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Israelenses para os EUA: enfrentem a China no Djibouti

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O destróier de mísseis guiados chineses Haikou, ligado à 27ª força-tarefa de escolta naval chinesa, chegando ao Porto de Djibouti em 6 de novembro de 2017
O destróier de mísseis guiados chineses Haikou, ligado à 27ª força-tarefa de escolta naval chinesa, chegando ao Porto de Djibouti em 6 de novembro de 2017

“Os chineses escolheram o Djibouti por causa de sua localização estratégica na África e principalmente porque dá às forças militares estrangeiras que construíram bases neste país o controle de um dos canais mais importantes dos mares – o estreito de Bab Al Mandeb”, diz Uzi Rabi, diretor do Centro de Estudos Moshe Dayan do Oriente Médio e África no Centro de Estudos Iranianos, ambos na Universidade de Tel Aviv.

De Arie Egozi

Os Estados Unidos devem aumentar sua presença militar no Djibouti e na região do Estreito de Bab al-Mandab para combater uma China cada vez mais assertiva – e beligerante –, afirmam funcionários da inteligência israelense e especialistas independentes.

O uso de lasers pela China no último mês de maio para interferir nos pilotos dos EUA é o menor dos problemas que os EUA enfrentam na região, argumentam. (Segundo o Pentágono, dois pilotos militares dos EUA sofreram pequenos danos oculares causados ​​por lasers que atingiram o cockpit de seu avião de transporte C-130). De fato, os EUA já estão sendo forçados a se recuperar na região, diz Uzi Rabi, diretor do Centro Moshe Dayan de Estudos do Oriente Médio e África, e pesquisador sênior do Centro de Estudos Iranianos, ambos da Universidade de Tel Aviv. Rabi disse ao site Breaking Defense que os EUA enfrentam um grande problema estratégico: “Os chineses escolheram o Djibouti devido à sua localização estratégica na África e principalmente porque dá às forças militares estrangeiras que construíram bases neste país o controle de um dos canais mais importantes dos mares, o Estreito de Bab Al Mandeb. Os EUA entenderam o movimento muito tarde e agora há muito pouco que Washington possa fazer”.

Os EUA construíram a base de 500 acres de Camp Lemonnier após os ataques de 11 de setembro, onde coordenam as atividades militares americanas em toda a região. No entanto, a China construiu sua primeira base no exterior em seus 2.000 anos de história a poucos quilômetros de distância em 2016, e as emissões de laser foram provenientes desta instalação, afirmam os americanos.

Agora as tiradas tarifárias do presidente Trump estão ajudando a promover uma atmosfera mais turbulenta.

“A guerra comercial entre os EUA e a China despertou o que eram pequenos pontos de conflito entre as duas superpotências. A questão de quem é mais poderoso no Djibouti é um dos pequenos confrontos que se desenvolveram durante a noite para um grande conflito ”, disse Rabi ao Breaking Defense.

Ele acrescentou que, ao fazer investimentos maciços no Djibouti e em países africanos vizinhos, o Djibouti ganha peso adicional como um ativo.

“Os investimentos chineses fazem parte de um grande plano para controlar essa região do mundo. Essa também é a localização da única base militar dos EUA na região. Essa decisão foi tomada de propósito, sabendo que a base americana é usada para muitas operações antiterroristas na região e é palco de muitos atos de terror realizados pelo ISIS e outros grupos islâmicos ”, disse Rabi. Ele apontou para o fato de que os chineses têm uma presença naval quase permanente na região, incluindo seu único porta-aviões. “Os oito exercícios conjuntos com a Marinha Russa também são uma demonstração de poder orquestrada pelos chineses. Pequim está colocando o dedo no olho americano e Washington é muito limitado em suas opções para reagir”.

O pesquisador israelense disse que a China tirou proveito dos anos de Obama na Casa Branca, durante os quais eles fortaleceram sua presença militar nesta região, que é geoestrategicamente significativa e de grande importância para Israel.

