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Marinha do Brasil deverá receber o navio-patrulha HMS Clyde em 2019

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HMS Clyde

O jornalista Roberto Caiafa do site da revista Tecnologia & Defesa noticiou que a Marinha do Brasil deverá receber da Royal Navy o navio-patrulha HMS Clyde em 2019.

A informação foi dada durante o evento Diálogo da Indústria de Defesa Brasil-Reino Unido, realizado no 8º Distrito Naval (Centro Cultural da Marinha em São Paulo), pelo contra-almirante Amaury Calheiros Boite Junior, Superintendente de Manutenção da Diretoria de Gestão de Programas da Marinha (DgePM).

O contra-almirante confirmou que a Marinha do Brasil vem mantendo conversas com a Royal Navy e a BAE Systems visando o recebimento por leasing do OPV classe “River”,  que deverá ocorrer ao final de 2019.

O jornalista Roberto Lopes havia noticiado em fevereiro deste ano que a Marinha do Brasil estava avaliando a compra de três navios-patrulha classe River Batch I, mas a Royal Navy acabou retendo os navios, por causa do Brexit.

Consultada na época, a Marinha do Brasil não confirmou que estava avaliando os navios classe River Batch I.

Segundo informações publicadas nas redes sociais no Reino Unido, o HMS Clyde, único OPV classe River Batch I que possui convés de voo, será desativado em 2019.

97 COMMENTS

    • Maravilha!!!
      Vc tem ae no USArmy alguma informação sobre possibilidades de Abrams virem dae do tio Sam pra cá ou e terem sido avaliados ???

      • Esqueça o Abrams. Já foi noticiado no Forte https://www.forte.jor.br/2018/01/25/eb-avalia-no-futuro-evoluir-do-leopard-1a5-para-o-2a4/ que o EB vai continuar com a família Leopard devido a expertise que possui com o modelo, manutenção, ferramental, simuladores além da empresa possuir em Santa Maria – RS um centro de manutenção.

        O EB vai ao longo dos proximos anos substituir os Leo que estão mobiliando sua cavalaria por modelos Leo 2A-4 e mais a frente Leo-2A6 ou A7.

        • Interessante essa analise que o Abrams não é compatível com a infraestrutura do Brasil, mas eu penso, eles andavam pra lá e pra cá nas ruas de Bagdá, nossa infraestrutura é tão inferior assim a do Iraque?
          Abraços

        • Quem disse que o Brasil não quer?
          Dê uma lida nos materiais de estudo da CIBILND (é gratuito as edições da revista Ação de Choque da força blindada do EB em pdf). Vc verá a menção do Abram’s mais de uma vez por especialistas ,da atica ,do EB.
          A inclinação ,até lógica, pela continuidade de operação da família Leopard não significa que outro CC não possa ser inserido no lugar, substituindo o Leo 1A5.

      • Acredito que se o Abrams vier – e se vier – não será no curto prazo de 4 anos do Governo atual. O EB já tem estudo realizado para preparar alterações significativas em sua logística visando comportar a operação de veículos do porte do Abrams ou do Leopard 2A5. Vai levar 10 anos para estar tudo finalizado. Antes desta data, acho inviável.

        • Gente, é impossível o Brasil adquirir o Abrams, além de sua manutenção e seu valor ser muito elevado o Brasil não possui interesse em blindados pesados devido a sua localização e sua infraestrutura. O Abrams possui um peso muito elevado para as pontes e viadutos do Brasil, então para a locomoção dele em nossa território teríamos que fazer super obras de infraestrutura nas rodovias, pontes,trilhos de trem e etc ou seja o E.B não vai adquirir o Abrams

          • Lucas, nada é impossível. Você já ouviu falar de política? Ou cadeia de comando?

            A decisão de comprar material bélico é da alta cúpula de Brasília, de políticos, e não de militares. Se a decisão de comprar material bélico estivesse nas mãos dos militares, o Prosuper já tinha saído faz tempo. Os caças já teria sido comprados a pelo menos 10 anos atrás.

