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Ex-comandante opina sobre as colisões de navios de guerra americanos com navios mercantes

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O USS Fitzgerald depois da colisão com porta-conteineres em junho

Por Wes O’Donnell
Editor-chefe, do site In Military

Nota do editor do site In Military: conseguimos uma entrevista com um capitão da Marinha dos EUA recém-aposentado que passou 20 anos no mar e 10 anos no Pentágono, trabalhando em projetos de melhoria de processos. Ele pediu para permanecer anônimo devido a uma série de considerações políticas e uma necessidade de privacidade. Para os fins desta entrevista, o chamaremos de Capitão F.

In Military: Obrigado, senhor, por sentar-se conosco e nos dar o seu tempo. Como você está dolorosamente sabendo, ocorreram recentemente vários incidentes no mar, mais notavelmente as duas colisões distintas do USS Fitzgerald e USS John McCain com navios mercantes. Vidas de marinheiros se perderam. Existem teorias de conspiração de “spoofing” russo de GPS e outras bobagens. Nossa pergunta mais premente é: Por que isso está acontecendo agora e com tanta frequência?

Capitão F: Primeiro, o grande quadro. A nação, como todas as nações, tem que equilibrar armas e manteiga. Apenas um fato da vida. Recursos limitados e requisitos ilimitados, necessidades e desejos. O Congresso e o Poder Executivo devem liderar essa discussão com base na ameaça e nas capacidades da força necessária para enfrentar essas ameaças.

Depois de cada guerra, embora não o considerem como tal (na verdade, eles fizeram depois do colapso do Muro de Berlim), há sempre uma grande pressão para fornecer um “dividendo de paz” — ou mais precisamente, para mover o financiamento dos projetos militares para os sociais. Passei por duas reduções significativas no meu serviço de 1974-2003.

IM: A primeira redução foi depois do Vietnã?

Capitão F: Sim, a primeira veio depois do Vietnã quando a Marinha desceu de cerca de 900 navios – cerca de 700 no final da guerra – até menos de 500 navios. Além disso, a liderança civil decidiu mudar de uma política de recrutamento para uma força toda de voluntários.

Além disso, houve grandes distúrbios no país após a guerra, coisas como o movimento dos direitos civis e o país estava dividido politicamente. Os impactos dessa mudança de mentalidade significaram que estávamos lidando com uma espécie diferente de homens jovens que estavam entrando no serviço.

Foi requisitado que aceitássemos a entrada de um certo número de indivíduos que tinham pouca aptidão para o serviço, inclusive aqueles que não eram muito espertos, que tinham problemas de uso de drogas e assim por diante. Em grande medida, nos tornamos algo como uma experiência social.

IM: Não se parece muito com militares eficazes ou eficientes.

USS John S. McCain (DDG-36/DL-3)

Capitão F: Houve um tempo no período dos anos 1975-79 quando literalmente tivemos um CO esfaqueado por um membro da tripulação. Os oficiais não podiam caminhar pelos navios sem algum tipo guarda-costas depois de certas horas.

Os navios estavam se deteriorando rapidamente e os padrões em geral não estavam sendo atendidos. As maiores classes convencionais de construção naval na época eram os destróieres da classe “Spruance” e os cruzadores “Ticonderoga”.

Os navios estavam falhando nas inspeções de rotina, particularmente no que diz respeito aos navios a vapor de 1.200 libras, que eram difíceis de manter e foram severamente abusados ​​durante a guerra. No momento em que as eleições de 1980 chegaram, eu tinha servido em duas comissões – uma no USS John S. McCain (DDG-36), que era um desses navios que estavam com problemas (foto acima)

Os oficiais, particularmente os COs (comandantes) e XOs (imediatos), tinham uma enorme quantidade de trabalho, para que pudéssemos zarpar para uma comissão. Eu deixei esse navio e ajudei a comissionar o USS Comte De Grasse (DD-974) em 1978. A mudança foi surpreendente para mim. Enquanto trabalhamos duro, também tivemos uma tripulação de primeira classe e pessoal da praça d’armas que era experiente. Esse foi o meu primeiro contato com os problemas subjacentes.

USS Comte De Grasse (DD 974)

IM: Então, a redução pós-Vietnã teve um impacto que durou anos.

Capitão F: Correto. No período de 1979 a 80, os navios continuaram a apresentar problemas. Navios-tanque não conseguiam zarpar para operação porque não havia muitos técnicos de caldeira a vapor suficientes para navegar com segurança. Houve um aumento nas colisões e encalhes.

