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Há 30 anos, o cruzador USS Vincennes derrubava um Airbus matando 290 civis

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Em 1988, o cruzador Aegis abateu o voo 655 da Iran Air, matando todos os 290 civis a bordo em um dos piores incidentes navais da história dos EUA

Em 3 de julho de 1988, o Voo Aéreo 655 do Irã – um serviço regular programado entre Teerã, Irã e Dubai, Emirados Árabes Unidos – partiu de sua escala no Aeroporto Bandar Abbas, próximo ao Golfo Pérsico.

O Airbus A300 acabou sendo abatido por um míssil superfície-ar SM-2MR lançado do cruzador USS Vincennes (classe Ticonderoga) dos EUA, sete minutos depois do esperado voo de 28 minutos sobre o Golfo, que o confundiu com um F-14 Tomcat iraniano. Todas as 290 pessoas a bordo pereceram.

O evento aconteceu durante as crescentes tensões geopolíticas no Golfo Pérsico causadas pela guerra Irã-Iraque, quando o governo iraniano detinha navios no Golfo que suspeitavam fazer negócios com o Iraque. Na época em que o voo 655 decolou do aeroporto de Bandar Abbass, o USS Vincennes e outro cruzador – o USS Montgomery – estavam envolvidos em ação com várias canhoneiras iranianas, uma investigação do incidente do Departamento de Defesa em 19 de agosto de 1988 relatou:

Na manhã de 3 de julho, o Montgomery observou sete pequenos barcos (do IRGC – Islamic Revolutionary Guard Corps) se aproximando de um navio paquistanês. O número de barcos pouco depois cresceu para 13 e eles começaram a ameaçar os mercantes próximos. O Vincennes foi mandado para a área para apoiar o Montgomery e lançou um helicóptero para reconhecer a área.

No processo, o helicóptero recebeu fogo dos barcos iranianos. O Vincennes e Montgomery fecharam as áreas gerais dos pequenos barcos. Dois dos barcos se voltaram para o Vincennes e Montgomery, enquanto os outros começaram a manobrar erraticamente. Essas ações foram interpretadas como manifestação de intenção hostil e ambas as embarcações, após receberem permissão, foram engajadas.

Foi neste contexto, afirmou o relatório, que o radar do Vincennes observou o Airbus A300 decolando do Aeroporto de Bandar Abbass (que tem usos tanto civis quanto militares) e, portanto, a tripulação achou que estava relacionada às hostilidades em que já estavam engajadas:

Essa ação, envolvendo mudanças de rumo de alta velocidade e tiros a curta distância, ainda estava em andamento quando ele [voo 655] decolou do aeródromo conjunto militar/civil em Bandar Abbas e se dirigiu para Dubai. É difícil exagerar o fato de que Bandar Abbas também é um aeródromo militar. O Airbus provavelmente não foi informado da ação de superfície ocorrendo no Estreito. Informado ou não, o voo 655 parecia logicamente ter relação direta com o engajamento contínuo da superfície.

USS Vincennes
USS Vincennes
O cruzador USS Vincennes visto pela popa
O cruzador USS Vincennes visto pela popa

O relatório do Departamento de Defesa observou que Bandar Abbass era o mesmo aeródromo do qual o Irã havia lançado o F-4 em apoio a um ataque às forças navais americanas no início daquele ano e do qual o Irã havia repetidamente lançado aviões de combate F-14 na semana anterior.

De acordo com a tripulação do USS Vincennes, havia outras razões para acreditar que o avião estava em uma rota de ataque, embora a maior parte dessas alegações tenha se mostrado imprecisa por investigações posteriores. Em 4 de julho de 1988, no dia seguinte ao incidente, o presidente Ronald Reagan articulou as principais razões em um comunicado à imprensa:

Reagan, que estava passando o feriado de 4 de julho em Camp David, disse que a aeronave iraniana “estava indo diretamente para o Vincennes” e “não deu ouvidos a repetidos alertas”. O cruzador, ele disse, disparou “para se proteger contra possíveis ataques”.

A noção de que o Airbus estava “indo diretamente para o Vincennes” vem do testemunho da tripulação do navio sugerindo que o avião estava descendo, como um avião atacante, ao se aproximar da área de seu navio. Registros coletados automaticamente pelo Sistema de Combate Aegis do navio, no entanto, demonstraram mais tarde que o radar no Vincennes indicou que ele estava subindo, não descendo – algo descrito pela investigação do Departamento de Defesa como “o erro mais intrigante”.

Problemas de comunicação também complicaram os esforços para distinguir o avião de passageiros de um jato de combate. Membros da tripulação a bordo do Vincennes lembram que o sinal IFF (Identificação Amigo ou Inimigo) do Airbus estava “squawking” – um termo de aviação para um sinal transmitido por aviões para se identificar – no “Modo II”, que é usado apenas para aviões militares. Registros do sistema Aegis de navios, no entanto, indicam que esse não foi o caso:

Sabemos pelas fitas que nove dos consoles no Centro de Informações de Combate (CIC) estavam monitorando o avião. Cada um exibiu um Modo III – usado por aeronaves militares e civis – vindo do avião que se aproximava. Nenhum console mostrou um “squawk” do Modo II. Mas não é isso que a tripulação se recorda.

