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Navios de Apoio Oceânico Classe ‘Mearim’ são incorporados à Marinha do Brasil

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Os Navios de Apoio Oceânico (NApOc) “Mearim”, “Iguatemi” e “Purus” foram batizados e participaram de Mostra de Armamento e Transferência para o Setor Operativo, no último dia 9 de julho, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. A cerimônia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior. O evento representou a incorporação do navio à Armada da Marinha do Brasil (MB) e, de acordo com a tradição naval, o batismo por uma madrinha traz sorte à embarcação.

O processo de aquisição dos Navios de Apoio Oceânico classe “Mearim” teve início no final de 2016, por meio de reuniões entre o Comando de Operações Navais (ComOpNav), a Diretoria de Gestão de Programas (DGePM) e a Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON).

Inicialmente, a intenção era arrendar três rebocadores para a Marinha. Após uma averiguação minuciosa no mercado, realizada pela EMGEPRON, para verificar quais navios do tipo Anchor Handling Tug Supply (AHTS) estariam disponíveis, verificou-se a existência de 147 embarcações, porém nenhuma delas atendia aos requisitos apresentados pelo Setor Operativo.

Em novo estudo realizado, foram alterados os requisitos de maneira a permitir a continuidade do processo.

Foi realizado um pregão eletrônico internacional para aquisição de três navios, sob a responsabilidade da EMGEPRON. A vencedora do certame foi a empresa norueguesa Deep Sea Shipowing, com os AHTS “Sea Stoat”, “Sea Vixen” e “Sea Fox”.

Cabe destacar que a obtenção dos Navios de Apoio Oceânico (NApOc) “Mearim”, “Iguatemi” e “Purus” foi decorrente de um inédito processo de compra por oportunidade para a Marinha do Brasil, realizada pela EMGEPRON.

Os NApOc “Mearim”, “Iguatemi” e “Purus” estão aptos a desempenhar as seguintes tarefas: apoio logístico móvel, patrulha e inspeção naval, busca e salvamento – “Search and Rescue” (SAR) e minagem, nas áreas do Comando do 5º Distrito Naval (NApOc “Mearim”), Comando do 4º Distrito Naval (NApOc “Iguatemi”) e Comando do 1º Distrito Naval (NapOc “Purus”).

Os Navios possuem as seguintes características:

Características:

  • Comprimento Total: 63,40 m
  • Comprimento Entre Perpendiculares: 56,53 m
  • Boca Moldada: 15,80 m
  • Pontal: 6,80 m
  • Deslocamento Carregado: 1.943 t
  • Calado de Navegação: 5,5 m
  • Velocidade Máxima:13,5 nós

Principais Equipamentos para Realização das Tarefas:

  • 02 metralhadoras 12,7 mm (0,50 pol)
  • 02 metralhadoras 7,62 mm
  • Máquina de Reboque com Bollard Pull de aproximadamente 90 t

O Navio de Apoio Oceânico (NApOc) “Mearim” – G 150 é o primeiro navio da classe e o sexto a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Rio Mearim que banha o estado do Maranhão.

O Navio de Apoio Oceânico (NApOc) “Iguatemi” – G 151 é o segundo navio da classe e o quarto a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Rio Iguatemi que banha o estado do Mato Grosso do Sul.

O Navio de Apoio Oceânico (NApOc) “Purus” – G 152 é o terceiro navio da classe e o terceiro a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao Rio Purus que banha os estados do Acre e Amazonas.

A escolha do indicativo visual de costado (G 150, G 151, G 152), é uma homenagem ao sesquicentenário das diversas ações ocorridas na Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870).

78 COMMENTS

  1. Com relação ao armamento, Acho que deveriam ser equipados com algo melhor, assim como os navios da classe Amazonas também deveriam receber um armamento mais pesado.

    • Estes são navios de apoio oceanico e os classe Amazonas são de patrulha oceanica e não navios pra enfrenta outros em combate/guerra e para a função que vão desempenhar já está de bom tamanho seus respectivos armamentos.

    • Douglas e Tomcat,

      Qualquer navio pesqueiro chinês hoje em dia está equipado com pelo menos uma .50. Os argentinos que o digam.

      Por esta razão é que questionei o armamento.

    • Você colocaria uma .50 em cima de um caminhão guincho ? provavelmente não, então não faria sentindo instalar canhões pesados ou misseis em um navio de apoio

        • É pois é… Não estão bem armados mesmo. Poderiam aproveitar para retirar as 6 estações equipadas com canhão de 25mm dessa classe e, colocar em 6 novos Navios Patrulha.

          • O que indica que o canhão 30mm não está sendo efetivo?
            R: Nada
            A MB tem alguns milhões de dólares para investir nessa troca e armamento?
            R: Não

          • Ter um navio de patrulha oceânico armado com esses canhões de 30mm é a mesma coisa de colocar um guarda municipal armado de cassetete para defender sua casa.

          • O que indica que o canhão 30mm não está sendo efetivo?
            R: Nada
            A MB tem alguns milhões de dólares para investir nessa troca e armamento?
            R: Não
            .
            Consegui entender agora, ou quer que eu repita?

