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Egito comissiona corveta lança-mísseis

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Molnya_2

A corveta lança-mísseis classe “Molnya” (Project 1242.1), desenvolvimento da classe “Tarantul”, que a Rússia doou para a Marinha Egípcia no ano passado foi incorporada ao serviço, informou o Ministério Egípcio da Defesa (MoD) no dia 4 de agosto.

O anúncio veio um ano depois que Egito informou que a Rússia estava doando o navio R-32 (832). Naquela época, o R-32 estava no Egito para participar da cerimônia que marcou a abertura do projeto de expansão do Canal de Suez. Posteriormente, retornou à Rússia, onde o Ministério da Defesa disse que tripulantes egípcios foram treinados para operar o novo navio, que agora é chamado Ahmed Fadel.

A corveta já retornou para a base da Marinha Egípcia em Alexandria, onde foi realizada a cerimônia de comissionamento.

O Ministério da Defesa informou que o navio foi entregue com mísseis antinavio supersônicos 3M80 Moskit (SS-N-22 ‘Sunburn’).

Cada míssil Moskit pesa 4,5 toneladas e leva uma ogiva de 320 kg de explosivos. Ele atinge a velocidade de Mach 3, voa a 20 metros sobre o mar e tem alcance de 75 a 155 milhas (120–250 km).

Moskit_missile
SS-N-22 ‘Sunburn’

FONTE: Jane’s

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Jorge Knoll
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o Brasil com 50 dessas corvetas, estaria de bom tamanho para a nossa orla marítima

Bardini
Visitante

Jorge Knoll 13 de agosto de 2016 at 15:40
.
Por que não pensamos em algo mais racional e útil para a Ilha de Vera Cruz?
http://www.fassmer.de/fileadmin/user_upload/Downloads/Shipbuilding/salesblaetter/SB_60_OPV_90_Offshore_Patrol_Vessel_Web.pdf

Tamandaré
Visitante
Tamandaré

Eu sou tradicional, me desculpem. Esse navio aí, no Atlântico Sul, acho que seria presa fácil. Em mares grandes e abertos, o que ganha guerra é navio grande (na superfície, óbvio). Sem contar que deve ser horrível estar nesse navio em alto mar. Mas é uma embarcação interessante, não nego……..

bosco123
Visitante

Pessoal,
De corveta essa embarcação não tem nada. Isso é uma lancha de ataque (FAC) que só tem serventia em mar fechado.
Não há utilidade desse tipo de embarcação para a MB.
Podemos muito bem substituí-la por helicópteros armados com Exocets que dá no mesmo.

Lucas Silva
Visitante
Lucas Silva

Boa noite, pessoal. Fiquei realmente intrigado com o míssil supersônico russo. Eu não tinha conhecimento desse tipo de arma, e a proposta parece ser interessante, dando um mínimo de tempo resposta para o inimigo usar contra-medidas de maneira eficaz. No entanto, pelo que pesquisei rapidamente, esse tipo de míssil é pouco “famoso” nas forças armadas ao redor do mundo, isso se daria por quais motivos? Ele ser MUITO grande e provavelmente muito custoso faria mísseis subsônicos como o harpoon e exocet serem preferíveis, mesmo com desempenho individual inferior?

Tamandaré
Visitante
Tamandaré

Eu estranhei o nome “corveta” meu caro Bosco, mas nem quis contestar pra não dar confusão. rsrsrsrsrs Parece muito com as lanchas iranianas…

Saudações

Blind Mans Bluff
Visitante

Lucas Silva, esse tipo de armamento eh tipico russo, pois, ao contrario da Otan da Guerra Fria, a doutrina russa tinha como objetivo afundar os porta avioes americanos que fechariam a saida para o Atlantico à Urss. Ja a Otan, devido as caracteristicas da doutrina Russa, focada nos seus submarinos e forças terrestres, nunca tiveram uma real necessidade de desenvolver super misseis anti navio, não como a Urss.

bosco123
Visitante

Lucas, Complementando o comentário do Blind, o único país da esfera ocidental que tem míssil antinavio supersônico é Taiwan, o Hsiung Feng III, com 1,3 t. Todos os outros mísseis antinavios “ocidentais” são subsônicos e pesando menos de 1 t. Vale salientar que o Moskit não é o maior míssil antinavio russo, tem o SS-N-19 (Granit), com 7 t. Quanto aos mísseis supersônicos reduzirem o tempo de reação da defesa isso é correto tendo em vista o fato que eles foram projetados para penetrar a defesa externa de um grupo tarefa protegido por caças e aviões radar. Em relação à… Read more »

Lucas Silva
Visitante
Lucas Silva

Como de praxe, os comentários aqui são bastante esclarecedores. Muito obrigado Bosco e Blind. 🙂

Lúcio Sátiro
Visitante
Lúcio Sátiro

Concordo com o Bosco. Isso aí é um lanchão muito bem armado, mas que só serve para mar fechado. No máximo serviria para os riso amazônicos, mas o armamento seria desproporcional àquele TO.

