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EXCLUSIVO: Está difícil, para a MB, manter o radar Artisan a bordo do ex-HMS Ocean

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HMS Ocean

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A Marinha do Brasil (MB) está enfrentado dificuldades para manter o radar Tipo 997 Artisan (Advanced Radar Target Indication Situational Awareness and Navigation) a bordo do ex-porta-helicópteros britânico HMS Ocean, que a Força comprou a 19 de fevereiro último.

A questão ainda está em discussão mas manifestações da Marinha Real indicam que a MB pode não ser autorizada a operar um radar de funções e préstimos tão sofisticados.

O assunto, apurado com exclusividade pelo Poder Naval, é considerado sigiloso na Diretorial Geral do Material da Marinha, no Rio.

 

O Artisan é um moderno radar tridimensional de vigilância aérea e de superfície, de médio alcance – até 110 milhas náuticas (ou 203,72 km) –, concebido e construído pelo grupo britânico BAE Systems para a Marinha Real.

Os detalhes de funcionamento do radar são classificados como confidenciais, mas ele, supostamente, é capaz de rastrear e vigiar mais de 900 alvos simultaneamente – e de fazer esse trabalho de monitoramento com boa resistência aos mais complexos jammers conhecidos internacionalmente.

Pernambuco – Segundo o que o Comandante da Marinha, almirante Eduardo Leal Ferreira, confidenciou a colegas de sua corporação, o navio passará a se chamar Pernambuco, em atenção a um pedido do ex-ministro da Defesa – e atual ministro da Segurança Pública – Raul Jungmann, que é pernambucano.

A outra denominação que vinha sendo considerada para a unidade era Atlântico.

Artisan 3D

Refit – Mas, no caso do porta-helicópteros, o Comandante da MB também tem tido motivos para satisfação.

Os relatórios que ele recebe dos oficiais brasileiros que se encontram fazendo vistorias a bordo do ex-HMS Ocean, são altamente elogiosos à qualidade do refit realizado no navio pela Royal Navy (RN), durante o ano de 2014.

Essas informações ressaltam: em certos compartimentos, a embarcação parece completamente nova, como se tivesse começado a operar quatro anos atrás, e não em 1998.

Por tudo isso, a venda do ex-HMS Ocean enfrenta, até hoje, intensas críticas de parte do Parlamento britânico – reclamações que têm origem na pressão de militares da reserva da RN para que o navio não fosse transferido para a Marinha do Brasil.

Na Esquadra brasileira, o novo Pernambuco, de 21.500 toneladas, representará uma pequena revolução, por sua modernidade (estrutural e de sistemas), capacidade de transportar aeronaves (18) e disponibilidade para operar como navio de assalto anfíbio e de controle de área maritima.

Na Royal Navy o Ocean era o capitânia. Suas acomodações permitiam que ele abrigasse, a um só tempo, os estados-maiores do Comandante da Força Anfíbia e do Comandante da Força de Desembarque do Reino Unido.

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filipe
filipe
2 anos atrás

não entendi bem esse titulo… o que se passa com o RADAR, avariou ? é caro de mais ? não consegui entender que dificuldade tem.

Daglian
Daglian
Reply to  filipe
2 anos atrás

Ao que me parece, a RN talvez não esteja muito disposta a vender o radar para a MB, mas posso estar enganado.

Mateus
Mateus
Reply to  Daglian
2 anos atrás

Como não? A BAE System vai produzir, junto com a BRADAR, um radar similar ao Artisan 3D ou o próprio Artisan 3D sob licença.

Seria um tiro no pé da Inglaterra negar / retirar o radar.

A MB poderia ir testando o radar e suas funções / capacidade.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Mateus
2 anos atrás

Pois então, é isto que não faz sentido.

Daglian
Daglian
Reply to  Mateus
2 anos atrás

É possível Mateus, mas apenas estou tratando da matéria. O Sr. Roberto Lopes deve ter suas fontes para publicar isso, então assumo que há algum entrave para que o Artisan 3D chegue à MB. Não pode ser preço, já que o navio foi relativamente barato pelo o que oferece, e eu aposto que a MB pagaria um valor razoável pelo radar. A única razão que vejo é a RN querer o radar para algum outro navio seu, de forma análoga ao que ocorreu com os Phalanx, ainda que neste caso a MB possua maior interesse no Artisan.