A tripulação do USS Vincennes também tentou entrar em contato com o avião em uma variedade de frequências de rádio, e nunca ouviu uma resposta – algo que eles sentiram indicar uma postura agressiva também. Segundo relatos, o cruzador tentou entrar em contato com o piloto do voo da Iran Air quatro vezes em freqüência de emergência militar e três vezes em uma freqüência de emergência civil. Notavelmente, a tripulação do navio não usou as frequências de controle de tráfego aéreo para as quais um avião civil teria sido mais responsivo.

A investigação do Departamento de Defesa de 1988 – conhecida como o Relatório Fogarty – observou esses erros, mas recusou-se a atribuir a culpa ao comandante do navio e à tripulação:

É minha opinião que, compreendendo todo o contexto, mentes razoáveis concluirão que o Comandante fez o que sua nação esperava dele em defesa de seu navio e tripulação. Este lamentável acidente, um subproduto da guerra Irã-Iraque, não foi o resultado de uma conduta culposa a bordo do USS Vincennes.

O governo iraniano não aceita a explicação de que isso foi um acidente, e afirma que o governo dos Estados Unidos realizou um ato intencional e ilegal em águas iranianas:

A Marinha dos EUA “ansiava” por uma chance de experimentar suas novas armas. Fazer isso contra um avião civil matando 290 pessoas inocentes não foi apenas irresponsável e ilegal; foi inconcebível.

Em abril de 1990, dois oficiais superiores do USS Vincennes durante o incidente com o voo 655 receberam medalhas por “serviço meritório”, apesar de terem sido dados apesar do – não por causa – do incidente do Iran Air:

Autoridades da Marinha disseram que enquanto o capitão Will Rogers III e alguns de seus oficiais cometeram erros em relação ao abate, as medalhas foram concedidas por suas “contribuições para o USS Vincennes durante todo o seu desdobramento”.

Em 1996, o governo dos Estados Unidos chegou a um acordo com o Irã e com o Tribunal Internacional de Justiça:

Os Estados Unidos pagarão o valor de liquidação de US$ 131.800.000,00 e incluirão US$ 61.800.000,00 […] para os herdeiros e legatários das 248 vítimas iranianas do incidente aéreo. […]

Após o pagamento do Valor de Liquidação e emissão da Ordem de Descontinuação pelo Tribunal, a Irã deverá indenizar e isentar os Estados Unidos e suas afiliadas, subsidiárias, agentes, agências, instrumentos, predecessores, sucessores e cessionários contra qualquer reclamação, reconvenção, ação ou que o Irã, suas afiliadas, subsidiárias, agentes, agências, instrumentos, predecessores, sucessores e cessionários possam levantar, reivindicar, iniciar ou tomar contra os Estados Unidos com relação a, em conexão com ou relacionado ao I.C.J. Case.

Embora os Estados Unidos tenham descrito o incidente como “uma terrível tragédia humana” e “expressaram profundo pesar pela perda de vidas causada pelo incidente”, eles nunca se desculparam formalmente.

Displays do sistema de defesa aérea Aegis a bordo do cruzador de mísseis guiados USS Ticonderoga (CG-47)
Displays do sistema de defesa aérea Aegis a bordo do cruzador de mísseis guiados USS Ticonderoga (CG-47)

FONTE: www.snopes.com

NOTA DO PODER NAVAL: o incidente do cruzador Aegis USS Vincennes contra o Airbus iraniano levantou muitas questões na época. Como um sofisticado sistema digital poderia confundir a assinatura de um Airbus com um caça F-14?

Um dos motivos vem justamente do radar digital, que diferentemente do analógico, apresenta um vídeo sintético aos operadores, mostrando um eco de radar com símbolos idênticos, tanto para um alvo grande quanto para um pequeno. O Airbus e o F-14 apareciam como dois triângulos de mesmo tamanho para os operadores de radar.

A única coisa que diferencia um do outro é o IFF, que interroga o transponder da aeronave e retorna um código de amigo ou inimigo.

No radar analógico, exemplificado no GIF animado acima, o operador conseguia visualizar o tamanho do eco no vídeo bruto, podendo diferenciar uma aeronave grande de uma pequena.

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Mauricio_Silva
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Mauricio_Silva

Olá.
Fato costumeiro em zona de combate: atire primeiro e pergunte depois.
SDS.

Alex II
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Alex II

Esperando aparecer os primeiros _____________ pra dizerem “bem feito” em 3, 2 , 1……

COMENTÁRIO EDITADO.
POR REPETIDOS ATAQUES AOS DEMAIS COMENTARISTAS, IGNORANDO DIVERSOS AVISOS EM QUE FOI SOLICITADO A PARAR OS ATAQUES E RESPEITAR AS REGRAS DO BLOG, O COMENTARISTA ALEX II FOI SUSPENSO.

