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MANSUP: novo contrato é assinado com a SIATT

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A Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico (SIATT) assinou com a Marinha do Brasil, através da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), o contrato do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP).

A assinatura ocorreu, no dia 6 Dezembro 2017, na sede da DSAM, no Rio do Janeiro com a presença do Vice-Almirante José Renato de Oliveira, Diretor da DSAM e Rogerio Salvador, Diretor Comercial da SIATT, e Robson Duarte, Gerente do Programa MANSUP na SIATT.

O contrato contempla o fornecimento pela SIATT de três conjuntos dos seguintes subsistemas do MANSUP – Míssil Antinavio Nacional de Superfície, a saber:

  • Compartimento de Vante, englobando o Computador de Guiagem, o Radioaltímetro, a Plataforma Inercial, desenvolvida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e a Bateria Dianteira;
  • Cabeça Telemétrica (Cabeça de Combate Inerte), englobando o Transmissor de Telemetria Embarcado e o DSA- Dispositivo de Segurança e Armar; e
  • Compartimento de Ré, englobando Atuadores, Superfícies Aerodinâmicas (Profundores), Bateria Traseira e Interface com o Lançador do Navio.
  • Serviços adicionais não contratados originalmente foram incluídos, dentre outros:
  • Realização de ensaio em túnel de vento, e,
  • Caracterização e testes da plataforma inercial fornecida pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).

A partir dos dados e caracterizações obtidos nas atividades acima, a SIATT refinará o modelo de simulação do armamento inteligente MANSUP. O protótipo virtual resultante será utilizado para a realização de milhares de voos virtuais antes da execução de ensaios em voo com míssil real. O lançamento do primeiro protótipo real do MANSUP está programado para Outubro 2018.

FONTE: Defesanet

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Carvalho2008DaltonEduardoSPÁdsonXO Recent comment authors
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Arc
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Arc

Que excelente notícia, que tudo dê certo e que o vetor seja formidável em seu desempenho.

theogatos
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Que fim de ano cheio de novidades boas pra nossa Marinha! Dado o cenário, achei que teria menos emoções (falando agora como expectativa mesmo, sei que as decisões não são emocionais e obedecem a cronogramas e dotações orçamentárias próprios). . Dúvida de leigo. Quando pronto esse míssil terá desempenho similar a qual equipamento atualmente produzido? Será superior aos meios atualmente empregados ou seu avanço é justamente a nacionalização e menor dependência de fornecedores externos? Se nascer já ultrapassado as chances de exportação se reduzem a zero praticamente não? . Li em outra postagem aqui do Naval que ele seria equiparável… Read more »

Gonçalo Jr.
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Gonçalo Jr.

A SIATT é a antiga MECTRON, confere?

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Não, Gonçalo, é uma nova empresa. Mas foi formada por pessoal que era da Mectron.

camargoer
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Olá Nunão.
Em relação à SIATT, eles também estão trabalhando como A-Darte BVR da FAB?

Jorge Augusto
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Jorge Augusto

Já que isso foi levantado aqui. Eu procurei em vários lugares e não achei o rumo dos projetos da MECTRON por exemplo o MSS 1.2, MAR-1 e os Piranhas. Onde eles foram parar?

E existe alguma notícia do AVTM-300? Quem puder me apontar para algum lugar por que “tô perdidão”. Grato!

Vicente Ferreira Júnior
Visitante
Vicente Ferreira Júnior

Jorge Augusto, o AVTM-300 e’ da Avibras

Jr
Visitante
Jr

camargoer, o A-darter ficou com a avibras

Dodo
Visitante
Dodo

Jorge augusto,todos eles rerirando o avt300 ja estao em operacao nas forcas armadas. Devido ao amplo secretismo e sigilo desse tipo de tema,nao é algo que em uma simples pesquisada se descobre,ate mesmo em blogues especializados,a parada é contar com informacoes de dentro e acompanhar os exercicios militares realizados. Em alguns deles vc consegue identificar os equipamentos

Jorge Augusto
Visitante
Jorge Augusto

Sim eu sei que o AVTM-300 é da Avibras, sobre ele eu só queria saber notícias. Ultima que li sobre foi ano passado.

