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Austrália compra 12 submarinos convencionais por 35,5 bilhões de euros do Naval Group

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Shortfin Barracuda
Shortfin Barracuda

Autoridades australianas prometeram comprar 12 submarinos de ataque do Naval Group da França no maior projeto de aquisição de defesa de Canberra. Os especialistas temem que os submarinos sejam muito caros e façam “muito pouco”.

Representantes da França e da Austrália assinaram um acordo de submarinos recorde em Canberra, na segunda-feira, após quase dois anos de negociações frustrantes.

No documento, a Austrália compromete-se a pagar 50 bilhões de dólares australianos (35,5 bilhões de euros) ao Naval Group da França por 12 novos submarinos. As embarcações fazem parte do plano da Austrália de aumentar seu poder na região da Ásia-Pacífico, onde interesses estratégicos da China, dos EUA e de outros países colidem.

“Isso significa que estamos garantindo que estamos na frente do bloco quando se trata dos mais recentes navios e poder de fogo”, disse o primeiro-ministro Scott Morrison a jornalistas em Canberra.

Os novos submarinos “Shortfin Barracuda” serão movidos convencionalmente, usando uma combinação de motores elétricos e a diesel. Seu projeto, no entanto, será baseado no modelo nuclear Barracuda do Naval Group.

Paris e Canberra concordaram em construir os navios em um novo estaleiro no sul da Austrália.

Os primeiros navios estarão prontos para serem entregues à Marinha Australiana no início dos anos 2030, e o projeto está programado para ser concluído em algum momento da década de 2050.

Shortfin Barracuda

Diluindo a Marinha

O Naval Group arrebatou o contrato em 2016, superando as ofertas da japonesa Mitsubishi e da Kawasaki, além da alemã ThyssenKrupp. Mas o projeto estava sob fogo na Austrália por medo de explodir custos e atrasos.

Em 2017, a empresa de consultoria australiana Insight Economics publicou um relatório mostrando os riscos “extremamente altos” associados à frota de projeto personalizado.

“Pagaremos demais por um navio que fará muito pouco”, disse o professor Hugh White, do Centro Estratégico e de Defesa da Universidade Nacional da Austrália.

O relatório também alerta que, mesmo que todos os prazos sejam cumpridos, a Marinha Australiana terá apenas um submarino em funcionamento em 2034 e até quatro em 2040.

A Austrália opera atualmente uma frota de seis submarinos envelhecidos da classe Collins, de projeto sueco e construídos na Austrália entre 1996 e 2003.

Corte seccional do submarino nuclear de ataque Barracuda

FONTE: Rádio Alemã Deutsche Welle

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Caique
Caique
1 ano atrás

Inveja da Austrália… Isso que é ter bala na agulha.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Caique
1 ano atrás

t4tb tem bala apontada para ela. Isso é bem pior.
Mas, a 2,95 bi de euros por unidade estes Barracudas devem ser muito bons. Isso que serão construídos na Austrália, em base incluída no acordo. O Naval Group aprendeu, muito, no contrato com a Odebrech Defesa e com a MB.

Caique
Caique
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Realmente, por quase 3 Bilhões de euros por submarino (isso também deve incluir transferencial de tecnologia, construção de estaleiro e essas coisitas mais), ele tem que ser maravilhoso. kkk
O que me deixa intrigado é o porque eles não optaram por desenvolver um nuclear ? Eles são uma ilha, manter corredores de navegação é de extrema importância, estão com um “inimigo” crescendo absurdamente ao lado deles, então por que não investir um um nuclear ?

Daniel Ricardo Alves
Daniel Ricardo Alves
Reply to  Caique
1 ano atrás

Provavelmente porque eles não sabem fazem um. São poucos os países que tem esse conhecimento. E quem tem, não ensina.

Leonardo Costa da Fonte
Leonardo Costa da Fonte
Reply to  Caique
1 ano atrás

Segundo algumas matérias que li na midia há alguns meses, a Australia considera que sua população não apoiaria (agora) a aquisição de submarinos nucleares. Entretanto, a escolha da França como vencedora da licitação, deixa aberta uma porta, para que alguns submarinos da série, ora encomendada, sejam movidos a energia nuclerar caso haja uma série ameaça e que a população se convença desta necessidade.

Conan
Conan
Reply to  Leonardo Costa da Fonte
1 ano atrás

Sei não, podem ate serem parecidos com o Barracuda nuclear francês mas não se esqueçam que um submarino de propulsão nuclear teria que ter um casco de dimensões muito maiores para comportar um reator PWR por menor que foce. Não é simplesmente pega um convencional por mais parecido que seja e tascar dentro dele um sistema de propulsão nuclear, não funciona assim.