A bacia do Mar Vermelho inclui 12 estados com uma população combinada de cerca de 300 milhões. Na costa leste estão o Iêmen e a Arábia Saudita. Jordânia, Egito, Arábia Saudita e Israel compartilham o Golfo de Aqaba. Na costa africana do Mar Vermelho estão o Egito, o Sudão, a Eritreia e o Djibuti. A bacia do Mar Vermelho também inclui a Etiópia, sem acesso direto ao mar, além da Somalilândia e da Somália, que estão localizadas no Golfo de Aden, em frente ao Iêmen, na entrada do Mar Vermelho.

Em termos geográficos, o Mar Vermelho se divide entre a África no oeste e a Ásia no leste, e faz parte da fenda síria-africana. Em termos geopolíticos, ao longo da história, o Mar Vermelho serviu como uma das mais importantes rotas comerciais do mundo, ligando a Europa e o Ocidente, por um lado, com o Oriente Médio, por outro. Hoje é uma das rotas comerciais mais movimentadas do mundo. Por esta razão, o Egito é de particular importância, pois constitui uma ponte entre o Mar Vermelho e o Mediterrâneo. Iêmen, Djibuti e Somália estão localizados em ambos os lados dos estreitos de Bab al-Mandeb e no Golfo de Aden, no sul. entrada para o Mar Vermelho. Três fatores ameaçaram a liberdade de navegação no Mar Vermelho, tornando-a uma das áreas mais “quentes” do mundo e uma arena de rivalidade e competição entre superpotências e potências regionais.

A construção da base chinesa no Djibouti surgiu da competição entre a China, de um lado, e a Índia e o Japão, pela hegemonia no Oceano Índico. Como parte dessa luta, que tem estado em andamento na última década, os dois lados estabeleceram bases militares e portos na área. Nos últimos meses, a Rússia iniciou conversações com o governo da Somalilândia sobre a construção de uma base militar no país.

Além disso, o governo russo assinou acordos com a Etiópia, o Sudão, o Egito, a Jordânia e a Arábia Saudita para o estabelecimento de usinas nucleares civis. Paralelamente à luta entre as grandes potências por influência e hegemonia no Oceano Índico e Djibouti, uma batalha semelhante está em andamento no Mar Vermelho entre as potências locais. Essa batalha começou há um ano, em junho de 2017, quando a Arábia Saudita, os Emirados Árabes Unidos, o Bahrein, o Egito e a Mauritânia cortaram relações com o Catar. A crise diplomática entre os estados do Golfo afetou o equilíbrio de poder entre os estados rivais na Bacia do Mar Vermelho. Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos consideram as costas da Somália,

A concatenação de bases militares estrangeiras no Djibouti e os planos chineses que se tornaram mais iminentes por causa da guerra comercial do presidente Trump com a China está levando os especialistas a considerar este pequeno país como um “ponto de ignição” que pode criar um pequeno incidente que pode aumentar.

Para compensar isso, os especialistas, alguns da comunidade de inteligência israelense, dizem que os EUA devem aumentar sua presença militar na área.

Forças chinesas no Djibouti
Tropas chinesas no Djibouti
Bases Navais planejadas pela China
Bases Navais no exterior planejadas pela China

FONTE: Breaking Defense

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abrahamyamato
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abrahamyamato

A China vai pagar para construir as bases navais no exterior ou vai impor sobre os outros paises

essa china ta querendo bagunça

Matheus
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Matheus

“Israelenses para os EUA: enfrentem a China no Djibouti”

Mas é claro que o cachorrinho favorito de Israel vai, au au au!

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Israel detectou uma falha no pensamento estratégico norte-americano e está informando ao seu aliado….

O resto são apenas velhos preconceitos reciclados!

Wellington
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Wellington

Enquanto isso na terra tupiniquim, navios pesqueiros da China bota terror e quase afunda o barco dos pescadores brasileiros .

ODST
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ODST

Isso não aconteceu em águas “tupiniquins” (muito menos em terra), aconteceu em águas INTERNACIONAIS. Claro que se o Bolsonaro já tivesse assumido a presidência ele poderia tomar alguma atitude, mostrar descontentamento com os chineses, ter uma conversa com o embaixador e tal. Mas até o dia primeiro de janeiro ainda estaremos sendo governados por um bandido covarde.

