Home Indústria de Defesa VÍDEO: Lançamento do míssil antinavio MANSUP

VÍDEO: Lançamento do míssil antinavio MANSUP

13647
84

A Marinha do Brasil lançou, no dia 27 de novembro, o primeiro protótipo do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP), a 300 km do litoral do RJ.

O míssil lançado pela Corveta “Barroso” é um projeto estratégico da Marinha do Brasil e deverá equipar os futuros navios da esquadra Brasileira. O lançamento do primeiro protótipo é uma importante marca para o projeto.

O MANSUP é um míssil antinavio do tipo superfície-superfície, ou seja, para lançamento a partir de navios. É do tipo “sea skimming” de voo rente ao mar (em velocidade transônica de 1.000km/h), sendo propulsado por motor-foguete com propelente sólido, com alcance máximo de aproximadamente 70km.

A Sistemas Integrados de Alto Teor Tecnológico (SIATT) assinou com a Marinha do Brasil em dezembro de 2017, através da Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), o contrato do Míssil Antinavio Nacional de Superfície (MANSUP).

A guiagem do míssil é inercial, com radar ativo na fase terminal e, ainda segundo a SIATT, terá capacidade de operação em quaisquer condições climáticas. O peso do MANSUP é de 860kg, e suas dimensões são: comprimento de 5,78 metros, diâmetro (corpo do míssil) de 34,4 cm e envergadura máxima de 113,5 cm.

Subscribe
Notify of
guest
84 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Marcelo Zhanshi
Marcelo Zhanshi
1 ano atrás

ORGULHO!!!!!!!!!!!

MAIS NADA A DIZER!!!!!!!!!!

Camargoer
Camargoer
1 ano atrás

Olá Colegas. Sei que alguns colegas chegaram a cogitar que a MB usou o casco do NT Marajó para testar o Mansup. Alguém confirmaria isso?

Bené
Bené
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Eu estava na operação missilex, pelo g40, se não me engano, erraram o mansup no Marajó e ele caiu na agua

Camargoer
Camargoer
Reply to  Bené
1 ano atrás

Obrigado Bené. Vamos torcer agora que o exercício tenha rendido algum progresso para o desenvolvimento do Mansup. Aguardarei a próxima missiex, talvez com o Mansup carregado com explosivos. Boas festas amigo.

Mikhail Bakunin
Mikhail Bakunin
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Acho que não, parece que estava com equipamentos de telemetria em vez da cabeça de guerra.

Marcos
Marcos
1 ano atrás

Orgulho é pouco para descrever esse momento.

Parafraseando Neil Armstrong: É um pequeno passo para a Marinha, um salto gigante para o Brasil!

Tomcat4.0
Tomcat4.0
1 ano atrás

Bacana demais, parabéns aos envolvidos no desenvolvimento . Vivas ao Brasil que dá certo e nos orgulha!!!

Ricardo Bigliazzi
Ricardo Bigliazzi
1 ano atrás

Muito bom!!!

ALDO GHISOLFI
1 ano atrás

COMO DISSE o Tomcat4.0: “Bacana demais, parabéns aos envolvidos no desenvolvimento . Vivas ao Brasil que dá certo e nos orgulha!!!”

José Carlos David
José Carlos David
1 ano atrás

Bravo Zulu mil vezes!

Fabio Araujo
Fabio Araujo
1 ano atrás

Apesar de lento o desenvolvimento é melhor andar devagar do que não andar, quando este estiver operacional espero que a nova versão com alcance maior não demore tanto!

Iron Fernandes
Iron Fernandes
1 ano atrás

Orgulho, Parabéns à MB!!!

Sequim
Sequim
1 ano atrás

Pelos dados da reportagem, o MANSUP é uma pedrada de mais de 800 quilos que pode atingir um alvo a uma distância de 70 quilômetros voando a 1.000 quilômetros por hora. Nessa velocidade, atinge o infeliz alvo em pouco mais de 4 minutos! Só a energia da inércia do míssil já causaria um grande estrago, fora a cabeça de guerra. 2018 é realmente um grande ano da MB.

