segunda-feira, janeiro 24, 2022

Saab Naval

O mastro de sensores integrados da Thales

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A Thales desenvolveu o inovador mastro integrado I-Mast 100 para navios de guerra. Ele possui uma estrutura que engloba os radares e sensores optrônicos, o sistema de IFF (Identification Friend-or-Foe), antenas de Guerra Eletrônica, antenas de comunicação (inclusive SATCOM) e todos os sistemas associados.

O mastro pode ser adaptado e diferentes projetos de navios, mudando o formato e as configurações das antenas, de acordo com o cliente.

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Lula

Vou mandar colocar em toda afrota de navios brasileiros….

Lucas Calabrio

E depois falam que os franceses não são criativos e so fazem produtos inferiores ao norte-americanos

brujhar

Uma pergunta amigos,

Hoje existe alguma redundância para os mastros dos navios?
Pois um tiro buscando o mastro deixaria o navio cego. Correto?

Abraços

Caipira

Alguém sabe algo sobre o 1º voo do PAK-FA?

brincadeirinha, brincadeirinha….rsrsrs…só pra matar o Ostra e o Dalton de raiva…..

Bosco

Brujhar,
isso mesmo. Sem dúvida esse mastro é vulnerável a um “mission kill”, pelo menos mais vulnerável que alguns outros mais convencionais parece que sim.
Um míssil guiado por data-link e com um homing de imagem IR pode ser orientado para o mastro. Também existem mísseis com grande capacidade de processamento de imagens que poderiam “travar “por conta própria o mastro, sem intervenção humana.
Um abraço.

rolouco

qual seria a solucao para o problema entao? se garantir na defesa do navio?

Nunão

Rolouco

Uma das soluções é separar parte dos sensores e também das estações tripuladas dedicadas a controle / comando / informações etc em mais de um mastro de combate / passadiço / COC / CIC. É o caso, por exemplo, da futura F-125 alemã e de projetos Meko recentes.

https://www.naval-technology.com/projects/f125-frigate/images/1-f125-frigate.jpg

Nunão

Bosco,

Mesmo sem um impacto direto, mas uma arma com características de fragmentação, poderia gerar um “mission kill”. O uso de um só radar que roda em alta velocidade e ilumina seus alvos por feixes independentes, fazendo ao mesmo tempo busca direção de tiro também é algo que não me agrada nesse aspecto, mas que, na questão do custo-benefício, é uma solução lógica. Creio que os fabricantes devem ter respostas mais profundadas a essas perguntas. As menos profundas até hoje não me convenceram muito…

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