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EXCLUSIVO: Marinha desprioriza submarino nuclear para investir nos meios de superfície

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SN-BR Álvaro Alberto - Pintura de Carlos Kirovsky
Submarino nuclear (SN-BR) Álvaro Alberto – Pintura de Carlos Kirovsky

Por Roberto Lopes
Especial para o Poder Naval

A chamada Alta Administração Naval (Almirantado+Comandante da Marinha) está examinando uma série de providências destinadas a mudar o foco dos principais investimentos da Força, trocando o PROSUB (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) “a qualquer custo” pela recuperação dos meios de superfície da Esquadra.

O Almirantado já definiu a necessidade mínima de 12 escoltas modernos, para que a Força de Superfície seja capaz de cumprir, de forma eficaz, as tarefas a ela atribuídas.

O prazo de obtenção desses navios, por encomenda ou compras de oportunidade, é a próxima década.

A maior parte dos oficiais envolvidos no reaparelhamento da Esquadra defende que essa conta de 12 unidades represente apenas o somatório das 4 unidades Classe Tamandaré com 8 navios novos – o que exclui do cálculo as fragatas Niterói e Greenhalgh, além das corvetas Inhaúma.

Mas ninguém sabe se o atendimento a esses critérios irá se revelar viável.

O conjunto de medidas que visa acabar com o estrangulamento financeiro da Esquadra por causa do PROSUB não se resume a um mero redirecionamento de gastos.

Timbira atraca no EBN Itaguaí - foto Marinha do Brasil
Submarino Timbira (IKL-209) atracado no EBN em Itaguaí – foto: Marinha do Brasil

IKL-209 – Ele inclui, por exemplo, a redefinição do perfil operacional da Itaguaí Construções Navais (ICN) – joint venture do Naval Group francês com a empreiteira brasileira Odebrecht – que, além de construir os submarinos Classe Scorpène e o casco do Álvaro Alberto, primeiro submarino de propulsão nuclear, passaria a trabalhar também em reparos navais, utilizando a área e os equipamentos do complexo naval militar de Itaguaí (RJ).

Um dos planos sob avaliação é transferir para o complexo naval militar de Itaguaí – “casa” da ICN – o PMG dos submarinos Classe IKL-209 Tamoio e Tapajó, inicialmente previsto para ser realizado, a partir do ano que vem, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ).

Por esse esquema, para não deixar aos franceses do Naval Group a tarefa de negociar com os seus arquirrivais da ThyssenKrupp Marine Systems (as duas companhias mantém um relacionamento tenso no cenário internacional, desde que o Naval Group derrotou a TKMS na recente concorrência de submarinos da Austrália, e detalhamentos sigilosos de um Scorpène indiano apareceram nas páginas de um jornal australiano), a Marinha do Brasil (MB) planeja ela comprar os sobressalentes necessários à revitalização dos dois IKLs, repassando-os, mais tarde, à ICN.

Para viabilizar a mudança dos PMG haverá a necessidade de uma providência legal: a alteração da finalidade comercial da ICN, que precisará incluir “reparos navais”.

A MB se vê obrigada, desde 2011, a dilatar os prazos de pagamento e, consequentemente, o prazo de entrega dos quatro submarinos da Classe Riachuelo (Scorpène nacionais).

A Força também já simplificou bastante o projeto do complexo naval de Itaguaí, de forma a tornar o empreendimento mais barato.

Itaguaí – Estaleiro e Base Naval
Complexo Naval de Itaguaí – Estaleiro e Base Naval

Hierarquia – Além da revisão dos propósitos da ICN, estão sendo estudadas algumas movimentações de pessoal que vão implicar em uma diminuição do grau de hierarquia dos responsáveis pelo projeto do submarino de propulsão nuclear Álvaro Alberto – fato que, sem dúvida, sinalizam para a despriorização do navio.

Segundo o Poder Naval pôde apurar, o almirante de esquadra (RM1) Gilberto Max Roffé Hirschfeld, coordenador geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, será em breve substituído por um oficial que ele comandou, durante certo período, no âmbito do projeto do SN-BR: o vice-almirante (EN) Sidney dos Santos Neves.

Atualmente o desenvolvimento do Álvaro Alberto está sob a responsabilidade da Diretoria Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), chefiada pelo almirante de esquadra Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior – oficial de 4 estrelas que é um dos nomes de maior projeção do Almirantado. Mas, caso não seja escolhido pelo novo presidente da República para suceder o almirante Eduardo Leal Ferreira no Comando da Marinha, Bento, no ano que vem, será removido para o Comando de Operações Navais. Em seu lugar, no DGDNT, ficará o vice-almirante (EN) César Pinto Corrêa.

Cronograma estimado de desativação de escoltas da MB
Cronograma estimado de desativação de escoltas da MB e incorporação das corvetas classe Tamandaré

SAIBA MAIS:

271 COMMENTS

  1. Não tem nem dinheiro para comprar 4 Corvetas vai ter dinheiro para sub nuclear?

    MB após 30 anos de sonhos, dinheiro gasto voltando a realidade.

    • Cancelado esse sub nuclear enquanto dá tempo
      Teremos que gastar 50% da verba de aquisição de novos meios só para manter um sub nuclear, + PMG, + gasto com novo PMG para o reator e outros gastos.

      Melhor ter 10 Corvetas + 8 scorpenes + 4 fragatas + 50 outras embarcações menores + 12 F-35B + um pequeno porta aviões igual o marinha italiana.

      Esses 30 anos investindo nesse sub nuclear foi bom?
      Acho que não em
      Afinal ter um sub nuclear é igual ter nenhum pois sempre estará em manutenção quando precisar
      O ideal seria ter 3 sub nuclear para quando um estiver em PMG o outro em manutenção básica e sempre teríamos um disponível. Mas não temos $$$ para isso né?

      • Concordo em partes com suas colocações, agora o que também está em pauta é a obsolescência do conceito de propulsão nuclear. Até no máximo 2025 já existirá novas baterias Comprovadas…

          • Ao meu ver, apesar das novas tecnologias, a propulsao nuclear ainda será relevante durante muito tempo ainda. Senao, os EUA estariam equivocados todo esse tempo!!!

  2. Por um lado…
    Quase uma desistência do sub nuclear para dar prioridade aos meios de superfície ( 12 escoltas? Isso seria mesmo possível? )
    Pergunta de leigo: isso é uma boa decisão? É viável?

  3. Se focarem na obtenção de boas escoltas e uma boa força de submarinos, será muito bom. a MB precisa ser pé no chão, sem sonhos megalomaníacos de Porta Aviões ou etc…

    • Só ver a marinha da Austrália
      Os caras tem a mesma verba que nos

      Mas nós temos 80 mil praças e eles 7mil
      Se a Austrália atacar agente com sua marinha vamos ter uma ótima banda para tocar em nosso funeral da MB

      • Exatamente isso, Excesso de pessoal, e todo dia tem um concurso para admissão na marinha.
        Marinha, exercito e aeronáutica estão sem controle.
        80 mil militares para no máximo 15 navios de combate.
        Hospitais exclusivos, previdencia diferenciada, tem que colocar esse pessoal na previdencia do povão.
        E contratar planos de saúde privado para essa galera.

        • Marcus, olha o q vc está falando, então vamos dar a eles o direito de fazer greves/paralisações, você quer vê militares de bengala trabalhando, a carga horária deles já é um excesso e eles realizam excelente trabalho e merecem ter privilégios. Eles não são os culpados de não possuírem verbas suficientes, neste caso deveria reclamar para os governantes.

          • E de onde exatamente você acha que os governantes tiram dinheiro?

            Só o déficit anual está em duas a três vezes o orçamento de todo o ministério da defesa, incluindo a administração, as três forças e tudo o mais.

            Não tem mágica. A marinha não tem dinheiro, e o governo não tem de onde enfiar mais dinheiro para enfiar na marinha. Em tempo de vacas magras, ou se aperta o cinto e se vive com pouco ou vai morrer de fome.

            E é isso o que a realidade enfim está impondo ao almirantado.

  4. Pois é . . . Eu vivo escrevendo que esses projetos megalomaníacos da marinha não são viáveis economicamente. Agora, como se não bastasse todo o tempo e dinheiro investido, eles vão mudar o foco. Ou seja, não vamos ficar com nenhum, nem outro. Parabéns, Marinha! Quando eu acho que vocês são péssimos em administração, vocês me surpreendem. Acho que o único lugar que consegue desperdiçar mais dinheiro público nesse país do que a marinha, é o Congresso Nacional.

    • Como contribuinte, fico perplexo com esta notícia, deixar de priorizar o Submarino Nuclear para focar em meios de superfície????
      Não estamos só fabricando uma arma de dissuasão e prestígio naval, estamos construindo tecnologia militar de ponta, nuclear, metais e metalurgias especiais, motores, sensores e eletrônica de ponta, entre outras ciências embarcadas…
      A Marinha do Brasil, sempre soube do contingenciamento de recursos no país, então porquê começou o projeto? Durante 40 anos, acompanhamos cada conquista, para chegarem agora e ouvir que não será prioridade, no momento que elegemos um militar.
      Começo acreditar, que no fundo fomos manipulados a acreditar que um dia este país seria uma Nação, nós patriotas não podemos aceitar este tipo de postura de qualquer instituição que usa dinheiro público, como sempre, criam grandes sonhos, caros e sofisticados, gastam rios de dinheiro, não cumprem o que falam e ficamos com o prejuizo, com certeza algumas pessoas, grupos e empresas estão tirando alguma vantagem disso tudo.
      Lembrem-se
      VLS morreu
      Osório morreu
      Ciclone morreu
      SNB em vias
      Etc

  5. Vamos deixar de ter um Submarino Nuclear de Ataque para fabricar alvos… Baita vantagem.
    .
    Acabar com os marinheiros de escritório ninguém quer…

      • Claro que precisa, por que você acha que isso é ruim? Maior que quais países? Você já olhou o tamanho do Brasil? O Brasil não tem que diminuir o contingente, pelo contrário, ainda tem pouco pelo seu tamanho, o Brasil precisa de investimento, sem pedaladas.

        • Discordo amigo.
          A marinha está lá para que? E o que ela é hoje com seus 80 mil homens?
          Pois para mim ela deveria ser uma força de impor respeito, é isso que ela é? Hoje temos uma marinha de cadeira, aonde nossos queridos marinheiros barrigudos ficam sentados (grande parte), poucos tem o privilégio de ser aquilo que todo deveriam ser (marujos de verdade).
          Da grana que a marinha recebe aonde a mesma gasta o seu capital, que eu saiba quase 80% fica na folha de pagamento. Vc ainda vem dizer que não devemos diminuir contingente? Tá de sacanagem ??
          Vc como contribuinte que é quer ter uma marinha de burocratas ou uma marinha de guerra? É preciso vc escolher amigo!
          A situação da marinha hoje é VERGONHOSA, dá nojo de ver. Muita coisa precisa mudar dentro das 3 forças começando por um corte severo ao número de oficiais, temos oficiais demais aqui, é necessário enxugar as 3 forças para que elas possam crescer, é preciso repensar essa aposentadoria, é preciso extinguir essas pensões que ainda existam.
          Tá pra nascer um guerreiro de verdade que venha mudar tudo isso, o cara precisa ser macho pois vai cortar o privilégio de muita gente “importante”. Só assim que teremos forças mais capazes.
          Cansei de dizer isso aqui: TEM DINHEIRO SIM
          O que não tem é: CABRA MACHO PRA GASTAR COMO DEVIA SER GASTO.
          Se estou tão errado como vemos forças com orçamentos próximos ao nosso com forças absurdamente mais capazes?
          Pq eles conseguem e nós não?
          Será pq as forças deles não sejam cabides de emprego como as nossas são?

          • Bem, assim como você, eu também me faço do direito de discordar.
            Primeiro, quantidade do contingente se dá em grande parte pela nossa extensão territorial.
            Segundo, olhar apenas para o percentual gasto pela marinha com pessoal (80%) só transparece aquilo que você quer enxergar, pois as Forças Armadas recebem tão pouco que do que ela recebe quase sua em sua totalidade vai para pagamento de pessoal.
            Terceiro, navio nenhum se faz ao mar sem combustível, muito menos sem mantimentos, brigada nenhuma faz incursão a selva sem meios e até hoje eu nunca vi avião voando de tanque vazio. Para tudo existe um custo e, se as Forças Armadas não são tão operativas como deveriam, é porque não há verba e não, falta de vontade, porque mar e fronteiras e céu não faltam para serem protegidas e vigiadas.
            Quarto, não dá para ficar comparando com Forças militares de outras Nações, somos uma nação ímpar. Como você mesmo se questionou “Se estou tão errado como vemos forças com orçamentos próximos ao nosso com forças absurdamente mais capazes?/Pq eles conseguem e nós não?” A resposta é simples, porque eles não tem o território que nós temos, não precisam da quantidade de pessoal que precisamos.
            Por último, se nós formos comparar com o percentual do PIB dos EUA destinado a área militar, por exemplo, chega na casa dos 3%. Ou seja, três vezes mais do que nós, fora para a economia deles isso representa cerca de 1600 bilhões enquanto nós destinamos apenas 1,3% o que representa cerca de 23 bilhões. Se compararmos com a maioria dos países grandes como nós, é possível observar que somos a nação que menos investe tanto percentualmente como em seu valor total nas Forças Armadas. Logo, é triste ver que somos uma das nações que mais precisa de meios e a valoriza suas Forças.
            É só.

      • O Brasil é o 5° maior país do mundo nada mais lógico que tenha um grande número de militar embora pelo seu tamanho não é tão grande assim.
        A densidade militar no Brasil é de:
        0.03957256928 militar ativo/km²
        Densidade militar França
        0.41232927566 militar ativo/km²
        da Espanha
        0.26245182711 militar ativo/km²
        Reino Unido:
        0.63411616734 militar ativo/km²
        a Alemanha
        0.5024315446 militar/km²

        Para chegamos próximo da Espanha (menor da lista) precisaria soma o pessoal da reserva o que daria:
        0.24659464537 militar/km²

        Embora o Brasil não tenha uma Rússia como inimiga não temos uma aliança do tipo e nível OTAN….

    • Bardini, a questão é que as estratégias e finalidades preconizadas por estas marinhas diverge e muito da nossa. Não consta que tenhamos aspiração de projeção global de poder e nossa estratégia é, ao menos oficialmente, defensiva.

      • Creio que justamente por termos estratégia de defesa é que o SubNuc se torna ainda mais importante do que escoltas. Uma boa quantidade de subs. Scorpene junto a alguns subNuc’s ,creio eu, podem dissuadir muito mais e eficazmente que 12,13,14 escoltas . E como mencionado acima,os ganhos tecnológicos com o caminhar do processo de obtenção/projeto e construção do SubNuc são incalculáveis.

        • Se a opção é por defesa interdição se faz com subnucs e não com vasos de superfície.
          Sem uma efetiva e moderna defesa antiaérea não passam de alvos.

    • Caro Bardini.
      Um tipo de notícia que sai de uma hora para outra.
      Esta decisão é boa para quem ?
      Desistir de arma de ataque para construir alvos.
      Voce está correto.

  6. O programa do submarino nuclear propiciou ao Brasil aprender a enriquecer urânio, e a construir um reator. Não é pouco, aliás, é importantíssimo para o país.

    Não vou criticar jamais a Marinha por tê-lo adotado!

    Mas fico me perguntando se acabou a época falaciosa da “transferência de tecnologia”?

    Porque se agora, depois de tudo o que foi feito no PROSUB, aparece uma notícia como esta, só consigo concluir que deveriam ter comprado 4 submarinos de prateleira vindos prontos da França ou da Alemanha. Sairiam mais barato, teriam menos burocracia ao mesmo tempo em que não se perderia o que se ganhou de conhecimento no projeto do sub-nuc, que poderia andar no mesmo passo, projetando ago para (bem) mais adiante.

    E usado os recursos a menos para comprar meios de superfície, que agora, a Marinha entende serem mais necessários que o sub-nuc.

    O fato é que o planejamento de nossa Marinha é errante… claro que tem o problema do eterno contingenciamento de recursos, isso certamente atrapalha. Mas que há perdas recorrentes de foco, há!

    • Não só submarino, como as próprias “Tamandaré” deveriam ter sido compradas de prateleira. Isso, sem falar, nos Gripens. Essa história de “transferência de tecnologia” foi um erro desde o começo. Fico imaginando a quantidade de gente que deve ter lucrado com isso.

        • Concordo Alexandre, o ganho que o país terá vai ser incalculável, sem contar que será um programa de longo prazo, pelo menos de 20 ou 30 anos.No meu ponto de vista foi uma das melhores coisas que a FAB fez nas últimas décadas!!