            Eu não duvido que o Trump exiga que o Brasil compre o Abrams, F-35 ou qualquer outro material bélico em troca de alguma negociata comercial ou diplomática. O Trump está fazendo isso com a Coréia do Sul, Japão, Israel, Austrália… imagine o que ele não faria com o Brasil.

            Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

  1. Boa tarde senhores!
    Excelenteaquisição. Embarcação relativamen nova, apenas uma geraçãoanterioras Amazonas.

    Estamos no caminho correto.

    • Qual o problema de um leasing, Marcos?
      No momento ele pertence a BAES e está cedido à RN por sistema de leasing.

      Pq serve pros britânicos e pra gente é inaceitável?

      • Estamos falando do Brasil, tudo sai caro. Temos patrulhas em construção ou tínhamos, não sei o atual estado dos nossos estaleiros. É melhor gastar dinheiro e terminar o que temos do que comprar o que não podemos.

    • Para quem não sabe, os 4 CT classe 1000, TB conhecidos como classe Pará, os últimos q a MB teve, tb vieram por leasing, e ao fim do contrato, a MB ganhou a propriedade definitiva.

  2. Pois é, cantei essa está aí na semana passada. Quando o ministro da defesa britânico confirmou q os 3 River originais iriam ficar em serviço por mais 2 anos, mas ignorou o Clyde (que é uma versão melhorada com hangar), já dava pra ver q esse navio q cabe perfeitamente no planejamento da MB (afinal é irmão muito próximo dos Amazonas) poderia ter um destino muito interessante.
    Se vier, indicativo de costado ele já tem — P123. Agora só falta escolher um nome de rio começando com A pra ele 🙂

  3. Marcos, normalmente contratos de leasing têm opção de compra pelo valor residual do bem ao final de sua vigência. Imagino que será isso que a MB fará. “Alugará” o navio, e ao final do contrato, o comprará.

    • Interessante que nem a própria Royal Navy vai ficar com o navio, indispensável (ou não) para patrulhar as Malvinas.

      E a nota soltada pela MB e veiculada aqui mesmo no PN dizia o seguinte: “[…] que as unidades não atendem aos requisitos que ela define como indispensáveis para este caso, e descartou a aquisição.”.

      • Marcos, a MB teria “dispensado” suas irmãs que não tem convoo e não o HMS Clyde.

        Quanto ao Reino Unido, a patrulha das falklands vai ficar a cargo de um River batch 2 recém construído (serão 5 b2 novos + os 3 b1 originais) e como a RN não tem pessoal para manter absolutamente todos os navios vai se desfazer de um deles. É provável q no futuro os 3 b1 originais sejam disponibilizados tb — agora se o Brasil vai ter interesse em pegá-los depois de 2021 é outra história

  4. Noticiar a compra de um navio-patrulha desse jeito mostra a draga que estamos. Uma aquisiçao dessas devia ser uma nota de rodapé.

    Nao me entendam mal: provavelmente é uma boa compra de oportunidade e estamos em falta de navios patrulha oceanicos como estes, mas nao agrega nada para MB como navio de guerra.

    • Na verdade agrega sim, os navios de patrulha oceânica são essenciais para qualquer Marinha do mundo. Nessas últimas semanas chegou a notícia de um navio de pesca chinês destruiu um barco brasileiro por disputa da área de pesca e com os opvs esses acontecimentos nunca aconteceriam, ou seja com a Aquisição desses tipos de navios os cidadãos brasileiros terão mais segurança nos mares da vida e além de ajuda também na apreensão de drogas ilícitas que chegam em nosso território via oceânica

  5. Trecho retirado da matéria original do Caiafa:

    “Segundo o vice-almirante Calheiros, a Marinha do Brasil já havia avaliado anteriormente a aquisição desse meio, e agora retorna as negociações, já que o HMS Clyde deverá dar baixa do serviço ativo na Royal Navy ao final de 2019 (veja nesse artigo).”

    Ou seja, mais uma vez o Roberto Lopes deu o furo de reportagem em fevereiro. A MB realmente estava avaliando os navios.

