canhão mais apto ao fogo antiaéreo. Os futuros NPO levariam uma peça de peso, que poderiam ser usadas em apoio de fogo para os fuzileiros, pois aproximaria da praia navios de menor custo. Nas Malvinas estes canhões MK8… Read more »

Mauro Lima

Até o “Patrulha Estelar” Yamato tinha canhão… até a Enterprise tem canhão… de Fazer (leia-se Fêizer!)… mas tem!

Ivan

Bosco,
Acredito que canhões são eternos.
O que eles vão lançar e como eles vão lançar é um exercício de futurologia que temo não estar capacitado a discutir.
Mas seria um tema muito divertido…
Se este tema entrar no blog vou tomar uma boa dose de uísque só para relaxar e escrever todas as besteiras que eu sonho e penso…
Grande abraço,
I

Ivan

Mauro,
Bem lembrado… kkkkkkkk…
Tô quase servindo aquela dose.

Dalton

Oh Mauro…

que sacrilegio …nao é Fazer é Phaser, alias tenho uma replica de uma pistola phaser com som e luzes , quem sabe no futuro um par de orelhinhas pontudas também…

abraços

Bosco

Ivan, esse futuro ao qual me referi é de curto prazo. Provavelmente os destróiers DDG1000 irão incorporar esses avanços em seu tempo de serviço. O canhão eletromagnético foi até pensado para ele logo de cara mas o projeto não foi concluído ainda, deixando ele com o AGS 155mm. Olha uma foto de um projétil de 155 mm propulsada por scramjet aí. (https://tbn0.google.com/images?q=tbn:vjvE4zbR26eWrM:http://www.g2mil.com/scramjet.jpg) Uma outra tendência de canhões de pequeno e médio calibres é o retorno do conceito de canhão sem recuo. Existem vários projetos que vão desde calibres de 30 mm até 105 mm adotando o sistema “sem recuo” associado… Read more »

Almeida

Aos que dizem que “os canhões são coisa do passado”, me digam o que pretendem fazer: lançar um Exocet block III que custa U$ 1,5 milhão para afundar um bote inflável com meia dúzia de piratas somalis? Ou para espantar barcos pesqueiros ilegais? Ou ainda interceptar terroristas a caminho de nossas plataformas de petróleo? Pelo amor de Deus, pensem na missão e parem de pensar no super-trunfo! Navios de Patrulha Oceânicos não precisam de mísseis nem ser stealth! Eles precisam patrulhar e policiar águas oceânicas e costeiras longe do nosso território! Com capacidade para interceptar e abordar barcos suspeitos com… Read more »

Rodrigo Rauta

Mauro Lima.
Nosso saudoso”Argus” ou “yamato” não so tinha canhões, como tb reparos duplos canhoes anti-aereos, lançava , cargas de profundidade, misseis e torpedos..e ainda tinha uma ala aerea respeitavel, como os inexpugnáveis caças Tigres-negros!!!! eita tempo bão!!!ehehehehehehe
Agora voltando ao assunto do post, na verdade esse armamento pesado não vai ser de “fabrica”..serão opcionais em caso de necessidade..de fabrica, alem do MP3 e do desembasador dianteiro, os canhoes de 57 e 20 mm!

Abraços!!!!!

GHz

Ivan, Ao que consta, bem no início do projeto das Corvetas Classe Inhaúma, o canhão da proa seria o Bofors 57mm, que teria uma melhor performance no engajamento antiaéreo e de superfície, mesmo quando comparado com o OTO Melara Compact 76mm, apesar de ter menor alcance, pelos motivos que o Almeida já descreveu. Contudo, antes do início da produção, foi colocado um requisito da realização de tiro de Apoio de Fogo Naval que só poderia ser atendido por um canhão de maior calibre, e aí entrou o 4,5″ Mk.8 para tumultuar com a estabilidade dos navios… Portanto, a ideia de… Read more »

angelo nicolaci

Amigos o 57mm esta de bom tamanho para esta embarcação, e quanto a misseis é sim necessario ter lançadores a bordo, mas daí a abrir mão dos canhões em prol de misseis é burrice, por ter um custo alto e aplicação não prevista para a missão principal desta embarcação, e complementando com relação à projeteis especiais, já esta disponivel no mercado projeteis guiados por gps, scranjets e outras soluções.

Ivan

GHz,
Entendi que não deveriamos carregar a proa do NPO com um Mk8 de 114mm, mas quanto a substituir nas corvetas, o que vc acha?

Mauricio R.

“Este Navio Patrulha dá de 10 na fragata oferecida pelo americanos.” A “fragata” oferecida pelos americanos é baseada no design da maquete exibida nas fotos, não é aquele navio. Que por sí só, é maior que uma fragata classe “Niterói”. Mas e aí, é somente o INACE??? Não há outros estaleiros nacionais interessados e/ou capacitados a oferecer alternativas??? “Existem vários projetos que vão desde calibres de 30 mm até 105 mm adotando o sistema “sem recuo” associado…” Mas e o fumacê??? Deram jeito??? “Falta de patriotismo é criticar gratuitamente qualquer coisa que a indústria nacional…” Mas então o que dizer… Read more »

Mauro Lima
Bosco

Mauricio,
o fumacê pelo jeito vai diminuir.
(((www.dtic.mil/ndia/2007gun_missile/GMTueAM2/MinerPresentation.pdf)))

Mauricio R.