          • Você é sempre educado assim ?

            Tá com raiva da vida amigo ?

            Por mim você pode passar a noite toda aí repetindo o que você quiser.

            Tenho a minha opinião formada e não preciso dos seus conhecimentos tão educadamente expostos.

            O que você pensa pode guardar para você e para finalizar, Por favor deixe de comentar nos meus posts. De gente grossa e mal educada eu estou cheio.

          • Luis e Bardini, sugiro educadamente que baixem o tom ou ignorem-se.

            Sobre o armamento da classe Amazonas, foi compra de oportunidade, os canhões de 30mm vieram com eles e, com tantas outras prioridades para se gastar, eu sinceramente só pensaria em mexer alguma coisa no armamento quando de algum PMG bem extenso dos navios, modernização de meia-vida, e mesmo assim tem que haver uma justificativa muito boa pra trocar algo que funciona e está devidamente integrado ao sistema de combate do navio (ainda que fuja ao padrão da MB para navios-patrulha, pois foi compra de oportunidade). Não há motivo algum pra mexer nisso, no curto prazo.

          • Nunão obrigado pela resposta.

            Levantei este assunto porque os Amazonas são patrulheiros oceânicos , não costeiros , e assim eu entendo que deveriam estar melhor armados com um canhão de 76mm por exemplo, mas se a questão é dinheiro, eu entendo.

          • Nunão, bom dia.

            Pesquisando (ainda… rsrrsr) sobre o assunto dos Amazonas com um canhão de maior calibre, achei aqui no Blog uma matéria escrita pelo Luiz Monteiro onde a uma certa altura do texto ele defende sim a instalação de um canhão de 76mm nestes navios.

            Aqui está o trecho onde ele fala a respeito :

            ” …Até concordo que poderia ser instalado um canhão de 76 mm, para intimidação e eventual utilização em defesa das tripulações da Marinha do Brasil (MB) contra navios que passaram a vir para o Atlântico Sul com seus tripulantes armados com fuzis 7,62 – relatos argentinos dão conta de que a tripulação de pesqueiros chineses estão atirando contra os navios da Prefectura Naval (Guarda Costeira argentina).

            Porém, eu pararia por aí; nada de mísseis ou torpedos.”

            Nunca mencionei misseis ou torpedos, mas fico feliz em saber que o ponto que levantei é coerente com a missão de patrulha oceânica desses navios, também conforme eu disse desde o meu primeiro comentário mais acima.

            Evidentemente que não foi considerada na matéria questão de custos para a instalação e integração do canhão, mas o meu ponto sempre foi o de que o que é mais adequado e não custo.

            A matéria completa está aqui :

            https://www.naval.com.br/blog/2018/02/11/npaocs-das-classes-amazonas-e-river-nao-suportariam-danos-de-combate/

          • Luis,
            O que é adequado em cada caso precisa sempre ser levado em conta no contexto completo, e o custo para adquirir e integrar algo, em substituição a outro equipamento que está funcionando, precisa ser pesado em relação a outras prioridades.

            Sobre a opinião do Luiz Monteiro, eu também concordo que um canhão principal de maior calibre seria desejável numa futura modernização de meia-vida, mas acho que você está exagerando, e muito, no “apoio” que essa opinião representa para a sua. Não tenho procuração para falar por ele mas posso analisar o que você escreveu e o que ele escreveu:

            No seu comentário está escrito que “ele defende sim a instalação”, mas isso está muito longe do que ele escreveu, que é “eu até concordo que poderia ser instalado”. Tem milhas náuticas de distância entre isso ser uma defesa dessa instalação e ser apenas o que está escrito: uma concordância com a possibilidade, a partir das situações apresentadas. Concordar com uma possibilidade é diferente de defender.

            Eu mesmo já concordei com você quanto à possibilidade de troca do armamento principal, no médio ou longo prazo, quando e se isso se tornar interessante. Mas discordei quanto a essa necessidade no presente ou no curto prazo, pois não vejo sentido algum em gastar com a troca de algo que hoje funciona e cumpre a missão. Só faria sentido se não funcionasse nem cumprisse a missão.

            E, na minha visão, se no futuro uma troca dessas fosse feita eu acho que canhões de 40mm, pela flexibilidade do emprego (dada pelos diferentes tipos de munição – perfuradora, auto-explosiva, programável e de proximidade), dupla função (superfície e antiaérea – conforme os sistemas de direção de tiro, podendo atingir alvos de superfície e aéreos com explosões programadas e não somente por impacto direto) além do alcance maior e letalidade frente ao 30mm, já estariam de bom tamanho para navios-patrulha oceânicos, padronizando com os de menor porte. Canhão de 76mm é bem mais caro e tem navios muito mais prioritários para equipar com eles, efetivamente para a guerra.

      • Bom dia Edcarlos……

        Realmente é difícil levantar um assunto aqui e aguentar alguns que se acham os donos da verdade.