Pedro Paulo
Pedro Paulo
Reply to  Conan
1 ano atrás

Bem colocado as informações, e se por ventura esse valor alto que será pago, já estejam com essa finalidade, tipo o casco preparado, a estrutura interna definida, para ser instalado o reator. Algumas informações preciosas estejam guardadas a sete chaves.

marco antonio
marco antonio
Reply to  Conan
1 ano atrás

mas o casco é de um subnuc , os australianos vão fazer o contrario , vão montar um motor diesel eletrico neste casco.

Dalton
Dalton
Reply to  marco antonio
1 ano atrás

Os franceses possuem os menores submarinos de propulsão nuclear do mundo…a classe “Rubis” cujo diâmetro do casco
é menor do que se vê em alguns grandes submarinos de propulsão convencional como a classe “Soryu”.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Dalton,

E vale acrescentar que os Barracudas franceses (classe Suffren) sequer estão na ativa ainda.

A previsão inicial que era 2016, salvo engano, passou para 2019.

Dalton
Dalton
Reply to  Mercenário
1 ano atrás

Verdade, estão sofrendo atrasos e já li que o primeiro será entregue em 2020, para daí passar por mais testes e certificações até estar 100% capaz para operações de longo curso.

Conan
Conan
Reply to  Dalton
1 ano atrás

Sou fã dos “Rubis /Améthistes” porem ouvi dizer que exatamente por sua extrema compactação ocorreram problemas técnicos. Não creio que os franceses voltem a projetar subnucs tão pequenos tão cedo.

Conan
Conan
Reply to  marco antonio
1 ano atrás

Não acredito que seja este o caso, não faria o menor sentido, por exemplo: O Almirante Alvaro Alberto calcula-se que pesara pouco mais de 6.000 toneladas e os Scorpenes brasileiros que já são maiores que os franceses pesam por volta de 2.000 toneladas. Meu amigo 4.000 toneladas é quase o peso de uma fragata. Construir ou comprar um submarino do tamanho de um subnuc para colocar um sistema de propulsão convencional??? não mesmo.

rui mendesmendes
rui mendesmendes
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

A quê? A construir submarinos nucleares? Coisa que eles fazem sozinhos á décadas, aliás em matéria de defesa eles são os professores, e não os alunos.

Washington Menezes
Washington Menezes
Reply to  Caique
1 ano atrás

Esta compra analisando o preço e o prazo de entrega é horrível, mil vezes o nosso PROSUB. E eu achando que os Franceses tinham entubado os indianos com os Rafales.

João Carlos
João Carlos
1 ano atrás

Tem alguma coisa errada nesses números… Quase 3 bilhões de euros por sub… IMPOSSÍVEL.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  João Carlos
1 ano atrás

Rapaz, creio que não seja apenas os submarinos em si, creio que deve ter tecnológica, manutenção e etc…

Hélio
Hélio
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

O Prosub não chegou nem perto disso.

Daniel Silva
Daniel Silva
Reply to  João Carlos
1 ano atrás

Também achei o custo estranho para um submarino convencional. É praticamente o mesmo custo de um submarino nuclear de ataque classe Virginia, norte americano (cerca de US$ 3 bilhões de dólares ).
Israel recentemente adquiriu 3 submarinos convencionais classe Dolphin II, mais ou menos do mesmo porte que os nosso S-BR (2.000 T), “completaços” com AIP e sensores no estado de arte, por 2 bilhões de euros (cerca de 660 milhos por unidade).
https://www.naval.com.br/blog/2019/01/30/alemanha-autoriza-o-fornecimento-a-israel-de-mais-3-submarinos-classe-dolphin-ii/
Mesmo sem conhecer os detalhes dos contratos e as especificações dos submarinos, o valor do contrato australiano está muito elevado.

Fawcett
Fawcett
Reply to  João Carlos
1 ano atrás

Esta é uma classe de submarinos totalmente nova, que une as vantagens dos subs convencionais com as dos subs AIP. Creio que isto tenha influenciado no valor final.

marco antonio
marco antonio
Reply to  João Carlos
1 ano atrás

o casco deste navio é complexo e é bseado no subnuc fraces , muito maior que o nossoscorpene br

Rodrigo Borges
Rodrigo Borges
Reply to  João Carlos
1 ano atrás

Os custos deve ser pelo pacote, oque leva a conclusão que o valor dos nossos estão bem dentro da realidade.
Tecnologia e preço baixo não cabem na mesma frase.

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Austrália coloca para descer nas compras… Essa compra, as dos navios a um tempo atrás, é só lapada “grande”. Coisa de quem se preocupa com o futuro!

Marcos
Marcos
1 ano atrás

Rapaz, acredito que a Austrália gastou de 2010 para cá mais de 100 bilhões de dólares/euros

Eles estão se armando contra a China ou contra os Emus?

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  Marcos
1 ano atrás

Eles estão se armando contra a China…

Vovozao
Vovozao
1 ano atrás

11/02/19 – segunda-feira, btarde, somente para saber são maiores e mais avançados tecnologicamente, os sistemas de armas são mais avançados que os scopenes hoje, não estou falando nos avanços que surgiram até a entrega total. Somente um em comparação ao outro hoje???

