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Primeiro lançamento do míssil antinavio MANSUP

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A Marinha do Brasil lançou, na última terça-feira (27), o primeiro protótipo do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP), a 300 km do litoral do RJ.

Segundo a Marinha, o míssil, lançado pela Corveta “Barroso”, tem 5,6 m de comprimento, pesa cerca de uma tonelada e alcança 1.000 km/h de velocidade em menos de 7 segundos.

O MANSUP é um projeto estratégico da Marinha do Brasil e deverá equipar os futuros navios da esquadra Brasileira. O lançamento do primeiro protótipo é uma importante marca para o projeto.

A Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico (SIATT) assinou com a Marinha do Brasil em dezembro de 2017, através da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), o contrato do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP).

O MANSUP é um míssil antinavio do tipo superfície-superfície, ou seja, para lançamento a partir de navios. É do tipo “sea skimming” de voo rente ao mar (em velocidade transônica), sendo propulsado por motor-foguete com propelente sólido, e segundo a empresa terá alcance máximo de aproximadamente 70km.

A guiagem é inercial, com radar ativo na fase terminal e, ainda segundo a SIATT, terá capacidade de operação em quaisquer condições climáticas. O peso do MANSUP é de 860kg, e suas dimensões são: comprimento de 5780mm, diâmetro (corpo do míssil) de 344mm e envergadura máxima de 1135mm.

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Carlos Campos
1 ano atrás

espero que seja construídos vários, e que a marinha colegue uma turbina que já se tem para o alcance do míssil e torná-lo vendável. que depois que terminarem o desenvolvimento do míssil comece o desenvolvimento de uma versão stealth, o Brasil não pode relaxar.

diego farias
diego farias
1 ano atrás

Ótima noticia! Que continue assim!
Muitos vão dizer que o alcance do míssil e pouco, mas eu acho que não da pra sairmos do zero e pular pra velocidade da luz , sem desenvolvimento continuo.

Guilherme Poggio
Editor
1 ano atrás

Minhas fontes na SIATT tinham dito que o lançamento ocorreria até o final do ano (ver link da matéria abaixo). Olha aí o resultado.

https://www.naval.com.br/blog/2018/07/05/exocet-tropical-parte-2/

O desenvolvimento do Mansup segue a passos largos (se comparado com outros programas de mísseis brasileiros do passado) e tudo indica que o primeiro lançamento de um míssil totalmente nacional deverá ocorrer em breve. Fontes do Poder Naval informaram que o mesmo poderia ocorrer ainda este ano.

737-800RJ
737-800RJ
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Isso traz muita credibilidade não somente à página, mas também para a Trilogia. Parabéns pelo trabalho bem feito, que leva informação militar não somente para que é da área, mas também para leigos e entusiastas.
Aprendo muito aqui. Valeu!

pm
pm
1 ano atrás

ótima noticia, mesmo sendo um missel inferior aos outros misseis atuais (Rbs15, MM40, etc), é um passo necessário para desenvolver esse tipo de armamento. As Amazonas seriam boas candidatas para receber lançadores dulplos desse missel – infelizmente as Niteroi, Type22 e Inhaumas estao muito proximas de serem baixadas para valer o investimento.

Seria importante uma versao ar-mar desse missel, mesmo porque temos poucas plataformas para receber a versao mar-mar, e poderia ser integrada ao AMX e, quem sabe, numa versao MPA do KC-390…

Guilherme Poggio
Reply to  pm
1 ano atrás

pm,

Praticamente não há investimento algum para colocar o MANSUP em navios que já possuem lançadores do tipo MM40. O gasto é mínimo considerando o que se gasta por aí para integrar um míssil completamente novo e diferente. Essa é a solução de mais baixo custo para marinhas que querem atualizar seus sistemas MM40 antigos sem gastar muito.

Alessandro H.
Alessandro H.
Reply to  pm
1 ano atrás

Penso que na lista de plataformas aéreas, não devemos esquecer dos AF-1
Além disso, em que pese a proximidade de baixa das Niteroi e Type 22, talvez seus lançadores MM40 possam ser disponibilizados…

Guilherme Poggio
Reply to  Alessandro H.
1 ano atrás

Não se esqueça das baixas recentes das Inhaúma, que também possuíam os lançadores de MM40 e estão estocados.

