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Paquistão: Míssil de cruzeiro ‘Babur’ lançado de submarino

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RAWALPINDI — O Paquistão conduziu mais um teste de lancamento bem-sucedido de um míssil de cruzeiro Babur, com um alcance de 450 km. A arma foi disparada de uma plataforma dinâmica submarina, que atingiu com sucesso seu alvo com precisão, atendendo a todos os parâmetros de voo.

O SLCM (Submarine-Launched Cruise Missile) Babur é capaz de levar vários tipos de cargas úteis e incorpora tecnologias de ponta, incluindo propulsão controlada subaquática, orientação avançada e recursos de navegação. O SLCM Babur dá ao Paquistão uma capacidade de segunda ataque crível, aumentando o regime de dissuasão existente.

O desenvolvimento dessa capacidade também reflete a resposta do Paquistão às estratégias nucleares provocadoras e à postura perseguida na vizinhança por meio da indução de submarinos nucleares e mísseis nucleares embarcados, levando à nuclearização da região do Oceano Índico. O Paquistão vê esse desenvolvimento histórico como um passo no sentido de reforçar a política de Deterrência Mínima Crível por meio da produção autóctone e autoconfiança.

O teste foi testemunhado pela Divisão de Planos Estratégicos da DG (SPD), Presidente do NESCOM, Comando da Força Estratégica Naval (NSFC), altos funcionários, cientistas e engenheiros de Organizações Científicas Estratégicas.

O Presidente do JCSC e os Chefes das Forças Armadas parabenizaram os cientistas, engenheiros e pessoal do NSFC pela conquista bem-sucedida desse marco altamente significativo.

O Presidente e o Primeiro Ministro do Paquistão também transmitiram suas facilitações aos cientistas, engenheiros e pessoal do NSFC envolvidos no esforço.

FONTE: Relações Públicas Inter-Serviços do Paquistão

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Mk48
Mk48
2 anos atrás

Pelo visto o Paquistão se adiantou ao que a USN ainda está implantando nos seus subs da Classe Virginia : Capacidade de ataque nuclear.

Para uma marinha que só opera SSK´s , como a paquistanesa, é uma imensa adição no seu poder de combate.

filipe
filipe
2 anos atrás

Vamos desenvolver o MANSUP (120Km de alcance) e o MATADOR NAVAL(600Km de alcance) para serem disparados pelo SBR e SNBR, sem esquecer o TPN (Torpedo Pesado Nacional).

romario
romario
Reply to  filipe
2 anos atrás

Boa piada.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  romario
2 anos atrás

Mas não é. É só questão de tempo, basta as FFAA expurgarem militares de alta patente que pensam iguais a você.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  filipe
2 anos atrás

Faltou o radar Saber e o Astros 2020

Gustavo
Gustavo
2 anos atrás

Eles compraram nosso MAR-1 e desenvolveram essa beleza aí… Poderíamos propor uma parceria…

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Se o país tem armamento nuclear e tem mísseis com capacidade de carga que condiz com uma ogiva nuclear será dito pela mídia que o míssil tem opção de ser nuclear. Isso não quer dizer que exista mesmo essa versão, mas tão somente que é possível de existir. Se formos levar essas informações ao pé da letra os russos têm Iskanders com ogivas nucleares, mísseis Moskit, o Granit, o Kh-15, Kh-22, Kh-32, Keshtal, Kalibr, etc. Se formos nos deixar levar por isso há na Rússia umas 500 mil ogivas nucleares.

Mk48
Mk48
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Bosco,

Se o país tem a opção ele pode decidir exerce-la .

Então não vejo nada demais em considerar que eles já tenham esta opção na manga, até porque com aqueles vizinhos não da para improvisar.

Abs.

Bosco
Bosco
Reply to  Mk48
2 anos atrás

Mk,
Há de se saber se o Paquistão atingiu um nível de miniaturização de seus artefatos nucleares que permita acomodá-los num míssil cruise lançado por tubo de torpedo.

Mk48
Mk48
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Sim Bosco, de fato.

Abs.

Karl Bonfim
Karl Bonfim
2 anos atrás

e o nosso MTC-300, poderia não poderia ter um versão lançada de submarino?

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Karl Bonfim
2 anos atrás

No futuro, possivelmente.

Bill Duarte
Bill Duarte
2 anos atrás

A Asia e o Oriente Médio é um deposito escuro lotado de gasolina e pólvora, com um monte de fumantes compulsivos presos, uma hora ou outra um risca o fosforo para acender o cigarro, pois a necessidade de manter o vício as vezes faz com que as pessoas percam a noção do perigo.

