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DSEi 2015: Type 26 Global Combat Ship

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A BAE Systems revelou as imagens mais recentes da fragata Type 26 Global Combat Ship, que vai substituir as fragatas Type 23 como espinha dorsal da Marinha Real Britânica.

O Global Combat Ship será um navio de emprego geral, multi-missão, capaz de realizar missões antissubmarino (ASW), de defesa aérea (AAW) e também missões humanitárias e de abordagem de navios suspeitos.

Os ingleses chegaram a oferecer uma parceria no desenvolvimento das fragatas do Tipo 26 para o programa Prosuper da Marinha do Brasil, mas não houve avanço.

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André LorençodaltonljcsleaoJoão FilhoMarcelo Recent comment authors
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Lyw
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Lyw

Quando lançado ao mar, não tenho dúvidas que será o melhor da sua categoria!

Marcos
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Marcos

Três europeus na mesma disputa: Bae Type 26, DCNS Fremm, Thyssen/Krupp Meko 600, todos na casa de 6000 ton.

Marcos
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Marcos

A Embraer fez um vídeo do KC390 e saiu todo mundo criticando.
É a vez de criticarem a Bae: notem que o navio não “balanga” nem para um lado nem para o outro, apesar das ondas. Coisa triste. Vídeo mal feito.

joseboscojr
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joseboscojr

Marcão,
Mal feito e mal assessorado.
O caça lança um míssil ar-ar R-27 contra o navio.
Horrível!!1

joseboscojr
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joseboscojr

Uma olhada na Wiki e somos informados que o Type 26 usará lançadores verticais Mk-41, junto com os lançadores verticais dos mísseis CAMM-M (Sea Ceptor).
Nas Type 45 eles adotam o lançador vertical SYLVER para os mísseis Aster do sistema Sea Viper.
Padronização não é uma coisa que os britânicos se preocupam muito. rsrsss
Eles têm sistemas de lançamento vertical diferentes para os navios Type 23 (GWS.26 para o VL Sea Wolf), Type 45 (SYLVER) e agora para as Type 26 (Mk-41 e CAMM VLS), somando quatro tipos diferentes.
Mais um pouco e ganha de russos, chineses, indianos…

joseboscojr
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joseboscojr

Só como comparação a USN só adota um tipo de lançador vertical em suas unidades de superfície, o Mk-41. Claro que em diversas versões.
Com a entrada em operação do DDG-1000 e irá operar também o lançador Mk-57.
Com a integração do míssil Hellfire Longbow aos LCS, instalados em lançadores verticais tipo caixa, e haverá um terceiro tipo.
Se bem que esse do LCS não conta porque ele é “plug and play” e não fará parte do navio, não tendo penetração no casco.

Juarez
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Juarez

Bosco, a tecnologia “plug anda play” é uma exclusividade Franco Russa……..

Grande abraço

MO
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Aproveitando da série “Nossos Navios”, N/T casco simples, convertido em ccasco duplo, Classe 35, Transpetro, fotos e vídeo

http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2015/09/nt-neusa-ppwe-nossos-navios-diferencas.html

video + 12 photos

Mauricio R.
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Mauricio R.

O CAMM poderá ser lançado de uma versão do VLS MK-41:

“O sistema, conhecido como 3-Cell ExLS (Extensible launching System) Stand Alone Launcher, realizará os ensaios de qualificação em meados de 2016 e estará disponível para uso por marinhas aliadas daí em diante. O ExLS, visto na concepção artística da MBDA/Lockheed Martin, é especificamente projetado para plataformas flutuantes de pequeno porte, que não possam acomodar o sistema de oito células Mk.41 Vertical Launch System.”

(http://www.segurancaedefesa.com/CAMM_3-Cell_ExLS.html)

AL
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AL

Bosco, tudo bem? Queria tirar uma dúvida com você: quais são os mísseis compatíveis com o MK-41? Não entendo muito ainda de lançadores verticais. Abraço.

joseboscojr
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joseboscojr

AL,
Os mísseis são: Tomahawk, VL ASROC, ESSM, Standard SM 2 ER Block IV, SM2 MR , SM-6, SM-3.
E como mostrou o Maurício, o CAMM-M.

AL
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AL

Eita!!!! Esse lançador é o USB dos mares!!!! Mas, considerando que esses mísseis possuem dimensões totalmente distintas, imagino que para um Tomahawk seria um míssil por célula/lançador, mas na caso de um ESSM, é de um míssil por lançador, ou caberiam 2 ou 3 dentro de cada? Ou para cada míssil o lançador teria a dimensão específica para ele? Obrigado!!!

Leonardo.
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Leonardo.

Nesse caso seriam empacotados 4 por célula e 32 por Mk.41.