Gilberto Rezende
Gilberto Rezende
Reply to  Daglian
2 anos atrás

Para mim a lógica é a das pessoas na Royal Navy que não gostariam que o navio fosse descomissionado. Estão fazendo este alvoroço com a “tecnologia” do Artisan 3D do ponto de vista militar para ver se melam a negociação.
Basta a MB questionar respeitosamente este argumento justamente LEMBRANDO a parceria iminente entre BRADAR-BAE System.

Rennany Gomes
Rennany Gomes
2 anos atrás

Bem vindo, Pernambuco! Ah e queremos o Artisan!

Mateus
Mateus
2 anos atrás

Como assim difícil?

Transferência de tecnologia? Equipamento?

A BAE Systems e a BRADAR vão produzir um radar 3D para a classe tamandaré, provavelmente vai ser o Artisan 3D sob licença.

Dinheiro?

Já já surge uma notícia dizendo que os motores ficarão na Inglaterra.

Aerokicker
Aerokicker
2 anos atrás

Mas que tipo de dificuldade, o Parlamento Britânico está pegando no pé igual os Phalanx ou é a MB que pensa ter dificuldade (financeira principalmente) em operar?

De resto, o Pernambuco é a melhor aquisição em anos.

Daglian
Daglian
Reply to  Aerokicker
2 anos atrás

O Parlamento Britânico não ficou no pé no caso dos Phalanx. A RN simplesmente quis os Phalanx do ex-HMS Ocean operando em outros navios seus, e a própria MB julgou que a aquisição dos Phalanx não era prioritária em termos de custo-benefício.

Aerokicker
Aerokicker
Reply to  Daglian
2 anos atrás

Sim, eu sei e essa informação saiu aqui e foi discutida à exaustão, me referi ao questionamento feito pelo Parlamento Britânico pelo qual foi confirmada definitivamente a não transferência do armamento, assim como de várias outras armas que estavam a bordo do futuro Pernambuco. Informação que saiu aqui também.

Leo
Leo
2 anos atrás

O senhor já foi mais claro em suas materias! o titulo está mais para Clickbait do que qualquer outra coisa. Não fica claro em momento algum do texto quais seriam as dificuldades. Apenas que fonte x falou que Y estava acontecendo!

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Leo
2 anos atrás

Qual a dificuldade de entender esse texto ?
.
“A questão ainda está em discussão mas manifestações da Marinha Real indicam que a MB pode não ser autorizada a operar um radar de funções e préstimos tão sofisticados.”
.
Ou será que vc não leu o texto ?

Jr
Jr
Reply to  Alfredo Araujo
2 anos atrás

Alfredo o comentário do Léo é de 13:45, nessa hora o texto postado pelo Roberto estava confuso e essa parte que você colocou em aspas não estava no texto original, o Roberto deve ter esquecido de colocar essa parte quando postou aqui e corrigiu depois adicionando essa parte entre aspas que esta no seu comentário depois do comentário do Léo

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
Reply to  Jr
2 anos atrás

Huuuuuuummm…
Isso muda tudo !! rs
Então… desde já… peço desculpas.

Leo
Leo
Reply to  Alfredo Araujo
2 anos atrás

Realmente não avia este trecho por isso meu comentário e se eu comentei é claro que eu li o texto.

(Desculpas aceitas e outra amigão! Toma um suco de maracujá ajuda a acalmar!)

João
João
2 anos atrás

Embargo??

Bryan
Bryan
Reply to  João
2 anos atrás

Pelo visto, sim!

Aerokicker
Aerokicker
2 anos atrás

Não tem nada de embargo, os únicos embargados na América são os comunistas bolivarianos e a Argentina por causa das Malvinas.

Jr
Jr
2 anos atrás

Desculpa, mas essa matéria tá estranha, no título diz uma coisa e no corpo da matéria não explica os motivos, fora que a Bae tá doida para o Artisan ser o radar escolhido para o projeto das tamandarés, a própria Bae assinou um contrato com a Bradar para fazer um radar para as tamandarés baseado no artisan, portanto, a RN não teria motivo nenhum para barrar a venda do radar. Em sites e fórum britânicos, inclusive com membros da própria RN que serviram no Ocean, o que se diz que a única coisa que não viria era o Phalanx CIWS,… Read more »

XO
XO
Reply to  Jr
2 anos atrás

O radar das Tamandaré não foi ainda definido…

Alex II
Alex II
2 anos atrás

A noticia não explica muita coisa, ou nada. Difícil porque? Só há isso, não tem a noticia toda (como ,quando e porque)

camargoer
camargoer
2 anos atrás

Então ficou Pernambuco, onde fica localizado o município de Caetés. Seria mesmo irônico se ele ficasse como A13.

