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Analista: com os custos cada vez maiores, a US Navy poderá ter 355 navios?

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Destróieres da classe Arleigh Burke da Marinha dos EUA

Por David B. Larter

A Marinha dos EUA quer 355 navios, mas as tendências do orçamento levantam questões sobre se poderia ter recursos para operar e manter uma frota desse tamanho, disse um influente analista de orçamento de defesa no dia 7 de dezembro.

Desde 1997, o custo de operar e manter uma frota encolhida disparou, disse Todd Harrison, um guru do orçamento do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

Um novo relatório em co-autoria com o pesquisador do CSIS, Seamus Daniels, que analisa a apresentação do orçamento de 2018, mostra que, entre o pico do ano fiscal de defesa de 1987 e 1997, o número de navios diminuiu 40% e o orçamento caiu cerca de 35%. Entre 1997 e 2015, o tamanho da frota diminuiu 20%, mas o orçamento básico cresceu quase 50%.

“Então, agora, a Marinha quer crescer para 355 navios, o que coloca a Marinha aproximadamente ao nível do FY-97, e a questão é: isso é acessível?”, Disse Harrison em uma mesa redonda com repórteres. “Mesmo que adquirirmos todas as plataformas, poderemos no dar ao luxo de operá-las e sustentá-las, considerando essas tendências? Especialmente se essas tendências continuarem, as operações e os custos de suporte irão comer o orçamento vivo”.

O relatório de Harrison delineou uma preocupação semelhante para os outros serviços. Por exemplo, o pedido de orçamento do Exército de 2018 colocaria níveis de financiamento para o serviço de volta aos níveis de 1992, mas para uma força que é 24 por cento menor do que era no final da Guerra Fria.

Harrison culpa o aumento dos custos de pessoal e um crescimento de operações e orçamento de manutenção. O&M (Operations and Maintenance), além de manter hardware e pagar por desdobramentos, também paga por trabalhadores civis em estaleiros e depósitos de manutenção e por custos de militares em cuidados de saúde que são notoriamente difíceis de conter.

A manutenção de equipamentos antigos ainda em uso após 16 anos de guerra está se tornando cada vez mais dispendiosa, e o pior é que o equipamento que está chegando em linha é ainda mais caro para manter e operar do que o equipamento antigo que ele está substituindo.

Harrison disse que está aguardando mais detalhes sobre a forma como a administração planeja pagar pelo aumento da força quando os documentos da estratégia de defesa são divulgados, embora ele tenha concordado com o testemunho do secretário da Defesa, Jim Mattis, que provavelmente levará entre 3 e 5% o crescimento sobre a inflação para crescer e sustentar a força que Trump disse que quer.

“Uma coisa é fazer campanha para 355 navios, 540 mil no exército ativo e 1.200 caças ativos na Força Aérea – acho que eles terão que definir melhor isso”, disse ele.

Espiral da morte

Se o Congresso e as forças armadas não corrigirem o curso, eles poderão enfrentar uma “espiral da morte” na estrutura de força e prontidão, onde custos crescentes e forças excessivamente comprometidas poderão fazer com que os militares entrem em colapso sob seu próprio peso.

“O que acontece é que você tem operações mais elevadas e custos de manutenção em sua força, e isso significa que você só pode pagar por uma força menor”, explicou.

“E quando você tem uma força menor e você tem as mesmas demandas operacionais, significa um tempo de operações mais elevado e mais estresse em suas forças. O que, em seguida, leva as suas operações e os custos de sustentação ainda maiores, o que o leva a reduzir o tamanho de sua força ainda mais, o que pode levá-lo a uma espiral da morte”.

Harrison apontou as colisões recentes na 7ª Frota como uma evidência anedótica de que o excesso de compromisso já estava tendo um impacto real na força.

“Se você está lendo entre as linhas nesses relatórios que vieram sobre esses acidentes, claramente eles não tinham o treinamento adequado para operar seus equipamentos”, ele disse: “Por que eles não tiveram o treinamento adequado? Parece que foi por causa do tempo operacional.

“Eles estavam fora do mar, fazendo tantas operações do mundo real que não dedicaram tempo suficiente para treinar. E há evidências disso em todos os nossos serviços”.

Os militares terão que encontrar economias significativas através de gastos mais eficientes (o que foi tentado e falhou repetidamente) ou reduzir os compromissos globais que estressam a força, disse Harrison.