Duas coisas aconteceram da minha perspectiva que mudaram as coisas. Primeira, nós tivemos um CNO — Chief of Naval Operations (em 1976, se não me engano), que basicamente entrou e disse que tínhamos que ter uma mentalidade de defeito zero. Ele instituiu padrões mais rigorosos, testes aleatórios de drogas obrigatórios, e os oficiais e os CPOs – Chief Petty Officer (Suboficiais) foram chamados a prestar contas. Finalmente, tínhamos liderança no topo.

A segunda coisa que aconteceu foi que Ronald Reagan foi eleito presidente e, corajosamente, disse que íamos criar uma Marinha de 600 navios porque era isso que a ameaça exigia. Eram dois lados da moeda que nos permitiram desencalhar — boa liderança e mais dinheiro.

Pense sobre a Marinha que levamos à guerra 10 anos depois que Reagan foi eleito; funcionou bem. Além disso, pense nas coisas que a Marinha conseguiu fazer — operações antidrogas, Granada, Panamá, Líbia, Líbano, guerras dos petroleiros do Golfo Pérsico, bem como todas as operações normais. Este trabalho culminou com a Operação Tempestade no Deserto, que expulsou Saddam Hussein do Kuwait.

IM: Você mencionou duas grandes reduções. Quando foi o segunda?

Capitão F: A segunda redução ocorreu depois que o Muro de Berlim caiu. O presidente Clinton, essencialmente, vendeu a todos a ideia de que ele poderia conseguir um dividendo de paz nos anos 90.

Desmantelamos toda uma série de navios. Todos os navios que já servi foram embora até o ano 2005. Os destróieres “Spruance” foram construídos de forma modular para durar 40 a 50 anos e possuíam sistemas de armas mais atualizados a bordo, incluindo a suíte ASW SQQ-89 e o míssil Tomahawk em silos verticais.

Os cruzadores Aegis foram construídos essencialmente no mesmo casco e foram destinados a durar cerca de 40 anos também. Grande parte deles já se foi.

O John S. McCain (DDG-36) foi desativado em 1978 e o novo foi incorporado após a virada do século. As FFG-7, que eram as fragatas menores que serviam como escolta, deveriam ter durado bem mais tempo durante o século XXI.

Os anos 90 viram os mesmos traços do final dos anos 70 e início dos anos 80; a diferença é que os principais programas de construção naval para substituir os navios que estavam sendo desmantelados foram deixados de lado. Os DDGs começaram a ser entregues com velocidade durantes os anos 1990. Eles deveriam ser seguidos pelos DDX e LCS (Littoral Combat Ships). Ambos deveriam ser unidades minimamente tripuladas com alta tecnologia e construídas sobre uma moldura modular que poderia ser adaptada às circunstâncias.

USS Spruance (DD-963) e USS Ticonderoga (CG-47)

IM: Ouvimos falar da teoria “minimamente tripulada”, permitindo que a tecnologia faça o trabalho pesado.

Capitão F: Os DDX deveriam ter começado a ser entregues em 2012 e os LCS deveriam começar a ser entregues por volta de 2008. Nenhum dos dois ocorreu — ambos os programas foram atrasados.

Então, agora, temos uma situação em que desativamos uma grande parte da frota. Estamos perto de 255 navios ou por volta disso quando vi pela última vez, e ainda estamos diminuindo. Além disso, estamos pedindo a esses navios para fazer trabalhos anteriormente feitos por navios maiores, de melhor armamento e de melhor tripulação.

Não demorou muito, depois de assumir o comando do Fleet Training Center Norfolk em 1998, para perceber que supostamente estava treinando os chefes e os suboficiais de primeira classe dos novos navios e que, em breve, esperaria treinar os suboficiais de segunda classe e abaixo. Em outras palavras, deveríamos ter levado em conta o fato de que cada um desses homens teria que ter o conhecimento, capacidades e habilidades de cerca de seis pessoas para fazer seu trabalho. O DDX era originalmente destinado a ser tripulado por 75 pessoas versus os 250 a 350 homens encontrados nos DDG51s, destróieres “Spruance” e cruzadores “Ticonderoga”.

O LCS era ainda pior. Esperava-se que eles entrassem na frota com um navio minimamente tripulado com menos de 50 militares.

IM: Houve uma grande retdução nos anos 90. Muitas bases militares fecharam. Isso continuou até 2000?

Capitão F: Depois de tudo o que estava acontecendo nos anos 90, também tínhamos o mandato de transformar a Marinha; desenvolver um melhor índice dos dentes à cauda e reduzir os orçamentos de pessoal. Pense nisso: se você não consegue cortar a infraestrutura de capital, como os navios, o único lugar para se cortar é o pessoal.

Do meu ponto de vista no mundo do treinamento, isso significava que precisávamos descobrir como reduzir os custos de treinamento, tornando-o mais inteligente e com tecnologia. Até então, todas as escolas da Marinha davam treinamento da mesma forma — blusa azul, ponteiro e quadros negros.

