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Fotos atuais do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro – AMRJ

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Futuro NPa Maracanã

Recebemos o e-mail abaixo do leitor Renan Nunes e as fotos que compõem este post. Agradecemos ao Renan pela gentileza e pela colaboração.

É bom saber que as sementes plantadas pelo Poder Naval estão dando frutos.

“Boa noite, Alex Galante. Sou Renan, tenho 17 anos e acompanho a Trilogia desde os 14. Sou daquele tipo que acessa os sites todos os dias para ler as novidades e gosto muito do que vejo, sou fã do seu trabalho por causa da perícia que você adota. Hoje (13/01) eu tive a oportunidade de fazer um passeio na Baía de Guanabara, logo, não perdi a chance e tirei diversas fotos interessantes. Sinta-se a vontade para editá-las, usá-las, guardá-las ou até ignorá-las mas ficaria muito feliz em saber que cooperei para revista. As fotos foram tiradas do meu celular Moto G4 Plus então entenderei caso você as avaliem como baixa qualidade.

Na ocasião, começando pela lateral do Arsenal, tirei foto do casco da Maracanã que foi, recentemente, transferida para o Arsenal. Diversas patrulhas marítimas entre Macaé e navios da classe Grajaú; Os rebocadores Almirante Guillobel e Tridente também fizeram parte; Foi fotografada uma corveta aposentada que não consegui identificar e o H-36 Taurus.

Na parte de frente para a Baía, tive boa posição para fotografar o Mattoso Maia em diversos ângulos enquanto recebe sua manutenção. O A-12 São Paulo permanece encostado e com uma aeronava AF-1 em seu deck de voo; Os AHTS recém-adquiridos também estavam lá.

Na outra ponta do Arsenal, consegui fotografar o submarino Tupi e as fragatas Constituição, Niterói e Defensora.

Espero ter ajudado e agregado conteúdo. Agradeço desde já.​”

96 COMMENTS

  1. Parabéns Renan! Belas imagens. E vc já sabe melhor que muitos (inclusive este que aqui escreve), os nomes dos nossos navios. Grande abraço e continue assim!

  2. Andrei, repassando o que falaram, é uma corveta da marinha bolivariana da Venezuela
    Não tenho nenhuma comprovação
    Muito bonita as fotos estou igual ao Gonçalo Jr quanto a identificação das naves

  3. Smokin…
    .
    provavelmente é brincadeira sua…mas…caso alguém tenha caído nela, trata-se de
    uma aeronave desativada que serve unicamente para adestrar tripulantes no manuseio de
    aeronaves no hangar e convés de voo…outras marinhas detentoras de NAes o fazem também.

  4. Prezado Renan,

    Parabéns pela iniciativa e pelas fotos. Obrigado por compartilha–las.

    Prezados Andrei e Dranuits,

    A corveta que aparece na foto é a ex-Inhauma. A corveta da marinha venezuelana deixou o AMRJ no ano passado.

    Abraços

  5. Exato, Luis Monteiro. Ia escrever isso agora, mas parei um minuto para pesquisar o nome do navio venezuelano que ficava atracado perto da oficina 17, onde se vê parte da proa do Alte Graça Aranha (H 34), e aí vc já tinha respondido.

    Aproveitando que fui relembrar o nome, tratava-se do OPV Warao, que ficou alguns anos atracado aguardando decisão se iriam reparar ou não.

    Quando passava pelo 1º DN a caminho da Ilha das Cobras, na época em que o OPV venezuelano permanecia no AMRJ, em certo momento o ângulo da visão fazia seu mastro meio cônico ficar ao lado da torre da Ilha Fiscal, e o efeito visual dos dois “cones” lado a lado era bem interessante.

  6. Dranuits, o navio-patrulha venezuelano Warao deixou AMRJ rebocado ano passado num dos maiores vexames daquela armada e, até onde sei não teve concerto ainda, mesmo depois de todos esses anos do acidente.

  7. Já ia esquecendo: parabéns pela iniciativa de fotografar e compartilhar, Renan.

    Aproveitando, em alguma foto que tirou (e eventualmente não enviada) chegou a fotografar a Julio de Noronha e a Jaceguai?

    Como não consigo, nas fotos enviadas, ver onde elas têm atracado nos últimos anos (mais à frente do futuro Maracanã e antes da posição onde tem ficado a ex-Inhaúma), imagino que na ocasião das fotos tenham saído para provas de mar, como tem ocorrido com alguma frequência.