Marcio Cosentino
Marcio Cosentino
1 ano atrás

Bravo Zulu MB !

Nilson
Nilson
1 ano atrás

Ótima notícia, parece que esse projeto vai rolar mesmo, no orçamento do ano que vem há R$ 50 milhões reservado para ele. Linda a foto aérea, mostrando a criança já roçando as ondas, no melhor estilo sea skimming.
Alguém conseguiu identificar qual é o navio que aparece na primeira foto, dando cobertura para a valente Barroso??

Andrew Martins
1 ano atrás

Pergunta: Por que limitar o alcance a 70 km se esse míssil e pensado para equipar os novos navios da marinha, sendo esse um alcance é ultrapassado no cenário mundial.

carcara_br
carcara_br
Reply to  Andrew Martins
1 ano atrás

Suspeito que o alcance seja pelo menos o dobro, sendo otimista o triplo… Mas já que divulgaram 70, fica 70 rsrsrs

Guilherme Poggio
Reply to  carcara_br
1 ano atrás

Lembrar que o alcance do primeiro Exocet (MM38) era pouco mais do que a metade disso (38 km). Evoluímos muito de lá para cá.

Guilherme Poggio
Reply to  Andrew Martins
1 ano atrás

Primeiramente este é o alcance fornecido pela queima total do motor foguete. Um alcance maior necessitaria de mais propelente (o que faria com que o míssil não tivesse as mesmas dimensões do Exocet) ou de um tipo de propelente mais eficiente (que demandaria mais pesquisa). Lembrar também que este alcance é superior ao alcance do MM40 original. A Marinha já havia demonstrado isso quando remotorizou os MM40 com propelente nacional. O motor foguete do MANSUP é um desenvolvimento daquele motor. O alcance não é ultrapassado para um confronto naval. Lembrar que 70 km vai além do alcance visual devido à… Read more »

Rafael M. F.
Rafael M. F.
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Guilherme, sabe dizer se há alguma previsão de desenvolvimento de um motor turbojato para o MANSUP?

Guilherme Poggio
Reply to  Rafael M. F.
1 ano atrás

Rafael M. F.

A troca de um motor foguete por um turbojato seria o mesmo que projetar um míssil do ZERO.

Lembrar também que o Brasil já conta com o desenvolvimento de um míssil de cruzeiro com alcance amplo. Trata-se do MTC-300. Eventualmente este míssil pode ser navalizado.

https://www.forte.jor.br/2018/03/26/missil-mtc-300-entra-em-fase-final-de-desenvolvimento/

Marcelio
Marcelio
Reply to  Andrew Martins
1 ano atrás

Dentro do limite máximo visual de um radar marítimo. Acima desse alcance precisa de radar externo aéreo ou por satélite.

Joel Soares
Joel Soares
Reply to  Andrew Martins
1 ano atrás

INFORMAÇÃO RESTRITA
ABRAÇO!

Guacamole
Guacamole
Reply to  Andrew Martins
1 ano atrás

Não é questão de limitar. Esse foguete usa combustível sólido e queima como um foguete normal. Isso faz com que a limite seja de apenas 70km assim como o primeiro Exocet era de apenas 75km. Pra aumentar o limite, precisa usar combustível liquido e uma microturbina. A Avibras já tem essa tecnologia que comprou da Turbomachine, mas como o programa não previa o uso de uma microturbina em um primeiro momento, ficou pelos 70km mesmo. O negócio é no futuro, quando estiver tudo pronto, preparar um Block II. Até lá, é isso. E antes que alguém critique porque “deveriam ter… Read more »

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Muito bom! Parabéns a todos os envolvidos.

alan
alan
1 ano atrás

Quais as chances de um míssil desses contra um phalanx ciws?

