terça-feira, setembro 28, 2021

Saab Naval

Jornalista Roberto Lopes entrevista o Comandante da Marinha do Brasil, almirante Eduardo Leal Ferreira

Destaques

Alexandre Galante
Ex-tripulante da fragata Niterói (F40), jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Jornalisra Roberto Lopes e almirante Leal Ferreira

O conceituado jornalista Roberto Lopes, colunista do site Plano Brasil, fez uma longa entrevista com o atual Comandante da Marinha do Brasil, almirante Eduardo Leal Ferreira.

A excelente entrevista esclarece vários pontos sobre os programas da Marinha, a questão do envelhecimento dos navios de escolta, Prosuper, desativação do Navio-Aeródromo São Paulo, o programa dos C-2 Turbo Trader, possível transferência dos P-3 Orion da FAB para a MB, construção das corvetas classe Tamandaré, possível aquisição do porta-helicópteros HMS Ocean, SisGAAZ etc.

Para ler a entrevista, clique aqui.

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Ozawa

De tudo, a única notícia gratificante é a integração das tripulações aéreas da FAB e MB no P3 e a vinda do Orungan para Santa Cruz, nessa revolução organizacional/operacional magnífica da FAB. Se a MB desistir de vez desse sonho irrealizável de NAe, e tivermos um Ministério da Defesa com autoridade técnica e política para “bater na mesa” quanto a esse ardor quase infantil, quem sabe a Marinha largue essa ideia louca e a FAB transfira a ela a Patrulha. Daqui a pouco a MB vai chamar o Biafra pra cantar “Sonho de Ícaro” no 11 e Junho… No mais,… Read more »

diego

Boa reportagem, só faltou detalhar o motivo da falta de dinheiro e o contingente ativo com mais que 85.000 militares na MB, dinheiro tem falta é gestão;

Rafael Oliveira

Roberto Lopes fez as perguntas necessárias e o almirante respondeu com franqueza e sem enrolação. Um primor essa entrevista. . Será que depois dessa divulgação da reforma do NAeSP custar US$ 1,5 bilhões e ter resultado incerto ainda terá gente que continuará achando um absurdo o CM Leal Ferreira descomissionar o navio? . Aviação da MB migrando da caça para a patrulha nos próximos anos. . Nada de compra de navios de contra-minagem no curto prazo. . A Makassar não é tão barata quanto é divulgado (acredito que eles valores são do navio e de seus sistemas mais básicos). .… Read more »

zeabelardo

Almirante Leal Ferreira é um modelo de liderança.

Juliano Bitencourt

Espero que esse momento terrível de nosso país passe logo. Dá tristeza ver como está nossa Marinha. Temos condições de , seriamente, fazer muito, mas muito melhor. Precisamos do Governo, e talvez até principalmente, um Congresso Conservador, de direita, ligado às FF AA e Patriotas.

Gabriel

Muito boa entrevista.
Gostei muito das respostas, diretas e claras.

Marcelo Andrade

Gente, ninguém falou que a Aviação de Patrulha iria passar para a MB. O que vai ocorrer é a utilização de Oficiais da MB nos P-3, o que já ocorre mas não operando os sensores.

Como a RAF fazia com relação aos Nimrod.

Não que eu não gostasse que isso ocorresse.

Carlos Alberto Soares

Fica claríssimo a falta de planejamento do Estado Brasileiro, NÃO temos.
Toca-se o bonde conforme a SUBIDA, a LADEIRA e as CURVAS.
DESGOVERNO CENTRAL em relação as FA’s desde o DesGov José Sarney.

Gelson Jorge Emerim

O momento terrível pelo qual o país passa já dura mais de 500 anos! E, sinceramente não acredito que vá melhorar nos próximos 500….Não com este modelo de administração e governantes que aí estão. A única coisa que realmente impressiona na MB são os números do seus efetivos (85.000!). É uma instituição que vive à mercê de “oportunidades”, ao sabor da sorte – ou do vento, como queiram. Sempre chorando por mais e mais recursos. E o retorno, como se vê, é pífio (par não falar outra coisa). “Se o comandante do navio não sabe para onde quer navegar, nenhum… Read more »

Rodrigo Tavares

Como muitos já estão dizendo

Em breve será maior Marinha de Terra do Mundo

camargoer

Caro Juliano,
O que temos é um congresso conservador.. é fácil perceber que não é o que precisamos.

Alex Barreto Cypriano

supimpa a entrevista, faltando questionar sobre meios fluviais.
causa espanto que para produzir 4 corvetas tamandaré de 350 milhões/un, totalizando 1,4 bi, sejam necessários 612 mi/ano em 8 anos, totalizando 4,896 bi.
mesmo levando em conta que tais somas incluam modernizações ao amrj, é uma relação estranha, parece que se está pagando um bolo apenas pela cereja.
e notem o corte em operacional e projetos em 2017 de 1,8 bi para 1,1 bi.
pindaíba pouca é bobagem.

Dalton

Acho que a entrevista coloca um fim nas especulações sobre baixas precoces de navios alemães “F-123”, australianos “Anzac”, canadenses “Halifax” todos da década de 1990 que só começarão
a ser substituídos depois de cumprirem seus 30 anos de serviço pelo menos e portanto não
estarão “disponíveis” para uma possível venda à marinha brasileira.

Nunão

Alex Barreto, acho que você está misturando valorws em dólar com valores em real informados pela matéria.

Alex Barreto Cypriano

verdade, Nunão, misturei mesmo.
coisa de mister magoo, hehehe.
agora os valores de investimento e custo batem (R$4,896 bi aprox.= US$1,4 bi).
mas US$350 mi/un é muito…

Nunão

350 milhões de dólares por uma corveta com porte de fragata é bem perto da realidade. Mais ou menos metade disso é o custo de sensores e armamentos modernos. Se ficar nesse patamar, que já é menor do que estimativas anteriores, será bem razoável.

Alex Barreto Cypriano

pois é, Nunão, eu fico meio perdido em avaliações de custo quando lembro que um lcs, de deslocamento semelhante à cct embora de capacidades limitadas, chega quase a setecentos milhões de dólares ao passo que uma tigr russa, embora mais leve que uma cct, uns cento e cinquenta milhões de dólares. é que nunca sei exatamente o que está considerado nas divulgações de preço, em especial de países em que a transparência é proibida ou que simplesmente tenham um entendimento diferente sobre o quê

Alex Barreto Cypriano

complementando o post truncado: sobre o que seja preço e custo, se se ‘precifica’ o navio finalizado com sistemas e armamentos ou apenas até algum estágio intermediário.
igualmente me perco na caracterização da classe do navio: não sei se a diferença entre corvetas, fragatas e destróieres se baseiam no deslocamento, nas capacidades ou na idiossincrasia da autoridade classificadora. eu gosto de pensar que as capacidades definem melhor.

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