O comando de pessoal era transformar a maneira como nós designamos as pessoas para os navios, considerando as habilidades que eles possuíam, para garantir que as pessoas certas fossem designadas. Foi assim que e porque o Task Force Excel surgiu no ano 2000. Donald Rumsfeld entrou como Secretário de Defesa e instituiu grandes esforços de transformação.

Do ponto de vista da Marinha, o CNO era Vern Clark e ele apoiava plenamente os esforços de transformação. Fizemos um bom trabalho e instituímos muita mudança.
Mas, como em todas as organizações, a resistência à mudança pode ser poderosa. Na minha opinião, para conseguir com sucesso qualquer coisa estabelecida, você deve levar pelo menos sete anos. Tivemos isso pouco antes de o CNO ir para a reserva, e um novo tomou seu lugar e a resistência à mudança retornou.

USS Fitzgerald depois da colisão com porta-contêineres ao largo do Japão

IM: Então, é uma questão de liderança?

Capitão F: O que faltou foi liderança. Os almirantes não colocaram suas carreiras em risco e não fizeram objeções a nada. Eles deixaram rolar para se salvar. Esse é o panorama geral. De uma perspectiva mais localizada, as pessoas diretas em linha, COs, XOs e MCPOs (Master Chief Petty Officer), também deixaram rolar.

Não haveria a menor possibilidade de isso acontecer nos meus navios. Nós sempre tivemos liderança direta. Liderança que estava ali, presente e capaz. Estou disposto a apostar que os navios envolvidos em incidentes com navios mercantes tiveram todo o seu treinamento de orientação sexual, transgêneros e ambiental completados às custas da segurança e treinamento operacional.

Se você colocar a ênfase em questões sociais, você obtém uma força social. Se você colocá-la em problemas operacionais, você obtém uma força operacional.

Os erros que eu vi nos últimos incidentes — eu li os relatórios reais sobre o Fitzgerald — foram tão simples e básicos que você perde o fôlego. A tecnologia nunca pode substituir humanos na totalidade, especialmente quando se aplica a lei da tonelagem bruta.

Como CO, eu teria estado no passadiço em ambos os incidentes. Teríamos oficiais e suboficiais altamente qualificados de serviço.

Então, se você pode seguir minha lógica, aqui é o que eu concluo. Houve uma confluência de falhas de liderança:

Primeiro, houve um fracasso da nação e, em particular, do poder executivo do governo para reconhecer que ao usar as forças armadas como agente de mudança social, bem como negar as ferramentas (forças) para fazer o trabalho, sempre causará a falha das forças. Estamos no ponto de ruptura e os acidentes mostram isso.

Em segundo lugar, houve uma falha na liderança naval em grande parte desde o momento em que tentamos transformar as forças para enfrentar a ameaça até hoje. Não havia liderança sênior suficiente para avançar, pronta para se sacrificar, então nossos marinheiros também não.

Além disso, foi óbvio para mim que o SECNAV Mabus conseguiu transformar a liderança naval de forma a se adequar à sua visão de mundo; ele demitiu ou afastou do comando aqueles que não se adaptaram aos seus pontos de vista e promoveu os que o fizeram. Acho que a liderança está bastante podre, embora eu tenha certeza de que existe “boa madeira” em algum lugar.

Em terceiro lugar, a cadeia direta de comando deve ter sido fraca — a 7ª Frota através dos comandantes dos esquadrões — ou esses navios não teriam esses problemas. Ou os padrões são muito baixos ou estão preocupados com outras coisas. Eu suspeito que eles estão se preocupando com outras coisas, como a experimentação social acontecendo e como eles vão conseguir continuar a sobreviver a si mesmos.

Em quarto lugar, o clima no navio e as estruturas de comando estavam obviamente fora de lugar. Os COs não podem dormir em águas congestionadas com tráfego pesado, isso é um fato.

Em quinto lugar, embora possa ser conveniente ou popular restringir-se a algum tipo de teoria da conspiração, os erros cometidos foram coisas simples: manobras básicas de navios, navegação e domínio de questões marítimas. Os destróieres não deveriam ser atropelados pelos navios mercantes; os navios de guerra são mais rápidos e muito mais manobráveis. Não, eles não foram “hackeados”; eles não foram destruídos de propósito. Eles simplesmente estavam dormindo ao volante.

Em sexto lugar, estou surpreso e continuarei a me surpreender se algumas dessas pessoas em posições de liderança não forem julgadas pelo tribunal. Há um bom caso de homicídio em minha mente.

