quinta-feira, maio 26, 2022

Saab Naval

E a recordista é…

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

aguirre-otomat

… a Marinha Peruana, em distância contra alvos de superfície. Em 8 de dezembro de 2008, a fragata BAP Aguirre, da classe “Lupo”, disparou um míssil Otomat, destruindo um alvo de superfície a 150km. O Ministro da Defesa peruano, Antero Flores-Araoz, estave presente no exercício e ficou satisfeito com a performance do míssil de sua Marinha.

O disparo do Otomat fez parte do exercício “Angamos” e foi um desafio para a Marinha do Peru, pois pela primeira vez realizou-se um lançamento contra um alvo a esta distância, que representou um recorde entre as marinhas da América do Sul.

Mais de 1.000 unidades do MBDA Otomat foram vendidos para várias marinhas ao redor do mundo. O míssil já está na versão MK2 Block IV.

SAIBA MAIS:

- Advertisement -

58 COMMENTS

Subscribe
Notify of
guest
58 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Bosco

Só para corrigir uma injustiça. No meu comentário anterior eu não citei o míssil ar-sup russo ‘Krypton’. Ele é um míssil de porte pequeno, perfeitamente possível de ser levado por uma aeronave do tamanho de um caça, além de ser ‘supersônico’ e ter alcance além do horizonte. Excelente arma russa, diga-se de passagem. Os americanos na década de 80 tinham um programa de um míssil semelhante (STM) e os franceses outro (ANF), mas não levaram a diante. Hoje existe um programa americano para definir seu próximo míssil anti-navio de longo alcance. Vários conceitos estão em estudo, como por exemplo um… Read more »

Bosco

Agora, há de se admitir que os russos estão evoluindo.
Sem dúvida o SS-N-26/(Brahmos) e o AS-17 Krypton representam avanços consideráveis que estão deixando o ocidente com um pé atrás.
Esses mísseis, além de serem supersônicos apresentam dimensões menores que seus antecessores, um certo grau de ‘furtividade’ e velocidade supersônica.

Primo

Falando em Brahmos,

No post onde informa que a Irkut entregou os SU30MKM a Malásia, fala que o upgrade dos Su-30MKI da IAF está em negociação para integrar o míssil antinavio BrahMos (alguns sites já dão notícia que existem 2 SU30MKI na Rússia sofrendo/sofreram um reforço na estrutura para esta finalidade).

Um SU30 carregando um míssil de 2,5T com 8,4m de comprimento? Tá certo que o SU30 tem 21m, mas pera lá, vou querer ver uma foto e ainda bem que não vão tentar fazer isso no coitado de um F5.

Grande Abraço

Bosco

Para um míssil de lançamento aéreo não vejo grandes problemas no alcance do MAN ser de 70 km já que em nosso cenário não há NAe, agora, para um míssil sup-sup eu acho muito pouco dado o cenário atual. Estamos sim em desvantagem com nossos Exocet MM-40 frente a Harpoons, Otomats, etc.
Só conseguimos equilibrar um pouco com os mísseis no helis e possivelmente com os Harpoons no P-3.

Nunão

O que eu gosto nos “Tomate” ASuW é que o mesmo corpo de míssil é usado no MILAS, ASW (vide o segundo link no final do post). A desvantagem a meu ver é o grande volume ocupado.

Corsario 01

Marujo, tudo tem um porque.
As vezes pode parecer para quem está de fora, como desperdício, mas, eu te diria que existe uma razão maior para isso( se é que é vero), pois, após a chegada do MAN, muitas surpresas ocorrerão.
Mas até onde eu sabia, apenas os MM40 estariam sendo retrofitados.
Os MM38 para mim é novidade.

henriquerafa

Agente tem porta avião acertamos um alvo a + de 3000 km o q é 150 km perto disso hahahahhahah

Bosco

Primo, você levou em consideração apenas o ‘horizonte radar’ e não levou em consideração o RCS do míssil. Com certeza um míssil anti-navio tem um RCS reduzido o que faz supor que ele seria detectado em torno de uns 20 km do navio, no máximo. Nessa distância o navio teria pouco mais de 1 minuto antes do impacto. Supondo-se que o radar do navio trave no alvo, de modo a prover o sistema de controle de tiro com uma solução de tiro adequada, a uma distância de 15 km somente, restariam apenas 45 segundos antes do impacto. Supondo-se que o… Read more »

Bosco

A melhor defesa contra um míssil é destruir o vetor antes que ele dispare. No caso do ser um avião só mesmo a cobertura aérea promovida por um NAe e suas aeronaves (caças e AEWs) seria arma eficiente de o mesmo tiver portando um míssil com alcance OTH. No caso de um navio contra outro, leva vantagem quem for mais difícil de ser detectado pela aeronave de esclarecimento (ser stealht ajuda) e/ou quem tiver o míssil de maior alcance e a aeronave de esclarecimento mais capaz. Ficar na defensiva achando que o CIWS, os mísseis anti-mísseis ou os sistemas de… Read more »

Roberto Carvalho

Flal,

Os submarinos da classe Tupi e o Tikuna serão capazes de lançar os mísseis SM-39? Eles irão operar os torpedos MK-48?