          • não é a questão de fazer um caça nacional, mas sim de ter comprado aviões modernos e novos e a possibilidade de construir aqui e adquirir conhecimento. Diferentemente dos americanos que não iriam fornecer transferência nenhuma e ainda por cima não mandar o armamento pra cá,só quando nós precisássemos.

        • O problema maior é fazer um contrato com “transferência de tecnologia”, construir um complexo como Itaguaí e de repente, mudar de idéia e ir para outro caminho, porque escoltas são mais necessárias. No caso do Gripen, ao menos parece que o programa vai avançando, mas ninguém garante que, entregues as 36 unidades iniciais, não venha o alto comando e decida que a renovação do resto da frota, que deveria chegar a 120 unidades, não será feita com aeronaves usadas de outros países, ou com F-16 ou com JF-17 ou coisa parecida. Na verdade, o que eu quero dizer é que, se contratou com TT, vá até o fim, porque se não o fizer, TT vira falácia e dá margem a que seja interpretada sob outro aspecto. Essa notícia aí se torna preocupante, nesses termos.

    • Mas aí quem construiria as instalações de Itaguai rs ? Comprar de prateleira seria ruim ,pois uma empreiteira ja conhecida ficaria sem suas obras e o restante ja sabemos .NAda me tira da cabeça que tanto o pro sub e os 50 helis comprados teve coisa errada por tras .È só ver os envolvidos

  7. 08/11 – quinta-feira, btarde, pelo que entendi, ficaremos sem 4 fragatas, e, uma corvetas até que a 1 Tamandaré esteja operacional, isto no caso de não haver atrasos, falta de grana ( contingenciamento), e, nossos almirantes tem que fazer promessa, pois o que vemos hoje são várias marinhas correndo atrás do que queremos ( compras de oportunidades), e além de diversas marinhas por falta de grana também estarem prolongando a vida útil das suas fragatas. Tá feia a coisa, que vergonha, eu morro antes do submarino nuclear estar operacional.

  8. Ninguém acredita mais em nada. Parecem um bando de adolecentes sonhadores. Gastaram uma montanha de dinheiro com energia nuclear, reatores, enriquecimento de urânio, etc para que??? Acabar chegando a conclusão que não tem dinheiro e que só vai acabar tendo um bando de corvetas subarmadas, velhas fragatas que só servem pra desfile, Patrulhas oceânicas armadas de revólver, etc. esqueçam os sonhos e vamos para a realidade. Cadê os royalties do petróleo?? Tá num banco da Suiça?

  9. Mattos, eu te respondo pra quê, foi pra alguém ou muitos ganharem uma montanha de dinheiro, $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$, 50 anos pesquisando energia nuclear e só temos boas maquetes… Teve um almirante que se lambuzou no melado, devia estar trancafiado numa cela de 2X2m, mas graças à leniência de alguns magistrados ele está em casa numa boa escondendo os milhões que roubou para ninguém achar… Esse negócio de transferência de tecnologia é conversa pra boi dormir, depois de torrarem o dinheiro dos contribuintes as “empresas” estratégicas fecham e ninguém mais sabe fazer nada, vide o AMX, antigamente sabíamos construir fragatas, hoje mal conseguimos terminar um barquinho de 500ton, o que falta ao Brasil é patriotismo, talvez agora a coisa mude…

  10. Tenho uma opinião diversa da maioria dos foristas deste site, considero o programa nuclear brasileiro uma piada bilionária de péssimo gosto. Respeito as dos demais comentaristas pois sei da minha ignorância no aspecto científico da empreitada. Porém, como cidadão e contribuinte desta república, algumas coisas me revoltam.

    O próprio submarino nuclear, entre idas e vindas, já tem mais de 40 anos. Não consigo crer que alguém ache normal isto. A verdade incômoda e inoportuna é que apenas com um crescimento econômico gigantesco e perene, que conseguisse alocar os recursos que superassem os valores que naturalmente seriam corrompidos ou simplesmente desperdiçados, o planejamento inicial da MB se tornaria plausível. Todos sabem que isto não aconteceu. Outra perspectiva interessante, é que rapidamente ficou claro que dificilmente se teria mais que uma unidade, o que, fatalmente, nulifica o valor militar deste equipamento. o Álvaro Alberto simplesmente massagearia o ego da elite do almirantado e nossos políticos.

    Hoje, resta claro para quem de fato planeja uma força militar, que o conjunto principal de atribuições da MB não poderiam ser cumpridos em um futuro próximo sem os meios adequados: as escoltas. Os submarinos são armas incríveis, porém, possuem um conjunto limitado, apesar de importantíssimo, de missões. Com muita sorte, teríamos uma força naval desequilibrada, incapaz de atuar em certos cenários militares.

    Ps: gostaria de chamar atenção para um trecho da reportagem: “A Força também já simplificou bastante o projeto do complexo naval de Itaguaí, de forma a tornar o empreendimento mais barato”. Lembro que um dos delatores da operação judicial que atingiu participantes deste programa relatou que certos aspectos estruturais da base foram maximizados ou ‘inventados’ para beneficiar e alimentar o propinoduto. Cada um tire sua conclusão…

    • Não concordo com descontinuar o projeto.
      O quanto já foi gasto?
      O valor cobrado pela DCNS já não foi mais caro devido a esse submarino nuclear?
      Não haverá multas?
      Se o valor foi elevado não é possível rever os valores?
      Se já vão construir 4 subs convencionais, o que custa continuar com o nuclear?
      Será apenas um scorpene nuclear, a parte nuclear feita pelo Brasil, pelos militares da Marinha cujos salários serão pagos com ou sem subnuc.
      Adiante subnuc.

      • Concordo contigo pois o que já foi gasto não retorna mais, e se o adiamento levar tempo demais se perde o conhecimento obtido pelos engenheiros e técnicos que fazem parte do projeto.

  11. Isso é um erro muito grande! A quantidade de aprendizado e o poder de uma arma como o submarino nuclear não pode deixar de ser prioridade. É um projeto de Estado não só da Marinha. Mas como o novo governo não sinalizou alteração no teto dos gastos e nem fazer uma auditoria na dívida pública, realmente vai ficar difícil qualquer investimento em qualquer área, inclusive no âmbito militar. Lembro a todos que o teto se refere apenas àqueles gastos (despesas e investimentos) do poder executivo que compreende os 21% da pizza orçamentária, com Educação, Saúde, Segurança, Defesa etc. Os outros que precisam ser tratados com responsabilidade, mas precisam, são: Sistema Previdenciário e a Dívida Pública, 29% do primeiro e 50% do segundo (79%).

  12. Minha opinião sincera sobre oque a MB poderia fazer em Médio-Longo prazo:
    Não sou nenhum especialista então gostaria da opinião sincera de outros membros.

    O Principal foco da MB deveria ser eficiência. desistir da ideia de submarino pelas próximas décadas e focar na reestruturação naval.

    Temos uma extensão marítima gigante para proteger e oque eu vejo como mais ideal para o Brasil seria uma grande quantidade de navios de patrulha oceânica, são mais baratos e muito uteis para proteção da costa

    Deixar de usar corvetas, na minha opinião são navios limitados, mesmo superdimensionados.
    Julgo como ideal um numero minimo de 12 Fragatas na marinha e de 12 submarinos (a minha preferencia é de que quanto mais submarinos melhor)

    Obviamente não temos recursos para montar isso agora, mas acredito que esse deve ser o objetivo primário para a MB e que caso surja recurso e oportunidade, expandir a marinha a partir disso

  13. Eu acho possível essa tendência, mas não acredito que se concretize. Com tudo o que já foi investido, ficará muito ilógico tudo.
    Espero que a notícia não se concretize.
    Mesmo porque há necessidade tanto de escoltas quanto de sub, principalmente um subnuc.

  14. A DGDNTM é ODS, não seria chefiada por 3 estrelas… se isso já está furado, que dirá o resto… como dizemos na Praça d´Armas, estou içando o copo…

  15. Despriorizar não significa encerrar. É uma mudança de foco.
    Acredito que com o adernamento da F-40 Niterói, acendeu-se um sinal vermelho para com as escoltas. Afinal o PHM Atlântico necessitará de navios de superfície para sua proteção.
    .
    Também pode ser uma forma de pressionar o Bolsonaro por maiores verbas.

    • O SSN já deveria estar na água, o cronograma foi esticado para 2027, com essa “despriorização” ele vai ficar operacional quando? Em 2040? 2050? Isso é o mesmo que comissionar um navio a vapor. Sinceramente, eu não acho que corvetas tenham capacidade de escoltar o Atlântico, se for preciso, não são as corvetas de 2500 toneladas que vão parar um ataque, um SSN sim, com o SSN nem haveria ataque.

    • Concordo, de fato devem pressionar Bolsonaro. Agora, penso que a MB tem que melhorar sua gestão… EB e FAB são bem mais organizados, é raro ouvir falar em algum pepino, agora na MB…

      Penso que para ministro da defesa tem que ser alguém do EB ou FAB, aí sim tem tudo pra dar certo.

  16. “trocando o PROSUB (Programa de Desenvolvimento de Submarinos) “a qualquer custo” pela recuperação dos meios de superfície da Esquadra.”

    Pelo que foi escrito, não é só o nuclear que micou….os Scorpénes convencionais também vão ser colocados “on hold”. É isso mesmo ?

  17. Investiram pesado no PROSUB tendo como principal objetivo a construção do submarino nuclear (um dos fatores determinantes na escolha do projeto francês), para agora fazer com que o mesmo deixe de ser prioridade em função de novas escoltas. Penso que:

    1: Rebaixá-lo na escala de prioridades não vai fazer, nem de longe, com que sobre dinheiro para 12 escoltas novas.

    2: Daqui vários anos, depois de perder os avanços sobretudo na especialização da mão de obra, decidirão retomar o projeto tendo de começar quase do zero novamente.

  18. Esse ano saiu noticia que o submarino nuclear só ficaria ponto em 2029, resta saber se quando fizeram essa previsão já estavam levando em consideração priorizar meios de superfície. Ou será que já tem um novo prazo para só depois de 2030? Se for a marinha tem que se programar melhor para não ter que mudar as prioridades a cada 6 meses.

    • Acho que o prosub não deveria deixar de ser a prioridade, segundo relatório do começo do ano já foram gastos R$ 21bi, maior parte desse valor no estaleiro e na ToT, um investimento caro que não precisará ser feito de novo se tiver continuidade. Essa é uma área que a marinha poderá se destacar além de ter um poder de dissuasão que só seria possível com uma grande e poderosa força de superfície.

    • Para os meios de superfície acho que é mais interessante depois da CCT, investir em corvetas mais básicas:
      -2000 ton, mansup, radar gaivota-x, canhão 57mm+mistral, sonar omnisys, torpedo da ares.
      -alto índice de nacionalização
      -US$ 150 mi, acho que é possível esse valor.
      Muito melhor que comprar navio usado de 4000 ton, que vai durar uns 10 ou 15 anos e vai custar cerca de US$ 100mi aquisição+modernização, fora o custo de manutenção menor de um navio mais leve e novo.
      Tem o radar OTH0100, um sistema barato, com 14 da pra vingar toda a costa e tem um grande poder de dissuasão.
      Prosub+ 4 CCT+ 8 corvetas de 2000 ton. + 14 OTH0100. Estaria de bom tamanho. De caro só so os submarinos.

  19. E nos afundamos cada vez mais na cova do subdesenvolvimento tecnológico. Enquanto as três forças não só a Marinha ficarem nessa de puxa daqui puxa de lá e não abdicarem de certos meios e ambições vamos ficar eternamente correndo atrás do proprio rabo. Nessa de agradar gregos e troianos não chegaremos a lugar algum, se um dia tivermos que nos defender em um conflito pagaremos um preço muito alto em vidas de jovens marinheiros e dúvido que os almirantes venham assumir as responsabilidades por isso, já é mais que patente que não haveram os recuros necessários seja quem for o presidente, querer ter tudo de ponta sabendo disso é responsabilidade da MB sim. Está na hora de fazer escolhas se volta atrás e encarar as consequências! É a defesa da nação que está em jogo.

  20. A matéria não disse que irá interromper o desenvolvimento do Subnuc e sim deixará de ser prioridade em relação aos meios de superfície diminuindo a evolução das pesquisas e desenvolvimento sem abortar as ações como todo. É lógico que não irá engavetar 30 anos de pesquisa e dezenas de bilhões gastos no Subnuc, datas e fases do projetos serão revistas e conclusões mais lentas. Ao que tudo indica o Prosup vai ser desenterrado e voltaria agora remasterizado, sem navio de logística já que está na iminência de adquirir o Wave e a verba do FMM destinada aos navios de patrulha por exemplos. A MB está dançando conforme a música e a música agora chama se capitão Bolsonaro Presidente ou seja, com tantas possibilidades de acontecimentos dentro das três forças nesse novo governo como por exemplo a possibilidade do comandante Leal ser o MD pode ser um salto quântico para a própria MB. O que leva a marinha do Brasil a rever os seus cronogramas no sentido de atacar as pendências mais atingíveis, de resolução e execução de médio ou curto prazo como os meios de superfície, reforma dos IKLs, compras de oportunidades como as La fayetes modernizadas como combatentes de última geração, Wave, reforma da Corveta Barroso, navios varredores suecos, submarinos classe Riachuelo, ao contrário do próprio Subnuc que demanda pelos menos uns 10 anos pela frente. Essa é a estratégia da MB lembrando, que as forças armadas do Brasil pode ter nesse governo uma atenção que não tinha desde a época do regime militar e esta gestão pode durar até 4 anos se não houver outro golpe parlamentar. Por isso a hora agora!

  21. Um submarino nuclear seria nossa melhor arma para negar o acesso de um atacante pelo Atlântico. Sinceramente, fico abismado com a profundidade de alguns comentários.

    O pessoal fala de falta de recursos mas, até esses dias, o comentário era de que o orçamento das forças armadas não seria contingenciado.

    Ninguém questiona quando se dá 1 trilhão de isenção fiscal para as petroleiras. Mas aplaudem qualquer decisão que seja contra a soberania nacional. Por que não vincular o financiamento da marinha com os recursos do pré-sal? Dinheiro não falta. O que falta é coragem, espírito patriótico e espinha dorsal.

    A continuidade do PROSUB seria indício de uma réstia de soberania. Caso concretizada esta decisão, melhor fechar a conta e entregar as chaves para o verdadeiro dono. O maluco beleza é que estava certo. Abs https://www.youtube.com/watch?v=d3iI-ktX2WI

  22. Independente da precisão da informação, eu sou um daqueles que acha que quanto antes a MB abandonar o projeto do Álvaro Alberto, melhor.
    Não acho que tenha sido em erro da Marinha, pois a ideia fazia sentido na década de 70, mas sinceramente, não vejo como esse projeto vai dar frutos aos Brasil no futuro. Se analisarmos a curva de aprendizado no projeto, fabricacao, operação e desmobilização de submarinos nucleares ao redor do globo, veremos que é um negócio muuuito espinhoso. O custo é fabuloso, o risco de acidente nuclear nos primeiros anos é historicamente altíssimo e os prazos são tão prolongados que sinceramente acho que se um dia esse submarino for lançado, teremos o maior de todos os elefantes brancos — em 20 anos a tecnologia de propulsão de submarinos tende a evoluir tanto que as vantagens de um submarino nuclear vão tender a zero. E vamos ter em mãos (ou não) um submarino caríssimo de manter numa força que é carente de recursos e o pior é que esse problema vai ficar com a MB para a eternidade, pois se até mesmo a RN não sabe o que fazer com seus submarinos nucleares desativados, quem dirá a gente…

  23. O programa do Submarino Nuclear tinha q ter respaldo dos ministerios da Saude, Tecnologia e Industria pelos beneficios a todos esses setores e a sociedade que seu projeto irá trazer.

  24. Leonardo o numero do pessoal da MB é inferior por exemplo a PM de São Paulo,vc acha sem desmerecer a policia,que a MB que tem que patrulhar quase um continente que é a costa Brasileira é muito e fora a Amazônia e rios fluviais no interior do Brasil.Quanto esse atraso, é um erro pois o desenvolvimento do subnuclear é um avanço tecnológico em diversas áreas.O Almiratado podem adquirir as fragatas francesas,esperar a type -23 comprar as batch 1 ( 3 patrulhas que atenderia bem apesar de não ter convôo).Alguns dos srs falaram em vender nossos subdiesel classe tupi do jeito que o programa de submarinos está atrasado só vai sair um scorpee e temos que manter os velhos submarinos por mais uns 20 anos. É esse submarino nuclear vai incorporá no ano 2100.

    • A Austrália tem um litoral maior que o Brasil e um contingente de pouco mais de 20 mil marinheiros entre ativa e reserva e pelo que consta patrulha muito melhor seu litoral e de toda região. E com menos efetivo acaba tendo uma esquadra moderna e numerosa ao contrário do Brasil.