Rombo no casco do USS John McCain após colisão com navio mercante

E, por último, precisamos transformar verdadeiramente os serviços militares, não de um ponto de vista social, mas sim de um ponto de vista de guerra. As capacidades estão disponíveis para que possamos reduzir as tripulações e usar sistemas distribuídos, mas, como qualquer outra coisa, precisamos ser sérios em fazê-lo. Talvez esse seja o bom resultado de tudo isso.

A última coisa que vou dizer é que a Marinha tem um problema muito difícil para se transformar. Uma vez que ela é pesada em capital, precisa fazer mais para reduzir os custos de construção naval, enquanto ao mesmo tempo trabalha assiduamente para transformar nosso pessoal em nós distribuídos com autoridade, transformando a força do pessoal. Essa é uma tarefa arriscada e pede pessoas não só com habilidades de liderança, mas também com imaginação e visão, que é uma mercadoria em falta hoje em dia.

Quando eu era o ACOS (Assistant Chief of Staff) na OPTEVFOR (Operational Test and Evaluation Force), eu estava no comando de testes para toda a superfície da Marinha, então eu tinha Tomahawks, Harpoons, mísseis superfície-ar, ASW, AAW e SW, bem como todas as plataformas específicas. Curiosamente, eu também tinha os programas de drones. Eu os tinha porque não se podia confiar que o Air ACOS e seu pessoal não matariam os programas, porque eles os consideravam como uma ameaça para os veículos aéreos tripulados e com razão.

Nossa Marinha agora deveria ser algo como descrevi no ano 2000 — muitos drones, de superfície, submarinos e aéreos, sendo controlados por nós que levam as informações de volta rapidamente para áreas centralizadas para decisões de ação. As armas também podem ser entregues por drones.

Por que ainda estamos lançando bombas de ferro em cima dos alvos antes de serem amaciados, está além da minha compreensão. As bombas de ferro têm seu lugar, e também as aeronaves tripuladas, mas são realmente caras para se perder. Nós precisamos fazer melhor. Podemos fazê-lo melhor.

IM: Novamente, obrigado pelo seu tempo e sua visão. E o mais importante, obrigado por seus anos de serviço dedicado.

Capitão F: O prazer foi meu.

FONTE: In Military

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Top Gun Sea
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Top Gun Sea

Putz! Foram listados problemas de motim e insubordinação a bordo como uma tendência, contingenciamento de tripulação e meios reduzidos, tripulação mal treinada
e/ou com treinamento insuficiente e psicológica, falha humana, falha no comando e sobrecarga nas missões.
A conclusão é que Us Navy quer fazer mais com menos quantitativamente e esse menos de baixa qualidade e disponibilidade.

Um Marujo
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Um Marujo

Ao ler essa matéria veio a minha mente algo que já comentei com meus pares de caserna. A qualidade do pessoal que está assumindo funções de liderança na nossa Marinha. Oficiais e praças sem liderança e sem vontade nenhuma de ter essa liderança. A Marinha pra eles é apenas um mero emprego em que se deve puxar bastante o saco do superior e não se deve contradizê-lo para não se perder o emprego. E pior que tem Oficial na posição de comando que dá valor pra esses “puxas-sacos”, enterrando de vez aquele militar que poderia trazer uma segunda visão pra… Read more »

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

Uma pergunta aos foristas? Penso que a razão pela qual existe uma força naval é primeiramente haver uma costa e obviamente os seus meios. Qual é a necessidade da MB possuir um contigente de mais 75000 componentes (falam de 18000 fuzileiros navais) se não possuímos meios de transporte aquaviário para engajar em uma situação de conflito real em uma base estratégica do outro lado do atlântico nem 8℅ deste contigente? Ou seja, um USS Nimitz tem mais marinheiro embarcados do que toda a nossa marinha embarcada. A marinha tem 92℅ aproximadamente de seus componentes baseados em terra, fora a reserva,… Read more »

igortepe
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igortepe

Top Gun Sea, voce disse tudo. As forças armadas brasileiras estão inchadas, superdimensionadas para o cenário atual.
A Marinha hoje ficaria muito bem 40% desse efetivo.
As forças armadas não são poderes da republica. Eles tem que ter o orçamento controlado pelo poder civil.
Com esse controle,essas Corvetas de 450 milhões do dólares poderiam custar 150 milhões de dólares.

Bardini
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Bardini

igortepe 7 de outubro de 2017 at 18:48 . “A Marinha hoje ficaria muito bem 40% desse efetivo.” . A MB tem de ser Marinha de Guerra, Guarda Costeira, Corpo de Fuzileiros, tem Hospital pra tocar, tem fábrica, tem Centro de Pesquisas, tem Escola, tem Estaleiro, em função burocrática, tem de fazer assistencialismo, tem de voar e manter suas aeronaves, tem trocentas outras funções… Qual o estudo que você fez para afirmar que ela cumpriria todas as função que tem com 40% menos de pessoal? . Tem como reduzir? Se a própria MB vem fazendo estudos para isso, então é… Read more »

Pangloss
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Pangloss

Não entendi a razão de o Captain F pedir anonimato.
Ele deu tantas informações acreca de sua carreira, que quem quiser identificá-lo o fará rapidamente.