Guilherme Poggio
Reply to  alan
1 ano atrás

São muitas variáveis. Trata-se de um ataque de saturação? Qual é a condição de mar/meteorológica? O navio lançador já havia sido identificado?

alan
alan
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Entendi, realmente em um ataque de saturação sempre passa algum.

carcara_br
carcara_br
Reply to  alan
1 ano atrás

Uma simples mudança no perfil da aproximação do míssil pode tornar esses sistema de curto alcance quase inúteis, ficando a cargo dos mísseis a possibilidade de defesa. Por ser um míssil nacional acredito que poderíamos fazer isso com relativa facilidade…
Agora imagine um ataque de saturação com mísseis com perfis mistos…
A vantagem nunca é do defensor, é como dizem, o melhor é não deixar que se atire, por que depois a coisa complica…

Marcelo
Marcelo
1 ano atrás

Maravilha ! Parabéns aos engenheiros e técnicos da SIATT, da Avibrás e da Marinha do Brasil. Só quem trabalha na área sabe as dificuldades de desenvolver tecnologia militar no Brasil. Como já escreveram nos comentários acima, é um passo inicial, mas um grande passo!

Marcelo Marins
Marcelo Marins
Reply to  Marcelo
1 ano atrás

O radar diretor do míssil foi desenvolvido e fabricado pela Omnisys

Marcelo
Marcelo
Reply to  Marcelo Marins
1 ano atrás

Sim xara! em SBC, parabens aos tecnicos e engenheiros da Omnisys tambem!

sergio ribamar ferreira
1 ano atrás

Uma excelente notícia. Espero, sim, que a MB continue a evoluir no projeto. MB de parabéns.

carcara_br
carcara_br
1 ano atrás

Agora sim! Um marco importante
Alguém saberia informar o motivo de mísseis como o Kh-35 ou o Harpoon terem alcance nominal maiores apresar de serem mísseis de pesos e velocidade parecidas?
Alguém sabe o tamanho da ogiva?

Guilherme Poggio
Reply to  carcara_br
1 ano atrás

Sim, o alcance deles é maior em função da motorização. São mísseis que empregam um turbojato ao invés de um motor foguete. Por esse motivo também são mísseis muuuito mais caros.

carcara_br
carcara_br
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Hum… eu sou meio teimoso, mesmo com um motor foguete é um míssil muito grande, ou bem ele tem mais velocidade e por isso gasta mais energia (e neste caso a velocidade final seria maior que a divulgada), ou, mesmo com motor foguete a queima de combustível é controlada de tal forma que ele poderia ter mais alcance sacrificando alguns km/h de velocidade final….
São apenas suposições, acho que estou animado demais rsrsrsrs querendo que o míssil seja ainda melhor que já é rsrsrs.

Guilherme Poggio
Reply to  carcara_br
1 ano atrás

A ogiva é praticamente a mesma do MM40. Mas nesse lançamento não havia uma ogiva, e sim equipamento de telemetria para acompanhar o desempenho do míssil em voo.

kornet
kornet
1 ano atrás

Muito bom, que evolua cada vez mais.
Torcendo por uma versão ASM.

Marcelo
Marcelo
1 ano atrás

na expectativa de ver o vídeo do lançamento !!!

Paulotd
Paulotd
1 ano atrás

Muto bom, a empresa contratada SIATT está de parabéns. Logo teremos versões de maior alcance.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
1 ano atrás

Parabéns aos envolvidos, que dão ao Brasil uma arma entre as melhores do mundo…nos anos 70

JT8D
JT8D
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Com que investimento? Com um orçamento de defesa do tamanho do americano pode-se fazer coisa muito melhor, realmente. Mas com o que temos, parabéns sinceros aos envolvidos

ALEXANDRE
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Sempre tem um critico

Mf
Mf
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Eu diria que o nível tecnológico dele seria pelo menos dos anos 90 pra 2000 e ainda sim poucos países do mundo tem. Nos poupe do seu mimimi burro.

Jakson de Almeida
Jakson de Almeida
1 ano atrás

A MB terminou o Exocet MM-38 de 1967 em 2018. Parabéns.
Agora quando ela vai terminar o Exocet MM-40 block3? Em 2100.