FONTE: Defense News

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Jacubão
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Jacubão

Olha aí………..
Para um bom entendedor……………..

AL
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AL

Como diria Mister Juarez (aliás, por onde vossa senhoria anda, que tá sumido?), ter não significa operar, e até as maiores Forças Armadas estão sofrendo com os custos elevados, é só verem as postagens a respeito aqui na Trilogia. E tem gente torcendo o nariz pela MB querer corvetas. Mais vale umas 8 corvetas no mar que 4 fragatas permanentemente no cais…

ednardo curisco
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ednardo curisco

As Forças Armadas americanas têm diversos desafios: a) Sistemas de armas cada vez mais caros. Absurdamente caros. Não deveria ser normal um avião de guerra custar 100, 200 milhões de dólares. A título de comparação, um P51 na 2 GG custava $ 51,000. Em valors de hoje seria algo como $ 620.000. Isto é, um caça topo de linha hoje custa relativamente 100 a 200 vezes mais que na 2GG. fonte: http://www.alexlaird.com/2011/06/north-american-p-51-mustang/; b) Profissionais mais caros e difíceis de achar Tem um artigo aqui do poder naval de um comandante americano que falou em sigilo que aborda bem tudo isso.… Read more »

Ivan BC
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Ivan BC

Acho que a pergunta principal dessa matéria seria: por que os custos aumentaram em 50% e a frota diminuiu 20%?
Os armamentos ficaram mais caros? Se sim…façam algo para reverter isso, tentem proibir fusões dessas empresas, incentivem outras a entrarem no mercado, não comprem de alguns empresas que vendem caro demais…
Folha de pagamento? Não que não!

camargoer
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Olá Ivan. A solução para os EUA é deixar de intervir no exterior. Somente para as “Overseas Contingency Operations” (como eles classificam a Guerra ao terror do Bush dentro do orçamento) foram 65 bilhões de dólares em 2017.

USGrant
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Americano vê muito longe.
Breve a Inteligência Artificial se encarregará de todos esses sistemas e muito mais, e sem salário.
A mudança nos campos de batalhas serão assombrosos.
Saudações.

USGrant
Visitante

Corrigindo: será assombrosa.

Agnelo
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Agnelo

É o preço de tentar permanecer no Estado da Arte em todos os sistemas, à frente dos outros.
Enquanto gastam bilhões para ter um caça melhor q os outros, Rússia e China gastam menos e levam mais tempo para empatar ou superar.
É assim vai.

Bruno wecelau
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Se eles pararem de queimar dinheiro em lugares como Afeganistão ,Iraque ,líbia ,apoio a grupos terroristas ,manutenção de bases pelo mundo ,muitas das vezes sem sentido estas bases …Creio que eles conseguiriam manter esta quantidade de navios navegando….Mas do jeito que esta e bem provável um colapso como a URSS , gastar tanto dinheiro no meio militar enquanto outros irão carecer de investimentos… O que adianta ser uma mega super potencia militar se não consegue a 16 anos vencer pastores de ovelhas com AKs ,no Afeganistão…? O que adianta ter os equipamentos mega modernos se os mesmos insistem em trombar… Read more »

MO
Membro

“Se eles pararem de queimar dinheiro em lugares como Afeganistão ,Iraque ,líbia ,apoio a grupos terroristas ,manutenção de bases pelo mundo ,muitas das vezes sem sentido estas bases …Creio que eles conseguiriam manter esta quantidade de navios navegando…”

Carai, hoje ta foda, multiplicassaum dus Jenius …

Realmente é só fazerem isto …

joao brasil
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joao brasil

A Industria da guerra quebrando a America.

Washington Menezes
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Washington Menezes

Certa vez mostraram aqui na trilogia que caso os custos continuassem aumentando a força aérea Americana acabaria com uma unica aeronave e pastoraram uma foto de uma nave da serie Star treck, estou achando que vai acontecer o mesmo com a Marinha.

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

Angelo,

A Russia e a China nem empatam e muito menos superam.

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

Joao brasil,

A industria da Guerra esta quebrando os EUA ha mais de 40 anos. Mas ainda nao quebrou.

Tadeu Mendes
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Tadeu Mendes

Camargoer,

Eu concordo contigo. Desperdicamos uma fortuna no Iraque, para destronar aquela besta do Saddam Hussein e com isso desestabilizou o Oriente Medio quase que por completo.

