domingo, abril 11, 2021

Saab Naval

Fotos do Exercício Malabar 2017

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Navios da Marinha Indiana, da Força Marítima de Auto-Defesa do Japão (JMSDF) e da Marinha dos EUA navegam em formação no Golfo de Bengala durante o exercício Malabar 2017. Este é o último em uma série contínua de exercícios entre as Marinhas dos três países que cresceu em alcance e complexidade ao longo dos anos para abordar a variedade de ameaças compartilhadas à segurança marítima na região indo-ásia-pacífico.

FOTOS; US Navy

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claudio quadros

Este porta Helicópteros japonês praticamente porta aviões tamanho dele e impressionante só esta faltando 12 F35B te excelente Capitania marina japonesa deixando Dragão de apavorados .

Airacobra

Cuma?

MBP77

Mas que beleza a 3ª foto!
Sds.

Emmanuel

Linda a última foto.

Jagderband#44

A segunda foto é impressionante.
Imagine-a sem os F18.
Lembra a 2GM.

SmokingSnake

Pelo comprimento do Izumo, quase igual do PA indiano, dá para decolar F-35b tranquilamente dele.

Wellington Góes

Lindas fotos!
Obs: faltou os F-35B no “porta-helicópteros” japonês.

Juliano Bitencourt

Vendo o Izumo, o Japão poderia construir um excepcional PA. A China está muito atrás.
Fotos extraordinárias.

Juliano Bitencourt

Que orgulho para a India. Quando o Brasil vai poder participar de uma formação (e exercício) dessas com gigantes como Japão e EUA?

Ivan BC

Belas fotos! Toneladas de diplomacia kkkk

Guizmo

O Nae indiano, “VidaMardita”, não faz feio com seu corpo aereo.

Thiago Cristelli

Alexandre , o NAe SÃO PAULO está mais pra “ViraMardita” de tanta vergonha essa aquisição da MB pelo FHC , rsrsrs

Juliano Bitencourt

Se o lado B ganhar, o Brasil podia encomendar um NAe daquele inglesão, só que CATOBAR, operando Sea Gripen + Rafale Marine ou F 18 E/F.

Juliano Bitencourt

É só cortar 50% do roubo dos GOELA-LARGA.

Antonio Marques Figueira dos Santos

Amigos do PN, prefiro viver com os pés no chão do que viver de megalomanias, o Brasil JAMAIS será uma potência militar, o próprio povo não tem um espírito beligerante como os americanos, por exemplo, preferem viver de patifarias, matar uns aos outros do que sentar à mesa e discutir os problemas do país. Na minha opinião o Brasil tem até por obrigação se espelhar nas FFAA dos países derrotados na 2a guerra (Alemanha, Itália e Japão), forças de autodefesa, modernas, treinadas, de fácil mobilização e letais. Agora, dormimos no barulho dos Lulas, Cunhas, Maias, Temeres e corruptos da vida… Read more »

_RR_

Caro João Bitencourt, . A classe ‘Queen Elizabeth’ foi pensada para ser aquele porta-helicópteros gigante… Se fosse modificar para CATOBAR, ia sair quase o dobro do preço… . O melhor dos mundos para as asas fixas da MB, seria esta cancelar as atuais aquisições de aeronaves ( mandar pra casa do chapéu a modernização do A-4, esquecer os ‘Trader’, parar de pegar os ‘Caracal’… ), e investir em um punhado de F-18 E/F ( já que Gripen naval é um sonho cada vez mais distante )… Mas isso é virtualmente impossível por agora… . Francamente, me contentaria com o ‘NDM… Read more »

Ivan

Interessante nas fotos é que são 3 (três) porta aviões projetados e construídos com conceitos completamente diferentes. . O americano USS Nimitz é um supercarrier CATOBAR (Catapult Assisted Take-Off But Arrested Recovery) de 100.000 toneladas e 332 metros de comprimento (total), com 4 (quatro) catapultas para lançamento de aeronaves. Um verdadeiro PA de ataque, com missão primordial de projeção de poder sobre mar ou terra. . O indiano INS Vikramaditya é um carrier STOBAR (Short Take-Off But Arrested Recovery) de 45.000 toneladas e 283,5 metros de comprimento, com 1 (uma) rampa para lançamento de aeronaves. Um PA robusto, mas com… Read more »

hernâni

LINDAS FOTOS!!!

Juliano Bitencourt (JB )

_RR_ 19 de julho de 2017 at 18:19
Realmente,parece que dei uma viajada quanto aos NAe ingleses. E os F18 E/F seriam fantásticos. Precisamos, como disse e leio sempre aqui, é de escoltas em quantidade e qualidade. Viajando mais um pouco, quem sabe um classe Charles de Gaulle, sem energia nuclear (para baratear). Mas vamos aguardar o próximo período.

Delmo Almeida

Ivan, pra variar, seus comentários foram maravilhosos.

