Home Indústria Naval Egito recebe segundo submarino Type 209

Egito recebe segundo submarino Type 209

2554
9

A Marinha Egípcia recebeu o S42 (864), o segundo dos quatro submarinos Type 209/1400, no estaleiro ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) em Kiel, em 8 de agosto, anunciou o Ministério da Defesa egípcio.

O primeiro submarino S41 (861) foi entregue em dezembro de 2016, chegou a sua base em Alexandria em abril e participou do exercício “Medusa 2017”, realizado com a Marinha Helênica em agosto.

O Egito inicialmente encomendou dois submarinos Type 209/1400mod em 2011 e mais tarde encomendou mais dois em 2014.

Duas vistas do Type 209/1400 mod

O novo submarino deve chegar a Alexandria em 3 semanas.

O submarino Type 209/1400mod é a versão mais recente da família 209, de maior sucesso comercial do mundo, com mais de 60 unidades vendidas. Atualmente, a TKMS tem mais de uma dezena de submarinos contratados deste tipo.

Veja abaixo a árvore genealógica dos submarinos alemães, até o atual Type 214, com propulsão AIP de células de combustível.

Evolução dos submarinos alemães desde o Type 201

LEIA TAMBÉM:

Série 100 anos de submarinos alemães

Subscribe
Notify of
guest
9 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Roberto Dias
Roberto Dias
2 anos atrás

Não consigo entender como tínhamos um contrato de compra e transferência de tecnologia destes modelos, que são os melhores em sua classe, e agora vamos de scorpene?!

Bavaria Lion
2 anos atrás

Dolphin, U-212, U-209/1400mod e U-214 podem utilizar o sistema AIP da Siemens, porém, o mais avançado (que tem vendido mais recentemente, inclusive) é o do U-214.

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Roberto Dias, tambem sou desta opinião, mas os Type 209 não permitiriam a futura construção do sub. com reator nuclear.
O acordo suspeito com a França prevê apoio nesta área, não na construção do reator, mas na do submarino.
O Brasil da boca para fora defende o uso da energia nuclear só para fins pacíficos, este submarino com reator nuclear vai contra isso, mesmo sendo só a propulsão.
O Brasil ainda detem uma boa experiencia com os Type 209, são poucos os países que o cortam para fazer as grandes revisões e os soldam de novo com perfeição.

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Bavaria Lion, Singapura comprou 4 Type 218SG, que são baseados nos U-214/216, quando forem entregues a partir de 2020 devem ser os mais modernos da categoria. Singapura é o país dos exageros, uma cidade com metade do tamanho do município de São Paulo cujo litoral se resume a um porto dentro de um estreito com cerca de 40 a 100 km de largura que a separa da Indonésia., o segundo maior porto do mundo em movimento de cargas, o maior é na China, e o maior do mundo em movimentação de conteiners. Eles tem hoje 4 submarinos suecos divididos em… Read more »

Bavaria Lion
2 anos atrás

Walfrido, deve ser o FCM NG 135, mas nessa brochura ainda não tem o do 218 especificamente.
Fiquei impressionado com o grau de portabilidade em relação ao MESMA.

Saudações.

https://www.industry.siemens.com/verticals/global/de/marine/marineschiffe/energieverteilung/Documents/sinavy-pem-fuel-cell-en.pdf

Bavaria Lion
2 anos atrás

Walfrido, Singapura é mesmo outro nível…

John Paul Jones
John Paul Jones
2 anos atrás

Esse é o nosso Classe Tikuna, chamo de classe porque é um submarino tão bom e tão melhor do que os classe Tupi que deveria ser uma classe nova.
O 209 1400 talvez seja atualmente o melhor custo beneficio na compra de um submarino, excelente, barato e de uma eficiência devastadora ….
Deve custar atualmente a metade do preço de um scorpene pirata …..

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

John Paul Jones 14 de agosto de 2017 at 17:11
Pois é ……………
Um lá e 6/10 (2/3 AIP ?) aqui com base nova e tudo.
Sem viadagem.

Wellington Góes
Wellington Góes
2 anos atrás

JPJ, até onde sei, o Tikuna é um U209/1500.
.
A despeito dos ganhos tecnológicos do PROSUB, especialmente na tecnologia do casco resistente, nunca entendi esta prática da MB de fazer poucos navios de uma classe nova. Não é só falta de recursos, mas ausência de uma política consistente de continuidade. Algo que, ao que parece, cultural (quando você pára para olhar a história da indústria militar naval brasileira, este atitude de descontinuidade é uma rotina).