Adilson
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Adilson

Eu sei é apenas uma breve raiva.
Agora se os pescadores brasileiros morressem, ninguém saberia!
Vamos esperar para o próximo acidente e quem sabe quando um pesqueiro brasileiro afundar.
Até lá os pescadores estão a própria sorte e a Marinha só observando, vendo os compatriotas morrerem até a posse no Presidente.

paulo souza
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paulo souza

se bolsonaro fosse presidente, chamaria o embaixador e este diria meias regrinhas sobre águas internacionais, nada faria e o presidente também não. simples assim. basta o futuro presidente arregaçar as manguinhas que os chineses fecham as torneiras das hidrelétricas.

CVN76
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“fato de que os chineses têm uma presença naval quase permanente na região, incluindo seu único porta-aviões.”
Isso não está correto….pelo que sei os chineses nunca operaram com seu PA na região…
Como adendo; os franceses e os japoneses também possuem uma base militar no país.

Victor Filipe
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Victor Filipe

Eu vi teu nick e olhei a foto, na hora eu pensei “isso não é um CVN.” mas… o Kidd era de fato um excelente navio.

CVN76
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Pois é, como não tinha nenhuma foto do CVN 76, coloquei essa do DDG 993!
Era um excelente navio; tive a sorte de passar um dia a bordo.

Victor Filipe
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Victor Filipe

Agora fiquei com inveja kkkkkkkk

Tupinambá
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Tupinambá

Certamente os EUA obedecerão as ordens da matriz.

Socrates Pereira
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Socrates Pereira

Um país que logo estará certado pela China será o Brasil, podem anotar aí! Bolívia, Venezuela, Argentina e talvez equador terão grandes bases chinesas. São 4 países extremamente frágeis internamente e que serão do poder econômico chinês.
Na América central a China também terá base militar…o expansionismo chinês será gigantesco, estamos diante de um império que ainda é criança. isso é terrível para o Brasil que também é um país sem estabilidade, sem líderes, sem elites em setores estratégicos, um país a deriva.
Em 2050 podem me cobrar!

Jefferson A.
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Jefferson A.

Socrates, tenho a mesma opinião. Acrescento o Uruguai como possível local para instalação de base chinês. A China com uma população de 1 bilhão e 400 milhões logo estará tomando conta de diversos países, capital humano não faltará até 2100. A China será colosso populacional, militar e econômico, país como o Brasil serão obrigados a se curvar diante desse país.

Eduardo von Tongel
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Eduardo von Tongel

Faltou o Uruguai aí.

Walfrido Strobel
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Walfrido Strobel

Se a Colombia pode autorizar os EUA a colocar uma base americana em seu território nada impede que outros países da AL autorizem chineses a se instalarem.

Socrates Pereira
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Socrates Pereira

Walfrido Strobel 29 de novembro de 2018 at 17:13 E quais as consequências desse pensamento? Conhece história? Isso é o querosene e o fósforo para instigar guerra civil, basta ver os grupos de extrema-esquerda atacando as FA dia e noite, querendo destruir a imagem das FA, quando isso se concretizar você terá um país que você nunca imaginou, cercado pelo império chinês e devastado internamente, principalmente devastado na mente e corações dos brasileiros. Não se trata de China x Usa, mas sim de liberdade x racismo, perseguição e genocídio. A China é implacável nas suas ambições, se for para instigar… Read more »

Qualquer Um
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Qualquer Um

E os EUA colocarem base por aqui ta tudo bem né?

A china com certeza que hegemonia para o seu país e com certeza vai se utilizar das desavenças internas que existe no Brasil (e em qualquer país). Mas ou é mal caratismo ou é inocência de achar que os EUA querem o bem do Brasil e não é capaz de fazer a mesma coisa pra conseguir a hegemonia

Cavalo-do-Cão
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Cavalo-do-Cão

Socrates Pereira 29 de novembro de 2018 at 15:38

o expansionismo chinês será gigantesco, estamos diante de um império que ainda é criança. isso é terrível para o Brasil que também é um país sem estabilidade, sem líderes, sem elites em setores estratégicos, um país a deriva.
Em 2050 podem me cobrar

…..