    • De que adianta 80k de pessoal se a MB não possui sequer uma fração dos meios necessários para efetivamente patrulhar nosso extenso litoral sem falar nas patrulhas fluviais.
      A MB tem que ter uma força efetivamente profissional de digamos metade do efetivo atual visando reduzir sua folha de pagamentos.

  25. Meios de superfície estão aparecendo aos montes de segunda mão, por que cargas d’água gastar com barquinho ao invés de investir em meios de combates realmente dissuasores? Eu tenho certeza que um SSN vai mais que meia dúzia de barquinhos. Uma atitude dessas é como se a FAB despropanizasse o FX2 para comprar Super Tucanos.

    • br,

      Não diria que há vasos aparecendo aos montes… As mais recentes oportunidades que apareceram consistem em duas fragatas classe ‘La Fayette’ e dois vasos Type 23; navios que sequer foram descomissionados ainda ( e sabe-se lá se o serão em tempo hábil… ). Disso pra baixo, só traquitana de mais de 30 anos…

      Verdade seja dita, as escoltas da classe ‘Niterói’ já deveriam ter sido desativadas a mais de uma década e já deveríamos estar incorporando as últimas escoltas novas do PROSUPER… Nada disso aconteceu e agora navios adernam nos portos, num indício claro de que já não suportarão muito mais tempo.

  26. Essa noticia traz expectativas boas e outras ruins

    * Abandonar o projeto do sub nuclear e algo péssimo para a MB e para imagem do Brasil
    * Reparar os sub em Itaguá e boa ideia porque mantem o estaleiro em dia e libera o AMRJ
    * Construir apenas 4 tamandaré e pouco e creio que 6 ou 8 seria o ideal e mais barato
    * Creio que a MB precise de 6 ou 8 fragatas e a RN nao terá tantas disponíveis

    Talvez, o melhor seria apenas atrasar mais o sub-nuclear e construir 6 scorpene no lugar

  27. Se o problema é falta de dinheiro porque não pegam do reajuste dos ministros do supremo? esses “representantes” merecem um oscar, sinceramente não sei como não ganharam ainda.
    Definição em poucas palavras:
    EXPLODAM ESSE PAÍS!

  28. Existe um grande acordo Governamental entre a França e o Brasil para a construção e a transferência de tecnologia para a construção do submarino nuclear que é um velho sonho da MB, já foi ou esta sendo envolvido uma grande soma em dinheiro neste projeto, não se justifica sem mais nem menos a desistência do projeto desta magnitude, tem qualquer coisa errada, não?

  29. Chato, terei que novamente sair da minha casamata…
    Modo irônico acionado…
    Aeronáutica: “Vamos deixar nossos projetos com aviões à jato e vamos focar apenas naqueles à hélice.”
    Exército: “Vamos deixar nossos projetos com forças mecanizadas autopropulsadas e vamos reinvestir na cavalaria.”
    Marinha: “Nuclear? Diesel? Velas? Nada disto, vamos voltar aos remos e nada de trirremes mas apenas monorremes.”

    Saco a notícia deste tópico. Corvetas como prioridade de uma Marinha de águas azuis, que já possui toda uma enorme estrutura material de fabricação de submarinos, inclusive nucleares, quase totalmente finalizada é opção inacreditável.
    Até onde foi que a Marinha se comprometeu com contratos nessas CCT?
    Então já assinaram algo e ninguém de fora está sabendo?
    Afinal,
    Com o SNBR e mais os 4 Scorpenes, todos zerados no estado da arte e com lançadores de mísseis mesmo de tubo, e mais 4 fragatas também novas no estado da arte e bem armadas, todos prontos até 2030, já nos bastaria para impor receio e respeito em qualquer “possível” agressor.
    Deixar de lado, de molho em águas paradas, o ProSub, e priorizar uma força de escoltas de corvetas é escancarar nosso Atlântico Sul para os tais “possíveis” agressores.
    Simplesmente não há lógica para algum “Poder Marítimo Brasileiro” essa tal resolução acima (Priorizar as CCT).
    Apenas os novos submarinos e 4 novas fragatas, o resto sim pode ir para mares de calmaria eterna.

    “Pôh! Tenho um pé na Marinha do Brasil… Minhas antigas obrigações militares foram feitas na Marinha, 5°DN. Esta nossa Força mora no meu coração. Muito me entristece esta notícia.”

  30. A despriorização do ProSub não vai acontecer, pois já aconteceu no projeto de lei orçamentária para 2019. Os valores alocados são pequenos:
    Implantação de Estaleiro e Base Naval – R$ 330.000.000
    Construção de Submarino de Propulsão Nuclear – R$ 258.621.161
    Construção de Submarinos Convencionais – R$ 374.135.499
    Tecnologia Nuclear da Marinha – R$ 315.000.000
    Total para ProSub e LabGene: R$ 1.277.756.660
    Esse dinheiro mal e mal deve dar para continuar lentamente a construção dos SBR, dar alguma adiantada no LabGene, manter o pessoal projetando o SN-BR e fazer mais algumas coisas no estaleiro.
    Ou seja, tirando os sub convencionais, o restante já está bem devagar.
    As Tamandaré têm R$ 2.500.000.000 previstos no orçamento 2019, ou seja, já são prioridade.
    Se for tirar mais dinheiro dos submarinos para passar para meios de superfície, teria que parar alguma coisa de vez, não só despriorizar.

    Quanto à matéria em si, claramente são apressadas as conclusões sobre quem vai comandar o que, ainda é cedo afirmar nesse campo, pois haverá novo comando a partir de janeiro.

  31. Pois é . . . Eu vivo escrevendo que esses projetos megalomaníacos da marinha não são viáveis economicamente. Agora, como se não bastasse todo o tempo e dinheiro investido, eles vão mudar o foco. Ou seja, não vamos ficar com nenhum, nem outro. Parabéns, Marinha! Quando eu acho que vocês são péssimos em administração, vocês me surpreendem. Acho que o único lugar que consegue desperdiçar mais dinheiro público nesse país do que a marinha, é o Congresso Nacional.

    concordo!!

    Falta GESTÃO A MB.

  32. Opinando como contribuinte e não como editor, que acompanha esse assunto há décadas, preferia sacrificar 2 S-BR para obter um SN-BR. Os ganhos em termos de performance, autonomia e dissuasão são imensos, não dá para comparar.

    Depois de tudo que foi investido no Prosub para obter o submarino nuclear, é como nadar do Brasil a Portugal e morrer na praia.

    • Perfeito Galante.
      Um sub nuclear faz toda a diferença.
      Tenhamos cuidado não e daqui uns dois anos vai ser publicado o desmonte do projeto do gripen por razão de contingenciamento ou desinteresse dos suecos em manter a parceria.

    • Caro Galante: concordo quase que totalmente! Faria uma ressalva: manteria a fabricaçao dos Scorpenes , uma vez que ja existem ate varios subconjuntos bem adiantados do S-BR 4, mas venderia os segundo e o terceiro vasos , como aqui ja aventado! Talvez o maior prblema seja envontrar quem compre nos prazos e preços necessarios, mas considero uma soluçao muito interessante pois nao abdicaríamos da tecnologia e produçao da fabrica, e investiriamos no Prosuper. O preco s pagar seria a postergaçao operacional da frota de subs, mas … aí sao outros quinhentos…

  33. Se não for para ter autonomia e tecnologia de defesa. Ao invés de construir eses “dez “barquinho” é melhor para o país entregar de vez sua defesa ao US e fechar a marinha. É mais econômico para nós contribuintes.

  34. Sub com propulsão nuclear vai entrar em dez uso por 2 motivos: 1 novas baterias vão triplicar a capacidade das atuais, 2 custo impagável das atômicas…

    A MB está certa, só demorou para descobrir.

  35. Senhores, a realidade bateu à nossa porta. E com ela o ocaso de projetos megalomaníacos de uma era que se finda. O lado bom, e que permanecerá do desenvolvimento do submarino nuclear é o domínio do ciclo do urânio, seu enriquecimento e utilização para outros fins como radiofármacos, geração de energia elétrica e até mesmo para se fazer uma eventual bomba atômica. Muitos como eu defendem uma força respeitável de SSKs convencionais e novas possibilidades se abrem para eles com o aperfeiçoamento das baterias íon-Lítio. Novas escoltas, domínio do projeto, construção e manutenção de SSKs, vários NaPOc, meios logísticos e alguma capacidade de projeção de poder é o que nossa Marinha precisa e merece para cumprir sua missão, e eu tenho certeza que em poucos anos veremos a Gloriosa renascida e equipada para ela.

    • Comentário sensato.
      Eu também concordo, mas eu entendi que o PROSUB (incluído o SNBR) será postergado e não cancelado. Ou seja, o projeto do Álvaro Alberto continuará, quando possível, ao invés de priorizar uma maior quantidade de SBR’s.

  36. Sou contra !!! isso é um grande mau no Brasil começar um projeto, gastar uma “bala” e não terminar nada, ficar pelo caminho e não entregar nada, pelo amor de Deus Marinha Brasileira que decepção !!! Pra resolver a questão das escoltas a solução é simples continuamos com a programação da compra das novas 4 unidades Classe Tamandaré e ficamos atentos a outras compras de oportunidade, mais não podemos parar o programa PRO SUB…; PQP, me desculpe mais não acredito nisso

  37. O PROSUB dava mais do que 6 bilhões de Euros, quando foi assinado… 4 SBR, 1 SNBR, base, ToT e etc…
    O PROSUPER não sairia por menos de 5 bilhões de Euros, pelos 11 navios, ToT, construção aqui e etc. Hoje custaria muito mais. Não vai existir renovação com 12 Escoltas com o dinheiro que seria retirado do PROSUB. Não fecha a conta. Não faz nem sentido.
    .
    “Caro” é ficar mudando de planejamento a todo momento, atrasando projeto em nome de uma economia burra e sem sentido prático.

    • Criar projetos é a parte mais fácil, defende-la é o grande desafio. Sou mais uma frota de superfície para a patrulha da ZEE.

    • Concordo inteiramente contigo.
      Sou da área de projetos e o PROSUB de acordo com as boas práticas adotadas pelo PMBOK já está na Fase IV (execução) e portanto qualquer postergação irá causar danos incalculáveis ao mesmo.
      A decisão de adiá-lo ou atrasá-lo deveria ter sido tomada no portão de FEL III.
      Logo urge que se conclua o PROSUB e a partir daí vê-se o que dá para fazer a nível de novos navios escolta.

  38. Também concordo com você Galante, depois de tantos anos almejando esse sub nuclear e bota demora nisso hen, parar tudo, poxa! Vai passar de 100 anos para adquirir um sub nuclear se contar desde lá trás. É uma pena mesmo. Depois de construir uma base de 1º mundo, o principal produto desejado vai ser deixado de lado? Também precisamos de navios, sem dúvida, mas vamos terminar esse sub nuclear, que já está virando questão de honra, rsrsrsr, opinião de entusiasta.

  39. Parecem crianças que enjoaram do brinquedo. Deviam ser mais responsáveis e honrar os comprissos que assinaram ao invés de jogar o dinheiro público no lixo.

  40. O problema não é o número de homens nas 3 forças.
    É a previdência.

    A Austrália investe os U$ 25 bi, mais ou menos assim:
    8 bi para pessoal
    8 bi para custeio
    9 bi para investimentos

    O Brasil investe os U$ 24 bi, mais ou menos assim:

    6 bi para pessoal da Ativa (nada de anormal e dentro do ideal para o tamanho do orçamento)
    14 bi para pessoal INATIVO
    2 bi para custeio
    2 bi para investimento

    O que está errado???
    Só não enxerga quem não quer ou os corporativistas.

    A Austrália tem 4x mais dinheiro para custeio e quase 5x mais dinheiro para Aquisições.
    E o problema não é o tamanho da nossa força, cerca de 5x maior.
    O problema é o tamanho da nossa previdência e por está previdência FAZER PARTE do orçamento.

    • Luis Henrique – concordo plenamente – o custo das forcas armadas continuam sendo o maior problema. Nesta comparacao com a Australia ainda podemos dizer que depois do que vai pro inativo nas 3 forcas o que resta eh mau gerenciado em comparacao com a Australia. Principalmente na MB. (acho que o custo do inativo eh $16 bi)

    • Cadê o gasto com inativos da Austrália? Quanto um militar aposentado ganha? Sua conta não está correta. Esse valor de inativos é porque o Brasil paga as aposentadorias com o orçamento da defesa, nenhum outro país faz isso. Como você quer comparar os gastos sem contas as despesas? Pior, ainda acha que a aposentadoria é privilégio, não, não é, isso é uma pedalada do governo para maquiar o problema da previdência.

      • Br – seu ponto esta correto – o numero para os inativos deveria incluir no custos da Australia tambem mas a diferenca eh que lah nao inclui as multi-geracoes como no Brasil. Eu nao vi nenhum comentario aqui dizendo que aposentadoria de quem trabalhou ou serviu é privilégio. Pra ser mais claro no meu ponto de vista existe algo errado quando 60 ou 70% do orcamento militar top 20 no mundo vai para o inativo.

      • Caros Br e uBurg;
        Em todos os países, o orçamento de defesa contempla o pagamento de inativos, até mesmo porque, tal como o Brasil, são considerados como reserva. O que não faria sentido algum seria comparar o orçamento de defesa brasileiro sem o pagamento de inativos com os outros orçamentos.
        Não estou a par dos últimos número de gastos de defesa da Austrália (mas isso é bem fácil de encontrar; basta ir ao SIPRI – https://www.sipri.org/databases/milex), mas “semduvidamente” o gasto com pessoal também contabiliza as despesas com inativos. Esse abacaxi já se tornou um clássico, no caso do Brasil.
        Cordiais saudações!

    • A MB sozinha tem o mesmo contingente que as 3 Forças Armadas Australianas juntas entre ativa e reserva! É claro que esse enorme contingente acaba comprometendo o orçamento das Forças Armadas Brasileiras que é bem grande por sinal.

      Temos sim que tocar nesse ponto e tb no das aposentadorias. Acham que os inativos deveriam ser pagos a parte desse orçamento? Tudo bem, pois então que apoiem uma reforma da previdência que inclua os militares no INSS mas adotando as mesmas regras da iniciativa privada incluindo o teto salarial.

  41. Calma gente, é uma questão de gestão e orgulho!
    Claro que dá para ser resolvido e muito bem resolvido. Agora será que o almirantado tem vontade de fazer mudanças drásticas e necessárias. Pois, se eles lerem isso, é isso que devem fazer. CORTAR GASTOS!
    E DIMINUIR SEU ORGULHO PESSOAL.

    – Primeiro, separe o CFZ do MB. O Governo Federal que resolva o que fazer!

    – Quantos fuzileiros a CFZ tem? Diminui oras, se tem 15 mil, diminui para 7 mil ou menos ainda.

    – Pq, a MB tem que se responsabilizar pelos RIOS?? Passa para o EB ou cria uma Agência Federal para cuidar destas fronteiras.

    – Pq, a MB tem que ter tantos submarinos??? Corta pela metade os convencionais e prioriza o nuclear.
    – A MB tem propriedades??? Onde? Vendam oras!

    – Pq, está neura de 12 escoltas??? Para ficar bonito na FOTO. Não tem necessidade! Comprem uma fragata por ano, em oito anos serão 8 fragatas, ou 8 diferentes navios para usos diferentes.

    – Estabeleçam prioridades! Quais navios são necessários, no momento?? Não dá para ter tudo!

    – Diminuam o EFETIVO em 10 ou 15%.

    – Quantas bases navais ou distritos navais a MB tem?? Fechem alguns e priorizem apenas o que for necessário!

    – Extinguam a Aviação Naval! Pra que?? Tem Porta Aviões? Mantenham apenas a aviação de asa rotativa!

    – Cortem GASTOS, água, luz, esgoto, comida, etc, etc, etc, etc.

    – Viram, é FÁCIL! Só tem que ter CORAGEM!

    – Bem, vou orar para Deus e pedir para ele iluminar a cabeça do BOLSA, talvez não seja necessário nada disso.

    Mas, a MB tem que sofrer oxigenação de gestão. Não dá para empurrar com a barriga o problema para o próximo Almirante.