        Ainda bem que a maioria dos comentaristas aqui não se posicionam desta forma.

        Eu acho até engraçado que esses caras, os donos da verdade e tão entendidos em qualquer assunto, não conseguiram ler nos meus comentários que existe uma diferença , tanto de porte da embarcação quanto de armamento, entre navios patrulhas de menor porte, como s da classe Maracanã, que por suas características operam mais perto da costa e por esta razão estão muito bem equipados com os reparos de 30 e 25mm, e os navios patrulhas oceânicos, como os Amazonas, que operam muito longe da costa, em mar aberto e sujeitos a encontrar qualquer tipo de ameaça, o que no meu ponto de vista, justifica a instalação de um armamento mais pesado.

        Abs.

        • “navios patrulhas de menor porte, como s da classe Maracanã, que por suas características operam mais perto da costa e por esta razão estão muito bem equipados com os reparos de 30 e 25mm”

          Só um reparo, sem prejuízo à argumentação: os dois navios-patrulha classe Macaé em serviço (não existe classe Maracanã, esse é o nome do terceiro navio da classe, em processo de retomada de construção) são equipados com canhão de 40mm e metralhadoras de 20mm, o que é padrão nos navios-patrulha especificados pela MB e construídos para a MB, como é o caso também da classe Grajaú, de 12 unidades. A classe Amazonas tem canhão de 30mm e metralhadoras de 25mm porque foi compra de oportunidade de navios construídos originariamente seguindo especificações de outra marinha.

          Por fim, a classe Macaé de 500t foi pensada para operar também em mar aberto, em melhores condições que as possíveis na classe Grajaú e com melhores possibilidades de cumprir as missões em condições adversas, não são exatamente costeiros em seu emprego. Evidentemente, a função de patrulha-oceânica em sua plenitude está a cargo da classe Amazonas, com maior porte, autonomia, conforto e condições de enfrentar condições de mar mais adversas, sem falar nas possibilidades acrescentadas pelo convoo, mas os navios de 500t também cumprem missões em alto mar, não só junto à costa, dentro de seus limites de desempenho.

    • Incrível como sempre aparece um com esse papo do armamento de um navio patrulha ser leve demais…

      Me explica então, de cima de sua opinião formada, pra que tipo de missões seus canhões de 76mm seriam utilizadas nas Amazonas? Missões que não podem ser cumpridas hoje pelo reparo automático de 30mm e os 2 de 25mm?

  2. Muito Bom! Já incorporamos dois esse ano! Retorno da fragata Defensora para o segundo semestre, provas e testes de mar do do Sub Riachuelo para o segundo semestre. Para ano que vem temos em estudos a aquisição de um dos do NT’s classe Wave e possibilidade de vir no pacote os navios patrulhas da classe River I e há negociação para 2 navios Caça Minas Suecos que está aguardando verba. Que venha mais compras de oportunidades!

  3. Acho ótimo a MB está saindo aos pouco do estado de coma, temos que investir tanto MB, EB, FAB, forças armadas forte inibe outras nações tentarem ou pensarem em entrar no mar ou nossas fronteiras. Porém eu soube que eram 4 ( quatro), cadê a outra, desistiram da compra.

    • Aquela história da compra de um quarto navio da classe foi um mal entendido jornalístico, me parece. Pelo que entendi na época, a mesma notícia se sobrepôs após algum tempo e passou a impressão de que era outra compra. Mas tenho quase certo que são apenas 3 navios, não há compra de um quarto navio.

  4. São Paulo pegou uma carona nas fotos, rs.
    Se estivesse estes navios na época da Minustah , dariam para enviar os meios par o Haiti sem precisar alugar?

    Grato!

  5. Aguardo do Poder Naval uma reportagem completa sobre essas novas embarcações, é serio, estou ansioso sobre as capacidades e recursos desses navios.

    Saudações!

  6. Ficou meio estranho…a matéria menciona os três em Amostra de Armamento, mas, apenas
    menciona-se a madrinha do “Mearim” …foram de fato todos os 3 oficialmente incorporados
    e apenas se deu maior atenção ao “Mearim” ?

    • A impressão que tive pelas fotos é que apenas o Mearim foi incorporado, nas fotos disponíveis há apenas uma tripulação, uma madrinha (duvido que seja a mesma das três unidades) e apenas o Mearim está atracado naquela posição com o espelho de popa no cais, e não deu pra notar nenhuma movimentação diferente nas outras unidades. Sei lá, a matéria da MB ficou estranha com as imagens disponíveis.

    • Verdade Jardel…pensei que fosse apenas o “Mearim”, mas ao ampliar uma das fotos dá para ver o nome “Purus” no portaló…então faltou uma cobertura maior para os outros dois com as respectivas madrinhas.

  7. Ops, percebi minha falha em responder sua pergunta Mestre Dalton, realmente não foi divulgado na matéria nada sobre as outras madrinhas, ou será que uma única madrinha batizou os três navios? Isso é possível?

