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Conheça o KJ-600, a cópia chinesa do E-2 Hawkeye

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Concepção do KJ-600. A similaridade com o E-2 Hawkeye não é mera coincidência

A China anunciou no ano passado que está desenvolvendo um avião de alerta aéreo e controle (AEW&C), o KJ-600. Os especialistas do Pentágono acreditam que a aparência do KJ-600 é um claro sinal de que a China está preparando um grande grupo de combate de porta-aviões.

De acordo com imagens divulgadas na Internet, o Institute 603/XAC da China desenvolve a primeira geração de AWACS embarcados em um tamanho e configuração muito semelhante ao americano E-2 Hawkeye.

A Popular Science informou em julho de 2017 que a China desenvolve o KJ-600, um avião de alerta aéreo antecipado e controle baseado em porta-aviões que pode ajudar a preencher uma lacuna crítica contra a Marinha dos EUA. Construído pela Xian Aircraft Corporation, o KJ-600 pesa 25-30 toneladas e é propulsado por dois turbopropulsores FWJ-6C.

O KJ-600 baseia-se na experiência adquirida com o demonstrador de tecnologia JZY-01 anterior. Devido ao peso e à potência limitada do motor, o KJ-600 foi projetado para decolar do porta-aviões usando uma catapulta.

O avião se assemelha ao E-2 Hawkeye da Northrop Grumman, que opera desde a década de 1960. O KJ-600 seria equipado com um avançado radar de varredura eletrônica ativa (AESA – Active Electronic Scanned Array) com tecnologias do radar terrestre chinês JY-26, capaz detectar aeronaves furtivas, como o F-22 e o F-35.

“O AESA poderá detectar caças furtivos em um alcance muito longo”, disse o especialista militar Li Jie ao jornal South China Morning Post (SCMP) em 24 de janeiro de 2018. O anúncio coincide com o aumento dos desdobramentos de F-35 e F-22s em áreas próximas à China, como o Japão e Coreia do Sul. Ambos os aliados dos EUA compraram jatos F-35A da Lockheed Martin e podem considerar comprar o F-35B para operações embarcadas. Li disse que o KJ-600 provavelmente será usado no terceiro porta-aviões da China em construção em Xangai e será compatível com seu avançado sistema de lançamento eletromagnético (EMALS).

O EMALS pode lançar jatos de forma mais rápida e eficaz do que as rampas “ski-jump” usadas nos dois primeiros porta-aviões da China.

O KJ-660 aparece nas concepções do futuro porta-aviões nuclear da China, o Type 002

O especialista em segurança marítima, Collin Koh, da Nanyang Technological University em Singapura, disse que o KJ-600 da China prova a veracidade das crenças sobre as ambições da China de construir uma marinha de águas azuis capaz de operar longe das costas chinesas. “Se o grupo de porta-aviões da China fosse projetado mais para operar mais perto das águas territoriais, ele dependeria de um apoio de alerta aéreo baseado em terra. Com aviões AEW&C embarcados, isso implica que o grupo de batalha da Marinha do Exército de Libertação Popular é projetado para operar em mares distantes”, disse Koh ao SCMP.

Foi relatado que o KJ-600 terá tripulação de 5-6 membros, incluindo o comandante e o copiloto, com os demais operando os sistemas de controle de combate e o radar. Segundo os recursos atuais de comunicações de dados de combate da China e de seus futuros aviões, o KJ-600 poderá orientar vários grupos de aeronaves em intercepção e combate aéreo e consolidar dados de múltiplas plataformas para auxiliar o emprego de mísseis de longo alcance.

A aeronave de alerta aéreo antecipado de asa fixa embarcada será necessária à ala aérea dos futuros porta-aviões chineses para realizar de forma independente operações aéreas de alta intensidade em mares distantes. Atualmente, os helicópteros de alerta aéreo usados ​​pelo Liaoning têm problemas de curta autonomia, baixa altitude de voo e curto alcance de detecção.

