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AV-8B Harrier italiano pousa a bordo do USS Iwo Jima para manutenção na Carolina do Norte

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Um AV-8B Harrier italiano pousa a bordo do USS Iwo Jima (LHD 7), no Mar Mediterrâneo, em 18 de julho de 2018. Foto - US Marine Corps
Um AV-8B Harrier italiano pousa a bordo do USS Iwo Jima (LHD 7), no Mar Mediterrâneo, em 18 de julho de 2018. Foto: US Marine Corps

O navio USS Iwo Jima (LHD 7) da classe Wasp, da Marinha dos EUA, embarcou um jato AV-8B Harrier, da Itália, enquanto retorna de uma missão na Europa e no Oriente Médio.

O jato e sua tripulação chegaram em 18 de julho e, mais tarde, cruzaram o Oceano Atlântico com os marinheiros e fuzileiros navais a bordo do Iwo Jima.

Após a sua chegada aos Estados Unidos, os italianos voarão com o Harrier para a Estação Aérea de Marine Corps em Cherry Point, na Carolina do Norte, para uma inspeção preventiva de manutenção (PMI), um processo que levará até seis meses.

“A Itália e os Estados Unidos têm um acordo para levar nossos aviões para manutenção”, disse o piloto italiano, Tenente Domenico Iovino. “Após a manutenção, voltaremos aos EUA e pegaremos o avião de volta para a Itália.”

Muitos desdobramentos dos EUA passam pela área de operações da 6ª Frota da US Navy, tornando oportuno que a Marinha Italiana voe e execute esses tipos de missões.

“Fizemos isso várias vezes nos últimos anos”, disse o tenente italiano Cosimo Manica, também piloto de Harrier. “Levamos cerca de 10 aviões da Itália para os Estados Unidos para o PMI, o que só pode ser feito na América.”

Pousar a bordo de um navio americano é muito semelhante ao pouso a bordo de um navio italiano, de acordo com os pilotos, o que torna o processo relativamente de baixo estresse.

“O programa pelo qual passamos para nos tornarmos um piloto de Harrier é ensinado exatamente da mesma maneira que é para os americanos, e os aviões são os mesmos, então não há muita diferença quando pousamos nos navios americanos”, disse Manica. “Nossos procedimentos de aterrissagem são quase exatamente iguais, então não há problemas quando chegamos a pousar em navios da Marinha dos EUA.”

Para os dois pilotos italianos, esta jornada é aquela que eles estão acostumados a fazer.

“Nós três nos conhecemos há muitos anos”, disse o major Matthew Seavitte, o oficial encarregado do Harrier. “Fomos desdobrados por um tempo, por isso é sempre bom ver alguns velhos amigos a bordo do navio.”

O Iwo Jima e o 26º MEU estão em um desdobramento programado para apoiar as operações de segurança marítima e os esforços de cooperação em segurança no teatro da 6ª Frota dos EUA.

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Mk48
Mk48
1 ano atrás

Os Harriers espanhóis ainda estão operacionais ?

Dalton
Dalton
Reply to  Mk48
1 ano atrás

Sim, “48” e continuarão por uns bons anos ainda, operando a partir do”Juan Carlos I”.
Sem grana por enquanto para pensar em F-35B.

Mk48
Mk48
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Valeu Dalton ! Obrigado.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Quais países tem esse tipo de avião?

Dalton
Dalton
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

EUA, Corpo de fuzileiros navais, Itália e Espanha em suas respectivas marinhas.

Marcelo Ramos
Marcelo Ramos
1 ano atrás

Porque não uma pequena quantidade de Harriers no PHM Atlântico? Ele consegue operar esse tipo de avião?

Dalton
Dalton
Reply to  Marcelo Ramos
1 ano atrás

O “Harrier” não é mais fabricado e os 3 países que os operam estarão utilizando-os até o extremo então não se poderá contar com usados em boas condições e mesmo que alguns usados estivessem em condições razoáveis, não valeria a pena por conta de toda uma logística e treinamento para manter umas poucas aeronaves por uns poucos anos mais…são aeronaves consideradas difíceis de voar ,aliás, um dos 6 embarcados no USS Iwo Jima caiu poucos meses atrás, mas, o piloto salvou-se ejetando. . Quanto ao “Atlântico” ele não foi planejado para operar com o “Harrier”, tanto que mesmo ainda quando… Read more »

Doug385
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Parabéns pela paciência, caro Dalton; porque eu já perdi a muito tempo.

