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Bolsonaro está pensando em alguém da Marinha para Ministério da Defesa, diz Mourão

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General Mourão
General Mourão/Foto: O Globo

Escolha visa dar um ‘equilíbrio’ às Forças, diz vice-presidente eleito

Por Eduardo Bresciani

BRASÍLIA – O vice-presidente eleito, Hamilton Mourão , afirmou que o presidente eleito Jair Bolsonaro pensa em indicar algum oficial da Marinha para ocupar o ministério da Defesa. Bolsonaro já tinha anunciado que o general da reserva Augusto Heleno ocuparia a pasta, mas pretende agora que ele vá para o Gabinete de Segurança Institucional, para ficar no Palácio do Planalto . A escolha de alguém da Marinha para a Defesa visa dar um equilíbrio interno às Forças, segundo Mourão.

– Ele está escolhendo um outro oficial-general. Está pensando em alguém da Marinha, para ter um equilíbrio – afirmou o vice-presidente eleito.

Mourão afirmou que a ideia de levar Heleno para o GSI é para evitar “desperdício” no aproveitamento do general.

– General Heleno é uma cabeça brilhante que não pode ser desperdiçada – disse.

Mourão disse que devem ser trocados os comandantes das Forças Armadas. Ele afirma que o critério a ser usado deve ser o da antiguidade.

– Lógico. Os atuais terminam os mandatos deles e passam para o próximo. Deve usar o critério de antiguidade – disse Mourão.

O vice-presidente eleito chegou há pouco ao Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde se reúne a equipe de transição. Já estão no local os futuros ministros Sergio Moro e Paulo Guedes, além de Onyx Lorenzoni, que coordena o grupo.

Mourão não deu detalhes sobre as reuniões que particirá. Ele afirmou que nomes de novos ministros devem ser divulgados até o final da semana. Sobre a possibilidade de um convite para que Ilan Goldfajn permaneça no Banco Central, disse que a decisão caberá a Paulo Guedes.

FONTE: O Globo

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56 COMMENTS

  1. Saiu notícias que o Almirante Leal Ferreira vai para o Ministério da Defesa. Como isso iria afetar as Forças Armadas? Sempre li aqui no Poder Naval que foi o homem responsável por reestruturar a Marinha Brasileira e tocar os projetos como nunca antes. Espero que aconteça o mesmo caso ele decida ir para o MD

  2. Só uma pergunta: antiguidade é sinônimo de competência? Não seria melhor usar um outro critério, tipo experiência, aptidão ou formação?

    • Não, não é sinônimo de competência, mas no meio militar a antiguidade é um dos parâmetros utilizados para galgar uma posição superior.
      No geral, o mais sênior tem sim uma formação superior ao mais novo e com mais experiencia em comandar unidades maiores.
      Obviamente não é único critério, mas é raro alguém bem mais novo assumir a posição se existe algum mais antigo.
      Um parâmetro parecido é a situação que pode acontecer com o Moro, em tese, na fila para assumir uma cadeira no STF, os que estão tribunais como STJ, TJ etc tem a preferencia. Vai rolar críticas (mesmo veladas) se a nomeação acontecer.

      • Criticar o Moro para o STF? Já viu o currículo dele e a atuação espetacular desse sujeito para o combate ao crime organizado?
        Alexandre de Moraes e Dias toffoli (esse filiado ao PT, advogado do partido e assessor de vários bandido do PT, sujeito que tentou 2 vezes ser juiz e reprovou…nunca foi servidor de carreira ou membro do MP e do judiciário em geral). Nosso STF é em grande parte ocupado por manés puxa saco de político corrupto.
        Quanto a questão de meritocracia, nossas instituições militares precisam acordar para o século 21, idade não é parâmetro para nada, idade é parte de requisito, porém não deve ser parâmetro isolado de nada. Em várias forças militares pelo mundo há grande mobilidade dos seus membros. Um exemplo interessante é comparar a PRF – polícia Rodoviária Federal com as Polícias Militares (bombeiros também), não falo de salário, mas sim de organização e gestão, a PRF é exemplo de gestão organizacional e de pessoas, desde parâmetros de ingresso, formação, requisitos e ascensão na carreira. As instituições militares no Brasil, diferente de outros cantos, é muito engessada e cheio de firulas, a começar pelo fato de ter idade limite (precoce) para diversos cargos, ou seja, grande parte dos cidadãos com ótima formação, até doutores com ótimo currículo) e experiência são travados por um único requisito de forma isolada (esse foi apenas 1 exemplo de engessamento grave). Não falo de ser militarizado ou não, mas sim de como será essa militarização, eu vejo nossas instituições muito travadas. espero que o Bolsonaro como militar tenha uma sensibilidade nessa questão, aliás, espero que ele saiba disso tudo…

        • Sócrates, e os bandidos do MDB, PSDB, DEM, PP………..como ficam?