Modelo do KJ-600 fotografado em mock-up terrestre de porta-aviões para treinamento na China

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Hernâni
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Hernâni

Será que a cópia é tão eficaz como o original?????

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Nada se cria tudo se copia.

Quem não tem capacidade para criar tem que ter coragem para copiar.

Claudio
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Claudio

Hernâni pode ser até melhor, e é mais parecido com o yak-44E.

Augusto
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Augusto

A palavra “constrangimento” deve ser desconhecida dos chinas. Eles simplesmente vão lá e copiam tudo, na cara dura. Helicópteros franceses, aviões estadunidenses, caças russos e por aí vai…

Mas concordo com aquela estória: até para copiar tem que ser competente. E pelo jeito eles estão cada vez melhores.

Guizmo
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Guizmo

Sim Augusto, e veja como se “economiza” em p&d. Saber a melhor estrutura aerodinâmica do aviao para comportar a antena, que tipo de profundor usar, motorização etc. Eles economizam tempo e dinheiro e entram no projeto alguns estágios na frente. Para nossa mentalidade é uma vergonha mesmo, mas há décadas fazem isso com eficiência. Deu no que deu

Corsario137
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Corsario137

É um hawkeye com o eye bem puxado kkk.

Danilo José
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Danilo José

Boa kkk

Ronaldo de souza gonçalves
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Ronaldo de souza gonçalves

Os países vizinhos da china,querendo ou podendo ou não tem que aumentar seus gastos Militares,principalmentes aqueles que tem litígios com a china Vietnam,taiwam,japão,coreia do sul.Uma das formas que podem se proteger é com a ajuda do EUA criar algum bloco Militar de mutua ajuda,pois a china não parará mais de equipar suas forças,já que preiteia superar EUA.Infelismente Países como a índia que tem imensos problemas sociais,tem que tirar dinheiro desta área para a defesa.O EUA não tem que só dar proteção ,mas através do FMS .

Felipe Alberto
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Felipe Alberto

“A aeronave de alerta aéreo antecipado de asa fixa embarcada será necessária à ala aérea dos futuros porta-aviões chineses para realizar de forma independente operações aéreas de alta intensidade em mares distantes. Atualmente, os helicópteros de alerta aéreo usados ​​pelo Liaoning têm problemas de curta autonomia, baixa altitude de voo e curto alcance de detecção.” ____________________________________________________________________ Em discussões anteriores sobre os projetos da MB para adquirir um PA, foi trazida a questão sobre que PA STOVL (tendo como referência a possível escolha de um LHD) não teria capacidade de embarcar aeronaves AEW e EW. Eu dei a referencia de helicópteros… Read more »

Tallguiese
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Tallguiese

Bem, se a idéia é boa então porque não copiar? Deixa os caras uai!

Karl Bonfim
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Karl Bonfim

“Carlos Alberto Soares 5 de Março de 2018 at 16:50
Nada se cria tudo se copia. Quem não tem capacidade para criar tem que ter coragem para copiar”.
________________________________________________________________________
Também já começo a achar que os chineses estão exagerando nessas cópias de aeronaves ocidentais. Eles deviam aproveitar toda essa capacidade técnica e industrial de engenharia reversa para criar tecnologia própria. Se continuarem assim “los chinos”, vão criar uma espécis de dependência indireta das tecnologias e designe ocidentais e russos.

DigoSSA
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DigoSSA

Karl, observe que o “conteúdo” da aeronave não é produto de cópia. Motores, aviônica e, principalmente, sensores são fruto de desenvolvimento próprio. Inclusive, porque eles não tiveram acesso ao hawkeye. No mais, é como bem observou o Galante, não há sentido em “reinventar a roda”.

J-20
Visitante
J-20

Se você vai chegar no mesmo resultado, por que vai desperdiçar meses em desenvolvimento para chamar de próprio? Por acaso o campo militar precisa ser como a arte? Originalidade define o rumo da guerra agora?
O maior império ocidental da antiguidade copiou na cara dura os navios e escudos cartagineses, espadas gaulesas, formações e táticas gregas, por aí vai.