Jorge F
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Jorge F

Os Russos cometeram este erro mais vezes que os Americanos…

Hélio
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Hélio

Isso é uma competição para ver quem erra mais? No mais, esse “erro” (não se pode tratar como erro após tantas tentativas de fraudar as investigações e do acobertamento) foi em espaço aéreo estrangeiro.

Nonato
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Nonato

Muito interessante essa teoria. Então, não houve erro.
Derrubaram o avião cívil porque quiseram e pronto.

Matheus Vinicius
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Matheus Vinicius

Mais uma luta heróica e gloriosa dos EUA a milhares de km de seu território em águas que pertenciam a outro país. Pois bem os EUA fizeram o que deviam ter sido feito, tô aguardando um filme de Hollywood exaltando a sua Marinha exportadora de paz e democracia principalmente em países do terceiro mundo.

Nonato
Visitante
Nonato

_______________
_______________

COMENTÁRIO APAGADO POR FUGIR TOTALMENTE AO TEMA E USAR O ESPAÇO COMO PALANQUE IDEOLÓGICO. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

Rodrigo Tavares
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Rodrigo Tavares

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Dalton
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Dalton

O navio da Us Navy estava no Golfo Pérsico que não é propriedade do Irã…dentro do
Golfo encontra-se o maior aliado dos EUA lá que é a Arábia Saudita e o QG da área de
atuação da V Frota dos EUA fica no vizinho Bahrain sem falar no Kuwait que 2 anos mais tarde seria invadido pelo Iraque causando a chamada Primeira Guerra do Golfo, o que
levou os EUA a liderar uma coalizão aprovada pela maioria das nações do mundo.

Bosco
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Bosco

Dalton,
Queria ter a sua “finesse”.
Hoje, vendo o casamento real, fique imaginando como poderia estar o Irã se não fosse o retrocesso de um bando de loucos terem tomado o poder pretensamente em nome de Alá.
Isso o nosso amigo Matheus não reclama não! Pra ele tá tudo bem a ditadura teocrática financiadora de terrorismo e disseminadora do ódio contra Israel que sequer faz fronteira com eles.

Dalton
Visitante
Dalton

Não sei se “finesse” é o correto, mas, tento mostrar o outro lado para àqueles eventuais leitores que possam estar em dúvida e dessa forma tenham um pouco mais de informação para endossar ou não um comentário.
.
Ah…e caso não tenha visto o que escrevi…o navio de testes é o “Paul Foster”.
.
Abraços de um leitor seu…nem sempre entendo tudo o que escreve, mesmo com sua didática…mas…enfim. 🙂

Bosco
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Bosco

Nossa! Se você não entende… então estou perdido. rsrss

Bosco
Visitante
Bosco

Matheus, Eu ficar discutindo com você é absolutamente inútil. Você não vai me convencer que os EUA são o mal na Terra e eu não vou convencê-lo do contrário. Teria “n” argumentos racionais para tentar fazê-lo entender que na época da Guerra Fria nada era feito sem o aval ou participação ou da URSS ou dos EUA , que defendiam seus interesses e ideologias e tentar fazê-l entender que no OM não há ambiente para que regimes se mantenham estáveis por muito tempo por conta das forças em ação na região que independem da cobiça imperialista e colonialista britânica. E… Read more »

Matheus Vinicius
Visitante
Matheus Vinicius

Bosco: ”…Fiquei imaginando como poderia estar o Irã se não fosse o retrocesso de um bando de loucos terem tomado o poder pretensamente em nome de Alá.” Então vamos falar sobre a história do Iran , vou começar falando da primeira exportação de democracia dos EUA-UK lá no Iran em 1953, tudo começou em 1951 quando o democraticamente eleito e amplamente popular (entre os iranianos) Mohammad Mosaddegh cometeu o imperdoável crime contra a humanidade de nacionalizar o petroléo do iran ,que pertencia por conta de um ”direito” colonial, ao UK, corretamente pensando na paz mundial a dupla do bem elaborou… Read more »

Adalberto
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Adalberto

Parabéns! Ideologia se combate com fatos. Não tem mocinho nesta historia. Países tem interesses, não amiguinhos.

Xavier de souza
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Xavier de souza

Parabéns Matheus excelente comentário ideologia barata se combate com fatos, além do mais se foi erro ou foi intencional 290 pessoas inocentes perderam as vidas é nunca mais vão voltar antes de pregar ideologia vamos nos lembrar das vitimas

Matheus Vinicius
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Matheus Vinicius

Dalton: “O navio da Us Navy estava no Golfo Pérsico que não é propriedade do Irã” Isso é verdade, naquele ringue de luta cada um tem o seu pedaço, Arabia saudita tem o seu, o iran tem o seu, e as outras nações que circundam o ringue também tem o deles. Continuando, os EUA invadiram o pedaço do Omã primeiramente, mas foram avisados e sairam e depois invadiram as águas do iran procurando lanchas iranianas, já estavam totalmente errados a partir dai e depois derrubaram o avião porque sabia que estavam em águas iranianas e uma retaliação seria altamente provável.… Read more »