  8. Aproveitando, quem quiser comparar o AMRJ fotografado agora com fotos do local há dois anos (quase exatamente!) e verificar os nomes dos navios que ainda estão em manutenção desde a época e as posições ocupadas, essa matéria de 2016 pode ajudar. E parabéns mais uma vez ao Renan, são atitudes assim que dão satisfação ao trabalho que a gente faz aqui.

    Segue a matéria, pra quem ainda não conheça:

    http://www.naval.com.br/blog/2016/01/23/fotos-a-esquadra-da-mb-neste-inicio-de-2016-na-base-e-no-arsenal/

  9. Parabéns pela iniciativa e qualidade das fotos Renan !!
    Triste é ver o imponente A-12 e saber que está aguardando a morte(ainda mantenho minha esperança por sua modernização viva) chegar por pura incompetência administrativa mas…a vida continua e que a MB tenha bons ventos .

  10. Boa tarde ,vendo estas fotos me deu certa saudade pois sempre fazia a travessia Niterói – Praça xv nas barcas. Mudando um pouco de assunto,alguém poderia me informar ou esclarecer aqui sobre uma possível aquisição de um substituto do Felinto Perry? Ouvi de um marinheiro que estava servindo nele inclusive na ida dele para a Argentina na operação de salvamento do San Juan que já se fala na aquisição do substituto do Felinto Perry. Desde já agradeço.

  11. Dalton 18 de Janeiro de 2018 at 14:36

    Não entendi nada. O A-12 não foi retirado da ativa? Ou ele não será retirado totalmente do serviço e ainda se prestará a algum tipo de treinamento, ainda que não navegue mais pelos mares?

  12. Sobre a corveta dos bolivarianos, ainda que não tenha sido reparada, o correto a se fazer é a Marinha Brasileira não devolvê-la a venezuela, para não ajudar a fortalecer o regime repressivo e ditatorial dos comunistas daquele país. Seria um absurdo o Brasil reparar equipamentos de guerra de um país vizinho ao nosso, que está massacrando o seu próprio povo e que tem desrespeitado todos os acordos e leis internacionais de liberdade de expressão e de direitos humanos.

  13. “Silva em 18 de Janeiro de 2018 at 15:30
    Não entendi nada. O A-12 não foi retirado da ativa? Ou ele não será retirado totalmente do serviço e ainda se prestará a algum tipo de treinamento, ainda que não navegue mais pelos mares?”

    Silva, sobre a desativação do NAe São Paulo anunciada em fevereiro do ano passado, o tempo previsto para sua desmobilização e atividades previstas para realizar no navio ao longo desse período, a matéria abaixo pode ajudar a responder suas perguntas:

    http://www.naval.com.br/blog/2017/02/14/desativacao-do-nae-sao-paulo/

  14. Caraca, andei por la em 1983 a 1987, tinha construção naval na carreira do navio Brasil….depois vieram as corvetas……. tinham na época uns trinta navios atracados naquele complexo de cais para reparos e manutenções, pois eram realizadas uma media de oito saídas anuais para a esquadra, ser marinheiro era ficar em viagem no mar a maior parte do ano, não tinha essa de ficar parado em terra….. tá certo que a maioria dos navios eram bem mais modernos….., mas existiam muitas oficinas que resolviam tudo, principalmente para os Classe Para, que eram 12 navios, tinha o navio oficina Belmonte, sempre local de caravanas das kombis das OM, que precisavam de serviços de soldas, calderaria, eletrica, tubulação, enrolar todos os tipos de motores elétricos. Hoje parece um desmanche de navios velhos …… Infelizmente vemos hoje, parece que tudo mudou muito …..bons tempos aqueles…….

  15. Fabio Souto, o Mattoso nunca ficou atracado na Ilha Fiscal. Ele tem ficado nos últimos anos no Cais Leste do AMRJ, que é próximo à Ilha Fiscal.

    Sobre pintura, pela foto em que se vê andaimes instalados, o navio deve estar passando por reparos e tratamento das chapas das chaminés, e provavelmente isso será seguido pela fase de pintura no local.