Nilson
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Nilson

Felipe Alberto 5 de Março de 2018 at 18:45 Agregando à sua discussão anterior, há mais um trecho da matéria que explica os tipos de decisão que podem ser tomados: “Se o grupo de porta-aviões da China fosse projetado mais para operar mais perto das águas territoriais, ele dependeria de um apoio de alerta aéreo baseado em terra. Com aviões AEW&C embarcados, isso implica que o grupo de batalha da Marinha do Exército de Libertação Popular é projetado para operar em mares distantes”, Ou seja, para operar perto da costa, pode-se ter apenas helicópteros AEW embarcados com suporte de aviões… Read more »

Walfrido Strobel
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Isso não é cópia do Hawkeye, é um Xian Y-7(An-24 chinês) com cauda do Beriev Be-6 que a China usou no passado antes de desenvolver o anfíbio próprio SH-5. Só colocaram mais dois estabilizadores verticais para compensar o grande radar.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Negativo. Ele se parece mesmo com o Hawkeye. O Y-7, nem o Be-6 e nem muito menos o SH-5 (que na verdade parece em parte copiado do US-1 Japonês) tem qualquer semelhança com esse novo avião.

Ricardo Da Silva
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Ricardo Da Silva

Leandro, você esta avaliando uma concepção por CGI, procure na internet por “JZY-01”. Em linhas gerais, lembra uma Hawkeye, mas a fuselagem é baseada no Y-7 sim, inclusive alguns desenhos propunham a instalação de dois turbo-jatos na traseira.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Pois é, mas estou avaliando mesmo a concepção do KJ-600 e não o JZY-01 😉

Ricardo Da Silva
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Ricardo Da Silva

KJ-600 e o “novo nome” do JZY-01. É como o YA-1 e o A-1

Robson
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Aparentemente bem toscas as copias chinesas, resta saber o desempenho…

Nilson
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Nilson

Ainda nesse contexto de AEW:
o satélite pode substituir as aeronaves AEW, seja na detecção de navios seja na detecção de aeronaves inimigas?? Em caso positivo, pelo menos no caso de navios, e vindo para o caso do Brasil, o SisGAAz tinha (tem) previsão de recurso via satélite que permita a detecção de task forces que se aproximem ou se movimentem num raio de 1500 km de nossa costa? A task force têm meios para evitar ser detectada por satélites??

Felipe Alberto
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Felipe Alberto

Caro Nilson
Creio que o satélite radar e a aeronave AEW façam a atividade de vigilância e controle em instancias diferentes. O primeiro seria para o monitoramento do tráfego marítimo, e o segundo atuaria como alerta aéreo e como controle aéreo numa plataforma só, criando assim um sistema mais confiável para as operações aéreas( um sat geoestacionário é muito suscetível a ataque cibernético, ataque eletrônico e mesmo misseis anti-balísticos)

Bem, já fui demais nos achismos. Abraço

Bosco
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Bosco

Nilson, A Rússia fez isso no passado mas com uma tecnologia “primitiva”. Hoje não há nenhum satélite com essa função (de detectar e rastrear navios e aeronaves). Há muitos satélites em órbita dotados de radar mas todos basicamente operam no modo SAR (abertura sintética) visando o relevo e contatos no solo, visando uma área específica e não se prestando ao “descobrimento”, o alerta ou o rastreamento de contatos navais ou aéreos. Por algum motivo ainda não se estabeleceu a tecnologia para o controle dos céus e dos mares utilizando radares. Os satélites mais voltados à guerra naval são de ELINT,… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

correção: a uns 30 km de altitude.

Bardini
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Bardini

A Airbus vem desenvolvendo o zephyr… Capaz dele vir a servir para alguma dessas funções.