Qual será o armamento dos SBR e do SNBR?

Obrigado!

Wolfpack

Bosco esqueceu dos Phalanx… Estes poderiam dar conta dos Otomat…

Flal

Roberto,

Os submarinos da classe Tupi e o Tikuna não poderão lançar mísseis. Eles irão operar apenas com torpedos MK48 e minas.

Os SBR’s e o SNBR possuíram o mesmo armamento: Torpedos derivados do Blackshark, mísseis SM-39 e minas.

Saudações

Baschera

Padilha,

Olá…. o dia 4 de agosto já passou…. e ???

Sds.

Roberto Carvalho

Flal,

Obrigado pela explicação. Vc não acha que a MB vai ter dificuldade em manter 2 tipos de torpedos pesados diferentes?

Não seria melhor adotar apenas um deles, como fica a logística? Esse não será mais um erro de planejamento da MB, tal qual vc falou em seu post outro dia?

Baschera

Padinha,

Pô, desculpe….. só agora é que paginando lá na Alide/BM é que ví seu comentário acerca do dia 4….

Meus sinceros pesames e orações pelo passamento da Sra. sua Mãe.

Forte Abraço.

Vassili

Peraí…………. Falaram que a MB está modernizando MM-38????????????????????? mas eles não foram desativados????????????????? Até onde sei, o que ela está modernizando é os MM-40 BlockI, e apenas os sensores. O alcance máximo dele não vai aumentar em nada, ou seja, ele vai continuar com os 70 km de alcance, e isso na melhor das hipóteses…….. Infelismente, ainda não é dessa vez que teremos o Block III nas nossas mãos, pois o mesmo ainda não é operacional. Pelo que sei, o desenvolvimento do mesmo está na reta final, e a França já teria encomendado o primeiro lote dele. Quanto as expeculações… Read more »

LM

Prezados, Corrigindo algumas informações: A MB não está elevando seus mísseis Exocet MM-40 para o padrão Block III. O que está sendo feito é apenas revalidando seus mísseis MM-40 Block I e Block II; Os Seawolf’s não estão fora de operação por falta de peças; A MB, assim como a maioria das marinhas sul americanas, não costuma “embarcar” a dotação máxima de seus mísseis Exocet. Quando estão “embarcados” esses mísseis, apesar de estarem no interior de seus lançadores, sofrem a ação do clima, da maresia, e de outras intempéries. Dessa forma, a MB prefere manter a maior parte de seus… Read more »

Flal

Por falar em Exocet, a MB pretende adquirir o SM-39, versão lançada de submarinos. Esses mísseis serão operados nos futuros SBR’s e no SNBR.

Deve ser adquirido mais um lote da versão do AM-39, versão lançada de aeronaves.

Flal

Os mísseis MM-38 não serão modernizados. As fragatas classe Greenhalgh estão passado por uma modernização, e os referidos mísseis estão sendo substituídos pelos MM-40 Block I e Block II.

Também desconheço a informação de que os sistemas e os mísseis Seawolf estejam fora de operação. Por favor, não “plantem” informações equivocadas.

Saudações

Jonas Rafael

Além do quem se não estou enganado, o Phalanx jamais destruiu um míssil anti-navio em combate real. Seja por falha de operação/software ele falhou em proteger a USS Stark e o USS Missouri no golfo pérsico além do INS Hanit no Mediterrâneo. Isso prova como o combate real é muito mais complexo do que testes com variáveis controladas.

Jonas Rafael

Além do q

FD

Marcelo Tadeu, o Exocet 40 Block 3 é um míssil completamente diferente e que ainda está em fase de desensolvimento/início de utilização na França.
A Marinha está revalidando os MM38 e os AM39.

Marcelo Ostra

é verdade Igo .. mas r que enquanto a lupo ficaria no norto os ikaeles tariam esperando o NAe …

Nem tudo é isso ou aquilo …. há as variantes …

abs
Mod MO

marujo

Exocet MM – 38. Alcance, 40km?