Brunow Basillio
Reply to  Vovozao
1 ano atrás

Não sei se estes dados são reais ..
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Attack-class_submarine

Kommander
Kommander
1 ano atrás

Puts, Austrália é um país com menos recursos e faz mais que o Brasil.

Nilson
Nilson
Reply to  Kommander
1 ano atrás

O PIB da Austrália é mais ou menos 60% do nosso, mas a população é de menos de 30 milhões de pessoas. Ou seja, o PIB per capita da Austrália é umas cinco vezes maior do que o nosso. Lá há imensos recursos naturais. A dívida social do país é irrisória, comparada com a nossa. Dá uma pesquisadinha e vai se convencer de que lá, proporcionalmente, não é “um país com menos recursos do que o Brasil”. Pelo contrário, é um país muito mais rico.

Tallguiese
Tallguiese
Reply to  Nilson
1 ano atrás

Falou tudo

Nilson
Nilson
Reply to  Kommander
1 ano atrás

Aliás, deve ser por isso que eles rasgam dinheiro nesses projetos caríssimos, de fragatas, submarinos, carros de combate. O preço unitário é muito acima do normal…

ECosta
ECosta
1 ano atrás

Será que o nosso Alvaro Alberto virá com pump jet ?

Bardini
Bardini
Reply to  ECosta
1 ano atrás

Não.

Kaliban de Greyhawk
Kaliban de Greyhawk
1 ano atrás

O orçamento militar da Australia é menor que o brasileiro mas eles nao desperdiçam tudo em aposentadorias e efetivos gigantescos. Assim sobra 26Bi pra comprar 9 fragatas baseadas na Type 26 (não fravetas tamanduá) e outros 35bi para 12 submarinos. Nós poderíamos estar melhor que eles mas cada povo tem os governantes que merece. Na verdade nem precisamos de tudo isso que a Australia vai investir, pois nao temos uma China na porta como lá. Aqui só tem mendigo nas fronteiras terrestres e muito pouco o que enfrentar no Atlantico Sul. Dava pra ter forças armadas descente com metade o… Read more »

Bardini
Bardini
Reply to  Kaliban de Greyhawk
1 ano atrás

Olha, é legal comparar a Austrália ao Brasil em certos pontos, mas com coerência…
.
Eles não tem a quantidade de rios que temos. Isso é significativo e influência nos quadros.
A Marinha deles não exerce função de Guarda Costeira. Outra grandiosa diferença.
O Orçamento deles não é uma mentira, como o nosso, que é inflado com os gastos com inativos.
Lá, eles convivem com de pessoal com interesse de entrar para as forças. Um dos fatores do pq estes submarinos não serem nucleares é justamente falta de pessoal…

Guacamole
Guacamole
Reply to  Bardini
1 ano atrás

quantidade de rios não influi tanto quanto parece uma vez que temos poucas embacações que cuidam apenas dos rios principais, e mesmo assim, são unidades já obsoletas. Da maneira que vocẽ expõe, parece que temos uma grande frota ribeirinha quando na verdade, a maioria esmagadora são lanchas comuns e as embarcações próprias de combates são parcas. E quanto a guarda costeira, é outro engano uma vez que é a própria marinha que não deixa que se crie uma guarda costeira, talvez com medo de perder prestígio ou algo do tipo. Já se tentou varias vezes criar uma guarda costeira pra… Read more »

Hélio
Hélio
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Parabéns por ainda ter paciência para explicar isso, eu já cansei de falar 1000 vezes a mesma coisa e ver as mesmas pessoas falando que o orçamento brasileiro é maior do que do país X, inclusive, a comparação com a Austrália é recorrente.

Kaliban de Greyhawk
Kaliban de Greyhawk
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Bardini, Eu entendo mas que se crie uma guarda nacional ou se transfira esses efetivos e atribuiçoes para as forças policiais. Eu escuto essa justificativa faz 30 anos e nao se toma nenhuma açao. A marinha tem 88mil pessoas de efetivo, é um cabide de emprego do baralho (e emprego ruim, pq paga pouco exceto para altas patentes). Quem, no seculo XXI, acha que se controla fronteira colocando um soldado num bote com um fuzil na mão – isso é ridiculo e desperdiça a grana que nÓS pagamos como imposto. O orçamento da Australia inclui inativos. Sobre a opçao convencional,… Read more »

Kaliban de Greyhawk
Kaliban de Greyhawk
Reply to  Bardini
1 ano atrás

em tempo: a Australia está comprando 12 Navios Patrulha Oceanicos, fora os que já tem. Eles tambem gastam com isso.

