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BAE Systems revela navio-patrulha HMS Forth da Marinha Real

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HMS Forth - 1

O construtor naval britânico BAE Systems compartilhou fotos do HMS Forth, primeiro de três novos navios-patrulha oceânicos (OPV – Offshore Patrol Vessel) da Royal Navy, fora do galpão de construção de Govan em Glasgow, antes do lançamento que deve ocorrer esta semana.

A BAE recebeu em agosto de 2014 um contrato de £ 348 milhões para construir os três navios. Os navios-patrulha serão empregados pela Marinha Real para a luta contra o terrorismo, pirataria e operações anti-contrabando.

Os outros dois navios da classe serão HMS Medway e HMS Trent. O HMS Forth deverá entrar em serviço em 2017.

Dispondo de um convés de voo redesenhado para operar os grandes helicópteros Merlin, bem como instalações de armazenamento e de alojamento ampliadas, os OPV são baseadas na atual classe “River” da Royal Navy e também nos navios-patrulha oceânicos da Marinha do Brasil (classe “Amazonas”) e do Reino da Tailândia.

Com um comprimento de 90 metros, o OPV terá um deslocamento de 2.000 toneladas, e será capaz de atingir uma velocidade máxima de 24 nós. Eles serão capazes de acomodar 60 pessoas por 35 dias, e terão um alcance de mais de 5.000 milhas náuticas.

Os navios contarão com sistema de gestão de combate CMS-1 da BAE, enquanto os radares serão fornecidos pela Kelvin Hughes. O sistema de radar é composto por um radar SharpEye de Banda I Doppler para controle de helicóptero e de navegação e um radar SharpEye de Banda E/F para a navegaçãoe anti-colisão.

HMS Forth 14-Aug-16 8-33-05 PM

HMS Forth 14-Aug-16 8-32-59 PM

HMS Forth 14-Aug-16 8-31-31 PM

HMS Forth 14-Aug-16 8-31-27 PM

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HMS Forth 14-Aug-16 8-28-13 PM

HMS Forth 14-Aug-16 8-28-05 PM

HMS Forth 14-Aug-16 8-27-18 PM

RN-New-OPV_01

FOTOS: www.riverclydephotography.uk

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Celso
Celso
3 anos atrás

Nao custa reparar em sua arma principal…..um canhao de 30 mm…..muitos ate hoje questionam esta arma numa embarcacao patrulha como aquelas q foram adquiridas pela MB em um otimo negocio de ocasiao. Voltam as opinioes……sera q a royal navy est errada……….

augusto
augusto
3 anos atrás

navios-patrulha e OPVs deviam ser prioridade máxima na MB em vez das substituição das escoltas e submarinos

Madmax
Madmax
3 anos atrás

Augusto.
Por quê?

Mahan
Mahan
3 anos atrás

Se a endurance é de 35 dias no mar um helicóptero como Merlin ou Sea hawk não deveria dispor de hangar? Ou não faz diferença alguma? Quando assisto “defensores de baleia” entendo a importância do Heli para um navio patrulha, são seus olhos na busca dos “bandidos” . Sendo assim esses OPVs não deveriam operar 2 Heli? Qual a limitação? Orçamentária? Seria anti-econômico??

bosco123
3 anos atrás

Augusto, Eu não sou a melhor pessoa pra falar sobre isso, mas só no sentido de colaborar, o OPV (offshore patrol vessel) e´ um “navio patrulha”. Um IPV (inshore patrol vessel) seria um “barco patrulha”. Também denominado de FPB (barco rápido de patrulha) Se fôssemos fazer um paralelo com navios de guerra os OPVs são da classe das corvetas pra cima, já os IPVs seriam da classe dos FAC (barcos rápidos de ataque). A Marinha do Brasil não adota o termo “barco” ou “embarcação” ou “lancha” e chama tudo que é “patrulha” de “navio”, independente do deslocamento, mas da Macaé… Read more »

augusto
augusto
3 anos atrás

Bosco para eu OPV é um navio destinado a proteger zonas econômicas especiais ou as ZEEs e barco patrulha é de emprego geral. Madmax apesar de alguns acharem aqui que temos ameças externas iminentes principalmente de “potencias estrangeiras” eu não acho pelo menos no curto e medio prazo, nossas ameaças são as assimétricas

Fresney
Fresney
3 anos atrás

É um carro de polícia e não um tanque, bom achei o local de pouso pequeno para um Merlin,o piloto tem que ser macho!!!

