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A reconstrução da frota de escoltas da Marinha do Brasil

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Escoltas da Marinha do Brasil em manobras táticas
Escoltas da Marinha do Brasil em manobras táticas

Recuperação da capacidade de combate será difícil se for feita somente à base de navios novos

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

Nos últimos 20 anos – e, em especial, na metade final dos anos de 1990 –, cinco diferentes prioridades passaram à frente da necessidade de modernização da frota de escoltas da Marinha do Brasil (MB).

Os chefes navais julgaram mais importante providenciar (1) a renovação da Força de Submarinos da Esquadra por meio da inovadora classe francesa (Scorpène), (2) o desenvolvimento da planta de propulsão nuclear do Álvaro Alberto, primeiro submarino com esse tipo de propulsão na MB, (3) a construção de um complexo naval militar único no Atlântico Sul (por suas dimensões e recursos tecnológicos)localizado em Itaguaí-RJ, (4) a reforma do porta-aviões São Paulo de forma a que ele pudesse ser mantido em atividade até a década de 2030, e (5) a aquisição dos meios aéreos de apoio que o São Paulo iria requerer,

Enquanto eram implementados, tais projetos acabaram absorvendo os recursos que poderiam ser aplicados em algumas compras de oportunidade. Aquisições que poderiam ter evitado (ou, ao menos, retardado) o grave conjunto de restrições operacionais que domina, hoje, os dois esquadrões de escoltas da MB – tanto na propulsão, quanto na obsolescência de sensores e dos sistemas de armas.

HMS Cumberland, Type 22 Batch 3
HMS Cumberland, Type 22 Batch 3

Perdas de oportunidade – Nesse caudal de chances que passou pelo Almirantado brasileiro foram-se, por exemplo, as fragatas Type 22 Batch 3 da Marinha Real Britânica – batizadas Cornwall, Cumberland, Campbeltown e Chatham. Navios de 5.300 toneladas construídos na metade final dos anos de 1980, e cujo projeto incorporava as lições aprendidas pelos britânicos na Guerra das Malvinas em relação a design, à otimização do armamento, e às demandas por mísseis e peças de artilharia mais eficazes (como a substituição do míssil mar-mar francês Exocet pelo americano Harpoon, e a adoção de um canhão de proa de 114 mm, o que capacitava essas embarcações a realizar missões de apoio de fogo naval).

Nesse rio de oportunidades perdidas ficaram para trás também as oito fragatas leves das classes M e L, disponibilizadas pela Marinha da Holanda.

Os dois navios L, classe “Jacob van Heemskerck”, produzidos na mesma época que as Tipo 22 do lote 3, nunca chegaram a entusiasmar a MB, em razão do projeto (muito criticado no âmbito da própria Organização do Tratado do Atlântico Norte) que suprimira o convoo à ré – e, consequentemente, o hangar para helicóptero –, para permitir a instalação de um lançador de mísseis Mk.13, para mísseis antiaéreos Standard SM-1 de defesa de área.

HNLMS Jacob van Heemskerck F812
HNLMS Jacob van Heemskerck F812

Trinta anos atrás, os militares brasileiros davam preferência não às fragatas “dedicadas”, como o modelo van Heemskerck, de Defesa Antiaérea, e sim aos escoltas multifunção.

O PROSUPER (Programa de Obtenção de Meios de Superfície) e suas “fragatonas” de 6.000 toneladas poderia colaborar para mudar essa situação na Força Naval brasileira, mas esse plano foi congelado, e o que restou aos oficiais defensores de navios “dedicados” foi só um resfriado mesmo…

Almirante Blanco Encalada (FF-15)
Almirante Blanco Encalada (FF-15), classe Karel Doorman

Chile – As sete fragatas de emprego geral classe Karel Doorman também foram desprezadas pela MB, e acabaram encaminhadas às Marinhas da Bélgica, do Chile e de Portugal.

Entre o fim da década de 1990 e o início dos anos de 2000, os almirantes chilenos definiram uma política de renovação de meios para a sua Esquadra: unidades de construção em seu território (nas instalações dos Astilleros y Maestranzas de la Armada) somente as de patrulha oceânica do tipo Fässmer, de 1.800 toneladas de deslocamento e projeto alemão. O resto da Esquadra de alto mar chilena seria formado por meio das chamadas “compras de oportunidade”.

Na Marinha do Brasil o assunto divide opiniões.

Muitos oficiais lembram que a realidade da Força é essa, de manter suas flotilhas de escoltas à base de compras de navios usados. E argumentam que o estratagema terá que ser usado por muito tempo ainda, porque a alternativa de construir fragatas e destróieres em estaleiros nacionais é caríssima, e demandaria a existência de uma Política de Defesa de longo prazo, prestigiada tanto pelo Executivo, como pelo Legislativo.

Mas há, também, na Marinha, diversos oficiais que não gostam dessas aquisições de escoltas “de ocasião”, por conta de um convencimento: o de que esses navios não devem resultar de projetos concebidos sob requisitos de outras marinhas, ou seja, estranhos à Doutrina Naval Brasileira.

Para essas vozes, os escoltas precisam ser barcos que, em suas características básicas (de propulsão, estabilidade, habitabilidade e capacidade de sobrevivência) se encaixem, à perfeição, nas demandas delineadas pelo Estado-Maior da Armada e pelo Comando de Operações Navais.

O Chile é um exemplo a ser seguido?

Talvez não.

Cada marinha tem a sua rotina funcional e, sobretudo, os seus próprios requisitos operacionais.

Um país de dimensões continentais como o Brasil, possuidor de dezenas de estaleiros de bom porte (ou, no mínimo, bom potencial), como o Brasil, tem o dever de – exibindo postura responsável – habilitar ao menos alguns desses parques industriais às suas necessidades de Defesa.

Escoltas da Armada Chilena em manobras
Escoltas da Armada Chilena: fragatas Type 23 e classes Jacob van Heemskerck e Karel Doorman

Lista – A questão agora é saber como os almirantes brasileiros vão se comportar diante das classes de escoltas que serão disponibilizadas nos próximos cinco ou seis anos.

Poder Naval relacionou para os seus leitores cinco classes de navios de escolta que, no decorrer dos anos de 2020, serão desmobilizados em seus países de origem:

HMS Lancaster, Type 23

Duke Tipo 23 britânica – Fragatas de 133 m de comprimento e quase 5.000 (4.900) toneladas de deslocamento à plena carga, em uso desde 1991. A Armada chilena opera três dessas embarcações. As 13 restantes vêm recebendo sucessivas atualizações em seu armamento, e só começarão a dar baixa em 2023, mas essa é uma informação que ainda carece de confirmação pela Marinha Real Britânica.

HMCS Regina (FFH 334), classe Halifax
HMCS Regina (FFH 334), classe Halifax

Halifax canadense – Fragatas de patrulha multi-missão. De bom porte (134,1 m de comprimento e 4.770 toneladas de deslocamento), foram fabricadas entre o fim dos anos de 1980 e o início da década de 1990. Têm capacidade de transportar um helicóptero pesado. Estão na mira das Marinhas do Brasil e do Chile.

A modernização dessa classe foi completada em abril de 2016, e não se espera que, em razão das atuais dificuldades da Esquadra do Canadá, suas unidades estejam disponíveis para outras forças navais antes da segunda metade dos anos de 2020.

HMAS Warramunga (FFH 152)
HMAS Warramunga (FFH 152), classe Anzac, baseada na Meko 200PN de Portugal

Meko 200 australianas – Menores (109 m de comprimento de casco) e mais leves (3.600 toneladas a plena carga) que as Halifax, mas também mais modernas que as unidades canadenses. Foram submetidas a um amplo e bem avaliado programa de modernização dos seus sensores e sistemas de armas. Apesar de serem considerados meios muito bons na atualidade, há dúvidas sobre o interesse da indústria alemã em garantir-lhes manutenção no futuro.

A expectativa é de que comecem a ser disponibilizadas para outras marinhas a partir de 2024.

Brandenburg
Brandenburg

Tipo 123 alemã – A famosa classe Brandenburg, de 138,85 m de comprimento de casco e 4.490 toneladas de deslocamento (carregada), foi construída entre 1992 e 1995. Seus quatro navios têm entre 22 e 24 anos de uso, e vêm sendo modernizados. A previsão é de sejam desmobilizados somente a partir do fim da próxima década.

JS Murasame DD-101
JS Murasame DD-101

Murasame japonesa – Navios classificados como destróieres, de 151 m de comprimento e 6.100 toneladas (carregados), quase todos batizados com os nomes de destróieres japoneses da época da 2ª Guerra Mundial. Foram construídos entre os anos de 1993 e 2000. Na chamada Força de Autodefesa Marítima do Japão ganharam, durante sucessivas reformas, eletrônica de última geração e avançados sistemas de mísseis. Os primeiros devem ser retirados do serviço ativo no final da próxima década.

Um aspecto comum a todas essas classes de navios é a ausência de um projeto – nas décadas de 1980 e 1990 – preocupado, na origem, com a furtividade.

Apenas a classe Murasame recebeu adaptações de stealth technology, como forma a reduzir a sua assinatura nos radares de potenciais inimigos.

Oito dos nove Murasame em manobras
Oito dos nove Murasame em operação simultânea

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  1. Muito se fala aqui no Blog sobre as Type 23 britânicas para compra de oportunidade. Ocorre que das 13 unidades em operação, justamente as duas mais velhas que logicamente serão primeiramente desincorporadas da RN e postas a venda, são as únicas que não tiveram a sua propulsão atualizada , dentro de um programa de atualização de maquinas e sensores feito pela RN para esta classe.

  2. acho que as type 23 seriam as mais próximas da nossa realidade, a RN gosta da MB e a MB gosta da RN, então é só juntar a fome com a vontade de comer.

    • Não sei de onde o povo tirou essa informação que as marinhas de Brasil e Inglaterra se gostam. Tsss
      Elas se toleram dentro de uma bolha de vassalagem por parte do Brasil.
      Os ingleses são donos do Atlântico Sul e é do interesses dele manter o gigante adormecidos.
      Por isso vive presenteando o gigante vira-latas com ótimas sobras.

      • Os ” ingleses ” não são donos do Atlântico Sul…eles são donos das Falklands e as forças que estão lá garantem que os argentinos não tentarão uma nova invasão,
        apenas isso.
        .
        Ser “dono” exigiria que a Royal Navy fosse muito maior do que é hoje, ao invés de
        por exemplo, contar com apenas 6 submarinos de ataque, metade dos quais está normalmente indisponível e os demais ocupados com o Atlântico Norte e o Mediterrâneo da mesma forma que seus equivalentes da US Navy.
        .
        E também não ajuda o envio de um solitário combatente de superfície…às vezes, para dar um olá e seguir viagem até à África.

        • Dalton,

          Somente em acréscimo – já que você corretamente citou apenas 6 subs de ataque da RN atualmente -, vale lembrar que o HMS Audacious tem previsão de entrada em serviço no presente ano e o total da classe Astute será de 7 unidades (o que, todavia, faz pouca diferença no quesito disponilidade, a ponto de ter uma unidade disponível para o Atlântico Sul)

          • A RN tem dois “Porta-Aviões” fixos no meio do Atlântico, Santa Helena e Ascenção, sendo que esta está em constante prontidão. Ilhas que, junto com Tristão da Cunha, eram portuguesas e por consequência deveriam ser nossas, por sinal.

            Mas não conseguimos nem manter a posse de Santa Cruz, atual Bolívia, na Guerra da Independência, quanto mais as ilhas mais distantes. Nos resta esperar outra Tatcher da vida e não cairmos no mesmo erro dos argentinos.

            Quanto às fragatas, é certo que as Type 23 estarão depenadas e não temos armamento para preenche-las novamente sem obras grandes, enormes, nível Ukrayina.