Rprosa
Visitante
Rprosa

Somente gostaria de saber o que os nossos especialistas entendem por “mar fechado” e porque um determinado navio só serve para “mar fechado”.

Nonato
Visitante
Nonato

Muito bem rprosa.
Essa corveta aí só tem 500 ton. Bem leve mesmo.
Mas gostei dessa ideia lança mísseis pois é isso que faz um navio moderno. Não são canhões (rifles?) nem ter um helicóptero.
A arma do momento são mísseis.
Não entendo essa lógica de helicópteros com Exocet serem mais efetivos.
Se são, para que navios?

Dalton
Visitante

Embarcações como a da classe”Tarantul” classificada por alguns como corveta já que não é um simples navio patrulha em virtude de um armamento relativamente pesado para seu tamanho
tem um alcance relativamente pequeno e não são boas em mar bravo.
.
Os russos as utilizam e também outras embarcações de tamanho similar principalmente em mares fechados como o Cáspio, Negro e Báltico, mas, também em suas Frotas do Norte e do
Pacífico, apenas, irão operar próximos da costa.

Rprosa
Visitante
Rprosa

Este estereotipo que alguns especialistas tem de denominar determinada embarcação como boa para mar fechado simplesmente não encontra parâmetro, posto que a menção de ser mar fechado parece que induz estes especialistas a imaginar uma piscina onde não há ondulações, tempestades e o sereno como se fosse um lago. Apenas para diluir esta visão estereotipada, cabe ressaltar que tanto o Mar de Barents, como o Mar Branco, como o Mar Báltico, ou mesmo o Mar Cáspio e Negro, são mares onde as mudanças de navegabilidade modificam de forma violenta os primeiros em função das massas de ar gelada do Ártico… Read more »

Carlos Crispim
Visitante
Carlos Crispim

Também acho que lanchas como essas serviriam bem ao Brasil, o negócio não é mar fechado ou aberto, mas sim a rapidez com que ela intercepta uma embarcação inimiga na sua costa, ela chega muito rápido, lança seus mísseis anti-navio e vaza, este é o propósito, então serviria bem à MB como poder de dissuasão, nenhum navio se aproximaria da nossa costa se tivesse que topar com uma (ou mais) lancha como essa, bem melhor que o porta-aviões de cabotagem SP, que não serve para nada, algumas lanchas substituiriam o SP com folga.

bosco123
Visitante

Nonato, No caso eu comparei essas “corvetas” com lanchas rápidas de ataque (fast attack craft), que têm a função de atacar navios utilizando mísseis. Função esta que pode ser substituída por aviões ou helicópteros, com a vantagem de poderem designar alvos de forma autônoma. Uma “corveta” dessas, sem helicóptero, não tem como designar alvos para seus mísseis já que o horizonte radar é de uns 25 km e os mísseis têm alcance de 250 km. A Terra é redonda. rsrsss Para uma corveta dessas poder lançar seus mísseis contra alvos que estejam OTH (além do horizonte) ela precisa de ajuda… Read more »

bosco123
Visitante

Eu particularmente sou um leigo entusiasta e não sou especialista em absolutamente nada, salvo no âmbito da minha profissão que está longe de ter algo a ver com a militaria. Se fosse especialista eu cobraria por consulta ou por opinião. rrsss Dito isso, quando me refiro a “mar fechado” não estou recitando o livro de geografia (que alias não vejo há 38 anos) que define mar fechado como sendo um mar sem comunicação com os oceanos, mas sim um mar “congestionado” de fronteiras e com uma proximidade muito grande entre elas. Um mar pululando de “paisecos”, cada um dando cotovelada… Read more »

bosco123
Visitante

Nunão ou Galante ou Pogio,
O “doberman” ficou com um comentário meu. Dá uma olhada na casinha dele e libera pra mim.
Obrigado!