Conan
Conan
1 ano atrás

Alguém sabe qual foi o alvo e a que distancia estava?

AL
AL
1 ano atrás

Demora assim mesmo pro míssil sair do lançador após a ejeção da “tampa” ? (não sei o nome técnico desse componente)

Lilienthal
Lilienthal
Reply to  AL
1 ano atrás

Uns bons 6 segundos de lag.

Camargoer
Camargoer
Reply to  AL
1 ano atrás

Olá AL. Os vídeos disponíveis no Youtube sobre lançamentos do exocet MM40, eles também mostram um certo atraso entre a ejeção da tampa e o disparo do míssil. Acho que é isso mesmo. Não parece haver diferença entre o Mansup e o MM40

XO
XO
Reply to  AL
1 ano atrás

Prezados, esse delay é normal, faz parte do sequenciamento de lançamento… abraço…

Oswaldo
Oswaldo
1 ano atrás

Pelo que foi divulgado este míssil não foi lançado contra um alvo.
Seu olançamento visou checar seus sistemas de guiagem e não seu poder destrutivo

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  Oswaldo
1 ano atrás

Uma das formas de checar os equipamentos de guiagem é fazê-lo acertar um alvo, independentemente de não fazer muito estrago no navio.
Não vi nenhuma informação oficial a respeito, mas me parece bastante crível que o teste tenha tido por objetivo acertar o Marajó e não tenha ocorrido o acerto, por isso não temos imagens.
Mas, pode ser, que ele ainda não esteja nessa fase ainda e tenha sido disparado em direção a nada mesmo.
Ou, ainda, ser informação classificada e, por isso, não tenham sido divulgados mais detalhes.

leonardo costa da fonte
leonardo costa da fonte
Reply to  Rafael Oliveira
1 ano atrás

Acho que ele não atingiu o alvo. Não faz o menor sentido, desperdiçar um míssil e um alvo numa mesma operação sem que o míssil tivesse como objetivo atingir o Marajó. Claro que depois ele foi afundado pelo Penguin, mas a demora em apresentar o video, a falta de mais detalhes por parte da MB e o Marajó completamente intacto, quanto foi atingido pelo outro míssil, são fortes indícios que a operação não atingiu todos os objetivos.

Parabellum
Parabellum
1 ano atrás

Quem é da área sabe muito bem da importância de ser independente na produção de armas e munições. Acho que as compras de prateleiras devem ser evitadas ao máximo quando dispomos de condições de produzir localmente. Isto é soberania, e soberania não tem preço. Ficou demonstrado na Guerra das Malvinas que se a Argentina tivesse como produzir localmente seus “Exocet” talvez o resultado da guerra tivesse sido outro: uma simples arma fez muita diferença. Acredito que já a partir do ano que vem, com a mudança de ordem interna: “servir ao Brasil e não se servir do Brasil”, nossos projetos… Read more »

diogo araujo
1 ano atrás

Esse é o Brasil que eu quero

Marujo
Marujo
1 ano atrás

Parabéns para quem tomou a decisão política de desenvolver o Mansup e a todos os que participaram e apoiaram este feito notável. Digno de Álvaro Alberto e do almirante Othon.

James Marshall
James Marshall
1 ano atrás

Ótima notícia.
Queria saber se o Brasil tem algum projeto de desenvolvimento de um míssil de cruzeiro como o Tomahawk?

Jorge Augusto
Jorge Augusto
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

MTC-300/AVTM-300? É o projeto mais importante da EB atualmente. Acho estranho que você não tenha ouvido falar.

James Marshall
James Marshall
Reply to  Jorge Augusto
1 ano atrás

Eu sou mais um entusiasta do que um especialista, desculpem ser leigo, mas esse míssil poderia ser lançado de navios ou submarinos?