“Talvez o Brasil já tenha acabado e a gente não tenha se dado conta disso.”

Paulo Francis

Victor Filipe
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Victor Filipe

Uma base naval no Sri Lanka? Ah mas os indianos vão ficar muuuuuito felizes com isso, pode acreditar.

Heitor Cruz
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Heitor Cruz

O Brasil precisa urgentemente adotar com seriedade uma política de fortalecimento e projeção de poder através da nossa marinha. Quando digo isso, não estou me referindo a programas de modernização e construção naval que só são realizados quando nossas embarcações já estão estrapolando os limites da sua vida útil (sem desmerecer o tão importante pro-sub). Estou falando de um aumento significativo de fragatas (modernas), submarinos, Cruzadores e ao menos mais um porta helicópteros… Ou o adotamos uma estratégia de projeção de poder e seremos engolidos juntos.

CacioMR
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CacioMR

Um arsenal nuclear seria mais rápido e mais significativo.
Tecnologia para isso, não duvido que temos mas, alguns papéis são impeditivos.

Eduard
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Eduard

CacioMR, de fato, mas como assinamos por ora não dá para fazer nada sem ficar no radar dos EUA e demais signatários e sofrer sanções.

Digo “por ora” porque se a China colocar bases na AL e o Brasil se consolidar um verdadeiro aliado dos EUA como é a Colômbia acredito que poderemos fazer a bomba que os EUA farão vista grossa.

Bruno w Basillio
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Interessante que a matéria mostrou bases navais chinesas planejadas , para a Asia e Africa , e a america sera que tem alguma…..
Depois do G 20 ,Xi vai fazer uma visita ao Panamá , aonde assinara acordos para investimentos chineses no valor de U$500 milhões , no ano passado o Panamá rompeu relações com Taiwan para manter relações somente com a China …

pm
Visitante
pm

Os chineses sao muito inteligentes: ameaçaram construir um canal na Nicaragua (ou Costa Rica) para competir com o Panamá.

Victor Filipe
Visitante
Victor Filipe

Cabe um Merlin no convoo dele.
é um belo espaço para qualquer helicóptero que a MB opera.

Camillo Abinader
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Camillo Abinader

Os EUA não tem como conter a China e a Rússia, além do enorme poder econômico, militar e tecnológico que esses dois países possuem, são nações com forte senso de identidade nacional, e depois que se livraram do marxismo e abraçaram o capitalismo é questão de tempo (e pouco) dominarem o mundo, Israel que nada mais é que uma base militar americana na Ásia sabe disso e é por isso esse desespero, estão jogando todas suas últimas cartas, e em vão

Socrates Pereira
Visitante
Socrates Pereira

A Rússia está falida! A tendência da Rússia é pior nas próximas décadas, o poder militar é herança do tempo da URSS. Grande parte do poder militar russo é volume, grande parte é sucata! Queres ver a Rússia afundar de vez? deixa até 2040 os carros elétricos serem o mercado comum, adeus consumo de petróleo da Europa ocidental. A China sim será um grande país, será de longe o país mais poderoso do planeta. Apenas uma observação: Não há identidade cultural alguma na China e Rússia, o que há é força bruta estatal, um perseguição muito forte dentro do próprio… Read more »

Bruno w Basillio
Visitante

“A Rússia está falida!”
Americanos e Europeus discordam de VC…
Lógico que comparar a economia Russa com os EUA e burrice , mas compara a Rússia com paises economicamente da sua classe ,tipo Brasil,México, ,Itália etc ..A economia russa mesmo com sanções esta bem melhor , gigantesca reserva em torno de 400 bi, divida pública em relação ao PIB baixa , era apenas 14% do PIB , e ainda fechou o mês passado com1,7% de crescimento… Se os carros elétricos multiplicarem ,não sera só a Rússia a quebrar….