Control

Srs Jovem Ivan A respeito das diferenças no lançamento dos aviões pelo Nimitz e pelo Vikramaditya. É claro que depende das normas de cada marinha, mas, de princípio, o Nimitz deve colocar no ar dois F18 pelas catapultas alinhadas para a proa, enquanto a Vidamardita coloca um Mig29, mas a partir daí, enquanto o Nimitz alinha mais dois F18 o Vidamardita pode lançar o segundo Mig29 e estará lançando um terceiro quando o terceiro e quarto F18 forem catapultados. É claro que tudo depende da posição dos aviões no deck de vôo, mas os indianos só tem que manter a… Read more »

Control

Srs
Jovem Ivan
Complementando:
Cabe observar que no caso do Vikramaditya, o alinhamento dos aviões com mais carga interfere diretamente na pista de pouso, o que é um problema de segurança e que pode interferir bastante na taxa de lançamento de aviões.
O Liaoning já é melhor neste aspecto.
Sds

Dalton

_RR_ . modernizar o restante dos A-4s e os “Traders” custará menos que um único FA-18E, imagine um punhado deles, uma dúzia pelo menos, para compensar os que estariam por uma razão ou outra indisponíveis, fora o treinamento, peças de reposição, etc…não há dinheiro agora para isso nem que se cancelasse o que você sugeriu, assim como não havia em 2012 para comprar as T-22s B3 quando foram postas à venda e que ninguém as quis. . Quanto a um “exercício” do tipo “Malabar” as fragatas classe Niterói é que representariam o Brasil e não as T-22s que não foram… Read more »

Dalton

Control…
.
da mesma forma como ocorre no NAe chinês e russo, o MIG 29 precisa ter as rodas traseiras colocadas no dispositivo chamado “Starting Aircraft Restraining Advice” antes de acelerar para decolar e as aeronaves atrás terão que guardar uma boa distância já que não há um defletor para jato e no caso da US Navy as 4 catapultas podem e serão utilizadas…basta não haver pousos ocorrendo que da mesma forma prejudicariam o lançamento
de aeronaves do NAe indiano.
abs

Jonas Rafael

“Ivan 19 de julho de 2017 at 18:27
Certamente o americano colocaria toda uma esquadrilha de 4 (quatro) Super Hornet no ar enquanto o hindu teria colocado apenas 1 (um) MiG29K e estaria alinhando o segundo.”
O Kuznetsov consegue alinha dois caças ao mesmo tempo para a decolagem da rampa, mesmo que os dois não consigam fazer a corrida juntos, isso economiza tempo, achei que o Vikramaditya podia fazer o mesmo, afinal mesmo sendo menor os MiG-29k também são menores que o Su-33.

_RR_

Olá Dalton ( 20 de julho de 2017 at 11:25 ), . Por isso disse que era “virtualmente impossível”… Não se pode negar que simplesmente não vai haver dinheiro para aquisições de porte como essa nos próximos anos. Também tenho plena consciência de que o melhor é realmente deixar os projetos atuais seguirem, pois, do jeito que a coisa anda, se a MB cancelar o que quer que seja, periga dos recursos poupados simplesmente irem pra qualquer outra coisa e a MB ficar sem nada de qualquer jeito… . O cancelamento dos meios que sugeri não foi no sentido somente… Read more »

Control

Srs Jovem Dalton Dados observando o “design” dos conveses Nimitz No caso do lançamento de mais aeronaves, é uma condição de segurança deixar livre a pista de pouso para qualquer contingência, e isto pode ser feito sem prejudicar os lançamentos na proa, o que dá uma boa taxa de lançamentos mesmo sem usar as duas catapultas diagonais. É claro que é possível lançar pelas quatro catapultas quase simultaneamente (as duas diagonais não podem lançar aviões ao mesmo tempo pois as rotas se cruzam em diagonal e as de proa não devem lançar ao mesmo tempo pois se um dos aviões… Read more »

Dalton

_RR_
.
seriam “mais navio” se tivessem sido modernizadas, como aliás chegou a se pensar…como não foram, uma “Niterói” passa a ser “mais navio”…mesmo com a diferença de tamanho.
abs

Dalton

Control…
.
com certeza não ao mesmo tempo e sim com alguns segundos entre os lançamentos…o fato é que para lançar o que se chama de “alpha strike”
ou seja um grande número de aeronaves…as 4 catapultas são utilizadas.
.
O NAe indiano foi convertido de um navio que tinha outros propósitos e algumas coisas simplesmente não puderam ser sanadas como o elevador
paralelo à super estrutura que prejudica/impossibilita operações aéreas e outras movimentações, mas, já foi conseguido até muita coisa com a
conversão.
abs

Ivan

Prezado Control, . Antes e mais nada obrigado pelo “Jovem”. Efetivamente sou de espírito, mas já dobrei a curva dos cinqüenta (olha o trema aí). 🙂 . Este tipo de debate vale a pena, principalmente contando com a participação do nosso Admiral Dalton. Abaixo um link com desenho do convés e hangar visto pelo alto: https://www.jeffhead.com/worldwideaircraftcarriers/vikram-30.jpg . Como você observou, as duas linhas de decolagem se sobrepõe, sendo que a mais longa para aeronaves mais carregadas interfere no estacionamento das aeronaves à popa. Supondo que os indianos tenham 2 (dois) MiG-29K prontos para decolar, liberando em sequencia o que esta… Read more »

Ivan

Ops!
.
Meu comentário foi pego pelo ‘dobermann’ do AntiSpam.
Tinha dois links…
.
(:

Ivan

O comentário sobre a comparação entre CATOBAR e STOBAR ficou preso com o ‘dobermann’. . O desenho comparativo linkado abaixo é útil para entende a movimentação para decolagem das aeronaves nos diferentes porta aviões STOBAR disponíveis nos dias de hoje: https://www.jeffhead.com/worldwideaircraftcarriers/c-STOBAR.jpg . As linhas de decolagem do indiano Vikramaditya se sobrepõe, com elevadores apenas a meia nau e em posições que atrapalham a movimentação de mais aeronaves do hangar para o convoo. A taxa de lançamento deve ficar um pouco comprometida, bem como a quantidade, tendo em vista a posição dos elevadores. . Por outro lado, as linhas de decolagem… Read more »

Ivan

Agradeço ao dono do ‘dobermann’ pela liberação do comentário.
Ivan. 😉

Agnelo

_RR_ boa noite
As multas contratuais são muito grandes para abandonar tudo.
Mas, realmente, as soluções dão aflição…
Sds

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