  16. Renan
    Sou autor do livro “O Porto Distante”, sobre jovens marinheiros na segunda guerra, culminando com o naufrágio do Cruzador “Bahia”, atribuído a “Incidente de tiro”, mas que afirmo – e provo – ter sido obra do submarino alemão U-530. Gostaria de lhe enviar um exemplar, caso queira. O livro está a disposição através do e-mail [email protected]
    Um abraço
    Paulo Paiva

  17. Ainda sobre a questão que levantei da Julio de Noronha e Jaceguai, observando melhor as fotos percebi que a ex-Inhaúma (creio que seja ela, pois além de ter a área do indicativo pintada d cinza está sem o brasão na Chaminé) foi deslocada para a posição, no cais Sul (próximo à oficina de Submarinos e perto de onde se vê o futuro NPa Maracanã), onde ficavam atracadas a Julio de Noronha e a Jaceguai.

    Antes, ela ficava logo na “esquina” do Cais Leste, à frente do Mattoso Maia.

    Ou seja, parece que realmente a Júlio de Noronha e a Jaceguai mudaram de lugar, foram docadas (no dique Alte Regis, que não aparece nas fotos, pois no dique Alte Jardim elas não estão, pelas fotos – não sei se o Laurindo Pita já saiu de lá), ou foram para a BNRJ, ou fizeram uma saída para provas na ocasião das fotos.

  18. Também compartilho a opinião de que o cruzador Bahia foi afundado por algum submarino, possivelmente pertencente à matilha que trazia Hitler para a Argentina (livro Ultramar Sul).
    Também gostaria de ver o NAe São Paulo ostentando a bandeira brasileira, seja como nau capitânea impulsionado por dois reatores ou transformado em hotel–cassino.

  19. De qualquer forma, pelo jeito as corvetas têm sido movimentadas mais nos últimos tempos entre suas posições no cais. Reparando melhor nesta foto abaixo, que tirei em outubro do ano passado, aparentemente era a Júlio de Noronha que estava atracada próxima ao Mattoso Maia, no cais Leste, com as outras duas (a Inhaúma desativada e a Jaceguai) uma a contrabordo da outra no cais Sul. A resolução da foto não ajuda, mas parece ser V 32 o indicativo. Em ocasião anterior, coisa de um mês antes, o que vi foi a Júlio de Noronha e a Jaceguai no cais Sul, atracadas juntas.

    Segue a foto de meados de outubro do ano passado:

    http://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/10/AMRJ.jpg

    • “Fabio Souto em 18/01/2018 às 16:30
      As corvetas Julio de Noronha e Jaceguai estão docadas?Qual seria
      o motivo da docagem das corvetas?”

      Fabio, se estiver se referindo a comentário meu escrito mais acima, eu não escrevi que estavam docadas, e sim que esta seria uma das várias possibilidades de não estarem no cais. Não estou no Rio e não tenho como ver se estão no dique Alte Regis. Acho mais provável uma saída para provas, como as duas corvetas têm feito com alguma frequência (eu mesmo presenciei a Jaceguai em Santos, há algum tempo, numa viagem de testes e volta e meia damos notícias sobre a Júlio de Noronha).

      Mas, na hipótese de docagem, não há nada de estranho. Os motivos podem ser reparos nas válvulas de fundo, ajustes nos eixos e hélices, limpeza, reparos nas chapas e nova pintura nas obras vivas, o usual para navios que saem de períodos de reparo com longo tempo atracados ao cais. Aliás, docagens têm que ser feitas periodicamente mesmo fora dos longos períodos de manutenção geral. Nesses últimos anos em que vou algumas vezes por ano à Ilha das Cobras, para pesquisas na DPHDM e no AMRJ, já pude ver praticamente todas as fragatas e corvetas da Marinha passando por docagens nos diques Almirante Régis e Almirante Jardim (e os navios ainda podem utilizar diques da BNRJ e BNA, por exemplo).

  20. Parabéns Renan, as fotos ficaram ótimas e obrigado por compartilha-las conosco

    Silva, como já disseram aqui, a corveta foi devolvida no ano passado, parece que a armada venezuelana não vai reparar ela não, vai retirar tudo o que der para aproveitar e usar na última corveta do pedido feito a navantia e que esta sendo construída em um estaleiro Venezuelano

  21. Senhores, queria só ressaltar que o navio venezuelano que ficou anos atracado no cais do AMRJ não é uma corveta.

    O Warao (PC 22) é um navio-patrulha oceânico (NPaOc, ou OPV na sigla em inglês). Mas vale dizer que é um OPV com porte de corveta e armamento de tubo bem respeitável (canhões de 76mm e 35mm), além de um bom radar da Thales, hangar e convoo. Mas sua função é patrulha. Infelizmente, sofreu danos pesados no encalhe de 2012 em Fortaleza, a ponto da extensão dos reparos necessários se mostrar de custo-benefício ruim (frente, pelo menos, à atual falta de recursos da Venezuela).