Já sobre os projetos da MECTRON, eu queria saber para onde foram. O A-Darter mesmo eu sabia que tinha ido para a AVIBRAS por uma notícia que li a umas semanas.

Ozzy
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Ozzy

Eu olhei o site da nova empresa, e parece que oficialmente eles só estão com o projeto do Mansup e do MSS 1.2. Mas de qualquer forma é muito bom saber que a expertise da Mectron não vai desaparecer. Com a qualificação tecnica desses caras, eles conseguiriam vistos de trabalho e belos empregos de engenheiros em qualquer pais do mundo. Só mesmo muita abnegação e patriotismo pode fazer pessoas assim continuarem empreendendo aqui no Brasil , dependendo de verbas incertas e politicas de defesa sem continuidade.

Alexandre Galante
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Por mais que tentem matar a Mectron, ela não morre.

Bardini
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Bardini

E agora, vai?
.

fabio Souto.
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fabio Souto.

O mansup já esta pronto para produção e comercialização???

Washington Menezes
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Washington Menezes

2018

camargoer
Visitante

Olá JR.
Obrigado.

Nonato
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Nonato

O que significa esse contrato? Estão começando do zero? Ou outra empresa já tinha iniciado o desenvolvimento? Muita gente me critica. Mas estão vendo aí? A maior parte do desenvolvimento é no computador mesmo. Computador e túnel de vento. Não precisa construir milhares de mísseis para testar. Só depois do computador dar o “OK” é que colocam para voar. Enquanto isso, o que se gaata? Computador, programa de computador e engenheiros e técnicos pensando. Quantos profissionais trabalharão nisso? 500 ou 30? Desenvolver um míssil ou tem capacidade ou não tem. Quem não sabe não adianta rasgar dinheiro. Dinheiro é necessário… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

Off topic:
O A-Darter começou a ser desenvolvido uns 5 anos antes do… F-35.
E reclamam do F-35 ser demorado.

Nonato
Visitante
Nonato

Bosco, mas imagino que o A Darter não foi desenvolvido de forma contínua.
Talvez tenha havido paralisações.
No caso do F35, tratou-se de um projeto prioritário com verbas multimilionárias.
Claro que em tese o míssil é mais simples, mas desenvolvido por países com menor tradição, e provavelmente com poucas verbas.

Bosco
Visitante
Bosco

Nonato,
Sem dúvida quanto às verbas e a ser um projeto descontinuado, mas equivocado ao meu ver quanto à “países com pouca tradição no segmento”. Os sul africanos têm grande expertise em armas guiadas já de longa data.
São responsáveis por mísseis como o Ingwe, Umkhonto, Mokopa, Umbani, Raptor, Marlin, etc.

Guizmo
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Guizmo

Nonato, vc fica em SP?

André Luiz.'.
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André Luiz.'.

Essa curiosidade me mata… Quanto seria o custo projetado de cada míssil?
Isso é uma condição ‘de contorno’ que de forma alguma pode ser negligenciada no projeto! Não adianta chegarmos a um produto de excelente desempenho que, a cada disparo, comprometa o orçamento da arma a ponto de não ter dinheiro pro diesel dos navios ou pro rancho da tropa…!

Petardo
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Petardo

Eu me pergunto sobre o que o Nonato faz da vida. Com certeza não é um engenheiro.

MO
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Nonato, um Icone do Poder Naval, Exlamação

Esta se tornando um dos grandes participantes ativos do PN !!!

Gil
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Gil

Uma rara alegria saber que o legado da Mectron ainda persiste

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Alegra ver que o legado da Mectron sobrevive, ainda que sob outro nome….
.
No mais é preciso que o MPF investigue todas as circunstâncias que levaram a venda da Mectron para a famigerada empreiteira afinal não apenas não fazia sentido como na verdade mostrou-se desastrosa para o país.