Ádson Caetano Araújo
Ádson Caetano Araújo
3 anos atrás

Augusto, necessitamos sim patrulhas (OPVs), mas uma esquadra demora-s talvez décadas para se construir, então, patrulhas não tem prioridade sobre sub, corveta, fragata, etc. Se se deixar para montar uma esquadra quando houver necessidade será tarde.

MO
MO
3 anos atrás

Uia os inglesicos tbm nao colocaram ICBM vls … sera que la, os sapiencias do naval power on line vão complain isto tbm, pois “agina ne tem que ser capaz de afundar um encouraçado na trombada

Agoea pousar um merlim con o bixo jogando é paraxo einm …

augusto
augusto
3 anos atrás

Uma pergunta pro pessoal que gosta de barco, pra que aquela hélice na frente do navio ?

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
3 anos atrás

Ventilador de peixe (kkkkk…)

bosco123
3 anos atrás

Augusto,
É um hélice para ajudar nas manobras. Chama-se “bow-thruster”. Um navio com um destes não precisa de um rebocador para atracar (salvo engano).
Cadê o MO?

MO
MO
Reply to  bosco123
3 anos atrás

Isso Boscaum, o bow thrusther auxilia nas manobas de atracação e desatracação, facilitando as manobras e até eventualmente dispensando a utilização de um Rb (ou se preferirem alguns possíveis contestadores é um propulsor para quando quebrar o helice principal navegar de lado ….. *(* rssssss)

bosco123
3 anos atrás
Mahan
Mahan
3 anos atrás

USCGC Berthoulf, algo do tipo. Pra que barquinhos nesse tipo de missão?

Jose Alois
3 anos atrás

A MB, deveria investir em mais destes OPV, esta classe inglesa, já é um aperfeiçoamento da Amazonas, com um convoo mais adequado, talvez apenas colocando um Bofors SR de 40 mm.

EduardoSP
EduardoSP
3 anos atrás

Esse Merlin ficou sobrando. Se o passageiro desembarcar do helicóptero entusiasmado, vai para água.

_RR_
_RR_
3 anos atrás

jose Alois,
.
A ausência do hangar é algo a ser cobrado em uma nova classe de NaPaOc. Isso não permite que um helicóptero possa operar a bordo permanentemente… Já há um desenvolvimento interessante dessa classe britânica na forma da classe Khareef, mas o que a MB prevê é um navio capaz de levar algo como um Seahawk.
.
Classe Khareef:
http://www.naval.com.br/blog/2012/09/11/o-primo-pobre-e-o-primo-rico/
.
Novo NaPa:
http://www.naval.com.br/blog/2014/10/29/euronaval-2014-caracteristicas-das-corvetas-tamandare-e-do-npaoc-br/
http://www.naval.com.br/blog/2014/09/19/marinha-do-brasil-revela-projeto-proprio-de-npaoc-opv-na-euronaval-2014/

_RR_
_RR_
3 anos atrás

jose Alois,
.
A ausência do hangar é algo a ser cobrado em uma nova classe de NaPaOc. Isso não permite que um helicóptero possa operar a bordo permanentemente… Já há um desenvolvimento interessante dessa classe britânica na forma da classe Khareef, mas o que a MB prevê é um navio capaz de levar algo como um Seahawk.
.
Classe Khareef:
ttp://www.naval.com.br/blog/2012/09/11/o-primo-pobre-e-o-primo-rico/
.
Novo NaPa:
ttp://www.naval.com.br/blog/2014/10/29/euronaval-2014-caracteristicas-das-corvetas-tamandare-e-do-npaoc-br/
ttp://www.naval.com.br/blog/2014/09/19/marinha-do-brasil-revela-projeto-proprio-de-npaoc-opv-na-euronaval-2014/