Cbamaral
Cbamaral
Reply to  James Marshall
1 ano atrás

James Marshall 21 de dezembro de 2018 at 19:00

Por enquanto só pelo astros, no futuro quem sabem possa ser lançado de navios e aeronaves.

Submarinos acho difícil, mas não impossível.

Top Gun Sea
Top Gun Sea
1 ano atrás

Bacana! Sabe se o Mansup será lançado pelo sistema VLS das futuras CCTs?

Altair
Altair
1 ano atrás

Qual o motivo das tocas e luvas brancas do pessoal do centro de controle?

Marcos
Marcos
Reply to  Altair
1 ano atrás

Para proteger contra incêndios. Luvas e capuz anti-flash

Henrique de Freitas
Henrique de Freitas
Reply to  Altair
1 ano atrás

Em operações de combate são balaclavas anti chamas. Faz parte do uniforme em operações do gênero. O pessoal que ja foi embarcado pode dar mais detalhes.
Abracos

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

Independência tecnológica, não se faz através de compra de prateleira. Não adianta explicar o óbvio, quando a cegueira impera em algumas pessoas.

Parabéns aos envolvidos!!!

Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

E um marco importante. Mas, não devemos nos sentar nos louros. O projeto deverá ter metas de upgrade nas características da arma. Alcance maior, me parece a principal meta. Velocidade terminal a outra. Sem falar em dissimulação de trajetória, a la RBS 15. Os sistemas anti missil que estão embarcando tornam muito vulneráveis os misseis sub sônicos. Mas é uma arma de respeito, mesmo assim. Usado em barragem de saturação é devastador para qualquer vaso de guerra conhecido.

ALDO GHISOLFI
1 ano atrás

Possibilidade de vermos o míssil atingindo o alvo?

Luís Henrique
Reply to  ALDO GHISOLFI
1 ano atrás

Adoraria ver isso.
Isso é o mais importante, a precisão para acertar um alvo em movimento.
70 km de alcance é o de menos, nas próximas versões eles aumentarão o alcance.
O importante é o vôo rente as ondas e a precisão para acertar o alvo.

leonardo costa da fonte
leonardo costa da fonte
Reply to  ALDO GHISOLFI
1 ano atrás

Sou capaz de apostar como não atingiu nada… Se tivesse atingido algo, a MB já teria postado.

Rene Dos Reis
1 ano atrás

Que petardo! , cena de cinema maravilhosa, profissionalismo na execução do lançamento , estou orgulhoso.

Sandro
1 ano atrás

Vocês estão de brincadeira, achar que um míssil desses pode ser usado com eficiência. Precisamos estar a pelo menos 70 km próximo do alvo para ele pode atingi-lo. Nessa distância qualquer navio de guerra descente já interceptou e disparou contra o portador do míssil a muito tempo. Precisamos de um míssil com alcance de 200 500 e acima disso para podermos disparar com segurança fora do alcance de reação dos navios e se for o caso de aviões que possam ser usados em porta aviões. Do contrário não se tem praticamente nenhuma vantagem em ter esse tipo de equipamento.

Cbamaral
Cbamaral
Reply to  Sandro
1 ano atrás

Sandro 21 de dezembro de 2018 at 20:07

A partir de 70km é um alcance bom, duvido que qualquer marinha de nossos vizinhos tenha essa capacidade, talvez a exceção seja o Chile, além disso acho que não existam misseis anti navio com 500km de alcance em nenhuma país do mundo, e se existir, duvido muito que seja de fato eficiente.

Além disso serve para desenvolver uma doutrina e tecnologia própria.

_RR_
_RR_
Reply to  Sandro
1 ano atrás

Sandro,

É perfeitamente viável atacar com essa arma.

Ao aproveitar-se do efeito de horizonte/radar ( a cobertura propiciada pela própria curvatura da Terra ), uma aeronave pode lograr aproximar-se a distância de lançamento de forma segura.

Pelos dias de hoje, qualquer força naval que for ao mar sem um componente aéreo escorado em navios aeródromo, estará vulnerável a esse tipo de ataque.

