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AMRJ realiza docagem simultânea de dois navios no Dique Almirante Jardim

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Corveta Barroso e NHo Amorim do Valle no Dique Almirante Jardim

O Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) realizou, no dia 28 de março, a docagem simultânea da Corveta “Barroso” (V34) e do Navio Hidroceanográfico (NHo) “Amorim do Valle” (H35) no Dique “Almirante Jardim”, em uma manobra que exigiu detalhamento prévio e precisão para que fosse realizada com sucesso.

A Corveta “Barroso” passará por um Período de Manutenção Intermediária, com duração de um mês, no qual serão realizadas obras de hidrojateamento, tratamento e pintura do casco e dos conveses principais, reparo das válvulas de fundo, sondagem do chapeamento e revisão de quatro motores de combustão, da máquina do leme e do domo do sonar.

Já o NHo “Amorim do Valle” foi docado para a realização do reparo estrutural e das válvulas de fundo; e serviços de sondagem, jateamento e pintura do casco.

FONTE: Marinha do Brasil

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Willber Rodrigues
Willber Rodrigues
1 ano atrás

Apesar das contenções de verba, é sempre bom saber que a MB não brinca em serviço na hora de fazer a manutenção de seus meios.
Fico imaginando o tamanho do trabalho de ter docado esses dois navios alí.

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
1 ano atrás

Desculpem a ignorância, mas isso nunca tinha ocorrido? É algo complicado para fazer aqui no país?
Pergunto, pois se é algo novo parabéns pela conquista.

Dalton
Dalton
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

Ninguém nasce sabendo, não é ignorância, mas, não há nada de anormal em colocar dois navios em uma mesma doca seca.

marcus
marcus
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

restauração de peças de museu.

Marcos Andrey
Marcos Andrey
Reply to  marcus
1 ano atrás

Como peça de museu?? A V-34 foi lançada ao mar em 2002 e incorporada em 2008!!!

Custa pesquisar antes de postar??? Critica somente pelo prazer da criticar!!

Rui
Rui
Reply to  Marcos Andrey
1 ano atrás

Tem um monte de imbecis ou de crianças que postam bobagens sobre a MB. Outro dia um néscio disse que o AMRJ tinha fabricado apenas meia dúzia de navios. Eu postei mais de cem navios fabricados pelo nosso Arsenal quando ainda havia orçamento. O trouxa ficou calado.

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  marcus
1 ano atrás

E quando se fala do que nao conhece, acaba passando vergonha …

marcus, vai ver reprise do naruto mais fácil pra você …

Wilson Junior
Wilson Junior
Reply to  Paulo Costa
1 ano atrás

Sem falar que o “Amorim do Valle”, apesar de mais velho. é um bom navio e perfeitamente capaz nas suas importantes atribuições (balizamento/sinalização) junto a marinha.

FABIO MAX MARSCHNER MAYER
FABIO MAX MARSCHNER MAYER
Reply to  marcus
1 ano atrás

Ler que é bom, se informar direito, ser cidadão e buscar a verdade dos fatos, necas!

Jorge Knoll
Reply to  marcus
1 ano atrás

Quem não tem o que falar, melhor ficar de boca fechada.

Alex Stelio
Reply to  marcus
1 ano atrás

A Barroso acabou de completar 11 anos de serviço ativo e é peça de museu? Então para você navio de guerra é para ser trocado no máximo em 5 anos como carro?

Augusto Maynard
Augusto Maynard
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

Várias vezes. Outras docagens mais complexas como a do ex Nae São Paulo foram realizadas pelo AMRK. Talvez a novidade seja fazê-lo nas condições precárias de pessoal e material que hoje se encontra.