augusto
augusto
3 anos atrás

valeu bosco

Juarez
Juarez
3 anos atrás

RR, eu acho que se fosse possível instalar ali um hangar retrátil que acomodasse pelo menos uma aeronave do porte do Lynx estaria para lá de bom, os Ingleses preferiram não ter o hangar,coisa da cabeça dos Jacks, mas eu acho importante, quase indispensável.

G abraço

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Também acho Bardini, junto com o Fassmer e o Lurssen, agora eu penso que no andar da carruagem não seria bom misturar mais uma linha de OPVs dentro da esquadra, dentro do possível manteria a linha do OPV 90 da BAE, apenas mudando o armamento de tubo do 30mmm para o BAE 40mm, no lugar do bushmaster 25mm, colocaria duas .50 remotamente controladas e a ré das chaminés um lançador Simbad, o hanagar telescópico e passa a régua.

G abraço

Bardini
3 anos atrás

Juarez, eu não penso que padronizar futuros e incertos NaPOcs da MB pelo projeto da BAE seja um bom negócio. Foi uma excelente compra de oportunidade que (talvez o único acerto daquela gestão), nos saiu muito mais barato do que os Britânicos estão pagando pelos seus e ficar somente nestes 3 seria um acerto no final das contas devido as modificações que seriam necessárias. . No meu entender, necessitamos de um número mínimo de 15 NaPOcs para cobrir todos todos os 5 DN, como já temos 3 para contemplar ao menos um DN, restaria adquirir os 12 restantes e, como… Read more »

fonseca
fonseca
3 anos atrás

um navio de 2.000 ton sem mísseis?
um mero canhão de pequeno calibre como arma principal?
enquanto as lanchas russas de 500 ton levam mísseis hipersônicos?
Não há algo estranho?

Leandro
Leandro
3 anos atrás

Me corrigam se eu estiver errado…. mais como os navios patrulhas oceânicos são barcos (navios) para trabalho de policiamento e não necessariamente combate direto a falta de armamento de grosso calibre é sensato. Além de aumentar o valor da unidade substancialmente. Já o fato de não haver um hangar coberto, considero que seja por: A) aumento substancial no valor B) Aumento do peso bruto C) A utilização do heli seja esporádica, e não permanente em cada unidade.

bosco123
3 anos atrás

Fonsecão, São navios para propósitos diferentes. Esse é “policial” e é armado só com apito e pistola. A lancha russa de 500 t é “militar”, armado de fuzil, baioneta e granada de mão. rrss A diferença de tonelagem é relativa ao tempo de patrulha (autonomia) e à navegabilidade confortável e não à capacidade bélica. Não há como mandar um tanque de guerra fazer patrulha policial do mesmo jeito que camburão não vai pro campo de batalha. Aqueles lanchas de ataque russas são navios para um cenário específico porque na verdade nem devem ficar “patrulhando”. O certo é retê-las em suas… Read more »

bosco123
3 anos atrás

Fonseca,
Só complementando, os mísseis daquela “corveta” russa são supersônicos e não hipersônicos. Pelo menos pelos conceitos ocidentais, onde hipersônico é padronizado como sendo acima de Mach 5. Talvez na Rússia seja diferente e considerem hipersônico acima de Mach 3.
Digo isso porque é constante em artigos referentes aos mísseis russos utilizarem o termo “hipersônico” quando se referem a mísseis Mach 3.
Ou é problema de tradução do russo para o “portuga”, ou é ignorância, ou é má fé, só pra complicar mesmo. A quarta opção é que lá se adota outra classificação diferente da adotada no Ocidente.
Um abraço.