Jeff
Jeff
Reply to  Sandro
1 ano atrás

Quanta bobagem… Como você acha que um país vai desenvolver logo de cara um armamento sofisticado , igual ou superior aos existentes no mundo? Se quer desenvolver, tem que ser por etapas, errando e aprendendo, como estamos fazendo.
Cada coisa absurda…

Alessandro
Alessandro
1 ano atrás

Espero que façam uma versão Ar-superfície desse missíl, e depois comecem a pesquisar um míssil de médio a longo alcance Terra-mar, acho que esse tipo de arma é mais necessário para dissuadir os nossos mares de possíveis agressores.

Parabéns para a MB e a SIATT

Newton Carvalho
Newton Carvalho
1 ano atrás

Engenharia reversa para produzir um míssil já obsoleto :/
70km não é mais parâmetro para um míssil razoavelmente moderno, mas é a realidade que nos cabe no momento. Uma grande novidade que chega com 20 anos de atraso, igual a corveta que o lançou…

Mauricio_Silva
1 ano atrás

Olá.
Observando o vídeo, me pareceu que o míssil caiu na água logo após o lançamento.
Reparem nos instantes 1:44/45 do vídeo.
SDS.

Reginaldo
Reginaldo
Reply to  Mauricio_Silva
1 ano atrás

A galera acha que ele foi disparado contra um alvo mas por ser o primeiro teste é bem provável que ele só tivesse o sistema de navegação e talvez apenas o booster pra testar se o disparo ia ocorrer adequadamente… Ninguém em sã consciência iria disparar um míssil completo inclusive com cabeça de guerra e sistema de busca de alvo sem nunca ter sido testado antes.

Marcos
Marcos
Reply to  Mauricio_Silva
1 ano atrás

E é assim que se cria rumores e mais rumores.

O motor emite fumaça apenas no começo, depois não há mais fumaça. Não caiu

Mauricio_Silva
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Olá.
Sim, a fumaça é do booster. Mas não é dele que eu me refiro.
Parece que há movimentação na água, pouco após o fim da queima do booster, o que me faz pensar se não seria devido ao impacto do míssil.
Isso não quer dizer que o lançamento foi um “fracasso” ou qualquer outra pensamento negativo/pejorativo. Testes são feitos para isso: identificar problemas e avaliar desempenho. O vídeo foi divulgado pela Marinha do Brasil, não tendo nada a ser “escondido”. Mas chama a atenção a pouca duração do acompanhamento do voo.
Como escrevi antes, sem conotações pejorativas.
SDS.

Hermes
Hermes
Reply to  Mauricio_Silva
1 ano atrás

Não seria o booster caindo na água após ejetado?

Mauricio_Silva
Reply to  Hermes
1 ano atrás

Olá.
Pode ser. Com a definição do vídeo, não dá para ter absoluta certeza do que foi (pode ser inclusive apenas uma onda). Mas me chamou a atenção o fato do vídeo não mostrar a trajetória do míssil além do ponto em que eu mencionei. Coincidência? Possível.
SDS.

XO
XO
Reply to  Hermes
1 ano atrás

prezados, não há ejeção… o booster queima na fase inicial e apaga… o restante do voo fica a cargo do sustainer… abraço…

Mauricio_Silva
Reply to  Hermes
1 ano atrás

Olá.
Tem razão XO, o booster do MANSUP não se ejeta. Se fosse uma estrutura semelhante ao Exocet Block III, ai haveria ejeção. Mas não é o caso.
SDS.

Bosco
Bosco
Reply to  Hermes
1 ano atrás

O MANSUP não tem um booster separado que possa ser ejetado após o lançamento. Esse tipo de booster é comum em mísseis com propulsão por turbina, que não é o caso. O que ele tem é um motor foguete de duplo empuxo, sendo a fase inicial mais potente,de curta duração (5 a 7 segundos) para o lançamento, e a fase de cruzeiro, menos potente , de longa duração (250 segundos + ou -) e com menos fumaça, para manter a velocidade.