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Tenho quase certeza que o Nonato não faz/fez engenharia. Se faz ou fez faculdade deve ser de Direito ou Administração pelo tipo de raciocínio dele.
Sem dúvida que, se ele não fez nem faz engenharia, está perdendo tempo e deixando de ganhar milhões ou mesmo bilhões com suas ideias de desenvolvimento enxuto de produtos na EngeNo SA .

ECosta
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ECosta

Pessoal, uma dúvida. Não seria mais importante para o Brasil um míssil ar-mar para a realização de um ataque de saturação mais seguro e com caças como o AMX e Gripen vetorados por um P-3 Orion, Baderulha, R-99 ou qualquer outro que seja ? Sei que temos o P3 Orion lançando harpoon, mas sendo o país atacante uma potência equipada com um PA, pelo meu entendimento pode ficar inviável utilizar os Orion. A fab já dispõe de algum míssil ant-navil para os seus caças fora o MAR-1 ? Penso eu que o MAR-1 não seja muito adequado para a função.… Read more »

ECosta
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ECosta

Dispomos hoje de alguma capacidade de ataque aéreo de saturação com míssil a um grupo naval nucleado por um PA com caças supersônicos ?

Manuel Flávio
Visitante
Manuel Flávio

camargoer 12 de dezembro de 2017 at 19:40 Olá, Camargoaer. A pergunta foi para o Nunão, mas posso responder. A SIATT conseguiu os prpojetos que a Mectron tinha com a MB e o EB. Mas da FAB, não e dificilmente terá. Vou explicar por quê. O Ministério da Defesa vem disponibilizando anualmente no site em meados do ano um relatório para o TCU sobre todo o dinheiro investido e o andamento dos projetos. “04GX – CONCLUIR O PROJETO DE ENLACE DE DADOS AR-AR E TERRA-AR (PROJETO LINK-BR2) (…) Além disso, a empresa contratada [ou seja, a Mectron, parênteses meus] não… Read more »

Manuel Flávio
Visitante
Manuel Flávio

Ou seja, a FAB deu dinheiro para a Mectron em 2016 para ela executar o desenvolvimento do Link BR2, mas ela não fez nada.
É por isso que a SIATT continuou com os projetos que a Mectron tinha com o EB e a MB, mas não com a FAB.

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Galante, mas o Harpoon não chegou na FAB esse ano?

André Luiz.'.
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André Luiz.'.

Rafael Oliveira 13 de dezembro de 2017 at 12:49 “ Tenho quase certeza que o Nonato não faz/fez engenharia. Se faz ou fez faculdade deve ser de Direito ou Administração pelo tipo de raciocínio dele.” — Duas réplicas! Primeiro, apesar dos comentários do colega citado aparentarem desconhecimento dos aspectos técnicos da coisa, não acho que se deva ou que se possa ‘defenestrar’ assim suas opiniões. Segundo, eu fiz faculdade de Administração! Então, por favor, não tenham um percepção enviesada dessa ou daquela formação acadêmica! Afinal de contas, ninguém pode ser definido apenas pelo ‘canudo’ que conquistou (‘canudo’ esse que não… Read more »

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

André Luiz, eu não defenestrei o Nonato. Até acho alguns questionamentos dele pertinentes. Mas ele é bem sem noção de engenharia.
E também não ataquei os cursos, até porque fiz faculdade de direito rsrsrs. E não é um preconceito é um pós-conceito. A maioria dos meus colegas costuma pensar assim, menosprezando a engenharia, como se bastasse um líder de outra área para que os engenheiros peguem seus computadores e projetem tudo o que é pedido.
PS: entendi a referência rsrs.
.
Galante, achava que tinha recebido. Talvez o Rinaldo tenha dito algo que eu entendi errado. Grato.

Manuel Flávio
Visitante
Manuel Flávio

Bosco 13 de dezembro de 2017 at 0:20

Bosco, até 2006 (data que a FAB entrou no projeto) o A-Darter não passava de um conceito. Há 2 anos atrás o projeto já estava 96% concluído e atualmente o míssil está em fase de certificação. Nos testes reais com o míssil, o A-Darter atingiu os objetivos previstos.