Mas o problema foi o valor estrategico do Iraque dentro to tabuleiro geopolitico (petroleo).

Mas a proxima Guerra nao sera assimetrica, sera global, envolvendo as potencias militares do planeta (EUA, Inglaterra, Franca, Israel, Russia, China).

Agnelo
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Agnelo

O Complexo Industrial Militar americano não os quebra mesmo. Gira a economia, dá emprego, desenvolve tecnologia, e respalda a imposição política americana.

Camargoer, boa tarde

Eles têm muito $ no mundo todo e o mundo todo tem $ com eles. Assim, vão continuar fazendo suas intervenções.

O q eu acho, é q não precisam estar tão na ponta como estão. Sua capacidade logística, aliados e poder econômico já os tornam fortes.

Se suas relações comerciais fossem mais essenciais para os outros, já lhes garantiriam mais paz.

Guizmo
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Guizmo

A indústria bélica dos EUA é um dos maiores geradores de emprego, renda e impostos do país. Isso sem falar na contribuição tecnológica, em p&d. E nao é só nos states….Na China, na Russia, no India, na França……..

Cada ideia sem noção aqui.

Agnelo
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Agnelo

Tadeu Mendes, boa noite
Não empatam no todo. Mas alguns meios são compativeis.
Como eu tentei dizer, chegam depois no nível, mas competem bem.
Sds

curisco
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curisco

A Força Aérea Americana tem estudado meios menos caros (porque barato mesmo não existe) para atender suas necessidades. O programa que tem avaliado aeronaves como o Super Tucano é o caso. Na real, 90% das missões atualmente acontecendo no mundo podem ser atendidas por aviões que custas 20 vezes menos que um F35 ou Rafale. Os drones já têm barateado bastante os custos de muitas missões, mas ainda tem uma pancada de missões que eles não conseguem um avião tripulado. Quanto ao futuro? – AInda levará uns 25 ou 35 anos, pelo menos, para termos meios de guerra suficientemente inteligentes… Read more »

curisco
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curisco

Obs: O fato do mundo ser mais multipolarizado, como citei anteriormente, aumenta a complexidade geopolítica demais. Há inúmeros arranjos e interesses diversos. Os EUA podem ser aliados da Tuquia numa pauta e grandes adversários em outra. O caso da Coréia do Norte é exemplar. Ela talvez demore para ter um míssil intercontinental. Mas para chantagear o mundo basta que suas nukes cheguem na Coréia do Sul ou Japão, que juntos tem um PIB de mais de 5 trilhões de dólares e estão em posições de desaque na cadeia de produção de bens de alta tecnologia. isto é, não apenas são… Read more »

Burgos
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Burgos

Hum !!!
Enquanto isso aqui no Brasil, tem gente reclamando porque vai construir 4 corvetinhas, vai adquirir um simplório porta helicóptero e estuda-se aquisição tampão de navios de meia vida.
Ou de se construir umas 6 fragatas para substituir as que estão com os anos contados.
Muito expertise, pouco dinheiro e um monte palpiteiro.
Quero ver alguém ai reclamar porque eles tão querendo alcançar a meta de 355 navios operativos em sua força tarefa.

camargoer
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Olá Tadeu. Acho que foram “eles” e não “nós” quem desperdiçou dinheiro no Iraque (e em outros lugares). Como diria o Bart Simpson “Já estava assim quando eu cheguei” riso. Agora, é verdade também que a população mais pobre dos EUA está sendo penalizada pelos altos custos militares por meio da desestruturação do sistema de saúde e previdência deles. O DoD consome 13% do orçamento federal dos EUA enquanto que o nosso MinD consumiu 4,9% do orçamento federal em 2016.

Humberto
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Humberto

USGrant 12 de dezembro de 2017 at 13:44
Americano vê muito longe.

A mudança não será somente no campo de batalha, nós vamos sentir também.

Marcelo
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Marcelo

E a MB ainda quer ter submarino nuclear, porta-aviões e escoltas de 6 mil toneladas! Não temos dinheiro pra isso!! A MB tem que focar a grana naquilo que dá pra fazer: como foi dito acima, mais vale 8 Tamandarés navegando do que 4 escoltas de 6 mil toneladas paradas no cais.
Temos que ser realistas……se nem para os americanos está dando, imagina pra gente.

