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Há poucos dias, míssil também explodiu após lançamento de navio da Marinha dos EUA

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No dia 18 de julho, um míssil antiaéreo Standard Missile-2 (SM-2) explodiu após lançamento do destróier USS The Sullivans (DDG 68), durante exercício ao lardo da Virginia. Ninguém ficou ferido e houve apenas avarias leves no navio. Uma investigação vai analisar o que ocorreu.

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IvanXOwwolf22mdantonjoseboscojr Recent comment authors
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wwolf22
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wwolf22

Então podemos presumir que um míssil pode explodir dentro do container na hora do seu lançamento e assim mandar o navio pelos ares… correto ???

joseboscojr
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joseboscojr

Wolf,
O que é mais perigoso de ocorrer seria a explosão da ogiva. No caso do SM-3 ele não tem ogiva explosiva.
O SM-2 tem uma ogiva explosiva de 125 kg (provavelmente metade de material explosivo), mas é mais difícil de explodir.
Um Tomahawk tem ogiva de 450 kg sendo metade de material explosivo. Esse já começaria a fazer um grande estrago. rrrsssss
Geralmente o que pode explodir no lançador é o combustível sólido do booster ou do primeiro estágio e esse não teria potencial de causar um grande estrago.

joseboscojr
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joseboscojr

Essa possibilidade de um míssil explodir no lançador e danificar o navio é minorada no DDG-1000 que usa os lançadores verticais Mk-57 que são posicionados perifericamente no navio.
Um impacto de míssil lateral no máximo danificaria 4 células havendo entre elas uma separação blindada.

mdanton
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mdanton

off topic
Bem senhores. Como havia alertado ano passado sobre as descobertas de ligações da Ordebrech com a cosntrução do estaleiro do subnuc…já arrobaram a porta.

wwolf22
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wwolf22

Bosco,

grato pela explicação

XO
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XO

Amigos, por mais magra que seja a cabeça de combate, sempre existe a chance de gerar um incêndio no lançador, no casulo ou áreas adjacentes… claro que há um sistema fixo de combate à incêndio em locais dessa natureza, mas a possibilidade sempre existe…

wwolf22
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wwolf22

Bosco,

esse tipo de explosão pode ocorrer tb no lançamento de torpedos ??

XO
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XO

Sem querer cortar a proa do Bosco, o problema dos torpedos é mais o combustível (tóxico prá caramba e bem volátil) do que a cabeça de combate… no paiol, existe o controle de umidade e temperatura, bem como sistema fixo de combate à incêndio… já no lançador, não tem nada disso, mas, dependendo do Navio, o carregamento pode ocorrer pouco antes do lançamento, a depender do estado do mar. Agora, é aquilo, se der mole, brooke não cocha…

Ivan
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Ivan

Shit’s happen…
… lá também.