            Quanto às escoltas, minha preferência é pelos destróieres japoneses e, depois, das Meko 200 australianas. Comprar todos de ambas seria fenomenal. Juro que não compreendo o interesse nas Halifax com pouco dinheiro e as outras opções tinindo por mais versáteis que sejam, acho que o almirantado ainda não leu a PEC 55.

            O ponto negativo em todas é a questão de todas rondarem os trinta anos de uso ou mais no descomissionamento, o que limita muito o uso subsequente e é sinônimo de mais manutenção em navio velho.

            Mas vamos ver.

      • Desculpa mas o senhor esta equivocado, o dono do atlântico Sul, Norte, pacifico, e todo o resto se chama Estados Unidos da America com toda a sua colossal frota de Porta aviões. Inglaterra não é nada.

        O Ocean foi oferecido á MB por conveniência por sermos um país neutro, se a MB deixasse passar iria para Turquia, e não foi presente foi comprado sob muito protesto dos ingleses.

        Então essa sua teoria conspiratória de complexo de vira lata cai por terra, não se sustenta.

  3. É mais econômico para a MB homogenizar a frota, logo isso, quer dizer que mesmo se o Consórcio Águas Azuis ganhar a MB tentará compras as Type 123 e MEKO 200 Australianas ou a MB pode tentar compra as Murasame que são mais novas e podem ser operadas por mais tempo que a alemãs e australianas…

    • São 9 Murasame que poderiam ser a espinha dorsal da MB até 2030 com folga, eu já tinha levantado essa possibilidade anteriormente e escrito uma carta ao comando da MB, com um boa negociação poderíamos arrematar todas as unidades, seria o ideal e cairia como uma luva para a MB com as almejadas 6.000 toneladas . ainda acho difícil por questões que todos sabemos bem, mas na minha visão seria a compra ideal .

  4. As Type 23 viriam desdentada, a RN quer reutilizar o máximo possível de equipamentos delas nos novos navios; apesar que eles podem nos vender os navios completos para amarrar a MB no Artisan, criando um cliente.

    As Brandemburgo parecem ser bem interessantes, mas elas só serão desativadas na segunda metade da próxima década, será que não estarão surradas demais até lá ?

    Para a reconstrução da frota, acho que a MB deveria ficar em fazer dois lotes das Tamandaré nesta década e pensar em fragatas maiores a partir de 2030, podendo inclusive projetar uma classe que lhe atenda junto ao vencedor da concorrência Tamandaré, tentando gerar padronização construtiva. Um casco único para abranger tanto fragatas AAW quanto ASW/EG entre 4.000 a 5.000 tons vazia.

    • Sob a sua visão, penso logo nas Sigma 10514 da Damen agora e as Crossover Combatant 131 depois. Tudo com parceria com o Wilson and Sons aqui no Brasil.

      • Sim, também pensei nisso. O crossover como fragatas ASW/EG e, aí sim algo dedicado para AAW, numa parceria de longo prazo com a Damen. Eles têm em portifólio navios de apoio logístico, opv, etc….
        Um acordo onde se detalharia o crossover aqui, ensinando o pessoal do CPN a fazer isso e depois prestando consultoria para o desenvolvimento da fragata para AAW. Construindo em blocos, envolvendo mais dois (ou três) estaleiros na construção dos blocos e a montagem final e integração de sistemas e armas no AMRJ.
        Penso que este seria um bom caminho a seguir.

    • Também creio que o caminho a seguir para o ProSuper é de fragatas leves, e uma desses seria boa para Damen também, pois tem essa lacuna no seu portifólio.

    • É uma ideia que realmente faz mais sentido que tentar navios bem desgastados. Acrescenta-se 15% a mais sobre os números de comprimento e boca da 10514 da Damen e teremos uma fragata de 120 m por 16 m de boca e um deslocamento bem maior, acima de 4.000 ton. Com a modularidade do processo no WS, ficaria mais fácil construí-las. Daí, um aumento no número de armas. Eu apostaria no dobro de mísseis CAM num emprego geral e pelo menos 16 Barak 8 com radar AFAR israelense num AAW ou mesmo apenas manter os CAM em 24 ou 32 células, mas com um radar FAR para suportar futura função AAW. Tudo dependeria do arranjo na proa. Depois de 8 10514, acho que umas 3 ou 4 12016 seriam interessantes.

  5. Algo me diz que todas essas opções postadas na matéria ainda vão demorar um longo tempo para serem retiradas de serviço, os projetos de fragatas novos estão mais complexos e caros, vide o programa Australiano e Canadense, este último o ganhador nem foi escolhido ainda. A execução de tais projetos também esta mais demorada pelas exigências de transferência de tecnologia, pela exigência de fabricar tais navios em solo do país comprador e para piorar, com a exigência de conteúdo local. A consequência de todas essas exigências, é o atraso na incorporação desses meios novos na suas respectivas forças navais e a manutenção dos meios antigos por um tempo bem maior do que o planejado. Nada me tira da cabeça que o projeto das Type 26 vai ser mais demorado e mais caro do que se esta projetando

  6. Fico entre os Brandenburg e as Type 23, mas os grandões japoneses tbm são bem interessantes porém acredito serem menos possíveis de aquisição .

  7. Imagino que serão escoltas com uns 15 anos de disponibilidade, ai dará tempo para planejar a renovação da frota.
    Acho que uma dificuldade será a quantidade da mesma classe disponível para compra.
    Um navio com mais de 32 anos de uso , tem que ter uma segurança de peças de reposição para manter a disponibilidade.

  8. Sinceramente, se é para um país como o Brasil comprar cascos latas velhas com mais de 20 anos de uso é melhor fechar o parque industrial e a Marinha. Alguns podem argumentar que tais meios passaram por atualizações e etc, mas sempre serão latas velhas com mais de 20 anos e com projetos até mesmo estruturais defasados e muitas vezes, algumas destas atualizações são removidas. Se a Marinha quer ter meios navais eficientes e condizentes com suas necessidades, precisa parar de improvisar e partir para duros cortes de pessoal em todos os níveis. Alem é claro de cobrar do congresso e executivo o que de fato é necessário. Não basta ter navios, tem de operar e realizar missões continuamente dentro do que é recomendável.

  9. Partindo do princípio de que a crise orçamentária durará muitos e muitos anos, vejo duas grandes vantagens nas Type 23:
    – virão bem desdentadas, ou seja, seu preço deverá ser bem barato, permitindo que aos poucos, a MB faça a reforma de propulsores e integre os armamentos e sensores, diferindo a despesa no tempo;
    – são 13, na cadência de uma por ano, ou seja, permitirão escolhas ao longo do tempo (a partir de 2023, se a Type 31 decolar), padronização e terão manutenção garantida por muito tempo, pois as mais novas continuarão operando na RN até meados de 30 ou além.
    Quanto ao casco surrado, creio que não será o grande problema, já estamos acostumados, além disso não haverá opções de naves menos surradas.
    Quanto às japonesas, em algum momento falou-se que o Japão não pode vender material bélico, isso procede??
    E quanto a construir fragatas no país, a conjuntura econômica nacional indica ser inviável antes de 2025, até lá, se muito, conseguiremos uma corveta a cada 3 ou 4 anos.

  10. Nossa. Navios com mais ou menos 30 anos de uso.
    Os navios britânicos podem vir com equipamentos a menos, isso influenciaria no preço, mas é uma negociação de ambos os lados.
    O navio alemão, australiano e japonês me enxeram os olhos.
    Tem estimativa para alguns navios descomissionados ainda nessa década?

  11. “Mas há, também, na Marinha, diversos oficiais que não gostam dessas aquisições de escoltas “de ocasião”, por conta de um convencimento: o de que esses navios não devem resultar de projetos concebidos sob requisitos de outras marinhas, ou seja, estranhos à Doutrina Naval Brasileira.

    Para essas vozes, os escoltas precisam ser barcos que, em suas características básicas (de propulsão, estabilidade, habitabilidade e capacidade de sobrevivência) se encaixem, à perfeição, nas demandas delineadas pelo Estado-Maior da Armada e pelo Comando de Operações Navais.”
    .
    Uma família de navios, modular, capaz de equipar os dois Esquadrões de Escolta, sendo projetada para atender as necessidades da NOSSA Marinha, padronizando toda logística e treinamentos. É isso que falta. É isso que se precisa. Não é o que está sendo feito…

    • Finalmente uma opinião que eu posso concordar plenamente, também acho que temos que ter um família de navios novos com as nossas características e necessidades pois como sempre se diz “a melhor marca de veículo é o novo” sem falar que o custo de manter e gasto de combustível é sempre menor que estas mais velhas, então de certa forma comprar o novo é economizar.

      • É o ideal, mas entre o ideal e o possível há milhas náuticas de distância.

        No caso, podemos contar com certeza de que além das Tamandaré, ainda que venham o possível segundo lote e o quase impossível terceiro lote, haverá compra de oportunidade de ao menos uma dessas classes citadas na matéria.

        Se vier a Type 31 na Tamandaré, dá para manter todas as escoltas leves nesse modelo enquanto as escoltas pesadas viriam da compra de oportunidade, padronizando os suprimentos para apenas as duas classes. Até porque é impossível padronizar todas as escoltas da MB em uma única classe. Se houvesse dinheiro dava para fazer um projeto modular que usaria as mesmas peças dos navios mais leves aos mais pesados diferenciando apenas na potência e quantidade dos motores, medidas e quantidade de equipamento, mas não há dinheiro. Não enquanto o Prosub durar e não concluírem o ProNAe.

  12. “…demandas por mísseis e peças de artilharia mais eficazes (como a substituição do míssil mar-mar francês Exocet pelo americano Harpoon….”

    Esse trecho me chamou atenção.
    Não sabia que que Harpoon era msis eficaz que o Exocet, mesmo com alcance menor…

    Alguém poderia comentar mais?

    • Vicente,

      O Harpoon, em suas diferentes variantes, possui alcance que varia de 50 a 150 Milhas, a 850km/h.

      O Exocet por sua vez, possui um alcance de 70 km a 1.100 km/h

    • Os Exocet das Type 22 batch 1 e 2 são de uma versão mais antiga e menos capaz, o MM40 block I. O Exocet block III e o Harpoon block II tem capacidades semelhantes.

  13. Recuperar a capacidade de combate. Voltar aos anos 1990.

    Nenhum meio de oportunidade citado estará disponível antes de 2025. Todos, provavelmente, à partir da década de 2030. E não se sabe como estarão daqui a 20 ou 23 anos.

    Essa será a necessidade em 2035? Quando a MB olha para o futuro e manifesta uma preocupação de voltar a ter o que pensava que tinha – capacidade de combate, recursos para sustentar uma guerra oceânica, nos anos 1990, ela está sendo efetiva?

    Culpa do Prosub. Culpa de Itaguai. Por conta desses projetos não houve renovação. Bom…a aritmética não falha. Não dá pra culpar nada nem ninguém se a opção foi não fazer. Ainda tem os estaleiros quebrados, as Tamandarés e o fantasma do novo PAEMB. E renovar, manter, modernizar, pintar, o que se têm.

    Sem falar que esses navios da matéria com mastros, cabos, fios, canos, cantos, antenas, caixas, não tem nada, absolutamente nada de furtivos. Para a décadas de 2030 a 2050 iremos operar isso? Pra chorar que as escoltas são e estão desatualizadas, precisam de modernização, não há boa vontade dos estaleiros que produziram, não tem orçamento…tudo de novo?

    Não dá pra passar a régua? Se a MB olha o futuro de 2035 com escoltas de 1990, parece conformada. Uma marinha cansada. É mais fácil empurrar água que levar caturro de orçamento. A vida é dura.

    15 anos. Dá tempo. O país não vai parar nem vai ficar pior se o gasto com defesa subir pra 2,5% do PIB. Já foi mais de 4% e ninguém morreu por conta disso. Há um novo ciclo nas marinhas com gastos de 2,5% dos PIBs, furtividade, defesa de recursos naturais, renovação e modernização, proteção das faixas litorâneas. Os estaleiros pressionam os governos. Pra vender 4 corvetas tem 9 na fila no Brasil.