Augusto L
Visitante
Augusto L

O que me preocupa é a parte do mapa onde mostra presença chinesa na África.
O Brasil tinha que aumentar as conversações do fórum IBAS (Índia, Brasil, África do Sul) para discutir isso.
Inclusive eu acho que esses 3 países deveriam ter uma política de patrulhamento da costa africana em comum, isso já ajudaria a diminuir a dependência chinesa da região.
A OTAN de um lado e o IBAS de outro da pra segurar a África.

Bruno w Basillio
Visitante

“A OTAN de um lado e o IBAS de outro da pra segurar a África.” A Africa não precisa de patrulhamento de sua costa , precisa de $$$$ ,e é isso que os Chineses tem jogado lá….Nem adianta vim com Navios ,caças, Submarinos etc ..não vai fazer os Africanos mudar de idéia; EUA e UE , se quiserem diminuir a importância da China na Africa e America Latina , teriam que criar uma Instituição (Banco) para investir em Infraestrutura nestes paises e tomar devagar o espaço que os Chineses pegaram… Se for o contrario não funciona, ninguém abre mão de… Read more »

Augusto L
Visitante
Augusto L

Ninguém abre mão de soberania por dinheiro.
A ajuda militar vai garantir a soberania nesses países. Fica dica aí.

Bruno w Basillio
Visitante

Se ninguém abre mão da Soberania por dinheiro ,por que tanta preocupação com a China na Africa então, afinal ela não ameaça ninguém lá…Ajuda militar alguns paises Africanos sempre obtiveram , mas isso impediu dos Chineses chegar e investir em pontos chaves da economia destes paises ? Os investimentos Chineses na Africa tem criado empregos e aquecido a economia , só da uma olhada no site do FMI ou Banco Mundial, como era o crescimento da Africa antes e depois da Chegada doa Chineses… Agora VC sugere tirar eles de lá com ajuda militar da OTAN , vão trocar crescimento… Read more »

MARCOV
Visitante
MARCOV

Eu não costumo postar sobre política, que prefiro conversar pessoalmente, mas é uma situação complicada e preocupante.

Eu li no “Asia Times” essa notícia com o título “Djibouti: the Casablanca of a new Cold War”

http://www.atimes.com/article/djibouti-the-casablanca-of-a-new-cold-war/

É como estar em um arsenal onde qualquer descuido manda tudo para os ares.
As bases instaladas eram da Arábia Saudita, Estados Unidos, França, Itália e Japão. Na base francesa há também tropas da Alemanha e Espanha. Mas no ano passado chegou a vez da China.

Blackbird
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Blackbird

É essa briga já está indo além do pacífico…

João Adaime
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João Adaime

Vendo o mapa com as bases navais planejadas pela China, me preocupa as previstas para Namíbia, Angola, Moçambique e Nigéria. O Brasil ajudou a criar a marinha da Namíbia. Angola e Moçambique são, como nós, ex-colônias portuguesas, falamos a mesma língua. Além disso, Nigéria, Angola e Moçambique receberam farto financiamento do BNDES. Em alguns países houve perdão de dívidas anteriores, para que pudessem contrair novos empréstimos. Moçambique já não pagou a primeira parcela do financiamento. Angola irá pelo mesmo caminho. O mínimo que o Brasil pode fazer é pressionar estes países a não acolherem bases chinesas. E ao mesmo tempo… Read more »

Vovozao
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Vovozao

29/11 – quinta-feira, bnoite, vejo todos falando China X USA, esquecem que o grande confronto está ao lado Índia, é histórica as diferenças. Tanto a Rússia como os Americanos cada dia mais armam a Índia, a Índia é a única nação que compra armas de Israel, Rússia, USA, porque o grande irmão do norte permite??? Qual outra nação consegue comprar armas assim?? Por que os americanos incentivam, para mais tarde a Índia confrontar China e americano irão apoia Índia, simples.

