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Navios da US Navy poderão engajar alvos de superfície a 90 milhas de distância com míssil SM-2

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USS Jason Dunham - DDG-109 lançando míssil SM-2
Destróier USS Jason Dunham – DDG-109 lançando míssil SM-2

Os navios de superfície da Marinha dos EUA poderão usar mísseis antiaéreos SM-2s para engajar aeronaves inimigas e navios de superfície a até 90 milhas náuticas.

É aí que entra o míssil SM-2 Block III. A atualização substitui o sistema de homing de radar semi-ativo legado para o buscador ativo do SM-6, deixando intactos os outros aspectos da estrutura do SM-2.

A modificação produzirá um míssil de médio alcance que pode ser disparado contra alvos usando dados táticos fornecidos por sensores externos equipados com a nova Capacidade de Engajamento Cooperativo da US Navy, seja radares fixos em terra ou aeronaves de alerta antecipado E-2D Hawkeye no ar embarcadas em porta-aviões dos EUA.

Com os novos recursos resultantes do sofisticado sistema de orientação do SM-6, os navios de superfície dos EUA poderão usar o SM-2 para realizar ataques ofensivos contra aeronaves inimigas e navios de superfície a noventa milhas náuticas de distância, mantendo simultaneamente o controle de emissões e preservando seus limitados estoques de mísseis SM-6 para alvos mais distantes ou desafiadores.

Enquanto a solução ideal para a defesa aérea de médio alcance seria um míssil ESSM de alcance estendido, ou ESSM-ER – que quadruplicaria a capacidade do armazenamento ao acondicionar quatro mísseis em uma única célula VLS – o SM-2 Block IIIC é uma excelente solução provisória que alavancará o inventário existente da Marinha dos EUA para melhorar a capacidade de combate a baixo custo.

55 COMMENTS

  1. Esta foto não é de um SM-2 Block III e sim de um SM-1 ER ou SM-2 ER, que não são compatíveis com lançamento vertical. O SM-2 Block III (A, B e C) não tem booster. Os que têm boosters são o SM-2 Block IV, o SM-6 e o SM-3.

  2. É possível travar em alvos além da linha do horizonte utilizando apenas os radares do navio? Sem auxílio de vetores orgânicos.

    Exemplo: Um Exocet Block III travar em um alvo móvel (navio) a 150 km de distância usando os radares/sensores do navio?

    • Não, porque a curvatura da Terra impede que isso aconteça. O horizonte radar é limitado pela altura da antena do navio e geralmente é em torno de 20 milhas ou 40 km.

    • Marcos,
      Sem querer ser chato mas o termo mais correto para a sua pergunta seria “…abaixo da linha do horizonte…”.
      “Além da linha do horizonte”, se levarmo em conta a linha do horizonte visual que é em torno de 20 km para um observador a 30 metros de altura, o radar pode detectar até imensa distância, desde que esteja acima da linha do horizonte, ou seja, no campo de varredura do radar.

      • Então isso quer dizer que se um navio tiver seu helicoptero organico abatido e só sobrarem seus proprios radares, a detecção máxima fica em míseros 40 km por causa da curvatura ?
        Sempre me perguntei se na guerra moderna seria possivel um navio combater outro a curta distância, digamos a 30 km, a um ponto em que a tripulação possa ver o alvo atingido.

        • Francisco,
          Só de curiosidade, os radares de busca de superfície são os pequeninhos. Aqueles giratórios que todo navio tem. Eles não precisam ser grandes porque eles só precisam ter alcance até a linha do horizonte. Quanto mais alto ele for instalado no navio, mais distante estará o horizonte (e claro, mais longe ele “vê”). Essa distância é no máximo o que o Galante se referiu (40 km). Vale salientar que devido à refração na atmosfera das ondas de rádio, o horizonte radar é mais longe que o visual (uns 10 % a mais) e o visual é um 10% a mais que o horizonte real.
          O efeito da refração sobre o radar muda de acordo com as condições atmosféricas, etc. , hora aumentando e hora reduzindo o alcance.
          Os grandes radares fixos ou giratórios são os radares de busca aérea. Esse precisam ser grandes e potentes já que devem detectar alvos aéreos a distâncias de centenas de quilômetros.
          Esse é um típico radar de busca de superfície: https://c8.alamy.com/comppt/j03twm/sensor-de-radar-maritimo-furuno-a-bordo-de-um-navio-no-mar-j03twm.jpg
          Uma função secundária de alguns radares de busca de superfície é detectar mísseis sea-skimming que voam a até uns 30 metros de altura.