          Brasileiro só vai acordar quando descobrir que tem bandido em todos partidos

          • O Cunha não tá preso? E o Cabral? O Beto Richa só não tá por causa do Gilmar Mendes. Do PP tem alguns tbm.

            A maioria dos demais tinham prerrogativa de foro.

            O brasileiro só vai acordar quando se der a chance de acordar e parar de ser boi de manada de partido político.

            É extremamente provável que toda essa galera boa que perdeu a prerrogativa de foro ( Jucá, Lobão, Eunício, Lindbergh etc) entrem na dança agora.

            É ficar de olho na turma boa do STF( Gilmar, Marco Aurélio, Lewandowski, Toffoli) que gosta de bandido solto.

          • Felipe,

            Vários senadores que tem carreira suja como Jucá, Eunicio, ZeZé Perrela e vários outros……….já deram um aumento absurdo pro STF, isso tudo esperando canetada do pai 2 da corrupção Temer

            será pra livrarem de algo?

      • Caro Humberto, acredito que você não possua formação jurídica, desta forma, tomo licença para apontar alguns fatos que, em minha opinião, tornam o exemplo dado pelo senhor inaplicável, principalmente se comparável com a tradição militar.

        Inicialmente, cabe uma breve visita à Constituição Federal. Nela, encontraremos os requisitos e composições dos tribunais brasileiros. Ocorre que ao contrário dos Tribunais de Justiça, dos Tribunais Regionais ou dos Tribunais Superiores, o STF não possui o mandamento de se dividir respeitando indicações corporativas e carreiras anteriores dos aspirantes a Ministro da Suprema Corte. O caput do artigo 101 é claro: ” escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade, de notável saber jurídico e reputação ilibada”.

        Não há necessidade de seguidas ‘promoções’ para se chegar ao STF, à despeito de alguns ministros atuais o terem feito. Historicamente, membros da magistratura com tal aspiração trilham o caminho mais longo de forma a se fazerem conhecidos dos atores políticos enquanto angariam apoio nas próprias instituições. No entanto, Moro subverteu esta ordem, se tornou conhecido do Senado por sua atuação profissional e conta com amplo apoio popular, algo inédito para meu conhecimento.

        Ademais, o critério de antiguidade na classe militar é uma forma de impedir perigosas subversões internas, que podem ser catastróficas para a sociedade, como a história muitas vezes relatou. Usa-se uma critério objetivo, sabido anteriormente e que todos se conformam. Simples assim.

        • Dias Toffoli, atual presidente do STF, tentou ser juiz 2 vezes e foi reprovado, mas foi indicado ao Supremo por ter atributos muito importantes e valorizados pelo então governo: foi advogado do PT e subalterno de José Dirceu na Casa Civil. Lembrando de um pequeno detalhe: c/ tudo isso ele não se declarou impedido p/ julgar os petistas do mensalão, estes mesmo que reclamam da imparcialidade de Moro.

        • Rafael_PP,
          Sim senhor, não tenho formação jurídica (sou de TI), mas gosto de ler um pouco de tudo. O que o Sr. postou é perfeito, mas é de praxe, o presidente da república colocar o novo nome para assumir no STF, pois até onde sei, o STF pode vetar o nome (ele não nomeia, mas tanto o senado quanto o STF pode veta-lo).
          Deveria ser de praxe que os nomes sejam escolhidos entre os tribunais superiores MAS a realidade não é esta, infelizmente. Boa parte dos ministros
          galgaram este caminho, dizem que além do notório saber, um novo ministro deve ser hábil o suficiente para colocar o seu raciocínio junto aos seus colegas, e isto se conquista com o tempo.
          Quanto ao Moro (sou de Curitiba) sou fã dele, mas quis colocar a “fila” como algo natural, creio que o exemplo não foi o mais feliz.
          Um grande abraço

          • Humberto, só por gostar de ler, você já larga na frente de muitos ‘operadores do direito’.

            Não há disposição legal que permita ao próprio STF vetar a entrada de um futuro membro. A depuração do nome escolhido pelo PR é feita exclusivamente. A única alternativa que vejo, seria a Corte ser provocada pelo MPF e anular, por alguma razão, o processo legislativo que aprovaria tal ministro.