_RR_
Visitante
_RR_

Amigos, Manter as rotas abertas… Sempre… O acesso ao Índico e ao petróleo iraniano é de fundamental importância para a sobrevivência da China. Para tanto, as bases tem a função de manter a frota chinesa no mar o maior tempo possível, além de ampliar o seu alcance. Outro ponto em particular, é a neutralização da Índia, que é o maior adversário em potencial da China na região. E dentro disso, uma estratégia americana certamente será fortalecer os indianos, numa política de reequilíbrio de poder; coisa que já está acontecendo, com a liberação de equipamentos de alta tecnologia ( equipamentos esses… Read more »

Cavalo-do-Cão
Visitante
Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Visitante
Cavalo-do-Cão

Impérios vem e vão..os ingleses, espanhóis, franceses e portugueses duraram 300 anos..o dos romanos 500 anos durou…dos grego-macedônicos 300…dos medo-persas 1700 anos…dos otomanos 600…o Império Bizantino 1000 anos durou…o dos egípcios cerca de 4000 anos…dos Imperadores Chineses 3000 anos…o Napoleônico durou 12 anos…o Terceiro Reich de Hitler 13 anos…o Soviético 74 anos…hoje são os Chineses que desde 2014 desbancaram os eua como maior Potência Econômica…Chegara o dia em que o mundo entenderá então que os Estados Unidos não eram grandes…Mas somente ricos…E a riqueza é como a onda do mar…..Vai e volta…

willhorv
Visitante
willhorv

3 bases voltadas para o Atlântico sul…de cara pra nós!
Não sei se choro ou se rio!
Pois nem consumimos tanto peixe assim e nem retiramos tantas riquezas do mar assim…
Pois se continuar do jeito que está, nem que quisérmos explorar estes recursos em um futuro não tão distante, não poderemos mais o fazer…estará tudo dominado.
Acorda país das maravilhas!!

pm
Visitante
pm

Eu aplaudo e admiro o que a China vem fazendo. Eles sao dignos de nosso respeito e temos muito a aprender com eles. Eu vivo nos EUA e observo o medo que eles tem do crescimento chines. O Obama entendeu que nao podia vence-los, alem da interdepencia entre os pais (entendam, metade da divida publica dos EUA pertence a chineses e metade das exportacoes chinesas sao para os EUA) e tentou manter a China como aliada. O Trump escolheu o confronto … e a China está respondendo. Para o Brasil, é uma oportunidade de tirar vantagem. A maior burrice é… Read more »

Cavalo-do-Cão
Visitante
Cavalo-do-Cão

“Socrates Pereira 29 de novembro de 2018 at 16:43 A Rússia está falida!A tendência da Rússia é pior nas próximas décadas, o poder militar é herança do tempo da URSS. Grande parte do poder militar russo é volume, grande parte é sucata! Queres ver a Rússia afundar de vez? deixa até 2040 os carros elétricos serem o mercado comum, adeus consumo de petróleo da Europa ocidental. A China sim será um grande país, será de longe o país mais poderoso do planeta. Apenas uma observação: Não há identidade cultural alguma na China e Rússia, o que há é força bruta… Read more »

MGNVS
Visitante
MGNVS

Cavalo-do-Cão 29 de novembro de 2018 at 20:07

Saudacoes
Analise deveras interessante.
Hohe Russia e China nao tem nada de comunistas.
E atualmente a Russia esta em condicao muito melhor do que na epoca sovietica ou pós-Yéltsin.
Mesmo que muitos discordem, Putin traz estabilidade á Russia. Pior seria se os fanaticos pró-comunistas tivessem chegado ao poder no lugar de Putin, isso sim se tornaria um grande problema.

Matheus G.
Visitante
Matheus G.

O Obama se rebaixava até para a Arábia Saudita colocando os EUA de joelhos literalmente perante os inimigos e deixaram os aliados constrangidos, a eleição de Trump se tornou necessária e por isso se tornou o vencedor. A China como a própria matéria afirma, tomou parte da fraqueza americana sob a gestão Obama e aumentou consideravelmente seu poder geopolítica global, enquanto os americanos ficaram de baços cruzados financiado o Daesh e se metendo em outras guerras desnecessárias e fazendo políticas públicas vergonhosas. A dívida pública americana é de US$21 trilhões de dólares, os títulos públicos e notas em posse de… Read more »

Soldat
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Soldat

Titio Bibi mandou os Âmis fazem…..