Plamber
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Plamber

@Agnelo

@Tadeu Mendes

O F-35 mandou um oi para vocês dois!

Nem sempre o mais caro é o melhor.

Plamber
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Plamber

@Agnelo

“O Complexo Industrial Militar americano não os quebra mesmo. Gira a economia, dá emprego, desenvolve tecnologia, e respalda a imposição política americana.”

Vai falar isso para a Colt e para a GE!

“Eles têm muito $ no mundo todo e o mundo todo tem $ com eles. Assim, vão continuar fazendo suas intervenções.”

E também é o país com as maiores dividas do mundo, que contraste não?! Uma hora isso vai atingi-los… aliás, já atingiu, e já estão começando a sentir.

sub-urbano
Visitante
sub-urbano

Os USA são uma economia cansada. A maior parte dos trabalhadores está no setor de serviços.

Tem Phd trabalhando de atendente no Mcdonalds.

Se até os Romanos chegaram ao fim, esses ianks gorduchos iam durar pra sempre? Claro que não. A China vem aí.

Nonato
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Nonato

O problema é que os EUA estão perdendo seus valores. No início muita valorização do trabalho e dos valores morais. Hoje em dia, os EUA junto com a Europa, têm sido centros de destruição do cristianismo e dos valores morais e familiares. Ademais, há uma indústria “engordando” a população, comilona e sedentária. Adolescentes não se preocupam muito com estudos, mas com fazer sexo, usar drogas, assistir jogos de basquete e se envolver com movimentos radicais, tipo raciais e sexuais. Isso enfraquece a sociedade. Até porque o país e as forças armadas são um reflexo dos valores do seu povo. Além… Read more »

Carvalho2008
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Carvalho2008

A questão é: . Corre o risco das opções de armamento bélico americano entrarem no mesmo vies germânico da 2a. Guerra mundial? Equipamento de superioridade técnica X Equipamentos mais simples de larga escala???? . Em conflitos localizados o problema não transpira, mas em cenários globais isto pode se grave co sideral do que você precisa estar presente em todos os front. ….Sherman x Tiger, Me 262 x P51….ninguém duvidava sobre quem era a melhor, mas ela estaria realmente disponível o de era necessário? ? . Numa economia de mercado, o quanto a indústria bélica americana estaria disposta a trocar qualidade… Read more »

Manock
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Manock

Assim como eles quebraram a União Soviética pressionando a elevação do gasto militar serão quebrados pela China. A não ser que reconheçam que não podem ser hegemônicos e aceitem um mundo multipolar.

curisco
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curisco

A questão para os gringos é o quanto estes custos crscentes são uma necessidade militar estratégica-tática e o quanto são derivados da famosa questão do complexo industrial-militar dos EUA na economia. Eisenhower foi presidentes dos EUA por 8 anos e definitivamente ele não pode ser acusado de entreguista, comunista ou anarquista. Patriota até a sola do pé. E este em seu famoso discurso de despedida alertou do risco dos americanos darem valor demais à sua indústria militar. Claro que cada país tem de ter a melhor força armada possível. Só um maluco não iria querer o estado da arte. natural… Read more »

Dalton
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Dalton

Carvalho…
.
só não esqueça que os EUA também possuíam “equipamento de superioridade técnica”…o
eixo não teve nada como o B-24 muito menos um B-29 e o muito maior B-36 foi atrasado para
atender outras prioridades quando se percebeu que o B-29 seria suficiente.
.
Os NAes da classe “Essex” , o míssil “Bat” predecessor dos modernos mísseis anti navio que
chegou a ser utilizado em combate e mesmo o tanque M-26 e aeronaves a jato também…
o desespero dos alemães os fez utilizar mais rapidamente suas “armas fantásticas”, enquanto
os EUA deram preferência para uma maior quantidade até para suprir aliados.
.
E nada superou a bomba atômica.
.
abs

curisco
Visitante
curisco

Tem pelo menos 50 anos que é o roteiro de sempre:
– os russos lançam uma nova arma
– projetistas e lobbistas dos EUA hiper valorizam o potencial desta ameaça
– propõem um projeto ainda mais ousado para superar o projeto russo.
– como a segurança da nação vale tudo o projeto são de preços gigantes

O risco para os EUA é acontecer o que aconteceu com a União Soviética, como citou Manock: nesta corrida armamentista quebrar o orçamento