Bosco
Bosco
Reply to  Hermes
1 ano atrás

Epa! Perdão! Só agora li que já haviam dito isso. Foi mal!

Foxtrot
Foxtrot
1 ano atrás

Dois excelentes produtos nacionais na minha modesta opinião.
A Coberta Barroso, que se apresenta com uma disponibilidade de no mínimo 80% e o Marlin (MANSUP).
Mas acho que deveriam diminuir a assinatura visual do míssil, representada como fumaça.
Esse míssil veio representar um avanço em várias partes, dentre elas a divulgação de resultados.
O EB/Avibras deveriam aprender com a SIATT/MB e apresentar as imagens de lançamento do MT-300, voo de cruzeiro do míssil com asas abertas etc.
Parabéns MB/SIATT.
Grande orgulho nacional (até sabotagem o projeto ou venderem a empresa para as multi estrangeiras).

Camargoer
Camargoer
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Olá Foxtrot. Dei uma olhada em alguns videos do exocet MM40. O Mansup tem uma assinatura semelhante para os primeiros segundos de vôo, soltando muita fumaça. Uma coisa curiosa foi que a fumaça do MM40 tem tons vermelhos, provavelmente devido a presença de muito nitrato na composição do combustível sólido. Ao que parece, o míssil tem dois regimes. O inicial no qual ele é acelerado e faz muita fumaça (próximo ao lançador) e depois um regime estacionário, no qual a velocidade é sustentada e há geração de pouco fumaça mas tem uma assinatura de infravermelho forte.

Hermes
Hermes
Reply to  Camargoer
1 ano atrás

Se ver vídeos de lançamento de outros mísseis, inclusive do Harpoon, vamos ver muita fumaça do booster também. E sim, há o booster que o tira do lançador e acelera e o motor de sustentação para a fase de voo até o alvo. Parece que quando a Avibrás revalidou os motores do Exocet ela conseguiu produzir um propelente de melhor queima que o original, ganhando alguns segundos a mais de queima e um melhor alcance que o Exocet original. Esse combustível deve estar sendo usado no ManSup.

Camargoer
Camargoer
1 ano atrás

Olá Colegas. Apenas por curiosidade, se o míssil voar a 1000 km/h, ele irá atingir o alvo distante 70 km em pouco mais do que 4 minutos.

JT8D
JT8D
1 ano atrás

Interessante que todos os membros da tripulação tem um nítido sotaque carioca

Zampol
Zampol
Reply to  JT8D
1 ano atrás

Normal, porque a Corveta Barroso é um navio da Marinha de Guanabara uai! Cê queria sotaque minero, ou gaúcho tchê?
Por causa da evolução histórica da MB e suas ligações com a antiga capital. Ao contrário o EB sempre teve tropas (e oficiais) importantes em outras regiões, notadamente no Sul. A MB não, é prevalentemente carioca. Eles resistem a sair dalí: eu também resistiria, o lugar é lindo, o clima é bom. Compara com Ladário depois me fala o que você acha.

Foxtrot
Foxtrot
1 ano atrás

Caro Camargos, obrigado pelas informações formações.
Mas acho que só porquê o MM40 é assim, não precisamos copia-ló exatamente igual, ainda mais tendo tecnológias que nos propiciam a melhora do equipamento.
Não precisamos reinventar a roda, mas podemos melgora-lá onde puder.
Grande e cordial abraço!

Camargoer
Camargoer
Reply to  Foxtrot
1 ano atrás

Caro F. Comparei o desempenho do mansup com o mm40 porque o míssil da MB foi baseado no francês. Posso estar enganado, mas a remotorizacao do Exocet pela MB deve ter sido aproveitada no mansup.