    A China está ocupando o lugar dos impérios europeus na África. E na Ásia. Em breve serão nossos vizinhos. Não nos acertamos com os americanos…sempre dependente da filosofia, da fisiologia e da carestia do nosso presidente. Se não dá pra confiar em lado nenhum, ficamos com o nosso.

    O que tiver que ser feito – escoltas de 25 anos pra empurrar água mais 20 ou desafiar executivo e legislativo com projetos e planos gastando 2,5% do PIB, deverá ser consensual na MB já. Com metade dos Almirantes pensando de um jeito e a outra metade pensando de outro…daqui a 10 ou 15 anos ainda estaremos dando palpite e criticando sobre os mesmos assuntos.

    Mudança precisa de patrocinador e motivos. Tem presidente novo chegando. Quando banco faz reunião de diretoria até mesa perde o pé. Chute na porta e soco na cara…música do Matanza. Vale tudo pra conseguir um dinheirinho.

    Mas essa MB precisa de um padrão.

    • Como assim meu caro Esteves?

      “O país não vai parar nem vai ficar pior se o gasto com defesa subir pra 2,5% do PIB. Já foi mais de 4% e ninguém morreu por conta disso”

      Se hoje não gastamos nem 2,5% do orçamento, imagine o salto que não seria gastar 2,5% do PIB. Apesar de uma mudança assim fazer muito bem às Forças Armadas, esse dinheiro estaria saindo de alguma outra área… acho que isso causaria muita paralisia ou morte sim

      Esse dinheiro tem que sair de algum lugar. Se tirar da saúde,

      • Sem falar que há o grande problema de que o dinheiro não chega aonde deveria. Dizem que mais de 80% do orçamento é para pagar salários e pensões. Se for verdade, a mudança tem que começar internamente e baixar isso para uns 50-60% do orçamento.

      • Sai de onde sai tudo. Compensações financeiras do petróleo e royalties. O problema é arrumar dólares. Pra isso pode emitir títulos no Tesouro.

        Os 25 bilhões da Copa de 2014 sumiram. Ninguém pagou os bancos públicos. 25 bilhões para a defesa faz uma baita diferença. E ninguém reclama como ninguém reclamou dos 25 bi da Copa.

        É caixa único. Emite moeda, transfere dólares para a defesa das contas de exportações.

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        COMENTÁRIO EDITADO. POLÍTICA PARTIDÁRIA NÃO É O TEMA DA MATÉRIA NEM DESTE SITE. LEIA AS REGRAS DO BLOG.

        https://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

    • Não adianta socar mais dinheiro no ralo sem fundo das Forças Armadas. Nem quando se gastava 4% do PIB tínhamos esquadra respeitável. A última vez que tivemos uma esquadra importante no cenário Internacional foi na década de 1910, quando tínhamos os remanescentes do Império e a esquadra nova na qual os presidentes investiram o dinheiro gordo vindo do café.

      Como já disseram acima, as Forças Armadas precisam ser mais eficientes. Ainda estamos no Top 10 de orçamentos militares do Mundo, junto a países que adotaram sua sugestão e sofrem horrores internamente por isso como a Rússia e a Coreia do Norte, e junto a países como a Inglaterra e Japão cujas outrora imensas Marinhas, que já foram consecutiva e respectivamente as maiores do mundo, deram lugar a forças relativamente pequenas, mas muito eficientes e poderosas.

      Mas nossa questão atual não é escolher entre o caminho da Rússia e o caminho da Inglaterra, mas sim conseguir ter meios para seguir algum caminho, qualquer que seja.

    • “Já foi mais de 4% e ninguém morreu por conta disso.”

      Ah claro, ninguém morre, literalmente, diminuindo os orçamentos de saúde e segurança pública né? E ninguém perde emprego aumentando imposto também, certo?

      É cada uma…

      • Foi de 4% e encima os hospitais funcionavam, não como passa agora.
        Também não existia a violencia de hoje.

        E isso não sucedia por causa de nenhum tipo de milagre, tinhamos apenas 12 ministerios e infinitamente menos corrupção

        É cada uma que a gente escuta dessa gente que não viveu os 60 e os 70 e pensa que o Brasil era esse lixo de agora.

  14. Aqueles que administram a coisa publica, se concentraram em gastar tudo para a construção de um submarino nuclear e ainda em modernizar um porta aviões de 50 anos, esquecendo a esquadra que é fundamental (pelo menos é assim nos outros países), literalmente deixando a esquadra cair aos pedaços nestes 30 anos….. Realmente é uma administração diferente do que seria aprendido nas universidades…….Ou seria uma nova maneira de ver o significado de poder naval…..

    • Marcelo,

      Qual porta aviões de 50 anos que está recebendo dinheiro público ou privado para modernização ou qualquer outro tipo de coisa ?

    • Um submarino é muito mais capaz de afugentar e negar o uso do oceano que um meio de superfície, como um desses navios, não tem comparação.
      A Marinha age corretamente no programa PROSUB, são cinco naves moderníssimas, uma delas de propulsão nuclear.
      Atente que o SNBR não é apenas o submarino em si, que já é uma arma altamente temida, faz parte de algo maior, um programa nuclear em si mesmo, não quero me alongar, mas a MB não está apenas construindo um submarino de propulsão nuclear, é um programa maior e mais importante para o país, no que diz respeito exatamente a defesa.
      já temos os 209, com a incorporação dos Scorpenes o país ganha enorme capacidade de defesa do seu litoral.
      Os submarinos nucleares britânicos deixaram toda a Marinha argentina no porto sem poder sair, note o que este meio de combate é capaz de fazer.
      Em 1982 o Porta Aviões 25 de maio já estava próximo da frota inglesa, ou ao menos parte dela, já estava ao alcance dos A-4, havia até um planejamento ou algo assim, tipo, de uns 12 A-4 que seriam despachados para um ataque, apenas 4 retornariam sãos, ocorre que se apenas 4 conseguissem atingir seu objetivo, destruindo ou tirando de combate um dos porta aviões ingleses, talvez a guerra tivesse terminado antes de começar. E o que impediu o 25 de maio de prosseguir e despachar seus A-4, em um ataque bem sucedido ou não??? foram os submarinos britânicos, o 25 de maio que já se preparava para realizar uma investida foi informado de que o Cruzador General Belgrano havia sido atacado e destruído, como diria o comentarista Bosco, por um “ataque torpédico” desferido por um sub nuclear inglês.
      O ARA 25 de maio voltou na mesma hora para o porto, e de lá não saiu mais, nem ele ou qualquer outro navio argentino.
      Então me parece correta o programa de construção dos Scorpenes, incluindo um de propulsão nuclear, que se insere em algo maior.
      Um meio de superfície tem muitas utilidades, mas numa real, seria mais vulnerável que um submarino.
      Sou favorável a abordagem da Marinha, construção local, compra de oportunidade só se forem muito compensatórias, como no caso do Siroco e do Ocean.
      Neste caso é melhor esperar e fazer um esforço maior e ter um meio mais moderno, e outra coisa, não se pode fazer tudo ao mesmo tempo.

      • Silvano…

        O ataque do ’25 de Mayo’ somente não ocorreu por… falta de vento…

        É bem verdade que o afundamento do ‘ARA Belgrano’ virtualmente confinou a Armada nos portos. Mas também é uma verdade que antes disso houveram ocasiões em que os argentinos tinham a vantagem. E uma dessas ocorreu pouco antes da FT britânica chegar na área de operações.

        Nessa ocasião específica de que falo, os argentinos tinham vantagem por saberem a posição da FT britânica, descoberta pelos ‘Tracker’ e pelo 707 da FAA. Contudo, condições climáticas absolutamente anormais impediram que houvesse vento relativo para permitir a operação com os ‘Skyhawk’ carregados.

      • Desculpe Silvano, mas aí há um erro mais grosseiro que conta de padeiro.

        Nessa sua estratagema de “dois tipos de navios, submarinos e alvos”, não se conta outro fator: negação do uso do mar não é hegemonia marítima e muito menos afeta de qualquer forma a superioridade aérea.

        Hoje temos aviões e helicópteros podendo lançar torpedos e cargas de profundidade com raios de combate muito maiores do que o alcance dos mísseis e torpedos do submarino, temos sonares potentes e varredura eletromagnética para determinar a posição do submarino e temos vários outros avanços na guerra anti-submarino. A própria MB, com um Porta-Aviões e meia dúzia de corvetas, fez uma força-tarefa especializada em fazer qualquer submarino pensar duas vezes antes de entrar nas nossas águas.

        Não estamos mais em 1982. Mais impprtante que a negação do uso do mar é a hegemonia (não lembro se é esse mesmo o termo, se alguém puder corrigir agradeço) marítima, e tão imporyante quanto a hegemonia marítima é a superioridade aérea. Acima da linha da água, o submarino pode muito bem virar alvo.

        • Em tempo, um Porta-Aviões e meia dúzia de fragatas.

          Embora as Niterói sejam tão mal armadas a ponto de estarem mais para corvetonas que para fragatas. Projeto velho.

    • Prosub. 6,8 bilhões de euros, em torno de R$ 26 bilhões. Construção do estaleiro e da base naval em Itaguaí, produção dos 4 submarinos convencionais + 1 com propulsão nuclear.

      Foram uns 22. Quase metade foi/é transferido para a França. Esse é o preço do não desenvolvimento e do atraso tecnológico: dependência até para comprar um motor elétrico.

      Falta acabar Itaguaí, o Riachuelo, avançar nos outros 3 subs e começar o Alvaro Alberto. A grana, claro, não vai dar.

      25 bilhões. Coincidentemente é o mesmo valor que o Poder Naval publicou para os gastos da Copa de 2014. Aquela que derrubou 2 presidentes da CBF. E o Maracanã já foi reparado/consertado/reformado outras 2 vezes antes da recente reabertura.

  15. Excelente matéria. Bem pertinente. Quando se trata de planejamento somos realmente muito competentes, pena que os políticos em nosso país são muito amadores. Os tópicos (1), (2) e (3) já estão em andamento, porém os (4) e (5) precisaram de ajustes. A RN tem por opção suportar os custos, tempo e contra-tempos de construção para utilizar estes meios por 15 anos e depois vende-los às nações amigas. Nós preferimos comprar estes meios já testados e depreciados por preços também depreciados. Tudo tem seu lado bom e ruim: A primeira opção custa caro, porém gera empregos, paga impostos e ficamos com o meio quase 100% disponível ao longo destes 15 anos. Comprando pronto, testado e depreciado, a princípio não custa caro, porém não geramos empregos nem impostos, o custo de aquisição fica todo com o outro país e a disponibilidade passa a ser uma incógnita. Isto quando o meio não dá baixa logo. Na minha opinião, poderíamos fazer um mix dos dois modelos: a construção em território nacional de uma série curta (como as 4 Tamandarés) e repassá-las após 15-20 anos para uma 2ª ou 3ª esquadra menos importante, ou até mesmo como meio distrital. Este fluxo teria que ser contínuo.

  16. ProSub? Você acha que eles não fazem um estudo sobre o custo-beneficio?
    O complexo de Itaguaí é importantíssimo. Ali ficara o que mais de valioso a MB vai possuir. Um complexo moderno e inteligente que diminuira o tempo de manutenção dos nossos subs e de outros países($$$).
    O ProSub é o projeto mais importante das Forças Armadas. O Brasil poderá ter a capacidade de construir um submarino nuclear. Além dos convencionais. O Brasil necessita de uma força para dissuasão e uma força de submarinos coloca medo em qualquer marinha estrangeira.
    ProSuper vai ter que sair na próxima década. O projeto das Tamandaré terá um “pause”(acho).