Alvaro Faria
Alvaro Faria
2 anos atrás

Rio de Janeiro. e Rio grande do Sul…os anos passam…

Thom
Thom
2 anos atrás

Bom nome e tem que vir com esse radar. É muito moderno e será utilizado nos novos NAe’s da RN.

Abraham
2 anos atrás

Tão tirando tudo do navio tomara que não chegue apenas uma carcaça de navio para a MB

Samuca cobre
2 anos atrás

Na minha humilde opinião…
Atlântico era bem melhor, mas como não sou ministro da defesa….

Daniel
Daniel
2 anos atrás

Nossa! Péssima matéria! Além de não acrescentar nada que já não foi dito, ainda não tocou no assunto principal. Afinal, qual é o problema com o ARTISAN?

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Nossa… Querem retirar do navio o super hiper mega ultra modernoso radar que ninguém no mundo, além dos britânicos usa.
.
Escorreu uma lágrima aqui.

Mateus
Mateus
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Pelo seu argumento o F-22 é uma bosta

Adler Medrado
Reply to  Mateus
2 anos atrás

Hahahahaha boa.

Bardini
Bardini
Reply to  Mateus
2 anos atrás

Pq todo mundo tem a opção de comprar o F-22…

Adler Medrado
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Todo mundo que tentou teve o pedido negado, não?

Bardini
Bardini
Reply to  Adler Medrado
2 anos atrás

F-22 não pode ser vendido… Se pudesse, venderia.
.
ARTISAN 3D pode ser vendido e é oferecido, mas não vende. Nem quem já optou pelo CAMM adotou esse radar, como Chile, na modernização das Type-23 (TRS-4D) e Nova Zelândia, na modernização das Anzac (Smart-S MKII).

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Bardini
2 anos atrás

Se negarem a venda do Artisan vai ser mais uma vitória para o Smart-S ou quem sabe o Sea Giraffe AMB da SAAB, opções não faltam.

Mateus Lobo
Mateus Lobo
Reply to  Alex Nogueira
2 anos atrás

Provavelmente a MB irá comprar o Artisan, ele já foi selecionado pela mesma, inclusive concorreu com o Smart-S MKII, não vejo porque mudarem de ideia, os Ingleses quererem tirar o radar é um movimento natural, acabaram de colocar e já venderam o navio com um preço bem camarada. O Artisan parece ser um custo/benefício segundo o que saiu na mídia, talvez o Smart-S MKII seja um pouco melhor, mas o preço deve ser mais atrativo e opção de nacionalização deve ter feito a MB bater o martelo em favor do Artisan.

Thom
Thom
2 anos atrás

Somente uma das marinhas mais modernas e mais bem equipadas do mundo e sem falar no valor do navio. Que teria que comprar um radar moderno e não seria barato!

Karl Bonfim
Karl Bonfim
2 anos atrás

A MB vacilou devia ter comprado o navio de porteira fechada com phalanx ciwsr radar e tudo.

Marcio
Marcio
2 anos atrás

Desse jeito a MB vai receber só o casco do navio. Isso que dá comprar equipamentos usados

Nonato
Nonato
2 anos atrás

Não conhecia esse radar. Mas parece ser bom. Uns 180 km de alcance. Mas e a linha do horizonte?
Como ele enxerga oth?

Renato
Renato
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Está aí uma de minhas curiosidades.

Como os russos aferecem misseis terra-ar com 300, 400 km de alcance se os radares não tem este alcance?

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Renato
2 anos atrás

Glonass, dados introduzidos com antecedência, etc.

Bardini
Bardini
Reply to  Renato
2 anos atrás

Os radares e os mísseis podem ter esse alcance na casa das centenas de km… Mas esse alcance é paticamente sempre destinado a interceptação de ameaças em trajetórias balísticas ou aeronaves a grande altitude.
.
Os americanos tem SM-3 Block IIA, que fornecerá um alcance fenomenal e etc… Esses mísseis serão fundamentais para abater mísseis balísticos a grandes distâncias e altitudes.
comment image?w=600
.
O Russos tem os S-300, S-400 e S-500 da vida…
.
O “game changer” nesse sentido, é o SM-6, que poderá ser guiado contra alvos OTH por aeronaves, como o E-2D e o F-35…

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Nonato
2 anos atrás

Enxerga através dos helicópteros embarcados ;).