    • Falando em madrinha, acho que tá na hora de parar de batizar os navios com madrinhas esposas de almirantes. Isso é comum em todas as marinhas ou só por aqui?

      Por que não homenagear mulheres que de alguma “merecem” este destaque?

    • Grato Gaineth…nunca soube de uma mesma madrinha para navios múltiplos, mesmo unidades
      de pequeno tamanho, gostaria de saber se houve outros exemplos e o porquê…quem sabe
      alguém aparece com a resposta.

    • caros, acho que houve uma certa confusão nesse caso. por algum motivo as mídias brasileiras linkaram essa venda do Sea Bader às das suas irmãs que foram parar na MB, dando a entender que esse era o mesmo destino dela, mas lendo essa matéria https://www.vesselfinder.com/news/12074-Solstad-Farstad-announces-sale-of-AHTS-Sea-Badger
      entende-se que o Sea Badger foi vendido em 13 de abril deste ano, e apesar de citar a venda dos outros 3 à MB, presume-se que são compradores diferentes.
      inclusive dando uma pesquisada no Sea Badger no Marine Traffic https://www.marinetraffic.com/en/ais/details/ships/shipid:457809/mmsi:370054000/vessel:SEA%20BADGER
      pode-se ver que a última posição disponível (14 de abril – um dia após a venda) foi na Indonésia…

    • Fiz uma busca rápida aqui e encontrei outro artigo falando em dono “não nomeado” para o Sea Badger e que cita no mesmo artigo as irmãs que foram pra MB.

      e depois encontrei essa outra informação, onde ele aparentemente foi vendido para uma empresa vietnamita e se chamaria agora Hai Duong 05 https://www.fleetmon.com/vessels/hai-duong-05_9420019_2461321/ não conheço esse site pra saber se a procedência é boa, mas um dono vietnamita seria compatível com a última localização confirmada na indonésia.

      • Ship Name SEA BADGER Shiptype Anchor Handling Tug Supply
        IMO/LR No. 9420019 Gross 1,943
        Call Sign 3FMT9 Deadweight 1,575
        MMSI No. 370054000 Year of Build 2011
        Flag Panama Status In Service/Commission
        Operator Deep Sea Supply Plc Shipbuilder ABG Shipyard Ltd

        Ownership
        Group Owner Solship Invest 3 AS Address Location Norway

        Shipmanager Deep Sea Supply Plc Address Location Cyprus

        Operator Deep Sea Supply Plc Address Location Cyprus

        DOC Company Deep Sea Supply Management-SNG Address Location Singapore IMO Company No (DOC) 5565465
        Registered Owner DESS Cyprus Ltd Address Location Cyprus IMO Registered Owner No 4125835
        Technical Manager Deep Sea Supply Management-SNG Address Location Singapore

        Bareboat Owner Address Location

        Commercial History
        Show extended history

        Date Name Flag Group Owner Operator Manager Registered Owner DOC Price
        2017-07 Solship Invest 3 AS
        2013-03 Panama
        2011-06 SEA BADGER Cyprus Deep Sea Supply Plc Deep Sea Supply Plc DESS Cyprus Ltd Deep Sea Supply Management-SNG
        Originally SEA BADGER

        Construction Overview
        Shiptype Anchor Handling Tug Supply Built 2011 GT 1,943 Deadweight 1,575

        Ship Builder
        2011-06 ABG Shipyard Ltd – Surat Yard/hull No.: 273

        Status
        Date Status
        2011-06-20 In Service/Commission
        2011-02-20 Launched
        2009-12-11 Keel Laid
        2005-05-01 On Order/Not Commenced

        Construction Detail
        Statcode5:B21B2OA; Standard design:Seatech P-729; Hull Material:Steel; Hull Connections:Welded; Decks:1 dk

        Service Constraints
        Offshore Industry; Sea, Unspecified

        Alterations & Conversions

        Dimensions
        Length Overall 63.400 Length (BP) 56.530
        Length (Reg) 58.630 Bulbous Bow No
        Breadth Extreme 0.000 Breadth Moulded 15.800
        Draught 5.100 Depth 6.800
        Height 0.000

        Displacement 0 T/CM 0.0

        Tonnages
        Tonnage Type One tonnage, unspecified Tonnage System New System (International 1969)
        Effective Date 2011-06 Effective Date 2011-06
        Gross Tonnage (GT) 1,943 Net Tonnage (NT) 646
        Deadweight (DWT) 1,575 Compensated Gross Tonnage (CGT) 0
        Formula Deadweight 2,681 Light Displacement Tonnage (LDT) 0

        Arrangement

        Sister Ships
        At most, the first fifty sister ships are returned. Click here to return all sister ships into Search Results.