Guacamole
Guacamole
Reply to  Kaliban de Greyhawk
1 ano atrás

Correto. Acabei de tomar um Thumbs Down em cada um dos comentários que postei sobre as escolhas da marinha e no geral, os gastos reais em material, pesquisa e desenvolvimento. Infelizmente, é do Brasileiro esse negócio de ou é totalmente a favor, ou fervorosamente contra. Nós não conseguimos ver nuncias. Uma critica qualquer, mesmo que bem embasada, é a senha pra diz que que ou o cara odeia as forças armadas, ou é apaixonado pelo Putim, ou quer entregar a Amazônia para os Estados Unidos quando na verdade, a critica é justamente para que as forças armadas (nesse caso a… Read more »

Rene Dos Reis
Rene Dos Reis
Reply to  Bardini
1 ano atrás

ja que citaram o orçamento militar como um todo eu adicionaria o fato de a Australia não fronteiras com dez países.

MauricioFC
MauricioFC
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Lamento, mas o orçamento de defesa da Austrália, como o de qualquer outro país (fora a Bulgária, salvo engano) considera, sim, os gastos com inativos.

Guacamole
Guacamole
Reply to  Kaliban de Greyhawk
1 ano atrás

Exatamente. Claro, não é o ideal, mas fui no Wikipédia em inglês apenas pra tirar um termômetro das forças armadas da Turquia (que comprou os caros F-35) e do Brasil. Rapaz, eles tem mais soldados ( mais bem equipado) mais aviões de combate (e mais avançados) e uma frota que deixa a nossa no chinelo. E isso tudo com um orçamento menor. Além do que, quando fui na página pra ver as companhias de defesa dele e o que elas produzem, me bateu uma tristeza. Tá na hora de fazer uma lei que limite o quanto da defesa vai pra… Read more »

Hélio
Hélio
Reply to  Guacamole
1 ano atrás

Você leu o que o Bardini disse? O orçamento brasileiro é LONGE do que é dito por causa da pedalada previdenciária do governo federal para esconder o rombo da previdência. País NENHUM para os aposentados com o orçamento da defesa, nem a Austrália, nem a Turquia e nem país algum, isso é uma fraude orçamentária que só é tolerada aqui porque esse é o país da pedalada.

francisco
francisco
Reply to  Hélio
1 ano atrás

A pressão dos militares é grande quando se trata de mexer com as suas regalias. Nesse sentido poderíamos afirmar que eles agem como os socialistas/comunistas que defendem mutuamente os seus privilégios.

francisco
francisco
Reply to  Kaliban de Greyhawk
1 ano atrás

“Nós poderíamos estar melhor que eles mas cada povo tem os governantes que merece.” Não são só os governantes que prejudicam o pais. No caso das aposentadorias e inativos das forças armadas o prejuízo é causado pelos militares. Duvido que algum governante tenha a coragem de mudar esse quadro. Os militares da ativa e da reservam simplesmente não deixam nem que o debate sobre esse assunto aconteça. Essa “estória” de que militar não se aposenta e que somente passa para a reserva é outra falácia. Duvido que os velhinhos da reserva, em caso de uma guerra, sejam convocados e enviados… Read more »

Bardini
Bardini
1 ano atrás

Olha… Tem muita gente falando abobrinha, dizendo que “está caro”, sem nem saber da conversa a metade.
.
No mais, o nome da classe já foi definido. Será “Attack”.
.
Detalhe importante, que provavelmente ninguém vai citar: Serão 12 “SSG”… Sim, foram classificados como SSG.
.
Segundo os caras: Submarine, Attack, Guided Missile.
.
Missões principais:
ASW
ASuW
Strike
ISR
EW
Guerra de Minas

Dalton
Dalton
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Os “Collins” também são classificados como “SSGs”…mesmo os menores
predecessores da classe “Oberon” foram assim classificados depois que passaram a embarcar mísseis anti navio, então é mais uma questão pessoal de como os australianos classificam seus submarinos…já a US Navy classifica de “SSGN” apenas os 4 classe “Ohio” convertidos para embarcar mais de 100 “Tomahawks”´.

Nilson
Nilson
1 ano atrás

A justificativa para o elevadíssimo preço é a famosa transferência de tecnologia. A exemplo do nosso Álvaro Alberto, os engenheiros australianos irão para a França aprender a fazer projeto de submarino. Depois projetarão o Barracuda convencional australiano. Tudo com a assistência dos franceses. Depois, a construção será em estaleiro australiano, cuja adaptação, pelo que entendi, também está incluída no preço.

