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Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro comemora 250 anos de existência

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AMRJ na década de 1980

O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) realizou, no dia 10 de dezembro de 2013, a Cerimônia alusiva ao seu 250º aniversário de fundação.

Dentre os eventos alusivos à data comemorativa, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) efetuou o Lançamento do Selo Personalizado alusivo aos 250 anos de fundação, contendo a mesma arte da medalha, cujo ato de obliteração, que coloca oficialmente o selo em circulação, também foi executado, em conjunto, pelo Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Moura Neto; Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Gusmão; e Diretor do Arsenal de Marinha, Contra-Almirante Mario.

A gerente da região centro-metropolitano dos Correios, Sra. Maria Silvia Osse de Sordi, destacou a satisfação da ECT em participar de um momento tão significativo para a Marinha do Brasil, salientando que a circulação do selo nas peças filatélicas e nas correspondências propaga e perpetua o tema que lhe deu origem.

Em sequência, a Casa da Moeda do Brasil, representada pelo Superintendente do Departamento de Moedas e Medalhas, Dr. Paulo Ricardo de Mattos Ferreira, lançou uma medalha comemorativa à data, idealizada pela artista plástica Erika Takeyama, que apresenta, em seu anverso, o brasão do AMRJ e as legendas: “ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIRO”, “250 ANOS”, “1763-2013”, e no verso, a composição da proa da Nau “São Sebastião”, tendo a sua frente o Submarino “Tikuna”, ambos construídos pelo AMRJ.

Foi realizado, ainda, o batimento de quilha das Embarcações de Desembarque de Carga Geral (EDCG) “Itaoca”, “Casco 134”, “Itacuruçá”, e “Casco 135”, no Edifício 17 do Arsenal, solenidade que representa o início da construção de uma embarcação. O Comandante da Marinha e o Diretor-Geral do Material da Marinha realizaram o batimento das escórias dos filetes soldados com as iniciais dos seus respectivos nomes e receberam os marteletes utilizados como marco da cerimônia.

FONTE: Marinha do Brasil

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Fernando "Nunão" De Martinidaltonl Recent comment authors
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daltonl
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daltonl

O cruzador Tamandaré já fora do serviço ativo pode ser visto na foto em local onde permaneceu por alguns poucos anos entre 1976 e 1980, anos da baixa e venda para o desmanche respectivamente.

Fernando "Nunão" De Martini
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Dalton, A foto quase certamente é de 1980 ou um dos anos seguintes, pois podem ser vistas cinco das seis fragatas classe “Niterói” (não que todas estejam operacionais, pois pode ser alguma delas em acabamento final, se for do início de 1980). É provável que as obras que se vê na carreira grande à direita da foto são da construção do casco do NE Brasil, cuja quilha foi batida em 1981. A foto foi publicada num livro de propaganda, da época do ministro Maximiano, dos navios então recentemente construídos, em construção ou em projeto no Brasil, incluindo plantas e texto… Read more »

daltonl
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daltonl

Nunão…

depois de 1980 não pode pois foi em 1980 que o Tamandaré foi rebocado para Hong Kong, mas como vc sabe não chegou até lá.

Em 1978 estive com meu pai e na frente do Tamandaré bem onde encontra-se na foto encontrava-se o Belmonte , mas não nos deixaram embarcar nem no convés foi bem frustrante 🙂

Também essa mesma foto pode ser encontrada em revistas antigas dos anos 80, mas certamente não com a resolução postada aqui muito menos a cores.

abraços

Fernando "Nunão" De Martini
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De fato, Dalton. Foi em agosto de 1980 que o Tamandaré foi rebocado do Rio com destino a Hong Kong. Nesse caso, a obra na carreira grande do AMRJ não pode ser do NE Brasil, pois este só teve a quilha batida em 1981. Apesar do tamanho e das formas não combinarem com navios pequenos (ou pelo menos a resolução, mesmo ampliada, não permitir ver isso muito bem, ou mesmo definir se é uma obra só ou duas), há outras possibilidades para as obras mostradas na carreira. Poderim ser obras das três EDCG (Guarapari, Tambaú e Camboriú), caso a foto… Read more »

daltonl
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daltonl

Nunão…

para o caso de vc voltar a ler , parece-me haver um submarino no Dique Santa Cruz e o Goiás foi para lá
em 1978, então só pode ser ele.

Também há um Oberon, talvez o Humaitá e um Guppy lado a lado atracados.

Queria saber que tipo de navios estão a frente das duas fragatas atracadas quase à entrada do Dique Régis.

abs

Fernando "Nunão" De Martini
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Dalton De fato, também tenho curiosidade de saber quais são os aparentemente três navios atracadados logo à frente das duas fragatas, com as popas viradas para cá. O da ponta esquerda, último a partir do cais, tem o porte de um CTE, mas o espelho de popa está reto demais. Já o da ponta direita, o primeiro a partir do cais, tem a boca bem larga. No mais puro chute, eu diria que é o navio-oficina Belmonte, que tinha praticamente o mesmo comprimento de um CTE (isso se o que está a contrabordo for um contratorpedeiro de escolta, para servir… Read more »