Bosco,

Grato pelas informações, mto interessante o conceito.

Mauricio R.

É o “meu” navio-patrulha p/ a MB!!!

Zorann

Acho muito interessante a proposta da INACE. Nós temos sim, que prestigiar a industria nacional. É necessário sim bater quilhas, treinar tripulações iniciar o processo. (como disse nosso amigo Fábio Max).Temos que dar total apoio à industria nacional e fico perplexo com comentários criticando um projeto de navio que nem se conhece direito, em favor de projetos estrangeiros. Temos uma industria naval que pode se tornar expressiva e que é basicamente sustentada pela encomendas da Petrbrás.Como pretendemos ter uma industria de relevância no mercado mundial, se nós mesmos depreciamos e criticamos suas iniciativas. Toda industria automobilística recebeu redução de impostos… Read more »

GHz

Ivan,

Eu acho que seria uma ideia interessante, num contexto de “aliviar” o peso das corvetas e enquadrá-las mais no padrão “super NPaOc”, que era o seu conceito original. Lembre-se de que seriam 12 corvetas.
Todavia, o custo-benefício de se fazer isso a essa altura do campeonato não compensaria, a meu ver. Aliás, não será feito, pois a “ModCorv” mantém o canhão Mk.8.

[[ ]]
GHz

J Roberto

E quanto a classe Vigilante?Essa classe OPV,seria uma nova versão da classe Vigilante oferecida pela Inace? EM 2006 a empresa CMN, Constructions Mécaniques de Normandie (Construções Mecânicas da Normadia), assinou um contrato, no valor de 20 milhões de dólares, para transferir tecnologias a um estaleiro brasileiro,que seria o Inace, para a construção de dois navios de patrulha tipo Vigilante. “Estes navios destinados à Marinha brasileira, “serão construídos pelo estaleiro Indústria Naval do Ceará S.A. (Inace)”. “As embarcações, das quais 15 exemplares entraram em atividade nos últimos 20 anos, serão empregadas na vigilância das águas territoriais e da zona econômica exclusiva,… Read more »

Mauricio R.

“E quanto a classe Vigilante?Essa classe OPV,seria uma nova versão da classe Vigilante oferecida pela Inace?”

Não, o OPV acima é algo 3,5 vezes maior que essa tal classe “Vigilante”.
Aliás no site da Alide há algumas considerações sobre a “transferência” de tecnologia pelo estaleiro frances CNM ao Inace p/ a construção dos 2 cascos NAPA 500 ora em curso.

Mauricio R.

“Nós temos sim, que prestigiar a industria nacional.” “Como pretendemos ter uma industria de relevância no mercado mundial, se nós mesmos depreciamos e criticamos suas iniciativas.” Não c/ o meu imposto!!! Agora se vc pretende pagar do seu bolso, faça-nos o favor, quem sabe a MB não batiza a classe c/ o seu nome. Tem que haver mecanismos de avaliação e de seleção sim, não é essa maracutaia de flexibilizar a legislação somente pq é empresa nacional, como o sr. ministro andou propondo, não é vale-tudo, rinha de galo, tem de haver contabilidade, ética, transparência, aderência á regras claramente estabelecidas.… Read more »

J Roberto

Acho que os futuros navios patrulhas oceânico (NAPAOC)com capacidade de até 1000T serão baseados nas corvetas francesas “baynunah”, inclusive, a EMGEPRON já está trabalhando no projeto em parceria com a CMN. Pelo que parece, a MB vai se adequar a navios franceses, primeiro foi esse navio patrulha (500T)da classe Vigilante (também da CMN), que já está em construção no estaleiro do Ceará (INACE) as primeiras 2 unidades, agora dizem,segundo fontes não oficiais, que a MB vai seguir o acordo e adquirir corvetas baynunah de 1000T,e talvez participar do projeto para aquisição de pelo menos 6 fragats da Classe FREMM,para substituir… Read more »

GHz

Patrulhas “oceanográficos” não, “oceânicos”.

Cleiber

Interessante também é salientar o MASTRO COM TÉCNOLOGIAS INTEGRADAS,coisa que até pouco tempo atrás era impossivel de se imaginar no Brasil.
Isso demonstra que nossas indústrias de defesa estavam carente apenas de incentivos e clientes para se modernizarem, agora concordo com a pergunta do colega lá no inicio do forum. ([red] Séra que esse projeto é nacíonal mesmo? e se for, quanto % é nacíonal?)

moriah

Muito interessante! Poderiam ser armados msm apenas com os tubos de 57mm em tempos normais de operação, tendo a bordo um heli Esquilo II ou Panther, transformando-se num verdadeiro “cutter” nestas condições, mas em tempos belicosos ou em substituição à uma escolta mais armada que estaria em PMG, sua conversão com misseis exocet, superlinx, mistral/sadral(ram dificil hein?), poderiam ser inseridos antes do pmg do navio a ser substituido, assim qdo esse fosse para a doca o OPV1800 já estaria em seu lugar pelo tempo que decorrer o PMG.

Adauto Alves

Comentar sobre OPV1800, é extraórdinário de “aretado”, prefiro pensar positivo, pois sou cearense da gema. Agora precisa os nossa câmara de deputados e senadores olhar para o pavilhão Nacional, está escrito “Ordem e Progresso”. O Estado precisa investir, apoiar e incentivar empresa brasileiras do quilates da Inace. è triste ver o que aconteceu com a nossa Engesa.

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