          • Bosco, muitas vezes eu abro as notícias só para ler seus comentários. Só quero lhe agradecer por compartilhar todo seu conhecimento na área. Muito obrigado!

          • Somos dois então, Schneider. Às vezes, quando o tempo é escasso, nem leio direito a matéria e já vou verificar se o Bosco comentou alguma coisa técnica. Todos só temos a agradecer.

      • Bosco,

        Na minha pergunta eu estava levando em consideração os radares de superfície, por isso coloquei um míssil antinavio como exemplo.

        • Marcos,
          Mas o exemplo que você deu foi excelente. Minha observação foi só relativo ao termo “além”. Você entende o conceito mas para outros que lerem e possam não estar por dentro do assunto, o termo “abaixo” fica, ao meu ver, mais fácil de ser compreendido.

  3. Fantástico. Eles são profissionais. Bosco, será que não usaram uma tática semelhante contra aqueles misseis que Houtis disparam contra o DDG que passava no estreito de Ormuz?

  4. Por muitos anos, desde a retirada do Tomahawk ASM com 450 km de alcance, a USN só contou com o Harpoon como míssil antinavio OTH , com no máximo 200 km de alcance.
    Hoje ela conta além do Harpoon com o SM-6, supersônico e 400 km de alcance. Num futuro próximo contará com o NSM (subsônico, 250 km de alcance), com o SM-2 Block III C (supersônico, 170 km de alcance), com o ESSM Block II (supersônico, + de 50 km), com o Tomahawk MST (subsônico, 1800 km de alcance) e com o LRASM (subsônico, 900 km de alcance).

      • Hélio,
        Sim! Os mísseis SM-2 Block IIIC, SM-6 e ESSM Block II têm (terão) função primária como mísseis sup-ar e secundária como mísseis antinavios. Todos são guiados por radar ativo, daí serem OTH (além do horizonte).
        Vale salientar que os outros mísseis sup-ar guiados por radar semiativo, como os SM-2 (Block III A e B), SM-2 Block IV e ESSM, podem ser utilizados contra navios até a linha do horizonte, já que o alvo tem que estar em linha direta com o radar iluminador do navio. Ou seja, mesmo que tenham alcance contra aeronaves de até 270 km como o SM-2 Block IV, na função antinavio esses mísseis têm alcance de não mais que 30 km.
        Quanto ao Tomahawk MST (Tomahawk de ataque naval) , ele é um Tomahawk Block IV modificado para atingir navios, seguindo o conceito de achar o alvo de forma autônoma, como o LRASM. Ou seja, ele não precisa de uma designação de alvo muito precisa.
        Um abraço.

        • Obrigado Bosco!

          Então a US Navy terá uma espécie de esfera ofensiva com camadas, de perna curta (bom, não tão curta) até 1,8 mil Km…. Entendi agora porque da discussão nas reportagens sobre os tais “super” mísseis russos e chineses. Realmente, não me parece haver comparação: sistemas superiores podendo disparar misseis sofisticados de variados tipos a partir de navios que levam 80/90 deles…..

