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Brasília recebe o Simpósio ‘Amazônia Azul 2018 – Patrimônio brasileiro a preservar e proteger’

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O Estado-Maior da Armada, por meio do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha (CEPE-MB), realizará, no dia 12 de novembro, no Auditório do Colégio Mackenzie de Brasília, o Simpósio “Amazônia Azul 2018 – Patrimônio brasileiro a preservar e proteger”.

O simpósio visa, entre outros aspectos, despertar a atenção da sociedade brasileira para a importância de conhecer melhor esse espaço marítimo, suas potencialidades, sua biodiversidade e suas vulnerabilidades, de forma que fomentemos a consciência da necessidade de sua proteção como vital patrimônio brasileiro. O evento é aberto para alunos de graduação e pós-graduação, membros da comunidade acadêmica, militares e interessados no tema. As inscrições serão limitadas e poderão ser realizadas até às 12h do dia 9 de novembro, por meio do site www.simposioamazoniaazul2018.mar.mil.br.

Conceito
Pelo mar fomos descobertos e a partir do mar e dos rios consolidamos nossa independência e fixamos as fronteiras ao norte, sul e oeste, o que garantiu a integridade do nosso território, com dimensões continentais. Também pelo mar e pelos rios, ao longo da nossa História, nos defendemos das mais graves agressões à soberania nacional.

Assim, entender a importância do mar e dos rios exige a absorção de conhecimentos e percepções que normalmente deixam de estar ao alcance de significativa parte do povo brasileiro. Porém cada vez mais constatamos que é pela via marítima e por hidrovias que trafegam os produtos e serviços vitais para o Brasil.

Tendo em vista as diretrizes da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM) e estudos geopolíticos voltados para os oceanos, a Marinha do Brasil vem consolidando o conceito político-estratégico Amazônia Azul, que insere em posição decisiva os espaços oceânicos e ribeirinhos sobre os destinos do povo brasileiro e na dinâmica das relações internacionais.

Esse conceito visa a conscientizar os brasileiros sobre a importância política, estratégica e econômica do nosso território marítimo, com uma área de aproximadamente 4,5 milhões de km2, sendo 3,6 milhões correspondentes à zona econômica exclusiva, acrescidos de 950 mil km2 de plataforma continental, onde estão os cabos submarinos – meio de transmissão da maior parte de dados, primordiais para as nossas comunicações – e trafegam 95% do comércio exterior brasileiro, que representam 91% do petróleo e 73% do gás natural produzidos no País.

Adicionalmente a essa pujança na área econômica e energética, temos a riqueza em biodiversidade. Nosso território no mar é crucial na regulação do clima, absorvendo e paulatinamente liberando imensas quantidades de calor, no processamento de nutrientes, por meio de ciclos naturais, e contempla ampla gama de serviços, reservas minerais e alimentos, que beneficiam grande parcela da nossa população.

Programação

  • 8h – 9h – Credenciamento.
  • 9h – 9h15 – Abertura.
  • 9h15 – 9h45 – Painel 1 – Economia Azul, Prof. Dr. Rodrigo More (UNIFESP).
  • 9h45 – 10h15 – Painel 2 – Pesquisas Científicas: esforços brasileiros para conhecer melhor os recursos e o potencial da Amazônia Azul, Prof. Dr. José Henrique Muelbert (FURG).
  • 10h15 – 10h45 – Intervalo.
  • 10h45 – 11h15 – Painel 3 – O Contexto Oceanopolítico do Atlântico Sul, Alte Esq (Ref – FN), Dr. Alvaro A. D. Monteiro (CEPE-MB).
  • 11h15 – 12h – Debates. Moderador: Embaixador Alessandro Warley Candeas (MRE).
  • 12h – Encerramento.

O Colégio Mackenzie está localizado na SHIS, QI 05, Chácara 74 a 79, Lago Sul, Brasília-DF.

Departamento de Imprensa do Centro de Comunicação Social da Marinha
(61) 3429-1293 / (61) 99194-2788

4 COMMENTS

  1. 07/11 – quarta feira, btarde. SRS. um simpósio para despertar conscientização da ”populacao” no sentido da preservação da Amazônia Azul, são 4,5 milhões de Km2, quase que totalmente desguarnecidos. Nossa MB, devido ao descaso não possuí meios para guarnecer está imensa área, temos hoje operacionais 2/3 fragatas, 2/3 corvetas, 1/2 submarinos, 3 navios patrulha oceânicos, para esta imensidão, muitas vezes nossos meios navais estão no porto, vemos navios pesqueiros invadindo nossa Amazônia Azul, se é que não estão realizando pesquisas em nossas áreas. Antes de mais nada, necessitamos de uma MARINHA atuante e com meios para podermos defender o que é nosso. Sem meios para defender é o mesmo que não ter????

  2. A marinha, por falta de recursos, deixa desguarnecida a costa brasileira. Pelo menos para afugentar os chineses pescadores de atum, podia ter uma guarda costeira com uns 15 patrulhas com requerimentos muito menores e mais em conta que qualquer corveta.

  3. A Extensão da plataforma continental não está ganha… É contação de ovo em fiofó de galinha. Quero ver como vai ficar isso aí, se o Bolsonaro acabar comprando briga com meio mundo por conta de uma embaixada.

  4. Patrulha são boas mas você precisa de corvetas fragatas e outros meios.Tem áreas que é melhor vc ter submarinos pois negam o mar a uma frota atacante.minha sugestão e que o Almiratado compre as bach 1 inglesas eles estão vendendo 3 e faça um contrato com os ingleses para fornecimento das patrulhas batch 2 em estaleiros nacionais e tenha uma frota no nordeste pode ser uma base pequena,mas economizariam muito combustível pois diminuiria a área de patrulha.Claro com bases para os patrulhas aéreas p-8 e bandeirantes.

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