segunda-feira, março 8, 2021

Saab Naval

Vídeo: mísseis Longbow Hellfire acertam alvos em testes contra ameaça assimétrica

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Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Mísseis Longbow Hellfire que vão equipar os LCS – Littoral Combate Ships foram bem-sucedidos em testes realizados em junho pela Marinha dos EUA. A integração do Hellfire, designado Surface-to-Surface Missile Module (SSMM), vai aumentar consideravelmente o poder de fogo dos LCS, que têm sido criticados pelo fraco armamento. Espera-se que a integraçao dos SSMM esteja pronta para embarque nos LCS no final de 2017.

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HMS_TIRELESS

A adição do Hellfire torna esses navios ideais para operações no Golfo Pérsico, onde iriam se contrapor às rápidas lanchas porta mísseis da Guarda Revolucionária Iraniana.

Danilo José

Pensei na mesma coisa !

Bosco

O Dalton (salvo engano) nos informou uma vez que a Coréia do Norte também usa esse tipo de tática (enxame). Há de se atentar ao fato que esse sistema SSMM foi feito para se contrapor à ameaça representa pelo ataque de “grande quantidade de lanchas rápidas armadas com mísseis (e foguetes, e canhões, etc) atacando simultaneamente, ou seja, á tática de “enxames”. Fosse um ataque isolado ou de baixa intensidade as armas já disponíveis seriam suficientes. A tentativa de reduzir o volume do “enxame” começa numa camada mais externa usando helicópteros tripulados e não tripulados armados com mísseis e foguetes… Read more »

Bosco

O desenvolvimento da capacidade de lançamento vertical do Hellfire terá implicações até quanto ao seu uso a partir de veículos de combate. Não duvido que logo teremos um veículo caça tanques armado com um lançador vertical. O reduzido comprimento do míssil (1,6 metros) aliado ao lançamento vertical permite algumas configurações interessantes. Até hoje os veículos caça tanques americanos usam o vetusto TOW que apresenta limitações importantes num cenário de alta intensidade enquanto que o Hellfire nunca foi muito bem recebido por ser pesado (45 a 50 kg), dificultando sua manipulação na linha de frente. Mas sendo pre-carregado num lançador vertical… Read more »

Bosco

Como parece que não fizeram nenhuma alteração nos mísseis (como por exemplo, instalar um TVC), tendo só alterado o software, o míssil deve ter tido alguma redução do alcance máximo já que parte do propelente é usado para o lançamento vertical.
Vídeo interessante:

Juarez

Bosco, que tipo de diretor de tiro guia eastes mísseis no navio?

grande abraço

Bosco

Juarez,
Com certeza é por radar, tanto o 3D que tem capacidade de busca de superfície, ou mesmo o de navegação.
No caso do LCS 2 (classe Independence) ainda tem o radar de busca do SeaRam.
Se for um ataque isolado poderia ser até pelo sistema eletroóptico, com uso do telêmetro laser ou pelo sistema EO do SeaRam no caso do LCS 2.
Provavelmente prover redundância todos os sistemas poderão servir ao propósito de designar os mísseis provendo solução de tiro.
Um abraço e bem vido a bordo novamente. rsrsss

Bosco

Uma “deficiência” desse míssil é que provavelmente ele não poderá ser usado contra alvos na costa.
Não duvido que futuramente será adotada a cabeça de busca dual do JAGM Increment 1, que usa o radar MMW combinado com um sistema de laser semiativo. Essa combinação poderá fazê-lo mais versátil e inclusive capacitando-o de ser usado contra alvos em terra.
Mas isso não é tido como essencial por enquanto porque para isso tem o canhão Mk-110, mas para o futuro será uma evolução lógica.

Skyraider

Bosco, seu último comentário se refere a não ser eficaz contra isto?
http://www.naval.com.br/blog/2015/07/16/estado-islamico-ataca-navio-da-marinha-egipcia-na-peninsula-do-sinai/

Bosco

Skyraider,
É isso mesmo!
No LCS o fato do Longbow não poder ser utilizado contra esse tipo de alvo costeiro é fator menos importante já que ele tem o canhão de 57 mm que pode ser usado e a tijolada de uma rajada de canhão não é nada desprezível.

Thauno

Bosco desde de muito tempo se me lembro bem a Chine vem implementando uma classe de lanhcas/navios “misseleiros” se não estou enganado; Até usando modelos catamarã. para fazer o ataque de enxame qual o impacto disso frente as JDFS?

Bosco

Thauno,
Você se refere à classe Houbei.
O impacto disso é que são navios rápidos e aparentemente com RCS reduzido e mísseis antinavios tradicionais não são específicos pra esse tipo de ameaça.
Não saberia te dizer de pronto qual a resposta japonesa (JSDF) mas por exemplo, esse Longbow não se aplica já também já que essa classe de navios é dotada de mísseis antinavios OTH.
Um abraço.

Bosco

Uma resposta seria o envio do SH-60 armado com mísseis Hellfire.
O SH-60J não integrou nenhum armamento mais capaz e conta só com o Hellfire com 10 km de alcance.
Pra mim o ideal para neutralizar o tipo de ameaça representado por lanchas rápidas armadas com mísseis de médio alcance e dotados de defesa antiaérea de ponto consistente seria um míssil intermediário entre o leve e o médio, da classe de um Maverick, que sabe-se lá porque não é integrado a esse helicóptero.

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