Nonato
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Nonato

Mas por que a sua revolta se o navio estava em águas iranianas?
Isso é problema do Irã.
Derrubar o avião cívil é outra história.
Já que de acordo com a matéria seguinte alguns dias antes um jato civil de um país amigo tinha atacado outro navio americano.
Provavelmente ao verem outro jato civil de um país inimigo na hora da confusão atiraram…
Algumas pessoas nutrem ódio pelos EUA, que realmente não são santos.
Se não fosse pelo EUA talvez hoje estivéssemos vivendo num mundo nazista ou comunista…
Ainda bem que temos os EUA polícia do mundo para apaziguar os animos em muitos lugares…

Matheus Vinicius
Visitante
Matheus Vinicius

Eu basicamente não consegui captar sua mensagem (pela segunda vez), realmente não dá, parece que você ta vivendo em um universo paralelo ao meu, deve ler o insano de carvalho e aceitar tudo o que ele diz goela abaixo. Mas do que deu pra entender. ”Algumas pessoas nutrem ódio pelos EUA, que realmente não são santos.”- ”Ainda bem que temos os EUA polícia do mundo para apaziguar os animos em muitos lugares…” É bem facil desenvolver um sentimento anti-EUA depois que você começa a perceber toda a injustiça praticada pela ”policia do mundo” a invasão do Iraque sob alegação de… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

Matheus… . o que eu quis dizer…é que os EUA tinham e continuam tendo todo o direito de enviar seus navios para longe do território deles, “milhares de km” como você escreveu, pois dentro do Golfo Pérsico existem aliados e/ou parceiros importantes. . Por se tratar de um Golfo e ainda por cima em clima de guerra, não se pode esperar muita consistência e muito menos ficar se prendendo às 12 milhas de águas territoriais. . Erros acontecem, foi um erro e provavelmente nos dias mais politicamente corretos de hoje talvez houvesses outras consequências para os envolvidos, ao menos algo… Read more »

Edmilson.F
Visitante
Edmilson.F

Nervos a flor da pele!! Lembro do fato ocorrido no pacifico com um 747 sul koreano e um caça da entao URSS ..que apos varios e confusos problemas com a navegaçao do 747 ele entrou em um falso programa de voo que o levava direto pra Urss…onde confundindo o 747 com um 707 espiao que voava por aquelas bandas foi lançado um caça que apos mesmo com observaçao visual e com varios fatores contra o 747 ( noite, sem luzes de navegacao e outros curtos)lancou o missil derrubando ele….guerras “frias” causam isso…uma pena !!!

Mk48
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Mk48

Com a escalada da situação naquele dia, o mais sensato teria sido o controle de tráfego aéreo iraniano emitir um alerta para todas as aeronaves civis que estavam operando na região e ter mandado o vôo 655 fazer uma rota alternativa. Isso me lembrou o episódio que aconteceu durante o deslocamento das forças da RN para as Malvinas, quando um Boeing 707 da Varig, vindo da África do Sul, por pouco também não foi alvejado pelos ingleses. Ainda bem que resolveram fazer uma identificação visual antes de atirar. Esta situação ocorreu porque 1 ou 2 dias antes, os argentinos enviaram… Read more »

Rodrigo Tavares
Visitante
Rodrigo Tavares

Leonel Brizola tava no voo da Varig.

Pangloss
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Pangloss

Se a RN pudesse fazer apenas uma vítima ao abater esse avião civil, o RJ teria muito a agradecer aos britânicos.

Cadu
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Putis essa eu não sabia. Pena que não existia um raio laser igual a dos filmes, hoje o meu amado RJ poderia estar bem melhor.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Acho que o abate tem muito haver com o afundamento do USS Stark, o navio foi atingido por um Exocet lancado de um Falcon 50 que aparecia para tripulação como um avião cívil

pangloss
Visitante
pangloss

Augusto L, o Stark não afundou, apesar dos severos danos e das mortes a bordo. E o avião atacante, salvo engano, foi um Mirage F1.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Não foi não
“USS Stark was part of the Middle East Task Force assigned to patrol off the Saudi Arabian coast near the Iran–Iraq War exclusion boundary. An Iraqi pilot attacked USS Stark in a Dassault Falcon 50 modified business jet armed with two Exocet missiles”

https://en.m.wikipedia.org/wiki/USS_Stark_incident

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

Interessante esse verbete da Wikipedia, Augusto, pois nesse caso está devidamente referenciado nessa revelação sobre o atacante ser um Dassault Falcon 50.

Vale a ler a referência, um artigo de Tom Cooper de 2016. Dei uma passada de olhos e achei bem interessante. E tem também link para o relatório de inteligência americano que alegava ser um Mirage F1.