Nascimento
Nascimento
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

Não isso já aconteceu outras vezes ,da trabalho mais já foi feito.

rommelqe
rommelqe
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

Caro Fligth Falcon: a docagem, realmente, como nossos amigos acima Almirante Dalton e Marcus ja muito bem falaram, não é uma operação assim tão complexa, mas tem seus macetes. As etapas mais críticas são aquelas em que você está esvaziando, paulatinamente, o recinto, de forma que o (s) navio(s) possa (m) ser posicionado(s)/suportado(s) exatamente em sua(s) base(s), na medida em que a água vai sendo drenada; se o navio ficar fora das selas de base podem ser introduzidos esforços assimétricos e danificar o casco, ou mesmo causar danos mais intensos do que um simples rombo nas chapas (aliás quando acontece… Read more »

Fligth_Falcon
Fligth_Falcon
Reply to  rommelqe
1 ano atrás

Obrigado a todos pelos esclarecimentos.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

A eventual novidade é ter sido feita docagem simultânea, de navios desse porte, no dique Alte Jardim, onde normalmente só é docado um navio por vez. Não me lembro de já ter visto dois navios nesse dique, normalmente é só uma fragata, ou corveta, que já vi docarem lá em diversas ocasiões. Das últimas vezes que estive no AMRJ, vi nesse dique o Laurindo Pita durante um tempo e o submarino Timbira brevemente Já no dique Alte Regis, que é muito maior que o Alte Jardim, as docagens de vários navios ao mesmo tempo são feitas desde os anos 30,… Read more »

rommelqe
rommelqe
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
1 ano atrás

Caro Nunão, só acrescentando, as embarcações de guerra possuem casco, de uma forma geral, particularmente resistentes quando comparados a embarcações civis. Logicamente isso faz com que as docagens possam ser realizadas de forma mais rápida; outro fator muito importante é que o AMRJ ja conhece profundamente cada uma das embarcações por eles atendem, os dispositivos de apoio etc… Dai mais um ponto que corrobora com a importância de preservarmos estas instalações!!!!!

David
David
Reply to  Fligth_Falcon
1 ano atrás

Nós diques particulares isto é um procedimento normal pois é mais econômico eu mesmo já estive em uma docagem no estaleiro Mais com duas embarcações

David
David
Reply to  David
1 ano atrás

Mauá

Francisco Braz
Francisco Braz
1 ano atrás

O AMRJ já docou uma fragata, e um patrulha classe Grajaú, o Gastão Mota com a Barroso e uma fragata e dois Grajaú. O maior feito foi acomodar o NAe São Paulo. Este, sim, digno de nota. Ficaram sobrando 1 metro de cada lado, 2 na proa e 4 na popa. A MB só deve estar jogando cortina de fumaça em algum evento, pois é rotina a docagem de mais de um meio. Eu sei… Assisti todas estas docagens.

Marcos Andrey
Marcos Andrey
Reply to  Francisco Braz
1 ano atrás

Francisco…
Ia postar algo bem semelhante mas você disparou primeiro!!

ANTONIO GOMES DE ABREU NETO
1 ano atrás

Isso não é novidade, somente para geração do WhatsApp. Dois navios no dique no AMRJ coisa normal nos anos 80 e 90.

LucianoSR71
LucianoSR71
1 ano atrás

Pergunta de leigo: mal comparando se o que está ‘estacionado’ na saída tiver atrasos, atrasa o outro ou dão um jeito de garantir a flutuabilidade, alagam, retiram ambos e depois ele volta p/ a garagem, rs?

Gonçalo Jr.
Gonçalo Jr.
Reply to  LucianoSR71
1 ano atrás

Como diz na reportagem o serviço a ser ralizado no NHo “Amorim do Valle” é bem menos extenso do que na Corveta V34 Barrosso.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  Gonçalo Jr.
1 ano atrás

Eu me referi a uma situação onde os serviços tivessem atrasos, quantas vezes o que parece ser algo mais simples se complica? Imprevistos podem ocorrer em qualquer atividade humana.

FLAVIO PERES
Reply to  Gonçalo Jr.
1 ano atrás

A missão e dupla, ou seja, os trabalhos tem que ser efetuado no mesmo tempo, se uma atrasar atrasa a outra, isto porque, existem trabalhos de pintura ou reparos nos cascos.

LucianoSR71
LucianoSR71
Reply to  FLAVIO PERES
1 ano atrás

Obrigado pela resposta, Flavio.