Deixa de menosprezar todos os projetos com participação do Brasil.

Manuel Flávio
Visitante
Manuel Flávio

Alexandre Galante 13 de dezembro de 2017 at 13:12

Galante, ali não tem a resposta que a MB se recusou a dar no qual ele entrou com o recurso. Ali, basicamente, tem as informações do autor colhidas na mídia sobre o MANSUP e que são contraditórias.

Sandro
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Sandro

Alexandre quer dizer que nossa unica opção hj de ataque aereo a meios navais e com bombas guiadas ou canhões?

Bardini
Visitante
Bardini

Temos o MAN SUP em desenvolvimento. O MAN AER talvez ainda em cogitação. Temos o tal do Matador em desenvolvimento… . As 3 Forças não poderiam ter sentado e discutido o desenvolvimento de um míssil em comum? Para ser lançado dos navios da MB. Dos veículos do EB. Das aeronaves da FAB. Quiçá, até de submarinos, sonhando alto com o futuro… . A escala que podemos dar aos equipamentos já é pífia. Quando vão desenvolver algo, desenvolvem somente para uma ou no máximo do máximo, duas das forças… Será que é tão difícil essa integração para o desenvolvimento de equipamentos… Read more »

André Luiz.'.
Visitante
André Luiz.'.

Rafael Oliveira 13 de dezembro de 2017 at 13:30
Ok! “Arquivemos o processo”! 😉
Abraços!

ECosta
Visitante
ECosta

Galante, me parece que qualquer navio com boa capacidade ant-aérea pode pintar miséria em nosso litoral e ir embora na paz, a não ser que por muita sorte tenha uma fragata, corveta ou submarino(e municiado com torpedo, pois o pelo que li o San Juan estava sem) nas proximidades. Estou certo ?
Saberia dizer por que existe esta lacuna em nossa defesa ? Pra mim parece tão absurdo como manter caças com todas as estruturas caras mas sem munição. É tão caro assim míssil ant-navio ? O que impede nossos amxs de lançar os exocet´s dos helicopteros da marinha ?

Guizmo
Visitante
Guizmo

Bardini, foi exatamente o que postei. São desenvolvidos em paralelo, 2 misseis, com funcoes similares e que acabam matando um ao outro, na capacidade de escalar funcionalidades.

O MD investe em empresas privadas distintas, para o Matador e o Mansup, canibalizando inclusive recursos, que poderiam acelerar o desenvolvimento de um.

Eu gostaria de saber se existe uma explicação coerente e lógica para isso.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

“São desenvolvidos em paralelo, 2 misseis, com funcoes similares e que acabam matando um ao outro, na capacidade de escalar funcionalidades. O MD investe em empresas privadas distintas, para o Matador e o Mansup, canibalizando inclusive recursos, que poderiam acelerar o desenvolvimento de um.” Guizmo, só para esclarecer algumas coisas que eu acredito que sua argumentação esteja confundindo um pouco: os dois mísseis não têm funções similares. O Matador está sendo desenvolvido como um míssil de cruzeiro para ataque a instalações terrestres, não como um míssil antinavio, como é o caso do Mansup. Além disso, a empresa que desenvolve o… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Só finalizando: eu tenho a opinião que ambos os mísseis ainda poderiam render variantes como “família” antes de darem a origem a um eventual míssil “faz-tudo” em que os desenvolvimentos venham a convergir. No caso específico do MANSUP, que é a pauta da matéria, além de uma óbvia versão para lançamento por aeronaves e até mesmo outra por submarinos (caminhos lógicos como o do próprio Exocet), algo que vejo como interessante para uso das mesmas plataformas seria uma versão mais simples “carregadora” de torpedo antissubmarino, algo similar ao Asroc, para lançamento do torpedo a uma distância maior do que dos… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Paraéns à MB. Apesar das dificuldades, a visão estratégica é impecável