  6. Prezados, temos que pensar que a aquisição desse patrulha oceânico, vai liberar os já desgastados vasos de guerra que nos sobraram, de uma tarefa que um OPV executa com perfeitas condições. Isso nos dará tempo de devagar ir repondo o que ficou negligenciado por décadas.

  7. 29/11 – quinta-feira, bnoite, segundo a informação do Caiafa, este chegaria através de aluguel a BAE, nada impedindo a compra do WAVE, e, nem das Lá Fayettes, caso disponibilizadas.

  8. Pode ate existir a possibilidade de ”Leasing” mas a torcida e pela sua aquisição , torcendo tb pela aquisição dos outros 3 ,mesmo sem convés… precisamos de patrulha urgente

  9. Marcos 29 de novembro de 2018 at 18:55
    Estamos falando do Brasil, tudo sai caro. Temos patrulhas em construção ou tínhamos, não sei o atual estado dos nossos estaleiros. É melhor gastar dinheiro e terminar o que temos do que comprar o que não podemos.

    Concordo com o senhor Marcos, ao invés de alugarmos (sim Leasing é aluguel kkk) esses OPV,s, porquê não com essa verba acabar os Napas em construção, iniciar os 1.800 e Napa 500-BR.
    Lá vai a MB mais uma vez dá um passo maior que as pernas.
    Não estamos em guerra, não entraremos tão cedo, nossa costa já é pessimamente patrulhada, porquê tanta pressa em equipar-se com esses navios?
    Por isso, mais do que nunca precisamos de uma Guarda Costeira nacional, tirando da MB algo que ela nunca fez a contento e nunca o fará.
    Bastaria transformar as capitanias dos portos em bases da GCB e transferir pessoal da MB para a nova instituição, de quebra haveria redução da folha de pagamentos da MB e a mesma teria menos responsabilidades sobre os ombros.
    Mas como dizia minha avó, os olhos são maiores que a barriga!

    • Caro Fox, penso o contrário. O leasing é exatamente a solução quando não tem dinheiro para comprar ou construir, pois vai pagando aos poucos. Não vejo relação entre o dinheiro para o leasing (um pingado ao longo de anos) e a possibilidade de construir os patrulhas.

  10. Roberto Lopes o homem dos furos já tinha dito sobre essa possibilidade,,,,,,, Deus Salve a Rainha, os Britânicos tendo que se desfazer do que eles tem para manter a Marinha deles bem equipada, porém sem números grandes como devia ser, parece que se os EUA entrarem em guerra a USNAVY vai ficar estressada por não ter aliados com capacidades grandes.

  11. Concordo com o Sr. JL. Se é para construir NapOc, que se construa. Também acredito que poderíamos construir alguns submarinos de pequena tonelagem(800 a 1000 toneladas) com seis tubos de torpedos mais atuais tecnologias. (visto o 206 A) e continuar com o Prosub, pois são submarinos de maior tonelagem. Agora, é arrumar dinheiro para se construir. Lembrando que ainda há CCT e mais os caça minas. Esqueci da patrulha fluvial. Deixe-me ver…? Aviação de Patrulha marítima…modernização do AMRJ. ??? Lembrei: previdência. A MB tem e muito a fazer e acredito que conseguirá uma boa parte. abraços a todos. Este OPV é novo em relação a muitas belonaves como bem disse Srs. JL e João Moita. Abraços a todos.

    • Prezado,
      Com relação aos submarinos, o que a MB procura é exatamente o contrário da sua ideia. Devido a extensão do nosso litoral e de nossa fronteira marítima, precisamos de submarinos que possam ter mais tempo em patrulha, ou seja, precisamos de submarinos de maior tonelagem, capazes de armazenar maior quantidade de víveres e combustível. Por esta razão é que o projeto do Scorpene BR foi modificado para ter maior autonomia em missão. Caso contrário seria melhor comprar mais submarinos IKL, que foram originalmente desenhados para patrulhas de curta duração.

  12. Comprado ou leasing, não importa.
    O que importa é que a MB, em pouco tempo, está conseguindo adquirir meios de qualidade construtiva e operacional comprovada e com razoável tempo de utilização futura que impedirão o colapso total da esquadra. O Bahia, o Atlântico e agora este classe River são muito bem vindos.
    Que venham as Tamandarés!