Dalton
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Dalton

Muito pouco se lê sobre os problemas que a Rússia também enfrenta…como costumo acompanhar ao menos um pouco as notícias que saem de lá, não vejo tanto “pé no chão” por parte deles também…mas…é minha opinião. . Quanto à China…eles tem necessidades que os EUA não possuem…por exemplo submarinos de propulsão convencional, que são bem mais baratos e menos complexos que submarinos de propulsão nuclear e portanto um número maior deles pode ser adquirido. . Não faz sentido ao menos para a US Navy ter dois navios pelo preço de um, sendo que os dois não poderão cumprir as missões… Read more »

Dalton
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Dalton

Estou surpreso de não terem novamente tentado maquiar o número de navios da chamada “Força de Batalha” incluindo os 2 grandes Navios Hospitais e as 13 embarcações de patrulha da classe “Cyclone “de cerca de 330 toneladas de deslocamento carregado. . Isso foi feito em 2014 para disfarçar as baixas que estavam ocorrendo, principalmente fragatas e justificou-se a inclusão dos 2 NHs pela importância nas missões humanitárias junto à aliados e os “PCs” que operavam em um ambiente claramente hostil no Golfo Pérsico…mas acabou pegando mal e todos já saíram da lista. . Já está se experimentando um aumento …dos… Read more »

carvalho2008
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carvalho2008

Correto Mestre Dalton, mas o que abordei foi uma generalidade valida…mas é é claro que dentre uma infinidade de equipamentos, haviam aqueles que eram bem superiores por parte dos americanos como vc bem citou….mas os alemães exageravam…até o uniforme deve ter tido um custo comparativo exorbitante, pois fazia parte da maquina de propaganda nazista, deveriam parecer seres espaciais para as forças adversarias de fins dos anos 30 e inicio dos 40…este pensamente de Hitler era a mola impulsionadora nos projetos…tudo o que parecesse superior ou fosse superior, ele patrocinava a internalização em sua maquina industrial…a despeito se seria mais apropriado… Read more »

MaurícioFC
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MaurícioFC

Guizmo 12 de dezembro de 2017 at 17:00 “A indústria bélica dos EUA é um dos maiores geradores de emprego, renda e impostos do país. Isso sem falar na contribuição tecnológica, em p&d. E nao é só nos states….Na China, na Russia, no India, na França…….. Cada ideia sem noção aqui.” Caro Guizmo; Na verdade, a percepção que se tem hoje em dia é que os efeitos multiplicador e de spin-off de uma BID é muito mais tímido do que o senso comum a princípio nos permite deduzir. Isso quando não é perverso. Os EUA têm uma posição única (única… Read more »

Dalton
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Dalton

Carvalho… . não vejo nada de extraordinário no uniforme nazista em fins da década de 30 início de 40… certamente não pareciam “seres espaciais” e os nazistas empregavam como você bem deve saber muitos cavalos para transporte e demoraram um pouco para colocar sua indústria em “pé de guerra”…e Hitler não ajudou muito atrasando a entrada em serviço do Me 262 que ele exigiu fosse transformado em caça bombardeiro. . Muito se fala das “maravilhosas armas nazistas” e se esquece das mazelas…e o mesmo acontece penso eu com relação aos russos de hoje em dia…até porque é bem mais fácil… Read more »

Nonato
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Nonato

Trump precisa frear a China, que representa um risco maior do que a própria Rússia.

camargoer
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Caro Nonato. Quando leio comentários defendendo Trump eu lembro da frase de Einstein dizendo que ele não sabia como seria a 3 Guerra Mundial mas tinha certeza que a 4 Guerra seria travada com paus e pedras.

Agnelo
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Agnelo

Acho mais fácil China e EUA dividirem o bolo. Já perceberam q podem ganhar $ sem precisar se matar.
O atrito principal vem por aliados, como Japão, Taiwan e Coreia do Sul, sendo esta, atrito com aliado do outro, a CN.
Japão e Taiwan se armam cada vez mais, o q por si só ajuda os EUA.
O q gastou muito foi a guerra contra os guerrilheiros. Muito tempo empregando meios caros. Pouca economia nisso.
Hellfire explodindo 2 ou 3 Zé Mané.