JT8D
JT8D
Reply to  Jakson de Almeida
1 ano atrás

E vc, o que faz de útil para o país? Vc consegue fazer algo melhor? Estamos aguardando a sua contribuição

Guilherme Poggio
Reply to  JT8D
1 ano atrás

As pessoas olham só para o míssil como um todo e esquecem de como se chegou lá, componente por componente. Uma das peaças fundamentais dele é o sistema inercial de navegação. Este foi um grande salto que demos. São poucos os países que dominam essa tecnologia. Poderemos usar esse sistema inercial em muitas outras aplicações. Cito o nosso submarino nuclear, que pouco viria à superfície para confirmar sua posição, sendo um item fundamental para mantê-lo submerso.

Jakson de Almeida
Jakson de Almeida
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Mas e exatamente sobre isso que eu estou “falando” , o pais tem capacidade , então porque não o faz. Os pesquisadores e engenheiros brasileiros tem now know e so investir , e o Brasil tem dinheiro para isso.
E essa minha critica.

Fernando Vieira
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Esse sistema inercial é todo made in Brazil?
Apesar de ser muito popular, praticamente todo avião comercial navega com sistema inercial, ele sempre veio “importado”. Por isso mesmo para um país que não detém a tecnologia, fazer uso disso em aplicações militares é difícil por embargos dos fabricantes.
Detendo a tecnologia de como se fabricar, não há impedimentos e podemos usar o nosso onde quisermos.

Guilherme Poggio
Reply to  Fernando Vieira
1 ano atrás

Caro Fernando Vieira,

Sim, totalmente nacional. Esse é um campo onde as nações/empresas não costumam trocar figurinhas.

Apenas uma história aqui. Quando a AirFrance comprou algumas dezenas de Boeing 737 e exigiu que o sistema inercial original fosse trocado por um francês. Isso permitiu dar escal de produção ao sistema francês, inicialmente desenvolvido para aeronaves de combate.

Jr
Jr
Reply to  Jakson de Almeida
1 ano atrás

Na boa, se era para fazer um comentário desse, era melhor nem comentar. Esse é o tipo de comentário que não agrega em nada ao debate, parece que o único intuito desse tipo de comentário é chamar atenção para si

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
Reply to  Jr
1 ano atrás

E o que é pior esse tipo de tecnologia, todos sabemos que ninguém passa de graça.E ninguém tem interesse,também de que o outro tenha.

ALEXANDRE
Reply to  Jakson de Almeida
1 ano atrás

Kkkkk….JT8D ele tem todo direito a ceiticar,ou vc é mto fragil que não pode receber criticas?

JT8D
JT8D
Reply to  ALEXANDRE
1 ano atrás

Os leitores desse blog merecem o mínimo de respeito. Senão eu também me considerarei no direito de fazer uma série de “críticas” a ele

Mf
Mf
Reply to  Jakson de Almeida
1 ano atrás

o nível tecnológico dele seria pelo menos dos anos 90 pra 2000 e ainda sim poucos países do mundo tem. Nos poupe do seu mimimi burro.

Ele é equivalente ao MM40 Exocet Block 2 mas com alcance do Block 1.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Jakson de Almeida
1 ano atrás

Um dos problemas de um arsenal de mísseis tem a ver com a validade dos combustíveis e dos explosivos. Eu não sei se a MB poderia atualizar estes componentes químicos dos seus Exocet, mas com certeza terá como manter os mansup operacionais. Isso já seria um ganho.

Guilherme Poggio
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Camargoer

A MB j´remotorizou seus MM40 com a ajuda do fabricante (que não se interessa mais por teste mercado de mísseis). Ou seja, a tecnologia de remotorização é dominada pelo nosso país.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Guilherme Poggio
1 ano atrás

Olá Poggio. Obrigado pela esclarecimento. Eu tinha um dúvida se a remotorização do exocet era uma iniciativa independente. Fico feliz em saber que o fabricante deu apoio. Pelo que entendi, o Mansup e a remotorizaçao do exocet estão integrados, não?

