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Porta-aviões australiano HMAS Melbourne

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Esse aí das fotos é o HMAS Melbourne australiano (ex-HMS Majestic), nos anos 1970/80. Ele era “primo” do nosso NAeL Minas Gerais e operou com a combinação de caças A-4G Skyhawk e aviões antissubmarino S-2E Tracker a partir de 1969.

O grupo aéreo típico do Melbourne era de 8 Skyhawks, 4 Trackers e 5 helicópteros Sea King.

A primeira compra de A-4G pela Austrália foi em 1967, de 8 monoplaces e 2 biplaces TA-4G. Outra compra igual foi feita em 1971.

Para operar satisfatoriamente com os A-4 e S-2, o Melbourne teve que passar por um refit em 1969 e outro em 1971.

O NAeL australiano foi desativado em 1982.


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Juarez
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Juarez

Recordar é viver……um tempo que se operava……

g abraço

Diego
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Diego

Taí mais uma prova de que o NAE São Paulo deve ser desativado.
Custos altíssimos, equipamento defasado, zero operacionalidade….
Uma marinha moderna como a Australiana foca seus recursos em meios de superfície e uma força de submarinos.
Devíamos seguir este exemplo!

Iväny Junior
Visitante

Os NAel’s classe Colossus são compactos e bonitos. Porém, hoje em dia, teriam menos poder de fogo que os anfíbios americanos e europeus (WASP’s, Juan Carlos e Carvour) que operam com Harriers. A própria tendência parece ser fazer grandes anfíbios (como o Queen Elizabeth) e operar aeronaves STOL. A questão é saber se o f-35B aguentará a parada como os Harriers aguentam até hoje. Os NAes, anfíbios ou tradicionais, são as máquinas de guerra complexa que eu pessoalmente mais admiro. A junção de dois estilos de força (três com as infantarias anfíbias), mais o conceito de projeção. Existe um documentário… Read more »

Beto Santos
Visitante
Beto Santos

Ivany concordo contigo estou a tempo querendo ler uma reportagem completa sobre estas belonaves maravilhosas e suas tecnologias nem que tivesse que ser separadas em 3 ou 4 reportagens para poder abranger e dar uma boa ideia pra nós do funcionamento e complexidade , esperando ansioso por estas reportagens.

Tamandaré
Visitante
Tamandaré

Sou apenas um jovem curioso (rsrsrsrs), mas creio que um NAe leve ainda poderia ser válido nos dias de hoje. Se ele puder levar pelo menos 18/20 aviões modernos, algo como Gripen ou Rafale, e navegar rápido seria difícil pegá-lo.
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Há um causo muito interessante, divulgado aqui mesmo no Poder Naval há alguns anos atrás, envolvendo esse mesmo HMAS Melbourne, que ilustra bem essa situação. Hoje, claro, as coisas estão bem mais complicadas para um NAe “leve”, mas acho que eles ainda têm vez.
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http://www.naval.com.br/blog/2010/09/04/davi-e-golias/
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Boa noite a todos! 😉
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Em tempo, este outro causo também é interessante:: http://www.naval.com.br/blog/2010/09/04/davi-e-golias-2/

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Diego, o galho é que eles tem tratados de defesa com quem tem os maiores porta-aviões do Mundo, então para eles é fácil.

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

A alguns dias atrás me peguei vendo vídeos do Melbourne e também do Ark Royal. Definitivamente gosto dos ‘underdogs’ da aviação naval durante a Guerra Fria.