          Imagino o que será enfrentar um contratorpedeiro A.Burke e seus 96 silos sem saber se ele vai golpear com SM-2 Block IIIC, SM-6 e ESSM Block II, Harpoon ou mesmo um Tomahawk MST…

          • Helio,
            É isso mesmo! Os mísseis de dupla (ou tripla) função aumentam a flexibilidade do navio e reduz a possibilidade de determinado tipo de míssil “acabar” e comprometer o valor de combate do navio.
            Por exemplo, se um dado destróier da classe Arleigh Burke gastar todos os seus 8 Harpoons ele ainda poderá usar os mísseis SM-6 e futuramente, o SM-2 Block IIIC para atingir alvos navais além do horizonte. E assim por diante.
            Essa é uma lista dos mísseis da USN com função dupla (ou tripla ou quádrupla):
            Harpoon II: antinavio e contra alvos em terra
            NSM: antinavio e contra alvos em terra
            RAM: antiaéreo e anti-embarcações
            ESSM: antiaéreo e antinavio
            SM-2 Block III : antiaéreo e antinavio
            SM-2 Block IV: antiaéreo, antibalístico e antinavio
            SM-6: antiaéreo, antibalístico, antinavio e contra alvos em terra
            Tomahawk MST: contra alvos em terra e antinavio
            LRASM: antinavio e contra alvos em terra
            Griffin: antiembarcações e contra alvos em terra
            Hellfire Longbow: antiembarcações e antiaéreo
            SM-3: antibalístico e antissatélite
            *O único míssil que tem função única é o VL-ASROC, que por levar um torpedo leve só tem função antissubmarino.

  5. Enquanto se desenvolvem mísseis cada vez mais supersônicos e com alcance de centenas ou até mesmo milhares de quilômetros, milhões de pessoas continuam subnutridas e sem um mísero pedaço de pão ao alcance da mão.

    • Enquanto temos caros smartphones entrando em um blog de defesa, há milhões de pessoas subnutridas no mundo, cães soltos pelas ruas, gramas sendo pisoteadas, formigas sendo inceneradas por lupas de crianças perversas, e por aí vai!

    • Charles,
      Se você for religioso acredita no conceito do “Bem” versus o “Mal”, e aí estaria justificado a existência de armas e forças armadas.
      Se você for ateu, há de concordar que o homem é um animal com instintos primitivos , e novamente estaria justificado a existência de armas e forças armadas.
      Antes de eliminar as armas caríssimas que existem no mundo, que servem para prover a proteção de uma dada nação contra ameaças externas, muitos outras coisas muito mais inúteis e que consomem rios de dinheiro deveriam ser eliminados. Por exemplo, há garrafas de vinho que custam 10 mil dólares. Há ‘pedras brilhantes” que custam centenas de milhões de dólares, tem sorveterias que vedem sorvetes com pó de ouro que cada taça custa milhares de dólares… e por aí vai. Se o povo comprasse um celular mais barato em vez de um Iphone caro, ele poderia doar o resto para ajudar os pobres e famintos que vivem próximos a ele. Se comprar um carro mais barato ou uma casa mais barata, poderia dar o restante para os pobres e famintos.
      A mudança começa da gente, senão, a indignação é só palavras jogadas ao vento.

      • Se o religioso acredita em ‘bem’ versus ‘mal’ e o ateu acredita em ‘ïnstintos primitivos’?
        Conclui-se:
        O ateu não acredita que exista oposição entre o bem e o mal, logo, eles se anulam. Ou seja, para o ateu não existe bem, nem mal. É isso?
        Se existem instintos primitivos, existem também, instintos modernos, mais novos. Quais seriam estes instintos modernos?

        • Roberto,
          Coloquei “Bem” e “Mal” com maiúsculas para deixar claro que os teístas acreditam no Bem e no Mal como entidades vivas, conscientes e antagônica.
          Já os ateus não acreditam no conceito de Bem e Mal dessa forma, apesar de acreditarem no certo e errado, usando para chegar a essas conclusões uma série de conceitos não advindos diretamente do conceito de pecado. Até os animais selvagens sabem distinguir o certo e o errado, o que é uma atitude que leva a um estado de bem estar e a que leva a uma frustração.
          Em relação aos instintos primitivos, são aqueles que qualquer animal têm, de sobrevivência própria e da espécie. E sim, há instintos “atuais” que nos foram ensinados de geração a geração, oriundos do convívio social, e que tenta com menor ou maior efetividade, abrandar nossos instintos primitivos.