Guilherme Poggio
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Sim, a remotorização do Exocet feita no Brasil foi um dos passos para se desenvolver o MANSUP nacional. O texto que eu enviei o link tem maiores detalhes.

Paulotd
Paulotd
1 ano atrás

Mansup é equivalente a segunda geração do Exocet, a MM-40, com alcance na faixa do 70km, enquanto o MM-38 alcança 40 km. Já está bom demais 70 km, logo um motor mais moderno vem ai e teremos os sonhados 200 km.

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

O desenvolvimento autóctone de armamentos é o que diferencia países que mandam, de países que obedecem e não, tão somente, fazer fuselagem, casco de navio, ou chassis de caminhão. Felizmente temos gente que pensam mais do que mentalidade mercantil.

Ozzy
Ozzy
1 ano atrás

Paralelamente a este projeto, a industria brasileira está ganhando conhecimento em propulsão a turbojato para misseis por meio do projeto MCT da Avibras. É só uma questão de (pouco) tempo para sair uma versão do Mansup com alcance semelhante aos misseis antinavio atuais.
Ademais não tenho duvidos que a eletronica e o radar deste missil são compativeis com a tecnologia atual.
Mas como dizem, é melhor ler algumas coisas do que ser cego.

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Ozzy
1 ano atrás

Pois então, tem gente que não consegue somar 2+2.

Gilbert
Gilbert
1 ano atrás

Um ótima noticia de fim de ano.
Agora para testar para valer mesmo qual o caso que vocês indicam?
1) O São Paulo (vai precisar de alguns mísseis para afundar)
2) Um Type 22 ( já da para alem de testar o MANSUP dá para treinar lançamento de outros mísseis de helicóptero também)
3) Uma Imperial Marinheiro (Talvez 1 missil afunde)

Gilbert
Gilbert
Reply to  Gilbert
1 ano atrás

Ops, corrigindo: caso = casco

Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
1 ano atrás

SHOW DE BOLA!!!!!!!!!!! BRILHANTE NOTÍCIA!!!!!!!!!

Que a MB continue seu projeto de desenvolver mísseis nacionais.

Digo sempre e repito, na minha humilde e leiga opinião, a capacidade de construir as armas e sensores navais (aí incluindo radares) é mais importante do que a capacidade de construir o navio em si. Em um esforço de guerra construir casco de navio é o de menos, difícil mesmo é desenvolver tecnologia depois que a guerra iniciou.

OZIRES MORAES
1 ano atrás

Gostaria de receber material pertinente a segunda guerra mundial no atlântico sul.

Hermes
Hermes
Reply to  OZIRES MORAES
1 ano atrás

Usa a ferramenta de pesquisa do blog, tem bastante coisa bacana

737-800RJ
737-800RJ
1 ano atrás

Os comentários que depreciam o projeto, não por coincidência, são dos mesmos que vêm aqui puxar saco de Israel, Estados Unidos ou Rússia. Críticas são válidas, claro!, mas há de se enaltecer que num país onde há excesso de burocracia, contingenciamento de recusos pra projetos de desenvolvimento tecnológico, cortes de verbas para as Forças Armadas, má administração pública, corrupção pra todo lado e um povo ignorante e com baixos índices de educação, teve gente que se dedicou, e muito, pra desenvolver este projeto. É equivalente ao Exocet MM-40 Block I? É. Merecemos mais do que isso? Sim. Mas foi dado… Read more »

Tomcat4.0
Tomcat4.0
Reply to  737-800RJ
1 ano atrás

Simples assim!!!

Helio Eduardo
Helio Eduardo
Reply to  737-800RJ
1 ano atrás

Perfeito!
Eu adoro críticas e debates, é com eles que, leigo, aprendo. MAs tem uns que, realmente, são críticos pelo prazer de criticar, falam mal pelo prazer de falar mal. Esses, em geral, produzem críticas vazias, que não resistem ao debate com uma criança de 10 anos de idade.