    Concordo e muito com o Bardini sobre a construção modular. Isso é bem obvio.

  17. Perfeito seu comentário, Marcelo R, hoje a situação é a que é, mais por decisões equivocadas de comandos anteriores da própria MB, do que por “culpa duspulicu”.
    Para os “viajantes do mundo maravilhoso do faz de conta” que apregoam aumento percentual de gastos com defesa, a máquina de fabricar dinheiro sem lastro funciona, mas tal conta é paga por todos nós sob a forma de inflação. Tem muita, mas muiiiiiiiita coisa para enxugar, refazer o PPA redefinindo rubricas orçamentárias de forma equilibrada, priorizando a operação e a manutenção, sem devaneios.

    • Concordo, navios japoneses sempre foram meus favoritos. Entretanto eu creio que são de classe e capacidades superiores.

      Eu creio que compor a espinha dorsal com as 23 (6 unidades), Tamandaré (mínimo 6 unidades), e 2 Murasames classificados como CT’s de defesa aérea de área.

    • Era exatamente essas que eu gostaria de ver na nossa armada. Será possível Galante? Sei que são multifunção mas estão mais equipadas como destróieres do que como fragatas e sendo assim pode realizar missões de guerra anti-submarino (ASW) e de guerra anti-superfície (ASuW) e apresenta algumas capacidades de defesa limitadas contra ameaças aéreas.

      Dito o acima seria interessante para a MB?

  18. Mk48 30 de julho de 2018 at 13:02

    Marcelo,

    Qual porta aviões de 50 anos que está recebendo dinheiro público ou privado para modernização ou qualquer outro tipo de coisa ?

    NAe São Paulo, A 12, que está lá no AMRJ, atracado, mas para que se mantenha flutuando, vários sistemas básicos como bombas, parte de sistemas hidráulicos são mantidos pela marinha, o único erro de digitação que o colega cometeu é que não é dinheiro público, pois isto “non ecsiste” é dinheiro dos contribuintes Brasileiros.

    • Juarez…
      .
      mas o “São Paulo” não está sendo “modernizado” como colocado no comentário e sim “inativado” e como toda “inativação” ou mesmo no caso de navios mantidos na “reserva”
      há necessidade de se gastar com isso…então…nenhum “porta-aviões” está recebendo
      dinheiro para modernização.
      abs

  19. Tempos atrás falou-se em outras oportunidades que a MB poderia explorar. As compras não vingaram? Seguem as classes:
    1 – As duas OHP australianas mais novas, que inclusive já deram baixa e têm 25 anos de uso, excelentes para AAW;
    2 – As classes Maestrale e Lupo (aquelas feitas para o Iraque) da Marinha Italiana;

    • Uma dessas duas “OHPs” que deram baixa já foi para o desmanche e a outra está aguardando possivelmente similar destino já que foi descomissionada com mais de 32
      anos.
      .
      Apenas as duas que ainda permanecem em serviço comissionadas no início dos anos
      1990 merecem alguma atenção e isso que terão 25 anos ou mais desde o comissionamento.

  20. Alguém poderia me explicar a diferença de comprar um “casco” antigo revitalizado, para um casco “novo” ? Porque o mais importante para mim é o recheio nada impede a MB modernizar igual foi feito com PHM atlanico, continuar com os projetos paralelos.

    • “Revitalizado” normalmente significa que terá uma duração menor e/ou exigirá maiores sacrifícios para ser mantido em serviço. Um projeto antigo pode por exemplo, originalmente ter sido feito para durar apenas um determinado tempo, tendo à acessibilidade para manutenção mais difícil, menor capacidade de absorver novas tecnologias e coisas assim.

      • então basicamente você tem que calcular o custo da aquisição + o custo da reforma + custo da manutenção + e dividir pela quantidade de anos de vida útil que se pretende atingir, e verificar se o navio é capaz de cumprir as missões que irão ser proposta.

        E se o calculo for baixo com um bom custo beneficio, não vejo porque não adquirir.

        • É o que a grande maioria das marinhas faz…comprar navios de segunda mão
          e tentar arrancar deles o maior benefício possível…algumas vezes até
          um pouco mais, como ocorreu com o NDD “Ceará” que depois de 7 anos de
          manutenção/revitalização quebrou em sua primeira missão pós manutenção e
          teve que ser retirado de serviço.

          • Realmente eu fui pesquisar sobre esse NDD “Ceará” e pelo que eu verifiquei Navio era bem antigo, foi construído no da década de 50, serviu a marinha americana por 33 anos, depois foi incorporado a Marinha Brasileira em 89, morreu em 2016. Neste caso eu acho que já era um Navio muito antigo 33 anos de uso, você espreme a Laranja até onde dá uma hora que só fica o Bagaço mesmo, porém ainda deu bastante caldo. Essa compra de oportunidade eu não acharia boa, navio já era da década de 50 já estava velho de mais.

  21. SRS editores em 27/julho, escrevi que tinha lido em algum lugar que a marinha do Japão iria disponibilizar os destróieres/fragatas, e, o Top Gun Sea, perguntou-me de onde eu tinha está informação, informei que li, e perguntei se a notícia era verdadeira ou fale news, hoje leio a esse respeito aqui, fiquei muito feliz, as fragatas japonesas, são muito boas, bem cuidada e bem armadas, acho que o pessoal da MB deveria correr atrás, através nossa embaixada Tóquio, confirmar veracidade e mostrar interesse na aquisição, são feitas, mas ótimas.

  22. Só tem navio velho.
    Tudo navio com 30 anos ou mais.

    Com o crescimento do poder militar da China e da Rússia, acho difícil compras de oportunidade realmente boas. Os navios estarão muito velhos quando forem colocados para venda.

    • Concordo, acho difícil essas opções citadas na matéria estarem realmente disponíveis no curto e médio prazos na atual conjuntura geopolítica…

  23. Pergunta: Dizem que a Marinha Americana sempre mantem alguns navios como ” reserva técnica” estes navios após verificação não poderiam ser vendidos para ” nação amiga” sem escolta????

    • Isso costumava ser verdade…mas…não mais. Algumas poucas fragatas classe “Oliver Perry” foram disponibilizadas para venda, mas, apenas Taiwan adquiriu e apenas duas delas.

  24. O Porta Aviões São Paulo, tão esquecido de todos por aqui, nestes tempos…. Foi sim motivo de liquidação da esquadra, o dim, dim que foi gasto com ele, deixou as corvetas sem modernização e até as Tipe 22 foram pro brejo mais cedo com este desvio do dim, dim. Portanto seria mais um gasto muito interessante que só seria aqui realizado, em outras marinhas, teríamos as modernizações da esquadra como prioridade e depois, quando tivesse dim, dim seria feito a modernização do A12….quem lembra?????

    • Um exagero…não gastou-se tanto assim com o “São Paulo” , não até 2004 quando à marinha passou de 16 combatentes de superfície para 14 e nesse período conforme pude ver com meus olhos e ouvir com meus ouvidos em duas viagens que fiz ao Rio no espaço de dois anos, a corveta “Barroso” teve sua construção que já encontrava-se sofrendo atrasos, parcialmente suspensa.
      .

  25. Dalton, os americanos não doaram os Kidds para Tawian, não estava na reserva técnica deles, outro dia vi uma cópias dos dias de hoje da base de Pearl, e lá estavam vários navios ancorados e eu soube que era reserva técnica, por isso fiz a pergunta, havia mais de 50 navios lá.

    • Caro Vovozao, creio que você está misturando as bolas.
      Dalton comentou sobre as OHP e não sobre a classe Kidd, sendo estas últimas vendidas para Taiwan, inclusive tem um matéria aqui no naval sobre isto.
      Li que existem 10 OHP que estão em uma situação de possível retorno, mas teriam que verificar a real situação dos mesmos (HALYBURTON, KLACKRING, DEWERT, VANDEGRIFT, ROBERT G. BRADLEY, CARR, ELROD, SIMPSON, KAUFFMAN, & RODNEY M. DAVIS). Duas fragas (Ford e Ingranhan) estavam reservadas para serem afundadas.
      Particularmente se não forem as OHP, não vejo como o Brasil receber navios americanos de escolta, pois são navios extremamente (para a nossa realidade) grandes e por consequência caros de manter, vide a classe Arleigh Burke.
      Escoltas são navios caros para adquirir e manter, ao contrário de um obuseiro de 20 anos, um escolta, necessita de equipamentos modernos para se defender (o mar não possui esconderijos naturais, então depende exclusivamente da tripulação e dos esquipamentos para garantir a sua discrição).
      De repente o OHP seja uma boa alternativa para a MB, mas creio que iria demandar um valor muito alto para a sua modernização, que pode inviabilizar a mesma.

    • Além do que o Humberto escreveu, não há mais de 50 navios nessa reserva em Pearl Harbor, há sim, navios com pouquíssima possibilidade de reativação ou nenhuma possibilidade que estão apenas aguardando o destino final, seja, desmantelamento ou uso como alvos.
      .
      Pelo menos alguns desses navios foram afundados como alvo nos últimos anos, incluindo recentemente o ex USS Racine um antigo “LST” e aguardando seu destino final ainda encontra-se na reserva o ex USS Peleliu, um LHA gigante, teoricamente ainda bem mantido, mas, não para venda futura e sim para um programa da US Navy que visa em caso de extrema necessidade, reativação para aumentar a capacidade de transporte anfíbio dos fuzileiros navais e mesmo esse programa está na mira há muitos anos já que o dinheiro para ele poderia ser melhor aplicado.

  26. Concordo contigo, Roberto Bozzo! “Para a reconstrução da frota, acho que a MB deveria ficar em fazer dois lotes das Tamandaré nesta década e pensar em fragatas maiores a partir de 2030, podendo inclusive projetar uma classe que lhe atenda junto ao vencedor da concorrência Tamandaré, tentando gerar padronização construtiva. Um casco único para abranger tanto fragatas AAW quanto ASW/EG entre 4.000 a 5.000 tons vazia.”
    Oportunidades tem que ser avaliadas caso a caso, mas vejo que não podemos contar com isso…

  27. SRS podem até dizer que estou sendo chato, entretanto, outro dia falei que nos não temos armada para repelir um ataque, disseram que ninguém viria aqui atacar o Brasil, também não iriam atacar os Estados Unidos na Segunda querra, era muito longe ?? Hoje não dá para atacar, é mesmo, quem garante. O real e não temos escoltas, temos duas boas compras de oportunidades Bahia, Atlântico, que não podem sair com risco de irem desprotegidos, o real: não podemos esperar 2025, nossas sucatas não aguentaram até lá, o comando da MB, tem que correr atrás hoje, não podemos olhar nos forças Armadas nesta penuria

  28. “Luiz Monteiro 30 de julho de 2018 at 12:17
    O Japão vende e doa equipamentos militares.”

    Prezado Luiz Monteiro, muito obrigado pelo esclarecimento.

    Os Murasame são então um grande objeto de desejo, pois, além de sua capacidade superior à das fragatas, os primeiros da série estão entre os mais novos dos navios apontados para disponibilidade futura (são cerca de 5 anos mais novos do que as T23 e as Halifax, e tem a mesma idade das Anzac).

    Fica claro então que por volta de 2025 haverá uma boa revoada de oportunidades, dos navios comissionados entre 1991 e 1997. É a luz no fim do túnel, nos permitirá voltar a ter fragatas até 2040 (ou até destróieres – os Murasame). Até lá, é conviver com o que temos, reformar quem puder ser reformado, e tentar construir as 4 Tamandarés.

    Agora que já caímos no buraco, paciência. Até porque o nosso teatro de operações é muito tranquilo, até 2025 não deve haver alterações que forcem a sociedade a investir pesado na frota de escoltas. Então, por lá, a opção provavelmente será comprar as oportunidades. A não ser que apareça algum iluminado com outra ideia de ProSuper e faça a Marinha perder de novo a oportunidade que perdeu no início de 2013, com as Type 22 Batch 3 (espero que a lição seja aprendida e a história não se repita…).