  42. “Alexandre Galante 8 de novembro de 2018 at 17:42
    Depois de tudo que foi investido no Prosub para obter o submarino nuclear, é como nadar do Brasil a Portugal e morrer na praia.”
    Galante, às vezes fico pensando sobre o que foi, na prática, investido no SubNuc.
    No estaleiro/base, a parte nuclear ainda não foi iniciada – certo que as dimensões são enormes, superdimensionadas devido ao SubNuc, mas o estaleiro/base em si independem da parte nuclear.
    Na construção em si no SubNuc, nada foi gasto. O que foi gasto até agora é com o pessoal que foi treinar na França sobre como projetar o SubNuc, e com a consultoria francesa para fazer o projeto básico e iniciar o desenvolvimento do projeto executivo.
    O LabGene está em construção, mas pode-se considerá-lo como um gasto em tecnologia, pois ele não é parte do SubNuc, apenas um protótipo do reator. E, de qualquer forma, enquanto ele não estiver pronto não faz sentido iniciar arremedo de construção do SubNuc.
    Ou seja, não é tanta coisa assim, infelizmente. Digo infelizmente porque se for feita uma análise sobre o que foi efetivamente gasto e o que ainda falta gastar, talvez fique fácil encerrar o projeto, entregando-se os anéis (a ToT dos projetistas, as multas contratuais e o orgulho nacional), mantendo a construção do LabGene a título de desenvolvimento tecnológico e semente de um futuro novo ProSub-N e sobrando os dedos (todo o recurso que seria gasto no futuro reverteria em outros meios).
    Creio que é essa a grande discussão, parar ou não parar a parte nuclear do ProSub. Talvez, devido ao orgulho e convicções formadas ao longo dos anos, esse seja um tema proibido na MB. Mas olhando do ponto de vista meramente administrativo e econômico, não me parece ilógico.

  43. Não esta certo.

    6,5 bilhões de euros por Aramar, Itaguai, 4 Scorpene bateria, 1 Scorpene nuclear, Tots, mais o investimento de quase 50 anos que começou no IPEN nos anos…desde 1950.
    Trocar isso por uma dúzia de ovos…ops, alvos?

    Ok, ok, o ToT dos subs está saindo muito mais caro que o orçado. Qual a novidade?
    Ok, ok, a matéria sobre o PROSUB publicada pelo PN mostrou que a MB foi obrigada a investir até em prensas H…e a MB não é uma metalúrgica. Não é Metalúrgica Brasileira…é Marinha do Brasil.
    Ok, ok, os custos dispararam após a paralisação dos caminhões.
    Ok, ok, não dá pra cobrir todos os santos…então empurra o PROSUB pro mato?
    Ok, ok, não temos mais forças de superfície.

    Então…pega tudo que foi feito, incluindo as centrífugas do Almirante Othon, a estatal criada para gerir Aramar, o conhecimento de meio século, Itaguaí, Ipero, o reator multiproposito da Invap que enfiaram em Aramar e faz um escambo com os franceses?

    Faz um pacotão, uma cesta com 12 ovos…ops, alvos, e vive lá France?

    Bem bacaninha. Piada de português?

        • Dissuação com subnuc é muito mais efetiva do que com meios de superfície.
          O inimigo nunca terá a certeza de que não será subitamente atacado por uma plataforma que ele não tem como localizar com facilidade dada a velocidade com o qual se desloca ainda que submerso.

      • Caro,

        Penso que não é escolher um ou outro. É enterrar um trabalho de 50 anos. Se tinha que ter levado 15 ou 20 e ainda não acabou, um dos motivos ou vários são as interrupções e as descontinuidades.

        Não se patrulha a costa com sub nuclear. Sub nuclear é arma de guerra. É negação do mar. Com 1 sub nuclear, os ingleses asseguraram as Falklands. Mantiveram a Armada Argentina bem longe.

        Também não se patrulha nosso mar com 12 escoltas. Tudo o que temos ou com tudo reunido é que cumprimos a Constituição garantindo nosso mar. Escoltas de superfície, subs, aviação, meios anfíbios, meios de resgate, suporte, salvamento, vigilância…tudo junto.

        • Se a questão é patrulhar e não fazer guerra então que criem uma guarda costeira. A marinha fazendo isso vai sair caro e pra guerra mesmo (ou pra evitá-la pelo medo ou pelos custos), que é a função primordial, não vai servir.

      • Patrulhar a costa contra quem? Se a questão é patrulhar, deveriam comprar navios patrulha, não combatentes de superfície, agora, patrulhar para combater? 1 SSN vale mais que 30 corvetas.

  44. Vamos voltar às canoas e zarabatanas de sempre? Quem não tem (*) não contrata (*). Como diria o velho Joaquim Teixeira.
    Tava mais que na cara que uma hora iríamos ler uma notícia dessa.

  45. Eis ai mais um dos legados da megalomania do presidiário e de certos elementos da MB ( que foram sem deixar saudade). Esta pedra foi cantada há muito tempo.
    A decisão agora denota bom senso. É isso ai ou comprometer os convencionais e ficar sem escoltas. Não se cumpre missão com apenas um sub nuc.
    E o que está feito é ir levando do jeito que dá e/ou redirecionar para outras finalidades. Paciência. Basta de devaneios.

  46. O Labgene é o subnuclear. É a propulsão do sub. É o reator militar da MB. São dezenas de técnicos formandos no IPEN. São décadas de trabalho conjunto da MB+IPEN. São marinheiros especialistas em energia nuclear.

    O Labgene não é um convênio. Não é uma instrução. É o conhecimento nacional em propulsão nuclear militar desenvolvido e pronto. Está em execução. Ninguém foi a França para aprender. O Labgene não é uma planilha. São gerações. Esse trabalho começou nos anos 1980. O governo do Estado de SP cedeu as instalações do IPEN para a MB chegar ao Labgene.

    Agora…isso?

  47. Eu disse em algumas matérias passadas sobre as prioridades da Marinha .
    O que era maior prioridades ,submarinos ou meios de superficie ?
    Muitos disseram que sem duvidas os submarinos eram mais importante do que as escoltas …
    Bom ,pelo menos ,em minha opinião , A Marinha colocou as prioridades em seu devido lugar .Apesar que eu acho um pouco tarde ,pelo grande volume de dinheiro ja investido nos subs ,perderemos grana ,pois ,parte da TOT embutida no pro sub era em relação ao sub nuclear.

  48. Nada como um choque de realidade para as pessoas colocarem os “pés” na realidade.
    A unica coisa obvia no prosub era a corrupção do PT e dos ganhos que eles iriam ter com a construção de Itaguaí ,e por isso o enfiaram goela abaixo da MB.
    A MB não precisava de submarinos convencionais, naquele momento , e poderia ter desenvolvido um “tikuna NG”para depois de 2020 ,deveria ter dado prioridade no nuclear com base em um projeto 100% brasileiro sem a participação de estrangeiros ,para não repassar dados sigilosos e colocar a soberania de uma arma estratégica em risco.
    Agora esta pagando por seu descaso e arrogância megalomaníaca.

  49. Lamentável. Triste. Revoltante.

    Depois de décadas de investimento vai ser tudo jogado fora.

    EUA mandou e o poodle dele no Brasil vai obedecer!

    • E a culpa e de quem? E dela própria e de ninguém mais.
      Enquanto o EB e a FAB optaram por projetos de menores custos a MB aceitou ser entubada goela abaixo por um governo corrupto em troca do “tal submarino nuclear” para que a companheirada se delicia-se com seus queijinhos e “xampanhe”.

  50. Há sinal de vida inteligente na MB,
    Louvor aos céus!

    Os incautos maldizem essa notícia, mas não percebem que essa foi somente mais uma das inúmeras loucuras de um molusco megalomaníaco. Ou será que já se esqueceram da Copa, Olimpíadas, e outras tantas loucuras?
    Sempre disse, aqui e em outros sites, que o que estava em curso é loucura total. É certo que já se gastou uma montanha de dinheiro com o programa nuclear da MB, mas o fato é que será necessário uma montanha igual para concluí-lo. E isso senhores, não é morrer na praia. É matemática, pura e simples.
    O pensamento simplório diz que um SubNuc implica apenas em um submarino com propulsão diferente , mas não é tão simples. É preciso toda uma estrutura de apoio, recheada de caríssimos especialistas, do dia que o vaso for lançado ao mar, até o seu descarte final (ou seja, por décadas à fio).

    Ou alguém imagina que, em caso de vazamento ou outro acidente, um SubNuc possa ser rebocado para a Bahia de Guanabara e consertado em um estaleiro convencional?
    Encalhado em um praia, talvez?

    O que falta construir em Itaguaí chama-se “Complexo Nuclear”, um complexo altamente especializado, que equivale a uma usina nuclear em todos os aspectos, exceto por um pequeno fator: não possuir um reator (e portanto não produz um mísero MW).
    É a unidade responsável por manipular o combustível nuclear e “ativar” o reator do SubNuc, além de ser capaz de lidar com toda e qualquer emergência radiológica/nuclear. Sem ela, não há SubNuc (é imprescindível).
    Mas é uma unidade deficitária, por toda a sua vida. Simples assim.
    A MB sequer conseque realizar os PMG em seus meios, e vai conseguir bancar do seu bolso uma usina nuclear por décadas à fio?
    Ponham a mão na consciência.

    A MB deveria transformar o Alm Leal em patrono, isso sim.

    Primeiro por torpedear o A12, e agora por jogar luz sobre essa insanidade de SubNuc.

  51. Amigos,

    Vamos com calma…

    Primeiro de tudo, ninguém falou em cancelar ou suspender… Está claro que vão apenas retardar o desenvolvimento do SN-BR para dar fôlego as escoltas.

    Até aí, nada de mais…

    Como disse anteriormente, as escoltas da classe ‘Niterói’ já deveriam ter sido desativadas a tempos, e já deveríamos estar incorporando as últimas escoltas do PROSUPER…Nada disso aconteceu e agora esses navios já dão indícios claros de que já não suportarão muito mais tempo. E há ainda um agravante na forma do desgaste precoce das corvetas classe ‘Inhaúma’, cujas remanescentes não vão durar pra além do que se projeta para as escoltas maiores… Enfim, tudo está implodindo de uma vez, e algo tem que ser feito… É isso ou perder a força de superfície.

    Sobre o SN-BR em si… Não creio ser possível simplesmente abandonar o projeto. Em verdade, estou praticamente certo de que não ocorrerá… Primeiro, o casco é parte do contrato com os franceses, e terá que ser efetivado de uma forma ou de outra ( é certo que multas pesadas acompanham o descumprimento do contrato ). E a seguir, pelo fato de que os trabalhos já passaram do ponto de não retorno a tempos, com toda uma infraestrutura já desenvolvida e os trabalhos referentes a SN-BR em si se encontrando em estágio extremamente avançado.

  52. Prezados,
    Quando e se a MB oficializar o cancelamento do Subnuc, poderemos fazer análises, críticas etc etc, mas por enquanto é precipitado.
    A MB como qualquer grande entidade, possui interesses diversos (patrulha, aviação embarcada, submarino etc etc), de repente é mais um balão de algum grupo. Repito, melhor esperar um comunicado oficial.

  53. Até que enfim um pouco de bom senso.
    O pior que já gastaram uma pequena fortuna no projeto e vão abandonar agora.
    Pensado bem. acho melhor não, devem continuar o projeto pois já gastamos muito dinheiro nele.
    Se não quando inaugurado o SNBR será um museu de grandes novidades.

  54. Despriorizar, sobretudo no Brasil, é um eufemismo pra cancelar, quem pelo menos conhece um pouco da história da MB é cheio de despriorizações. Eu perdi a fé no Brasil, no dia que o brasileiro perder a fé em si mesmo teremos um auto genocídio sem precedentes. Oremos.

  55. Vou comentar sem ler os comentários dos demais.

    Não Sei se a informação procede. Se for verdadeira a matéria fala em adiamento do Álvaro Alberto em favor de escoltas.

    É sabido da carência de escoltas na MB, mas deve-se esperar se as condições econômicas e financeiras do país permitirão adquirir mais 7 navios na próxima década para formar os 12 mínimos pretendidos, além da Barroso e das CCT. Só se vierem compras de oportunidade nos próximos 5 anos.

    Certamente o Luiz Monteiro e o XO sabem se essas informações são verdadeiras, mas certamente não falarão aqui.

    Se forem, o XO está certo no comentário que fez para mim outro dia. Tem militar falando demais nas OMs.

  56. Sinceridade não acho que seja exercício de bom senso.

    É mais uma burrada da MB!

    Escrevam o que estou escrevendo!

    Vão desistir de um projeto antigo que já está a meio caminho andado. Dai, lá por 2399 vão iniciar o mesmo projeto que iniciaram nos anos 70.

    Se querem escoltas, paciências, a RN, deve descomissionar algumas ano que vem.

    Fica de olho!

  57. Entendi,gastou bilhoes no submarino pesquisas equipamentos etc,agora vai ser deixado de lado pra gastar bilhoes nas escoltas para depois quanto voltar para o submarino gastar mais bilhoes por estar desatualizado…esse é o Brasil.

  58. SÓ PRA COMPLETAR, EU FALEI

    Quando aqui nesse site foi falado da La Fayetes, eu postei que a MB estava estudando e deveria mudar o programa das Tamandarés, de 4 unidades para 6.
    Fui chamado por um membro daqui de mãe Dinã, que o que postava não passava de fofoca sem sentido.
    coloquei dados sobre o assunto, que a MB estava considerando certamente a baixa de 4 fragatas já em 2019/20, substituindo-as por unidades de segunda mão, onde mencionava a La Fayetes, e que 2 duas delas seriam fabricadas no pais de origem para agilizar as entregas, em 2022/23, seria entregue 2 unidades ao invés de uma, e 2023/24 mais duas, e as outras duas ultimas unidades no decorrer dos anos….,
    Vou mais além, submarino nuclear já era, mas outras duas unidades dos Scorpene serão contratadas

  59. Eu prefiro esperar mais detalhes. Também entendo que os scorpenes continuam pois as multas contratuais devem ser altas . O SN vai esperar mais. Aguardemos comunicado oficial!

  60. Vejo muita gente aqui achando que todos os estudos sobre o submarino nuclear serão jogados no lixo…Se o desfecho realmente for o indicado nesta matéria, a MB vai “congelar” o desenvolvimento do SubNuc por alguns anos, sem desmobilizar tudo, até que a força de superfície seja renovada. Só espero que isso não leve uns 15 anos…

  61. Acho que isso não passa de desculpa esfarrapada para esconder a realidade de que não chegamos nem de perto de ter conseguido nível tecnológico para finalizar a construção de um SubNuc.

    • Essa é também uma visão interessante a ser avaliada. Após todo o gasto já realizado, qual o prognóstico quanto à consecução do SubNuc, em face do nível tecnológico obtido?? Os projetistas capacitados já passam segurança de que vão mesmo conseguir projetar o SubNuc?? A experiência com o LabGene, ainda que incompleta, permite cravar com certeza que conseguiremos produzir um reator operacional?? Por que até hoje a parte nuclear do LabGene não foi implementada?? Caso haja incertezas quanto á tecnologia, e quanto ao prazo necessário para atingir o nível necessário, não faz sentido investir, melhor passar para um estágio latente, mantendo e evoluindo capacitação, em vez de se gastar tubos de dinheiro sem a certeza do resultado.

      • É meu caro, enfim alguém matou a Charada. Um reator nuclear seguro para ser transportado dentro de um sub, ainda não está a nosso alcance. Esse sonho já custa caro, melhor esquecer isso antes que vidas humanas estejam em risco!

  62. Em sendo tudo verdade, a conferir, segue novamente a lembrança a todos:

    Ter, comprar ou construir não significa poder manter, operar e submergir…
    Uma marinha que não consegue manter operar cinco pequenos e simples subs diesel elétricos conseguirá manter e operar um SSN com custos seguramente muito maiores que atual frota????
    Todos sabem a resposta.
    De enfeite de cais, de hangar e de garagem já estamos todos fartos. A MB se adapta e respeita os contribuintes do erário, ou eles dão um basta na marinha, simples assim.

  63. Sinceramente, se essa notícia tiver algum fundo de verdade é a desmoralização total da MB. Fecha o buteco e vamos pedir para o Tio Sam tomar conta da gente. E vamos focar no que sabemos fazer, que é agronegócio, carnaval e turismo sexual. Me recuso a discutir um absurdo desses. Fui …

  64. O Brasil é uma nação continente, nós deveríamos ter uma esquadra com submarinos nucleares e convencionais,um bom numero de vasos de superfície e 2 porta aviões.
    E esta nossa necessidade, agora se tem ou não verba ou se deve ou não diminuir efetivo são assuntos que podem ser debatidos mas nunca usados para dizer que almejar deter estes meios seria algo lunático.
    Não é pois o Brasil tem sim condições econômicas para isso,mas falta vontade politica e de certo modo militar pois se houvesse de fato uma visão neste sentido, durante o regime militar teríamos na época desenvolvido ou contratado junto a outra nação um Nae moderno e teríamos uma aviação militar naval digna deste nome.
    Mas a verdade é que no regime militar não houve uma visão voltada a isso alias foi nos governos civis que a aviação do exercito se tornou real, que a marinha obteve autorização para voar com suas próprias asas entre outras coisas.
    Para não falar que no numero RIDÍCULO de termos menos de 30 caças interceptadores do modelo MIRAGE foi uma realidade imposta a FAB pelo regime militar e não pelos civis.
    E chato ter que dizer isso, mas a verdade…

  65. A Marinha Brasileira e as Forças Armadas como um todo precisam ser repensadas de cima a baixo! Rever prioridades de projetos, cortas gastos supérfluos, diminuir efetivo, adotar mais a modalidade de contrato por tempo de serviço, reformar a previdência…

    Dinheiro não falta o que falta é boa gerência.