Daniel Silva
Daniel Silva
Reply to  Nilson
1 ano atrás

Verdade. O elevado custo por unidade, cerca de US$3 bilhões – praticamente o custo de um submarino nuclear de ataque, pode, em tese, ser explicado pela transferência de tecnologia e as inovações do projeto.
Mesmo assim, nestes casos, me parece mais comum fabricar um lote inicial pequeno (4 – 6 unidades) para receber a tecnologia e depois fabricar mais unidades localmente, com custo menor.

jose
jose
1 ano atrás

Austrália é brasil que deu certo,pergunto quem são inimigos da australia?já australia tem forças armadas profissionais e equipamentos modernos,com efetivo bem reduzido de cerca de 58 656 ativo,pib brasil maior australia e nosso efetivo chega 5 vezes maior,dai não tem dinheiro pra comprar fragatas modernas,temos costa equivalente a da austrália mas nossa frota de meios ofensivos velha e defasada,nosso maior inimigos são nós mesmos en achar que brasil não tem inimigos e nunca vai se envolver em guerra no seu quintal,caso se envolva vai fazer o que?dai não adianta pensar em fragatas e submarinos modernos já isso nunca foi nossa… Read more »

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  jose
1 ano atrás

A Austrália faz parte do Commomwheatl, esteve do lado dos britânicos na 1° e 2° Guerras Mundiais, quase foi invadido pelo Japão na WWII, é forte aliado mericano na região e, principalmente, estão perto da China. Eles, assim como os indianos, tem todos os motivos do mundo pra se armarem e terem uma Marinha de respeito.

Mahan
Mahan
1 ano atrás

Porque a colônia penal da Australia consegue?? Liberalismo.

Hélio
Hélio
1 ano atrás

E tem gente que reclama do Prosub.
Será que não tinha ninguém lá para propor colocar esse dinheiro em um projeto de SSN?
Além disso, esse modelo usa o sistema pump jet, bastante questionando e defendido, principalmente nos submarinos convencionais. Seria bastante interessante uma matéria abordando esse ponto.

MARCOV
MARCOV
1 ano atrás

Nessa reportagem de 2016 é dito que o valor será gasto em 30 anos e que pelo menos 2/3 será alocado para futuras atualizações, operação e manutenção.

http://daisetsuzan.blogspot.com/2016/05/australia-selects-shortfin-barracuda.html

Segundo a mesma matéria, a DCNS (Naval Group) venceu a concorrência porque a TKMS, que oferecia o Type 216, não tinha construído nenhum submarino acima de 2000 tons e a Classe Soryu japonesa não oferecia a autonomia requerida e espaço interno desejável.

MARCOV
MARCOV
Reply to  MARCOV
1 ano atrás

Portanto, o valor de aquisição dos doze submarinos será menos de 1/3 do valor total, ou seja, +/- 900 milhões de euros por submarino completo e operacional.

marcelo kiyo
marcelo kiyo
1 ano atrás

Peço jeito a Austrália está planejando, em caso de guerra; dificultar o acesso da marinha chinesa para o Oceano Índico.

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  marcelo kiyo
1 ano atrás

A Austrália vai ser a ponta da lança no hemisfério sul.

Espero que o Brasil não fique só no café com leite :S .

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Vai ficar. Infelizmente, com os meios que possuímos e com as previsões para o futuro, não há o que fazer

colombelli
colombelli
1 ano atrás

de olho no inimigo correto: China.

marcelo kiyo
marcelo kiyo
1 ano atrás
Esteves
Esteves
1 ano atrás

É isso aí, Não tem nada com rios, gente ou PIB. É um contrato longo para mais de 30 anos. O MOD britânico gasta 25% do orçamento de defesa com subs. Meios de superfície levam 12%. Sistemas, 13%. O comando naval da MB (ao que parece) irá privilegiar o PROSUB porque as marinhas modernas estão fazendo o mesmo. Gastando mais grana com esses meios. Por que eles conseguem? Por que eles gastam 40% ou no máximo 50% do orçamento com despesas de operação e gente? Por que eles são mais eficientes? Por que eles fazem mais com menos? Como? Respostas… Read more »

Almeida
Almeida
Reply to  Esteves
1 ano atrás

O MOD britânico gasta 25% do orçamento com subs porque eles operam SSBN e SSN né. Olha a diferença. É a ponta da lança da defesa deles, a dissuasão nuclear estratégica. Não tem comparação com a Austrália.

filipe
filipe
1 ano atrás

Ainda dizem que a Gente jogou dinheiro fora com o PROSUB, no final de tudo os Australianos terão 12 SSK contra 15 SBR + 6 SNBR da MB… Quem ganha a supermacia naval do Hemisfério Sul?

Alex Nogueira
Alex Nogueira
Reply to  filipe
1 ano atrás

Digamos que a MB consiga de algum modo operar 15 sub convencionais + 6 subs nucleares, não tem para ninguém no hemisfério Sul.

paddy mayne
paddy mayne
Reply to  Alex Nogueira
1 ano atrás

Eu estou assistindo a MB tentar terminar UM sub nuclear há 39 anos. Infelizmente seus números não passam de um devaneio desvairado. Sem ofensa.

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
Reply to  filipe
1 ano atrás

Eu já ficaria feliz com 9 SBR e 3 SNBR…

SSK
SSK
Reply to  filipe
1 ano atrás

Você está sendo muito otimista amigo…

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  filipe
1 ano atrás

Você acredita mesmo nisso ou é brincadeira?