Bardini
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Bardini
Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Surpreendente a situação da tripulação no final dos anos 70. Imagino que em toda organização existem aqueles que detestam os seus chefes, mas chegar ao extremo de esfaquear o comandante num navio em auto mar, mostra que a USN estava mesmo desesperada em conseguir qualquer tipo de gente para servir no final da era “disco”.

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Pangloss, tive a mesma impressão.

Nunao
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Nunao

“Com esse controle,essas Corvetas de 450 milhões do dólares poderiam custar 150 milhões de dólares.”
.
Não existe corveta de 150 milhões de dólares. Pra custar isso, ou não é corveta ou o preço está errado.

Beto Santos
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Beto Santos

Isso é uma pessoa séria e profissional que sabe o que esta fazendo e o que precisa e principalmente que assume o que faz e esta pronto para dar a vida pela marinha, assim como aqui nas nossas forças lá também eles tem os mesmos problemas a diferença que lá tem mais gente querendo fazer o certo e trabalhando duro para fazer certo do que pessoas querendo se promover somente, aqui pelo que vejo é bem o contrário temos mais gente querendo se promover do que fazer o que é certo e isso que nem entrei no fato de pessoas… Read more »

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

igortepe A MB utiliza seu programa de recrutamento que gera gastos em vão, escola naval técnica e de engenharia, hospital da Marinha com muitos médicos especialistas, um corpo jurídico grande, benefícios e planos que ao meu ver nas condições que se encontra a esquadra torna se desnecessário e banal. Uma mega estrutura social carregada nas costas e operada quase que Full Time pela Corveta Barroso, o NDD Bahia, a fragata União…., alguns navios de patrulha e pequenos barcos no amazonas. Nós aqui felizes e torcendo para que a marinha compre alguma sucata, tranqueiras antigas no osso e que ninguém quer… Read more »

MO
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Marujo, parabéns pelo Comentário, infelizmente no mundo dos entusiastas é a mesma coisa, vc fez um comentário perfeito, observe quantos deram atenção ao seu relato … a Arte imita a vida cara, parabéns e nos desculpe por termos um site de oba oba apernas ….

E viva as bullshitagens e bobeiras (misselzinho, bla bla blas e argh, ta cada vez mais dificil acompanhar … )e dane se o real e palpável .. C´st la vie …

PRAEFECTUS
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PRAEFECTUS

Prezado Um Marujo 7 de outubro de 2017 at 18:25,

excelente comentário, infelizmente o que o amigo colocou é uma triste realidade no cotidiano da MB.

Abraço.

fogoamigo
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fogoamigo

Top Gun Sea…
“A MB precisa pôr o dedo na ferida….., criar um programa demissional voluntário seguido de um acordo com o sindicato para dispensar um grande contingente…..”
Não sei se foi ironia ou acabamos de ver a criação da nova empresa Marinha do Brasil S.A.

Farragut
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Farragut

Um Marujo e MO, golaço! No ângulo!
Não adianta cavitar em plataforma/sistema/armamento se a logística de pessoal e de manutenção não faz parte do debate.

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

fogoamigo Não foi ironia! Inclusive se você tiver uma ideia melhor seria bom que eu le ia! Mas MB é uma empresa sim! (o portal transparência Brasil dar conta de quase 84.000 funcionários) e ela tem fins lucrativos pois, todos recebem seus soldos e benefícios em dia. A sua matéria prima é homem-máquina conforme o organograma e as características de todos os seus meios na qual ela foi pensada e planejada, o seu produto final são: formação treinamentos/adestramentos, exercícios em mares abertos sobre climas hostís e noturnos abrangendo todos os seus meios, apoios a áreas ribeirinhas, patrulhamento ostensivo em toda… Read more »

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Belo relato, Marujo.
Infelizmente é um retrato das novas gerações . Trabalho no Poder Judiciário e a situação é exatamente a mesma. A maioria dos novos funcionários apenas querendo saber do dinheiro caindo na conta no fim do mês e buscando um cargo comissionado por meio da puxação de saco, enquanto juízes e desembargadores estão mais preocupados em ter um séquito de bajuladores do que de bons servidores.

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Top gun sea. A MB por definição não é empresa e não contrata pela CLT. Não tem por objetivo o lucro. Ademais, não tem sindicato e a dispensa não precisa ser negociada. Por outro lado, há estabilidade no cargo que gera direito aos militares de carreira.
Enfim, sua ideia é inadequada ao caso.