        LRNO Ship Name Status Deadweight GT Built Type Yard No Main Engine
        9420007 KAOUENN IN SERVICE/COMMISSION 1898 1943 2011-03 Anchor Handling Tug Supply 272 8N280-EN
        9420019 SEA BADGER IN SERVICE/COMMISSION 1575 1943 2011-06 Anchor Handling Tug Supply 273 8N280-EN
        9419993 SEA FOX IN SERVICE/COMMISSION 1905 1943 2011-01 Anchor Handling Tug Supply 271 8N280-EN
        9420033 SEA STOAT IN SERVICE/COMMISSION 1923 1943 2011-12 Anchor Handling Tug Supply 275 8N280-EN
        9420021 SEA VIXEN IN SERVICE/COMMISSION 1350 1943 2011-09 Anchor Handling Tug Supply 274 8N280-EN
        9378993 TAG-5 IN SERVICE/COMMISSION 1350 1904 2009-07 Anchor Handling Tug Supply 261 8N280-EN
        9379002 TAG-7 IN SERVICE/COMMISSION 1350 1906 2010-07 Anchor Handling Tug Supply 262 8N280-EV
        9419981 TOPAZ ORYX IN SERVICE/COMMISSION 1575 1943 2010-05 Anchor Handling Tug Supply 270 8N280-EN

        Supplementary Features
        Feature
        Offshore industry
        Fire-fighting Capable
        Fire-fighting 1
        Anchor handling
        DRILLING MUD/CEMENT TANKS
        DP1
        Deck-cargo vessel
        Field Value
        Fuel Consumption Speed – Current Value 10.50
        Total Fuel Consumption – Current Value 10.90
        Fuel Consumption Speed – Current Value 13.50
        Total Fuel Consumption – Current Value 14.40
        Propeller Manufacturer Caterpillar
        Offshore vessels clear deck area 420

        Cargo Overview
        Grain 0 Bale 0 Liquid 0 Gas 0
        TEU 0 TEU 14t 0 Insulated 0

        Compartments

        Tanks

        Hatches

        Capacities

        Specialist

        Cargo Handling Gear

        Ro-Ro (Lanes, Ramps & Doors)

        Towage
        Bollard Pull 94.00t

        Miscellaneous

        Machinery Overview
        2 oil engines reduction geared to screw shafts driving 2 CP propellers Total Power: Mcr 5,002kW (6,800hp), Csr 3,944kW (5,362hp)Max. Speed: 13.50kts, Service Speed: 10.50kts Speed & Consumption: 10.50 knots on 10.90 tonnes per day

        Prime Mover Detail
        Design: Yanmar, Engine Builder: Yanmar Diesel Engine Co Ltd – Japan
        2 x 8N280-EN, 4 Stroke, Single Acting, In-Line (Vertical)
        8 Cy. 280 x 380, Mcr: 2,501 kW (3,400 hp) at 720 rpm

        Auxiliary Engines
        Design: Caterpillar, Engine Builder: Caterpillar
        4 x C18, 4 Stroke 6Cy.
        145 x 183, Mcr: 425 kW

        Boilers

        Auxiliary Generators
        Aux Generator: 3 x 385kW 440V 60Hz a.c.

        Bunkers
        Fuel:Capacity – Yes, But Type Not Known: 0 cu m

        Thrusters
        Thrusters: 1 Tunnel thruster (f) 500kW(680bhp)

        Inspections & Detentions
        Data as reported by Port State Control Authorities
        Authority Status Date Place Name Flag Class Owner
        Tokyo MOU Inspection 2012-07-31 Kholmsk Sea Badger Cyprus Det Norske Veritas
        1 Defect:
        Distress messages: obligations and procedures

        Inspected Certificates
        Data as reported by Port State Control Authorities in last 12 Months

        Safety Management Certificates
        Sequence Current

        Shipname (Reported) Flag (Reported) DOC Company Unknown
        Type Auditor Issuer
        Date of Issue 2013-03-17 Date of Expiry

        Sequence Historical

        Shipname (Reported) Flag (Reported) Cyprus DOC Company Deep Sea Supply Management-SNG
        Type Convention Auditor NV Issuer Det Norske Veritas
        Date of Issue 2011-12-15 Date of Expiry 2016-12-15

        Sequence Historical

        Shipname (Reported) Flag (Reported) DOC Company Unknown
        Type Auditor Issuer
        Date of Issue 2011-06-24 Date of Expiry

        Three Year Event Summary
        Significant Event Last 12 months Between 1 and 2 years ago 2-3 years ago
        Casualties 0 0 0
        Class status changes 0 0 0
        Detentions 0 0 0
        DOC certificates 0 0 0
        Flag changes 0 0 0
        Group Owner changes 0 1 0
        Inspections 0 0 0
        Name changes 0 0 0

        Casualties
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        Crew List

        Photographs
        No Photos Available

        Equasis
        Equasis Logo
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        AIS Position
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        Movements
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        Trading Areas Last 12 Months
        South East Asia

        Callings Visualisation
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        Callings Calendar
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        Berth Calls
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        Fixtures
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        Ship Performance

        This data is brought to you in cooperation with Marine Benchmark.

