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Sistema de armas da fragata Type 26, classe ‘City’

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Modelo da fragata Type 26 visto de perfil
Modelo da fragata Type 26 visto de perfil

As imagens deste post mostram um modelo da futura fragata Type 26 da Marinha Real Britânica (ou fragata classe “City”). O modelo que foi criada por JLawson Modelmakers e modificado pelo site Naval Analyses para mostra a configuração de armamento das fragatas.

A classe “City” é uma classe de oito fragatas que estão sendo construídas para a Marinha Real do Reino Unido. O programa de projeto e fabricação de navios, conhecido como o Global Combat Ship (Navio de Combate Global), foi criado pelo Ministério da Defesa do Reino Unido para substituir parcialmente as treze fragatas Type 23 da Royal Navy e também para exportação.

Será um navio de guerra multi-missão projetado para apoiar a guerra antissubmarino, a defesa aérea e operações de propósito geral. O contrato para a fabricação da Type 26 foi anunciado pela BAE Systems em 2 de julho de 2017, com corte de aço para a primeira unidade, HMS Glasgow, em 20 de julho de 2017, pelo secretário de Estado da Defesa, Sir Michael Fallon.

Em junho de 2018, o governo australiano anunciou que havia selecionado uma versão modificada da plataforma Type 26 como a substituição planejada para sua fragata da classe “Anzac”. Isso fará com que a Marinha Real Australiana adquira até nove fragatas da classe “Hunter”, que serão construídas pela BAE Systems Australia no estaleiro da ASC em Osborne, no sul da Austrália.

Em 19 de outubro de 2018, foi anunciado que o consórcio BAE-Lockheed Martin havia sido selecionado como concorrente vencedor no programa Canadian Surface Combatant e que o governo canadense havia adjudicado um contrato para 15 navios no valor de CAD$60 bilhões.

Sistema de armas da fragata Type 26
Sistema de armas da fragata Type 26 na visão longitudinal do navio. Clique na imagem para ampliar
Modelos da Fragata Type 26 do Canadá, com sistemas de armas diferente do modelo britânico
Modelos da Fragata Type 26 do Canadá, com sistemas de armas diferente do modelo britânico

Cronograma de entrada em serviço das fragatas Type 26 & Type 31e e desativação das Type 23 da RN

FONTE: Naval Analyses

34 COMMENTS

  1. As canadenses vão de SeaRAM no lugar do Phalanx, dentre outras diferenças.

    Será o LRASM o míssil antinavio a ser escolhido pela RN em lugar do Harpoon? Fica a dúvida.

  2. Penso que a RN poderia acelerar a desativação das t23 por 2 motivos: 1- fazer um caixa, 2- mandar algumas para a MB, simples. Se as t23 manter o cronograma original vai dar margem para la fayette na MB…

  3. https://www.mhi.com/jp/news/story/1811015978.html
    Mitsubishi anunciou o fechamento de contrato para duas fragatas classe 3900t vaio 5500t carregado.
    https://www.mhi.com/jp/news/story/__icsFiles/artimage/2018/11/01/rj_nw_cp_re/1811015978.jpg
    https://www.youtube.com/watch?v=BJhRFeoyvBU
    US$500 milhões a unidade.

    Deslocamento vazio 3.900t carregado 5.500t
    Comprimento 130m
    Largura 16m
    Propulsão CODAG
    Rolls-Royce MT30 x1
    MAN 12V28/33D STC x2
    Velocidade Máxima acima de 30Kt
    Tripulação 100

    Armamentos
    MK45 mod4 x1
    Mk 41 vls 16
    Sea Ram x1
    Type 17 SSM x2
    Lançadores de torpedos x2
    Sh60 K x1

      • 500 mi caro?
        Mas as Tamandares bem menores e desdentadas devem vir por 350 milhões…
        Pelas específicacoes acima, apenas por 150 milhões a mais, eu compraria…

        • bom nonato não me culpe de eu morar num país pobre, eu acho as novas tamandare bem legal, mas como da a entender n meu comentário eu acho um bom navio.

  4. Viriam desdentadas e velhas, não vale a pena! Quanto as la fayetes vale sim a aquisição pela MB vale a pena um profundo up grades e transforma las em combatentes de última geração.

  5. Temos que nos concentrar nas nossas corvetas Tamandaré. É o que está ao nosso alcance. Se pudermos colocar mais um pouco de armas, ou seja melhores e mais potentes ficaremos com navios de respeito, até que possamos subir um patamar, lá onde se situam essas City, por exemplo.