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  737-800RJ
1 ano atrás

perfeito seu comentário,
onde assino?
e parabéns a todos os envolvidos no projeto e que ainda acreditam no Brasil.

TeoB
1 ano atrás

Parabéns a MB! Muito boa essa notícia… e aos envolvidos parabéns tbm! desenvolvimento tecnológico é algo que poucos fazem, mas muitos usam…

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
1 ano atrás

Com a palavra o Bosco.

JT8D
JT8D
1 ano atrás

Vira latas desprezíveis

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
Reply to  JT8D
1 ano atrás

O que chamam de complexo de vira-latas neste pais faz parte de um programa de doutrinação e dominação cultural que vem sendo trabalhado a um longo tempo em nossa sociedade…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Cavalo-do-Cão
1 ano atrás

Caro colega. Pelo que lembro, a expressão complexo de vira latas foi feita por Nelson Rodrigues, em uma crônica sobre futebol. Gosto muito de ler Nelson Rodrigues, mas certamente ele não seria um intelectual de esquerda.

paulo costa
paulo costa
1 ano atrás

Muito boa essa notícia … Parabéns a Marinha do Brasil !!!

Mas esse alcance por hora e bom mas e menor se comparado a outros como o a Turquia por exemplo

Claudio Moreno
Claudio Moreno
1 ano atrás

Excelentenoticia para encerraro ano da MB.
Para abrir 2019 seria ótimotermos notíciasde investimentopesado no Torpedo Pesado Nacional.

CM

Cavalo-do-Cão
Cavalo-do-Cão
1 ano atrás

Nenhum pais estrangeiro vai nos ajudar a nos desenvolvermos e sermos uma futura potencial rival…é muito melhor sugar todas as riquezas não renováveis as quais são essenciais para o futuro…vamos parar com essa mística de que os países querem ajudar os outros…não a amizade entre nações…existe interesse e deveria haver respeito, coisa que não se tem mais graças a imposição dos países desenvolvidos sobre os subdesenvolvidos... neste pais basta uma empresa estrangeira produzir aqui que é considerada “indústria brazileira”…não é pois a remessa dos lucros vai tudo para as suas matrizes no exterior...as riquezas das multinacionais vão em grande parte… Read more »

Maurício.
Maurício.
1 ano atrás

Parabéns aos envolvidos nesse projeto, pode não ser o melhor míssil mas já é alguma coisa.
Se fosse baseado num projeto americano e não francês, provavelmente os comentários seriam diferentes.
Seria possível um sistema de defesa de costa tipo esse da MBDA aqui no Brasil?
https://youtu.be/mYRVT9jQVQs

Bardini
Bardini
1 ano atrás

No aguardo pela versão mais relevante… A lançada por aeronaves.

Filipe Prestes
Filipe Prestes
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Leu meus pensamentos!

Zampol
Zampol
1 ano atrás

As vezes os dados publicados são redutivos para não levantar a lebre antes da hora. Outras coisas acontecem meio na surdina: pra esse míssel ser o que todos esperam dele, é só trocar o propelente sólido por uma micro turbina aérea, não é?
Existe?
Alguém tem informações sobre aquele caminhão que foi roubado em SP e logo abandonado porque a carga não interessava aos bandidos: tinha só turbinas fabricadas em SJC dentro? O que era exatamente a carga?

Fernando Vieira
Reply to  Zampol
1 ano atrás

Um motor de avião comercial. Pelo que li pertence a Embraer. Deve ser de algum E-Jet. Foi mostrado foto na mídia, dá pra ver o motor todo montado em uma estrutura própria para transporte dele. Os bandidos abandonaram porque não valeria nada para eles, seria impossível vender o motor inteiro ou em partes pois as peças da aviação são todas rastreadas.

Leandro Costa
Leandro Costa
1 ano atrás

É um passo importante dado na direção certa. Primeiro se aprende à fazer. Depois se aperfeiçoa. Durante a Guerra Fria americanos, ingleses, franceses, soviéticos e outros tantos que estavam no risco de serem arrastados para um conflito de proporções bíblicas tinham orçamentos quase infindáveis para desenvolvimento de mísseis e novas tecnologias relacionadas.