RL
RL
2 anos atrás

Gustavo 2 de Abril de 2018 at 18:13
“Eles compraram nosso MAR-1 e desenvolveram essa beleza aí… Poderíamos propor uma parceria…”

Putz, foi o que me veio na cabeça automaticamente.

Eles compraram 100 unidades não foi isso? Seriam integrados no JF-17.

Gustavo
Gustavo
Reply to  RL
2 anos atrás

exatamente, 100 unidades. A Mectron disse que na época ia entregar ou fabricar (não lembro agora) 5 unidades por mês.

Leonardo M.
Leonardo M.
2 anos atrás

A melhor coisa que aconteceu para o Paquistão e Índia foi terem feito bombas nucleares.
Desde então não existiu e nem existirá nenhuma guerra entre os dois países.
E ainda dizem que bombas nucleares não são seguras hehehehe

Dalton
Dalton
2 anos atrás

Só complementando o que o Bosco escreveu…como cita o texto, o míssil foi lançado de uma
“plataforma submarina” e não de um submarino, então, ainda há um longo caminho a ser percorrido até que tais mísseis sejam devidamente integrados à submarinos, ainda mais uma versão “nuclear”.

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Só pra comparação, a ogiva W80 que equipava o Tomahawk nuclear (SLCM) e equipa o AGM-86B (ALCM) pesa cerca de 130 kg.
O Gryphon (GLCM) utilizava a ogiva W84 com 175 kg.

Bosco
Bosco
2 anos atrás

Não é exigido que os paquistaneses tenham o nível de miniaturização alcançado pelos americanos mas como o Babur é um míssil de tamanho limitado (semelhante ao Tomahawk) obriga que tenha uma ogiva leve e compacta, principalmente se quiser ganhar algum alcance.

Alfredo CS
Alfredo CS
2 anos atrás

Quando o pesquisador do IME, Girão Barroso, publicou sua tese de doutoramento “A fisica dos explosivos nucleares” onde demonstra o funcionamento das ogivas atomicas W87 dos arsenais norte-americanos, o Brasil passava momentos dificeis com relaçao a integridade territorial do país. A resposta foi o livro. Agora imaginemos o poder dissuasorio de um missil de cruzeiro MTC-300 sobre a possibilidade de uma ameaça naval em nosso mar territorial. Uma pequena arma atomica iria dizimar QUALQUER esquadra invasora que se aventurasse em tentar um novo colonialusmo em nosso territorio. Uma versao estendida do nosso missil de cruzeiro nos garantiria a segurança nacional… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Alfredo CS
2 anos atrás

Dependendo do invasor ele pode usar a Força Aérea e mísseis de cruzeiro lançados por submarinos antes da esquadra propriamente dita chegar. Então nada como um bom
“ICBM” ou “SLBM”.

Mk48
Mk48
Reply to  Dalton
2 anos atrás

“o Brasil passava momentos dificeis com relaçao a integridade territorial do país”

Hã? Em que século foi isso ?

Alfredo CS
Alfredo CS
Reply to  Mk48
2 anos atrás

Entao Mk48, houve o pronunciamente de um politico de alto escalao de uma potencia estrangeira dizendo que o povo brasileiro nao teria prioridade a existencia…que apenas os paises civilizados e poderosos teriam direito a existir caso o mundo viesse a sofrer algum desastre…foi nesse contexto que surgiu, miraculosamente, a tese do prof do IME, dizendo que o Brasil nao deixaria de existir para que outros povos continuassem suas vidas,, pelo menos nao sem reagir com armas atomicas que poderiamos construir. Sim, foi nesse seculo mesmk…o recado das nossass FFAA foi alto e claro.

Mk48
Mk48
Reply to  Alfredo CS
2 anos atrás

Alfredo, eu não tinha conhecimento desse fato.

Chocante.

Obrigado pela informação.

Abs.

Rafael_PP
Rafael_PP
Reply to  Alfredo CS
2 anos atrás

Eram os Illuminati?