  66. Prezados,

    Não há qualquer estudo, planejamento e/ou decisão de cancelar o PROSUB, nele incluso o submarino de propulsão nuclear.

    Desta forma, sendo bastante claro, o Álvaro Alberto terá sua construção concluída e será o primeiro (E não o único) submarino de propulsão nuclear da MB. Este é o planejamento.

    Grande abraço

  67. Em quanto aqui muito demonização o SSN lá fora vejo comentário de Ingleses que quem segura o piano da RN são os SubNuc, e preferem ter uma RN pequena em meios de superfície e cheia de SubNuc que o contrário……..

    Os erros do PROSUB foi dois:

    1° – A hora errada os nossos sub estavam melhores que as escoltas logo era preferível o PROSUPER já que as escolta eram mais velhas, creio que os tupi ainda tenha mais uns 10 anos já a força de superfície tá fazendo hora extra…

    2° – Acha que vai vender Subs para outras nações…a maioria dos países preferem construir eles próprios os seu Subs, já que a muitos dados sigilosos que se chegar no inimigo poderão inibi-los e/ou torna-los alvos. Agora a MB vai ter que arrumar serviços…

    PS.: No meu entender 2 esquadrão de escolta (12 navios 8 CCT/CFLT + 4 Fragatas de 6.000t “importadas”):
    MB que vislumbro ser de “baixo” custo:
    8 CCT + 4 F (6.000t) + 6 SSN + 6-8 SSK + 4 NPM + 2-3 NApLog + X NPOc
    Já seria uma força condicente por anos o único inconveniente seria ter só 2 Esq. de escolta ou que significa ter só 1 completo…. a disposição.
    PS2: Prefiro 6 SSN + uma pequena força de superfície do que 2 CSG, com G.F’s, sem um unico SSN….

    • Flavio…a Royal Navy tem e continuará tendo 19 combatentes de superfície…6 T-45s e futuramente 8 T-26s e 5 T-31s que substituirão as 13 T-23s…e apenas 6 SSNs, sendo 3 da classe “Astute” e 3 antigos classe “Trafalgar”, para em meados da próxima década alcançar um total de 7 da classe “Astute”, então a Royal Navy não está “cheia de SubNuCs” e a disponibilidade deles não é muito boa.
      .
      Quanto aos 4 classe “Vanguard” , a única utilidade deles é a “dissuasão nuclear” e no máximo, apenas dois deles estarão no mar ao mesmo tempo, dos quais um estará 100
      por cento capaz de lançar seus mísseis.

  68. Vejo isso mais pelo lado politico do que técnico/financeiro. Pelo lado financeiro bastaria o governo combater a sonegação fiscal (foram 361 bilhões em 2015, dados do Sonegometro, financiado pela Associação dos auditores ficais do Brasil) e teríamos dinheiro para nossas FAs, saúde, educação, infra estrutura, ciência&tecnologia, previdência, etc.
    Pelo lado politico, o novo governo será bastante subserviente ao Tio Sam. Não interessa a Washington, de jeito nenhum, que um país de terceiro mundo, no seu quintal, tenha um submarino nuclear. Não que isso seja uma ameaça a eles, afinal a diferença dos números é gritante (somando apenas as classe Virginia, SeaWolf e Los Angelis). Não é por receio de conflito. Eles não precisam gastar nenhuma bala para pegar nossas riquezas (pré sal, por exemplo), mas sim de, de repente, passarmos a tecnologia para um pais não alinhado à Casa Branca.

  69. O que eu não entendo, é por que investir em transferência de tecnologia? Se não temos condições financeira de construir nada. Construir um Estaleiro e Base Naval de primeiro mundo e depois dizer que “ficou grande demais e não temos condições de utilizar tudo que ela tem a oferecer” é lamentável ver um retrocesso deste.
    Não sou nenhum especialista em temas militares, mas se a decisão fosse minha eu sacrificaria os meios de superfície “Alvos desprovidos de defesa” que fosse necessário para obter uma frota de submarinos nuclear e convencionas. Só assim nossa força teria condições de causar pelo menos um risco no casco de algum navio de uma esquadra de alguma superpotência.

  70. Lamentável duplamente

    Primeiro, temos o décimo orçamento do planeta e tudo é desperiçado em pessoal (80mil!!!), pensoes e corrupçao

    Segundo, e mais doloroso, nem 80mil mentes pensando junto conseguem entender que um unico submarino nuclear tem mais valor que 30 navios de escolta – até porque nao temos o que escoltar alem de uns poucos navios anfibios. E pior, já gastamos bilhoes no programa nuclear para perder tudo?

    Lamentavel, lamentavel, lamentavel

    • A ideia seriam 6 Subs Nucleares e não somente Um ! Penso que continuaremos Ad Eternum um país de mentalidade e de gente colonizada ,Barra Zero no mundo , dependente de outros e de suas escolhas para nossos destinos ! !

  71. A MB tá igual aos políticos de Brasília só sabem gastar o dinheiro do povo sem responsabilidade depois de gastar tanto dinheiro vamo cancelar e vamo gasta mais dinheiro em outro depois agente cancela de de novo, não sou nem um especialista mais na minha visão de um cidadão comum é o que parece que eles não tem menor respeito com o contribuinte do jeito dos políticos.

  72. E todo dinheiro e tempo já investidos no submarino? Apesar da renovação de grande parte do governo ainda tem brasileiro jogando contra, será que essa mudança de foco depois de tanto esforço nessa altura do campeonato é oque está sendo passado mesmo? Fiquemos em alerta!

  73. Como alguém disse aí em cima: Pode ser só uma forma de puxar a orelha do Bolsonaro para que ele libere mais grana para o orçamento da MB. Lembrando que o orçamento de 2019 já foi feito e ele teve pouca ou nenhuma influência sobre e nem tem grana sobrando lá para que ele faça o que quiser. veremos como ele e sua equipe econômica vão se virar.

    O maior problema do Brasil hoje é previdenciário. A previdência do setor público onera e muito o país. É preciso uma reforma pra ontem. E infelizmente será dolorosa. E lembrando que a categoria de servidores é organizada e intocável, então espere greves.

    Outro problema são as benesses que alguns ganham sobre outros. Vide o aumento do STF que irá se propagar para todas as outras categorias. Fora os penduricalhos. Se um cidadão brasileiro é obrigado a se vestir, se alimentar, se educar e educar seus filhos, morar e ter seu lazer usando de seu salário, seja ele qual for, porque um juiz precisa de auxílio pra tudo? Isso tudo deveria ser cortado sem dó e nem piedade.

    Eu nunca vou reclamar de somas de dinheiro gastas para construir ou comprar corvetas, submarinos nucleares, porta-aviões, a Enterprise ou sei lá o que a Marinha vai fazer, mas o gasto previdenciário e de pessoal desnecessário, isso sim eu vou reclamar.

    Sim, eles tem direito a aposentadoria digna e justa. Mas acho que as filhas deles podem caminhar com as próprias pernas

  74. É sempre tentador comparar à marinha brasileira com à marinha australiana…só que na marinha australiana é notória à falta de pessoal e duvido que à marinha australiana tenha que prestar tanta assistência à comunidades ribeirinhas ou fazer a maior parte das pesquisas ou mesmo tenha necessidade de manter uma força relativamente grande de fuzileiros navais…até porque há fuzileiros navais dos EUA em território australiano, por conta de uma sólida aliança militar que permite uma maior flexibilidade do uso dos recursos existentes.

    Cada país tem suas peculiaridades…a marinha brasileira deverá ter o efetivo reduzido, só que isso levará alguns anos e mesmo assim não se terá recursos para um aumento de equipamento significativo até porque é bem capaz do governo se apropriar dessa economia por conta de outras prioridades como saúde, educação e tanta outra coisa que faz falta em nosso país e não tanto à Austrália.

  75. Senhores,

    Todos estão parcialmente certos e parcialmente errados. Isso porque a verdadeira “zona” que imperou neste país nas últimas décadas piorou tudo. Hoje, não há um mínimo planejamento estratégico, um projeto de Nação, um norte a ser seguido. Mesmo no novo governo, no qual deposito imensas esperanças, vê-se um certo bate cabeça por conta de um futuro ministro da economia que não guarda a língua na boca…

    Eu sou contra o fim do SN-BR e não digo isso por torcida, ideologia ou partido. Sou civil, trabalho no mercado de capitais, aquele ente super hiper mega poderoso que todo mundo teme, o tal do Mercado. Mesmo nele, onde o lucro é tudo e a qualquer custo (principalmente se o custo for dos outros…), existe um ponto a partir do qual não se pega o retorno. Simplesmente não dá mais para parar. O PROSUB está neste ponto, parar parte dele custaria muito mais caro, em todos os sentidos, do que continuar.

    Se houve um péssimo planejamento, que não anteviu os anos de vacas magras (economia é cíclica!!!!), agora vamos gastar mais, tendo ou não, mas não há como parar.

    Eu até faria um apelo para a questão moral, afinal chega dos fracassos do Brasil serem piada lá fora, mas existem outros aspectos relevantes e pragmáticos.

    Primeiro, o valor militar de um meio como este. Concordo com o Galante sobre a supremacia do sub nuc frente aos outros meios. Nessa altura do campeonato, apostar que as novas e revolucionárias baterias vão substituir um bichão desses em dez ou vinte anos é trucar sem ter carta na manga.

    Segundo, o ganho tecnológico para toda a sociedade é imenso. Se é mal aproveitado, é por conta da ineficiência da gestão pública, capturada por políticos que só pensam em enriquecer.

    Terceiro, uma Marinha eficiente, eficaz e efetiva precisa de um mix de meios de superfície, submarinos e aéreos. O que tivemos nas últimas décadas foi uma constante postergação de projetos, uma absurda falta de continuidade de tudo, o que levou nossa força de superfície ao fiasco de ter uma fragata adernando no cais. Há que se contornar as falhas do passado com pragmatismo e responsabilidade.

    Com pragmatismo vamos fazer o possível para a força de superfície e, hoje, me parece que 4 novas corvetas Tamandaré é esse possível. Com responsabilidade, com verdadeiro espírito público, não se pensaria em jogar os bilhões do PROSUB no ralo, ou a parte dele referente ao sub nuc, por que se planejou mal a outra parte.

    No fundo é sacudir levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Cortar aqui para remendar ali é mais do mesmo, é repetir os avassaladores erros do passado. Agora é bater no peito, assumir a responsabilidade e atacar os problemas de frente, todos, de uma só vez. Não dá para separar todas as questões aqui levantadas, de pessoal, da previdência, do prosub, do prosuper e da aviação naval.

  76. Não podemos jogar no lixo o que foi investido pela MB. O surgimento de novas tecnologias de baterias vai propiciar um submarino mais eficiente que o SubNuc. SubNuc é indispensável para quem tem que desdobrar a frota do outro lado do mundo. Nós pensamos na negação do Atlântico Sul. Um sub moderno fará melhor essa missão, eis que mais silencioso e praticamente indetectável, consequentemente mais letal. No aspecto militar a decisão está correta. No aspecto estratégico e científico, não. Lembrem do Osório. Muito dinheiro investido para produzir uma arma moderna, e que foi desperdiçado.

    • O problema do Engesa EE-T1 Osório é que ele foi uma aposta arriscada em um jogo de cartas marcadas. O carro era fenomenal, mas a Engesa não tinha a menor chance de derrotar o todo-poderoso lobby da indústria bélica estadunidense. Além disso, nem o próprio EB o adotou, pois o produto era sofisticado demais para as necessidades da Força, as quais poderiam ter sido atendidas pelo Bernardini MB-3 Tamoyo. Conclusão: sem a Engesa e a Bernardini, o EB precisou substituir sua envelhecida frota de M41C Caxias por M60A3 TTS e Leopard 1A1 e 1A5 de segunda mão.

  77. Não li todos os comentários, não sei se o que vou escrever já foi abordado, mas e o dinheiro investido até aqui no submarino nuclear? Então é simples, priorizamos o projeto errado damos meia volta e fica tudo bem , e o dinheiro aportado no Sub Nuc ? Ainda que parte do projeto já trouxe ganhos a áreas estratégicas creio que ele deva ser concluído, verbas públicas são para ser usadas de maneira séria, ainda mais quando falamos de milhões de reais. Se a decisão da alta cúpula da Marinha foi errada é tarde para voltar atras, concluam o submarino e vejam o que dá para fazer com as escoltas, não da mais para conviver com obras e projetos inacabados.

  78. A conta é simples, quanto gastamos e quanto ainda falta parta gastar?Vale a pena estancar o desenvolvimento do sub ou já investimos tanto, que o mais barato é continuar?Se não desejam pensar na parte militar, pensem quanto nos renderia a expertise do mesmo? Mais ou menos assim começou a Embraer, de um sonho que um nobre brigadeiro fez virar realidade e hoje, é a 3a maior empresa do mundo, atrás apenas das americanas, ou seja, estamos no topo. Precisamos sim e muito de meios de superfície, então que a marinha esqueça por enquanto seu sonho de possuir um porta-aviões e manter uma aviação naval.

  79. A notícia reflete muito bem como o atual governo prioriza os assuntos: Acaba de anunciar 1,5 bilhões por ano, nos próximos 15 anos para investimentos em pesquisas nas montadoras de veículos com matriz no exterior. Dinheiro tem, gasta-se aonde convém.

  80. Antes tivéssemos com o nosso programa alemão
    Obviamente desenvolvido . Essa de transferência de tecnologia é utopia
    Com isso os meios de superfície e arribavas estivessem
    Também com destróieres, etc
    Marcos Miklos

  81. Parabéns a MB, os senhores receberam o DIPLOMA DE INCAPACIDADE ADMINISTRATIVA.

    Triste, achei que iria ver o Programa seguir adiante, mas, seguir adiante no Brasil é sonho, não existe.
    Paciência, um dia teremos administradores com pé no chão.

  82. Então, como diz o Bardini “vamos trocar Sub Nuc por Alvos” parabéns pela colocação, é atestado de burrice do almirantado, e não vem dizer que não entendo nada de Marinha blá, blá, blá. desiste de alguns submarinos scorpene BR diesel-elétrico, sem AIP, pelo Sub Nuclear e no lugar dos escoltas tipo Fragata, constrói patrulheiros oceânicos e de costa em maior número e as famigeradas Tamandaré, e fica com o Subnuclear, afinal não dá para comparar o poder de dissuasório de um SubNuc de submarinos diesel-elétrico, sem AIP, e fragatas. Se o cobertor é curto prioriza o que nos dá mais segurança em tem maior poder dissuasório. Afinal é preferível uma guarda costeira com bons patrulhas e ter um Submarino que realmente pode impor respeito no caso um Submarino Nuclear, sem falar no arrasto tecnológico que isto oferece.

  83. Na minha míope opinião, o SNB – em virtude do vultoso investimento ao longo de 30 anos – deixou de ser um projeto apenas da MB para ser um projeto do Estado brasileiro. Abandona-lo agora seria um crime de lesa-patria.
    Somos um grande país, um verdadeiro continente, e não devemos ter vergonha disso. Possuir uma Marinha é e deve ser considerado motivo de orgulho para o país, um fator importante de dissuasão, como sempre o foi ao longo de nossa história. Mas isso tem um custo e esse custo de justifica.
    Marinhas custam caro e essa percepção qualquer governo tem que ter, não importa sua matiz ideológica. Portanto, que venha o PROSUPER também, mas sem sacrificar o SNB.

  84. Gente, será somente eu e o Cmte Monteiro que acha que temos um grande problema de interpretação de texto dos comentaristas.

    Isso aqui está parecendo Whatsapp, onde alguém compartilha uma notícia e o mundo vem abaixo, como se tudo e todos estivessem perdidos!!!

    “bilhões jogados no lixo!!”
    “Eu já sabia!”
    “Absurdo!”

    Calma gente, vamos ler de novo o texto antes de comentar pois 99% aqui estão estéricas!!!

    A MB vai ter que se adaptar ao orçamento, mesmo que isso leve a priorizar uma parte e em detrimento de outra. Qual a novidade? Leio sobre Defesa desde os 18 anos e sempre o “cobertor foi curto”

    Não adianta remar contra a maré. A Sociedade Brasileira , em geral, não tem uma cultura de Defesa.