  6. CCTs e mais: navios patrulha- oceânicos, Modernização dos IKls e se possível construção de mais dois(classe tupi) e vender os mais antigos, manter o prosub, navios de minagem e varredura, aviação de patrulha, meios fluviais, modernização do AMRJ. Iniciando com o básico, aprenderemos com o devido tempo o aperfeiçoamento. O fim da era megalomaníaca acabou. Seria muito proveitoso termos duas linhas de produção para submarinos. O que temos conhecimento e que estamos adquirindo, A insistência na construção de dois submarinos classe Tupi( 1200t) e venda dos mais antigos poderia dar fôlego para aquisição de outra belonaves(continuidade na linha de produção). Isto porém é com a MB. São meras conjecturas. Grande abraço

    • 1- Quem vai comprar os Tupi antigo? Temos que lembrar que a venda tem que ser autorizado pelos Alemãoes, e por quanto?
      2- O Brasil não tem experdisse para a construção do submarino Alemão, se já teve algum para montar os mesmos, já se perdeu a décadas.
      3- Para montar os Tupi tem que combinar com os alemães, mas você acha que eles vão topar vender baratinho? Não né…
      4- O Brasil mal consegue manter uma linha, imagina duas. Teria que duplicar quase tudo ou seja, muito investimento.
      O caminho ideal seria conseguir encomendas externas para o complexo de Itaguai para manter todo o investimento a todo o gás, mas entre o ideal e o possível há uma longa distancia. Não acho que Itaguai se pague algum dia, sinceramente torço para estar enganado.
      Se o novo governo, não vier com investimentos (ou compras externas), se a MB desejar continuar como uma força minimamente equipada, vai ter que aprender (como os Ingleses) em perder os aneis no lugar dos dedos.
      Fazer o que? Encostar o programa de submarino nuclear, desativar a aviação embarcada (tanto os traders como os A-4) e vender as Kombis. O primeiro economiza algo, o segundo dá um sinal de realidade e o terceiro, consegue fazer um caixa.

    • Ouvi boatos que os alemães combravam muito caro as peças de reposição dos Tupis por isso foi buscado outra linha de fornecimento que no caso agora são os franceses.
      Com relação ao A12 infelizmente está muito sucateado de acordo com o boato o que sairia muito caro para deixar em condições de uso.
      Já os A4 e os Traders devem ser operados a partir de bases em terra, demarcar na pista as dimensões de um porta-avião e instalar sistema de lançamento e recolhimento como dos porta-aviões e até uma rampa para treinamento dos pilotos aeronavais.

  7. Fragatas de 6.000 tons é a evolução natural, mas vai depender tudo do futuro da economia.
    Essa Type 26 provávelmente será a melhor fragata do mundo.
    Uma fragata com poder de fogo de Burkos. 48 silos para o Seaceptor, cada silo cabe 4 mísseis, o que dá 192 mísseis, mais 24 silos para Tomahawk, LRASM, Asroc e ainda tem a capacidade de instalar mísseis anti-navios fora dos silos.
    Um baita poder de fogo

    • Pelo que entendi Augusto…nesse caso serão “apenas” 48 Sea Ceptor…um míssil para cada silo…não é todo silo que pode abrigar 4 mísseis, de qualquer forma não vejo um único navio ainda mais da Royal Navy esbanjando 192 Sea Ceptors…o estoque sempre será muito limitado…192 mísseis terão que abastecer 4 navios !
      .
      Um “Arleigh Burke” IIA conta com 96 silos verticais todos MK-41 estes sim podem abrigar 4 Sea Ceptor ou no caso da US Navy , 4 ESSM, o “Tomahawk” o “ASRoc” e todos os mísseis da família “Standard” de longo alcance coisa, SM-2, SM-3 e SM-6, que aparentemente a T-26 não embarcará ou se embarcar será apenas um míssil para cada um dos 24 silos e menos ainda se o “Tomahawk” for embarcado.
      .
      Um “Arleigh Burke” portanto continuará tendo um poder de fogo muito maior !

      • E não faz sentido um navio atravessar o mundo com poucos mísseis.
        Navio de guerra não é iate de luxo para passear.
        Tem que estar muito bem armado.

  8. “Canadian Surface Combatant e que o governo canadense havia adjudicado um contrato para 15 navios no valor de CAD$60 bilhões.” isso é a mais de 45 bilhões de dólares americanos, fica claro o quanto é caro possuir uma marinha atualmente. A MB planejava possuir algo como 30 escoltas, claro que boa parte teria que ser composta de corvetas.

    • Só eu achei um absurdo 3 bi por fragata? E ainda ficam falando que as tamandares tão muito caras, sei que cada contrato tem suas peculiaridades, mas cada fragata tá no valor de 8 CCT.

        • “Arleigh Burkes”são encomendados e construídos em grande quantidade, às instalações já existem e estão “quentes”…a produção continua…com exceção de uns poucos anos atrás quando o programa foi interrompido pois achava-se que a classe “Zumwalt” iria vingar.
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          Essa interrupção nas encomendas e construção, custou caro…cada “Arleigh Burke” passou a custar mais do que custava e a própria classe “Zumwalt” se não tivesse sua encomenda limita à apenas 3 unidades, certamente teria um preço unitário mais baixo…da mesma forma que a munição para os canhões de 155 mm tornou-se proibitiva já que apenas 6 canhões, 2 para cada navio, foram encomendados.
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          Economia de escala é importante.

  9. O Canadá poderia aproveitar e comprar o Merlin para operar embarcado, que na minha opinião é muito, mas muito mais helicóptero que o S-92 da maquete.

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