Miguel
Miguel
2 anos atrás

O contrato já não havia sido assinado? E lá não deveria ficar claro o que a MB estava comprando? A parte isso, esse tipo de impedimento não prejudicaria os britânicos em concorrências futuras da nossa Marinha, já que outros itens poderiam ser vetados por serem considerados demasiadamente avançados?

Fabio Aguiar
Fabio Aguiar
2 anos atrás

Não aceita. Pega o dindin põe na poupança e financia umas fragatas leves lá na Coreia do Sul.

ADRIANO M.
ADRIANO M.
2 anos atrás

“Não aceita. Pega o dindin põe na poupança e financia umas fragatas leves lá na Coreia do Sul”.
[ Fabio Aguiar 7 de Abril de 2018 at 16:38 ]

Acho difícil isso acontecer,mas se pudesse,juntava dinheiro e esperava ter um valor significativo e comprar um classe dokdo sul coreano.

Top Gun Sea
2 anos atrás

Penso que a RN quer o radar para uso em outro navio. Estão pelando o Ocean. Será que os ingleses não são assim tão bons de palavra!

Everton Matheus
Everton Matheus
Reply to  Top Gun Sea
2 anos atrás

“Umas” nao. Apenas uma. E ainda mais do jeito que esta sendo parcelado.

Carlos Crispim
Carlos Crispim
2 anos atrás

Que coisa estranha, não tava no contrato? O contrato não especifica o que vem e o que não vem antes de assinar? Então assinaram sem ler?????? Tem alguma cláusula que a RN pode retirar o que quiser antes de repassar o navio e nossos brilhantes marinheiros assinaram????? Realmente cada vez me convenço mais que aquela música “A gente somos inútil” é o hino do Brasil.

Esteves
Esteves
2 anos atrás

Em post de 16 de dezembro Roberto Lopes afirmou que o Artisan viria. Agora diz que tá difícil. A cavalo dado não se olha os dentes porque se estiverem estragados nem dado serve. Essas notícias que o Parlamento Britânico não queria a venda do Ocean é tonteria. As outras que o comando da RN se dividiu na venda do Ocean, outra tontice. Essas tolices só saíram publicadas no Brasil. Quem quer vender cavalo baio não fala mal do animal. O navio é passado, não conta com docas, tem custos elevadíssimos e foi cortado. Era o projeto de um navio mercante… Read more »

Esteves
Esteves
2 anos atrás

Jungmann não teve bom relacionamento com a MB. O constrangimento na cerimônia do Riachuelo evidenciou o fato. Mas a grana para a compra do Ocean veio do Tesouro e a ajuda do jovem Jungmann pesou bastante.

Pernambuco é o reconhecimento da MB para com a ajuda do ex ministro. Uma homenagem.

Luiz Monteiro
Luiz Monteiro
Reply to  Esteves
2 anos atrás

Prezado Esteves,

O dinheiro não veio do Tesouro e sim do orçamento de custeio da MB. O MD não moveu uma palha para aquisição do navio. Pelo contrário, informou que não havia recursos.

Enquanto ministro, fez diversas críticas à MB e ao Almirantado.

Abraços

J.Neto
J.Neto
Reply to  Luiz Monteiro
2 anos atrás

Obrigado pelo esclarecimento comandante. Quando não se tem a informação correta, deve-se procurar quem realmente entende e conhece a matéria.

Marujo
Marujo
Reply to  Luiz Monteiro
2 anos atrás

Eu bem que desconfiava! Essa gente aí é ruim de jogo.

Esteves
Esteves
Reply to  Luiz Monteiro
2 anos atrás

É verdade. Falei tonteria. Os recursos são do orçamento da MB.

Esteves
Esteves
Reply to  Esteves
2 anos atrás

Mas…como a compra não estava planejada terá que sair de outro programa. Talvez das Tamandaré. Apesar do relacionamentos difícil entre Jungamann e MB, o Ministério da Defesa autorizou a operação.

Bezerra (FN)
Bezerra (FN)
Reply to  Esteves
2 anos atrás

A compra está planejada e prevista em orçamento, não precisará canibalizar nenhum outro programa em curso.

marcus
marcus
2 anos atrás

Vendeu o opalão e tirou o DVD e o alto-falantes.

Nilson
Nilson
2 anos atrás

E as 4 LCVP Mk 5 e o pontoon, será que virão??

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Ta na cara. Os Jerrys acham que o radar é muito avançado e não deve ficar com um membro do Mercosul. Pode chegar a ocasião do Brasil querer apoiar os Argies, como fez o Figueredo, e este Artisan se volta contra alvos de Sua Majestade. Eles são acostumados a negociar com terceiro mundo. Se quer….. quer, senão quer, tem quem quer.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Na América do Sul já tem radares da mesma categoria operando a alguns anos, não é novidade.