    Acham que FFAA só existe para desfile de 7 de setembro e para ACISO.

  85. Uma pergunta que eu gostaria de fazer ao pessoal do poder naval.
    Como esta hoje a construção das quatro unidades da classe Riachuelo?

  86. Nesta altura do campeonato, prefiro o SSN desativar as fragatas no seu limite e não havendo solução ou perdurando, socar Amazonas ou similares……sim, Amazonas são NapaOc….sim reza para não brigar com ninguem….mas fica melhor ter ao menos uma Forsub com mais musculatura do que uma duzia de fragatas solitarias em alto mar…sim…solitárias não conseguirão fazer nada contra ninguem….então solitario por solitario, foca nos subs pois estes ao menos conseguem trabalhar no contexto solitario….

    e detalhe…so para dar a mão a palmatoria ao mestre Bardini….

    citação do texto:
    “…A maior parte dos oficiais envolvidos no reaparelhamento da Esquadra defende que essa conta de 12 unidades represente apenas o somatório das 4 unidades Classe Tamandaré com 8 navios novos…”

    Obs.: então as Tamandarés nem para complemento serviriam? fico somente nas 4 licitadas e parto para 08 fragatas novas de outra origem….????? é ruim heim….??? Se o problema é grana, não deveriam ser 04 CCT agora + 4 depois + 04 Fragatas novas? ou seja 08 CCT+ 04 FG se é economia não seria isto? Quem realmente consegue manter a razão e a logica nestas decisões…? É sempre um eterno pedido para ser questionado como duvidoso….

    • carvalho2008,

      Submarinos são excelentes meios de negação do mar, mas não são capazes de projetar poder.

      Transporte de tropas e de suprimentos, vigilância e negação do espaço aéreo, patrulhas, escolta… Isso é coisa para navios… E termina que manter uma força de superfície é absolutamente necessário.

      Até acredito que seria possível uma redução de escoltas a um mínimo para compor uma força de intervenção ( uns quatro vasos acima de 5000 ton. full, com possibilidade de haverem ao menos dois em condições de navegar a maior parte do tempo ) em tempos de paz, mas definitivamente não seria possível abster disso…

      Um outro ponto importante: não se pode simplesmente ignorar o conhecimento acumulado em décadas de operação em vasos de superfície, considerando que esses meios ainda serão absolutamente necessários a qualquer marinha que deseje manter-se como tal por essa metade de século. Em outras palavras, há a necessidade extrema de ao menos propiciar a transmissão de conhecimento e o implemento tecnológico necessário, o que requer um mínimo de escoltas no ‘estado da arte’.

      Em suma, considero aceitável reduzir a força de superfície e até abdicar de uma força nucleada em NAe. Mas não é possível ignorar a necessidade que temos de um componente de superfície respeitável capaz de transpor oceanos e depositar em solo um componente anfíbio.

      Sobre a conta que citou, das oito escoltas somadas a classe ‘Tamandaré’, isso é uma questão de quantidade vs. custo… Não se espera que qualquer marinha mediana que pretenda ter mais que oito escoltas possa realmente dispor de uma classe única acima de 6000 ton. full… Mesmo marinhas gigantes como a americana, com seus mais de 70 ‘Burkes’ incorporados e previstos, estão a incorporar classes intermediárias de navios…

      • É uma questão de contexto mestre RR,

        E o contexto é que os projetos brasileiros são de altissimo risco…pois nunca concluem ou quando ainda finaliza, ocorre com forte depreciação tecnologica pelo tempo empregado….

        então o menor risco é focar na dissuasão viabilizada pelos Subs, projetar poder é desejavel mas esta abaixo da prioridade de defender…então, é melhor ter os subs e realizar um downgrade para NapaOc e depois quando der e se der, voltar as fragats…não é o desejado, mas nao da para ficar arriscando mais em nossos planos…tem de contar que que o pior ocorrera e não o contrario….se nao for assim tenha certeza, ficara sem um nem outro….ou então uma frota walking dead que não servira para nada…

        • Caro carvalho,

          Os submarinos é que podem ser considerados de risco maior. Contudo, o fluxo de dinheiro, até onde se sabe, será somente retardado… E ademais, os parâmetros que considero mais críticos já estão sendo vencidos ( concepção do reator e construção das instalações ).

          Com relação ao contexto, há de se observar o ambiente físico e político no qual estamos inseridos. E é ele que demanda a necessidade de uma força de superfície escorada em combatentes legítimos.

          Navios combatentes podem fazer o trabalho de um NPaOc. Mas o inverso não é verdadeiro. Há uma gama de sensores e outras características físicas, além do treino das tripulações, que não permitem a um NPaOc fazer as vezes de um combatente.

          Na real, quatro vasos como os da classe ‘Frijord Nansen’ ( da matéria seguinte ), não se constituem em nada impossível no longo prazo. O custo operacional de mantê-los, certamente é menor que toda a desgastada força de superfície brasileira, e fariam muito mais…

    • A questão dos Escoltas é aquela… Existiu tempo e dinheiro para projetar um Escolta. Reprojetaram o Reprojeto do projeto de uma Corveta, que é derivada de um Navio Patrulha. Foi um Navio concebido para ser segunda linha de Escolta que não podemos bancar, e agora este projeto provavelmente não será fabricado, pq não é melhor do que os estão oferecendo, já que a concorrência foi modificada para isso…
      .
      Foi um erro não ter projetado um Escolta Multifunção maior, para padronizar os dois Esquadrões e ser fabricado ao longo de toda a próxima década e meia, sobre a alcunha de Projeto Estratégico, que todo político adora defender seja de direita, seja de esquerda. Navio novo, que duraria os próximos 40 anos, fazendo realmente número. Poderia ser 12 este número destes Escoltas. Imagine os benefícios de ter 12 Escoltas em uma mesma classe, sendo algo desenvolvido para nossa doutrina e nosso TO, sendo navio novo, que poderia entregar frouxo, mais de uma centena de dias de mar por ano.
      .
      Outro erro é bancar a instalação de um Estaleiro Estrangeiro, para capacitar a indústria local a montar navio militar com baixo índice de nacionalização ( e nacionalização de coisa pífia, sem importância tecnológica expressiva), sem que a MB tenha controle sobre o futuro deste estaleiro privado. Estão rasgando dinheiro mais uma vez. É investimento que não é pensado para o futuro e no tocante a outras necessidades da MB, que necessitam ser obrigatoriamente atendidas.
      Deveriam ter formado um Joint Venture com um estaleiro estrangeiro, para criar na marra uma “Embraer naval”. Uma protegida, para capitalizar TODAS as demandas da MB e servir de guarda-chuva para que fornecedores nacionais de menor porte entrem gradativamente na cadeia logística de navios militares.
      .
      Deveriam ter modernizado o AMRJ para focar em integração de sistemas e blocos, a parte final e realmente importante $$$ do processo. A Joint Venture poderia contratar a produção de blocos e demais itens no mercado privado, de quem tiver pra oferecer ou dar vantagens durante seleção pra estrangeiro que instalar linha logística ou de produção aqui, como a Thales/Omnisys fez, por exemplo.
      .
      Sobre Navio Patrulha… Com o FMM e um projeto de Navio Patrulha de construção modular, a tal Joint Venture sempre teria um troco a mais pingando no caixa, para manter a produção de coisa nova e seu protetorado de fornecedores estariam ativos/vivos, fornecendo blocos, máquinas, equipamentos e sistemas, etc.
      .
      Veja o caso dos Macaé… Se produziu um mesmo navio em locais diferentes. Não tem como dar certo. Não tem como se sustentar este tipo de produção.

  87. Alguns aqui, uma minoria, parecem ou mal intencionados ou não sabem interpretar. Só querem criticar a MB.

    Leiam os comentários do XO e do Luiz Monteiro. Eles desmentem qualquer cancelamento do submarino de propulsão nuclear.

    • Sim Foca, foi um alívio, sinceramente. Com isso em mente, acredito que a matéria tenha sido feita à partir de fontes que desejam mostrar que a Marinha, estando já com o PROSUB muito bem encaminhado, agora pretende dar uma ênfase maior à força de superfície, que pode vir à atrair os holofotes, mas sem qualquer prejuízo ao PROSUB. Esse foi meu entendimento da matéria e sinceramente é o que eu espero. Claro que os desafios financeiros para qualquer empreitada no campo de Defesa continua, e apesar das últimas declarações do Presidente Eleito sobre o assunto forem animadoras, a cautela ao se esboçar um sorriso continua.

    • Boa noite “novinho”.
      Não apregoo o cancelamento e entendo que uma despriorização neste momento até seria uma coisa sensata, mas só para pontuar, se observares aqui mesmo no PN, quando começaram os rumores sobre o destino do Nae SP, os A 2 de plantão do CON e até mesmo o Com. Monteiro, inicialmente desmentiram.
      O destino do Nae SP tu e todos aqui sabem qual foi.
      Só para pontuar

  88. Enfim uma boa notícia, pois não somos um país que necessite de Porta Aviões ou SubNuclear.
    Chega destes sonhos caros que se transformarão em pesadelo se houver insistência na sua aquisição.

    • Putz
      VIVA EL EJERCITO AMERICANO.
      EITA NÓS.
      Na realidade Walfrido, também não necessitamos ser país independente. Pra que! Somos incompetentes.
      Melhor voltar a ser colônia de PORTUGAL!!!!!!!!!!
      Pronto!!
      Gente patriota com vc, quero bem longe.

  89. Gente vamos por partes:
    Precisa de 12 escoltas e as Tamandaré fazem parte desse grupo.
    1) 4 Tamandarés novas
    2) 1 Barroso que passara por uma modernização PMG que a deixará igual as Tamandarés (faz parte do contrato de fabricação das Tamandarés)
    3) 2 La Fayetes que tem que passar por um PMG
    4) 2 Type 23 (tem que ver se precisa de um PMG)
    Bom ao todo deu 9 Escoltas -12, ficam faltando 3 escoltas para serem adqueridas usadas da US-Navy OHP (espero que não, são muito velhas e de manutenção cara) ou de algum outro país como:
    – Dinamarca deve colocar a venda as duas poderosas fragatas casse Absalon por volta de 2025
    – Noruega, já compra essa fragata classe Fridtjof Nansen (que o petroleiro rasgou o casco e conserta ela que fica boa para o Brasil vale a pena que o recheio dela é muito modernos que pelas fotos a gente vê que foi só estragou o casco, não deve ter afetado nada mais que chapa e longarinas a serem trocas.Essa fragatas foi lançada ao mar em novembro de 2007.
    – Holanda que tem 2 fragatas classe Doorman que ainda não foram vendidas das 8 fabricas, que no máximo em 4 anos devem estar sendo colocadas a venda.
    – Canadá tem as fragatas Halifax também.
    – Ou compradas novas.
    Mas são só +3 até o fim de 2029 , que muito bem poderia ser +4 Tamandarés Block2.

    Agora fora isso há necessidade de mais
    NPA-500 e NPaOc-classe amazonas ou similar
    E fala-se da compra de ocasião de 2 navios de contra-minagem usados da Suécia e do Wave Hole da Ingaterra.

    Os gastos ficam pesados agora de 2019 até por volta de 2025 de pois disso seriam a encomenda de 2 a 4 navios novos que seriam a tamandarés block2 ou fragatas mesmo tipos FREMM ou Tipe 31.

    Então acredito que à partir de 2025 da para retomar o SNA a todo vapor.
    Nesse meio tempo já dá para revisar o projeto e ver se adicionamos mais uma seção no SNA com 1 ou 2 lançadores de misseis TomaHawk , que podem ser comprados da Raytheon (aproveitando o bom relacionamento Bolsonaro e Trump e porque os todo o sistema de combate ficaria a baseado no sistema da Raytheon se usamos os torpedos MK-48) ou mesmos encomendando uma seção pronta junto a SAAB e Damen usado no novo submarino A-26 Saab -Kockums apresentado na Euro Naval 2018. (é só uma sugestão mesmo que seja digamos para um SNA block2).

  90. É isto ai….estou avisando a 10 anos…..
    .
    Compraram tecnologia pra construir submarino nuclear pagando 4 vezes mais caro….pra no final nao construir? Se isto for verdade é um absurdo. Alguem já leu a nova END que tira a prioridade dos submarinos?
    .
    E neguinho acredita em ToT…continua torcendo pra construção local de corvetinha, que no fim nao passarão de 4.
    .
    Um bando de comentaristas sem memória…que acha normal desistir de submarino nuclear depois de se ter gasto tanto dinheiro…….. e isto pra privilegiar corvetinha!!
    .
    O Brasil é um país sem memória…..
    .
    Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes…. Albert Einstein

  91. Zorann;
    Como assim, um absurdo??? Absurdo Seria o Brasil, que tem uma tradição bem estabelecida de não terminar programas, não pagar o prometido, não cumprir contratos, terminar esse programa da maneira prevista. Outra vez, vão continuar a
    mesma tradição exemplificada no programa espacial, no A-12 que segundo isso a estas horas estaria modernizado e com uma ala aero naval moderna embarcada, e por ai vai. Simplesmente não há seriedade no Brasil, em nada.
    Bilhões de dólares vão ralo abaixo nas mordomias do almirantado, que pelo seu tamanho parece que a MB tem mais navios do que a US Navy. Pensões enter, para filhas “solteiras” eternamente, nem se fala.
    Como dizia meu pai, O Brasil é o pais do futuro. Só que bem lá no futuro.
    Desculpa o desebafo, mas nem jesuita aguenta.

    • É um absurdo..pq a gente sempre acaba engolindo goela abaixo estes programas que todos sabemos como termina…e gastando uma fortuna com isto…..
      .
      Concomitantemente, cogitamos entrar em outro plano de construção local, agora de corvetas, com o mesmo papo furado de todos os programas….
      .
      é um absurdo…pq os erros continuam se repetindo…. e querem colher resultados diferentes.

  92. Acho que foi a decisão errada. O sub nuclear está tão próximo! É uma verdadeira arma de dissuasão que poderia impor algum respeito aqui na américa do sul (até além disso)…

    Tem que aproveitar que o Bolsonaro já disse que não vai fazer contingenciamento dos recursos das forças armadas!

    Acho que se pedir pra ele, até daria mais recursos!

  93. Estes governantes incompetentes remediaram tanto a aquisição de novos meios para a MB, que agora, seremos obrigados mesmo com compra de material novinho em folha, ter que comprar alguns meios através de compras de oportunidade. E se estiver disponível!!

    Deus queira que a MB, não desista deste projeto ou relegue ele a segundo plano. Ele foi, é, e será importante para nação.

    O problema é o EGO de alguns de nossos oficiais superiores da MB.

    Na realidade a MB, tem que apreender com o EB.

  94. Nem levo mais a serio fofocaiada na MB ..pois o ”foco” da força sempre muda … unica coisa util q se pode tirar disso ai é … q vão usar a logica e unificar o centro de manutenção/construção de subs em Itaguaí.. Otimo, ate pq os IKL-209 devem ter vida util de no máximo mais uns 15 anos e todo conhecimento dessa classe ja se perdeu , quanto ao sub nuclear .. a data q ele vai ao mar ainda foi mantida ou seja 2027/29 ,tempo mais q suficiente
    quanto ao numero de escoltas .. tb n da pra levar a serio esse ”número magico” de apenas 12 unidades …n mt tempo a MB estava especulando 6 Type 23 .. ou 6 classe Murasame pra pelo menos a metade da próxima década como opção de usadas … mais ao menos 8 unidade da classe Tamandaré..novas ( 4 + 4 ) ..e se a MB pegar as 2 classe la fayette + a CV -34 barroso … teriamos ao final de 2030 +- 17 escoltas .. algo perfeitamente possível e sem fazer mt esforço .. e isso sem o prosuper … algo q a MB tb n descartou .. tudo vai depender da conjuntura politica e economica ate 2022 +-
    quanto ao resto e usado mesmo … como os NT classe wave ..e provavelmente 2 unidades da classe Bay ..

  95. Era esperado, depois que o Brasil deixou de ser um país soberano, para ser um vassalo. Se não é mais um país, para que gastar dinheiro com tecnologia e ciência?

  96. Pois é.
    Esperem a mesma coisa do projeto Gripen, Guarani etc.
    Por isso sempre defendo o desenvolvimento local , mesmo que demore e esteja desatualizado.
    Criticam Irã com seus “F-5”, Índia, Paquistão etc.
    Porém ao menos esses países e outros estão tocando seus projetos adiante e sem gastar bilhões em soluções estrangeiras mirabolantes para serem adaptadas a situações nacionais.
    Mas esse é o Brasil, fontes de lucros para as grandes nações ocidentais!

  97. A França não transferiu conhecimento sobre o subnuclear. Nem sobre o reator. O que os franceses estão transferindo é o ToT da construção e da montagem dos cascos e do vaso. Foi explicado na matéria do PN.