Luan César
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Luan César

Boa noite, primeiramente quero parabenizar os editores do blog pela qualidade dos conteúdos abordados.
Em segundo lugar, eu gostaria de saber se uma escolta que esta patrulhando sozinha pode utilizar de um helicóptero aew para detectar e auxiliar na interceptação de um míssil voando a baixa altitude, contornando assim a limitação do seu radar devido a curvatura da terra.

Bardini
Visitante
Bardini

Aí essa aeronave AEW está operando, controlando uma determinada região do espaço, até que é destruída, ou por um F-35B, ou por um SM-6, que foi guiado por um F-35B.
https://news.usni.org/2016/09/13/video-successful-f-35-sm-6-live-fire-test-points-expansion-networked-naval-warfare
.
O F-35B vai proporcionar um aumento muito significativo, no poder de marinhas de menor porte, que podem ter acesso somente a um “Porta Aviões” de pequeno porte.

Felipe Alberto
Visitante
Felipe Alberto

“While the F-35 is billed and branded as a strike fighter, it also possesses a little discussed electronic warfare capability that gives it an exceptional awareness of its surroundings.”

Com certeza, o F-35 é outra ciência.

Felipe Alberto
Visitante
Felipe Alberto
Bosco
Visitante
Bosco

Bardini,
Havendo uma versão AEW do V-22 e aí o “bagulho” iria ficar “cabuloso”. rrsss
Imagine um V-22 AEW decolando de qualquer um dos navios anfíbios e podendo coordenar os SM-6 e os F-35B!
E os F-35 B e C ainda terão outra tarefa muito interessante que será indicar alvos OTH para os mísseis Tomahawks antinavios. Eles poderão penetrar o perímetro de defesa de uma esquadra inimiga nucleada em um porta-aviões de modo a indicar alvos para mísseis de longo alcance. Primeiro serão os Tomahawks e mais pra frente os LRASM.

Tiger 777
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Tiger 777

Os Chinas, não aprenderam a lição da segunda G. Mundial…
Os japas, tentaram tirar os EUA, de lá e levaram uma surra.
Com esta quantidade de armas, o Pacífico com certeza poderá ser o centro de uma guerra convencional.
Nuclear, não, ninguém é doido.

Renato de Mello Machado
Visitante
Renato de Mello Machado

Eu acho interessante quando alguns colegas diminuem as conquistas de outro país chamando o que eles produzem de cópias.Mas com a Segunda Guerra em andamento muita gente saiu da Europa perseguido pelos alemães, ou russos e foram levando suas idéias para os EUA.Com a derrota foi a vez dos alemães,fugindo de acertos de contas com os russos ou outros países europeus e saíram para a América do Norte,outros viram para a América do Sul mas sempre levando suas idéias como moeda de troca para sobreviver na nova ordem do pós guerra.Eu tenho certeza que se eu soubesse fazer algo interessante… Read more »

sergio ribamar ferreira
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Sempre fui adepto da engenharia reversa para alguns meios, porém faz-se necessário planejamento, tempo para se desenvolver, dinheiro e vontade política e até o presente momento nada. Sem investimento de capital nada se resolve. Temos excelentes engenheiros e técnicos, porém precisa-se de dinheiro para investir, estudar, pesquisar e manter o projeto a ser trabalhado. Uma política de Estado. É vamos em frente, me veio a depressão.

Control
Visitante

Srs Por enquanto, a melhor ferramenta para o controle de uma área marítima e defesa de frota é uma aeronave de asa fixa capaz de decolar de um PA. É o Hawkeye ou um similar. Como os chineses pretendem estender sua capacidade a nível global, é lógica sua progressão para PA’s Catobar e o desenvolvimento de uma solução similar ao Hawkeye. Curiosamente, a tentativa da MB em usar os Trader/Tracker para a função AEW&C poderia dispor de tal recurso para PA’s Stobar, pois os Tracker conseguiam decolar sem o uso de catapultas, usando apenas o vento relativo e sua capacidade… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

Kkkkk nem pra mudar a aparência.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Isso mostra mais uma vez que defesa costeira combinado com uma pesada IADS não é a solução quando é pra enfrentar a US navy. Um ICBM não tem capacidade de interceptar um alvo em movimento no mar muito menos um satelite pode prover solução de tiro, tem que ter um Nae pra interceptar um outro Nae junto com subs modernos é claro.