Rommelqe
Rommelqe
1 ano atrás

A fumaca tipica no inicio do lançamentp é do booster e basicamente nao é visivel pelo inimigo que esteja sendo alvo pois fica alem do horizonte. Claro que se o inimigo dispuzer de outros meios de vigilancia alem do navio alvo em si – por exemplo helicoptero, satelie, etc- esse contato visual poderia denunciar o local de disparo e a trajetoria do missil. Mas essa hipotese tambem nao prejudica a finalidade basica do MANSUP. PARABENS À MB e ao SIATT. Mais um comentario: este teste pelo que entendo, visa verificar a precisao de guiamento; penso que nao deveria prever a… Read more »

Gilbert
Gilbert
1 ano atrás

Vamos por partes: 1) Sistema de lançamento está 100% ok 2) Voo rente a superfície do mar está 100% ok para mar grosso, não sei se há possibilidade dele voar a 5 metros de altura em mar calmo. 3) Como o foi falado em comentários anteriores el não atingiu o alvo e caio no mar então, há necessidade de revisar o sistema de aquisição de alvo (imagino que ninguém vai disparar um míssil contra um alvo sem um sistema de aquisição de alvo , senão para que um alvo né!) 4) Não sabemos se a espoleta funciona já que cai… Read more »

Hermes
Hermes
Reply to  Gilbert
1 ano atrás

5) Esses problemas podem estar só na sua cabeça, pois não se sabe se ele foi disparado mesmo em direção a um alvo, pode ter sido em direção a um ponto vazio do oceano que inclusive permitisse a sua recuperação para análises estruturais ou outras posteriores. Outra coisa, ele pode nesse momento ainda nem estar dotado de radar para a aquisição final de um alvo, pois no primeiro lançamento podem testar outros sistemas, como o INS, controle de altitude, velocidade, o próprio sistema de lançamento com seus procedimentos específicos, separação do booster, tempo de queima do propelente, que tem a… Read more »

Mauro
Mauro
1 ano atrás

Interessante é que os super entendidos de sempre chegaram a duas conclusões por conta própria, ou puro achismo, que na verdade tem outro nome. Um deles diz taxativamente que o míssil não atingiu o alvo. Como ele sabe disso?? estava lá? Outro diz que caiu no mar. Acho que atingir um alvo grande e parado em mar calmo é o de menos, o mais provável é que tenha atingido o Marajó. Foi lançado com êxito, vou rasante ao mar e seu sistema de direcionamento foi testado a exaustão em laboratório, o mais provável é que o teste tenha sido um… Read more »

Jodreski
Jodreski
1 ano atrás

Colegas eu confesso que acho fantástico que estejamos produzindo armamento nacional, porém também vou colocar aqui minhas preocupações, e elas estão atreladas a falta de pedido maciços das forças armadas para com os produtos nacionais que custam tanto para desenvolvermos. Espero que esse não seja o caso o MANSUP, de coração espero mesmo! As vezes vejo muitas pessoas comemorando essas vitórias mas vamos lembrar que bancar o desenvolvimento de qualquer armamento de alta tecnologia para fabricarmos meia dúzia de unidades não compensa! No final das contas o nosso míssil é inferior a análogos estrangeiros e acaba custando mais caro e… Read more »

Camargoer
Camargoer
Reply to  Jodreski
1 ano atrás

Caro Jodreski. Acho que você parte de uma premissa equivocada, assumindo que um material militar estratégico deve dar lucro. O objetivo estratégico ou tático de um determinado equipamento pode ser suficientemente importante que compense os custos de fabricação. Caso fosse um investimento privado, concordo que o objetivo da empresa é obter lucro. Contudo, as ações do Estado não devem priorizar o lucro (algo fundamental na iniciativa privada) mas suprir uma demanda. O objetivo da MB é ter disponível um equipamento de acesso restrito. Várias empresas estão envolvidas, e cada uma terá seu lucro proporcional à sua contribuição na produção. As… Read more »

Jodreski
Jodreski
1 ano atrás

Me desculpem os erros de português, escrevi correndo e não revisei o texto!

Observador
1 ano atrás

Pergunta de novato, mas porque os caras na sala de controle usam aquela roupa de “laboratório”?