            Concordo com você, sobre a questão da experiência de integrar e administrar um colegiado. Neste particular, um dos integrantes da Turma do TRF revisora das decisões do Moro, seriam melhores escolhas.

            Forte abraço!

      • Só um esclarecimento: na questão do STF não existe absolutamente nenhum tipo de ordem ou prática obedecida. Quem decide é o Presidente e pronto (no caso do Brasil o Senado assina embaixo até dos piores candidatos possíveis, em alguns outros países menos). Entre as aptidões necessárias para ser ministro do STF nenhuma delas cita ou tem a ver com antiguidade, até mesmo porque não há diferença de autoridade entre juízes da mesma instância.

        No meio militar a antiguidade é fator de diferença de autoridade, de maneira codificada.

        E, sim, concordo com a idéia de que o mais qualificado deveria ser escolhido, não o mais antigo. Mas isso não se muda da noite pro dia, nem é tão preto/branco assim, existem razões boas para essas distinção existir.

    • Nas forças armadas quanto mais velho vc é mais experiência, aptidão, competência os ofíciais tem para assumir suas patentes, se o ofícial não tiver essas características nunca vão se torna um ofícial de alta patente, ex: general, Almirante ou brigadeiro! Entendeu como funciona essa instituição.

  3. Entendo como lamentável que a lógica que norteie a escolha dessa cargo político seja a de “equilibrio” entre as Forças. ao mesmo tempo, é a própria lógica que denuncia a necessidade de se abordar a questão Defesa sob outros parâmetros.
    Sem uma perspectiva sistêmica, acredito que continuaremos com problemas relevantes na construção de uma END, assim como da instituição MD.
    Devo deixar claro que, entre os nomes militares, acredito que o Almte. Leal Ferreira seja estrela de primeira grandeza, já que o critério de que TEM QUE SER 1 OFICIAL-GENERAL parece ser cláusula pétrea. Se ele conseguir fazer com que se estruture minimamente um corpo civil no MD (oxalá a criação da tão requerida carreira de defesa), não permitindo a ocupação dos cargos em comissão por coronéis aposentados, já será um grande adianto.

      • Olá, BFESP;
        Como tentei colocar acima, há o problema da não criação de uma carreira civil no âmbito do MD.
        ao contrário do que você afirma, há, sim, um bom contingente de profissionais qualificados
        muito dispostos a trabalhar com Defesa. USP, Unesp, PUC/SP, UnB e outras tantas universidades de boa qualidade têm despejado no mercado bons alunos que gostariam muito de trabalhar para a “causa”, por assim dizer, mas o que NÃO HÁ é espaço para eles ocuparem.
        cordiais saudações!

        • Tá, mas qual o problema de não ter um “corpo civil”? Qual o problema dos coronéis no MD? Só por que o pessoal das universidades quer ocupar esses cargos?

          • Com a quantidade de Universidades que se abriram por este Brasil afora , vai faltar cargos .
            Só minha opinião, galera tem que ir pra iniciativa privada, o País vai mudar e vai ser o grande canal pra novos empregos.
            Temos é que diminuir o inchaço da máquina pública.

      • Ops, postagem para outro destinatário…
        Mas tudo bem; não saiu tanto do assunto.
        A questão, Br, é que a ausência de um corpo civil no MD dificulta sobremaneira (para não dizer que inviabiliza) a construção de uma memória que permaneça no Ministério e que possa unir forças ao conjunto das FFAA no desenho de políticas voltadas à questão.

        O MD não tem carreira alguma – nem o chamado carreirão do Poder Executivo, o PGPE, tem; os servidores vêm de outros órgãos. Certamente é necessário um corpo funcional qualificado e permanente para dar continuidade aos trocentos assuntos de que cuida a Defesa.

        O Problema dos coronéis assumirem os cargos é que: 1) inviabilizam a participação de profissionais civis qualificados no ministério; 2) ao se tornarem “proprietários” (infelizmente isso ocorre com altíssima frequência – entram quando vão pra RR como forma de dar um booster no salário e só saem quando quiserem) dos cargos, bloqueiam a oxigenação da instituição e a aquisição de novas capacidades. No meu ponto de vista, essa é uma questão muito séria, pois o K humano é o que de mais precioso há para os pulos do gato que precisamos dar; 3)…
        fui chamado pra uma reunião e perdi o fio da meada, mas pra começar dá pra colocar esses pontos!
        Um cordial abraço

  4. Até “ontem” qualquer “zé ruela” poderia ser Ministro da Defesa e ninguém iria dar bola.

    Agora um Gen está sendo pensado e o “povo” reclama.

    Sério, vão achar 1m de lenha pra cortar!