  29. Melhor que adquirir equipamento usado é:
    -Dobrar o lote de Tamandarés, ou seja, 8 ou 10;
    -Abrir em 2019 nova concorrência para 5 fragatas de 4500 a 6000T.

    Vai estar de acordo com o tal PAMB…

    • Vicente,
      Com alguma sorte, em 2019 vamos estar selecionando quem vai montar as 4 corvetas. Quem sabe o próximo passo seja a construção de mais navios de patrulha (a classe Amazonas seria um boa alternativa). Creio que as fragatas de 6000 T só depois das entregas dos submarinos.

    • Eu acho também mais sensato.
      Além de produzirmos no país e nos familiarizarmos com a tecnologia de fabricação de navios modernos, quem sabe voltarmos a construir projetos próprios.
      O país precisará investir muito em defesa. Talvez fique mais claro nos próximos anos.
      Vamos ver.

    • Creio que não vai ter como fugir dessas comprar de oportunidade, a classe Niterói vai ter que dar baixa e acho que uma compra de 4 escoltas mais pesadas vai ser necessário até que se tenha capital financeiro e político para uma ProSuper 2. Porque da abertura da licitação até o comissionamento dos navios vai ter um período grande, as previsões de aquisições pelos próximos 15 anos que tenho é que serão 8 Tamandarés, 4 fragatas usadas, 4 Fragatas adiquiridas pelo ProSuper, 8 scorpene e 2 subs nucleares, 1 classe Wave, 10 NPA 500br, 2 navio patrulha oceânicos e quem sabe comecem a construção de um porta-aviões.

      • No valor das Tamandarés está incluso também custos de manutenção, armamentos, treinamento, transferência de tecnologia, reforma no estaleiro parceiro para acomodar a produção local, sem falar que serão embarcações novas e não com mais de 30 anos como as outras, então essa questão de custos é muito relativo.

  30. Boa tarde.
    Aguardar MURASAME para o fim da décad de ’20, penso que é muito demorado, apesar de serem magníficas.

    São as mais novas, hoje, mas não o serão no final dos anos ’20.

    Mais convenientes com a nossa realidade são as inglesas,, com as quais játemos grande integração.
    ======================
    Penso, e sempre manifestei isso, que deveríamos começar, e logo, a construir nossos meios de defes por aqui mesmo, com imensa fiscalização e auditorias durante TODO o processo.
    ======================
    Quem me dera qq uma das hipóteses…

  31. Levando em consideração a degradação de nossas fragatas e o tempo que leva uma concorrência e também a construção de meios novos, mesmo com o tudo dando certo na classe Barroso, acho inevitável a compra de fragatas por oportunidade antes de pensar em uma classe de fragatas de 6000 t.

  32. Texto excelente. Muito bom mesmo.

    Amigos, creio que não será possível esperar por essas escoltas… E mesmo que seja, quando as dita cujas estiverem disponíveis, já serão navios beirando os trinta anos… Serão verdadeiras caixinhas de surpresas…

    A aquisição de escoltas usadas pode gerar diversos outros problemas que não técnicos. Uma compra de um vaso como esse pode travar politicamente compras posteriores, passando uma falsa impressão de que vasos atualizados haverão se segurar décadas e mais décadas de operação.

    O melhor caminho, entendo eu, é proceder a aquisição da classe ‘Tamandaré’ e garantir recursos para que vá além dos quatro navios originais, mesmo que no futuro estejamos substituindo todas as atuais escoltas por um vaso de deslocamento entre as CCI e as FCN ( o que evidentemente não é o ideal, mas o possível para ao menos dar aos marinheiros algo adequado em termos de segurança e de tecnologia embarcada ).

    Temos que ter em mente que os futuros vasos, além de serem a base da reconstrução das capacidades da força de superfície, também deverão formar sua espinha dorsal, e deverão navegar pelos próximos quarenta anos, tal qual as FCN estão fazendo…

    Claro que se deve evitar perder boas oportunidades… Se, de repente, algo realmente bom aparecer, então não se pode ter pudores. Mas francamente, dessa lista apresentada, temo que nenhuma estará em condições que verdadeiramente satisfaçam a MB quando estiverem realmente disponíveis, quer seja pelo uso continuo ou pelo desenho já obsoleto… E não se pode se deixar “empolgar” por quaisquer capacidades sem antes pesar no vaso em si.

    • Concordo! Acho difícil essas escoltas estarem disponíveis em tempo hábil, vão usá-las até o osso. Se a MB não se coçar agora (pedidos firmes de novas e/ou pressão pelas usadas), não terá nada por volta de 2023-2025 e consequentemente até 2030.

  33. “Vovozao 30 de julho de 2018 at 15:39
    o real: não podemos esperar 2025, nossas sucatas não aguentaram até lá, o comando da MB, tem que correr atrás hoje, não podemos olhar nos forças Armadas nesta penuria”
    Também gostaria, Vovozão. Mas, principalmente no tocante às escoltas, já caí na real… De 1 a 4 Tamandarezinhas novas nesses 6 próximos anos e fragatas de oportunidade em 2025.
    Se vc olhar os comentários de 5 anos atrás, nem os mais pessimistas acreditavam que estaríamos hoje em condições tão precárias. E só piorou, o que dificulta em demasia a retomada.

  34. As vantagens de se produzir localmente o meio que for são óbvias, mas sem a garantia de escala de produção, não vejo como isso possa ser vantajoso. Por mim seria melhor a MB procurar alguma compra de prateleira de navios novos, com o mínimo de transferência de tecnologia, o suficiente para garantir trabalhos de manutenção mais pesados e só. Acho que se economizaria um bom dinheiro nisso e não seria necessário um comprometimento de longo prazo por parte do governo e alocação de recursos, o que afinal de contas, sabemos que é totalmente instável.

    Provavelmente os recursos destinados pelo governo para que a MB faça aquisições de alto valor são liberados com condicionais acerca dos off-sets do negócio, em relação à criação de empregos, etc. e tal. Condições puramente eleitoreiras, para que os políticos possam ‘colocar no currículo’ mas cujas condições para a manutenção dos números de off-sets são prontamente esquecidos após algum ciclo eleitoral. Mas seria interessante se a MB pudesse ter autonomia nessas decisões, se for o caso de repasses condicionais, claro. Assim ela poderia simplesmente focar nas necessidades da missão que ela mesma vislumbra (ao contrário de um planejamento mais unificado e de longo prazo para as FFAA como um todo, o que é um tanto quanto impossível, a meu ver)

  35. É inacreditável como o Brasil, um país com uma economia tão grande quanto a da Itália, maior que a da Rússia, não consegue encomendar meia dúzia de escoltas novas da ordem de 6000 tons…. Estamos aqui nos lamentando por não conseguirmos comprar latas velhas de 30 anos de idade tão bem quanto o Chile, que possui uma economia muito menor.

    • Também não consigo de forma alguma entender a mente dessa gente.
      Já fico irado, quando dizem que não temos grana para manter 6 destroyers….putzz
      Tem dinheiro de _____________pra manter ate 15 destroyers brincando.
      Falta é vergonha na cara dos políticos e dos comandantes que batem continência para ladrão.
      Por isso as vezes prefiro não comentar para respeitar as regras do blog.
      Mas se elencasse-mos as bobagem onde gastam trilhões de reais, a postagem seria excluída e receberia uma bronca.
      __________________

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      https://www.naval.com.br/blog/home/regras-de-conduta-para-comentarios/

  36. opção de escolta ate 2022 pra mim seriam as 2 Durand de la Penne italianas (AAW) .. e quem sabe as 2 ”Absalon” dinamarquesas ..(seria ao meu ver o ideal ) .fato q a MB precisa de ao menos 4 navios ate 2024 alem das ”Tamandares” …….. se for pra esperar mais a opçao japonesa seria ideial .. contando q exista a oferta em algum momento , o q sinceramente eu duvido …. tendencia e q os japas usem tais navio ate o fim de sua vida util ..40/45 anos de serviço e motivo é simples … a China , ate pq o Japão n tem a menos condição de acompanhar o ritmo chines de construção naval e o fato das Type 52 (B/D…) e agora as Type 55.. lotando o ”’pacífico ”

  37. Concordo com o pensamento de não darmos o passo maior que a perna!! Mas se o Galente tocou no assunto. Também concordo!!

    Alexandre Galante 30 de julho de 2018 at 13:14
    Esses Murasames enchem os olhos, que navios bonitos e bem armados

  38. Cuidado Pessoal !!!
    Beleza não põe mesa !!!
    De todas aí botava fé mais uma vez em nossa Rainha !!!
    Pra ocasião e aos cofres públicos em todos os aspectos seria as Type 23 mas teria que ser pra ontem !!!
    Quem sabe contamos com benevolência de vossa majestade e todo o Ministério de Defesa Britânico !!!
    6 delas dava baixa em uma e mantinha as outras 5 !!!
    As Japonesas seriam ótimas aquisições mas quanto seria pra custear tudo isso ?!
    Garanto !!!
    Não vai ficar barato não !!!

    • Burgos,

      Com as dores de cabeça que os súditos de sua majestade estão tendo para por novas escoltas em construção, creio ser difícil ver mais um desses vasos disponíveis em tempo…

      Na real, melhor investir o pouco que se terá na nova classe e garantir ao menos mais um sopro de vida ao que restar das FCN para que as remaneacentes cheguem até 2028/2029, ao mesmo tempo em que se promove a construção de mais quatro ‘Tamandaré’ na segunda metade da década que vem.

      Se chegar-mos a 2030 com oito escoltas novas, já dá pelo menos pra dizer que não é um desastre…

    • Acho difícil eles darem baixa de uma ou duas Type 23 até 2025, quanto mais meia dúzia. Os projetos das Type 26 e Type 31 estão ambos atrasados. Vão usar as Type 23 até o talo e não sobrará nada pra MB. Confiar na baixa das Type 23 como plano A ou B é o fim da MB.

  39. Srs
    Como citado pelo jovem Felipe Maia, curiosamente, as opções italianas não estão sendo cogitadas pelo almirantado ou pelo menos não foram citadas,
    Ora, pelo que foi citado, as opções possíveis estarão com um bom tempo de uso, mais do que as Soldati (Lupo modificadas para o Iraque que não foram entregues e incorporadas a marinha italiana na década de 90) e similar as Maestrale (unidades da década de 80) tendo a diferença que as fragatas italianas estão sendo liberadas antes. Isto sem contar com os dois La Penne (década de 90).
    Exercendo um pouco de política internacional, a MB poderia buscar um acordo com os italianos e fechar a produção de navios em parceria com eles (Tamandarés, FREEMs, etc.) com um financiamento estilo SAAB, e, no pacote, obter as escoltas que precisa para passar pelo período crítico que se estende até, pelo menos, 2025.
    Sds

  40. Bom…os americanos ofereceram ao Brasil e ainda oferecem, os destroiers classe Arleigh Burke , que tem quase a mesma tripulação da fragata Rademaker. Não quiseram… e mais- ofereceriam até mais recentes. Uma meia duzia seria o bastante e já foram modernizadas. Destroier é mais do que uma excelente escolta e teriam reposições durante a vida útil. Restaria terminar o projeto das corvetas e teríamos ótimos meios. Mas… não sei porque não aceitaram- disseram á época que teria elevado gasto com tripulação…

    • Nunca foi oferecido “Arleigh Burke” ao Brasil…sim…houveram alguns boatos ou matérias “plantadas”, como uma “oferta” de 4 deles , cujos indicativos seriam os de números
      79, 80, 83 e 84, mas, além de outras coisas, à US Navy estava em 2011 e continua hoje com falta de navios…ter 64 deles é uma enormidade para nós, para eles, falta, então não faria sentido em livrar-se deles.
      .
      Um “Arleigh Burke” tem uma tripulação maior que à da “Rademaker” em algumas dezenas de pessoas…na verdade, varia muito de navio para navio, alguns ainda possuem tripulações com mais de 300 pessoas, outros, tiveram redução por conta da instalação de equipamentos para redução de pessoal…mesmo assim, na faixa ainda de
      280 pessoas enquanto a “Rademaker” tem no máximo 240.