        Vessel operation analysis

        The data below is for demo purposes only. To view real data you will need to add the Benchmark Module to your subscriptio

    • to com um comentário preso onde digo que essa história do Sea Badger ter vindo pra MB também é quase que uma exclusividade da mídia brasileira. outras notícias falam da venda do Sea Badger que foi posterior e lembram dos outros 3 que foram pra MB. entender que o quarto seguiria o mesmo caminho parece ter sido um “wishful thinking” que de tão desejoso, acabou sendo noticiado como verdade.

      ainda, segundo o marinetraffic, a última localização conhecida do Sea Badger é na Indonésia, e é de 1 dia após a venda (13/4/18).

  8. Ship Name SEA FOX Shiptype Anchor Handling Tug Supply
    IMO/LR No. 9419993 Gross 1,943
    Call Sign 5BCP3 Deadweight 1,905
    MMSI No. 209013000 Year of Build 2011
    Flag Cyprus Status In Service/Commission
    Operator Brazil Govt Marinha do Brasil Shipbuilder ABG Shipyard Ltd

    Ownership
    Group Owner Brazil Govt Address Location Brazil

    Shipmanager Brazil Govt Marinha do Brasil Address Location Brazil

    Operator Brazil Govt Marinha do Brasil Address Location Brazil

    DOC Company Unknown Address Location IMO Company No (DOC)
    Registered Owner Brazil Govt Marinha do Brasil Address Location Brazil IMO Registered Owner No 0153783
    Technical Manager Brazil Govt Marinha do Brasil Address Location Brazil

    Bareboat Owner Address Location

    Commercial History
    Show extended history

    Date Name Flag Group Owner Operator Manager Registered Owner DOC Price
    2017-09 Brazil Govt Brazil Govt Marinha do Brasil Brazil Govt Marinha do Brasil Brazil Govt Marinha do Brasil Unknown $8,000,000
    2017-07 Solship Invest 3 AS
    2013-10 Deep Sea Supply Navegacao Deep Sea Supply Navegacao
    2011-01 SEA FOX Cyprus Deep Sea Supply Plc Deep Sea Supply Plc DESS Cyprus Ltd
    2010-12 Deep Sea Supply Management-SNG
    Originally SEA FOX

    Construction Overview
    Shiptype Anchor Handling Tug Supply Built 2011 GT 1,943 Deadweight 1,905

    Ship Builder
    2011-01 ABG Shipyard Ltd – Surat Yard/hull No.: 271

    Status
    Date Status
    2011-01-10 In Service/Commission
    2010-08-28 Launched
    2009-08-03 Keel Laid
    2004-12-09 On Order/Not Commenced

    Construction Detail
    Statcode5:B21B2OA; Standard design:Seatech P-729; Hull Material:Steel; Hull Connections:Welded; Decks:1 dk

    Service Constraints
    Offshore Industry; Sea, Unspecified

    Alterations & Conversions

    Dimensions
    Length Overall 63.400 Length (BP) 56.530
    Length (Reg) 0.000 Bulbous Bow No
    Breadth Extreme 0.000 Breadth Moulded 15.800
    Draught 5.100 Depth 6.800
    Height 0.000

    Displacement 0 T/CM 0.0

    Tonnages
    Tonnage Type One tonnage, unspecified Tonnage System New System (International 1969)
    Effective Date 2011-01 Effective Date 2011-01
    Gross Tonnage (GT) 1,943 Net Tonnage (NT) 646
    Deadweight (DWT) 1,905 Compensated Gross Tonnage (CGT) 0
    Formula Deadweight 2,681 Light Displacement Tonnage (LDT) 0

    Arrangement

    Sister Ships
    At most, the first fifty sister ships are returned. Click here to return all sister ships into Search Results.

    LRNO Ship Name Status Deadweight GT Built Type Yard No Main Engine
    9420007 KAOUENN IN SERVICE/COMMISSION 1898 1943 2011-03 Anchor Handling Tug Supply 272 8N280-EN
    9420019 SEA BADGER IN SERVICE/COMMISSION 1575 1943 2011-06 Anchor Handling Tug Supply 273 8N280-EN
    9419993 SEA FOX IN SERVICE/COMMISSION 1905 1943 2011-01 Anchor Handling Tug Supply 271 8N280-EN
    9420033 SEA STOAT IN SERVICE/COMMISSION 1923 1943 2011-12 Anchor Handling Tug Supply 275 8N280-EN
    9420021 SEA VIXEN IN SERVICE/COMMISSION 1350 1943 2011-09 Anchor Handling Tug Supply 274 8N280-EN
    9378993 TAG-5 IN SERVICE/COMMISSION 1350 1904 2009-07 Anchor Handling Tug Supply 261 8N280-EN
    9379002 TAG-7 IN SERVICE/COMMISSION 1350 1906 2010-07 Anchor Handling Tug Supply 262 8N280-EV
    9419981 TOPAZ ORYX IN SERVICE/COMMISSION 1575 1943 2010-05 Anchor Handling Tug Supply 270 8N280-EN