Dalton
Dalton
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Luiz…
.
uma pequena correção … “Jerry” era usado para alemães…”Tommy” para os britânicos.
abs

Jr
Jr
2 anos atrás

“manifestações da Marinha Real indicam que a MB pode não ser autorizada a operar um radar de funções e préstimos tão sofisticados.” Ué mas o Artisan não tinha sido escolhido lá atrás para ser o radar da Tamandaré junto com o CAMM, porque que os Ingleses não falaram nada antes????? Que negócio estranho

jorge Alberto
jorge Alberto
2 anos atrás

Uma boa aquisicao….

So penso que um nome “generico” tseria melhor… Algo como: “Oceano”, “Atlantico”, “gigantic” ou “Titanic”…rs

Mahan
Mahan
2 anos atrás

Dá um chute na bunda dos argies e passa a receber novamente os navios da Navy a caminho das Falklands.

Fernandes
Fernandes
2 anos atrás

Negócios com ingleses tem esse risco. Lembram o que significa “Pérfida Albion”? Qual a nacionalidade dos piratas mais conhecidos? Quem os apoiava?
Mas posso estar errado. Desculpem-me…

Marcos10
Marcos10
2 anos atrás

Desfaz o contrato.

Foxtrot
Foxtrot
2 anos atrás

Pois é, a MB não fechou com o pessoal da Bay Sistema/ Reino unido para aquisição de mísseis Sea Ceptor e novo radar nacional baseado nesse radar, e que seria desenvolvido em parceria com a Bradar? Por essas e outras que sempre defendo desenvolvimento nacional. Deveriam é apostar numa versão naval do Saber M-200 e mísseis AAe baseados nos mísseis nacionais A-DARTER, MAA1-B, MAR-01. Somado a um VLS nacional baseado nos conhecimentos dos projetos SLDM e torre de lançamento do foguete VLS em Alcântara. E por falar nisso, como anda o desenvolvimento do radar diretor nacional Gaivota-X? Venderam só o… Read more »

XO
XO
Reply to  Foxtrot
2 anos atrás

O radar Gaivota X continua em desenvolvimento, já foram realizados testes no mar a bordo do NPaOc Apa…

Ádson
Ádson
2 anos atrás

A vinda do Ocean é excelente, ótimo negócio de oportunidade, mas se houve má fé dos britânicos nas entre linhas do contrato deve-se dar um “tchau brigadu” para eles e mandar eles enfiar o barquinho. Não sou nacionalista ao extremo, mas isso meche com meu orgulho Nacional e devia mexer com o de todos.

Ádson
Ádson
Reply to  Ádson
2 anos atrás

mexe*

Flávio Henrique
Flávio Henrique
Reply to  Ádson
2 anos atrás

Deve ser não mal fé e sim que RN quer reutiliza-lo (pelo menos é o que eu espero).

Marcos S
Marcos S
2 anos atrás

Quando derem baixa em suas fragatas e tentarem vender ao Brasil,vão dizer que não vão tirar nada esses ingleses ñ são nada bobos porque td vai estar ultrapassados mesmo.

Mauricio R.
2 anos atrás

Esse papo de a Bradar fabricar o radar Artisan desde sempre era daqui pra lá, nunca o contrário.
A BAe e a RN devem estar se precavendo de alguma presepada.
Por muito menos a Harpia Sistemas fechou e sumiu.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Quem se lembra do VW Pé de Boi ?

https://www.youtube.com/watch?v=LAM-yOOl9X0

Vem sem Phalanx CIWS e sem radar, o que mais vão retirar ?

João Luiz Passos
João Luiz Passos
2 anos atrás

Não sei qual o motivo da surpresa: desde o início, aqui mesmo já se noticiava que o Artista e o Phalanxs eram dúvidas… Está claro: será que podemos confiar num país politicamente instável, a ponto de eles terem a acesso ao mesmo nível de equipamento tecnológico que nós (leia-se, britânicos)?

Mk48
Mk48
2 anos atrás

Eu vou na contra-mão do raciocínio predominante sobre a matéria e penso que seria melhor o Ocean vir sem o radar Artisan. Não temos necessidade aqui no nosso contexto de América do Sul de um radar tão avançado, e este radar vai ser o calcanhar de Aquiles do navio. Toda moeda tem dois lados : O radar é moderno e super capaz, MAS, imagine o Ocean já aqui na MB e aí o radar quebra ou apresenta um defeito, o que é só uma questão de tempo de acontecer com qualquer equipamento. Existe algum técnico habilitado neste radar aqui no… Read more »

MadMax
MadMax
Reply to  Mk48
2 anos atrás

Faz sentido.