Bardini
Visitante

Daqui a pouco alguém fala que um NPa 200t deveria ser armado com Exocet…

bosco123
Visitante

Enquanto não liberam meu comentário eu só adianto que o fato de um navio ser bom ou ruim em “mar fechado” não é devido à navegabilidade (apesar disso ser um fator importante) e sim à proximidade das fronteiras. De que adianta utilizar um destróier com autonomia de 30 dias pra ficar fazendo vai e vem repetidamente num mar “congestionado” de paisecos. Nesse caso basta um navio menor com tripulação menor e autonomia menor. Da mesma forma, do que adianta um navio com 10 dias de autonomia (a baixíssima velocidade) que só lança mísseis, pra um país como o Brasil com… Read more »

Madmax
Visitante
Madmax

Assim de longe me lembrou as lendárias lanchas patrol torpedo PT da segunda guerra.

Mas se é uma lancha pelo armamento dessa aí acho que não se encaixa no que o Brasil precisa, principalmente na patrulha costeira e navegação amazônica.

Madmax
Visitante
Madmax

Acho que precisamos de algo como a PT.
Essa aí tomou muito whey protein.

Rprosa
Visitante
Rprosa

Tudo é questão de estratégia e da utilidade de emprego de meios, ninguém aqui afirmou que estes navio deveriam ser utilizados no Brasil como barcos patrulha ou OPV, assim como acredito que ninguém aqui deseje substituir as nossas desmilinguidas fragatas e nanicas corvetas por estes barcos, vez que é inconteste o pequeno raio de combate destas embarcações, quando precisamos de embarcações que possa permanecer longo tempo no mar e sejam capazes de prover a defesa da soberania nacional no mar. Porém ao contrário do que os especialistas afirmam estas embarcações, teriam sim utilização no Brasil, principalmente levando-se em consideração de… Read more »

MO
Membro

Não entrando no assunto, apenas alertando que o porto de tubarão fica no ES e não no PR

Nonato
Visitante
Nonato

Dou maior valor a essas lanchas.
Ora saindo de uma base e deslocando-se para 1.000 km da costa está bom.
Um navio nada mais é do que uma plataforma de lançamento de mísseis.
Quem dizer que fragatas usam helicópteroa voando a 2.000 m para designar alvos?
O helicóptero voa 24 monitorando?

Nonato
Visitante
Nonato

Deve ser muito barata.
Não tem dinheiro para um destróier compra lancha.

Nonato
Visitante
Nonato

30 dias é para quem vão para outras bandas.
só para impedir aproximação uma semana e está bom.
Poucos marinheiros menos comida.

Nonato
Visitante
Nonato

5 lanchas com 10 mosquitos casa tava bom.

bosco123
Visitante

Podemos também ter umas duas centenas de lanchas tipo “voadeiras” recheadas de bananas de dinamite e pilotadas por homens bombas e utilizar a tática de enxame. Elas são baratas e têm autonomia de umas 6 horas.

Mahan
Visitante
Mahan

Isso ai não é o que os germanos chamam de “misseleiras”. Tipo ” navio patrulha”.

carvalho2008
Visitante

Uma desta é muito boa, mas fico com o Bosco com relação ao conceito. Um navio grande mas simples e tosco, pode se dar ao luxo de entregar grande parte de seus sistemas de armas a um Heli com misseis. Se for um Heli da categoria do EC-725 com misseis como o Exocet, o raio de alcance de combate fica exponencial a cobertura radar, não excetuando outros meios aereos não organicos que igualmente e da mesma forma, teriam de atuar na designação de alvos. Não tenho duvidadas de que são pequenos navios bem apimentados, mas prefiro os grandes que possam… Read more »

Mahan
Visitante
Mahan

Hermanos

Billy
Visitante
Billy

Servem para ” guerrinha de atrito” no litoral.

Nonato
Visitante
Nonato

Dou maior valor a Bosco.
O enfermeiro que domina assuntos de defesa.
Inclusive a imprensa deveria entevista a grande imprensa sobre assuntos de defesa.
Mas o povo quer complicar muiti.
Querem navios de 6 ou 10 toneladas para levar alguns mísseis (16 talvez), helicóptero e um canhão mequetrefe…
Melhor uma lancha dessas.

bosco123
Visitante

O Brasil é um país pobre. Não pode se dar ao luxo de ter navios tão especializados que podem nunca ser úteis pra nada já que são embarcações para serem utilizadas em um cenário específico.
Corvetas se prestam a cumprir várias missões, entre elas as funções de uma “lancha” de ataque. O contrário já não é verdadeiro.

bosco123
Visitante

Padioleiro Nonato! Padioleiro!!

carvalho2008
Visitante

Agora mestre Bosco por outro lado, desculpe a maionese….já filosofei sobre estas pequenas embarcações, skjold por exemplo entre outras….mas se fosse para o Brasil possuir pequenos cascos, numericos, pequeno alcance e principalmente furtivos, eu ja viajaria e faria pequenos submersiveis de velocidade rapida em superficie, lenta submerso, profundidade rasa apenas para discrição de aproximação.