Dalton
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Ivany… o “Cavour” não é nem pode ser classificado como “anfíbio”, caso contrário os “porta-harriers” da Royal Navy classe “Invincible” teriam que ser assim classificados também e o “Cavour” é até maior. . Claro que o “Cavour” tem uma capacidade secundária anfíbia mesmo não possuindo uma doca para embarcações de desembarque, mas, a função principal é de um NAe e a velocidade dele é mais compatível com a de um NAe também. . O “Juan Carlos I” não é tão eficiente como NAe como era o NAe espanhol “Principe de Astúrias”, mas, os espanhóis não conseguiram recursos para moderniza-lo e… Read more »

Bardini
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Este é o NAeL dos novos tempos:

Iväny Junior
Visitante

Interessante Dalton

Mas essa “classificação” que dei como anfíbios é justamente em virtude da ampliação da capacidade anfíbia dos meios, em uma tendência inaugurada justamente com o Invicible (até onde sei).
Sobre este, lamento não existirem mais Harriers disponíveis no mercado. O Ilustrious (ultimo Invincible inteiro), provavelmente vai ser vendido pra sucata…

Saudações.

Dalton
Visitante

Ivany… o ex-HMS illustrious infelizmente não pôde ser salvo como museu e já foi vendido como sucata. . De fato o então HMS Illustrious operou como “anfíbio”, mas, só enquanto o HMS Ocean estava sendo revitalizado…a Royal Navy ficou com o “Ocean” e dispensou o “Illustrious” mais caro de manter. . Como não há dinheiro sobrando na Royal Navy, agora será a vez de descartar o “Ocean” tão logo o futuro HMS Queen Elizabeth entre em serviço…não é o ideal, mas é o que se pode fazer então os 2 novos NAes da Royal Navy terão uma boa capacidade anfíbia… Read more »

Dalton
Visitante

Bardini… com modificações…como por exemplo a adição de uma “rampa”…os LHDs e LHAs da Us Navy não possuem “rampa”, mas, não se espera deles que operem como NAes…asa fixa será sempre uma capacidade secundária e de apoio às tropas…quase tudo é para o beneficiamento dos MV-22s e helicópteros. . Uma “rampa” permitiria que um F-35B usasse menos do comprimento do convés, permitindo operações aéreas mais dinâmicas. Seria preciso também uma proteção térmica em algumas áreas do convés onde os F-35B pousariam, algum reforço abaixo de tais locais e um melhor arranjo interno para combustíveis, peças de reposição, armas, etc. .… Read more »

Bardini
Visitante

Dalton, acho que a questão nem é muito operar asa fixa e sim, a tarefa ASW, que os NAeL desempenhavam no passado.

Dalton
Visitante

No passado havia uma aeronave de asa fixa ASW…hoje apenas helicópteros, mas, também no passado NAeLs, um dos exemplos sendo o então HMS Melbourne , também operava um esquadrão de A-4s e no passado recente o NAeL “Principe de Astúrias” operou com AV-8s
“harriers” e helicópteros anti submarinos.
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O “Izumo” pode operar com pelo menos uma dúzia de helicópteros ASW de tamanho médio e sustenta-los e com a retirada de serviço do “harrier” a opção lógica poderá ser em uma variante do “Izumo” com uma combinação de F-35Bs e helicópteros ou mesmo o MV-22.

Franklin Junior
Visitante
Franklin Junior

Por incrível que possa parecer essas fotos do HMAS Melbourne australiano (ex-HMS Majestic), nos anos 1970/80, retrata o sonho de consumo do nosso almirantado para o NAE São Paulo no futuro.A exceção será a troca dos Sea King pelos SEA HAWK.

carvalho2008
Visitante

Para o caso brasileiro, a asa fixa ficaria entre 12 a 24 unidades “num extremo” entre caças ou ASW, mesmo que um vetusto S2T…adicionado a uns 6 a 8 helis…..uma ala total entre 18 a 30 vetores no máximo… . Então, os elementos inerentes a taxa de surtidas, movimentação de convoo etc, são minimizados pelo proprio tipo de operação do Nae, muito mais dedicado a defesa de frota do que a projeção. . capacidade de combustivel aereo é outro exemplo, em que os estoques não necessitam possuir os mesmos niveis do Nae Americanos…. . O Minas gerais possuia umas 400… Read more »