O Brasil não tem absolutamente nada disso. Parabéns pelo importante marco, e tenho certeza que provavelmente escutaremos falar cada vez mais desse míssil e os desdobramentos de seu desenvolvimento.

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
1 ano atrás

Parabéns! Realmente um feito notável,levando em consideração todos os percalços da nossa sociedade.

Anonimo
1 ano atrás

Ótimo! Funciona beleza. Me responde uma duvida, seria viáve,l armar os submarinos do prosub com esse míssil nacional. Claro com uma versão a altura de submarinos

Guilherme Poggio
Reply to  Anonimo
1 ano atrás

Em tese, sim. Mas num primeiro momento nós já acertamos a compra do Sub-Exocet SM.39 para os S-BR.

carvalho2008
carvalho2008
1 ano atrás

o conjunto como um todo é bem complexo…..mas o principal é a eletronica embarcada…..

O motor foguete em maior ou menor grau ja era dominio brasileiro, desde nosso vls e nossos demais foguetes de combustivel solido….

O que todos precisam entender é que agora que o bicho realmente nasceu, colocar uma turbina será um pulo…70km ja é respeitavel na pratica….no dia que resolverem integrar uma turbina realmente sera o grande pulo e dai já não restara mais nada para qualquer critico mais acido….

Uma excelente noticia!!

Tomcat4.0
Tomcat4.0
1 ano atrás

Presente de Natal pra MB. Parabéns aos envolvidos no projeto.
Devagar se vai ao longe e creio que teremos pela frente anos incríveis pras forças armadas e o desenvolvimento tecnológico da nação e sua soberania em todas as esferas. Deus nos abençoe!!!

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
1 ano atrás

O que é preciso saber é se a plataforma inercial (nacional!) funcionou. Em caso positivo, é uma avanço expressivo e vai possibilitar o desenvolvimento de outros mísseis. Em caso negativo, estamos na estaca zero. Não há o que comemorar.

LEONEL TESTA
LEONEL TESTA
1 ano atrás

Poggio li algum tempo atras que o MANSUP passaria facil dos setenta km de alcance tem alguma informaçao sobre isso ? abraço

Guilherme Poggio
Reply to  LEONEL TESTA
1 ano atrás

Acho difícil. Já foi um grande ganho remotorizar os MM40 e ganhar alguns km a mais no alcance.

Wilson Lobe Junior
Wilson Lobe Junior
1 ano atrás

Parabéns à marinha! A partir de agora fica muito mais difícil para outros fazerem a “contabilidade” de nossos mísseis, só isso já justifica a iniciativa.

_RR_
_RR_
1 ano atrás

Excepcional! É a notícia do ano, sem dúvidas. Mas, como adiantou o Leonardo mais acima, é preciso saber se o míssil se comportou de acordo com as expectativas; se seus sistemas funcionaram a contento. Sempre advoguei que antes da plataforma vem a munição… Somada a capacidade de integrar o que se precisa, o que implica em desenvolvimento de hardware com software próprio, poder fabrica-la é o que efetivamente conta na hora de manter o que se tem em condição real de combate. Em combate, o que se vai gastar de fato é munição, e não plataforma… Outros projetos prioritários nessa… Read more »

Antonio Martins
Antonio Martins
1 ano atrás

Impressionante a capacidade do brasileiro em criar !
Mesmo com poucos investimentos , tudo o nos propormos a fazer, fazemos bem feito.
Se fossemos um pais com um histórico e uma cultura de investimentos na área de ciência e tecnologia, hoje seriamos uma grande e respeitada potencia tecnológica.
Tenho fé agora com o capitão Marcos Pontes que daremos finalmente um salto rumo ao topo.

nonato
nonato
Reply to  Antonio Martins
1 ano atrás

Veja bem. Sem dúvida é importante o desenvolvimento do míssil. Só acho que muitas vezes somos tímidos. Não viu o caso da tinta Ram que desenvolvemos? E o sistema de radar OTH lá no Rio Grande do Sul? Nem tudo é uma questão de gastar muito mas de haver interesse Vejam a Turquia, África do sul. Fabricam mísseis antiaéreos, helicópteros, etc. Sou crítico em relação a esse míssil pela demora e ainda ter alcance reduzido pois sei que podemos muito mais inclusive esse astros que já fabricamos há uns 40 anos e já poderíamos estar muito adiante. Lembro na década… Read more »

ALDO GHISOLFI
1 ano atrás

Excelente notícia.
Seria possível mostrar o MANSUP atingindo o alvo?

