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Estrutura da proa do segundo navio-aeródromo classe Queen Elizabeth já está no lugar

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Concepção artística apresentada pela BAE Systems da classe Queen Elizabeth

 

Os quatro blocos que compõem a estrutura de vante do porta-aviões Prince of Walles, segundo navio da classe Queen Elizabeth, já estão no lugar.

A montagem, realizada na terceira semana de maio pelo estaleiro Babcock Marine, de Rosyth, na Escócia, atesta o bom ritmo da construção do porta-aviões de 70.000 toneladas, que deve ser entregue à Marinha britânica para o início de uma demorada fase de testes em 2020.

No dia 10 do mês passado o estaleiro colocou no lugar a primeira das duas ilhas da embarcação, que foi construída em Glasgow.

A Babcock Marine integra o pool de empresas incumbida da construção da classe Queen Elizabeth, formada ainda pela BAE Systems e pela multinacional Thales.

O Queen Elizabeth começou a ser construído em 2009, e já em maio do ano que vem deve receber sua primeira tripulação, de pouco mais de 600 homens e mulheres.

As provas de mar do navio terão início em agosto e devem se prolongar até maio de 2017. Os ensaios das operações com helicópteros também começarão em 2017. No final de 2018 o barco deve receber a bordo alguns caças F-35, para o prosseguimento dos testes e das simulações.

 

HMS Queen Elizabeth na água - foto 2 Royal Navy
O porta-aviões “Queen Elizabeth” receberá a sua primeira tripulação dentro de um ano

 

O Queen Elizabeth só deve ser declarado plenamente operacional no início de 2020.

Os dois porta-aviões dessa classe foram orçados em cerca de 30 bilhões de Reais (6,2 bilhões de Libras).

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eparro
eparro
5 anos atrás

Uma bela belonave!

Daqui uns 45 anos, uma delas poderá tranquilamente substituir o A-12.

_RJ_
_RJ_
5 anos atrás

Não consigo olhar para um convôo desse comprimento sem imaginar a instalação de ganchos de parada, convertendo o NAe em STOBAR.

daltonl
daltonl
5 anos atrás

RJ… os “ganchos de parada” estão nas aeronaves, então provavelmente o que você pensou foi “cabos de parada”, para o convoo. O F-35B não tem o tal “gancho”, então, como os novos NAes irão embarcar apenas o modelo “B” os cabos de parada e todo o maquinário que é custoso inclusive de manter não farão falta. E , embora o pouso vertical seja a única alternativa para o F-35B a bordo de um LHD/LHA da US Navy haverá a alternativa do “SRVL” (ship rolling vertical landing) nos novos NAes que permitirá dependendo do estado do mar, uma curta corrida antes… Read more »

_RJ_
_RJ_
5 anos atrás

Desculpe, era “aparelho de parada” com cabos, mesmo. Obrigado pela correção, Daltonl.

Sei que só serão operados caças STOVL a bordo desses porta-aviões, mas, como disse, o tamanho torna inevitável o exercício da imaginação. (na verdade, tenho aquela sensação irracional de que algo não combina nesses navios)

Daí a imaginação voa para futuras aeronaves COD e AEW de asa fixa fazendo uso de ganchos e cabos para operar nesse NAe…(seria possível? Ou melhor, seria viável?) Além daquela idéia (que acho não faz mais sentido) de um Eurofighter naval.

daltonl
daltonl
5 anos atrás

RJ…

realmente parece um desperdício de espaço, mas, o orçamento da Royal Navy não é mais o mesmo e mesmo cabos de parada e o maquinário consomem espaço, peso e principalmente dinheiro.

A US Navy pretende usar o MV-22 na função COD então
quem sabe o mesmo não possa acontecer na Royal Navy,
ou mesmo uma versão AEW ?

Quanto ao “Eurofighter naval” é o Rafale M ou nada !

abraços

Vader
5 anos atrás

Pois eu lhes digo que não consigo olhar estas lindíssimas belonaves sendo construídas sem deixar de imaginar que com os R$ 80 bilhões que foram tungados da PeTrossauro poderíamos adquirir dois deles totalmente equipados, já incluídos os custos pelos F-35B. E com entrega pra 2020.

Triste.