Bardini
Visitante

Dalton 29 de setembro de 2016 at 12:29
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Detalhe: O navio do vídeo é o Kaga.
.
O tempo passa rápido… Parece que foi ontem que cortaram a primeira chapa…

control
Visitante

Srs Dadas as tendências atuais, os NA`s light podem ser uma solução interessante. Aliás, um ponto interessante a ser discutido é a real necessidade de LHD`s, considerando que as últimas operações de desembarque em costa hostil aconteceram na guerra da Coréia; E, hoje, há a opção do desembarque via aérea por helis e Osprey. Uma solução mais equilibrada não seria a da Italia com o Cavour e NDD`s? Observe-se que um Cavour, um pouco ampliado poderia até conter uma catapul eletromagnética e cabos de parada ficando melhor que um Essex e chegar a capacidade de um Midway. Isto seria mais… Read more »

carvalho2008
Visitante

He he he. Obrigado pelo jovem….jovem de 48 anos….rzrzrzrz

Dalton
Visitante

Bardini… estava pensando em termos de classe… o “Kaga” cujo indicativo é bem visível no vídeo pertence a classe “Izumo” que já encontra-se em serviço. Carvalho… de fato sou reticente quanto a um navio como descrito por você…o USS América e seu futuro irmão USS Tripoli não possuem doca e são navios que deslocam totalmente carregados algo como proposto por você…45.000 toneladas. . Os futuros da classe terão uma doca, menor que a dos “Wasps”, mesmo assim terão uma diminuição na capacidade de sustentar aeronaves, menos combustível por exemplo. . O que você propõe é um navio do tamanho do… Read more »

Leandro Costa
Visitante
Leandro Costa

Dalton, talvez você possa me esclarecer uma dúvida. Estou ciente do maquinário necessário para a recuperação de aeronaves à bordo, o que ocupa um espaço significativo no convés, e também estou ciente do maquinário das catapultas à vapor, também ocupando bastante espaço.
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Pode me informar em relação ao arranjo de espaço necessário para a operação de uma catapulta magnética e seus requisitos físicos em relação à geração de energia no navio e características gerais?
.
Desde já, grato por qualquer informação que possa dar.

control
Visitante

Srs Jovem Dalton Realmente, a US Navy continua investindo em navios e equipamentos para desembarque apesar de que a última vez que isto aconteceu pra valer já vão mais de 60 anos. A questão, realmente, é se vale a pena um navio multipropósito como os LHD. Observe que a US Navy buscou uma solução um pouco similar ao Cavour, com os LHA. É certo que ela está recuando desta mudança, mas também é preciso considerarmos que a US Navy é um caso único, com a sua filosofia de manter forças dos marines para pronta ação por todo o globo. Aí… Read more »

Dalton
Visitante

Oi Leandro… além de não ser minha praia tenho dúvidas se ao pesquisar absorvesse muita coisa, mas, bem por alto o que já li é que catapultas eletromagnéticas requerem menos espaço, são mais leves, exigem menos manutenção e pessoal e muita energia elétrica o que obrigou o abandono do reator nuclear instalado a bordo dos NAes classe Nimitz e o desenvolvimento de um novo reator para o futuro USS Gerald Ford, que igualmente terá duas unidades como na classe Nimitz. . Porém ,navios movidos por turbinas a gás também podem gerar energia elétrica suficiente para catapultas eletromagnéticas, uma perspectiva bastante… Read more »

Dalton
Visitante

Control… o fato do USS América não possuir uma doca não significa que a US Navy copiou os italianos… NAes da classe Essex não modernizados sem convés em ângulo foram convertidos em velozes LPHs transportando apenas helicópteros com a missão principal de desembarcar tropas na retaguarda do inimigo. . O USS América foi pensado sem uma doca para enfatizar operações com o MV-22 e também ampliar a capacidade de manutenção dessas aeronaves a bordo, isso exigiu entre outras coisas áreas no hangar um pouco mais altas. . A diferença de classificação LHD e LHA não faz muito sentido…os antigos LHAs… Read more »