  22. Excelente trabalho do jovem Renan. O A-12 São Paulo,apesar de ter sido descomissionado, no dia 10 de Janeiro deste mês, o seu convôo foi palco de cerimônia para a passagem de comando do Cmt do Comando de Operações Navais.

  23. Boa noite Fernando “Nunão” De Martini.
    Durante essa semana as corvetas Julio de Noronha e Jaceguai estão atracadas no “F” da Fragata na Sede da Esquadra em Niterói. A Julio de Noronha chegou na segunda-feira (15/1). Hoje pela manhã uma delas estava no mar a oeste da última perna do “F”, fazendo algum exercício com uma espécie de bote salva-vidas de coberta amarela.

  24. Será que vão usar essa corveta como alvo?

    Bem que poderiam fazer um teste com torpedos atraves dos submarinos ( mostrar que força e operacionalidade temos ) e tb misseis das forças de superfície!

    Quanto o PA SP tb sou um sonhador louco por ver ele de volta a ativa !!!

    Parabéns pelas fotos,

    Grande abraço a todos !!!

  25. Garoto já tem traquejo de repórter.
    Parabéns pela iniciativa que lhe rendeu um destaque. Felizmente temos jovens que tem entusiasmo em coisas úteis e produtiva, e que não se rendem e enveredam pelo caminho da futilidade caracterizada pela geração nem nem do funk

  26. Prezado Nunão,

    Obrigado pela complementação. Ia te responder sobre a Jaceguai e a Júlio de Noronha, mas vi que o Alexander já respondeu corretamente.

    Abraços

  27. Prezados,

    O NAe São Paulo não voltará ao Serviço Operativo da Esquadra.

    Tendo em vista que o Brasil nunca consttuiu um navio-aeródromo e não possui o projeto detalhado de um navio desta categoria, a DEN, desde o ano passado, vem elaborando projeto detalhado do navio, que poderá servir de base para construção de um futuro navio-aeródromo.

    Grande abraço

  28. Eu que agradeço suas informações frequentes aqui no Poder Naval, Luiz Monteiro.

    Aproveito para lembrar aos leitores, já que o assunto submarinos está em voga, que na quarta foto de baixo para cima (nona de cima pra baixo), onde se vê o NPa Gurupi em destaque, no canto esquerdo pode-se ver, pelas portas abertas, parte do submarino Tamoio, em manutenção na Oficina de Submarinos (galpão grande com o letreiro AMRJ).

    • Obrigado CALS!

      De fato, na imagem que mostra o dique flutuante Almirante Schieck e o submarino Tupi, com os diques Alte Jardim e Santa Cruz mais atrás, eu não havia conseguido ver as chaminés e o mastro do Laurindo Pitta, que dava para serem vistos acima da linha do dique Alte Jardim mesmo para quem estivesse fora do AMRJ. Mas fiquei na dúvida se a vela do Tupi estava encobrindo as chaminés, no ângulo da foto.

      Nas últimas vezes em que estive no AMRJ, na hora de sair ao final da tarde o caminho para a saída passa pela proa do dique Alte Jardim, e era uma bela visão o Laurindo Pita no fundo do dique. Um casco que passa muita robustez só de olhar, mesmo parecendo tão pequeno ali embaixo.

      A saída também é ao lado do dique Santa Cruz, e o Tikuna em manutenção também é uma visão bem interessante, despido dos paineis do casco externo.

  29. Qual a hipótese do SP, virar uma ilha flutuante, para usar como uma base avançada, ou mesmo como ponto turístico?
    Como base avançada seria para armazenar suprimentos, combustível, e helicópteros.
    Como ponto turístico poderia se tornar um hotel em alto mar.
    Mas não afundem ou destrua o mesmo

    Parabéns Renan,
    Abraços

  30. Duas perguntas… Os C-1 Trader ficarão lotados em São Pedro da Aldeia juntos com os A-4?
    E por qual motivo a Marinha ainda mantém o CT Pará na reserva? Já houve, na história recente (pós 2 G. M.), exemplo de vaso da reserva voltar à ativa?
    Sds

  31. Estou brincando, peço desculpas ao autor das fotos pela brincadeira. Mas que olhar a nossa esquadra parece um retorno a épocas passadas, isso parece. O NaE tem desenho dos anos 50, as fragatas dos anos 70, o submarino dos anos 80. Tira uma média aí e dá a época em que as calças boca de sino eram novidade.