Uma mistura de SMX-25 com Zumwalt com Ghadir iraniano…4 tubos de 633 mm que nem precisariam ser recarregaveis, podendo ser todos torpedos ou combinados com IDAS ou exocet…

Para combinar e encerrar, colocaria umas 48 unidades da GLSDB….

https://youtu.be/SmUU1SUDeAo

Iväny Junior
Visitante
Active Member

Interessante esta nomenclatura de Corveta a barcos muito leves, parece estar defasada. Todas as corvetas atuais possuem convôo e hangar para helicópteros que atuam exatamente da maneira que o bosco falou (Seja para disparar mísseis antinavio OTH, seja para passar as coordenadas do disparo). Outra coisa é a capacidade de disparo desses mísseis. Com certeza, não há como disparar dois simultâneos, o recuo dessa besta deve ser avassalador em um barco tão pequeno. São menos de 500t. E como o bosco falou, são melhores classificadas como Fast-Attack-craft, justamente por terem quase o mesmo porte da classe Gepard alemã (que é… Read more »

Bardini
Visitante

O que nós precisamos é de um OPV moderno, barato de comprar e manter e não destas lanchas da década do “guaraná com rolha”… Nós temos que lidar com pesqueiros ilegais e na pior das hipóteses com piratas na costa africana!

Glasquis 7
Visitante

Isso aí é uma Lancha Rápida Missileira, conhecida como Fast Boat Patrol. Serve apenas em fiordos e canais. A ARCh usaba elas no Sul do Chile e serviam pra realizar ataques rápidos saindo por um breve momento a mar aberto, realizar o lançamento e voltar rapidamente à segurança dos fiordos e canais da região patagônica. Hoje existem 4 Tiguer na reserva, armadas com Gabriel e Exocet e 3 SA´AR 4 na ativa no norte do Chile, armadas com Gabriel mas podem ser armadas com Harpoon. Acho que no litoral brasileiro seriam um alvo fácil, aliás, já foram, as Tiguer chilenas… Read more »

bosco123
Visitante

Glasquis,
Na verdade é um FAC (Fast Attack Craft) e não um FBP (Fast Boat Patrol). O primeiro é armado com mísseis SSM, geralmente um canhão e alguma defesa de ponto.
O segundo tem armas para operações assimétricas, formada geralmente apenas por canhões de pequeno calibre. Mais modernamente (salvo engano) os FBP são chamados IPV (Inshore Patrol Vessels).

MO
Membro

FPB … 🙂

Glasquis 7
Visitante

bosco123, Você está certo mas fiquei com dúvidas devido a esta imagem: http://www.luerssen-defence.com/en/naval-vessels/fast-patrol-boats/tnc-45 se mudar a imagem com as zetinhas vai ver que ela está armada com o que parecem ser Exocet MM40 e a confundi com uma Tiger como esta: http://cmano-db.com/ship/1702/. é claro que a LM-36 Riquelme usa nesta foto 4 misseis MM-38 1 montagem de 40/70 mm. 1 montagem de 76 mm. 2 metralhadoras .50 e neste caso a nomenclatura é Fast Patrol Boat. Mas na verdade eu conhecia como FAC. Já as SA´AR 4 são classificadas como FAC e ambas unidades (Tiger – SA´AR 4) cumpliam a… Read more »

Tamandaré
Visitante
Tamandaré

Não têm o que se discutir; o Bosco já falou tudo! rsrsrs A verdade é que contra fatos não há argumentos. Uma lancha dessas, em mar aberto, pode até atirar primeiro, mas se receber o revide, afunda na hora. E não interessa se ela é barata, descartável ou sei lá o quê. E os marinheiros que estarão nela? Vão trabalhar sem conforto, sem segurança?? Como o próprio Bosco já disse antes, e a aquisição de alvos OTH, como fica?? É muito mais negócio usar helicópteros armados. Usar lanchas porta-mísseis em regiões fechadas é uma boa; em regiões abertas se chama… Read more »

Dalton
Visitante

Não quis inferir que “mares fechados” são sempre calmos e sim que se as ondas estiverem “altas” tal embarcação, não importa muito como um país a classifique, terá sua capacidade diminuída ou simplesmente não poderá zarpar, mas, acima de tudo são embarcações com pequeno alcance e em altas velocidades o alcance diminui rapidamente então são mais indicadas para “mares fechados” cuja área é “pequena” ou operando próximas de suas bases.

bosco123
Visitante

Valeu MO. É FPB!