          • Não Bosco.
            Você erra em dizer que Bem e Mal sejam entidades vivas, antagônicas. Isso é uma espécie de dualismo absoluto. O mal não existe como ser, o mal é somente a falta do que deveria existir, uma falta.

            Os que se dizem ateus, sabem o que é certo e errado, pelo princípio geral da moral, que é um bem natural que qualquer homem tem, de um nativo da Nova Guiné do século XIV até o cientista de Oxford do século XXI. Isso não vem de nenhum conceito. Esta infuso na alma racional.

            Animais selvagens não sabem distinguir o certo do errado, porque não possuem alma racional. Mostre para um cachorro 2+2= 4 e 2+2=5 e peça a ele para escolher qual é o certo. Não confunda instinto natural e memória sensitiva com raciocínio.

            Não existe instinto primitivo e instinto atual. Existe simplesmente instinto. Que é natural, não se aprende um instinto. Ensinamentos feitos por gerações são ações racionais aprendidas e compreendidas pelos homens. Já o convívio social é natural, não se aprende, se aperfeiçoa.

          • Não quero me ater a essa discussão e muito menos às definições acadêmicas do que seja instinto, Bem ou Mal, tendo em vista que minha intenção foi só fazer um contraponto ao comentarista Charles que acha que as maiores mazelas da humanidade , como por exemplo a fome, se devem ao belicismo, inerente à espécie humana. No caso me referi ao instinto primitivo e não fiz alusão a instinto moderno, mas com certeza se fôssemos seres iluminados teríamos inibido nossos instintos primitivos e teríamos substituído-os por outros, e aí não teríamos necessidade de armas e as guerras não ocorreriam. Claro, teríamos deixado de ser seres humanos e seríamos seres mais “angelicais”.
            No caso da réplica ao seu comentário o que me referi como sendo “instinto atual” (inventei na hora) é o que seria “condicionado” pelo comportamento repetitivo que é aprendido pelos membros de uma comunidade. Tome o nome que tomar.
            Quanto ao instinto ser “natural” ao meu ver ele não precisa ser uma ação reflexa inata mas pode ser aprendida e aí passar a ser automática, inconsciente. Um bebê não nasce com o instinto de não por a mão numa lâmpada acessa, mas o cria com seu desenvolvimento junto a uma comunidade que adota a eletricidade.
            Um abraço.

          • Bosco.
            Entendendo o seu ‘abraço’ como uma maneira educada sua de por fim à discussão, que, claro, eu respeito.
            Entretanto, permita-me somente um breve dizer ao seu último comentário. Mesmo porque, pode ser útil a alguém que esteja acompanhando nosso debate.

            A necessidade de armas vem do desenvolvimento (racional) do instinto de conservação. Não tem como substituir instinto de conservação. Isso é impossível.

            Um bebê já nasce com instinto de conservação, se ele colocasse a mão na lâmpada, ele a tiraria imediatamente. Acontece é que, antes desse ato, ele não sabe o que é uma lâmpada, portanto não é instinto, é por ignorância não culposa, mesmo porque ele ainda não atingiu a idade da razão.

            Enfim, foi um bom debate.
            Um abraço!

      • Sem esquecer que sem investimentos militares, muitos avanços científicos em todas as áreas não teriam sido alcançados e o melhor e mais palpável exemplo são as comunicações, incluindo a internet.

      • Bosco.
        É simplesmente isso aí.
        É muito lenga-lenga. Já ouvi um idiota que diz ter quatrocentos pares de tênis se achar o mais equilibrado ser humano da terra. Não é por causa dos militares que existe corrupção e mal uso dos recursos. Pelo menos no caso do Brasil, esta falha se dá nos políticos.

  6. O Tratado assinado por Fernando Henrique,agora pode ser repensado,mas dificilmente o Brasil pode desenvolver misseis com mais de 300 km,que apesar dos radares do navio não pode detectar longe outros meios poderia guiar o matador a mais de 500 km pois a turbina dele pode funcionar além dos 300km.Bosco você melhora a vida do povo é com produção e desenvolvimento,doações seja do que for só alivia,mas não resolve o problema da pobreza,isto é o problema do comunismo pois nivela todo mundo por baixo,enquanto uma elite se coloca mais aõ alto.