Alexandre Galante

Fabio Bett, todos os mísseis antinavio com alcance além do horizonte radar do navio, como o Otomat, Harpoon e Exocet MM40, entre outros, utilizam a orientação da aeronave embarcada no navio. É a chamda orientação OTH (over the horizon). O helicóptero indica os alvos para o navio lançador e pode em alguns casos fazer a orientação de meio curso do míssil, para compensar mudanças de posição do alvo. Os navios brasileiros também precisam da orientação dos helicópteros Super Lynx embarcados para usarem o MM40 no alcance máximo de 70km. O Otomat, assim como o Exocet, usam orientação por plataforma de… Read more »

Primo

150Km pode até parecer muito, mas esse míssil voa a 950Km/h, agora façamos as contas.

Para atingir um alvo a 150Km ele gastaria a grosso modo 15 minutos em vôo.

Supondo que o navio atacado identificasse o míssil a 40Km, este teria 4 minutos para se defender, com os atuais meios de auto-defesa esses números não me animaram muito não.

Para contrapor os meios de auto-defesa o atacante teria que fazer “chover” mísseis sobre o alvo, não sei se isso é viável dado o custo destes meios.

Corsario 01

40km? com muita sorte e fatores favoráveis com vento a favor e etc até pode chegar perto deste numero. rsrsrsrsrsr

Corsario 01

MO eu fiz e muitissimo bem a minha parte. Agora depende da boa vontade das outras partes “interessadas”.

Eu estou tranquilo e como sempre, com a minha consciência tranquila, pois, SEMPRE cumpro o que me comprometo a fazer.

Já os “outros”, bom, ai não quero nem saber.

Igo

Calma galera,

Vocês estão fazendo muito barulho por pouco caso, vocês tem idéia de onde ficaria uma fragata dessas num enfrentamento contra um GT capitaneado por um PA??? NO PORTO!!! Os caras só tem isso, calma.

Abraços

Corsario 01

Só sei que o melhor tiro de canhão na Unitas Gold foi da Aguirre.
Infelizmente, por problemas “técnicos”, a Alide ainda nâo publicou esta matéria que já deveria estar entre nós faz tempo.
Mas acredito que ainda este ano ela saia. Afff|!

Marcelo Ostra

Quem vem primeiro a Alide Unitas Gold ou o Titulo Brasileiro do Botafogo ????

heheheheh
Mod MO

Fabio Bett

Nenhum navio de guerra sul-americano tem o poder de engajar outro navio a 150 km, a marinha do brasil, por exemplo, só consegue engajar a uns 40km. Mísseis de 150 Km são guiados por GPS, por exemplo, até ativarem o seu sistema de guiagem. Então tem que se obter a coordenada do navio inimigo antes do disparo e nenhuma marinha sul-americana tem a capacidade de obter a posição do inimigo e guiar misseis nessa distancia. Os navios da marinha brasileira são considerados modernos, apenas o chile tem 02 navios melhores, porque podem travar os alvos mais longe. Vale lembrar a… Read more »

seawolf

“Também desconheço a informação de que os sistemas e os mísseis Seawolf estejam fora de operação. Por favor, não “plantem” informações equivocadas.”
“Os Seawolf’s não estão fora de operação por falta de peças”

E de onde tiram que eles estão funcionando???? Marinha pobre é isto mesmo…

McNamara

Vento, baixa visibilidade, mar força-5, situação de crise internacional, tensão, não há guerra declarada oficialmente e você tem dois mísseis subsônicos convergindo para o seu GT. São alvos difíceis de detectar, e o tempo de reação é escasso. Você vai ver que os mísseis subsônicos ainda são muito eficientes. Só não sei de vai ter oportunidade para contar para alguém o que ocorreu.

Dalton

Lembrando que os EUA estao gradualmente embarcando os ESSM, um grande avanço sobre o sea sparrow para ser usado contra misseis anti-navio, incluindo os supersonicos e que apresenta uma vantagem extra:

cada celula do VLS poderá receber 4 misseis, ou seja, um destroyer arleigh burke que conta com 96 celulas, para misseis diversos, utilizando apenas 16 das 96 celulas terá 64 misseis ESSM para pronto disparo.

sds

Bosco

Wolfpack, em tese sim. Mas provavelmente o fabricante do Otomat diz que não. rsrs…. Alguns mísseis manobram na fase terminal o que pode dificultar a defesa. A manobra mais comum é a ‘pop-up’ que é uma subida seguida de um mergulho. Mas contra um navio equipado com uma defesa anti-míssil consistente (em camadas, ativa, passiva, etc) o melhor mesmo é usar mais de um míssil convergindo de várias direções a fim de saturar a defesa. Só de curiosidade o míssil anti-navio que considero hoje ‘top’ é o NSM. É pequeno (pesa metade de um MM-40), tem longo alcance (quase 3… Read more »