Glasquis,
A TNC-45 tá mais pra FAC. Mas tem país que mistura esses termos e inventa até outros, sem falar que tem navio com as duas versões.

Antunes
Visitante
Antunes

Fico com a colocação do Bardini.
.
>> Pesqueiros ilegais << Precisamos patrulhar com maior presença a costa e na necessidade poder de fogo para afundar esses barcos, não apenas afungentar.
.
Sei que a preocupação é a armada, e problemas futuros apenas serão resolvidos com doutrina resolvida hoje. Entretanto, também precisamos de um policiamento ostensivo para ontem. Já há um declínio exponencial das espécies costeiras. Esse problema é mais de política na área, mas existe a invasão de pesqueiros externos agravando nossa falta de politicas equilibradas.

Jodreski
Visitante
Jodreski

Bosco, apenas discordo de vc quando vc diz que somos um país pobre. Nosso orçamento de defesa é comparável ao da Coreia e da Austrália. Aqui o problema está enraizado na questão do serviço público que faz nada com tudo. Temos a péssima mania de torrar dinheiro nas repartições públicas e entregar o pior serviço possível, na questão militar não é diferente. Temos oficiais em excesso, custos com pessoal em excesso e pouco dinheiro para investimento. Brasil é o país que gasta bilhões em defesa apenas para fazer civis vestir uma farda e receber um soldo. Raras são as unidades… Read more »

_RR_
Visitante
_RR_

Rprosa ( 14 de agosto de 2016 at 17:51 ), . Os vídeos que postou são, ao contrário, provas cabais de que esses navios não se prestam a mares abertos… Não sou nenhum especialista, mas veja como essas corvetas russas sofrem em mar grosso, perante ondas que aparentemente não chegam a cinco metros… . Que os amigos amigos aqui me corrijam se eu estiver errado, mas normalmente essas embarcações como as da matéria são leves, menores de 100 metros, de calado relativamente baixo… Sofrem muito mais com os efeitos das ondas… . Nessas condições, o navio pode consumir muito mais… Read more »

_RR_
Visitante
_RR_

Rprosa ( 14 de agosto de 2016 at 17:51 ), . Os vídeos que postou são, ao contrário, provas cabais de que esses navios não se prestam a mares abertos… Não sou nenhum especialista, mas veja como essas corvetas russas sofrem em mar grosso, perante ondas que aparentemente não chegam a cinco metros… . Que os amigos amigos aqui me corrijam se eu estiver errado, mas normalmente essas embarcações como as da matéria são leves, menores de 100 metros, de calado relativamente baixo… Sofrem muito mais com os efeitos das ondas… . Nessas condições, o navio pode consumir muito mais… Read more »

_RR_
Visitante
_RR_

Rprosa ( 14 de agosto de 2016 at 19:44 ), . A estratégia dita o equipamento, pura e simples. Não se molda o equipamento a estratégia; o equipamento é que tem que ser próprio para ela… . De pouco adianta assegurar os portos se as rotas de navegação estiverem bloqueadas… Por isso que, no caso do Brasil, se pensa prioritariamente em uma força de alto mar. . Pense: que forças de superfície poderiam se aproximar sorrateiramente dos principais portos do Brasil…? É quase impossível… E é muito mais fácil enfrenta-los do ar… Em verdade, a preocupação maior é com incursores… Read more »

Rprosa
Visitante
Rprosa

RR já travamos uma discussão sobre este tem e acredito que ficou estampado que o calado e o peso nada tem a ver com a navegabilidade da embarcação, já que o calado sempre será proporcional ao tamanho e largura da embarcação, basta você rever o que já foi dissertado lá, sendo desnecessário trazer esta discussão novamente a tona. Como já lhe afirmei diversas vezes você adora tergiversar, posto que é evidentemente que é a estratégia que determina o equipamento e não o contrário, assim, como afirmei anteriormente, estas embarcações tem sua utilidade sim, tem, se prestam ao cenário brasileiro definitivamente… Read more »