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Quando a esmola é demais o santo desconfia

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Avarias estruturais em contratorpedeiros classe “Arleigh Burke”

Foi noticiado que sérias avarias estruturais foram encontradas em vários contratorpedeiros da classe “Arleigh Burke” da US Navy. Eles somam 51 navios em operação, de um total 63 planejados, construídos pelos estaleiros Bath Iron Works, da General Dynamics, e Ingalls shipyard, da Northrop Grumman Corporation.

As avarias teriam sido provocadas pelo impacto da proa em mar grosso, causando rachaduras em estruturas de 13 navios da classe.

Os custos dos reparos e mudanças de projeto para os novos navios devem alcançar a cifra de US$ 63 milhões.

NOTA DO PODER NAVAL: notícia publicada no antigo Blog Naval em 23 de outubro de 2007.

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Fernando "Nunão" De Martini
Editor
9 anos atrás

Resolvida a questão para quem ousar reclamar sobre a não transferência de tecnologia no suposto “pacotão do Obama”.

É só pedir a “tecnologia necessária” para esse conserto!

joseboscojr
joseboscojr
9 anos atrás

O trem vem rachado e “downgradeado”.
Vão fazer um arrastão antes de vendar a carcaça rachada!
Rsrssrsssss
Estamos “lascators”!

Wagner
Wagner
9 anos atrás

A ” perfeição” americana…

Luiz Padilha
Luiz Padilha
9 anos atrás

Mesmo com “rachaduras”, estão anos luz do que possuimos hoje em dia.

Prefiro esses 4 rachados do que as goiabas que temos hoje em dia.

Wagner
Wagner
9 anos atrás

Daltooonnnn

Essas rachaduras podem fazer o navio se partir no oceano ??

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
9 anos atrás

Padilha,

Falando em Goiaba, lembrei do nosso caça submarinos Guaíba, da IIGM.

Estava relendo outro dia um relato de que, quando transferido da USN para a MB, ele veio pintado de cor de rosa, por sabe-se lá por que motivo.

E isso rendeu-lhe o apelido CS Goiaba.

Luiz Padilha
Luiz Padilha
9 anos atrás

Nunão, o USS Farragut tem uma pintura meio rosada tb.
Diz a lenda que na linha do Equador ele sumiu dos radares dos navios que o acompanhavam.
As vezes é bom ser rosa. hahahahahahahahahaha

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
9 anos atrás

Pois é, se não me engano a pintura do CS Goiaba tinha os mesmos propósitos “furtivos”, só que ao sensor augapfel* type 1 dos U-boats, não aos radares.

*augapfel = eyeball

daltonl
daltonl
9 anos atrás

Wagner… não há risco do navio se partir não…mas com toda certeza, os navios da US Navy são muito exigidos, atravessam oceanos, se deparam com mar pesado com mais frequencia, mudanças de clima, etc. então é até normal eles apresentarem um desgaste maior. Padilha e Nunão… o USS Winslow que serviu no Atlantico Sul durante a guerra, foi pintado em um esquema semelhante ao “Mountbatten Pink” e esta camuflagem pode ter sido testada em navios menores, onde parecia ter uma eficiencia maior. Também é possivel que o Guaíba tenha vindo com uma pintura anti-ferrugem e em cima foi pintado de… Read more »

MO
MO
Reply to  daltonl
9 anos atrás

Verdade Dalton

Creio que não foi interpretado por quem le o texto que estes navios NAVEGAM… e grande parte do que eles fazem proporcionsl aon nosso padrao é elevado a 8a potencia log 45 x D = B(2)+4a.c

Brincadeiras a parte os CT´s e F´s da USN desde 1941 navegam muito e pouquissifos sofreram fadigas estruturais … O Frank E. Evans, a Samuel B Roberts, bouchard, Comodoro Py e os classe P Paraiba, Maranhão Alagoas e Mariz and Barros da vida que o digam …