      • Na verdade são 66 “Arleigh Burkes” já entregues desde 1991 e até o final do ano deverá ser entregue mais um para comissionamento ano que vem e não 64.

      • O Arleigh Burke é muita areia para o nosso caminhãozinho, 6 deles dá quase 12 bilhões de dólares e uns 600 mísseis, só a operação dos mesmos iria quebrar a MB.
        Mas que é uma belissima belonave, é viu!!

    • Nunca houve oferta de ABs pra MB e muito menos haverá essa oportunidade agora, já que eles pretendem aumentar o número de navios na USN para 355, os estaleiros já estão lotados de encomendas e por isso pretendem estender a vida dos ABs atuais em mais 10 ou 15 anos para alcançar esta meta.

      No máximo conseguimos umas OHP, e mesmo assim também tá difícil.

  41. Na minha opinião o barato pode com o tempo sair caro, melhor seria mesclar a coisa, comprar umas 4 fragatas novas na especificação desejada da Marinha com umas 6.000 tn. e umas 2 fragatas usadas de menor tonelagem, que estivesem em boas condições e disponiveis. A partir dai iniciar um planejamento para a substituição em futuro das 2 fragatas usadas por novas, implementando com mais 6 fragatas (2+6=8), tendo um total de 12 fragatas.
    Sobre as fragatas usadas disponíveis, as Type 23 seriam uma boa opção se após a verificação da Marinha estivessem em bom estado, em não estandoas ANZAC.

  42. Luiz Monteiro as KDX Coreanas do primeiro lote acho que sao 3 nao poderiam ser adquiridas pela Marinha nessa mesma epoca ? E sao navios mais novos

    • Prezado Testa,

      Não sei se os coreanos disponibilizarão estes navios no curto prazo. Entendo que não haveria qualquer restrição por parte da MB.

      Deixo claro que, no momento, não há previsão de aquisição de navios escolta por compras de oportunidade. Porém, a MB se mantém atenta às ofertas.

      Grande abraço

  43. concordo com o _RR_ e outros acima, que não faz muito sentido esperar 10 anos para adquirir naves usadas que vão durar cerca de 10 anos apenas.

    Todas as opções listadas vão ter mais de 30 anos nas datas previstas de baixa, e provavelmente a maioria delas vai ter que “segurar o piano” nas suas marinhas de origem por um tempo ainda maior, pois dependem da entrada em serviço de novos navios (de projeto inteiramente novos), o que ultimamente tem sido sempre problemático – até para as marinhas de ponta.

    ou seja, iríamos passar os próximos 10 anos com uma disponibilidade baixíssima na esquadra (dos atuais 5-6 meios disponíveis vamos cair pra no máximo 1 no final da década de 20 – pois não acredito que nenhuma escolta além da Barroso dure mais 10 anos – e se duvidar nem mesmo a Barroso, que cada vez vai ser obrigada a rodar mais e mais e nem sei se está cumprindo suas manutenções), pra depois receber esses escoltas “novos”, que devem operar razoavelmente bem apenas nos primeiros 5 anos e chegar no final da década de 30 numa situação pior do que a de hoje.

    concordo também que a única opção viável é seguir o programa Tamandaré e tentar posteriormente a construção de um 2º (e 3º) lotes. e assumir, sem ter nenhuma vergonha disso, que elas vão ser o navio padrão da marinha pelos próximos 20-30 anos.

    agora, se após contratado e iniciado os trabalhos na primeira Tamandaré, se por algum cataclisma do universo alguma das naves listadas for oferecida nos próximos 3 anos, acho que passa a ser uma boa “oportunidade”.

    • Marcelo,

      Temo que o “cataclisma” já aconteceu, só que no sentido inverso…

      ‘Type 31e’ paralisada… Problemas nas ‘Type 45’… Tudo isso faz supor, como você bem disse, que os atuais vasos deverão permanecer em serviço na RN até pra além do planejado. E francamente, somente se viessem por esses dias eu as consideraria uma opção.

      Espertos foram os chilenos… Pegaram suas ‘Type 23’ na “flor da idade”…

  44. “modernização ou qualquer outro tipo de coisa ?”

    Dalton, ele usou a expressão acima: “ou qualquer outro tipo de coisa”, ou seja, ele ainda, mesmo descomissionado, está tendo custo para ser mantido flutuando.

  45. Realmente, os navios japoneses são lindos, e se for para comprar usados, e sabendo como as coisas são feitas no Brasil, onde o que é para ser um “tapa buraco”, acaba ficando como definitivo, com boas condições de compra, bom financiamento, e com boa capacidade operativa e de combate, mesmo que tendo custo de obtenção maior, e sabendo que os japoneses cuidam muito bem de seus meios, acho que realmente a MB, deve olhar com outros olhos para esta potencial oportunidade.

  46. Sempre é possivel conseguir excelentes compras de oportunidade os quais espero que o Bahia e o Atlantico sejam exemplo.

    Mas o problema deste tipo de estratégia cronica é que você entra num circulo vicioso de estratégia e definição de meios.

    O mundo pode acenar enfaticamente a um caminho particular específico.

    Suas próprias necessidades particulares especificas de seu TO podem ser ignoradas e assim atendidas olhando e implementando recursos de um passado que não correspondem a necessidade ideal.

    Acho que NAe no Brasil seria um projeto muito diferente do ortodoxo americano ou russo.

    Acho que fragatas e SSk´s idem.

    Patrulhas de superficie e aereas.

    A cada material usado, a despeito de bom estado, representa um adiamento na implementação de recursos realmente desenhados as nossa capacidades.

    Já é dificil pensar fora da caixa.

    Ser obrigado cronicamente a manter este circulo vicioso somente adia o real pensamento brasileiro sobre suas defesas.

    Quando surge a possibilidade, em pequenos espasmos, temos produtos pensados a medida, e que na esteira da demonstração real, acabam tornando-se sucesso tambem a outras nações menores que por assim ser, aproveitam algo diferenciado do “Status Quo” da industria Belica Ocidental ou Oriental.

    O ALX, EE-9 Cascavel dentre outros foram exemplo…

    Para necessidades brasileiras, soluções brasileiras…..

    Para quem não tem nada de tudo….começar sempre é um avanço enorme.

    O fato é que pouco haverá de oportunidades mundo afora pois o mundo esta exigindo que os paises tradicionais utilizem seus meios ao maximo retardando disponibilizações a terceiros.

    • Carvalho2008,

      Um modelo interessante a ser observado, penso eu, é o australiano, se formos pensar de forma menos conservadora.

      Para SSK, optaram por vasos consideravelmente maiores que o padrão; verdadeiros tipos oceânicos.

      Suas escoltas serão pesadas e seus vasos de controle de área serão do tipo LHD, o que lhes proverá considerável projeção de força. O skijump destes últimos também lhes provê teórica capacidade de operar com aeronaves VSTOL.

      Enfim… pra se pensar…

      • _RR_
        Para a MB pensar em SVTOL é terá que investir em aeronaves de patrulhas de longo alcance e/ou com capacidade de REVO e em um sistema de AEW&C (os E-99 da FAB não tem) nos mesmo moldes e dispo-los + KC-390 (provavelmente da FAB) preferencialmente em duas bases uma no nordeste e uma no sul-sudeste.

        OBS.: Hyuga, Cavour e Marando (dokdo) tem 32 células de VLS……bem como o CdG também tem 32 células de VLS…

        • Flávio Henrique,

          Não necessariamente se terá que investir em patrulheiros para ter o LHD e sua ala aérea… Uma coisa não tem nada a ver com a outra a princípio; quer dizer, um investimento não depende do outro para ser realizado, haja visto a necessidade já presente de aeronaves de patrulha… Em suma, a MB, visto que a FAB não tenciona adquirir um substituto para o P-3, terá de comprar algo nesse seguimento, independente do que fizer com sua força de superfície ou se vier a pretender uma ala aérea para embarcar em um desejável meio de superfície de convés corrido…

          A alternativa VSTOL disponível no mercado será o F-35B, que poderá, mesmo que de forma limitada, desempenhar-se como aeronave de controle de área e de inteligência.

          Para AEW, existem alternativas de asa rotativa, além da promessa do V-22 AEW&C.

  47. Erro total da MB, um navio de defesa aérea, como a classe L, deveria ser a prioridade.
    Outro erro da MB é achar que o meio político vai propiciar um ambiente político/econômico favorável a construção de vasos de guerra( Corveta e Fragata).
    A MB achava que o governo ia fechar com a DNCS para construção de uma versão adaptada da Le Fayette ao Brasil, ou que ia prosseguir com a construção de mais Barrosos, por isso não se interessou pelas varias compras de oportunidades na decada passada, ai veio a crise de 2008, depois em 2009 o populismo aumentou significantemente e logo depois apareceu o megalomaníaco PAEMB, totalmente fora de realidade e com muita ingerência política, a MB mais uma vez não fez nada, não protestou, aceitou e se lascou.
    Ainda teve a chance de comprar as type 23BIII como tapa buraco até à entrada das Tamandaré e mais uma vez não fez nada.
    Compreendo que a MB deve advocar junto à industra naval, a criação de um ambiente favorável a indústria naval, assim como uma política para a mesma.
    Uma política realista, de acordo com a lei internacional de comércio, nada como os fadados incentivos industriais brasileiros como o Inovar Auto, a MB também deveria ser aquela que denuncia ativamente contras as políticas de favorecimento político a certos estaleiros, masss, sempre tem um “MAS”, a MB não dever ser inocente e não deve abrir a mão das compras de oportunidade, para que, isso que, citei acima aconteça. Não existe isso de acreditar que esse governo isso, ou aquele governo aquilo, vai fazer, tem quer ter a mentalidade de que qualquer um deles não iram e so abrir a mão depois de que os políticos se comprometam 100% e não antes na esperança que.

    • Algusto L,

      Ainda penso que a prioridade deveria ser dada a capacidade ASW ( adição de VDS ) e ASuW ( um octeto de um respeitável SSM ) dos vasos. Para AAW, faz-se o básico, com uma boa defesa de ponto e uma defesa de área para até 30km, cobrindo o horizonte/radar… Até porque, duvido que se pudesse pagar por mais que isso mesmo se o País estevisse na melhor situação possível.

      Não creio que a MB realmente acreditasse em continuidade da classe ‘Barroso’, haja visto a dificuldade em terminar a original. E uma variante da classe La Fayete, imagino que era uma possibilidade remota ainda na década passada; sobretudo com o advento do PROSUPER e seus requisitos bastante específicos, de modo que não penso que a MB realmente tenha pretendido esse vaso.

      As compras de oportunidade não ocorreram por diversas questões, sendo a maior parte delas ligadas a política. No que dependesse da MB, é quase certo que viriam vasos combatentes ainda na década passada, haja visto a queda em bloco das escoltas compradas por oportunidade nos anos 80 e 90.

      • Não RR, com a exploração de petróleo, modernização da Petrobrás em economia mista e a politica de nacionalização de 20%, realista, a indústria naval, comecou a ressurgir, e apartir disso e com o termino da Barroso original se planejava mais barrosos ou a parceria com a DNCS, ate os sul-coreanos se interessaram, o megalomaníaco Prosuper, veio com o megalomaníaco PAEMB, deviravado do melagomaniaco livro branco de defesa, do ultimo governo, isso tudo veio de 2009 pra frente, como eu disse.
        Se os almirantes tivessem realismo, como vc mesmo teve no seu texto, teria rolado as compra de oportunidade, mas não ,acreditaram que podiam construir corvetas aqui e depois cairam de boca na megalomanía junto com o governo, a
        que prometia 2 esquadras, 2 PA e o ….. a 4 e estamos ai agora, sem nada.