  13. Parabéns a Marinha do Brasil por essa otina noticia …

    Como eu disse em outro tópico, as pessoas tem que entender que uma coisa sao projetos dedicados como os NPa 500 BR projeto esse que a MB planejou e vai tocar ja em 2019 com os recursos do Fundo Mercante e outra coisa sao as compras de oportunidades como essas 03 + 01 class River, Hms Ocean e mais que viram
    vai se desenhando com 04 OPV, 04 CCT, 04 SBR, e por ai vai

  14. Mas só um?
    Deviam vir os quatro de uma vez, a marinha urge em adquirir patrulhas.
    “Ain, mas não estamos em guerra ou há riscos do Brasil entrar em uma!”
    Os pescadores no Rio Grande do Norte mandam lembranças.

    • É só ler a matéria: “O jornalista Roberto Lopes havia noticiado em fevereiro deste ano que a Marinha do Brasil estava avaliando a compra de três navios-patrulha classe River Batch I, mas a Royal Navy acabou retendo os navios, por causa do Brexit.”

  15. Não sei o motivo de tamanha festa. Leasing limita o uso do bem, ainda mais se tratando de armamento. Vai se usar como ? Onde ? Contra quem ? Contraria interesses britânicos ? Favor devolver…

    • A MB já operou muitos navios por leasing. E no final, acabaram ficando com eles. E ainda, não tiveram qualquer limitação quanto ao seu uso. E quando terminar o leading, fica com o navio. Por acaso a BAE vai querer o navio de volta? Duvido.

  16. É impressionante!
    Lembrando da época dos ex-presidentes Lula e Dilma, os navios da Royal Navy nem se quer puderam atracar no Brasil durante as viagens as ilhas Falkland ou de volta para o Reino Unido.

    E agora o Royalç navy parece ser o fornecedor favourito de navios de segunda mão para a MB.

  17. Concordo co a ideia de que o Brasil precisa de uma Guarda Costeria. Apesar que a Marinha não gosta muito da ideia pois perderia naviox, efetivo e $.
    O que é hipocrisi pois a MB quis porque quis avioes.
    Deveria entao ser criada do nada uma nova força com a missão de patrulha de portos e costa.
    E como a Damen Saab já esta no pareo, sdus modelos:
    Stan Patrol 1605 como GC de patrulha de portos.
    Offshore Patrol vessel 1400 para patdula da ZEEx.
    Só uma opinião claro.

  18. Mais um OPV que chegar, beleza!
    Queria entender o porquê foi gasto dinheiro público com a tal ” TOT” da classe Amazonas?
    Não vão produzir mais unidades?

  19. Navio simples, barato de comprar, manter e operar. Coisa que poderia estar sendo feita aqui aos montes, fazendo a grana girar aqui, mantendo pessoal especializado de um único estaleiro do ramo da construção de meios militares empregado…
    .
    Mas, é o que tem pra hoje. Melhor que nada.

  20. Aquisição mais do que bem-vinda.
    Meio off-topic: não sei se souberam, mas o Presidente eleito indicou como Ministro de Minas e Energia o ALMTE. Albuquerque Júnior, ligado ao setor de pesquisa nuclear da MB. Esta nomeação, somada a indicação do ALMTE. Ilques Barbosa Júnior, me fazem crer que o sub nuclear terá sua continuidade garantida (talvez até num prazo menor do que o atualmente estipulado) e alguns grandes projetos da MB começarão a tomar forma mais robusta. Resta saber se haverá “la plata” para tudo o que pretendem.
    Minha ideia seria: se aproximar ao máximos do americanos e israelenses, extrair deles tudo o que for possível em armas e seus respectivos financiamentos, e liberar o orçamento da MB para a condução de projetos próprios.

  21. Para quem estranhou eu não falar “aiiinnn mais uma OPV com 30mm”, admito que mudei de opinião.
    Quem quer uma OPV com casco, armas e sistemas de corveta na verdade precisa é de uma corveta.
    Se essa for a idéia da MB e se houver $$$, que venham muitas CCT.