    Penso que a vaidade e o ego humano são…enormes? Cochichar o que se escuta nos corredores da MB para jornalistas para ver a publicação da fofoca na internet via blogs de defesa não é ético. Marinheiro da ativa contando para jornalistas o que ouve no ambiente de trabalho incluindo rotinas e movimentações deveria ser exonerado. Em empresa privada é demissão certa.

    A MB é criticada porque os resultados são fracos. Meios obsoletos e envelhecidos. Custeio com salários e benefícios altíssimo. Inativos levando quase 80% da despesa com gente. Projetos e programas engavetados. Resultados pífios.

    A culpa é de quem faz. E quem construiu essa confusão foi a MB. Não foram os políticos. Politico tem o poder do não. Não adianta orçar no Legislativo se quem paga é o Executivo. Em regime de caixa único enquanto há grana no caixa, paga-se. Se a contabilidade pública que ainda vive nos anos 1967 estivesse incorporado o regime de competência de bancos, empresas e gente normal, não haveria esse desgaste.

    Paga-se o planejado. Paga-se o orçado…no Regime de Competência que ajudou a derrubar a presidenta do vento. O Tesouro adota duas colunas. Receita e despesa. Não havendo receita…a despesa não acontece. E a despesa aprovada na LOA do Legislativo? Cancela.

    Por que? Para apadrinhar. Para corromper. Para subornar. Para dar um jeitinho. Na hora que precisa faz um papelzinho de royalties do pré-sal. Conta uma história de compensação financeira.
    Por que? Porque se o planejado, o orçado, o liquidado e o pagamento andarem juntos não dá pra fazer politicagem. É uma tecnicidade. É um tecnicismo. Aritmético. Bancos funcionam dessa maneira. Somente estatais e governos, ainda, usam regime de caixa único. Pagam despesa que não foi orçada. Aumentam o gasto público sabendo que não haverá receita para pagar.

    E aí? Emissão de moeda pelo BC pode ser feita com autorização do Senado. E aí? Emitem títulos públicos e vendem a bancos. São os 140 ou 150 ( não se sabe ao certo) bilhões de reais que todo ano entregamos aos bancos para rolar a dívida pública que se aproxima de 100% do PIB. Quando bater 100% como fica?

    Quem permitiu que governos emitissem tamanha quantidade de títulos para compensar a ausência de receitas? Quem decidiu o que e a quem pagar? Quando entrou a grana dos bancos que compraram a dívida, quem estava na fila para receber primeiro? Quem tinha a senha número 1? O governador do estado que sumiu com 50 bilhões? Os partidos que receberam 150 bilhetes de muitos bilhões?

    A MB recebe tijoladas por gastar 6 ou 10 bilhões de euros para dotar o país de tecnologia de propulsão nuclear? Por construir bases? Por tocar adiante a independência tecnológica do pais?

    Sei, sei.

    Como o presidente eleito declarou, pescávamos com vara e anzol. Vamos ver o que vem na rede de arrastão?

  98. Eu só queria saber qual e a mais eficiente , se e a esquadra de superfície ou se e a esquadra de submersíveis. Oque da mais medo nos navios de guerra ? Sei não se esse passo de construir navios e melhor do que submarinos

    • Prezado
      Dá uma pesquisada no blog, q achará a resposta melhor colocada, mas, grosso modo, uma esquadra tem de ter os dois meios.
      Mas, sem duvida, uma força de superfície, se tivesse de escolher uma delas, cumpre as tarefas da Marinha de forma mais completa.
      O Submarino nega o uso do mar, mas não controla área, nao projeta poder.
      Veja a II GM, os alemães deram muito trabalho com suas matilhas, mas perderam a guerra no mar.

  99. O sub nuclear deve ser concluído pelo que representa militar e estrategicamente falando. Nem sempre é possível concluir quando uma guerra vai começar e isso vale para o Brasil. Em janeiro começa um novo governo e é possível que já em 2019 o MD seja contemplado com um pouco mais de verbas, em 2020 mais um pouco, em 2021 mais do que no ano anterior e assim sucessivamente. Com o Alte Leal no MD (?), mais os outros militares integrando o governo, tem como negociar algumas escoltas e tocar o Prosub. O Alte Luiz Monteiro esclareceu, no seu comentário, que a Armada terá mais de um submarino nuclear.

  100. Alguns falaram em Realidade , ok ; realidade é o que não temos , a nossa verdadeira realidade é uma Marinha baseada em Submarinos , porém o que nos vemos em todos os segmentos desta republiqueta , são os grupos de poder pensando em si somente , por isso as FFAA têm uma Verba comparada a outras nações, razoável , mas 3/4 dela é reservado a benefícios e benesses previdenciários . O SUB NUC deve continuar como meta principal da nação , alguns aqui nunca leram nada de guerra naval e querem uma Marinha para Desfiles e Visitas a portos apenas , então querem SUBs HE , dizendo que as novas baterias são maravilhosas , etc , mas coloquem eles atrás de um alvo ou comboio e pronto , lá se foi a bateria , outro acima coloca que 8 SUBs seria o ideal , com 8 , teríamos mesmo 5 ou menos , procurem saber sim a realidade , pois é o que lhes falta , a nossa realidade deve ser a grau de risco que de agora em diante correremos , e este risco não partirá de nossos irmãos e amigos da América Latina !

  101. No meio de tantos comentários, vou ser bem básico:

    1-) Quanto ao artigo: Bem estamos na fase das notícias, digamos alguém disse, para depois alguém negar.
    2-) Em teoria o sub nuclear é a rainha do xadrez da guerra naval, mais na vida real o Brasil tem condições tecnológicas/industriais e recursos financeiros para conseguir fazer esta empreitada? Eis a questão.
    3-) Políticos, todos atendem o que a população deseja, se não fosse assim não seriam políticos nas eleições. O povo brasileiro quer essa Marinha que patriotas, entusiastas e estrategistas militares concebem? Eis a outra questão.
    Deixo para reflexões.

    • Meu amigo , para que então gastarmos dinheiro em Defesa , se é para perguntarmos ao povo que ele quer para a Marinha , como se o Povo soubesse alguma coisa , e ainda mais o povo brasileiro . Tendo FFAA , temos que ter condições de defesa , caso contrário , desistimos delas , pois perderíamos um conflito da mesma forma e ficaria mais barato , sem elas !!

  102. Fico espantado com duas coisas:
    – o projeto da base de Itaguaí não prever desde o início abrigar a manutenção dos Tupi/IKL.
    – os caras insistirem por tanto tempo com a ideia de um NAE e, mesmo desistindo dele, continuar investindo em sua ala aérea, gastando “dinheiro bom” com equipamento inútil (A4).

  103. Nenhum país é um país de fato, se não tem um projeto nacional de verdadeira independência e de relacionamento com todos os outros estados nacionais de igual para igual. Isso exige a autonomia tecnológica, que deve ser desenvolvida do nível que for. O Japão fez isso e, mesmo tendo perdido uma guerra contra os EUA. Mas, passados os primeiros anos da ocupação, o país retomou seu caminho próprio. O mesmo fez a Coreia do Sul, a China e a Índia, assim como na Europa a Alemanha, a França e a Suécia. A propósito, França e Alemanha retomaram o projeto de um exército europeu, à margem da OTAN.
    O Brasil volta a optar por um caminho diferente do seguido por essas nações, que vão progressivamente ocupando espaços de influência no mundo. Aqui abre-se mão do conhecimento, da ciência e do progresso tecnológico, e o país é orientado para ser um mero exportador de produtos primários e importador de bens industrializados. Um exemplo é o grafeno, um material estratégico para a indústria moderna. Um quilo de grafeno in natura e vendido no mercado internacional por US$ 1,50. Uma grama de película de grafeno custa US$ 150,00.
    O Brasil estava desenvolvendo pesquisas avançadas para produzir películas de grafeno, mas elas estão sendo desestimuladas.
    Todos os países que deram saltos tecnológicos, conforme os maiores estudiosos do mundo, como os britânicos Paul Kennedy ou Adam Tooze, recorreram à transferência de tecnologia em um estágio inicial. O Japão mandou milhares de seus jovens estudarem nas melhores universidades do mundo e todas as suas compras estratégicas, como encouraçados ou turbinas de eletricidade, eram feitas mediante a acordos de transferência de tecnologia. Até mesmo os Estados Unidos adotaram, na virada dos século 19,para o 20, a estratégia de enviar milhares de estudantes para as melhores universidades européias e todas as compras de equipamentos militares feitas na primeira guerra mundial exigiam transferência de tecnologia. Esse é o padrão vigente em todos os países relevantes ou que serão relevantes no planeta.
    O Brasil, ao contrário, parece abrir mão de ser relevante. Isso intriga os maiores pesquisadores da geopolítica mundial. Esse pessoal estabeleceu um conceito interessante: os países que serão os mais poderosos no futuro precisam reunir três fatores: grande tamanho territorial, grande população e grande e economia. Só há cinco países no planeta com esses três fatores: Estados Unidos, China, Rússia, Índia e Brasil.
    A Europa tenta romper esse paradigma, procurando se unificar.
    Exceto o Brasil as outras quatro grandes nações apostam no destino que essa equação promete.
    Portanto, abrir mão da tecnologia nuclear é um equivoco tanto em termos militares, quanto em termos de projeto de nação. Enfraquecer a ciência é comprometer o Brasil como país soberano.
    Em termos militares, é abrir mão da arma de dissuasão definitiva. Há quem se lembre que na Guerra das Malvinas, a presença de um único submarino atômico britânico nas águas do Atlântico Sul, manteve toda a marinha argentina, então a mais poderosa da América Latina, confinada nos seus portos.
    Com os avanços tecnológicos, os meios de superfície, inclusive os porta-aviões são alvos fáceis para os modernos mísseis anti-navios.
    Por outro lado, as notícias também dão conta de que o Brasil pretende comprar meios de superfície de segunda mão. Por mais semi-novos que sejam, para utilizar uma expressão do mercado de veículos, já vêem com um.grau razoável de obsolescência. Na prática o Brasil estará pagando para livrar os países vendedores de armas velhas que de outra forma, eles teriam que desembolsar um bom dinheiro, para se livrar delas. O desmantelamento de um navio de guerra custa caro, assim como a sua manutenção em depósito.
    Até mesmo o desmantelamento de uma plataforma de petróleo obsoleta custa caro. Há um bom exemplo disso. Na década de 90, a Shell pretendia descartar uma plataforma de petróleo, que operava no Mar do Norte. Como era muito mais barato, a empresa optou por submergir o equipamento em alto mar. Organizações ambientalistas descobriram a intenção da Shell e manobram para impedir. Houve manifestações em alto mar, quando a plataforma era levada ao local de descarte, protestos nos postos da empresa, boicotes e a movimentação dos governos europeus, até que a Shell desistiu do seu propósito e teve que levar o equipamento para ser desmontado em terra. O custo foi alto.
    Então, ao abrir mão do desenvolvimento científico e aceitar ser o depósito de sucata obsoleta, o que está em jogo é se o Brasil quer ser um país de fato ou não.
    Por isso é assustador ver gente que se diz patriota e acha tudo isso natural.

  104. A propulsão e nuclear, mais não transportará armas nucleares… A MB e muito mais do que um submarino nuclear… E quem tem um não tem nenhum… Prefiro uma esquadra de superfície poderosa mais uma flotilha de submarinos convencionais modernos.. E uma forte aviação naval baseada em terra, capaz de defender um raio de 1000 kms a partir do continente… Caso queiram operar porta aviões só a favor de dois porta aviões ligeiros, capazes de atacar uma esquadra e recuar rapidamente. Devemos preocupar apenas com a interdição do atlântico sul,canal do panamá e pronto.

    • Robson PM , teu pensamento esta defasado pelo menos 80 anos !!Com a tua esquadra 1/2 dúzia de três subs convencionais inimigos , em um mês acabariam conosco . Mais uma coisinha ,Mil Kms da Costa , ainda é Praia em Guerra Moderna !

  105. O desenvolvimento de um submarino nuclear de tecnologia 100% nacional é da mais importante prioridade e necessidade para o pais…a Amazônia Azul ou território marítimo brasileiro é a zona econômica exclusiva (ZEE) do Brasil cuja área corresponde a aproximadamente 3,6 milhões de quilômetros quadrados…esta região possui muitas riquezas e potencial de uso econômico de diversos tipos:

    -pesca, devido à enorme diversidade de espécies marítimas que residem nesta região.
    -minerais metálicos e outros recursos minerais no subsolo marinho;
    -enorme biodiversidade de espécies marítimas que residem nesta região.
    -petróleo, como o encontrado na Bacia de Campos e no pré-sal (Bacia de Campos, Bacia de Santos e Bacia do Espírito Santo – a prospecção nestas áreas já corresponde a dois milhões de barris de petróleo por dia, 90% da atual produção brasileira);
    -aproveitamento de energia maremotriz e energia eólica em alto-mar ou offshore.

    o território Brasileiro possui uma grande extensão com amplas fronteiras terrestres e marítimas…um extenso território marítimo de dimensões continentais…por isso o programa Prosub não se constitui apenas como um capricho mas como uma necessidade mesmo…e fundamental e urgente…pois apenas a tecnologia dos submarinos nucleares é dotada da capacidade que necessitamos para cobrir e vigiar nosso continental território marítimo e nossas riquezas de forma concreta e satisfatória…sem contar que apenas um submarino nuclear pode adentrar furtivamente o território de uma nação beligerante de grande força/ameaça e atacar dentro do território impunemente…com esta tecnologia poderemos levar ameaça/dissuasão a qualquer lugar do mundo…contra qualquer potencia corsária estrangeira que queira “salvar a nossa floresta devastada e os povos nativos oprimidos dela”…em 26 de outubro de 2006, um submarino chinês da classe “Song” emergiu de repente, dentro do alcance de lançamento de seus torpedos antes de ser detectado, a cerca de 5 milhas náuticas (9 km) do porta-aviões USS Kitty Hawk enquanto este estava operando no Mar da China Oriental, entre o Japão e Taiwan…o submarino foi avistado pelo piloto de um caça F/A-18C e confirmado pela tripulação de um EA-6B da grupo aéreo do Kitty Hawk…

  106. Evilázio Gonzaga Alves vc fez um texto irretocável. Mas as nossas cabeças pensantes (e com poder decisório) ainda pensam em compras de “prateleira”. Vc consegue imaginar Rússia, EUA, Inglaterra e outros sérios fazendo isso? Já somos capazes de construção naval até o nível escolta. Comprar meia-boca de outra nação é passar atestado de insanidade (para não dizer outra coisa). O que me assusta, após termos conseguido projetar um subnuc, é vir algum “iluminado” e dizer: que tal comprarmos um submarino nuclear usado por um precinho camarada?

  107. Estamos no dia 10 de novembro e ainda tem um monte de gente se rasgando e tendo ataques (tanto de apoio quanto de contrariedade) por causa de uma “notícia exclusiva” que já foi desmentida desde 8 de novembro por um Almirante. Duvidam? Então façam a gentileza de subir a lista de comentários até um comentário do dia 8/11 às 23:29h e leiam o que o leitor Luiz Monteiro escreveu.
    Pronto. Está lá, dito claramente, não há interpretação, foi dada uma informação.
    Agora cabe a cada um resolver em quem acreditar.

  108. Vamos ao dicionário. Despriorizar.

    Contrário de priorizar. Sinônimos de despriorizar.
    > preterir, prescindir, desprezar, desconsiderar, relegar, postergar, pospor, ignorar, rejeitar, repudiar, recusar.

    A gente sabe e conhece o país em que vive. Se tem analfabeto e como tem, não é no blog.

    • Certamente não há analfabetos no blog, pelo contrário, temos comentaristas muito bem informados e tecnicamente bem embasados, outros nem tanto. Porém a opinião de todos deve ser divulgada e respeitada. Desqualificar ou rotular comentaristas, além de deselegante, compromete o bom debate e demonstra um viés pouco democrático da parte de alguns…

      • “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”

        Evelyn Beatrice Hall

  109. Eh impressionante a incompetência da MB, demoraram mais de uma 1 década para desativar o A-12, e agora essa, um projeto que tem vergonhosos 3 décadas e contando de desenvolvimento para quando um novo presidente com pensamento patriótico se elege para despriorizar.

    Vamos ver se a cúpula do B17 arruma essa incompetência da MB.

    Mas pior mesmo são alguns comentários ai falando que esta certo essa decisão. Brasil eh um país estratégico, precisa de Submarinos Nucleares assim como misseis nucleares.

  110. 🤣🤣🤣🤣😂😂😂😂😂😂😂🤣🤣🤣
    Quantos anos mais devemos esperar para a construção do submarino nuclear?
    Quantos anos consumiu os recursos do povo?
    Quantos anos mais vai consumir?
    Quando vai concluir?
    Será que daqui a 20 anos vai valer apena um submarino nuclear com tanta tecnologia por ai?
    Sinceramente, é um presente atrasado ao povo brasileiro !