  32. Parabéns, Renan, o post com suas fotos bombou!!
    Dentre outros ótimos itens, foi bom ver os 3 rebocadores, ganhará um doce quem primeiro postar fotos deles pintados e identificados com os símbolos da MB. Aliás, foi bom porque eu não sabia dessa aquisição, pude retornar ao post do ano passado, pelo que entendi foi por pregão, gostei de ver que tal modalidade de licitação também é adequada para adquirir navios usados nacionais. Foi boa ideia, compra rápida dentro de especificações mínimas, pelo menor preço. Se fosse construir demoraria anos.

  33. Luiz Monteiro 18 de Janeiro de 2018 at 19:21
    Informação muito interessante essa que postou. Apesar de crer que num eventual e pouco provável projeto de um novo Navio Aeródromo – não pelo desejo da MB, mas pelo pouco caso que os políticos fazem das FAs, além da eterna crise econômica brasileira – teríamos que buscar parceria c/ estaleiro já detentor desse know-how, pois a tarefa é realmente gigantesca, conhecimento nunca é demais. É aquela história, já tá pago e se vai p/ a sucata, porque não aproveitar ao máximo tudo que pudermos. Gostei, não que isso importe a ninguém, rs.
    Obs.: Antes que passe a ideia p/ alguém, nem a MB e nem eu estamos tratando de se fazer uma cópia, até porque seria crime, mas de adquirir conhecimentos muito interessantes e que podem vir a ser úteis no futuro, ok? Abs.

  34. Tudo é possível com relação ao país, o homem ou mulher que tiver no poder no ano que vem, pode tudo!, não estão querendo comprar a embraer, vai que cola, pode pintar as fragatas type 23, ate volta a ativa do A12 São Paulo, podem usar como base para um novo porta aviões, então Renan não acredite na afirmação que vai ou não vai tudo é possível, o que eu sinceramente acho que o brasil não ficará sem um porta aviões por muito tempo, o que todos querem é ver uma Marinha enxuta, mas com meios navais modernos de preferencia construídos no brasil eu tenho uma bela historia guardada em memória sobre Marinha de guerra.

  35. Morei em Niterói 38 anos, e trabalhei no centro do Rio 18, fazendo o trajeto Niterói-Rio-Niterói todo santo dia, seja de barca ou de ponte!!! Só sentava do lado direito da barca para todo dia poder ver o AMRJ e os navios nele atracados….. e de tb Ponte ia e voltava sentado na direita para ver Mocanguê e na volta o AMRJ novamente!!! Estou 2 anos morando em Lisboa (e já visitei alguns navios aqui tb), mas em março vou ao Brasil e farei isso só pra lembrar e ver nos navios!!

    PS. Tb já pude contribuir com a trilogia com uma ilustração de um KC-767 da FAB nessa matéria!
    http://www.aereo.jor.br/2014/05/27/brasil-deve-adicionar-em-contrato-terceira-aeronave-767-convertida-em-aviao-tanque/

  36. Em 2014, vi a Inhaúma no AMRJ e estava num estado lastimável.
    Parecia um queijo suíço da proa até a popa.
    Nem o velho Mariz e Barros, estava nesse estado de degradação do material.
    Impressionante!!

  37. Fernando “Nunão” De Martini, CV Julio de Noronha iniciando o ciclo de alinhamento hj no AMRJ. CMS e CASOP à frente dos trabalhos.

