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A volta do Viking?

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Coreia do Sul pretende comprar 18 jatos S-3 Viking que pertenciam à US Navy

S-3 Viking

A Marinha da República da Coreia do Sul (ROKN em inglês) planeja a aquisição de aeronaves de reconhecimento e vigilância. Em particular, a força possui planos para comprar jatos Lockheed S-3 Viking, utilizados pela Marinha dos EUA até janeiro de 2009 e que foram estocados no deserto do Arizona.

A ROKN deve comprar 18 jatos S-3 e modificá-los para uma nova configuração que atenda aos requisitos operacionais da Marinha. Se for aprovada, será a primeira aeronave de patrulha a jato de asa fixa a ser operada pela Marinha da Coreia do Sul, que atualmente voa 16 aeronaves turboélices de patrulha P-3CK.

“A introdução do S-3 vai oferecer uma grande oportunidade para a ROKN operar um jato baseado em porta-aviões, uma vez que o país pretende implantar uma força de porta-aviões no futuro”, disse Kim Dae-young, pesquisador do Korea Defense & Security Forum. “Do ponto de vista operacional, o S-3 deverá ser utilizado para vários fins, tais como a patrulha, guerra de superfície e reabastecimento aéreo.”

FONTE: Defense News (tradução e adaptação do Poder Naval a partir do original em inglês)

NOTA DO EDITOR:durante a XIV Feira Internacional do Ar e do Espaço (FIDAE 2006), foi anunciado que os Estados Unidos estariam dispostos a enviar “de graça” aviões de patrulha anti-submarino Lockheed S-3 Viking aos países do Cone Sul. Mais de cem aviões teriam sido oferecidos oficialmente de forma gratuita às marinhas do Brasil, Argentina, Peru e Chile (veja mais detalhes no penúltimo link abaixo).

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MODaltonAurelioMayuanObservador Recent comment authors
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Antonio M
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Antonio M

Para o Brasil operá-lo eu veria alguma viabilidade, se tivéssemos ligações mais estreitas com a Córeia e outros interessados que viesses a aparecer pois a própria Coréia deixa claro que além do uso efetivo serviria mais como aeronave de transição, aprendizado, desenvolvimento de doutrina para outra mais moderna durante a implantação dos seus porta-aviões. Uma “aquisição conjunta” permitiria custos menores de eventuais modernizações que talvez não sejam muitas pois saíram a pouco de serviço e de outros sem falar na possbilidade de participar de operações conjuntas sem falar que tudo serviria como transição dentro de um planejamento para usar equipamentos… Read more »

Observador
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Observador

Antes que alguém fale que foi mais uma oportunidade perdida é bom lembrar que o peso máximo deste avião está além da capacidade máxima da catapulta principal do São Paulo.

Para usá-lo lá, só com muitas restrições.

Além disto, os S-3 estavam no osso. Pela reforma dos A-4 e dos S-2, se imagina a novela que seria.

Mayuan
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Mayuan

Seria o “de graça” mais caro que já vi. Imagina quanto sairia a reforma disso? Depois o custo da operação em si. No final, depois de gastos sei lá quantos milhões, vamos fazer o que com eles? Colocar pra decolar e pousar do São Paulo ancorado? O Opalão nem navega… O cobertor é curto. Eu diria que é quase uma toalha de rosto. Achei ótimo a MB ter tido o bom senso de educadamente recusar a proposta.

Aurelio
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Aurelio

Alguém , poderia me dizer , o que os franceses usavam neste porta-aviões antes do Brasil comprá-lo ??? Sempre leio comentários que falam que os caças tem que ser leves, os aviões de patrulha idem . O que as franceses tinham afinal no Foch ???

Dalton
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Dalton

Aurélio… – F-8 Crusader caça naval de origem americana que os franceses usaram até o “osso” e que tinha umas 15 toneladas de peso máximo na decolagem, cerca de 10 eram transportados; – Super Etendard de ataque de origem francesa cerca de 12 toneladas de peso máximo na decolagem, cerca de 16 eram transportados; – 3 Etendard usados para reconhecimento e tanque, com cerca de 10 toneladas de peso máximo na decolagem, 3 dos quais eram transportados; – Alizé antisubmarino turbohélice de origem francesa com cerca de 8 toneladas de peso máximo na decolagem e cerca de 7 eram transportados;… Read more »

MO
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Apenas acrescentando a aviação naval do aviaozinhum naval cresceu e a maioria da época dele hoje esta incopativel com suas dimensões de hangar e capacidade de catapultagem, por isso a atual treta de casar aeronave maritima de combate and ou ataque com ele nestes dias