  48. Posso estar errado, mas de tudo que existe hoje no mercado, nossas Niterói estão em estado melhor, são menos “usadas”, o maior problema são as turbinas, resolvido isso, basta um bom investimento em novos sensores e armamentos.

    • Marcelo,

      Pelas info’s que obtive em site francês, a primeira FTI deverá entrar em serviço em 2025, apesar de ter previsão de lançamento em 2023.

      O problema das La Fayette é a escassa lista de armamentos. Teríamos que fazer investimentos adicionais.

      • É verdade mercenario, o armamento além de escasso, é fora do padrão que usamos — talvez fosse interessante até mesmo trocar o canhão principal, só pra não bagunçar ainda mais a logística com aquela tranqueira de 100mm (que está saindo de serviço na França e logo logo vai faltar manutenção), fora isso teria que trocar os mísseis anti aéreos (de novo, não faz sentido utilizar o Crotale, que é um míssel que não usamos e já está completamente obsoleto) — pelo menos pra isso temos 2 opções: baixo custo (um Mistral RC em cima do hangar, outro atrás do canhão principal) e alto custo (mesmo VLS da Tamandare no espaço preparado atrás do canhão). Fora isso, idealmente teria que instalar e integrar um sonar ainda.

        Bem, se compararmos com as Type 23 que viriam desdentadas seria quase a mesma coisa tb, com a vantagem das Lafayettes serem um casco mais novo e de concepção mais moderna. Já as 23 teriam a vantagem de usar o canhão de 4.5, que embora mais moderno que os nossos, poderia usar a mesma munição que já fabricamos.

        • Eu ia comentar justamente isso, mais fácil aparecer umas La Fayettes usadas do que Type 23 no mercado de segunda mão. As Horizon e FREMM estão firmes e fortes, FREDAs a caminho, o projeto da FTI também caminha a passos largos. Já as Type 45, 26 e 31…

          Uma La Fayette com um canhão de 76mm SR novo na proa, dois Simbad RC ou Tetral, um na proa atrás do canhão e outro sobre o hangar, mais os 2×4 Exocets block III ou Mansup e os 2×3 lançadores de torpedos, operando um Super Lynx ou Seahawk, dura ainda uns 20 anos na MB. E acredito que saiam mais barato de modernizar, adquirir armas novas, manter e operar do que as Type 23 desdentadas sem radar, sonar, SSMs e VLS. Pra começo de conversa são CODAD, arranjo muito mais simples e econômico do que o CODLAG das Type 23.

          E tem 5 delas. Já fecha as 5 no pacote junto com 4 Gowind 2500 novas dentro do projeto das Tamandaré fabricadas lá mesmo e podemos respirar aliviados. Os franceses já arrendaram duas FREMM pra Grécia, agilizar o descomissionamento de 5 La Fayette e agilizar a entrada em serviço das FTI não deve ser nenhum problema pra eles.

          2018 – Decide essa pendenga e negocia com os franceses
          2019 – Novo governo assina o contrato
          2021 – Primeira Gowind 2500/2800 classe Tamandaré entregue (fabricada e montada na França)
          2022 – Segunda Tamandaré (fabricada na França, montada no Brasil)
          2023 – Terceira Tamandaré, primeira La Fayette modernisé
          2024 – Quarta Tamandaré, segunda e terceira La Fayettes
          2025 – Quarta e quinta La Fayettes

          • Pô Almeida, acho q vc tá muito otimista em relação aos prazos. Eu to esperando a primeira Tamandaré só em 2023 (e me acho otimista). E isso se o contrato for assinado nesse governo. Se ficar para o próximo a entrega acho que fica lá pra 2028 pelo menos, pois não acredito que nenhum presidente (sem entrar na questão politico-partidario, por favor) vá assinar um contrato desse no primeiro ano de governo.

            Mas voltando à vaca fria, realmente banguela por banguela, prefiro bem mais as La Fayette por todos os fatores ditos. E até pq elas já tem espaço no convés pra receber um VLS mais encorpado, se duvidar tem até profundidade pra “strike length”, nao que a gente tenha dinheiro pra mexer com essas coisas, né? 🙂

          • La Fayette não é uma opção ruim, dá para considerar seriamente dependendo do preço justamente por ser próximo do que há aqui. Mas pelo amor de Zeus não amarre a Tamandaré às Gowinds bombadas por conta disso com Type 31 e a oferta da SAAB na praça.

        • Na verdade concordo contigo que a primeira Tamandaré só em 2023 na melhor das hipóteses! Se vierem!

          Esse planejamento que fiz seria o ideal de um governo, qualquer que seja, comprometido em não sucatear a esquadra. Ou decide isso rápido e encomenda lá fora sem enrolação de ToT, participação nacional, etc pra ter poder de barganha pra levar as usadas, ou vamos ficar sem navios.

          Otimismo é achar que um dia a MB vai operar Aster ou Scalp naval mesmo! :’)

  49. Artigo excelente, que a meu ver esqueceu-se de duas classes:
    As La Fayette Francesas
    As KDX I koreanas

    MAS, longe de mim criticar a MB por suas escolhas, apenas lembro aos demais que a disponibilidade de 4 CCT´s será muito, mas muito (põe muito nisso) maior do que 5 ou 6 (ou 7???) vasos com mais de 30 anos, quaisquer sejam.

    Essas discussões parecem a reedição do FX-II, versão marítima
    Mas é o que tem pra hoje

  50. Como já disse, sou a favor da MB fazer o resgate do encouraçado São Paulo do fundo do Atlântico, reformá lo e modernizá lo com lançadores Astros, Mansup e fazer uma pista de vôo na popa com dez F35 armados até os dentes, nem a US Navy se atreveria a nos desafiar. 😂😂😂😂

    Brincadeiras a parte, o Brasil poderia já ter resolvido o problema das escoltas se parassem com a megalomania e a propinagem ou toma lá, dá cá, a falta de planejamento e objetivos do brasileiro também atrapalham e muito.

  51. [Meio-Off]
    Porque a MB não faz que nem nas FCN ? as 4 primeiras construídas fora e as ultimas aqui…claro que nas 6 teria sistemas/componentes nacionais

  52. Deixa eu perguntar: como estão o estado das Niterois e até que ponto pode ser esticado a vida util delas, se necessário lógico?

    • Millenium, tem várias matérias recentes (últimos meses) a esse respeito, aqui no site. Boa pesquisa (campo busca, lupa no canto superior direito da página) e boa leitura!

  53. Pessoal está ignorando que seria um parto oito Tamandarés e que corveta é escolta meia-boca, quanto mais abrir concorrência para comprar fragata nova ou mesmo sair tentando construir qualquer coosa maior que patrulha aqui. É justamente por as Tamandaré não serem suficientes que se cogita compras de oportunidade para escoltas. Não tem dinheiro. E Marinha não permite “soluções criativas”.

    Dane-se o Congresso e o que pensam da Defesa pois dinheiro não vão dar por mais 18 anos ainda, a solução terá de sair da caserna e seu orçamento. Dar um jeito de manter a operacionalidade exigirá compra de oportunidade sob pena de, a exemplo de outras classes no Brasil já delineadas pelo célebre Roberto Campos, se tornar uma Marinha que não navega.

  54. Tudo leva a crer que algum novo conflito irá estourar nos próximos 10 anos e desta forma, duvido que haverá algum lote de segunda mão disponível

    • Ok, isto todo mundo sabe

      Mas se continuar assim a diferença só aumentará

      E a analise ainda assim, fica parcial
      Pois não aborda o impacto do valor econômico do conteúdo nacional na. Economia

      Um tende a anular o outro

    • Perceba que o Juros é o principal fato e esse depende do GF e dos bancos…acho dificilmente que esse ultimo abaixe (só ara ter uma ideia o juros praticado pelo BNDS é o normalmente 2% a 3% por que é “subsidiado” já nos países sérios é o juros médio praticado) e só lembrando a taxa de juro mais alta é tomada como “lucro minimo”(lucro real)…..Sobre os insumos é por que não temos empresas de tecnologia em maquinas pesadas (industrial)

      • Não vai baixar porque juro é o preço do dinheiro e dinheiro no BR é caro e inseguro. Economia básica.

        BR tem uma indústria ineficiente, travada e enfiada em um ambiente onde tentam sabotar empresários, classe mais odiada que o próprio Cramulhão. Seu comentário mesmo, inconscientemente, demoniza banqueiros sendo que são eles que investem e financiam projetos ao redor do mundo capitalista.

        O Brasil precisa passar por muitas mudanças ainda, do tributário ao trabalhista, da infraestrutura à cultura, da educação à noção de mundo, antes de poder aproveitar as vantagens da produção nacional sem fatores externos a depreciando, como é em qualquer país normal. Já se espera um passo errado nesse ano. Quem tem mais de 40 anos não vai ver mudança nisso, não vai dar tempo.

        • Desculpe-me se min expressei mal. Quando é quero dizer que eles não abaixaram é de forma independentemente.. eles são uma vitima e autores do “crime” (pois aumentam o juros)…Explico:
          1° A taxa de juros alta é porque é como o GF “controla” a inflação.
          2° A inflação é alta aqui…..quantos países tem uma inflação controlada de 4% a 6,5% e é um país de 1° Mundo….
          3° O GF é instável (não tem planos de estados, muda tudo toda hora, vide o caso dos extintores)….
          4° Por causa dos item anterior os bancos aumentam ainda mais a taxa de juros
          5° Por causa do 4° os bancos crescer….
          6° Por causa dos 1° ao 3° item aumenta os inadimplentes…
          7° Por causa dos 5° e 6° itens diminuir o numero de investimento (exceto o especulativo)…
          8° Por causa do 5° item crescer o numero de assalto a banco…
          9° Por causa dos 5° e 6° itens sobe o juros…
          10° Repete-se em um Loop os itens na seguinte ordem 4°->6°->7°->8°->7°->4°->7°->6°->7°->8°->4°….
          PS.: Por causa do 5° item instituições financeira podem vim a se acomodar a situação.

  55. Esses destroyers japoneses cairiam bem na MB , seria de brilhar os olhos…
    Gente, nós somos uma piada! Um país com submarino nuclear que não consegue manter uma força de superfície decente…é de acabar com os Pequis do Centro-Oeste!
    O Brasil é único, com um almirantado sem igual no Universo.

  56. Em minha opinião deveríamos adquirir as 4 corvetas novas(Para manter a destreza da tropa e não perder a doutrina) e depois focar na aquisição de navios de patrulha oceânica (umas 25 unidades bem armadas)….esqueçam a força de superfície pois nos próximos 15 anos não vai ter dinheiro.

  57. No final dos anos 1990 o Brasil contava com 18 escoltas, em um mix de compras de oportunidade e construções locais: 4 Classe Pará (adquiridos em 1989 – compra de oportunidade) – 3.500 T; 6 Fragatas Classe Niterói (4 construídas no Inglaterra e 2 no Brasil, comissionadas entre 1976 e 1980) – 3.800 T; 4 Corvetas Classe Inhaúma – CCI (construídas entre 1989 e 1994 no Brasil) – 2.000 T derivadas do projeto anterior; 4 Fragatas Classe Greenhalgh (adquiridos em 1996 – compra de oportunidade) – 4400 T
    Hoje operamos as 6 Niterói (modernizadas), 2 Greenhalgh, 2 Inhaúma e 1 Barroso (evolução da Inhaúma), praticamente os “restos daquela época”.
    Quem viveu os anos 90 lembra da situação econômica e social na época, acredito, piores que as atuais, e ainda sim tínhamos, relativamente, uma esquadra melhor. O abandono foi evidente, lastimável e concentrado, mesmo para a realidade Brasileira. Destalhe, nada de pré-sal naquela época.
    O futuro, acredito, seguirá a mesma linha: 4 Tamandarés (quiçá 6 ou 8); uma classe mais barata baseada nesta e provavelmente menor (mais 4 unidades) e compras de oportunidade (estas para ontem).
    Para quem gosta do assunto, resta a torcida.