  38. Silva…
    .
    o Nunão já respondeu…meu comentário sobre o “Falcão” desativado utilizado apenas para
    treinamento no manuseio de aeronaves no hangar e convés de voo…e que ainda permanece a
    bordo…deveria ter sido expressado no tempo passado…isto é, FOI utilizado para treinamento.
    abs

  39. Paulo Maffi…
    .
    sobre um navio ainda ser mantido na reserva…nem sempre é para um possível retorno ao
    serviço, pode simplesmente estar aguardando uma definição, como, ser usado como alvo,
    desmantelado, transformado em recife artificial, etc.
    .
    Na US Navy existem “categorias” para um navio na “reserva”…àqueles que potencialmente
    poderão ser reativados serão bem mantidos.
    .
    Não sei de nenhum “vaso” que retornou ao serviço pós II Guerra ao menos na marinha brasileira, pois na US Navy houve vários exemplos.
    .
    Quanto aos “Trader” se e quando vierem penso que seja muito provável que serão baseados em São Pedro.
    .
    abs

  40. Bom saber também que não sou o único que entra todos os dias nos 3 sites (Poder Naval, Poder Aéreo e Forte) para ver as novidades! às vezes mais do que 1x.
    Parabéns pelas fotos. Qualquer navio da nossa incompleta esquadra é realmente muito bonito e imponente! Claro que umas 4 Type 23 ficariam bem legais atracadas no arsenal, né!
    Sobre o SP…eu mesmo fui e continuo ferrenho quanto a opinião de dar baixa e direcionar esse $$ para outros meiso e projetos. Mas que bicho é bonito e se pudéssemos tê-lo como capitânia máxima de uma das 2 esquadras (sonho, eu sei) seria bem legal! Mesmo que tivéssemos verba…o projeto dele é mais complexo e exige realmente uma restruturação completa para se tornar ativo. É de dar dó…mas RIP e que venha o próximo capítulo da saga “O Brasil precisa de um Porta Aviões”! Mesmo que o pessoal da DEN esteja projetando um novo NA…não dá…vai ficar caro e só estará operacional para 2030! Será um novo Sub-Nuclear que está em construção e em desenvolvimento à 20 anos! Que venha o Ocean e umas 4 Type 23! Por final…alguém tem informação sobre o que será feito com os A-4 que não foram modernizados? Abraço!

  41. GEN. Escobar 19 de Janeiro de 2018 at 9:38
    Bom saber também que não sou o único que entra todos os dias nos 3 sites (Poder Naval, Poder Aéreo e Forte) para ver as novidades! às vezes mais do que 1x.

    Óbvio que vocês não são os únicos!

  42. Carlos, como está claro nos comentários acima, não está ainda de volta ao setor operativo. Também tem matéria justamente sobre esse assunto, praticamente vizinha a esta, sugiro ler.

  43. Ao Marcelo, postagem de 18/jan-15:57! Como ex-Comandante [18/07/94 a 27/07/95], agradeço a citação: “tinha o navio oficina Belmonte, sempre local de caravanas das kombis das OM, que precisavam de serviços de soldas, calderaria, elétrica, tubulação, enrolar todos os tipos de motores elétricos.” Trata-se de ótima lembrança de uma plataforma que dispunha 7(sete) oficinas e mais de uma centena de máquinas-ferramentas. Atendia a todos os navios, não só os da Esquadra, sem contar as emergências que safava junto aos hospitais, Sanatório Naval de Nova Friburgo e outras OM quando em viagem. Ainda hoje sente-se falta de um efetivo elemento de apoio logístico móvel. Após tanto tempo emociona a menção. Muito obrigado em nome de todos os serviram no “G-24”.
    Ao jovem Renan, meus cumprimentos pelo interesse. Espero que haja muitos outros jovens com idênticos interesses. A Nação agradece!

  44. Caro Renan Nunes,

    Jovem meus parabéns e continue nesse caminho …. ops nessa Nau.

    O MM mostra os sinais do tempo.

    AHTS é o sonho do MO sendo realizado.

    Caso não parem de “falar” do A 12 vou cortar meus pulsos com barbeador elétrico,

    já era, foi, acabou, chega, the end …..

    __________________________________________________________

    Caro C Almirante Luiz Monteiro

    Boas chances de desfecho favorável nos USA ? ( Grumman S-2 Trackers )

    “….a DEN, desde o ano passado, vem elaborando projeto detalhado do navio, que poderá servir de base para construção de um futuro navio-aeródromo…..”

    LHD (L-61) ?

    • Roberto, boa tarde. A pergunta já foi feita e respondida num dos mais de 90 comentários anteriores, dá uma checada.

  45. Bom saber que apesar do estado meio nebuloso por conta do ano que se passou , ainda existam pessoas que tem a alma ancorada na paixão pelo progresso da nossa Marinha Brasileira … Belas fotos também é sempre bom saber que ainda há prestígio aqui no arsenal do rj

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