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Livro ‘Guardiões de Netuno’ – origem e evolução dos mergulhadores de combate da Marinha do Brasil

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O livro Guardiões de Netunoorigem e evolução dos mergulhadores de combate da Marinha do Brasil foi inicialmente elaborado como Trabalho de Conclusão de Curso de Especialização em História Militar. Transformado posteriormente em texto para publicação no formato de livro.

O Mergulho de Combate (MEC) constitui uma modalidade de guerra não convencional cujas origens se confundem com a gênese da guerra. Empregado em inúmeros conflitos travados no decorrer dos diferentes períodos históricos, o MEC teve um grande impulso em várias campanhas travadas por ocasião da Segunda Guerra Mundial, evoluindo substancialmente em termos metodológicos e tecnológicos desde então.

No Brasil, em particular, a atividade MEC foi introduzida na Marinha na década de 1970 como resultado da experiência adquirida por um grupo de militares enviados aos EUA em 1964 na condição de aspirantes ao programa de formação em demolição submarina promovido pela Marinha norte-americana. Provendo suporte às operações de desembarque anfíbio realizadas pela Esquadra nacional, o MEC superou os sucessivos períodos de instabilidade político-econômica que comprometeram o desenvolvimento da sociedade brasileira na segunda metade do século passado.

Utilizando documentos escritos como ponto de partida para a elaboração deste estudo, alicerçando a análise do material coletado em fontes bibliográficas pertinentes, o presente trabalho teve por objetivo investigar a série de eventos que balizaram a introdução e o desenvolvimento do MEC na Marinha do Brasil, identificando sua relevância para a Armada e o papel exercido pela unidade em questão entre 1964 e 2018.

No intuito de identificar a crescente importância do MEC para o Poder Naval brasileiro e para a política de segurança das águas jurisdicionais brasileiras frente às ameaças estatais e não estatais esta investigação foi desenvolvida de modo a correlacionar a evolução estrutural, técnica e metodológica da atividade MEC no país com os diferentes períodos históricos da sociedade nacional e internacional no período em questão, de modo a compreender o papel assumido pelo MEC diante do novo cenário que colocava o Brasil em condição destacada na comunidade internacional.

Fracionado em três sessões distintas, no primeiro capítulo o livro aborda os pressupostos atinentes às Operações Especiais; dedicando-se a narrar, no segundo capítulo, os eventos significativos que balizaram o MEC em âmbito internacional no decorrer dos diferentes períodos históricos; encerrando com a narrativa de 50 anos da atividade MEC no Brasil (1964-2018) no terceiro capítulo. A obra dedica-se ainda a apresentar uma cronologia fotográfica de mais de 40 imagens que ilustram momentos distintos de uma das unidades de elite brasileiras mais respeitadas no cenário doméstico e externo.

  • Público alvo: Militares da ativa e da reserva; historiadores; professores e estudantes universitários; pesquisadores; entusiastas dos setores relacionados à Segurança e Defesa; entre outros.
  • Editora: Diagrarte (www.diagrarte.com.br)
  • Número de páginas: 272
  • Tamanho: 15,5 X 23cm
  • ISBN: 978-85-66499-05-6
  • Preço promocional até 03/08: R$ 70,00 (incluindo despesas de correio)

Contato:
Rodney Alfredo Pinto Lisboa
Email: [email protected]
Celular: (21) 99929.2710

6 COMMENTS

  1. Mergulho de combate é coisa pra doido. Conheci um deles, também carateca campeão estadual pelo Rio de Janeiro, que quando esteve no Japão foi convidado a dar uma aula no Budokan por sua maestria no caratê. Esse era só doidinho, o pai dele é que era doidão, desdenhava das virtudes militares do filho, havia servido na Legião Estrangeira. Fazia pouco de qualquer arte marcial que não ensinasse a arrancar o gorgomilho do oponente à dentadas.

  2. Tenho uma lista de livros que fala sobre as Forças do Brasil para comprar. É difícil encontrar certos livros hoje em dia.
    Esse vai pra lista. Valeu pela dica.

  3. Chamaram mergulhadores da marinha da Tailândia para resgatar os meninos que ficaram preso na caverna. Um deles morreu. Espeleomergulho não é técnica ensinada nos cursos de MEC. Portanto, cada um no seu quadrado.

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