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  filipe
1 ano atrás

HAHAHAHAHHAAHAH quantos submarinos?????? Hahahahahaha

Almeida
Almeida
Reply to  filipe
1 ano atrás

Se vierem os 4 SBR encomendados…

Vitor Lajes
Vitor Lajes
1 ano atrás

O preço é do projecto total, estamos a falar de submarinos do tamanho de um nuclear, mas convencional, o que dentro do tipo deve ter uma autonomia brutal, e não me surpreende se forem modificados para nuclear já que o espaço existe. E por fim chamar navios com 20 anos de velhos na actualidade e com as hipóteses de upgrade modulares duram pelo menos mais 20

Augusto
Augusto
1 ano atrás

Caramba, é um volume financeiro monstruoso! Mas receber tecnologia de bandeja é isso, o PROSUB ficou barato.

Flanker
Flanker
1 ano atrás

Já é sabido que fazer essas contas de padaria, ainda mais num projeto como esse australiano, onde as informações são ainda iniciais, é errado. Não se sabe ao certo o que está incluído, por quanto tempo esse valor será diluído, etc. E comparar com o Prosub é ainda mais irreal. No nosso caso, tem os 4 subs convencionais, a tecnologia para o nuclear e o estaleiro. Segundo reportagem publicada tempos atrás aqui no PN, o Prosub pode custar 31 bilhões de reais….o que daria entre 8 e 9 bilhões de euros. E nessa conta, não entra tudo que foi gasto… Read more »

Augusto
Augusto
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Galante, concordo com a parte do descuido da Austrália quanto ao prazo, que é uma contradição em si. Se o que se busca é justamente a garantia da segurança do território e do povo, 11 anos é uma grande displicência, principalmente com a muito rápida ascendência chinesa.

Por outro lado, durante o certame a Austrália deixou claro que queria justamente algo bem acima dos convencionais disponíveis.

Juarez
Juarez
Reply to  Augusto
1 ano atrás

Pois é, a época da Compra dos Collins, disseram mais ou menos a mesma coisa e deu no que deu, problemas, mais problemas, inoperância e custos mastodônticos. Isto me lembra os NH 90 e os Tiger, queriam algo diferente e tiveram, muito diferente, pois ficam mais tempo no solo do que operando.

Juarez
Juarez
Reply to  Augusto
1 ano atrás

E tem mais, este Barracuda diesel elétrico é uma cruza de vaca com cavalo, não dá leite e não puxa carroça.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Juarez
1 ano atrás

Tchê Juarez,

A analogia é boa.

Um derivado de SSN não operacional, misturado com tecnologia utilizada no Scorpene.

Rsrsrs

Bardini
Bardini
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Os Collins ainda são novos e bastante capazes. Chegam a década de 30… Tempo para substituir esse submarinos não é lá um problema. . Li uma crítica de um submarinista deles, de que o melhor submarino para a Austrália, seria um que estivesse disponível para operar, pq os Collins deram muita dor de cabeça. Até por isso optaram pelo Naval Group, que tem experiência com submarinos maiores e capacidade de fornecer suporte já demonstrada. Eles tem Know How. Eram a alternativa mais segura do que a aposta feita nos Suecos com os Collins, por exemplo. . E além de disponibilidade,… Read more »

Almeida
Almeida
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Bardini, o problema dos Collins é mesmo disponibilidade e, também, seu número. Seis unidades era o ideal 20 anos atrás, quando a a marinha chinesa era guarda costeira. Hoje em dia eles precisam de uns 12 submarinos pelo menos. Até por que, você mesmo lembrou do tempo até chegar à área de patrulha, então precisam de mais submarinos para manter esta patrulha constantemente longe de casa e perto da ação. Por isso mesmo acho esse projeto tão absurdo. Contratava 6 Scorpene com o Naval Group agora, para se somar aos Collins, e depois recebia outros 6 construídos na Austrália. Mais… Read more »

filipe
filipe
Reply to  Bardini
1 ano atrás

A transição natural deveria ser do Collins para o A-26 , não do Collins para o Barracuda…

marcelo kiyo
marcelo kiyo
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Eu não sou almirante, mas se um país tem submarinos nucleares que podem ameaçar a minha frota e esse país não tem capacidade de retaliar; eu bombardearia a base (0u bases) desses submarinos com uma ogiva(s) nuclear (es) .
Na minha opinião, nem os EUA permitiriam que a Austrália se torne uma potência nuclear.

Dalton
Dalton
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Os australianos querem grandes submarinos convencionais com capacidades ainda maiores que seus atuais “Collins”, que já possuem maior alcance e um número maior de armas do que um “Scorpene” ou similar, para patrulhar áreas distantes como a região Indo Pacífica ou mesmo mais ao norte como tem sido regularmente feito, mas, apenas 6 no inventário não tem dado conta do recado, daí a tentativa de dobrar o número. . Um programa de submarinos de propulsão nuclear resultaria em uma espera muito maior do que 11 anos, então não havia muito o que fazer, mas, há quem diga que à Austrália… Read more »

ednardo curisco
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

assino embaixo.

que fizessem como nós: compra uns convencionais e vai pegando qualificação e os últimos seriam nucleares.