  22. otimas noticias hj para a marinha! deve vir com 1 30mm já vamos aproveitar e colocar o mansup nele tbm kkkk…..mes q vem tem riachuello capitulo final ?!

  23. Pra quê outro OPV? Não temos as Amazonas? Não temos direito de produção? Não entendo tanta comemoração pra tão pouco, mais um barquinho com canhão????? Cadê os caça-minas suecos, não seriam mais úteis???? Ainda não temos cobertura AAe de área, radar 3d em todos os vasos de guerra, entre outras coisas, e o pessoal tá comemorando um naviozinho mixuruca com canhãozinho…

  24. Jõao Francisco
    Na penuria de meio que nos encontramos receber uma River é, sim, motivo de festa. Um barco destes, bom de mar serve para levar a nossa bandeira e nossa marujada onde se fizer necessária a suas presenças. Não esqueça da engenhosidade e do espírito do brasileiro: fazemos de uma River uma Fremm, basta surgir a necessidade. Coragem e patriotismo é que não falta na MB.

  25. Vamos refrescar a memória sobre estes navios…
    Não tinha um estudo deles sobre a compartimentação, controle de danos e que não serviam muito bem para emprego militar? Me ajudem aí! Eram os batches 1 ou 2? Não me recordo do troço todo…

    • Joao,

      O HMS Clyde entrou em serviço ativo por volta 2008 e tem 12 anos e devera ser a Royal Navy ate o 2º semestre de 2019, quando possivelmente passara por uma revisão geral pela Bae Sistem antes de ser entregue a Marinha do Brasil.

      Esse navio foi construído como OPV e opera em águas difíceis do atlântico sul e em tese e parecido com os navios da classe Amazonas que a MB ja opera atualmente fazendo missões de patrulha oceanica.

      Mas mesmo assim, eu acho que o fato de ter sido “adquirido” por leasing indica uma certa cautela por parte da MB que deve avariar suas qualidades em ação pra so depois compra-definitivamente.

  26. Sr. Luiz Galvão. Obrigado. Porém creio que poderíamos(hipóteses ter tantos costeiros como de ataques como bem disse o Sr. Com as tecnologias atuais creio ser possível termos em pouco tempo subs. de pequena tonelagem com maior velocidade e como bem ilustrou o prezado colega os Scorpenes. Bem, talvez empolgação por acreditar piamente que os submarinos são as belonaves de pronta dissuasão para as marinhas de guerra. De que adianta ter um PA se três desses submarinos convencionais podem colocar O PA de mais de um bilhão de dólares mais tripulação e aeronaves? São apenas conjecturas. De qualquer forma, agradeço o esclarecimento e reitero meu apreço.

  27. E aonde foi parar toda ladainha levada aos quatro ventos e tão aplaudida por todos aqui….Aonde foi parar as Amazonas e todo custo desembolsado para ter o projeto e direito de produção?
    Mais uma vez a MB joga dinheiro lixo, e muitos aqui aplaudem hoje mas criticam amanha….

    esse sim é o verdadeiro complexo de vira latas do brasileiro, sempre ficar com o resto dos outros…

    • Calma!!! A MB disse que não vai consteuir mais unidades do Amazonas? Apenas está sendo noticiada a aquisição, por leasing, de uma única unidade de patrulha oceânica. O que vai ser pago por esse navio não daria para construir uma única unidade da classe Amazonas. O pagamento por leasing é “pingado”, logo, não se compara ao desembolso necessário para construir navios novos. A construção desses navios vai ocorrer, assim que tiver verba suficiente disponível.

  28. OFF – TOPIC;

    Nesse mesmo encontro, o adido de Defesa do Reino Unido no Brasil, capitão de mar e guerra Kevin Fleming destacou que um em cada 200 empregos gerados no Reino Unido é consequência da indústria de defesa.

    Observem quantas oportunidades perdidas de negócio e desenvolvimento para o país . . .

  29. Bahia, Atlântico, Navios de Apoio Oceânico Classe Mearim e as River I, bem agora só falta um petroleiro e as type 23 pra fechar a tampa kkkkkkkkkkkkkk

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