Bardini
Visitante
Bardini

Nunão do jeito como as coisas se arrastam, se seguirmos esse caminho de etapas, o dia que começarmos a desenvolver um míssil desses, um “faz tudo”, o resto do mundo já vai estar usando “Railgun”, por umas duas ou três décadas, no mínimo…

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Bardini, tem o caminho das etapas, e tem o caminho das “queimas de etapas”. Escolhe-se o de maior possibilidade de retorno e menor risco conforme o caso. Qualquer um deles pode se arrastar conforme as circunstâncias. Nessas de não desenvolver e produzir o básico, pensando que até estar pronto o resto do mundo vai estar mais avançado, perdeu-se oportunidades de produzir em maior quantidade e aprimorar gradualmente canhões de 127mm e torpedos de corrida reta que ainda foram usados por muito tempo, simplesmente por determinações políticas do alto escalão do governo, quando ambos já estavam sendo produzidos (desde meados da… Read more »

Sérgio Araujo
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Sérgio Araujo

Alguém se tocou que a Mectron é da Odebrecht? Eu não confio mais nessa empresa e nenhuma outra associada, só trouxeram prejuízos ao Brasil e nossas FAA. Sobre o MANSUP, eu acho ótimo. Imagina os clientes, aqui na América Latina ou na África, pedindo mísseis MANSUP, equipando suas marinhas. Esse projeto não pode parar!

Bardini
Visitante
Bardini

Nunão, você entende bem mais de história que eu. Não tenho como discordar disso. Se na sua opinião, podemos vir a cometer novos erros tentando queimar etapas, então não vou discordar dos projetos atuais.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Bardini, pode discordar à vontade. Estou muito longe de ser dono da verdade, procurei trazer para a discussão aquilo que pesquisei e conheço do passado mais distante e também do recente. Posso muito bem estar errado, pois os contextos mudam e quem vive de prever o futuro é economista, não historiador (ambos têm em comum a qualidade de errar feio quando se metem a grandes profetas, mas o economista o faz por ofício). Só acho que, em muitas ocasiões, várias novas e revolucionárias armas, que ao serem anunciadas prometiam tornar todas as outras obsoletas, em geral não entregaram tudo o… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

“pois os contextos mudam e quem vive de prever o futuro é economista”
.
kkkkk…
Me lembrou um professor, acho que de Estática ou Mecânica dos Sólidos, que dizia exatamente isso.
.
Nunão. Dizem que a história se repete. De história tu entende, então tua opinião conta muito.

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
Famed Member

Eu acredito que história nunca se repete, pois os contextos mudam, tem sempre algo diferente nas causas e efeitos das ações humanas que são objeto de estudo da História. Não acredito em determinismo e em ficar pendurado e enjaulado pelo estruturalismo.

Mas nada disso impede que se tire algumas lições com erros e acertos, principalmente se for dos outros. Porque, pensando em Brasil, os erros e acertos nós como país teimamos em revisar, reinterpretar e reescrever para que se transformem em acertos e erros, respectivamente, conforme a ideologia de plantão.

Bosco
Visitante
Bosco

Vale salientar que em regra não existe míssil que faz um monte de coisa e que faz bem feito todas. Geralmente o míssil tem uma função principal e outra, secundária. A grande maioria dos mísseis antinavios capazes de atingir alvos em terra o fazem utilizando unicamente a navegação por GPS. Mesmo um Exocet MM-40/2 e o MANSUP, sem GPS, podem atingir alvos em terra se desabilitarem seus radares altímetros e os seekers terminais por radar ativo e utilizarem só o sistema inercial e uma altitude pré-programada. Claro que nessa condição a CEP é horrível, mas que pode, pode. Em relação… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

70 km de alcance para um míssil antinavio sup-sup eu considero inapropriado mas para um míssil ar-sup tá de bom tamanho. Não há defesa possível a um navio isolado que possa ser capaz de impedir que esse míssil seja lançado de um avião contra um navio. O navio até pode se defender do míssil mas não pode impedir o avião de lançá-lo.