Ferreras
Ferreras
1 ano atrás

O mais importante estão procurando manter os meios. Foco no que podemos manter/operar.

Roosevelt
Roosevelt
1 ano atrás

Desculpem mas não vejo também como novidade. Na Base Naval de Aratu já foram docados três navios simultaneamente na década de 80. Lembram também daquela célebre foto do encouraçado USS Pensilvânia com mais dois destroiers no mesmo dique em 1941 no ataque a Pearl Harbour?

Paulo Costa
Paulo Costa
1 ano atrás

Tomara que futuramente a Marinha use o offset das corvetas tamandaré para modernizar totalmente a corveta barroso e também façam o mesmo com o Tikuna que dizem sera usado o offset dos submarinos scorpene para modernizar o tikuna e deixa-lo no padrão do SBR Riachuelo.

Roberto luiz
1 ano atrás

Normal duas carcaças

Cássio Silva
Cássio Silva
1 ano atrás

Saudades do barulho de lixadeiras, fumaça de soldagem, cheiro de acetileno. Sucesso à todos os profissionais envolvidos no empreendimento.

Luiz Floriano Alves
Reply to  Cássio Silva
1 ano atrás

Mais reparos deveriam ser alocados para a iniciativa privada. A industria naval sólida é peça fundamental no poder militar da nação. Barcos menores, não armados seriam os candidatos ideais para estes serviços.

Cássio Silva
Cássio Silva
Reply to  Luiz Floriano Alves
1 ano atrás

Perfeito! Gera-se empregos, qualificação de mão de obra, dividendos para a indústria, e movimenta-se a economia local. Além de tudo isso, aumenta-se o poder de fiscalização marítima da nossa gigantesca costa oceânica.

Esteves
Esteves
1 ano atrás

Olha,

O coitado apanhou. Mas é culpa de quem se refere aos meios da MB de forma pejorativa. Obsoletos, 40 anos, ausência de manutenções, ainda que cumpridores das missões dadas.
Li que a docagem simultânea não é estranha. Nem por isso menos capacitada por quem faz. Nunca vi de perto, mas navio docado sobrando 1 ou 2 metros dos bordos é coisa fina.

Tenham paciência com os meninos inflamados pelas críticas.

EVERALDO RUFINO DA SILVA
EVERALDO RUFINO DA SILVA
1 ano atrás

Excelente trabalho! Só fera no AMRJ.

Edmar Reis
1 ano atrás

Não entendi o motivo de tanto alarde, no dique Almirante regis já foram feitas docagens de 3 navios simultaneamente, na época isso era normal

Willian spezani
Willian spezani
1 ano atrás

Vão tomar no cu querendo da de bom samaritano os navios de guerra do Brasil ta um lixo . Essas fragatas e corvetas tá igual o porta avião Sá Paulo . Vao para as docas meche aqui e mechi ali e no final so da problema . O mar brasileiro tá sem nada para vigiar tá tudo aberto para qual quer um entrar e fazer a festa .

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
Reply to  Willian spezani
1 ano atrás

Embora eu concorde com você em quase tudo, mas vamos ser educado aqui, aqui não é local de falar dessa forma.

Fernando Vieira
Reply to  DOUGLAS TARGINO
1 ano atrás

Você quer educação de uma pessoa que não sabe nem escrever direito? Tá difícil o Brasil porque um sujeito desse não é excessão.

Thomaz Alves
Thomaz Alves
1 ano atrás

Ao que parece estão cuidando muito bem da Barroso, para manter o alto nível de operacionalidade da corveta. Em 2017 ela passou por um PMI e agora novamente em menos de 2 anos outro PMI.
A MB precisa muito dela mesmo.

Gabriel BR
Gabriel BR
1 ano atrás

As vezes fico a pensar se não teria sido melhor ter fechado com os ucranianos…

Karl John
Karl John
1 ano atrás

Estou na reserva há 8 anos já.
Tenho saudade do material. Do pessoal, zero saudades…rs.
Sorry.