    • Ronaldo,
      Concordo plenamente. Uma boa gestão pública deve ser avaliada pela quantidade de pessoas que deixam os programas de assistência, e não pela quantidade que entra neles, como era usual às administrações anteriores.
      Quanto ao alcance do míssil, o Brasil pode desenvolver e adotar mísseis de qualquer alcance. Só não “deve” vender os mísseis ou compartilhar a tecnologia deles com aqueles que não a detêm.

      • Ao meu ver, a questão é o “dividir” ao contrário do “prosperar”.

        Como pode alguém achar melhor ser mantido miserável a ser estimulado a prosperar, ou seja, é melhor dividir do que multiplicar.

        • A resposta é “populismo”.

          Programas de assistência e de cotas só são efetivos como remédio e não como cura.

          A partir do momento que uma sociedade reconhece que determinado grupo ou classe social precisa de uma compensação ou ajuda para superar determinada deficiência, pode implementar programas sociais e de cotas para reparar o erro, ao mesmo tempo em que corrige a fonte para não afetar novas gerações.

          O exemplo típico é a educação: suponha-se que uma sociedade reconheça que a educação pública básica afetou dramaticamente as chances de determinada parcela da população em ingressar da universidade. Uma solução paliativa poderia (estou colocando no condicional) ser a adoção de cotas universitárias para alunos de escolas públicas mas, com toda a certeza, a solução necessária seria modificar, melhorar a escola pública, evitando que novas gerações fossem prejudicadas. Uma, a cota, seria um remédio que a sociedade deveria deliberar sobre a adoção ou não. A outra, a cura.

          Infelizmente, o remédio foi usado em demasia, com fins populistas, buscando criar novos cativos, cidadãos de segunda classe que, pela dependência, tornam-se menos críticos. Eu não condeno os remédios (cotas, programas de assistência), eu condeno veementemente sua aplicação arbitrária e populista.

  7. Essa decisão foi correta, mísseis mais baratos para alvos mais próximos. Transpondo para o caso da MB, com as devidas proporções (ou desproporções), o ManSup seria esse míssil mais barato, cabendo aquisição de míssil mais caro para maior alcance (Exocet Block III, devido ao costume). Nas Tamandaré, por exemplo, poderia durante a construção instalar o ManSup, e depois, conforme aparecesse dinheiro, instalar o Exocet III, mas sem desinstalar o ManSup. Outro dia perguntei se haveria possibilidade de no mesmo navio utilizar os dois mísseis (integração ao sistema de combate), algum colega foi pessimista a respeito.

    • Nilson, me permita.

      A resposta que você obteve foi de caráter econômico (não haveria dinheiro para compra de 2 mísseis diferentes) ou técnico (os sistemas da CCT não seriam capazes de suportar dois mísseis diferentes)?

      Porque, imagino eu, e guardando as mesmas proporções que você guardou, que uma Tamandaré seria um adversário mais capaz se seu oponente tivesse que se preparar para um ManSup ou um Exocet Block 3, se não no CIWS ou equivalente, ao menos nas contra medidas eletrônicas….

    • Sim…seria limitado, mas, provavelmente o suficiente para deixar o navio fora de combate
      mesmo que por pouco tempo, mesmo um navio relativamente grande.
      .
      Lembrei-me que na década de 1990 o NAe USS Saratoga atingiu acidentalmente um “destroyer” turco com 2 mísseis “Sea Sparrow”, causando incêndios e infelizmente,
      mortos e feridos.

      • Quando um navio argentino atingiu uma fragata brasileira com uma salva de 40mm por engano já fez um estrago. Um míssil AA supersônico pode destruir radares, sistemas de comunicação, contramedidas e outras coisas. Não vai afundar, mas num barco maior pode dar “soft kill”. Já um patrulha ou lancha de ataque rápida pode dar “hard kill”

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