Claudio Moreno
3 anos atrás

Bardini,

Vou contigo em tua opinião. Só quanto ao armamento principal que eu ficaria com o 76mm Compact (se é que isto é possível), no mais tanto o armamento secundário como a priorização aos NPOc é um pensamento racionalizado e dentro de nossa realidade orçamentária.

Rodrigo Maçolla
Rodrigo Maçolla
3 anos atrás

O Merlin tá meio gigante ai, acho que colocaram pra ilustrar… tipo propaganda de carro popular que aparece completo no comercial, mais na hora de comprar o preço é do “peladão”… Acho até que é possível sim pousar e operar com o Merlin numa emergência.. , mais não seria mais o caso de um heli no porte do Lynx ?

Dalton
3 anos atrás

fonseca… não há nada estranho…são funções diferentes. A embarcação russa destina-se ao combate enquanto que o navio britânico irá lidar com outras situações como pesca ilegal por exemplo. O maior tamanho permite que o navio possa passar mais tempo em patrulha oferecendo melhor habitabilidade aos tripulantes e mesmo espaço para receber náufragos ou recolher cargas suspeitas como drogas. . Nenhuma marinha tem um estoque infinito de mísseis, na verdade, enquanto navios/embarcações vão para seus períodos de manutenções seus mísseis a não ser que precisem de manutenções também passam para os navios/embarcações que sairão em missões e na verdade não há… Read more »

bosco123
3 anos atrás

Lancha de ataque (FAC) não faz patrulha do mesmo jeito que tanque de guerra não faz patrulha em tempo de paz e avião de ataque não faz patrulha em tempo de paz. O que se chama patrulha é saída ao mar para treinamento de modo a manter a proficiência da tripulação. Claro, já que tá no mar e tem radar, binóculo e sistemas EO, acaba que uma lancha de ataque quando em operação ajuda de alguma forma na “patrulha”, mas não é essa sua função primária. Sua função primária é atacar um alvo pre-estabelecido e ela faz isso se aproximando… Read more »

_RR_
_RR_
3 anos atrás

juarez ( 15 de agosto de 2016 at 22:00 ), . Também não gosto de reinventar a roda… O projeto da BAe quer me parece ser realmente bastante racional. E um hanguar dessas dimensões que sugere já estaria de muito bom tamanho. . Mas acredito que a MB queira utilizar os NaPaOc como meio de adestramento de algumas modalidades específicas de meios de combate a custo menor do que o seria com suas corvetas e fragatas ( como simulações de luta ASuW ), além de multiplicador de força em caso de necessidade. Por isso a exigência de o novo NaPaOc… Read more »

pathfinders16
3 anos atrás

É bem simples, “op. anti-terrorismo, pirataria e operações anti-contrabando”. canhões de 30mm, 25mm e ninigun 7.62 bastam.

Bardini
3 anos atrás

No meu entender, uma configuração interessante para um NaPOc “Tupiniquim” ficaria mais ou menos por isso: . Deslocamento: ~2.400 tons Range: 5.000 nm a 15 Knots Autonomia: ~35 dias Guarnição: ~110 Velocidade Máxima: 25 Knots Propulsão: CODAD Radar: Thales Variant 2D EW: Thales Vigile Diretor de tiro: Thales STIR 1.2 EO Mk2 Capacidade de operar um helicóptero do porte da Kombi e UAVs tipo ScanEagle. 2x RHIB de 9m Possuir “Mission Bay” Contar com Hospital . Armamento: 1x Canhão Oto Melara SR 76 mm 2x canhão DS30M Mark 2 30×173 mm Capacidade de operar com o MAN SUP metralhadoras .50… Read more »

Ádson Caetano Araújo
Ádson Caetano Araújo
3 anos atrás

Bardini, exelente, mas acrescentaria duas lanchas rápidas com capacidade de 10 fuzileiros, 1 artilheiro e piloto. Também apesar da capacidade de operar a kombi, rsrs, deveria operar em “patrulhas” com um esquilo bi turbina armadocom metralhadoras. Ficaria ideal.