Aerokicker
Aerokicker
Reply to  Mk48
2 anos atrás

Há controvérsias. Se o Artisan realmente for o radar escolhido para a Classe Tamandaré, ele será fabricado e reparado aqui. Logo, faria sentido o maior número possível de embarcações compartilhar desse mesmo radar para diluir custos, manter mão-de-obra constante para reparos, fabricação de peças… Inclusive é interessante que as Type 23 que serão negociadas a partir de 2023, na modernização, operem o mesmo radar, para padronizar escoltas e Pernambuco com um radar capaz e de qualidade atestada. Então o argumento de que o navio seria prejudicado por ter um radar não fabricado aqui a priori não se sustenta e, a… Read more »

XO
XO
2 anos atrás

Senhores, sem conhecer os termos do contrato, é melhor ter cautela e aguardar… o navio virá com os sistemas e equipamentos acordados… ponto.
Quais serão, veremos…

MadMax
MadMax
Reply to  XO
2 anos atrás

Raciocínio perfeito.

Luiz Monteiro
Luiz Monteiro
2 anos atrás

Prezados,

Não sabia de problemas para transferência do Artisan, apenas dos equipamentos e sensores exclusivos da OTAN.

O Artisan pode até ser produzido no Brasil caso a MB o adote nas Tamandaré.

Mesmo os Phalanx estão liberados. Basta a MB adquirir novos nos EUA, o que pode não compensar.

Grande abraço

Karl Bonfim
Karl Bonfim
2 anos atrás

Pensando bem, isso deve ser encarado como uma lição para as futuras compras de oportunidades não só para a Marinha, mas também outras forças…

CRSOV
CRSOV
2 anos atrás

Por mais alguns poucos milhões a mais pode ser comprado um radar ainda melhor e zero km !! Não quer vender com o Artisan então compremos um radar naval dos suecos ou dos russos que com toda certeza tem algo equivalente ou até melhor !!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
2 anos atrás

Este Ocean, com uns 12 f35 vtol (mesmo com os problemas que ainda tem, custo, hora de voo e etc e tal)a bordo, nos deixaria com uma marinha de ponta, ainda mais com a inclusão dos novos subs, e as Tamandarés!!! sonhar ainda não custa nada. st4

Bardini
Bardini
Reply to  Saldanha da Gama
2 anos atrás

Isso aí não é sonho, é Febre, de 40 C pra cima…

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Bardini
2 anos atrás

kkkkk kkkkkk kkkkkk kkkkk , então meu caro Bardini,já estou em convulsão? kkk kkkk kkkk, deixa eu sonhar, ainda não custa nada e não tem imposto. kkk kkk um abração.

Aerokicker
Aerokicker
Reply to  Saldanha da Gama
2 anos atrás

O que nos deixaria como uma Marinha de ponta é submarino nuclear, as Tamandaré, um NAe novo decente e passar a Guarda Costeira para as PM’s estaduais.

Mateus
Mateus
2 anos atrás

A MB deveria dar um chute apenas dessa vez no Ocidente e equipar a banheira inglesa com armamentos russos / chineses.

Coloquem dois AK-630 e radares israelenses e mandem bananas para os europeus e americanos

Walfrido Strobel
Reply to  Mateus
2 anos atrás

Estas do vídeo são as patrulheiras KCR-40 fabricadas na Indonésia, planejam 16, ja fabricaram 8.
. https://en.m.wikipedia.org/wiki/Clurit-class_fast_attack_craft

Humberto
Humberto
2 anos atrás

Imagina se o Radar fosse dos malvados, imperialistas, diabólicos gringos? Ia ser um chororô, destilado com ódio sem fim. kkkkk

Oganza
Oganza
2 anos atrás

Um radar produzido no Brasil com “ToT” pela BAE System + BRADAR e que possua a etiqueta – Artisan – nunca será um Artisan da RN. O fato de se ter uma Rough Collie chamada Lassie não significa que ela seja A Lassie.
.
Ps.: nesse exato momento os nerds geeks da RN estão colocando o software de seu radar em modo pelado basicão e desinstalando todos os “APPs” plus dele, só para o caso dele acabar tendo que vir.