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

Queria saber o que os EUA e seus aliados irão fazer com os F-22 e F-35, os chineses já conseguem vê-los com esse hyper (vamos usar um termo da moda) radar chines?

Sei lá, andam a subestimar (e muito) as coisinhas que o Tio Sam tem…

Augusto L
Visitante
Augusto L

Ricardo radares AESA geralmente consegue ver um caca stealth antes que um radar ‘normal’ mas isso não quer dizer que vão ver antes de tomarem chumbo. Na maioria das vezes mesmo os AESA tem um alcance limitado contra os stealth.

Bosco
Visitante
Bosco

Eu sei que você está brincando mas só para esclarecer algum desavisado, fato é que esses radares de bolinhas quânticas e fotônicas só existem no papel. Não há nenhum operacional. O desenvolvimento dos radares passou pelos modelos iniciais das décadas de 30 e 40, depois pelos de pulso Doppler, pelo conceito SAR (radar de abertura sintética), pelo 3D, pelos de varredura eletrônica PESA, depois AESA e agora estamos vivenciando a introdução de componentes de estado sólido de Nitreto de Gálio. Pode ser que esses conceitos de radares hiper alguma coisa possam vingar e estão sendo pesquisados no mundo todo, mas… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

Bosco, nada como uma analise mais profunda sobre a questão, o TO é muito mais dinâmico e as ações que são tomadas devem sempre estar norteadas pela tecnologia presente no mesmo. Acredito que os EUA possuem uma liderança interessante e estão a trabalhar de maneira muito forte para que a mesma seja mantida. Hoje me lembrei de um filme que é um Clássico sobre estratégia politico/econômica/militar – “O Rato que Ruge” com o Peter Sellers atuando como vários personagens. Acho que a audiência do Blog (que é muito mais nova do que Eu) deveria ver o filme. É uma comédia,… Read more »

Ricardo Da Silva
Visitante
Ricardo Da Silva

Viajando na maionese:
Às vezes, fico me perguntando por que não se desenvolve uma variação do E-2 Hawkeye, baseada na fuselagem mais larga do C-2 Greyhound. Além disso a célula do Greyhound poderia ser aproveitada para missões de reabastecimento e ASW.
Me parece que seria uma boa, fica a dica ! (Kkkk)

Dalton
Visitante
Dalton

Control…
.
sem condições de confirmar agora, mas, soube que um Tracker/Tracer até podia decolar
sem catapulta, mas, apenas em certas condições de peso, velocidade do vento, etc…
mesmo nos NAes modernizados da classe “Essex” bem maiores que o “Minas Gerais”
eles decolavam normalmente auxiliados pelas catapultas.
abs

Nilson
Visitante
Nilson

Felipe Alberto 5 de Março de 2018 at 19:51
Bosco 5 de Março de 2018 at 21:58
Bardini 6 de Março de 2018 at 0:11
.
Prezados, obrigado pelos esclarecimentos.

Control
Visitante

Srs
Jovem Dalton
Há a informação que os Tracker conseguiam decolar do Essex e até do Mingão que tinha menos “pista”, porém não tenho informação sobre o seu peso nestas decolagens e nem o vento relativo necessário.
Sds

Walfrido Strobel
Visitante

Não vamos esquecer do pai dessa turma toda, o E-1 Tracer, que usava base similar dos S-2 Tracker e C-1 Trader com modificações.
. https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSpjASS4kQaW1FGchQLWaM3X5UPoI09AtrW6HMLdtO_4zYrmq–jP5bYuey