Juliano Bitencourt
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Juliano Bitencourt

A China está estrangulada no mar, e aumenta o tamanho de sua marinha desesperadamente. Os EUA já estão se movendo para bloqueá-la. E também para dar conta da Rússia.
Para quem gosta de Geopolítica, um video (curto) muito interessante, que mostra a situação chinesa e quais suas estratégias para superar esta situação.

Masa
Visitante
Masa

ednardo curisco 12 de dezembro de 2017 at 12:35 “As Forças Armadas americanas têm diversos desafios: a) Sistemas de armas cada vez mais caros. A título de comparação, um P51 na 2 GG custava $ 51,000 (…)” >Ok, mas um único esquadrão de F-35 conseguiria (num período de alguns meses) derrotar toda frota de P51 da 2GG. Ou seja, os custos aumentaram mas a letalidade das armas também aumentaram proporcionalmente. “b) Profissionais mais caros e difíceis de achar” >Outra comparação absurda, um couraçado classe Iowa precisava de uma tripulação de 2.800 homens, enquanto um navio da classe Arleigh Burke só… Read more »

Juliano Bitencourt
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Juliano Bitencourt

Respondendo à pergunta da manchete da matéria:

ARC
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ARC

Juliano Bintecourt, certos aspectos da análise que vc postou não batem com a realidade, primeiramente, apesar da supremacia norte americana ao longo das décadas, hoje a situação é diferente, e isso ocorre devido a repartição das forças estadunidenses pelas regiões globais, e aí as coisas mudam, pois a grande força americana não é dedicada apenas a Ásia, mas a diversos teatros, e hoje a maior parte da força chinesa é concentrada a Ásia, e isso torna tudo mais difícil, pois mesmo associado aos seus aliados os EUA estão em desvantagem em quantidade produzida de meios, esse ano por exemplo, a… Read more »

Juliano Bitencourt
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Juliano Bitencourt

Caro ARC, hoje basicamente existem 3 teatros que realmente importam: o extremo oriente, o oriente médio, e a frente russa. O grosso da marinha americana penso que se dedicará à China, com apoio de India, Austrália, Filipinas, Taiwan, Japão, Coréia do Sul, e outros. Como demonstrado no primeiro vídeo, o entorno geográfico próximo é altamente hostil e desfavorável para a China. E não subestimemos o poder de uma marinha imperial japonesa. Vejo a China em maus lençóis, mesmo aumentando o número de embarcações (o que pesará ainda mais em sua economia declinante e estratosfericamente endividada). E a inferioridade tecnológica, de… Read more »

ednardo curisco
Visitante
ednardo curisco

Masa, Obviamente que não propus usar aviões ou navios antigos! A análise de custos entre épocas foi simplesmente para mostrar que um avião ou navio hoje é absurdamente mais caro que em outras épocas. Não é à toa que a USAf está estudando aviões como o Super Tucano, porque é inviável combater um cara numa caminhoneta velha com uma .50 no meio do deserto com um F35. Porque se para os EUA vidas custam caro, para seus inimigos não. Um Estado Islâmico da vida não tem o menor problema em mandar 100 caras para a morte. Mas quanto custa aos… Read more »

ROBINSON CASAL
Visitante

Fiz um trabalho com uma abordagem bem realista sobre alguns custos da US Navy:

Gilson Moura
Visitante
Gilson Moura

O pessoal aqui fala muita besteira. Primeiro: O amigo disse que o crescimento de gastos militares diminui o potencial de crescimento econômico, isso é uma meia verdade. Estudos muito mais completos sugerem que GASTOS PÚBLICOS como um todo diminui o crescimento econômico, há uma correlação negativa entre crescimento do governo e crescimento econômico. Os economistas suecos Andreas Bergh e Magnus Henrekson (ambos do Instituto de Pesquisas em Economia Industrial da Universidade de Lund) encontraram uma correlação negativa significativa entre o tamanho do governo e o crescimento econômico. Especificamente, “um aumento do tamanho do governo em 10 pontos percentuais está associado… Read more »

Gilson Moura
Visitante
Gilson Moura

ROBINSON CASAL 16 de dezembro de 2017 at 11:03

Gostei do vídeo, já estou inscrito no canal, parabéns. Seria interessante fazer um vídeo sobre os custos operacionais de um strike group, já vi em uma matéria que o custo de operação diária de um CSG é de aproximadamente US$10 milhões, anualmente dá um total de US$3.65 bilhões.