    • Nos anos 2000 fomos governados pela esquerda que, revanchista, estrangulou o quanto pôde as Forças Armadas. Qualquer país nas mesmas condições econômicas do Brasil Putença de 2010, vendo uma esquadra velha minguando, teria de fazer um Prosuper e teria condições para tirá-lo do papel.
      Basta ver o longo período sem qualquer aquisição relevante depois do A12 São Paulo.

      Agora não adianta chorar pelo leite derramado. É reconstruir a Marinha de Superfície do zero.

  58. Prezado Controle,

    ,

    Em 2016 a MB foi convidada pela Marinha italiana para avaliar suas fragatas que estavam em processo de desativação.

    Os engenheiros da DEN avaliaram todos os navios. As condições gerais dos navios permitiriam que os mesmos pudessem ser operados por cerca de uma década.

    Todavia, os sensores e armamentos estavam obsoletos e vários inoperantes, o que demandaria grande investimento o que tornaria a relação custo-benefício da aquisição desfavorável.

    Grande abraço

    • Srs
      Prezado LM
      Grato pela informação.
      Porém, a situação não está mudando, seja geopoliticamente, seja pelo estado de nossos navios e pela escassez de navios que atendam ao critérios da MB adotados até hoje?
      O que podemos ver é que o cenário internacional não parece promissor quanto a obtenção de navios com pouco uso e bem dotados de sistemas atualizados. Parece que a fase é de pouca disponibilidade de meios usados no mercado bem ao contrário ao período pós guerra fria.
      E, pelo exposto pelo autor, a MB acabará tendo que engolir navios bastante usados e desatualizados quanto aos sistemas.
      Ora, pelos dados disponíveis, as Soldati tem menos tempo de uso (foram incorporadas na década de 90) que a maioria dos navios citados na reportagem, naturalmente tendo o inconveniente de precisar de uma atualização de seus sistemas eletrônicos e armas. As Maestrale, apesar de mais antigas também se aproximam dos navios citados na reportagem. Ou seja, poderiam estar no rol das possibilidades, com a vantagem de estarem disponíveis antes que as T23, por exemplo, o que daria tempo para uma manutenção/atualização mesmo que pequena, antes que as nossas escoltas mais cansadas joguem a toalha.
      Outro ponto é que mesmo uma substituição mais radical dos equipamentos e armas em um navio usado, mas em boas condições estruturais é bem mais barato do que comprar um novo e dependendo da modernização necessária, bem mais rápido.
      A citação da opção italiana, além da disponibilidade de uma boa quantidade de navios até 2024 (4 Soldati, 2 La Penne e 8 Maestrale – 4 delas com modernização há menos de uma década), também se deve a oportunidade que tal aquisição possa representar de se combinar tal aquisição com a construção das Tamandarés e/ou até com a compra, com um bom financiamento estilo SAAB, de umas FREEMs (os italianos precisam manter sua indústria naval, tanto que seu governo mantém a modernização de sua esquadra mesmo estando em dificuldades financeiras).
      É uma possibilidade, talvez de difícil concretização, mas poderia ser uma boa saída para o calvário da MB quanto as escoltas.
      Sds

  59. sinceramente, não da a essa altura do campeonato ficar contente com nenhuma dessas compras de oportunidades propostas na materi, que nenhumas dessas fragatas tem menos de 20 anos e nenhuma viria para a MB nos próximos 05 anos …

    as vezes o caminho mais simples é o melhor caminho, dito isso, acredito que o mais barato e o melhor caminho hoje para a Marinha do Brasil seria utilizar o que ja tem na mão ou que pode fazer com os recursos que possui ..reclassificar as Tamandares como fragatas leves aumentando essa classe para 08 unidades , reclassificar as classe amazonas como corvetas e potencializando os seus armamentos e modificando as mesmas estruturalmente para ela poder atuar como corvetas e ja que a marinha detêm o direito de construção dessa classe pode construir aqui no Brasil mais 5 unidades dessa classe como havia antes planejado fazer, alem é claro, concluir todo o projeto NPa500 porque tudo isso daria uma um incremento nas nossas capacidades navais e costeiras

    • Rene, bom dia.

      Após ler o teu comentário, gostaria de pontuar o seguinte :

      Reclassificar as Tamandaré para fragatas leves ou qualquer outra coisa, seria trocar 6 por meia dúzia. O tamanho do navio e o seu poder de fogo continuariam os mesmos. Na prática não muda nada.

      Com relação a sua idéia de reclassificar os Amazonas como corvetas : Foram construídos como patrulheiros e para transforma-los em um navio de guerra seria necessário um novo projeto, seria um novo navio, ou seja não bastaria reforçá-los estruturalmente (o que seria inviável em termos de custo x beneficio) e a mágica estaria feita. Seria necessário rever também a motorização, cabeamentos, tubulações, etc. Não dá.

  60. Rene Paulo, no atual contesto, faço minhas as suas palavras! Isso nos daria vetores novos com mais garantias, mesmo sendo mais leves e um pouco menos capazes do que comprarmos navios muitíssimo usados, desdentados e sem muita vida útil. Nos daria um número médio de unidades novas com uma solução doméstica. Isso, também incrementaria o nosso setor naval com retorno de recursos para o nosso governo. Ou um mix disso usando-se a repotencialização das três FCN em melhores condições, para se ganhar tempo enquanto algumas dessas unidades não chegam ao setor operativo. Tudo isso com a iincorporação do classe Wave.

    • Senhores, os NaPOc classe Amazonas são bons navios de patrulha e adequadamente armados para a missão e só. Estruturalmente não são vasos de combate então não há como reclassificá-las. O máximo que comportariam seria um canhão de proa 57mm. Diante da escassez de meios e de recursos financeiros, imagino que a saída para a MB nos próximos 15 ou 20 anos é a finalização dos 4 SSK classe Riachuelo, compondo uma força de submarinos com mais 2 classe Tupi e 1 classe Tikuna (7 unidades), o que garante uma razoável capacidade de negação do uso do mar. Finalizar os 2 NaPa classe Maracanã da série original e construir mais 2 NaPOc classe Amazonas, o que daria razoável capacidade de controle do mar territorial e ZEE. Dar baixa nas fragatas classe Greenhalgh mantendo um grupo de escoltas composto pelas corvetas remanescentes classe Inhaúma e Barroso e das fragatas classe Niteroi para, quando necessário, compor uma FT com o Atlântico, Bahia e o pretendido Wave, se vier a ser adquirido. Aguardar a disponibilidade das fragatas Durand de la Penne italianas (AAW) e comprá-las por oportunidade. Assumir a aviação de patrulha da FAB e extinguir o VF-1. O resto é viagem…

  61. Se deixarmos de acreditar em nós mesmos aí acabou de vez. O Brasil precisa desenvolver sua industria naval produzindo aqui os meios navais necessários… Seguir mais ou menos o caminho da Embraer.. Inclusive rechear os navios aqui produzidos com o máximo possivel de sensores e armamentos nacionais…

  62. Prezado Robson, não é questão de acreditar em nós ou não…o nosso problema é falta de din-din mesmo. A Embraer não é referência para a indústria naval brasileira, porque faz exatamente o contrário do que você propõe: recheia suas aeronaves com elevado grau de componentes importados, segundo porque sua área de defesa e segurança depende fortemente da receita de sua área comercial, veja a dificuldade que está vender o KC-390…imagine se a empresa fosse focada só no mercado militar. Abraço, amigo.

  63. A MB precisa de navios escolta com capacidade de defesa antiaérea de área.
    A MB não possui nenhum navio com esta capacidade.

    De todos os modelos apresentados na matéria, se não me falha a memória, nenhum possui tal capacidade.
    Até o Destroyer japonês, possui 16 células MK41, porém com ASROC.

    Portanto, apesar do tamanho do navio ser maior que a Corveta/Fragata Leve Tamandaré. E apesar que alguns possuam quantidade maior de mísseis antiaéreos Sea Ceptor/ESSM, esses navios usados não trarão uma capacidade adicional que em minha opinião precisamos. Ou seja, a defesa antiaérea de Área.

    A MB terá que fazer uma boa análise, para ver se compensa adquirir um navio usado, com + de 30 anos de uso, e que não acrescentará capacidades novas, apenas se somarão às Tamandaré para aumentar o quantitativo.

    Precisam estar em ótimas condições, para mais 15 anos de uso, pelo menos.
    E precisam ser negociados com preços bem ‘baixos’.

      • Acho que não…serão retirados de serviço com mais de 30 anos de uso, dificilmente capazes de operar por outros 15 anos e são bastante caros de operar e exigem grandes tripulações também.

  64. Esses navio me agrada muito.

    Estão com 25 anos.
    Se a Itália resolver vende-los com 30 anos de uso, estarão disponíveis 2023.

    Acredito que os SM-1 já foram substituídos por SM-2 mr.

    40 SM-2 + 16 Aspide + 3 canhões 76mm eh uma capacidade antiaére muito boa.

  65. Sim Luis Henrique, os SM-1 já foram substituídos pelos SM-2MR. Quanto à idade dos navios, acredito que, se disponíveis a partir de 2023, poderiam operar por pelo menos 15 anos na MB. Com relação ao número de tripulantes, creio que com a desincorporação de outros meios da MB isso não será problema.

    • Se os navios estiverem em bom estado e a Itália oferecer por um preço camarada, vale à pena.

      Eu removeria os mísseis Otomat e instalaria 8 ou idealmente, 16 MANSUP.

  66. será se cortasse 1/3 do efetivo das forças armadas,o maior gasto é com folha de pagamento, não sobraria dinheiro para modernizar forças com programas atuais,e pra comprar navios novos pra marinha,aviões,helicópteros de ataque para dar suporte aos fuzileiros,penso que se o brasil é um pais que nunca se envolve em guerra, pra que um efetivo 300mil, austrália pais semelhante ao nosso em extensão territorial e tem um efetivo cerca 60 mil,sou a favor redução das forças armadas para sua proficionalização e modernização!

  67. Vendo esse futuro que nos foi mostrado reforçou em mim o desejo de o Brasil ter uma politica de Defesa de longo prazo,é como o comandante Farinazzo disse :”Isto tem que está na constituição” , então assim que os próximos Senadores assumirem estarei fazendo uma empreentada a esse favor , chega de pegar dos outros, chegou a hora de construir , eu cheguei a uma conclusão e a vida me ensinou , que aquele que pede não consegue , más aquele que não vai ganhar nada com o que é pedido consegue , isso eu acho que é psicológico , todo mundo , inveja todo mundo , por isso que um terceiro sempre tem mais exito . Só que eu farei uma exigência as forças armadas , consigo os recursos , más eles terão que começar a olhar com mais cuidado para os armamentos Russos ,chega desta discriminação, ( Ah, essas porcarias travam muito e custam 3 vezes mais e o Brasil não tem experiencia em larga escala com armamentos Russos), isto não cola comigo , chega desta de levar um por fora , chega , chega de ficar se humilhando para quem( USA) se depender deles , nos não ganhamos nem um parafuso ,eu quero que as forças armadas tenha : AH 52 Aligator , bateria Naval Ant aérea Cashtan , Pantshir S 500 , 2 Portas aviões , movidos a Energia Nuclear, sendo um deles por nome Espirito Santo , muitos riram de mim , quando disse que conseguiria recursos para o SGDC, para a compra do siroco , do Atlântico , quem esta de fora enxerga tudo melhor ! Chega de videos Games ,vamos falar serio . Voces não ganham pois pedem mal , para seus próprios interesses .

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