    Supplementary Features
    Feature
    Offshore industry
    Fire-fighting Capable
    Anchor handling
    DRILLING MUD/CEMENT TANKS
    DP1
    Field Value
    Fuel Consumption Speed – Current Value 10.50
    Total Fuel Consumption – Current Value 10.90
    Fuel Consumption Speed – Current Value 13.50
    Total Fuel Consumption – Current Value 14.40
    Propeller Manufacturer Caterpillar
    Offshore vessels clear deck area 420

    Cargo Overview
    Grain 0 Bale 0 Liquid 0 Gas 0
    TEU 0 TEU 14t 0 Insulated 0

    Compartments

    Tanks

    Hatches

    Capacities

    Specialist

    Cargo Handling Gear

    Ro-Ro (Lanes, Ramps & Doors)

    Towage
    Bollard Pull 94.00t

    Miscellaneous

    Machinery Overview
    2 oil engines reduction geared to screw shafts driving 2 CP propellers Total Power: Mcr 5,002kW (6,800hp), Csr 3,944kW (5,362hp)Max. Speed: 13.50kts, Service Speed: 10.50kts Speed & Consumption: 10.50 knots on 10.90 tonnes per day

    Prime Mover Detail
    Design: Yanmar, Engine Builder: Yanmar Diesel Engine Co Ltd – Japan
    2 x 8N280-EN, 4 Stroke, Single Acting, In-Line (Vertical)
    8 Cy. 280 x 380, Mcr: 2,501 kW (3,400 hp) at 720 rpm

    Auxiliary Engines
    Design: Caterpillar, Engine Builder: Caterpillar
    3 x C18, 4 Stroke 6Cy.
    145 x 183, Mcr: 425 kW

    Boilers

    Auxiliary Generators
    Aux Generator: 3 x 385kW 440V 60Hz a.c.

    Bunkers
    Fuel:Capacity – Distillate Fuel: 0 cu m

    Thrusters
    Thrusters: 1 Tunnel thruster (f) 500kW(680bhp)

    Inspections & Detentions
    Data as reported by Port State Control Authorities
    Authority Status Date Place Name Flag Class Owner
    Tokyo MOU Inspection 2011-08-03 Vungtau Sea Fox Cyprus Det Norske Veritas
    2 Defects:
    Maintenance and inspections
    Radio log (diary)

    Inspected Certificates
    Data as reported by Port State Control Authorities in last 12 Months

    Safety Management Certificates
    Sequence Current

    Shipname (Reported) Flag (Reported) DOC Company Unknown
    Type Convention Auditor Issuer
    Date of Issue 2017-09-01 Date of Expiry

    Sequence Historical

    Shipname (Reported) Flag (Reported) Cyprus DOC Company Deep Sea Supply Navegacao
    Type Convention Auditor NV Issuer Det Norske Veritas
    Date of Issue 2014-04-22 Date of Expiry 2019-04-22

    Sequence Historical

    Shipname (Reported) Flag (Reported) DOC Company Unknown
    Type Auditor Issuer
    Date of Issue 2014-04-09 Date of Expiry

    Sequence Historical

    Shipname (Reported) Sea Fox Flag (Reported) Cyprus DOC Company Deep Sea Supply Navegacao
    Type Convention Auditor NV Issuer NV
    Date of Issue 2013-10-09 Date of Expiry 2014-04-09

    Sequence Historical

    Shipname (Reported) Flag (Reported) Cyprus DOC Company Deep Sea Supply Management-SNG
    Type Convention Auditor NV Issuer Det Norske Veritas
    Date of Issue 2011-06-11 Date of Expiry 2016-06-11

    Sequence Historical

    Shipname (Reported) Sea Fox Flag (Reported) Cyprus DOC Company Deep Sea Supply Management-SNG
    Type Auditor DNV Issuer DNV
    Date of Issue 2011-01-13 Date of Expiry 2011-07-13

    Three Year Event Summary
    Significant Event Last 12 months Between 1 and 2 years ago 2-3 years ago
    Casualties 0 0 0
    Class status changes 0 0 0
    Detentions 0 0 0
    DOC certificates 1 0 0
    Flag changes 0 0 0
    Group Owner changes 1 1 0
    Inspections 0 0 0
    Name changes 0 0 0

    Casualties
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    Crew List
    Data as of 2017-05-17
    Nationality Total ratings Total Officers Total Crew
    Filipino 1 4 5
    Brazilian 1 0 1

    Photographs
    No Photos Available

  9. Portentoso os bichinhos hein?

    Mearim não era nome de uma canhoneira?

    Curiosidade: Qual o critério que a MB usa atualmente para nomear seus navios? Sei que no tempo do Império ela nomeava as capitânias de acordo com as batalhas. Isso mudou com a República, onde no reequipamento de 1906-10 ela nomeou seus navios capitais com os estados mais ricos (um deles levaria o nome de uma batalha), enquanto as escoltas eram nomeadas com os menos predominantes.