Achei o preço absurdamente caro. Literalmente sairia mais barato eles desenvolverem a própria propulsão.

Se a ameaça é o dragão chinês, compre-se nucleares sem transferência de tecnologia.

Mercenário
Mercenário
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

Concordo, Galante.

O pior de tudo, a meu ver, foi a Austrália ter embarcado em um projeto (Shortfin Barracuda) derivado de outro (Suffren/Barracuda) que sequer está operacional.

É um risco e tanto.

Almeida
Almeida
Reply to  Alexandre Galante
1 ano atrás

O prazo de entrega também foi o que mais me chocou com esta notícia. Se a justificativa para tamanho gasto é o crescimento militar da China, até 2034 ela já vai ter mostrado suas garras e dentes. Será muito pouco (12 SSK convencionais), por MUITO dinheiro (dava pra pagar 4 PROSUB ou 12 SSN com isso) e MUITO tarde. Famoso “too little, too late” somado à um “too expensive”. Concordo, eles estariam melhor com 12 Scorpene ou Type 214 com AIP pra ontem. Seriam entregues justamente para quando a China estiver preparada. E sobraria dinheiro para outros projetos igualmente importantes… Read more »

Maus
Maus
1 ano atrás

O Brasil pretende ter 15 submarinos convencionais e 6 nucleares até 2050, me pergunto se todos esses ficarão no mesmo preço que esses 12 australianos.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Maus
1 ano atrás

Com as coisas do jeito que estão é mais fácil não termos Marinha em 2050

Carlos Gallani
Carlos Gallani
Reply to  Maus
1 ano atrás

Eu pretendo ficar milionário tbm mas pretender não basta! Hahahahaha

Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 ano atrás

Lembrando que a Austrália assinou, a pouco tempo, um contrato de 2,5 bilhões para 12 OPV’s e um contrato de 35 bilhões com a BAE System para construção de fragatas Type 26.
A Austrália não tá de brincadeira.

Andrigo
Andrigo
Reply to  Willber Rodrigues
1 ano atrás

Com o dragão cuspindo fogo mais ao norte, não pode estar de brincadeira mesmo!

Jadson Cabral
Jadson Cabral
1 ano atrás

12 submarinos novos, 9 fragatas novas, 2 porta-helicópteros… Enquanto a MB… dá até vontade de chorar

Marco Antônio
Marco Antônio
1 ano atrás

Marinha de país sério é assim mesmo. Vai lá e compra, equipa as forças e não fica de promessas e devaneios.

Jeff
Jeff
1 ano atrás

Quando esses novos artigos da trilogia vão sendo postados, mais me convenço que, apesar dos problemas, o Brasil acertou a mão nos seus projetos e compras recentes. Aos poucos, estamos resolvendo os problemas mais graves das 3 forças, equipando-as com itens novos ou usados, mas de forma muito racional e profissional.
Alinhado a isto, um governo federal que mantenha os orçamentos das forças armadas e apóie os projetos existentes e futuros, teremos uma defesa de respeito que o Brasil merece.

Jagderband#44
Jagderband#44
1 ano atrás

De qualquer maneira, mais uma pedrinha na sandália chinesa.
Se começar a somar EUA, Japão, Austrália, India, Filipinas, Taiwan, Malásia/Singapura/Indonésia, ai vira uma pedreira.

Jagderband#44
Jagderband#44
Reply to  Jagderband#44
1 ano atrás

Coréia do Sul…

Augusto L
Augusto L
1 ano atrás

A escolha da Austrália é um tapa na cara dos planejadores estratégicos brasileiros que se dizem dono da verdade.
Vamos aos fatos, a Austrália não tem mares fechados, esta numa região quente e tem uma costa superior á nossa e não esta atrás de submarinos nucleares, ohhhhh meu Deus !!!! Que burros esses australianos.

Kemen
Kemen
1 ano atrás

São caros mesmo, talvez o fato de serem construidos na Australia estourou o preço, além das garantias exigidas. Os submarinos são de propulsão convencional, de resto não serão quase nada convencionais, preparados para uma gama completa de armamentos que poucos de propulsão convencional os tem por completo AIP+torpedos + misseis mar mar+ misseis mar terra+ minas, (so faltaria por cabeças nucleares nos misseis mar-terra), além de eletrônicos de ultima geração.

Alfredo RCS
Alfredo RCS
1 ano atrás

E nosso PIB é quase o dobro do da Austrália…

Dalton
Dalton
Reply to  Alfredo RCS
1 ano atrás

A população brasileira, vivendo na miséria também é o dobro da
população total australiana que é de cerca de 25 milhões de pessoas, das
quais “apenas” 10% vivem na miséria…se é que a miséria de lá é igual a
miséria de cá .