Felipe Silva
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Felipe Silva

Bosco, não se esqueça da futura capacidade para com os mísseis JASSM/LRASM.

joseboscojr
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joseboscojr

Felipe,
Num primeiro momento o LRASM só terá a versão lançada do ar pelos B-1B e F-18E/F. Não está confirmado seu uso a partir de navios.

Felipe Silva
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Felipe Silva

Mas bosco, ele já foi até testado em VLS. E a LM já está desenvolvendo a versão lançada por submarinos. Dê uma olhada: http://nationalinterest.org/blog/the-buzz/us-seeking-submarine-launched-stealthy-anti-ship-missile-12302

joseboscojr
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joseboscojr

LA, Os mísseis ESSM e CAMM-M são montados 4 por célula. Os outros mísseis são 1 por célula. O lançador padrão tem 8 células. Cada conjunto de 8 células é um módulo. Até 8 módulos já foram montados agrupados, formando 64 lançadores. Há 3 versões do Mk-41, onde varia o comprimento das células: 1- a de autodefesa, para navios pequenos (corvetas, etc), que é curta e onde só cabem mísseis ESSM e CAMM-M; 2- a tática, onde cabem mísseis ESSM, CAMM, VL-ASROC e SM-2 MR; 3- de ataque, onde cabem mísseis Tomahawk, SM-2 ER Block IV , SM-6 e SM-3.… Read more »

joseboscojr
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joseboscojr

Felipe,
O LRASM poderá ser adquirido na versão lançada de navio mas por enquanto ainda não foi e ele disputa com uma versão antinavio do Tomahawk Block IV e pode ser que perca.

Danilo José
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Danilo José

Ainda existe algum interesse da MB, pelos futuros Type 26 da Royal Navy, ou o Brasil vai mesmo tentar fabricar por aqui alguma coisa evoluida da Corveta Barroso ?

Saudações …

Juarez
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Juarez

O Brasil vai mesmo é juntar os cacos, se sobrarem cacos após o fim do desgoverno atual e tentar formar de novo uma marinha com escoltas de oportunidade, Tamanduás daqui uns cinco anos. se o pior não acontecer.

Grande abraço

Dalton
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Dalton

Danilo…

o que a marinha brasileira pretende é ter um principal e outro secundário combatente de superfície que aqui poderá vir a ser um navio de cerca de 6000 toneladas de projeto estrangeiro como principal e um navio de projeto nacional como a futura “Tamandaré” como secundário, aliás, algo que já existe hoje e existiu no passado ou seja serão complementares.

Só como comparação a US Navy tem como grandes combatentes de superfície seus cruzadores e destroyers
e os “pequenos” como as fragatas da classe Perry a última das quais será retirada no fim do mês e agora os LCSs.

abs

Juarez
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Juarez

My Sea Lord Dalton!

Infelizmente verdade, vontade e realidade não andam nos mesmos trilhos.

G abraco

Danilo José
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Danilo José

Dalton
22 de setembro de 2015 at 9:24 #

Obrigado pela explicação.

Marcelo
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Marcelo

Devemos aceitar a nossa condição de sub-colonia, des industrializada, administrada por oportunistas, que a nossa guarda costeira não terá a oportunidade de receber um equipamento desta categoria…

MO
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Bom creio que no momento nem o tipo 26 ai ou qqr coisa, ta meio dificil aparecer verba para algo nos tempo atuais (alem de tudo … )

em tempo =

http://santosshiplovers.blogspot.com.br/2015/09/mt-stolt-glory-a9xt9-video-e-fotos.html

Video + 15 photos

João Filho
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João Filho

Quando vai haver outro post aqui no naval???

jcsleao
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jcsleao

Verdade MO… Agora então com a disparada do dólar. Meu receio é que até o pouco que se vem conseguindo fique comprometido. Por exemplo, a revisão do Bahia se limitar a troca do óleo, completar o nível de água do radiador, checar a pressão dos pneus e olhe lá!

daltonl
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daltonl

Resta saber se todas as 13 T-26s serão construídas para substituir na base de uma para uma as 13 T-23s e se algumas unidades serão menos capazes para cortar custos aliás coisa que já acontece com as T-23s, nem todas receberam o mesmo grau de modernização. Mesmo que todas as 13 sejam construídas o que é até mais provável a Royal Navy continuará limitada à apenas 19 principais combatentes de superfície, 6 T-45s e 13 T-26s o que diante das inúmeras obrigações continuará sendo muito pouco. Ter 19 significa que apenas cerca de 6 estarão em seus respectivos teatros de… Read more »

André Lorenço
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André Lorenço

Em matéria de Fragatas não temos como fazer aqui.

Mas umas 3 dessas pelo menos, seria excelente.