Segue o artigo referenciado no verbete:

https://warisboring.com/in-1987-a-secret-iraqi-warplane-struck-an-american-frigate-and-killed-37-sailors/

PS – sobre a USS Stark, o navio não foi afundado.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Trusted Member

Sim, provas históricas já são outro departamento, só disse que achei interessante o artigo do Tom Cooper e elogiei o fato do verbete da Wiki estar melhor referenciado que a maioria dos casos (e colocou as duas versões, a do relatório oficial e a do Cooper, ambas com links).

Renato
Visitante
Renato

Que fim teve o comandante do navio? Até que posto ele chegou?

Mk48
Visitante
Mk48

Eu acho que ele não conseguiu chegar nem no posto Ipiranga mais próximo…….

Augusto L
Visitante
Augusto L

Quanto as ações, o Irã tentava botar fogo no golfo persico para subir o preco do petróleo e os EUA tentava apagar esse fogo, o RU, a Austrália e até a Nova Zelândia mandaram navios para lá tbm. O Iraque tentou o mesmo mas na época como os EUA tinham ainda uma “influência” em Bagdá por ter ajudado mesmo que parcialmente o Iraque a expulsar o Irã do seu território, o que é impressionante. Na época os EUA já sabiam que tanto o Iraque quanto Irã ião dar problema só que achavam que se houvesse uma guerra seria contra o… Read more »

ROBINSON CASAL
Visitante

Não é a primeira vez que Israel e Iran fazem proxy war.

Jacinto
Visitante
Jacinto

Editores,
Parabéns pela “NOTA DO PODER NAVAL” que foi muito esclarecedora. Quando for assim, a minha sugestão, se possível, seria colocar o(s) nome(s) do autor(e) da nota, para podermos elogiá-lo(s) pelos nomes.

Hélio
Visitante
Hélio

Os radares atuais já conseguem identificar o tamanho dos aviões como os analógicos? Como esses radares digitais poderiam identificar um avião sem transponder ativo?

Augusto L
Visitante
Augusto L

Acho que os 3D conseguem.

Alexandre Galante
Visitante

Embora o Aegis, que também é 3D, tenha melhorado bastante de 1988 pra cá, a identificação ainda é por IFF. Mas sistemas como ADB-S agora também ajudam na identificação.

Augusto L
Visitante
Augusto L

Sempre tive a ideia que um radar 3d seria visto numa tela de radar numa forma de 3d, ou seja, o operador conseguiria ver a forma do objeto iluminado, ate do terreno.

Alexandre Galante
Visitante

Não, o radar 3D significa que você consegue saber a direção, a velocidade e a altitude do alvo. Não tem nada a ver com a forma do alvo.

Radares 2D não dão altitude do alvo, salvo se a informação for passada pelo transponder da aeronave.

Bosco
Visitante
Bosco

Neste site tem muita informação sobre NCTR (identificação de alvos de modo não cooperativo) : http://sistemasdearmas.com.br/ca/cid1intro.html

carcara_br
Visitante
carcara_br

Dá pra “estimar” o tipo de aeronave levando em consideração a força do sinal do retorno e a distância… mas é só estimar mesmo….

Claudio PQDT
Visitante
Claudio PQDT

Pessoal, por muito pouco eu e meu pai não morremos neste avião!!!!!
Em 1988 meu pai era Auxiliar de adido militar no Irã e estávamos com a intenção de irmos à Dubai naquele dia, mas meu pai quando foi comprar as passagens, o vôo já estava lotado e tivemos que deixar para a próxima semana, pq só havia, na época um Vôo por semana à Dubai.
Eu tinha 12 anos de idade e me lembro como se fosse ontem, a revolta dos iranianos queimando a bandeira americana!!!!!!

Alexandre Galante
Visitante

Caramba, Claudio! Que sorte! Abs!

Claudio PQDT
Visitante
Claudio PQDT

É Galante!!!!!
Podemos Dizer que nasci outra vez!!!!

Marcelo -
Visitante
Marcelo -

O CG 49 USS Vincennes um cruzador classe Ticonderoga da primeira serie, que incluía o CG 47 Ticonderoga e o CG 48 Yorktown, no momento estava dentro de um teatro de guerra real, fez o seu serviço, mostrou que o sistema AEGIS se defendia bem, sua tripulação não vacilou, vai passar para a historia como tendo se defendido de um possível ataque, pior o vão ficar o DDG 118 HMS Conventry e o DDG 80 HMS Sheffield que vão para a historia como perda, por estarem com a guarda “baixada” durante os ataque fulminantes dos argentinos!!!!

Alex Barreto Cypriano
Visitante
Alex Barreto Cypriano

E do lado iraniano, investigaram alguma coisa ou os mortos entraram na contabilidade como mártires na luta contra o grande satã?

FRITZ PILSEN
Visitante
FRITZ PILSEN

Já pensaram se um navio iraniano tivesse abatido um avião comercial americano? Qual seria a consequência???

Cesar A. Ferreira
Visitante
Cesar A. Ferreira

Guerra contra o Irã.