Delfim
Delfim
1 ano atrás

Tem gente malhando o míssil. Oras, é o primeiro míssil antinavio produzido no BR, queriam que fosse um somatório de todas as qualidades de todos os mísseis produzidos no mundo ?
A meu ver ele tem uma qualidade insuperável : é brasileiro, vai nos dar independência tecnológica, industrial e estratégica. E havendo recursos, será continuamente aperfeiçoado e adquirido.

Ricardo Rosa Firmino
Ricardo Rosa Firmino
1 ano atrás

Ótima noticia.. que não se perca em desenvolvimento futuro como o Piranha, que nunca mais ouvi falar..

Esteves
Esteves
1 ano atrás

O modelo de indústria e de desenvolvimento industrial que adotamos é esse que está aí. Trocamos empregos e impostos pela instalação. Não temos a propriedade. Remetemos royalties pelo direito de reproduzir. Tentamos fazer diferente em outros segmentos. Telecomunicações. Não deu certo. Após a falência das estatais sobrou a endividada Oi que ninguém quer. Alimentos. Não deu certo. A bola da vez é a francesa Lactatis que comprou e compra tudo que presta no segmento de laticínios. Tinha dado certo em embutidos, mas os prejuízos recentes da BR Foods parece ter desanimado o setor que é nosso maior exportador. Tentamos a… Read more »

Farroupilha
Farroupilha
1 ano atrás

Este anúncio, notícia, da Marinha é maravilhosa. Tive que sair da casamata. Parabenizo muito todos os envolvidos no MANSUP. E, Imagens valem por mil palavras… O primeiro lançamento poderia ter sido feito à noite, mas confiantemente foi durante um claro dia. Não deixando dúvidas sobre a perfeição de funcionamento dos sistemas de navegação embarcados. O míssil sai num ângulo de subida de cerca de 45° e rápido já se inclina novamente cerca de 45°, agora para baixo em direção a um mergulho nas ondas, mas, antes disto, novamente se inclina rapidamente, agora, a 0° e segue perfeito, retinho, rumo ao… Read more »

andrepoa2002
andrepoa2002
1 ano atrás

Belas imagens!

Luís Henrique
1 ano atrás

Parabéns. Excelente. É o nosso equivalente ao MM-40 Block 2. As críticas quanto ao alcance são exageradas. 1) O MM-40 Block 2 entrou em serviço no primeiro mundo em 1992 e continuou sendo entregue nos anos 2000. E possui alcance máximo de 70 km. 2) Somente em 2008 a França encomendou o Block 3. E somente a versão lançada de navios. 3) as versões disparadas por aeronaves e submarinos continuam utilizando o motor foguete e possuem 50 km disparado por submarino (inclusive os submarinos nucleares franceses), 50 km disparada de helicópteros e 70 km disparadas de caças em alta velocidade.… Read more »

Manuel Flávio
Manuel Flávio
Reply to  Luís Henrique
1 ano atrás

O MAN não é equivalente o Block2. Ele é equivalente ao Block I.
O MM40 Block2 recebeu um radar melhor (ADAC Mk 2) e o radar altímetro melhor (Thomson-TRT RAM 01).
Mas o que definiu a versão Bl 2 da Bl I foi o computador de guiamento para realizar movimentos na fase terminal e o corpo do míssil apto realizar isso.
O MAN não tem essa capacidade. Ele é quele míssil de 70km de alcance que voa a até 30metros de altura e pode fazer movimentos de até 15º como o obsoleto do MM40 Block I.