Dalton
Visitante
Dalton

Ricardo… . como você deve saber o C-2 é derivado do E-2 com fuselagem mais larga para comportar carga e passageiros, então, não há porque transformar um C-2 em uma aeronave AEW ainda mais que já existe uma nova versão do E-2 que é a versão “D” que gradualmente está substituindo a “C”. . Quanto ao C-2 ele será substituído nos NAes completamente na próxima década por uma variante do V-22 que tem a vantagem de voar como aeronave e pousar como helicóptero o que deverá dar mais flexibilidade à missão de entrega de carga e passageiros nos NAes e… Read more »

Ricardo Da Silva
Visitante
Ricardo Da Silva

Sim, sei que o C-2 deriva do E-2, é justamente por possuir um volume interno muito maior é o porquê de pensar que o Greyhound teria sido o ideal para a Grumman oferecer uma família de aeronaves embarcadas (talvez nem existisse o S-3 Viking).

Carvalho2008
Visitante
Carvalho2008

Mestre Dalton, mas acrescente ao no hipotético tracker aew, que uma vez decolando ativar, haveria ali a ski jump bem como atualização de motorização de maior potencia.
.
O interessante mesmo é que ele serve de referência para desmistificar a impossibilidade de asa fixa aew num stobar

Se houvesse até mesmo um c115 búfalo de cauda e asas dobráveis o mesmo muito provavelmente faria a missão sem catapultas
.
Então a verdade é que não existe hoje modelos stol como no passado ou similares a estes para operar num stobar
.
É por isto que gosto dos s2t….velho… mas o bichinho faz tudo com pouquíssima exigencia

Dalton
Visitante
Dalton

Carvalho…
.
entendo seu entusiasmo…mas…operacionalmente nunca foram utilizados para valer em
um NAe com rampa inclinada e convés em ângulo…testes aparentemente foram feitos a
partir de uma rampa em terra, então até que vejamos uma aeronave similar operando a bordo
do “Liaoning” acho cedo uma “desmistificação”.
abs

Carvalho2008
Visitante
Carvalho2008

Não é entusiasmo Mestre Dalton, . São coeficientes e testes, como vc lembrou. . Alguma coisa pode ser inferência em face da dinâmica de outra testes e ensaios. . O fato é que para operar ski jump embarcado, basta estrutura robusta e características stol . Tracker não decolava full sem catapulta do Mingao, mas vale lembrar que Mingao fazia pouco vento e andava lá na casa dos 19knots era curto e pequeníssimo 211m total . Realmente não existe qualquer dado no momento que faça pensar que não seria viável. . A Usaf testou ski jump como meios de emergência para… Read more »

Roberto F. santana
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Roberto F. santana

Eu duvido que a China consiga equipá-lo com algo parecido com o motor do Hawkeye, o Allison (agora Rolls-Royce) T-56, o mesmo motor do C-130, Só que com potência que ultrapassa os 5.000 shp. Nem mesmo o Hercules usa isso.

Dalton
Visitante
Dalton

Carvalho… . “Nem dos “Essex” convertidos para NAes ASW, muito maiores e velozes que o “Mingão” o “Tracker”decolava “full” sem auxílio de catapulta, então, apesar de interessante àquela aeronave poder decolar sem auxílio de catapultas ela obviamente não seria tão eficiente durante uma missão oceânica. . No caso americano…um ski jump roubaria espaço precioso no estacionamento , movimentação decolagem e pouso de aeronaves no convés de seus preciosos LHDs/LHAs…que são e serão utilizados principalmente como porta helicópteros/porta MV 22s…não compensa ter uma capacidade diminuída se normalmente ou talvez mesmo durante toda a vida eles venham à operar com apenas um… Read more »

carvalho2008
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pois então mestre Dalton….tal como disse….quer sejam Americanos ou Britanicos, ninguem tinha um Stobar para emprega-lo, quem tinha ski jump não tinha cabos de parada e quem tinha cabos de parada não precisava de ski jump . De qualquer forma, não o fizeram não foi porque ele não pode…e sim porque não precisavam mais dele…um investiu em super carrier e outro, em Invencible class . Mas voltando ao centro, se decola embora não full de um minusculo Minas Gerais sem catapulta e arrastando-se a 19 knots….porque não decolaria com carga, acrescentando a velocidade de lançamento de um stobar novo+ Ski… Read more »