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  MO
9 anos atrás

MO, Falando nesse assunto das fadigas estruturais, uma curiosidade que eu tenho é em que condições estruturais o Mariz e Barros de 43 chegou ao final da sua vida útil, em 72. Pois é o caso, talvez único, de um projeto de navio norte-americano do porte de CT, construído aqui e que teve uma vida de quase 30 anos, ao contrário dos demais classe M e classe A (ingleses adaptados), que serviram por menos tempo – não por problemas de fadiga, até onde sei, mas pela MB ter privilegiado a manutenção dos classe P, mais capazes e com peças mais… Read more »

MO
MO
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
9 anos atrás

oi fernandinho

desculpe a demora em responder (em verdde em ver …_ tou meio esquisito, acho que to virando buneco

Sinceramente, acompanhei muito pouco a vida e obra dos A´s e dos Mahan´s brazucas

Em primeira instancia e passivel de tar dando uma de sapiencia navalis, possa ser´pelo fato de ser pouco navegado ou pelo estatus de ser o primeiro DDG brasiliense (sabe aquele ‘ mk 10 immortal status’)

mas como falei, posso tar dando uma de sapiencia navalis aqui neste momento … pois estou com sindrome do desinterece emburrecimento naval progressivo

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  MO
9 anos atrás

ahahahaha,

Valeu, MO!

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
9 anos atrás

Valeu pelas infos do USS Winslow, Dalton. A sua última suposição me faz lembrar um dos meus filmes preferidos de submarino, o “Operation Peticoat” Já escrevi sobre ele antes, mas não custa repetir. Para quem não sabe, no filme um sub americano da IIGM todo remendado está recebendo nova pintura antes de prosseguir em sua nada heróica fuga dos japoneses. Como não tinha tinta vermelha anticorrosão suficiente, misturaram com branco e deu cor de rosa. E como veio um ataque japonês antes de poder pintar de cinza por cima, tiveram que partir com o “pink submarine”. O filme é muito… Read more »

Observador
Observador
9 anos atrás

Caro nunão: Eu lembro deste filme. Tinha passagens surreais (claro, era uma comédia): na fuga, tiveram que levar mulheres a bordo e parece que deu um azar danado. Durante a fuga, eles localizaram um porta-aviões japonês fundeado em uma ilha e resolveram atacar. Só que erraram o alvo, porque uma das mulheres acidentalmente acionou o controle de lançamento antes da hora, daí o torpedo apareceu na praia, atravessou a faixa de areia e explodiu um caminhão japonês que passava inocentemente pelo local. O final do filme é peculiar: com problemas no rádio o submarino rosa é caçado pela frota americana… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Observador
9 anos atrás

Observador, De fato, “afundarem” o caminhão é quase surreal. E a aparente inocência, a meu ver, é mais pelo fato da audiência ter mudado, e não perceber, talvez, algumas sutilezas que na época o público era mais acostumado a pegar, pois hoje o cinema do tipo é mais “explícito”, ou explicado. O que parece inocente às vezes não é tão inocente assim… O mais engraçado, pra mim, é toda a sequência do “marujo” Hornsby. Espero que a crônica carência de recursos na MB não chegue ao ponto do pessoal exercer a “criatividade” dos personagens para remendar o submarino! Mas é… Read more »

GUPPY
GUPPY
9 anos atrás

No filme Operation Petticoat (Anáguas a Bordo) foram utilizados três diferentes submarinos a saber: USS Queenfish SS-393, USS Archerfish SS-311 e o USS Balao SS-285, todos da Classe Balao, sendo este último o primeiro da Classe. O primeiro citado foi utilizado nas filmagens iniciais e depoi só no final (o distintivo é visualizado).
A MB operou dois Classe Balao muito semelhantes aos do filme, os USS Sandlance (SS-381) e USS Plaice (SS-390), respectivamente Rio Grande do Sul-S11 e Bahia-S12.
Tivemos outros Classe Balao que foram modificados para o padrão GUPPY.
Agora, no filme o submarino é chamado “Sea Tiger”.

Abs