Matheus Vinicius
Visitante
Matheus Vinicius

O procedimento já deve existir, eles já sabem exatamente o que fazer caso sejam “agredidos” por outro país, eu vou supor o que eles fariam.
1- embargar até a alma do Irã
2- Realizar um bloqueio naval
3- usar a CIA para derrubar os aiatolás (coisa que eles já fazem) só que com maior intensidade.
Se nada disso funcionasse, exportação de democracia neles!!

Bosco
Visitante
Bosco

Não se preocupe não. Logo-logo a China estará na posição de potência mundial dominante e tomará para si a função de colocar ordem no galinheiro e aí ela irá exportar a sua “democracia” e você enfim ficará satisfeito.

Matheus Vinicius
Visitante
Matheus Vinicius

Me diga para quem a China exportou democracia nos tempos recentes? Em quais conflitos eles se envolveram? Quantos mataram? Quantos países invadiram? Quantos povos espoliaram? A satanização da China por quem Adora aos EUA é bem esquisita sob o meu ponto de vista, quem mete bala por ai é o bonzinho e quem está quieta é o Império do mal, a China vai fazer isso e depois aquilo… vai invadir aqui, vai nukear ali, vão roubar isso, vão escravizar aqueles, e a gente não vê nada…; Já a ”policia do mundo” descendo o chumbo na Síria em uma guerra que… Read more »

Mk48
Visitante
Mk48

Matheus, só quero te fazer uma pergunta : Será que na pobre coitada e injustiçada China você teria a liberdade de escrever suas opiniões livremente como tem no perverso EUA ou aqui ?

Abs

Bosco
Visitante
Bosco

Matheus, “Me diga para quem a China exportou democracia nos tempos recentes? Em quais conflitos eles se envolveram? Quantos mataram? Quantos países invadiram? Quantos povos espoliaram?” Não fez nada disso no passado no plano externo porque estava presa na coleira americana e soviética, que era os quem mandava no mundo. Depois da desintegração da URSS não fez por conta da hegemonia americana que continuou com ela presa na coleira e com focinheira. Mas no plano interno, ela (a China) foi responsável pelo massacre de milhões de seu próprio povo. Quanto ao “Me diga Bosco, pra que tanta preocupação com a… Read more »

dod
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dod

Nossa eu sou piloto e nunca tinha ouvido falar em modo de transponder IFF ou modo II,so sei que para standby de transponder é 1200 ou 2000.Sempre coloquei 44.. aqui em brasília e somente isso e nada mais.A matéria é show.

Top Gun Sea
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Top Gun Sea

Veja bem! vocês até hoje acreditam nesse conto americano! Um avião de passageiros enorme cheio de famílias e com aquelas turbinas também enormes e RCS altíssimo…! Se fosse um sistema analógico no Tico que não fosse o Aegis poderíamos até ficar na dúvida. Mesmo se fosse um sistema de varredura antigo não há registros de navios de guerra abatendo aviões civis em uma escala pontual nas décadas que antecede o sistema Aegis, se fosse assim era comum noticiar esses abates em aviões de carrera na ocasião com frequência antes do advento Aegis. Até fogo amigo em aviões civis seria frequênte.… Read more »

Mikhail Bakunin
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Mikhail Bakunin

E o Malaysia Airlines 17, também foi abatido de propósito pelos mercenários russos?

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Sim! Foi intencional e assumido pelos insurgentes.

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Terroristas separatistas você quer dizer não é!?

Top Gun Sea
Visitante
Top Gun Sea

Errata: Guerra: lê se Guerra Fria

Cesar A. Ferreira
Visitante
Cesar A. Ferreira

O mundo dá voltas… 5 anos antes a antiga URSS havia abatido o voo KAL 007. Este ato comoveu o mundo e submergiu a URSS em uma campanha de propaganda hostil difícil de ser respondida, por mais que se alegasse a violação do espaço aéreo soviético em uma área sensível… “Inimigos da civilização”, foi o que de mais suave houve, para se ter uma ideia… Pois bem… 5 anos depois a USNAVY coloca abaixo um aeronave civil que estava em rota pré-determinada, sem erros ou desvio de rota. E, aí? Para quem havia desancado outro, que palavras reservava para si?… Read more »

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Como eu procuro ser justo fujo desse tipo de argumento. Dito isso vamos aos fatos: – Ambos os abates (KAL 007 e Iran Air 655) foram imperdoáveis. Contudo é preciso lembrar que tanto a PVO no primeiro episódio como a tripulação do USS Vincennes estavam sob muita pressão. A primeira oriunda das seguidas incursões efetuadas por um RC-135 da USAF e também pelo sobrevôo sobre as ilhas Kurilas ou a Ilha Sacalina de aeronaves pertencentes ao USS Midway e ao USS Nimitz ao passo que a segunda pelos eventos evolvendo as lanchas da Guarda Revolucionária iraniana; – Motivado pelo estresse… Read more »

Dalton
Visitante
Dalton

O Golfo Pérsico nem de longe pode ser comparado à outras áreas do mundo, pela pequenez e mesmo assim conturbada área, principalmente naquela ocasião onde ainda havia um estado de guerra entre Irã e Iraque e estava fresca na memória da tripulação do cruzador o ataque à USS Stark que custou à vida de 37 tripulantes.