Marcelo Ramos
Marcelo Ramos
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Obrigado Dalton pela resposta, só não entendi a parte da “paciência” do prezado Doug385…

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Marcelo Ramos
1 ano atrás

Marcelo,
Deve ser uma alusão a este assunto já ter sido debatido milhares de vezes nos últimos anos, a última delas provavelmente na semana passada.

JT8D
JT8D
1 ano atrás

Se sair uma matéria sobre OVNIs vai ter gente perguntando se não daria para operá-los no Atlântico

Millenium
Millenium
Reply to  JT8D
1 ano atrás

Dependendo do tamanho, armamento e preço do OVNI, é algo a ser pensado. Aqui na AL não iria ter pra ninguém, he, he. Apenas uma obs, quem iria operar as aeronaves, a Marinha ou a Aeronáutica? Novidade, experimental, extraterrestre, show.
Caro JT&D, desculpa a piada,ok?

JT8D
JT8D
Reply to  Millenium
1 ano atrás

Resta saber se os ETs aceitariam fazer ToT

Marcos10
Marcos10
Reply to  JT8D
1 ano atrás

Tot irrestrita com financiamento a juros baixos.
A compra de oportunidade de um Cruzador espacial viria bem.

Aerokicker
Aerokicker
Reply to  Marcos10
1 ano atrás

E acordo para a construção local de um Porta-Espaçonaves, não se esqueça.
Até a SHIELD vai ter inveja.

Millenium
Millenium
Reply to  JT8D
1 ano atrás

De repente compra de prateleira fica mais em conta.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Millenium
1 ano atrás

Só dar um gancho pro Nick Fury e pedir a ToT do aero porta aviões na compra de uns dois na mão da Shield e de quebra já encomenda uns 8 aviões daqueles que eles usam tbm com ToT via Embraer!!!

Lucas Hilarião Padoveze
Lucas Hilarião Padoveze
1 ano atrás

A MB poderia adiquirir alguns do reino unido né, pra serem operados no HMS ou seria inviável?

Zorann
Zorann
Reply to  Lucas Hilarião Padoveze
1 ano atrás

Caraca! Tem só 15 comentarios e você não leu? 7 comentarios acima tem aresposta.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Zorann
1 ano atrás

É de cair o queixo.

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 ano atrás

É que as pessoas se preocupam mais em expressar sua opinião do que escutar a dos outros, efeitos da comunicação “não presencial”.

nonato
nonato
Reply to  Lucas Hilarião Padoveze
1 ano atrás

Lucas, não seria possível porque a Inglaterra não tem mais Harriers.

Jodreski
Jodreski
1 ano atrás

Eu ainda acho que e possivel sim operarmos F-35 a partir do Atlântico, o que vcs acham?
CALMA pessoal essa foi só pra descontrair kkkkkkkkk

Cassiofrc
Reply to  Jodreski
1 ano atrás

Bom dia
Mas primeiro tem que adaptar uma sky jump na proa.

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
1 ano atrás

Fico pensando, o Harrier já estão fora de linha o F-35B tem lá seus problemas além de ser bem mais caro. Diz-se que a China desenvolve o seu J-18 os Yak-41/43/414/143 não contam Será que ninguém vai investir em um “novo” S/VTOL ?! Será que novos S/VTOL serão desenvolvidos se confirmar a inviabilidade operacional (quer seja pelo funcionamento ou financeiramente) do F-35B?