    • Hã?
      Lamento que eu não tenha sido capaz de me fazer entender.
      Mas será que… os ânimos estão exaltados a tal nível para que se faça uma interpretação desse gabarito?

    • Exatamente! Vários vermelhuxos clássicos da patotada foram ministros e nem precisava fazer aviãozinho para abrirem a boquinha, embora todos sabiam tratar-se de um acinte. Agora, ficam de blá-blá-blá. Como dizia o Mestre: é gente que coa o mosquito e engole o camelo inteiro. Ou, em uma versão naval:
      .
      Filtram a caboclo e ingerem de prima o São Paulo.

  5. Essa fila para assumir uma cadeira no STF em que os tribunais (STJ, TJ) tem preferência não é clausula pétrea, vide o caso do Toffoli e Alexandre Morais. Nenhum dos dois pertenciam a nenhum tribunal.

  6. Rapaz, esse general é um embuste. Nunca vi um vice que fala tanto, alias, esta equipe do Bolsonaro tem muitos que só quer se aparecer, cada hora um passa uma informação e depois volta atrás. O próprio Bolsonaro falou para os egípcios que não esta decidida a mudança da embaixada pra Jerusalém, se não estava pq falou? Agora se recuar vai ficar mal com Israel. Eles deveriam falar menos, principalmente antes de assumir o governo.

    • Concordo com vc.Eu tbm não curto este Mourão.Da muita declaração polemica ,fala fora de hora ,esse cara ao meu ver é o maior perigo para um desastre do governo.

    • General Heleno como Vice seria muito melhor escolha, não sei porque ele escolheu o Gal Mourão…

      Eu votei no Bolsonaro no 1º turno, torço por ele (obvio moro no BR), apesar que acho que não vai conseguir nada com essa quantidade de deputados e senadores corruptos, estamos amarrados em uma corrupção que transforma o estado em uma mãe e um chupin ao mesmo tempo.
      Mas acho que ele precisa ser sutil em suas declarações, agir de forma sorrateira, querendo ou não o Brasil aumento e muito seu PIB depois iniciou massivamente negócios com os BRICS, Irã, Emirados……….dos BRICS principalmente a China que compra 50 bilhões anuais, não existe outro mercado que vamos vender o que vendemos pra eles.

      Sempre foi osso vender pra Europa…

      E já tomou uma secada da China, Egito………isso por causa de declarações

      • O lance do Heleno ser vice teve relação com o partido .A primeira opção seria ele ,o Bolso falou isso em uma entrevista .Sobre as declarações do Bolso ….Ja esta arrumando confusão com o mundo arabe e com a China por ficar dando declarações antes do tempo.NEm assumiu ainda e fica criando polemica desnecessaria .A meu ver a equipe está totalmente descoordenada ,cada um fala uma coisa e agora ,voltam atras com o nome do Heleno na pasta da defesa …

    • O que NÃO mais me deixa perplexo é que um oficial general (ao menos em tese) estudou informação e contra-informação… Pega mal, para dizer o mínimo!
      .
      Tem vários RECRUTAS por aí que nunca passaram na porta de uma Aman, ESG etc e fazem parecer com o seu SILÊNCIO hábeis escaladores de uma torre de sabedoria.

  7. Aficcionados pelo assunto de defesa
    Keyboard Warriors

    Ainda bem que os comentários daqui são filtrados e muito bem filtrados! Pois tem aparecido cada comentário……

    Reforçando o que já foi colocado acima;
    Estão escolhendo alguém da área, diferente de antes. Já tivemos juiz, diplomata, políticos profissionais. Sem capacitação alguma. Quando coloca alguém que pode realmente contribuir…..

    Sobre o critério de antiguidade. Salvo engano meu, é assim em todas as FAA do mundo. Não só aqui. Mas tem gente querendo falar o que nem sabe!

    Só para se ter uma ideia, há vários postos dentro do generalato. Para se chegar ao último, tem que ter sido um dos primeiros em todos os cursos feitos, desde a AMAN até os outros.

    Entendeu o porquê do princípio, como ele é válido?!

    Além disso, o Almirante Leal foi pé no chão e realista, mostrou e assumiu que nos temos condições de duas esquadras; que o A12 era uma loucura; e tenta colocar um plano até que muito singelo para repor os meios perdidos.

    Já amei mais ler os comentários aqui. Vejo que muitos perderam o prazer de participar do blog

    • Tem horas que realmente fica difícil. As pessoas não entendem que a nova gestão se propõe a ser diferente das outras, colocando em cargos de comando pessoas realmente capacitadas e não pelegos ou indicações políticas para lá de duvidosas como foi o caso de Gilberto Kassab para o Ministério da Ciência e Tecnologia.