    • Rafael…
      .
      arrisco a escrever que não há critério…como na US Navy…o ex USS Trenton um LPD que foi vendido à India teve seu nome usado em um simples “EPF” um navio de transporte rápido…Indianapolis que foi usado para um SSN classe Los Angeles será um dos próximos “LCSs” e como está faltando nome de Estados para os submarinos classe “Virgínia” eventualmente se vê nomes de pessoas como “John Warner” e “Hyman Rickover”…o terceiro NAe da classe “Gerald Ford” , ex presidente assim como o segundo em construção, “John Kennedy” será chamado “Enterprise” e assim por diante…

      • Valeu, Dalton!

        Uma coisa que observo nos CVN’s norte-americanos é que eles tem em sua maioria levado nomes de ex-presidentes, exceção ao Enterprise

        Quanto ao USS Hyman Rickover, me parece uma escolha lógica, pois foi ele quem esteve à frente do desenvolvimento do USS Nautilus.

        Já os destroyers de maior tonelagem, eu observo que eles colocam o nome de heróis de campanhas navais da independência e da Secessão.

        • Rafa…
          .
          Nimitz, Carl Vinson e John Stennis também fogem à regra de nomes de ex-presidentes para NAes e embora o “Rickover” mereça ter seu nome colocado em um moderno submarino não deixa de fugir à regra de se usar nomes de Estados para à classe “Virgínia”.
          .
          Quanto aos “destroyers” a imensa maioria deles segue e continuará seguindo a tradição de se escolher nomes de marujos e fuzileiros navais dos EUA que se distinguiram em todas as guerras, mas, poucos são da
          guerra da Independência e da Secessão…a maioria é de guerras mais
          recentes que essas.
          .
          Mesmo assim sempre encontram brechas para exceções como o USS Winston Churchill e futuramente o USS Daniel Inouye, nipo americano que recebeu a medalha de honra, mesmo sendo do Exército e tornou-se Senador e o futuro USS Carl Levin, que nunca serviu nas forças armadas, mas, tornou-se um senador bastante envolvido com questões militares e
          há outros.
          abs

    • Conforme vários comentários acima, tudo indica que essa suposta aquisição de um quarto AHTS nunca existiu, entendo que foi uma junção indevida de informações que gerou a matéria. É que em 2017 houve uma primeira informação sobre a homologação do pregão internacional, dos 3 AHTS. Depois, em abril de 2018, houve a contratação (compra) dos mesmos, e essa compra parece ter sido interpretada como uma nova aquisição. Mas ninguém viu no DOU um novo pregão ou uma extensão do pregão para uma quarta unidade (que, aliás, estaria além dos 25% permitidos na lei das licitações, caso seja aplicável a pregão).

    • Caro Bezerra. Você tem razão sobre o quarto navio AHTS, o ‘Sea Badger’. Tem um post de 16 de abril de 2018 assinado pelo Roberto Lopes aqui no PN “Marinha compra um quarto navio AHTS, o ‘Sea Badger’” que menciona o anuncio da venda do quarto barco pela companhia norueguesa. Não parece ser nenhuma confusão. Talvez exsta mesmo o G153.

  10. Dá para colocarmos um Gepard para Nas ?

    Rsrsrs brincadeirinha…..
    Depois do Astros,vale tudoe.

    Sua Magestade o AHTS,
    foi tema no PN.

    Pesquisem….

  11. Esses meios navais deveriam estar sob uma Diretoria de Guarda Costas da MB. Apesar de que a Constituição atribui a função do policiamento marítimo para a Policia Federal, isso, na prática não se materializa. Nessa Diretoria teríamos o pessoal, navios e armamentos direcionados para a função de Guarda Costas. A doutrina de emprego também é importante que seja especializada e concentrada nessas funções.

    • Floriano, bom dia.

      Entendi seu ponto de vista, mas penso que esses navios sendo “Navios de Apoio Oceânico” não se prestam a cumprir tarefas de navios de guarda-costeira.

      São navios para emprego geral na MB, por exemplo, em suprimento das ilhas onde a MB possui bases, podem ser usados como rebocadores de alto-mar e principalmente, não possuem velocidade nem armamento para desempenhar um papel de guarda-costeira.

      Abs.

  12. Concordo plenamente com as observações dos debatedores que defendem armamento até 40 mm. para as patrulhas. Mas, olhando para os cutters da GC da dos EU. temos mais “dentes” e preparo para receber outros armamentos. Acontece que num conflito maior, esses barcos poderão ser requisitados para tarefas de combate. Na batalha do Atlântico até navios mercantes foram artilhados como cruzadores auxiliares. Parece que o custo não fica elevado para incluir alguns reparos de reserva, para armamentos adicionais, para quando e se …..

  13. Não são barcos fáceis de se conduzir, principalmente se houver variação de carga elétrica constante… os barcos não possuem geradores de eixo mas 4 MCAs que dependendo da demanda de carga (Máquina de Rebowue por exemplo) devem demandar os 4 na linha… para tanto e fundamental que o Power Management System, que tem software indiano – sim indiano – funcione a contento… o Bow e o Stern Thruster são fracos para manutenção dos barcos em DP e não raro desarmam… desta forma a MB deve atentar para a manutenção de todo o sistema elétrico e que estes barcos prestem um excelente serviço a nosso país!

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