Dalton
Dalton
Reply to  Ricardo da Silva
1 ano atrás

Ricardo… . recentemente o USS Wasp retornou de uma patrulha de 2 meses com um destacamento de 6 F-35Bs a bordo e nesse exato momento o USS Essex encontra-se no meio do Pacífico com outro destacamento de F-35B a caminho do Mar Arábico/Golfo Pérsico e além desses 2 “anfíbios” que já receberam modificações para melhor operar com eles outros estão e serão modificados. . A Itália fará modificações no “Cavour” e já recebeu seu primeiro F-35B e o mesmo acontece com o “Queen Elizabeth” britânico, então, apesar dos atrasos e aumento nos custos o programa do F-35B está caminhando melhor… Read more »

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Dalton, A questão não é defender ou atacar o F-35 e sim a falta de opção em S/VTOL. Mas como você tocou no assunto, a Itália tem manifestado um certo desinteresse pelo jato, e a USN não é um bom parâmetro para “sucesso”(isso se você lembrar de aviões como o Cutlass e Demon), eles já tentaram usar alguns dos “seus” até o limite da viabilidade. A única exceção que me lembro foi o F-111B empurrado pelo DoD. A marinha espanhola por exemplo, como ficará? Será que vai de F-35B ? a Índia e Tailândia, pelo visto, vão deixar (ou já… Read more »

Dalton
Dalton
Reply to  Ricardo da Silva
1 ano atrás

Nenhum problema quanto à atacar ou defender…o programa não é perfeito, mas, é tarde demais para voltar atrás e há centenas de aeronaves já entregues muitas das quais terão que passar por atualização de software e muitas mais já encomendadas…de qualquer forma…já é um grande avanço sobre o Harrier II/ AV-8B sendo inclusive mais fácil de pilotar e novas tecnologias como o “magic Carpet” simplificarão ainda mais o pouso o que trará economia no treinamento. . Não vejo mais ninguém com exceção da China capaz de desenvolver e bancar um programa similar e quanto a Itália, aparentemente eles deixarão de… Read more »

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Dalton, Sou meio desconfiado com o F-35, tanto que o chamo de “Aadvark II” em menção ao F-111 que deveria ter sido o 1º Caça Tático/Estratégico Multifuncional para a USAF e USN e terminou como caça-bombardeiro e EW/ECM/ECCM. Não quero agourar mas acredito que os F-35 estejam seguindo um caminho parecido. Mas como você mesmo diz, “é tarde demais para voltar atrás” ! Vão entregar o avião com previsão de RECALL ! Mas como já foi dito em outra matéria do PA, parece que não há obrigação de aquisição de todas as unidades previstas. Não sei se uma “insatisfação” de… Read more »

nonato
nonato
1 ano atrás

Se alguns tópicos são recorrentes, poderiam fazer a seção FAQs.
Tipo: a FAB precisa comprar um treinador a jato como preparação para o gripen?
Resposta tipo: a FAB já decidiu que não é necessário
O Atlântico sul pode receber aviões de pouso vertical tipo Harriers ou F 35 B?
Resposta: não foi preparado para isso. Acredita-se que eventual preparação para isso seria complexa.

Hermes
Hermes
Reply to  nonato
1 ano atrás

Gostei da idea.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
1 ano atrás

Pessoal , na boa e sem querer polemizar, o convés de voo do Npm Bahia poderia servir de base suporte,tipo só pousar e re armar e tal pra apoio a operações em terra, para o Harrier ou F-35 por ele ser um navio de assalto anfíbio e tal com doca e tudo???

Já peço desculpas se estiver sendo redundante na questão Atlantico e aviões .

XO
XO
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

O piso do convoo não é preparado para isso… e o material de apoio existente a bordo não é adequado para esse tipo de ANV… abraço…

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  XO
1 ano atrás

Valeu XO, grato pela resposta!!!

Dalton
Dalton
Reply to  Tomcat4.0
1 ano atrás

Tom…
.
o F-35B até decola verticalmente que seria o caso a partir do “Bahia”, mas, o faria desarmado e com pouco combustível então de pouca ou nenhuma utilidade, não compensando modificações para tal.

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Valeu tbm pela resposta Dalton, obrigado!!!

marcelo kiyo
marcelo kiyo
1 ano atrás

Já que a Boeing e a EMBRAER serão uma joint venture; poderiam mandar o ferramental para construção dos Harriers que ficarão inoperantes para o Brasil e construirmos localmente.Se estão fazendo manutenções nos Harriers, significa que o ferramental ainda existe.