Getulio - São Paulo

Ao que parece temos pouca preocupação com defesa das belonaves, face ao custo dos sistemas de proteção. Penso que para defesa contra mísses e aviões o sistema russo de misseis e canhoes rotativos o melhor. Até o remuniciamento dos misseis é automatico. Esta história de marinheiro ficar pendurado lá fora do navio com o missil frances, para mim é fantasia da Segunda Guerra. Só um louco ficaria na parte de fora do navio em combate real, pois seria alvo do ataque das munições, estilhaços, etc. Para o ataque a longa distância, vejo que o míssil indiano Brahmos com alcance efetivo… Read more »

RJ

— Lançaram o tomate a 150 km de distância?

— Não, filhinho. É Otomat!

— Então? O tomate voou tão loge assim?

Aguenta…

Bosco

Getúlio, os mísseis anti-navios ‘lentos’ ocidentais são tão letais quanto seus congêneres russos/indianos. A diferença do conceito é por conta da doutrina. Os russos (assim como a antiga URSS) consideram o seu maior inimigo os porta-aviões, para tanto, precisam de um míssil que tenha grande alcance para poder ser disparado o mais longe possível da cobertura aérea provida pelas aeronaves embarcadas no mesmo. Também precisam de uma ogiva que seja grande o suficiente para causar dano a um super porta-aviões classe Nimitz. Ou seja, um míssil com essas características fica quase do tamanho de um caça. Para que tal ‘monstro’… Read more »

Marcelo Tadeu

Thiago,

Não fique com vergonha não, informe-se. A MB está modernizando os Exocet para o padrão Block 3.

Comparar a Marinha do Perú com a do Brasil é sacanagem. A MB é a maior da América Latina.

Uma coisa é lançar míssil em alvo parado sem que esse se defenda. Em uma situação real, o CIWS ou um Seawolf VL já teriam detonado este Otomat no meio do caminho!!!

Sds

fullcrum

além do mais estamos nos preparando para produzir nosso próprio míssil.

Flavio

fullcrum,

você alegrou meu dia com esta noticia….tem link sobre o assunto?

Marcelo Tadeu,
Bem lembrado. O alcance em si não é tudo, mas seria bom se tivessemos esse alcance também.

marujo

Só,meu caro Fulcrum, que nosso futuro Míssel Anti-Navio (MAN)terá alcance de 70km, igual aos nossos Exocet MM-40 Block 2. Não vamos ficar tão satisfeitos,assim, por isso.

Lobo do Mar

Que se Seawolf, todos os sistemas estão parados, sem peça de reposição.

tomas

O que me deixa descontente é a pouca quantidade de mísseis colocados nas nossas fragatas e corvetas.
Já repararam que as escoltasd MB Niteroi, T-22, Inhauma, e Barroso nunca estão com a sua dotação total de mísseis Exocet.
Quanto muito 2 unidades por escolta e às vezes nenhum até!
As escoltas da Marinha da Venezuela, Perú e Chile estão na maioria das vezes totalmente armadas com seus Otomat e Exocet.

Será que estão estocados ou fora de uso?

molleri

Mostrar o lançamento é fácil! Qualquer “mercador de armas” faz.
Queria ver é mostrar o impacto e o resultado no alvo.

Bronco1

MO,

Tinha que falar mal logo do meu amado Botafogo?

=(

Marcelo Ostra

Sabia mais manifestações (alem do fundo do balde) …. rss .. lembrança de 1995 …

Isso pq qundo sair a Alide,a ter o naviodele o Almte. Padilha e diga-se de passagem, Lupo tbm

rsssss
Mod MO

Jonas Rafael

O Otomat foi um dos primeiros no ocidente a ter a capacidade de acertar alvos a essa distância, mas a versão nova do Exocet, MM40 Block 3 já supera essa marca. Sobre ela ainda estar em desenvolvimento, não tenho certeza. No site da MBDA (que comercializa os dois) já consta o Block 3 como produto em catálogo.

palito

e bom saber que os outros paises da america do sul, estão se preocupando com a defesa, assim podemos ter um continente que possa ter respeito!

- Publicidade -
Publicidade
Parceiro

Últimas Notícias

Navios de guerra britânicos podem ser enviados para quebrar o bloqueio de Putin aos portos do Mar Negro

A Grã-Bretanha está coordenando com seus aliados um plano potencial para enviar navios de guerra ao porto de Odessa,...
- Advertisement -