  111. Bardini
    Assino em baixo da tua análise do projeto de corveta. Uma embarcação mais capaz é a nossa necessidade. Ou Fragata leve como querem alguns. Já no SubNuc a MB deve ter avaliado outros parâmetros desconhecidos para nós. O sistema de propulsão nuclear ainda não está detalhado e testado, e em se tratando de reator é melhor fazer o programado: um semelhante em terra para estabelecer uma rotina de procedimentos até a certificação de atendimento dos requisitos desejados. Não podemos passar por um acidente nuclear em um barco da MB.

  112. Bardini
    Assino em baixo da tua análise do projeto de corveta. Uma embarcação mais capaz é a nossa necessidade. Ou Fragata leve como querem alguns. Já no SubNuc a MB deve ter avaliado outros parâmetros desconhecidos para nós. O sistema de propulsão nuclear ainda não está detalhado e testado, e em se tratando de reator é melhor fazer o programado: um semelhante em terra para estabelecer uma rotina de procedimentos até a certificação de atendimento dos requisitos desejados. Não podemos passar por um acidente nuclear em um barco da MB. Abço.

  113. O SubNuc já passou do non-return point. Agora é continuar o projeto a passos lentos e quem sabe em 2040 temos algo.

    Sabemos que dentre as três forças, a Marinha é que pior planeja seus investimentos. A FAB um exemplo, com escolhas racionais e ponderadas. O exército em seguida investindo em equipamentos razoáveis (Guarani, Marruá e IA-2), mas em qrande quantidade e fabricados nacionalmente. Agora na marinha é gritante a falta de planejamento. Já era para ter doado os A4 para a Fab, sucateado os Nae Sp e investido a verba no programa das tamandarés.

    Mas esse almirante novo parece querer mudar um pouco essa situação, dada a escolha acertada de aposentar o Nae SP e comprar o Atlântico. Torcendo pra Sigma 10514 BR ganhar, com 4 corvetas bem armadas fabricadas aqui rapidamente, e um segundo lote com mais 4 corvetas daqui uns 5 anos. 8 corvetas modernas, uma acertada modernização nos IKL-209, e a entrega dos 4 Scorpene até 2028 + Atlântico, Mansup, AVTM-300 naval. Quem sabe pegaremos duas Type 23 em compra de oportunidade. 8 Subs+8 corvetas+2 fragatas de oportunidade+ Atlântico+ 25 patrulhas (Napa500 Amazonas)+ Bahia+ HMS Waver Ruler. A marinha está botando os pé no chão. Nada mal para uma marinha com pretensões de defesa na América do Sul.

  114. “Alexandre Galante 10 de novembro de 2018 at 14:03

    Parabéns, esta matéria passou das 50 mil visualizações! Confiram no contador logo abaixo do título.”

    Apesar da postura de vcs para com minha pessoa e de nossas diferenças do modo de ver as coisas eu deixo manifesto a minha admiração e respeito pelo trabalho de vcs…Parabéns pelo o trabalho…

  115. A verdade senhores é que “despriorizar”, significa que nunca será produzido.
    O sonho foi bom.
    Agora vamos encarar a realidade.
    A Turquia terá sub nuclear antes que o Brasil!
    Se bobear ate a Argentina.
    O foguete Tronador deles é melhor que nosso VLS

  116. “O conjunto de medidas que visa acabar com o estrangulamento financeiro da Esquadra por causa do PROSUB não se resume a um mero redirecionamento de gastos.”

    Os meios envelheceram. As manutenções não aconteceram. As despesas explodiram. Os resultados são pequenos. Culpa do PROSUB. Não há recursos financeiros no orçamento marinheiro por causa do PROSUB.

    Tá bem. Então muda a fonte de recurso. Retira o PROSUB da MB. Entrega o programa a quem tenha foco. Aproveita a reforma ministerial e cria um gabinete presidencial (acho que existe a Secretaria de Assuntos Estratégicos) para tocar por quem tenha jeito pra coisa.

    Faz o seguinte. Coloca o IPEN no comando do programa. Entrega Aramar em Ipero ao IPEN. Foi de lá que saiu o conhecimento. Deixa os Ministérios da Saúde, Ciência e Tecnologia e IPEN levarem adiante o multiproposito e o Labgene. Quando o programa estiver concluído, vende para quem quiser comprar. Vende pra MB.

    Para com esse mimimi. Itaguaí ficou grande? Como o PAN? Quem lembra do PAN? Fizeram enorme. Quando o PAN acabou venderam como condomínio. Afundou. 15 milhões de desempregados e não sabem o que fazer com Itaguaí? 15 milhões de CLTs que deram baixa. Os que desistiram e os que nunca tiveram devem ser mais 15. E não tem SR pra enfiar gente desempregada em Itaguai?

    Nossa…mas os alemães ou os franceses podem ficar bravinhos se a gente levar os IKL pra fazer PMG em Itaguaí. Vichi…não pode colocar salsicha na baguete. Chucrute não combina com patisserie. Francamente. Precisa pedir licença pra frances pra martelar casco alemão? Tem que abençoar Lutero pra dar partida nos Scorpenes?

    Terra do drama. Gente que adora uma novelinha.

    Gente acostumada ao fracasso. Gente sem foco. Gente que adora a Lei de Murphy. Tudo que começa, larga. A NASA tinha 50% do orçamento de defesa. Hoje tem 3%. Quando tinha 50% ia até a Lua. Hoje, com 3%, vai até Plutão. As calotas de gelo de Plutão ficam no Equador. Porque a órbita do planeta tem uma inclinação sobre o próprio eixo bem estranha. Assim como Vênus que gira ao contrário. E Júpiter que tem anéis invisíveis da Terra. Mais a vida mais que provável em Europa.

    Tudo isso com 3%. Quando era 50%…Houston, nós temos um problema.

  117. Pegando o “gancho” de uma série de comentários …
    .
    O caso do “Kitty Hawk” e do submarino chinês, citado mais acima, é apenas um dos muitos casos envolvendo NAes da US Navy e submarinos aliados ou potencialmente inimigos…não há nada demais…NAes podem ser afundados, como foram e continuam sendo em “exercícios”.
    .
    Uma situação simulada em exercícios reside no caso de um conflito iniciar com o(s) NAe(s) já no mar…pois o Pentágono não seria estúpido de enviar seus poucos e preciosos NAes para uma área contestada…primeiro se mandaria à USAF e outras coisas mais e a nação que porventura afundar um NAe da US Navy terá que arcar com as consequências e estas consequências são mais eficientes em proteger um NAe que o cruzador e os 3 “destroyers” normalmente designados para cada NAe em tempo de paz.
    .
    Submarinos são uma minoria nas marinhas…submarinistas…uma elite…e parece que nunca há o suficiente deles…sempre há muitos “indisponíveis”e não se deve sacrificar outros meios para se ter um número “exagerado” de submarinos, contra um inimigo sem nome ou data para aparecer…as marinhas, entre elas à brasileira, querem uma força equilibrada.
    .
    A US Navy conta hoje com 50 SSNs e 4 SSGNs, totalizando 54 , 12 a menos do que se considera o mínimo – os SSBNS só servem como “dissuasão nuclear” – e em contrapartida há o dobro de combatentes de superfície e essa diferença irá aumentar dramaticamente nos próximos anos com mais “destroyers”, “LCSs” e fragatas enquanto o número de submarinos
    cairá de 54 para talvez 48 se pelo menos 5 “Los Angeles” tiverem suas vidas estendidas e só lá por volta de meados de 2030 se deverá retornar ao patamar de hoje ou próximo.
    .
    Mesmo a marinha russa que sempre priorizou sua força de submarinos verá seus números caírem ainda mais na próxima década, já que há apenas 6 “Yasen modificados” em construção
    o último dos quais entrará em serviço por volta de 2025 e até lá um número maior dos mais antigos será retirado.
    .
    Até mesmo a China terá que mesclar submarinos de ataque nucleares e convencionais para atingir o número que almeja.
    .
    Quanto ao “tardio descomissionamento” do “São Paulo”, nenhum Almirante no comando da marinha brasileira, por “melhor que fosse/seja” o teria descomissionado tão “mais cedo”, ainda mais enquanto houvesse uma chance de revitaliza-lo…se a decisão foi tomada pelo atual comandante, foi baseado na experiência anterior e também não vejo a FAB ou o EB melhor “administrados” que à marinha.

    • “The Ohio class of nuclear-powered submarines is the sole class of ballistic missile submarines (SSBN) currently in service with the United States Navy. Fourteen of the eighteen boats are SSBNs, which, along with U.S. Air Force strategic bombers and intercontinental ballistic missiles, constitute the nuclear-deterrent triad of the U.S.[8] The remaining four have been converted from their initial roles as SSBNs to cruise missile submarines (SSGNs).”

      Ok. Isso é lá com eles. É a estratégia naval de um país em guerra. Permanentemente em guerra. Não temos nada com isso. Nem pensamos em afundar nada deles. Jesus nos livre desse pensamento.

      A gente só gostaria que nossos programas chegassem ao fim. Com resultados. Colocar o PROSUB à margem por conta da urgente e extrema necessidade de escoltas revela que a MB foi gastando, foi gastando…até acabar. Como o Esteves sugeriu e o pessoal corrigiu informando que havia fonte de recursos externos. Financiamento francês. Grand finale.

      Se serão o que serão, a quantidade estará sempre limitada. Porque dinheiro tem dono.

      Estranho é levar a vida como se ela fosse um metrônomo.

  118. Dentro de uma concepção defensiva como a nossa, ao abrir mão de um meio superlativo de negação do uso do mar por alvos móveis como fragatas e corvetas… Melhor seria por fim a esquadra e criar uma guarda costeira. Substituir um sub nuclear por quatro fragatas é como trocar uma ferrsri por quatro chevrolet cobalt…. Francamente!

  119. Creio que o maior erro dos nossos programas de defesa é não começar do básico e ir crescendo, ou seja, construir uma indústria bélica que irá fornecer de produtos básicos até chegar nos de maior tecnologia.
    Hoje na diversidade de sistemas que estão instalados nos nossos navios, quais são nacionais, de concepção ou fabricação. Muito poucos e estes poucos, quantos foram produzidos e exportados, bem como qual o índice de nacionalização destes?
    Ou seja, temos um parque industrial bélico que não é completo ao ponto de que dentro dele tenhamos a concepção de um produto do mais alto valor.
    Países que produzem sub nucleares, vejam por exemplo a França, dominam todos os aspectos da indústria militar, eles produzem desde uma granada de mão a um míssil balístico.
    Aqui, tateamos em projetos de minas navais, torpedos, veículos submarinos remotamente controlados, mas o que realmente chegamos a ter, produzir e até exportar? E com esta base incipiente partimos para o ápice da tecnologia o projeto de um sub nuclear.
    E o programa do sub nuclear não começou há alguns anos, na verdade o programa começou há décadas, houve sim um razoável aporte de verbas com a entrada dos franceses nos últimos anos.
    Queiram ou não, mas esta falta de uma base industrial de defesa, ao meu ver é um problema na sustentação deste projeto. Ele esta na dependência dos franceses e como matérias aqui publicadas, nem tudo tem sido flores.
    Quanto desistir ou não do projeto, sinceramente não sei, porque não tenho o conhecimento restrito do assunto, para opinar.
    Mas em um país cheio de problemas imensos, parece-me uma tarefa um tanto difícil de se realizar, independente das verbas, as quais sempre estão escassas.
    No entanto, claro que já houve muitos anos e muitos cérebros brilhantes para pensar sobre a viabilidade deste projeto. Desta forma, fica difícil entender a sinuosidade de tudo aqui no Brasil.

  120. Já foi muitíssimo bem explicado nos fóruns pelos homens do mar a diferença entre as capacidades dos meios navais e suas tarefas.
    Primeiro, a esquadra tem meios de superfície, subs e aéreos. Juntos, cumprem a missão da Marinha no mar, q é o controle de área marítima.
    Não confundam a “postura defensiva” de nossa política, com fazer Ofensiva ou Defensiva na guerra.
    Na guerra, a postura defensiva não conduz a vitória. No máximo, para um “empate” muito, muito caro.
    Hoje, a Marinha está mal de tudo… infelizmente.
    Tudo é importante, mas o SSN é algo q elevará a Marinha a outro nível, por sua capacidade dissuasória.
    Sei q há muita controvérsia sobre o assunto, mas a Marinha decidiu seguir esse rumo e vai fazer, como já dito pelos homens do mar aqui.

  121. Dominar a tecnologia nuclear para fins militares é um ponto fundamental na soberania de uma nação…ser soberano no cenário internacional não depende apenas do seu poder de destruição mas do quanto o pais consegue se impor frente as outras nações e também da sua capacidade de dissuasão…é neste ponto que se mostra a importância do desenvolvimento de tecnologia nuclear…o submarino é o veículo com o melhor custo benefício na guerra naval…sua vantagem esta na capacidade de se ocultar e surpreender…na guerra das Malvinas por exemplo foi o elemento surpresa que permitiu a um submarino inglês realizar o maior ataque do conflito que destruiu um navio Argentino matando 368 homens…

    nos submarinos convencionais após alguns dias submersos eles precisam voltar à superfície para literalmente pegar ar e recarregar as baterias, com isso eles perdem o elemento surpresa…o submarino nuclear graças a capacidade quase inesgotável do seu reator pode ficar debaixo da água por meses e atingir altas velocidades por tempo ilimitado…podendo chegar a qualquer lugar rapidamente…para o inimigo significa estar em todos os lugares ao mesmo tempo…desde os anos 70 os militares brasileiros planejam a construção de um submarino nuclear mas sofriam com barreiras impostas pelas potências corsárias estrangeiras…

    o submarino nuclear brasileiro é um imenso investimento nacional e usá-lo de forma civil é um conceito imprescindível para aproveitá-lo como um recurso do Estado como um todo e não somente das forças armadas…é possível utilizar o submarino para outros fins além da pesquisa oceanográfica como arqueologia submarina e pesquisas científicas em geral…dentre as áreas a serem beneficiadas pelo o conhecimento técnico trazido pode-se destacar diversas áreas de engenharia, técnicas modernas de construção naval, desenvolvimento de sistemas de controle integrado, nacionalização de equipamentos e sistemas, desenvolvimento de laboratórios de ensaios e testes para diversas aplicações, projeto e construção de uma planta de propulsão nuclear, integração de sistemas, aprimoramento de processos e ferramentas de gestão de projetos complexos e etc…

    um pais que não desfruta de desenvolvimento tecnológico enfrenta o subdesenvolvimento ficando a mercê dos interesses externos alienígenas para adquirir conhecimento e desenvolvimento…o que leva a incapacidade de autodeterminação…a soberania tecnológica se constitui como um fator chave para a capacidade de um Estado de dominar seus meios tecnológicos…como forma de evitar interferências externas em seu desenvolvimento mediante conflitos de interesses…

  122. Lamentável…evidencia a falta de foco do alto comando. A pouco tempo atrás foi claramente definido que investir em submarinos era a melhor estratégia para o poder de dissuasão devido ao efeito furtividade deste meio…agora já estão trocando de estratégia…problema financeiro sempre haverá no Brasil…ainda mais com comandantes que só sabem dizer amem…o que não dá e para ficar variando prioridades ao sabor do vento sem concluir o que foi proposto anteriormente…agora sem orçamento não tem com o querer desenvolver tudo no Brasil…meios de superfície deveriam todos partir para compras de oportunidade…e fazer indenizações nos itens essenciais.. daqui a pouco vão inventar fabricar um porta aviões e mais tempo perdido em projeto que não sairá do papel…

  123. Vergonha é a marinha não saber pra qual lado vai, sem planejamento de longo prazo.
    Tudo bem, não encerraram, só despriorizaram o projeto. Senão seriam mais alguns bilhões pelo ralo.
    Mesmo assim, parecem perdidos, por tudo que falaram no passado recente, e agora voltam atrás. Lamentável.

  124. Eu não estou conseguindo entender a discussão deste thread. A “Notícia” é que a despriorização não passou pelo crivo do B17 ainda. Com um ministro da Def possivelmente da MB, acho que(depois de 2020) virão bons ventos para a MB. O SNB já passou há muito do ponto de não retorno. Acho que o JB salva os 4 Escorpenes BR e o SN. Com o SN sendo de fato despriorizado uns 4/5 anos, gostaria que um “Scorpene BR Improved” fosse projetado/construído para não perder à mão(expertise). Talvez como um protótipo de casco(diâmetro de 9,5m)/arranjamento interno para o sub Nuclear, deixando de fora, óbvio, a seção nuclear.

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