Bardini
3 anos atrás

Ádson Caetano Araújo

Penso que uma boa alternativa para o futuro seria adquirir o H-145M assim como UAVs ScanEagle, para assim operar a partir destes NaPOcs. A parte de ser capaz de operar a Kombi era para que o navio possa servir como um multiplicador de forças se necessário, podendo operar com todas as asas rotativas que a MB possui no inventário.
.
Um RHIB de 9 m possui um bom desempenho e, é capaz de atender aos seus requisitos, por exemplo: http://products.damen.com/en/ranges/rigid-hull-inflatable-boat/inboard_outboard-rhib-975

Ádson Caetano Araújo
Ádson Caetano Araújo
3 anos atrás

Sim, eu havia compreendido a sugestão da kombi e concordo, sobre o Esquilo a sugestão é por custo, além dele atender bem questões “policiais”. Sobre a RHIB-975 só falta uma posição mais elevada atrás do piloto para o artilheiro com uma MAG.

Bardini
3 anos atrás

Os Esquilos já estão no bico do corvo, tanto que a própria MB já está buscando seu substituto. Como o H-145M está na jogada e é um produto que virá via Helibras, 2+2=4…

Rprosa
Rprosa
3 anos atrás

Ouso discordar dos nobre foristas, mas já passou a hora do Brasil ter sua Guarda Costeira, ficando sob responsabilidade desta a guarda e patrulha litorânea, de portos, o combate a pesca predatória ou ilegal, crimes ambientais, narcotraficância, bem como órgão fiscalizador de embarcações de pequeno e médio porte como lanchas, embarcações de recreio, ou de pesca, assumindo todas as funções e competências da Capitania de Portos inclusive busca e resgate. tendo liberdade para atuar dentro do mar territorial brasileiro de 12 milhas, bem como dentro da ZEE, conferindo a este órgão o poder de polícia em sua integralidade inclusive investigativo… Read more »

Rprosa
Rprosa
3 anos atrás

Bardini estas configurações são para corvetas, para que uma navio patrulha com radio de combate de 5000mn ou um peso de 2400 toneladas, já imaginou o custo de operação desta embarcação, temos de aprender a descentralizar, de forma permitir que os DN possuam meios necessários a proceder suas competências, de forma a limitar sua atuação dentro de sua área de abrangência, de forma que navios com 1.500 ou 1.800 ton no máximo e com alcance de 2000/2500 mn são mais do que suficientes, para desempenhar as funções dentro das áreas geográficas de cada DN, assim não corremo o risco de… Read more »

Bardini
3 anos atrás

Rprosa 17 de agosto de 2016 at 0:54 . Olha o tamanho da encrenca: https://2.bp.blogspot.com/-Y3IG9Q9XRWs/UWnEwbOoBrI/AAAAAAAAAAg/dgaUhbLcE70/s1600/SAR_Grande.jpg . É justamente por conta disto que eu escrevi anteriormente que vejo uma necessidade de um número de 15 OPVs para suprir os 5 DN. Dependendo da situação, teríamos sempre um OPV em patrulha na nossa zona de interesse referente aos 5 DN e os outros cumprindo seus ciclos de manutenção e instrução ou desempenhando outras missões, como as desempenhadas na UNIFIL, por exemplo. . “para que uma navio patrulha com radio de combate de 5000mn” Raio de combate? Esse alcance, em velocidade sustentada é… Read more »

bosco123
3 anos atrás

Só de curiosidade, a USCG tem “cutters” de 4500 t, com 12000 NM de alcance e autonomia de até 90 dias.