Melky Cavalcante
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Melky Cavalcante

No dia do ocorrido havia uma equipe da BBC no navio, no momento do incidente, dava pra ver nitidamente que era um avião civil e não um TOMCAT.
Interesante é que as caixas preta nunca forma encontradas.

Alexandre Galante
Visitante

Melky que eu me lembre, o tempo estava encoberto no dia, não era possível ver o avião.

Leonardo
Visitante
Leonardo

Galante, tem um documentário no youtube com imagens feitas pela equipe da BBC e o tempo não parece encoberto. O documentário entrevista pessoas ligadas ao episódio. O capitão de um dos navios americanos que participou do combate (USS Sides) faz críticas severas ao capitão do Vincennes. O Senado americano abriu uma investigação e confirmou que todos os dados indicavam avião de baixa velocidade em rota comercial e ganhando altitude, apesar da tripulação do Vincennes dizer que o avião estava na descendente. O avião foi abatido em espaço aéreo iraniano, o disparo foi feito em águas iranianas… a caixa preta nunca… Read more »

Leonardo
Visitante
Leonardo

Tem outros fatos curiosos no documentário, também: 1) o combate naval começou depois que o Vincennes enviou um helicóptero para observar os barcos iranianos; os iranianos fizeram disparos de advertência, mas o piloto do helicóptero reportou ao capitão do Vincennes que havia sido atingido. O Senado americano comprovou na investigação que os tiros foram mesmo de advertência e não atingiram o helicóptero, portanto o combate naval talvez tenha sido desnecessário. 2) tanto o Sides, quanto o Vincennes e o Montgomery, que participaram do combate contra os barcos iranianos, tentaram contato com o avião iraniano. O Sides foi o único que… Read more »

JT8D
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JT8D

“Eles nunca se desculparam formalmente”.
Impressionante.

Marcos10
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Marcos10

Durante a Guerra Irã Iraque foi estabelecido um corredor aéreo onde aeronaves comerciais podiam operar, sem nunca terem tido problemas.
Esse troço aí foi pura lambança.

JAYME BAROSA NETO
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JAYME BAROSA NETO

Erraram todos, iranianos em terra por não avisar o voo civil por “estar” fora do corredor seguro, americanos na pressa de sua defesa aparentemente sem reparar na correta identificação de forma redundante, não acredito que quisessem abater uma aeronave civil, então iriam acreditar cegamente num sistema sistema sem confirmação, isso sem contar que não tinham a informação correta sobre frequência de comunicação iraniana, olha que com nuvens ou não deveriam, e acho que fizeram, fazer identificação ótica. Como dizem “em caso de dúvidas digam não ” a prioridade sempre deveria ser proteger civis ou potenciais civis, os americanos tem já… Read more »

Felipe Fernandez
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Felipe Fernandez

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COMENTÁRIO APAGADO POR FUGIR TOTALMENTE AO TEMA E USAR O ESPAÇO COMO PALANQUE IDEOLÓGICO. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

http://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

CRSOV
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CRSOV

Fico imaginando aqui se tivesse ocorrido o contrário o que ocorreria !! O iraniano derrubando um avião civil dos EUA !!

Dalton
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Dalton

A mesma coisa…teriam sido apuradas as causas, os responsáveis, etc e o governo iraniano acabaria pagando uma indenização assim como os EUA acabaram pagando.
.
Abater uma aeronave ou danificar/afundar um navio dos EUA, necessariamente não
significa uma resposta militar dos EUA…existem vários exemplos ao longo de décadas, apesar, de terem sido aeronaves e navios militares, mas, não há grande diferença, afinal, são vidas americanas e mesmo os EUA tem que se conformar que erros acontecem.

CRSOV
Visitante
CRSOV

Com todo respeito a sua opinião eu discordo de você !! O Iran seria ainda mais demonizado do que já era e é ainda hoje e com certeza creio piamente que o Iran seria atacado fortemente !!

Humberto
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Humberto

Uma dúvida, qual o motivo de não pedir desculpas formais? Japão também não pede desculpas pelas barbaridades que fez na China (antes que me crucifiquem sou descendente de Japoneses).
O pedido de desculpas traz algum efeito legal?