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Rafael Oliveira Sei que a MB e demais forças não são uma empresa e que segue CLT, apenas fiz uma alusão ao fato pois, seus organismos funcionam como tal e que não há uma forma mágica ou exclusiva para tratar uma gestão de uma organização mal planejada (uma bola de neve) se não, atacar a raiz do problema ainda mais quando se sabe onde é o erro. Ter atitude é inerente a qualquer segmento ou organização. Não adianta você ter uma Marinha grande e poderosa mas só de homens com quase 85000 integrantes e não possuir meios para embarcar nem… Read more »

XO
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XO

Obrigado, Rafael por esclarecer aos demais sobre aquele comentário…
Marujo, você foi no cerne da questão…
Abraço a todos…

Burgos
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Burgos

Eu apreendi uma coisa ao longo dos meus mais de 30 anos na MB.
Ame-a ou deixa-a !!!
A Marinha manda marchar, mas não manda chover !!!
Capitão Nascimento no seu filme Tropa de Elite já falava assim: “Pede pra sair”
Muita gente lá dentro fazendo as Forças Armadas de gabide de emprego.
Pode ser o que tá acontecendo na USN.

Agnelo
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Agnelo

Senhores, gasto com pessoal (custeio) não se reverte para material como Corvetas (investimento). Nossas forças cobrem uma série de atividades além da guerra, q em outros países não há necessidade, pq a nação já dá ou a população não precisa. Ex: Como um marinheiro vai pra uma missão, sabendo q sua família precisa do SUS? Por isso, as forças tem um estrutura de saúde grande. Os PNR aqui são poucos, nos EUA são muitos. E em outros países, o militar não precisa, pq imóvel é fácil de comprar e o país é pequeno, não havendo necessidade de mudança. O jurídico… Read more »

Agnelo
Visitante
Agnelo

Ah…. esqueci

Guerra não se ganha com carro popular, se ganha com o melhor carro possível…
Imagine a corveta de 150 milhões???????
Imagine nossos “especialista” comprando Su. pq leram na revista e no site q é melhor nisso ou naquilo???
Senhores
O buraco não é mais embaixo, nem pra cima, é quadrado e em outro lugar…

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Agnelo
Falo de uma Marinha pequena, enxuta mantendo os benefícios para ela e até melhor com mais treinamentos, práticas, melhores armamentos, fuzileiros melhores prepados e armados e com vasos sofisticados como um grupo especial, não uma cidade de 84000 pessoas a maioria inoperante. Com apoio do congresso pode sim reverter verbas de folha para material e bens de consumo. Basta querer acionar os trâmites legais.

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Agnelo
Se você ja sabe onde é o buraco e que ele é quadrado, ajude a tampa lo. Usar argumentos com distorção cognitiva não ajuda

Agnelo
Visitante
Agnelo

kkkkkkk
Pode ter certeza q ajudo muito…
Mas é muito difícil conversar com quem não tem a verdadeira amplitude dos problemas, atribuições, legislação, pressões políticas, informações reservadas etc etc etc

As soluções apresentadas aqui por muitos é do tipo: manda a cozinheira embora, e gasta mais com o modelo do carro novo…
Mas não sabem q a cozinheira faz a comida especial pra um parente doente, que ela cuida da filha excepcional ganhando só uma hora extra, sem a necessidade de uma nova enfermeira, e por ai vai…
sds

Agnelo
Visitante
Agnelo

Ah, e o congresso é formado por políticos q querem votos… Acabar com bases e mandar gente pra fora é o caminho oposto. Nossas forças precisavam de reestruturação, até q veio a nova PND e END, q previram crescimento demais do efetivo e dos meios. A ideia foi comprada não só pela Defesa, pois não é algo compartimentado, mas tem merenda pra várias áreas, e consequentemente recursos e votos. Só q a maré mudou… e não é fácil reestruturar certas coisas. Quando se prevê mais um esquadrão de aviões, por exemplo, o Cmt tem q ser formado na AFA ou… Read more »

Rogerio Rufini
Visitante

mas O QUE ocorre ali, e o mesmo que ocorre nas instituição civis, mais preocupados com os generos, ideologia de generos, de enfiar gela abaixo que o ´´João quer ser tratado como Aninha etc…, isso destroi tudo,

Casuar
Visitante

Resumo da operá : Os inimigos infiltraram os sociopatas (guerra de quarta dimensão), estes com a desculpa de garantir recursos para o povão , desarmam a nação , revivem antigas disputas sociais , promovem a desindustrialização , cara a terceira guerra ja começou faz tempo !