Alfredo RCS
Alfredo RCS
Reply to  Dalton
1 ano atrás

É que no Brasil o pib é utilizado para cobrir o rombo da divida publica e seu funcionalismo, quase 500 bilhoes de Reais por ano…ja na Australia, quem nao produz na recebe.

Dalton
Dalton
Reply to  Alfredo RCS
1 ano atrás

Não muda o fato de que há mais de 50 milhões de pessoas vivendo na miséria no Brasil, além da falta de infraestrutura, educação, saúde, etc, e um número de desempregados que corresponde à metade da população australiana.

Alfredo RCS
Alfredo RCS
Reply to  Dalton
1 ano atrás

O”fato” é um só, o Estado gigante com seu funcionalismo gigante, transferem r$ 500 bilhões dos impostos dos mais pobres para os bancos publicos e privados por ano, so para manter as benecifes daqueles grupos e individuos que desejam viver bem as custas do impisto publico.

Dalton
Dalton
Reply to  Alfredo RCS
1 ano atrás

Ainda acho que ter mais de 50 milhões de miseráveis, mais de 12 milhões de desempregados “oficiais” e uma falta de infraestrutura grotesca também façam a diferença quando se quer comparar o Brasil com à Austrália.

Alfredo RCS
Alfredo RCS
Reply to  Dalton
1 ano atrás

É exatamente isso, para acabar com a miséria e a falta de recursos precisamos parar de transferir 500 bilhões de reais para os bancos, e a unica forma é reduzir o tamanho do Estado e, assim, elimando tudo aquilo que é ineficiente e improdutivo. Essa ineficiencia vinculada a um Estado monstruoso exige para si todos os impostos pagos pelos mais pobres ao invés de retornar como saude, segurança e educação.

Bardini
Bardini
1 ano atrás

A escolha mais segura para essa empreitada dos australianos, eram os Franceses… Eles tem experiência em transferência de tecnologia e Know How para tocar projetos dessa magnitude. . Vejam a realidade e os desdobramentos dos fatos. Atentem em como essa decisão dos australianos está diretamente relacionada com o Brasil: . On 13 December, CEO of Naval Group Hervé Guillou confirmed that Brazilian workers and trainers from Itaguaí would help forming the backbone of the Australian shipyard selected to build the first Shortfin Barracuda submarine, HMAS Attack. Starting in 2022, hundreds of experienced Naval Group employees from Brazil, France and India… Read more »

Junior
Junior
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Que notícia bacana, merecia até uma matéria aqui sobre isso

Bueno
Bueno
Reply to  Bardini
1 ano atrás

Fiquei entusiasmado om esta noticia!

CRSOV
CRSOV
1 ano atrás

Quase 3 bilhões de euros por cada submarino de média ?? Deve ser um submarino com tecnologia alienígena ultra avançada !! Nem no Brasil onde o superfaturamento é imenso o custo por unidade chegou a esse valor !!

Carlos Campos
Carlos Campos
1 ano atrás

Dava para comprar uns 40 subs alemães de prateleira

Matheus
Matheus
1 ano atrás

Enquanto isso em um certo país se pena pra construir UM submarino…

Luiz Trindade
Luiz Trindade
1 ano atrás

Não sei não… Mas acho que a Austrália esta fazendo mais negócio se tivesse comprando submarinos convencionais alemães. Porém com tudo, toda via…

Adriano Luchiari
Reply to  Luiz Trindade
1 ano atrás

Também gosto dos subs alemães, porém a opção da Austrália está correta. Eles precisam e querem submarinos oceânicos, não importa se convencionais, com AIP ou nucleares. Também questionei a opção do Brasil pelos SSK franceses, porém eles tem uma capacidade oceânica maior que os alemães.

Jean Jardino
1 ano atrás

Esses especialistas devem ser americanos, que perderam a concorrencia, e brasileiros, que sempre adoram meter o pau nos outros….rissssssssss

Jagderband#44
Jagderband#44
1 ano atrás

Off topic mas nem tanto.
Mais umas pedrinhas nas sandálias chinesas.
https://navaltoday.com/2019/02/14/singapores-first-type-218sg-submarine-ready-for-launch-in-germany/

Paulo Costa
Paulo Costa
1 ano atrás

Uma marinha que em certos aspectos sonha como US Navy mas pensa como guarda-costeira… esquece que o perigo hoje e global e não so de vizinhos.

Seria otimo se a nossa Marinha do Brasil fosse administrada por pessoas serias, comprometidas com a naçao e parece que nao esta sendo assim, apenas clube de amigos, inçado e despreocupado com a realidade mundial.

Eu gostaria muito mesmo de ver investimentos reais na nossa MB ter uma força de 06 a 08 SBR e de 02 a 04 SNBR na ativa em 2030.