      A nomeação de Kassab para um ministério tão importante para o país foi um esculacho para a comunidade científica e para o país.

      Já teve gente criticando a nomeação do Ceronel (Rrem) Marcos Pontes para o MCT o chamando de “plantador de feijão no espaço”. Este é o tamanho do raciocínio de alguns. Se ao menos pesquisassem o curriculum dele e visse qual era a missão dele…

      Enfim…

  8. Eu gosto muito do Heleno, acho que ele deveria ser o presidente, se ele não for ficar em um cargo de destaque, que ocupe esse cargo o almirante Leal. É imprescindível que exista esse equilíbrio de poder, apesar de achar que essa medida é pequena diante da hegemonia política do exército. A marinha tem os programas mais importantes e custosos, é a força mais desgastada, ela precisa e o governo tem a obrigação de dar prioridade a ela.

    • Se for analisar pela inteligencia ,dissernimento ,coerencia ,e outros mais atributos ,ele seria muito melhor para presidente .O que prova o quanto Heleno é importante é que o Bolso quer ele bem perto ,para auxilia lo .

  9. Nossos políticos não tem formação em Ciências Políticas, Estudos Estratégicos, etc, para encarar um MD. Para corruptos então, é considerado “castigo”.
    É raro aparecer um MD civil como o polonês Antoni Macierewicz , que rearmou e afinou a Polônia com a OTAN e tem cara de mau até quando ri.

  10. Bom nome e que possa ser cogitado e já pensado! Tudo a ver! Pessoas da área no ministério da defesa para tratar assuntos pertinentes à soberania da nação. Uma vez escolhido, que o Alte Leal possa fazer frente as prioridades e necessidades das três forças, principalmente a MB e sua defasagem de meios. Que ele consiga desenterrar o Prosup.

    • Nao sei de que você está falando sobre golpe de 88 porque não houve nenhum golpe em 88. O último golpe que tivemos foi em 64.
      O MD foi criado por FHC unindo os ministérios do exército, marinha e aeronáutica e sempre foi ocupado por civis, segundo se dizia, para se evitar ciúmes entre as forças. E se olharmos para um general de vice, outro no GSI e um almirante no MD, os brigadeiros vão ficar com ciúmes.
      De qualquer forma, pra mim, não importa se o cara é militar ou civil, desde que preste um bom serviço ao país.

  11. Muito se fala em um quadro civil para o Ministério da Defesa, mas, na verdade, para mim, esse quadro deve ser misto. Com pessoas ocupando postos pela sua competência e conhecimento.
    O difícil será achar o que nossa arrogância não nos deixa ver: como montar essa parte civil? No geral, é dificílimo achar civis que entendam do assunto e se disponham a fazer é passar num concurso público, além de ter de mudar de cidade, para ganhar o salário do carreirão dos ministérios que é muito baixo. No Brasil, quase não se fala em defesa, sempre foi uma espécie de tabu. Daí, o fato de não se encontrar muitos civis afetos ao tema.
    Este é o principal motivo de, no Brasil, o Ministério da Defesa ser praticamente composto exclusivamente por militares.

  12. Agora entendo o porque do ministério da defesa sempre ter um civil como ministro, pra que as três forças não entrem em embate pelo cargo. Mas quem entende mais de forças armadas do que um militar? Espero que haja uma união e que o orgulho dê espaço a um engajamento em desenvolver uma doutrina militar em comum.

  13. Vou viajar agora mas vou falar…rs
    Acho que a marinha deveria arrumar a propulsão do Nae Sao Paulo e ja que esta recebendo os Tracker modernizados , pegar eles e aquela meia duzia de A4 e já começar a tornar real a operação rotineira com aviação embarcada.
    Acho que o Nae Sao Paulo para isso deve servir ao menos.
    e importante já ter toda uma rotina de aviação embarcada pois creio que o Gripem Naval seria a única opção para a nossa marinha.
    Seguindo com o sonho, a MB consegue verba e apoio do governo para bancar o Gripem Naval aproveita que os franceses já estão elaborando planos para o novo Nae deles e mete logo uma encomenda.
    Assim nossa aviação treina no Opalão que esta com casco em perfeitas condições (até onde sei) enquanto esperar receber o novo Nae e seu grupo de aviação formado pelos Gripem… 🙂
    Acho que no governo Bolsanaro talvez a MB consiga grana ao menos para manter o São Paulo rodando e em condições para podermos iniciar nossa doutrina para operar caças embarcados…

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