Antero
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Antero

A engenharia reversa é uma maravilha!….

helio henrique silva pereira
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a embraer poderia junto com a saab fazer uma versao naval em cima da plataforma do CBA123 que tem um motor turboelice invertido na cauda ele poderia ter reabastecimento aereo nao precisaria voltar a base ou porta avioes para abastecer

Walfrido Strobel
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Este projeto foi abandonado a muitos anos, chegaram a certa conclusão de que os clientes queriam jatos e não turbo hélices nesta faixa. Reativar o projeto para fabricar pouquíssimas unidades para a MB seria um absurdo.
Se o problema é REVO melhor colocar sonda nos E-99 que operam a partir de terra, ja que é possível, foi colocada nos da Índia, mas como não tem recurso nem para modernizar o radar, melhor esquecer.

Walfrido Strobel
Visitante

Vejam a diferença entre a cauda do E-2 e do KJ-600, parece a mesma, mas não é.
Interessante que precisaram de 6 superfícies móveis no Y-7 para manter a atuação direcional a baixa velocidade no pouso embarcado, este grande radar atrapalha muito.
. https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRJLB_3PnxgHWB4gCqUVwbXybt74j_czMgu1XxP36pZCHvR40rC

cwb
Visitante
cwb

Uma pergunta para os mestres:
Se a china diz possuir um míssil balístico anti porta aviões capaz de destruir um grupo de batalha da usn,porque agora eles buscam rivalizar com os americanos nessa área?
Eles não correm o risco de provar do próprio veneno,se os americanos desenvolvem um míssil com essas mesmas características?

Dalton
Visitante
Dalton

cwb…
.
longe de ser um “mestre”, mas, “porta aviões” não servem apenas para enfrentar um inimigo de mesmo porte…eles são ótimos para conflitos de menor intensidade que é o que se tem visto e provavelmente se continuará vendo…as guerras por procuração…onde uma guerra é travada indiretamente entre as grandes potências…já que armas nucleares tornam quase impossíveis um conflito direto.
.
Também são muito eficientes na missão de “mostrar bandeira”, fortalecendo elos com aliados e
enviando uma mensagem para possíveis inimigos.

cwb
Visitante
cwb

Obrigado Dalton pela explicação.

Jorge F
Visitante
Jorge F

Neste momento gostaria da opinião de um membro do qual a tempos não vejo comentários, o cmt Nery (Cel Nery ex CMT do 2/6GAV). Os E-99 possuem as antenas de varredura eletrônica o que fisicamente impõe uma perda nas partes dianteira e traseira da antena… Os Chineses e americanos parecem ter desenvolvido sistemas híbridos que mesclam varreduras mecânicas (circular) com eletrônica. Será que estes novos sistemas devem ser copiados por futuros aew brasileiros?

Salomon
Visitante
Salomon

Criticam os chinas e esquecem o bendito míssil inglês.

carvalho2008
Visitante

cwb 9 de Março de 2018 at 16:12 Uma pergunta para os mestres: Se a china diz possuir um míssil balístico anti porta aviões capaz de destruir um grupo de batalha da usn,porque agora eles buscam rivalizar com os americanos nessa área? Eles não correm o risco de provar do próprio veneno,se os americanos desenvolvem um míssil com essas mesmas características? :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: Mestre CWB, . Varios são os motivos e razões. . 1. Não existe arma e equipamento infalivel portanto, novos equipamentos e implementação de novas doutrinas complementam e procuram assegurar em conjunto a eficacia frente ao inimigo. . 2.… Read more »