Bardini
Visitante
Bardini

Olha, lá atrás, quando era mais novo, eu planejava prestar concurso para seguir carreira nas FFAA. Não tenho familiar no meio, apenas gosto da coisa desde sempre e não teria dificuldade de passar nas provas e etc. . Ao passo que fui me inteirando da situação precária das FFAA, da situação de M. dos equipamentos, da falta de perspectiva quanto a novos meios, dos salários nos postos mais altos e demais assuntos, mudei de ideia. . Eu respeito e muito quem trabalha hoje nas FFAA pq gosta da coisa, mas não tiro em parte a razão do cara que entrou… Read more »

Agnelo
Visitante
Agnelo

Bardini 8 de outubro de 2017 at 15:19 Entendo vc completamente. Principalmente como “estudioso” do assunto, quando eu era civil, achava cruel tudo o q vc disse sobre nossos meios e por ai vai, mas não tinha vocação pra outra coisa. Sou filho de médico e sempre tive boa educação, q me proporcionaria outras profissões. Sou militar convicto. Inicialmente, o EB estava mal. Os Cmt q tive, tanto de Cia, quanto Btl e Bda, faziam de tudo pra parcela de sua tropa estar sempre pronta. Alta rotatividade de material pra todos aprenderem e treinarem. HJ, o EB está muito melhor… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

” Estamos perto de 255 navios ou por volta disso quando vi pela última vez, e ainda estamos diminuindo.” . Mesmo um homem com grande conhecimento pode cometer um pequeno erro/confusão…a chamada “Frota de Batalha”atualmente conta com 279 unidades e tem se mantido entre 270 e 290 nos últimos 3 anos…mas…não está “diminuindo” e sim aumentando mesmo que às custas de parte desse aumento ser formada por unidades de apoio e não “combatentes”. . O número de NAes voltou ao patamar de 11 esse ano e o número de grandes navios de assalto anfíbio, os LHDs/LHAs passará de 9 para… Read more »

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Agradeço aos comentários e aprendi muito com eles. Mas reentero que a MB precisa ter um plano de gestão que priorize um contingenciamento enxuto e pequeno, fazer mais com menos. Ou seja reduzir sistematicamente o contigente humano e investir em uma frota modernizada com fuzileiros e marinheiros bem treinados. Um grupo especial com pelo menos1000 fusileiros com armamentos de ponta, bem como navios bem armados e novos e farda especial camuflada, como a China, EUA, Inglaterra, Rússia, até a indonésia já criou seu grupo especial (uma tropa de elite – SEALS). com os bilhões sendo economizados em folha de pagamento… Read more »

Robson
Visitante

Acredito que a Marinha deveria diminuir bastante o efetivo.. Servi 3 anos como Fuzileiro Naval… e sei que o que mais tem e gente sem fazer nada e sem perfil nenhum pra ser militar… Muitos soldados mais poucos guerreiros… Acredito mesmo que um contingente de 40 mil profissionais estaria de bom tamanho.. Acho também que FAB, deveria ter no máximo 30 mil profissionais… É muita gente sem fazer nada.. muito cacique pra pouco indio… 90 almirantes…. kkkkkk… Na minha época tinha o Almirante Casales, barrigudão, conhecido como leão marinho… até pra fumar tinha que ter um estafeta pra acender o… Read more »

Robson
Visitante

1000 homens = 5 tripulações completas de fragata.. que gira mais ou menos em 200 homens.
Pra equipar 10 fragatas :2000 homens.

1000 homens = 6 tripulações completas de corvetas: que gira em torno de 150 homens.
Pra equipar 10 corvetas: 1500 homens.

1000 homens: 20 tripulações completas de submarinos: que gira em torno de 50 homens.

10 batalhoes de fuzileiros com 1000 homens cada: 10.000 homens…

Vamos colocar mais 5000 homens pra equipar os diversos outros barcos e aeronaves…

Então com 19500 homens daria pra fazer isso tudo… arredondemos pra 20.000.

Sobrariam 20.000 pra administrar…

Dalton
Visitante
Dalton

Você deixou de lado o pessoal da saúde…da intendência…do policiamento…da engenharia…
os alunos oficiais e praças…os que estão hospitalizados…até os que estão presos ou de
licença e é preciso ter gente para cobrir esses aí !

Jeff
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Jeff

Nossa marinha é uma grande vergonha nacional. Só o fato de existirem pensionistas já é imoral.