Dalton
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Dalton

Humberto… . pedir desculpas pode ser visto como “fraqueza” ou pura incompetência”…o governo dos EUA lamentou profundamente o ocorrido com a aeronave iraniana então foi o mais próximo de um pedido de desculpas que se conseguiu expressar…até porque, houveram motivos que ao menos para os EUA, justificaram à atuação do cruzador que encontrava-se em uma zona de guerra e seres humanos são falhos, ainda mais sob pressão. . O Japão pelo que lembro admitiu que houve “excessos”, mas, na visão do Japão, justificados pela cultura belicista da época e uma total inexistência de democracia e controle rígido da população. .… Read more »

Humberto
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Humberto

Obrigado Dalton, tem todo o sentido.
Abraços

Rafael Q Rocha
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Rafael Q Rocha

Olhando para casuística, quais seriam os “equívocos” que este epísodio teria em comum com o abate do voo MH 17 na ucrânia? Outro ponto que penso ser mercedor de atenção e reflexão entre os dois eventos (voo 655 Iran Air e MH 17) seria a transparência das envestigações, será que foram suficientemente claras nos dois casos? Agora sobre o prisma tecnológico, existe algum dispositivo além dos referidos na máteria capaz de evitar atualmente tragédia semelhante ? Por fim, considerando a situação conturbada na Síria, cujo o território é ocupado por diversas forças, não seria ali palco para mais um epísodo… Read more »

ScudB
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ScudB

Amigo Rafael!
Sem saber precisamente de QUEM derrubou MH17 não tem como ligar estes casos.
ja em relação de “déjà vu a la Síria” é pouco provável devido a densidade de voos e numero de companhias que atuam : https://www.flightradar24.com/35.31,37.38/7
Inclusive a Ucrânia ta mais deserta ainda : https://www.flightradar24.com/49.75,28.77/6
e em histórico ruim (MH017 somando com tragédia com voo de Tel Aviv para Novosibirsk SBI-1812).
Um grande abraço!

Rafael Q Rocha
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Rafael Q Rocha

Obrigado amigo!

Claudio PQDT
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Claudio PQDT

Na época em que eu morava lá, haviam rumores de que o governo iraniano havia feito o avião como isca(Boi de Piranha) para joga a opinião publica internacional contra os EUA!!!!!

JT8D
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JT8D

Ironic mod on:
Esses iranianos são mesmo terríveis!

Bosco
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Bosco

Mas e que o 11/09 foi obra da CIA você acredita?

JT8D
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JT8D

O que isso tem a ver com o Irã?

Matheus Vinicius
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Matheus Vinicius

”para jogar a opinião publica internacional contra os EUA!!!!!”
O Bush Filho conseguiu fazer isso em 8 anos de mandato, fez o que essa derrubada não conseguiu, agradeço a Deus pelo governo Bush o governo que deu inicio ao fim do ideal de os ”Americanos defensores do bem”, e o Trump quando começou a gritar sucessivamente feito uma criança Wall Wall Wall Wall Wall, só derreteu ainda mais a reputação dos EUA, mas quem se importa? América para Americanos (Exceto se falar algum idioma latino).

Lucas
Visitante
Lucas

Rapaz, porque não pensar, também, em um alvo especifico(procurado) que estava dentro do avião…..não podemos se conformar com as informações passadas pela mídia em geral, que na maioria omite e oculta….ou simplesmente, como nós(civis) não sabem o que realmente aconteceu…. Não duvide do que podem fazer….até mesmo para passar uma mensagem para o adversário, que são capaz de grandes sacrifícios(pessoas inocentes) para cumprir os objetivos.

Matheus Vinicius
Visitante
Matheus Vinicius

Espero que os editores não cortem esses comentários sobre politica externa, afinal isso também esta dentro do contexto de defesa e geopolitica, sem PT,PSDB esquerda ou direita, mas sim a geopolitica dos Titans militares, ou em outras palavras as nações que importam e que mandam.

Luiz Trindade
Visitante
Luiz Trindade

Bem Matheus Vinicius, Bosco e Dalton a doutrina militar mundial é a seguinte: Se afaste, zona militar do xxx. Se chega perto há uma advertência dizendo para se afastar. Agora se demonstra real interesse de entrar na área proibida ou fazer pior, é atirar e depois vê o que acertou! Acabou!!! Simples. Ambos lados erraram, mas vamos lá, o que um piloto civil iraniano vai em direção há uma área de conflito? Kd a torre de controle iraniano para alertar? Agora querer acusar somente um lado é que acho um absurdo. Sinto pelas vítimas e seus familiares, mas infelizmente a… Read more »

Mauro Oliveira
Visitante
Mauro Oliveira

Reação dos americanos:
Relatório Fogarty
“É minha opinião que, compreendendo todo o contexto, mentes razoáveis concluirão que o Comandante fez o que sua nação esperava dele em defesa de seu navio e tripulação. Este lamentável acidente, um subproduto da guerra Irã-Iraque, não foi o resultado de uma conduta culposa a bordo do USS Vincennes.”

Modo “fizemos _________ mas não sei quem fui” ON

“Os Estados Unidos pagarão o valor de liquidação de US$ 131.800.000,00 e incluirão US$ 61.800.000,00 […] para os herdeiros e legatários das 248 vítimas iranianas do incidente aéreo. […]”

COMENTÁRIO EDITADO. MANTENHA O BLOG LIMPO.

Cidadão
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Cidadão

Melhor 2 me conduzindo do que 4 carregando meu subordinado.
Fazer um avião de passageiros voar por área em conflito é imperdoável, como o Malasya na Ucrânia. Também tem aquele caso mal contado do jato Brasileiro interceptado pela frota Britânica a caminho das Falklands.