Jefferson Ferreira
Jefferson Ferreira
Reply to  Dalton
2 anos atrás

Se for esperto basta pagar nossos estimados deputados e senadores que nem precisa de força invasora nenhuma eles entregam tudo de mão beijada, assim como já o fazem para as montadoras, os usineiros e como já fizeram para as construtoras…

Mauricio R.
2 anos atrás

Esse MTC-300 como apresentado é pura perda de tempo e dinheiro.
No seu lugar um clone do Brahmos seria mais negócio, mesmo alcance, muito mais rápido, menor tempo de reação.
Claro, complementado por um outro clone, desta vez o do DF-21, o que tornaria o Atlântico Sul e não somente nosso mar territorial, hostil.
E pro EB, algo similar ao ATACMS, empregado a partir do Astros 2020.

Bosco
Bosco
Reply to  Mauricio R.
2 anos atrás

Mauricio, O que deu em você, hem? rsrss Onde que o Brahmos ou o DF-21 se encaixa em nosso TO e nos cenários possíveis? O Brahmos sequer “cabe” em nossos navios, aviões e submarinos. O DF-21 é um míssil balístico que deve ter uma versão antinavio que para funcionar é preciso todo um sistema complexo de ISR e uma mais complexa ainda “kill chain”. O potencial de evolução do MTC-300 é grande. Por exemplo, pode ser desenvolvido no futuro versão lançada do ar e de submarinos. Pode ter versão contra alvos móveis (antinavio e alvos táticos em terra). Pode ter… Read more »

Bosco
Bosco
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Claro, se fosse desenvolvida uma versão supersônica do MTC-300 no fim ele deixaria de ser um MTC-300 e guardaria muito pouco do original. Mas muito poderia ser aproveitado: booster, célula, sistema de orientação, sistema inercial, bateria, ogiva, etc.
O que não poderia ser aproveitado são o motor (muito provavelmente seria substituído por um ramjet ou por um turbofan de alta pressão), as superfícies aerodinâmicas, o nariz e as tomadas de ar, que deveriam ser compatíveis com a velocidade supersônica em baixa altitude.

Mauricio R.
Reply to  Bosco
2 anos atrás

Bosco, Se você leu corretamente, não somente aqui mas no Aéreo e no Naval também, eu escrevo “clone de Brahmos” mas não “cópia” e o ponto de partida citado diversas vezes seria a tecnologia do 14X. Não pretendo assim replicar o artefato, mas sim a capacidade que esse artefato contém. Assim pra que ser supersônico, se é possível ser hipersônico???? É como eu escrevi: “…mesmo alcance, muito mais rápido, menor tempo de reação.” O clone do DF-21 seria somente o lado estratégico, o contraponto da arma tática. É uma estratégia de negação de acesso, bastante enxuta sem excessiva segmentação. Qnto… Read more »

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Impressionante como o papel aceita nossas projeções e desejos. Colocamos isso e aquilo e, voilá, feito o missil dos sonhos das nossas forças armadas. Dai partir para a execução, em ambiente industrial e com os componentes necessários é outra coisa. Será necessário criarmos toda a tecnologia de apoio e a infraestrutura técnico industrial. E acima de tudo, vontade politica dos dirigentes ao alocarem as verbas necessárias. Esse dia chegará. Quem viver verá.

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Que desenvolvamos os nossos misseis,mas ter uns dez brahmos em nossos arsenais seria uma coisa interessante principalmente os de alcance maiores, é claro daria um certo respeito só pelo motivo de tê-lo falo 10 mas poderia ser até mais.Lembre-se que nas guerras da Malvinas o sucesso parcial da argentina veio do exocert e dos a-4,lembre-se que os torpedos dos sub argentinos falharam.Ter um missel de cruzeiro de 600 ou 1000 km é importante pro Brasil que pelo tratado idiota que foi obrigado a assinar não pode passar de 300 km.AS nossas plataformas marítimas estão nesta distancia.com misseis de 600 e… Read more »

Patrick
Patrick
Reply to  Ronaldo de souza gonçalves
1 ano atrás

http://mtcr.info/frequently-asked-questions-faqs/ O MTCR visa desestimular apenas a EXPORTAÇÃO do nosso míssil de cruzeiro em versão que ultrapasse os 300 Km de alcance. Já para a produção para o uso do próprio exército brasileiro não há limite de alcance. Pode ler no link que coloquei acima. De fato tal acordo informal não prevê sequer punição para quem não o cumpra, mas quem o assinou se comprometeu a produzir apenas para uso próprio artefatos com capacidades superiores. 7. Quais são os principais objetivos do MTCR? O MTCR procura limitar os riscos de proliferação de armas de destruição em massa (WMD) controlando as… Read more »