Carlos Alberto Soares
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Carlos Alberto Soares

Itália e USA também estão lá:

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James Marshall
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James Marshall

Trump está certo, o verdadeiro inimigo do mundo ocidental chama se China, ou “Tchaina” como ele repete a cada discurso.
No Brasil eles vieram e se infiltraram pelas pastelarias, lojas de muambas e agora vem pelo mar roubando nossos peixes e quase afundando nossos pesqueiros.
O povo brasileiro em 2002 escolheu um governo que se aproximou desse bloco oriental, agora rompemos e voltamos ao bloco ocidental, é bom o Brasil se aparelhar ou permitir que a US Navy faça uma base aqui ou as coisas ficarão feias aqui no Atlântico Sul.
Bom dia.

Delfim
Visitante
Delfim

“Durante os quais eles fortaleceram sua presença militar nesta região, que é geoestrategicamente significativa e de grande importância para Israel.”
Ora, Israel tem nukes, marinha avançada, F-35, armas avançadas, tudo de bom. E tem $$$. Que vá ao Djibouti e faça sua base por lá.
Quando os judeus vão perceber que o Ocidente não apóia Israel por amor e sim por interesse ?

Ricardo Bigliazzi
Visitante
Ricardo Bigliazzi

“Briga de cachorro grande”. Em um ambiente restrito de conflito dificilmente você encontrará um Pais tão competente quanto Israel. Já num cenário mais complexo, como é o caso, Israel não teria a “força e capacidades” necessárias. Em uma analise bem simplista, as Forças Armadas Israelenses estão dimensionadas para defender o seu território. Nos últimos 60 anos no máximo tomaram um pouco de terra da Síria e do Egito (acho que grande parte já devolvida) para terem um pouco mais de espaço de manobra para sua defesa. Uma base israelense em Djibouti não serviria para. Isso ainda é trabalho para o… Read more »

Delfim
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Delfim

Se o irmão maior quiser, o que não parece.

Ricardo Bigliazzi
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Ricardo Bigliazzi

Dei uma olhadinha no mapa mundi e listei os países vizinhos da China: Fronteira Terrestre: Russia (A), Coreia do Norte (A), Índia (A), Paquistão (A), Mongólia (Filial), Quirguistão (Russo), Tadjiquistão (Russo), Casaquistão (Russo), Afeganistão, Nepal (Filial), Butão (Filial), Myanmar, Laos(Filial), Vietnan (Filial). Fronteira Maritima: Coreia do Sul, Japão, Filipinas, Malásia, Taiwan, Brunei até Indonésia. Obs legendas.: (A) possuidor de bombas atômicas/nucleares / (Russo) sob influencia Russa / (Filial) já “de joelhos” a algumas décadas, não agregam mais nada a China. Ter uma Marinha forte (com bases ultramarinas) é o único caminho para a China conseguir projetar poder além do que… Read more »

Delfim
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Delfim

Djibouti é um ovo de país com menos de 1 milhão de habitantes. PIB ? Não chega a US$ 2 bilhões. 167º PIB mundial. Mixórdia. Sua principal fonte de riqueza é servir de porto marítimo a vizinhos sem litoral. E ainda tem mais de 100mil refugiados de conflitos vizinhos. Mas possui uma posição estratégica, e obviamente vai cobrar por isso. Sem maniqueísmo : os senhores aqui acham que o Djibouti, tão miserável, com 94% de sua população muçulmana, deveria ceder sua privilegiada localização “aos infiéis incircuncisos e aos sionistas invasores” pelo quê ? Amor ? Falem sério ! Tio Sam… Read more »

pgusmao
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pgusmao

A cada notícia que leio, noto que a China vai acabar em guerra com os americanos, em algum momento acontecerá algo irreversível, pois os dois países estão a beira de um ponto sem volta, imagina se Trump endurecer mais a tributação de produtos chineses para entrarem nos EUA, isso vai azedar mais as relações que já estão tensas.