XO
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XO

Jeff, explica melhor isso aí… sem querer discussão… só pra entender seu ponto de vista…
De antemão, isso que você chama de vergonha nacional é a Instituição na qual dediquei, até agora, 26 anos da minha vida… 13 deles embarcado em navios… quase 3 deles efetivamente no mar… não é perfeita… tem erros e falhas… mas, para mim, é o meu orgulho…

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

Alexandre Galante

48

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

Robson Eu estimei 1000 homens fora os 16000. Os 1000 seriam a tropa de elite da marinha. Receberiam treinamentos especiais, armamentos de ponta…, e a estes, iriam receber navios muito bem armados…., Quanto aos 16000 parece pouco mas, não é! Seguiria uma proporcionalidade – menos homens o que resultaria menos médicos, dentistas, psicólogos…,menos serviço social, uma janela ampla no programa de recrutamento, poucos nos departamentos e obviamente nem todos permaneceriam embarcados Full Time e não haveria meios para embarcar 16000 mesmo com um P.A, Ocean e grandes Subnucs. Sobrariam muitos para as funções administrativas, ligadas a documentação, saúde, jurídico, tecnologia… Read more »

ednardo curisco
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ednardo curisco

Pelo artigo do comandante os EUA estão errando em 3 pontos: – tecnologias super futuristas que que estão atrasando; – redução de investimentos; – qualificação e perfil do pessoal. E fica patente que o que ele mais se queixa é a qualificação do pessoal. Pelo que ele cita, muita gente é: – carreirista e/ou; – mimizenta; E ele chama a atenção para algo interessante: está se querendo tecnologias que exigem pessoal altamente qualificado mas quem tem entrado não está à altura. talvez um dia as tecnologias dispensem os homens, mas isto ainda vai levar umas décadas. Até lá tem que… Read more »

ednardo curisco
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ednardo curisco

Quanto ao Brasil: 1) Brasil NUNCA teve realmente grandes investimentos em segurança. De quando em quando em um espasmo se comprou os Mirage, os F5, as Niterói. Mas sempre espasmos. Na Guerra do Paraguai e nas guerras mundiais tivemos que montar forças às pressas. na ‘Guerra da lagosta’ quase perdemos navios afundando por si mesmos. 2) Sou servidor público. A turma segue uma lógica de “ocupar para não entregar” (da época do regime militar sobre a Amazônia): Não podemos reduzir o efetivo porque quanto menor o efetivo mais se justifica a redução da força e por aí vai. Se o… Read more »

Dalton
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Dalton

Não chamaria de “espasmos”…e sim que encerrou-se um ciclo e material novo precisava ser adquirido como os “Mirage”, F-5s, Niteróis…tudo década de 70…o grande estoque de “usados” dos EUA estava chegando ao fim e que foi bastante interessante para países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento…a grande maioria dos países então. . E o que é comprado…ainda mais quando se trata de Brasil…tem que ser usado até o limite máximo…”Niteróis” e F-5s foram modernizados para durar mais que o inicialmente planejado, pois em um país como o Brasil que apesar de “rico” há tanta “pobreza” e sem uma ameaça real percebida fica… Read more »

ednardo curisco
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ednardo curisco

Chamo de “espasmos” porque não vemos uma linha contínua de troca de materiais. A coisa acontece meio que no ‘espasmo’, há uma compra significativa e décadas parados, nem material novo e poucas modernizações do material.

claro que isso não é só um problema militar, mas visão mesmo de defesa do país.

ednardo curisco
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ednardo curisco

O comandante americano citou que estavam fazendo das Forças Armadas americanas um grande programa de inserção social. Mais preocupação com o ‘social’ que com a eficiência da força.

Para a turma das forças armadas no Brasil, vocês acham que isto tem sido um problema no Brasil?

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

ednardo curisco O comandante americano citou que estavam fazendo das Forças Armadas americanas um grande programa de inserção social. Mais preocupação com o ‘social’ que com a eficiência da força. Para a turma das forças armadas no Brasil, vocês acham que isto tem sido um problema no Brasil? Com certeza sim! Falando da MB – com um orçamento e gastos gerais de + 92℅ voltados para o contigente hamano penso que a corporação é Mega Estrutura Social. A MB bem como, as forças armadas no que tange novos meios em qualidade e em quantidade fica em segundo plano. Qual foi… Read more »

Delfim Sobreira
Visitante
Delfim Sobreira

Vejo isto nas Polícias. As Instituições são vistas como cabide de emprego, os ingressos não tem compromisso com a atividade fim.
E agora há um movimento nacional “policiais antifascistas”, de viés esquerdista, no qual a atividade policial é questionada.
Polícias, e FAs, não tem culpa nas desigualdades socio-econômicas, e não é seu foco mitigá-las. Há outras instituições e profissionais direcionados para isso.
Sem falar que um profissional, Policial ou Militar, que não abraça a sua Instituição, se torna um poço de amargura que contamina a todos ao seu redor.

Salomon
Visitante
Salomon

Top Gun Sea:
Assino (sem trocadiho) embaixo. A Força está cheia de barnabés carimbando, analisando provas de arrais, almirantes de barriguinha, e gente que nem de longe tem espírito militar naval.