Hermes
Hermes
1 ano atrás

Algumas reflexões: Estão falando da fumaça: Se vermos vídeos de outros mísseis sendo lançados, há emissão de fumaça quando da ativação do booster do mesmo jeito. Creio que nesse caso o mais importante é o motor de sustentação ser mais discreto, pois em navios com menor capacidade de detecção eletrônica nem o míssil se aproximando o pobre vigia vai ver. Sobre o acerto no alvo: Ele foi disparado mesmo em direção a um alvo específico? A Marinha esperava um impacto destruidor com uma grande bola de fogo no primeiro lançamento do míssil? Ele pode ter sido lançado em direção a… Read more »

JonasN
JonasN
1 ano atrás

Sugestão off-topic, o PN deveria fazer uma matéria falando do radar gaivota-x, é um desenvolvimento bastante interessante da marinha, e quase não se encontra matéria sobre ele.

Épsilon
Épsilon
1 ano atrás

Pergunta já vi vários videos de lançamentos de misseis pela MB em navios, mas nunca vi nem um vídeo dos submarinos lançando e afundando navios com seus torpedos, a MB já usou seus submarinos pra afundar algum navio em exercícios porque eu até agora nunca vi e nem li nenhuma noticia do tipo.

Mauro
Mauro
Reply to  Épsilon
1 ano atrás

Ainda não.
Trata-se do SM-39, míssil fabricado pela MBDA, o Brasil já contratou, entrará em serviço e fará parte do armamento dos Riachuelo e do SN-10.

Dalton
Dalton
Reply to  Épsilon
1 ano atrás

Tenho anotado no meu “caderno universitário” que o submarino “Tamoio” em 1996
afundou o contratorpedeiro ex Marcílio Dias utilizando torpedos “Tigerfish”… o fato de não ter anotado mais nada ou mesmo ter esquecido não significa que não ocorreu antes ou depois.
.
De qualquer forma, não é um acontecimento muito comum, mesmo em outras marinhas, mas, mais importante são os exercícios que simulam o afundamento de um navio de superfície em condições mais próximas da realidade, com o mesmo manobrando, escoltado, etc.
.
abs

josé
josé
1 ano atrás

alguém sabe se esse míssil pode ser disparado do movo submarino ou do sub nuclear? caso negativo, seria oneroso adaptá-lo pra isso?

Fawcett
1 ano atrás

A marinha já realizou algum teste de míssil em tempo chuvoso, com mar revolto e outras intempéries? Todos os testes que vi até agora foram feitos em com o mar traquilino.

Ricardo Santos
1 ano atrás

Boa noite, senhores! JAMES MARSHALL E TOP GUN SEA, o MANSUP será lançado de contêineres simples no total padrão de 4 por navio como é de praxe na MB. Existe um interesse por parte da MB de esperar os testes do míssil MTC-300 de alcance de 300 km que o EB e Avibrás estão desenvolvendo para uma versão que possa atingir alvos móveis, como navios, Mas isso é mais pra frente, assim como serão as possibilidades de versões com maior alcance de ambos os mísseis e futuras versões ar-mar e lançadas de submarinos do MANSUP e, possivelmente do MTC-300 MATADOR.

andrepoa2002
andrepoa2002
1 ano atrás

Parabéns a marinha, que o desenvolvimento de misseis continue.

Negrão
Negrão
1 ano atrás

Prezados mancebos,
O Brasil fabrica algum míssil(s) ar-mar ou ar-terra que possa ser disparado de helicópteros ou drones ou caças?

Waldir Fares Filho
Waldir Fares Filho
1 ano atrás

Caro Galante, bom dia. Hoje no Estadão saiu a matéria de lançamento do ManSup. Nas fotos da reportagem, a informação que consta do alcance do míssil é de 180 km. Seria um erro do Godoy, que fez a reportagem ou esse seria o alcance do míssil ? Tema esse que já foi motivo de varias divagações aqui no blog. Obrigado.

Waldir Fares Filho
Waldir Fares Filho
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Obrigado !