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Bardini, a tua configuração é top de linha, mas na minha modesta opinião, não vai dar nem para construir e muito menos manter e operar, pelas razões que tu bem conhece. Penso que um navio na faixa de 2.000, com convoo capacitado a receber um heli de 10 tons, e um hangar mesmo que retrátil capaz de hangarar uma aeronave do porte do Lynx estaria de bom tamanho e ou UAV. Quanto ao armamento de tubo podemos divagar para cá ou para lá, mas, eu acho que não missão que eles se destinam o BAE 40mm com uma elétro ótica… Read more »

Rprosa
Rprosa
3 anos atrás

Navios patrulhas são unidades destinadas a missões de patrulha e policiais, devendo serem usadas dentro dos limites geográficos dos DN e dentro da ZEE, que atinge ao máximo 370 km em linha de costa, exceção a Fernando de Noronha e as ilhas de Martim e Vaz, que se iniciam na costa das denominadas ilhas expandindo-se assim a distância da costa brasileira. Desta forma, um NPO de 1.800/1500 ton. e 2500 mn de alcance poderiam de forma tranquila executar missões de patrulha em áreas de 1.500 mn de raio, expandindo esta área de cobertura mediante o emprego de drone e de… Read more »

_RR_
_RR_
3 anos atrás

Amigos…
.
Olhemos o que os chilenos e colombianos estão fazendo…
https://es.wikipedia.org/wiki/Patrulleros_de_Zona_Marítima
.
Salvo melhor juízo, os colombianos planejam operar SH-60 nos seus…
.
Aliás, caminho similar parece que será seguido pelos uruguaios, com o desejo pelo OPV-80 da Lürssen…

Bardini
3 anos atrás

Rprosa,
.
Creio que você esteja misturando o conceito e as funções de um NaPOc com a de um NPa.
.
De resto, corvetas “emprego geral”, como as que você sugere e se planejam fazer por aqui, estão virando ou OPVs ou Fragatas em muitas marinhas.

carvalho2008
3 anos atrás

Colegas, é uma questão de olhar “O QUE TEMOS”e divisar “O QUE DEVERIAMOS TER”, de forma a comparar um e outro para finalmente extrapolar “O QUE PODERIAMOS TER”…..o que é bem diferente…. . Um navio mais pesado pode ser mais caro, mas oferece uma escalabilidade de emprego muito maior que outro menor e até mesmo bem armado ou especializado… . parece desperdicio, mas não é… . Não é desperdício justamente porque na ausencia de meios e orçamento insuficiente, as unidades disponiveis acabam por compartilhar um numero maior de missões, quer seja em tempos de paz ou beligerancia… . Quando se… Read more »

Mahan
Mahan
3 anos atrás

Mais que a Esquadra que é voltada para o combate, os navios patrulhas e de patrulha oceânica operando no mar territorial das 200 milhas, na nossa área de responsabilidade que vai até o meio do Atlântico e estendendo nossa presença até o litoral Africano e Antártica seria um recado bem claro aos Americanos, Britânicos e Chineses de que o compartilhamos de bom grado mas que essencialmente este é “mare nostro” Por isso não precisam estar pesadamente armados, nem mesmo construídos para aguentar pesados danos de batalha, nem precisam ser muito rápidos, mas devem ser equipados e configurados para durar na… Read more »

Jose Alois
3 anos atrás

Obrigado RR, pelo seu esclarecimento, concordo, aliás, um OPV possui funções muito especificas, que é patrulhar ZEE, sendo que alguns foristas tem colocado configurações de barcos armados como corvetas.

Concordo que deveriamos ter uma frota de 15 a 20 OPV S, para esta função, e acredito que o projeto da BAE Systems, é racional e equilibrado, sendo que seria muito útil para a costa brasileira.

Pelo que sei, temos os projetos da Classe Amazonas, pois pagamos, mas e ai?, vamos usar? novamente temos aquela situação de continuidade de volume, não temos escala, e ai o custo fica absurdo.

Ádson Caetano Araújo
Ádson Caetano Araújo
3 anos atrás

Necessário para hoje: 30 grajaú, 12 NapOc de preferencia no casco das “tamanduás” nas configurações colocadas acima por Bardine, temos 3 Amazonas, 6 corvetas multiuso, sendo 5 Tamandarés e a Barroso as Inhaúmas estão no final de sua vida útil, 4 fragatas com capacidade de defesa aérea de área e 2 multiuso mais centradas em ASW. Isso é só o reinicio de uma marinha que morreu e ninguém aceita isto.